A derrota do MachuPichu para o Aurora por 6 a 4 na última rodada puniu a equipe não apenas com a perda dos pontos. Tebas, camisa 12 e um dos destaques do time, pegou ganho de um jogo após sair do campo chutando o portão de entrada. Irritado com mais uma derrota, ele perdeu a cabeça e chutou o portão com raiva, o que o fez violentamente bater na mesa do mesário e derrubar tudo que estava sobre ela.
A atitude impensada do jogador foi relatada em súmula pela arbitragem e foi presenciada por muitos jogadores e torcedores. Além disso, colocou em risco a integridade física daqueles próximos ao portão e à mesa.
Com isso em mente, depois de uma semana de grandes discussões da Comissão, ficou decidido que a ação do jogador, enquadrada dentro do artigo do Regulamento que fala de ação antidesportiva, pegaria uma suspensão de um jogo, a ser cumprida diante do Tosco já na 4ª rodada. A punição teve como base não a intenção do ato, mas sim a conseqüência e os riscos que o ato poderiam ter causado. O jogador não agiu de má fé, teve apenas um desabafo que de fato não pode acontecer da forma que ocorreu, pois colocou em risco diversas pessoas e acabou por danificar o material de trabalho do trio de arbitragem.
A punição não é a primeira em casos que estão a extrapolar. Jogadores do Chuteira estão cada vez mais “folgados” e crentes de que podem fazer tudo e sair impunes. Tivemos já 3 jogadores que pegaram gancho de três jogos por ações dentro e fora de campo. Allan, do SNG, Paulinho Valério, do Atlético Osasquense, e Thiago Zóio, do Joga 13, estão a cumprir punição de três jogos por xingar e ofender arbitragem durante e depois do jogo. A Organização sugere a todos que DE FATO LEIAM O REGULAMENTO antes de jogar, pois casos de ignorância estão acontecendo justamente porque poucos conhecem as regras disciplinares impostas pelo Chuteira de Ouro.
A intenção é sempre que haja futebol e menos casos de confronto com arbitragem ou com colegas. E ações que coloquem em risco a integridade física dos participantes do Chuteira e mesmo da arbitragem – e aqui conta-se a integridade moral – serão punidas pela Comissão.
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