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Real Madruga e Baixada de Munique já se encaram para saber quem tem panca para subir de divisão via Grupo A


O título da matéria é uma homenagem à obra-prima de Charles Chaplin Em Busca do Ouro (EUA, 1925). O certo, para adaptar ao Chuteira, seria trocar o ‘do’ pelo ‘da’, mas aí seria tão óbvio quanto os objetivos de Baixada de Munique e Real Madruga – que figuram no classificado ‘grupo da morte’ da Série Prata e já engalfinhar-se-ão na terceira jornada para saberem quem dará grande passo rumo à vaga direta na Ouro – mesmo ainda restando rodadas pela frente.
 
Será a primeira vez que se enfrentam na história do Chuteira. Com duas vitórias em duas partidas, o recomeço do Madruga na Prata é promissor. O Baixada tem uma vitória e um empate, mas ainda tenta buscar um equilíbrio dentro do time que não se viu nas divisões anteriores. Quem está de olho no confronto direto e pode se animar é o StarFucks – também líder, ao lado do Madrugão, com 6 pontos.
 
Confira, a partir de agora, cinco perguntas para Caique – que ainda alterna as funções de manager, treinador, e agora está voltando também a jogar – e outras cinco questões para Guina, zagueiro, capitão e manager do Baixada de Munique.
 
Perguntas para Caique
 
Fazia tempo que o Real Madruga não visitava a Série Prata. Após duas partidas, como está sua impressão sobre a divisão?
Infelizmente fizemos uma campanha ruim no semestre passado. Nos últimos jogos viemos com poucos jogadores. Mas, é claro, que há uma diferença bem grande de nível entre divisões, é outro campeonato. Com a experiência que tivemos em várias temporadas na Ouro, vamos buscar o título na Prata.
 
Vemos uma equipe forte fisicamente. O time apostará nisso, em jogo de corpo e defesa sólida para explorar contragolpes?
Creio que nesses dois primeiros jogos mudamos um pouco o estilo do nosso jogo. Começamos a marcar em cima e sufocar o adversário na quadra deles. Com isso, ganhamos volume de jogo. Isso vem dando certo!
 
O recém-chegado Rafão (ex-Imperial) parece ser uma solução ao ataque. Como o RM pretende valorizá-lo e, se com essa chegada, como fica atacantes históricos do time, como Rafa Ornelas?
Rafão é um excelente jogador e sabe fazer gol. Conseguimos trazer ele pela amizade com o Zaron e pela chance de levantar um caneco. Com certeza irá brigar firme pela artilharia e MVP do campeonato. Rafa Ornelas é um dos fundadores do time comigo. Sempre terá sua posição fundamental na equipe. Está viajando, mas semestre que vem estará de volta para brigar pela posição, que será uma disputa bem acirrada com Rafão e Boi.
 
Você acredita que são mais temidos na Prata do que na Ouro?
Sim. Na Ouro nunca fomos protagonistas e sempre estivemos no meio da tabela. Na Prata, já fomos campeões e ganhamos grupo para acesso à Ouro.
 
O Madruga quer voltar à Ouro ganhando o grupo, tentando uma vaga na decisão, ou ambos? O que você conhece do Baixada de Munique, próximo adversário e concorrente direto a vencer o grupo?
Madruga quer o título da Prata novamente. Queremos recuperar a vontade e o talento dos jogadores, o que já vemos nesses dois primeiros jogos. O Baixada veio de seguidos acessos e campeão da Bronze. É adversário direto para primeiro do grupo. Creio que será um jogo difícil e bem disputado.
 
 
Perguntas para Fernando Guina
 
Após duas partidas, o que você acha da nova divisão, no caso, a Prata? Já sente diferença em relação às divisões de baixo?
A cada divisão que subimos, a dificuldade vai aumentando. Os adversários vão ficando mais fortes e organizados, nos trazendo maior dificuldade, além do fato do nosso time ir ficando mais "conhecido" e os adversários se preparando melhor para jogar contra. Estamos deixando de ser novidade. Até por isso a cada divisão que passa trazemos novos jogadores para qualificar o elenco.
 
A estreia acabou com gosto amargo, após sofrer um improvável empate, mas é algo natural do Baixada. Como fazer para não mais ser surpreendido e passar, por exemplo, pelo Real Madruga – concorrente direto pelo acesso direto à Ouro?
Sim, as dificuldades estão aumentando e não podemos mais vacilar, deixar de ‘matar’ o jogo quando temos a oportunidade. Tivemos em todos os campeonatos a defesa menos vazada, isso não pode mudar agora, nem tomar tantos gols em pouco tempo. Para sábado, temos que ficar ligados o tempo todo, principalmente com as jogadas de bola aéreas do adversário.
 
Alguns jogadores estrearam este semestre, mas alguns outros podem sair? Como fazer para não perder as características da equipe?
Sim, o Beça e o Taira, dois dos nossos melhores jogadores, estão de saída. Encaramos isso como algo natural, o segredo está em repor sempre as peças à altura, com as mesmas características dos que saem. Trouxemos dois excelentes jogadores para a posição do Taira e estamos preparando uma surpresa para o lugar do Beça, além do Eric Mamer e o Kinhas (ex-Parceradas), que chegaram pra trazer algo diferente pro ataque.
 
O Baixada contratou Lói como técnico. É a primeira experiência do time com um treinador? Como se adaptar à realidade?
Essa será nossa maior dificuldade, nos adaptar a isso. Primeiro tivemos o Serginho e depois o Kiskie, dois excelentes amigos, que fazem parte da nossa diretoria, nos ajudaram muito, mas não são técnicos de formação. Temos que ouvir mais, dar total respaldo para ele trabalhar e implantar um padrão mais efetivo. Para mim, esse pode ser o nosso maior salto esse semestre, jogar com mais organização.
 
Após a disputa da Copa Alot dos Campeões, como você enxerga sua equipe ante outras da Série Ouro, já que é um desejo do elenco? Estaria preparado para encarar as pedreiras?
Nosso time vem subindo degrau a degrau. Não escondemos de ninguém que nosso objetivo é chegar forte na Ouro, mas primeiro precisamos pensar na Série Prata, nossa realidade. Já provamos em algumas oportunidades que temos time para competir lá em cima. Já ganhamos (nas duas edições da Copa Alot dos Campeões anteriores) de times da Ouro, mas também já perdemos. Precisamos evoluir muito, estamos nos preparando para isso!
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