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VIRADAS NO FINAL SÃO CORRENTES NESTE SEMESTRE

No futebol society, não é muito comum vitórias por virada, quanto mais viradas no final de jogo, coisa que certamente empolga qualquer equipe. Quem está acompanhando os Chuteiras deste semestre já deve ter notado a grande quantidade de viradas que algumas equipes conseguiram diante de seus adversários. Algumas viradas no finalzinho do jogo, como a do Basicus para cima do Camelo (3 x 2), com dois gols em dois minutos), ou ainda viradas mais fortes, com direito a goleada, como a imposta pelo Real Paulista diante do Ras Times (5 x 1), para citar alguns exemplos de Prata.

Duas viradas impressionantes foram as vitórias da Equipe Bróder para cima do Primatas (4 x 3), em jogo válido pelo Chuteira de Ouro, e a reação heróica do Coringa diante do Xoro Paro (7 x 5), na Prata. Em ambos os casos, tanto EB quanto Coringa estavam com jogadores a menos dentro de campo, mas, mesmo assim, na base da superação e da força de vontade, esse dois times conseguiram inverter um placar adverso e arrancaram dos adversários três pontos que já pareciam perdidos.

Falando em Coringa, essa nova equipe do Chuteira – que, no entanto, é composta por algumas figuras bem conhecidas como Maurício, ex-MSM e Joga 13, Kaká, ex-Só Lance, e Guilherme, ex-Forza Leone – vem sendo protagonista de algumas viradas na Prata. Contra o lanterna Sem Pretensão, a equipe tricolor foi surpreendida, mas conseguiu virar na bacia das almas. No entanto, contra o Canhedo Beppu, o mesmo time tricolor realizou um jogo emocionante, mas acabou sofrendo a virada no segundo tempo e no último lance do jogo (5 x 4).

Talvez o caso mais comum de virada seja mesmo quando uma equipe abre o placar – às vezes por exercer uma maior pressão inicial, ou então apenas por ter a sorte como aliada – no começo da partida, mas durante o desenrolar do confronto não consegue segurar o rival, leva o empate e acaba perdendo três pontos que outrora pareciam tão pertos. Para citar alguns exemplos na Série Ouro: em uma verdadeira briga de foice para deixar a rabeira do grupo, o MachuPichu foi valente e depois de sair perdendo virou contra o Kadência (5 x 3); outro, o C.A. Perus que bateu o SNG e fez os bicampeões de fregueses (6 x 3), lembrando que o Perus venceu o Festival em cima do próprio SNG; ou a virada mais recente, do Bacana para cima do Arouca (3 x 2).

Como o futebol society é uma modalidade muito dinâmica, onde não é de se espantar que uma equipe consiga mudar o panorama do jogo em questões de minutos, é de se acreditar que as viradas emocionantes continuarão ocorrendo dentro do Chuteira. Jogando de forma aguerrida e o coração na ponta da chuteira, certeza é que ainda acontecerão muitas viradas dentro do campeonato.
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