Seu novo uniforme é de PR1MA! Facilitamos a sua vida!

    Agilidade e comodidade para você focar apenas no que importa... o seu time! @pr1masports e (11) 99210-4656

    Veja mais

SEM ZEBRAS, PRATA AFUNILA E GANHA EM EMOÇÃO E QUALIDADE

Os quatro semifinalistas da atual Prata sempre foram apontados como favoritos. Já na Ouro, chegou a vez de Med Taubaté, Mercenários, Roleta Olímpico e Zenite decidirem quem fica com o título

A Série Prata chega à fase semifinal com uma certeza: sobraram, literalmente, os melhores de todo o campeonato. Mercenários, Roleta Russa Olímpico, Zenite e Med Taubaté não deram chances aos adversários e carimbaram seus respectivos passaportes tanto para lutar pelo título, quanto para a Série Ouro em 2013. As quatro equipes fizeram as melhores campanhas na primeira fase e despacharam seus rivais das quartas de final. Agora se enfrentam para saber quem ficará com a taça e com o título de novo rei da Prata .

Muitos torcedores já esperavam os quatro semifinalistas de agora chegarem a essa altura da competição. É porque Mercenários e Roleta Olímpico terminaram em primeiro lugar em seus grupos (A e B, respectivamente). Na mesma linha, Zenite e Med Taubaté acabaram na segunda posição, próximos aos líderes. À época, quem acompanhava o campeonato já credenciava as equipes ao título. Com as situações definidas, torcedores começam a projetar os jogos com base nas campanhas até o momento.

"O campeonato evoluiu e nosso time entendeu que precisávamos crescer junto, então nos focamos em montar um time forte para chegar longe. Todos que chegaram este semestre vieram com a intenção de vencer e voltar para a Série Ouro. Essa vontade de vencer fez com que nosso time chegasse à semifinal", explica o zagueiro e capitão do Roleta Olímpico, Gabriel Pina.

O Olímpico (ou Roletinha) fez a melhor campanha do Grupo B, terminando na primeira posição com 22 pontos. A base da equipe é a mesma que disputou a Série Ouro no primeiro semestre de 2012: Pina na zaga, Kuminha armando o meio de campo e com Brian infernizando as defesas rivais. A grande diferença está no comando de ataque, com Ritolê finalizando as principais jogadas, e na meta, onde Machado veio do Roleta Clássico. A armada olímpica não enfrentou muitas dificuldades e retomou a condição de ser um time da Ouro. Nas quartas de final, despachou um velho conhecido da matriz Roleta: o Acidus. A boa fase tem motivo. Pina explica: "Neste semestre, começamos a preparação dois meses antes do Chuteira começar. Seria sensacional ser campeão, por tudo que fizemos pra chegar até aqui".

Mas seu adversário na próxima fase também quer o título inédito. O Zenite não esconde de ninguém que se preparou como nunca para figurar entre os melhores. Agora quer o patamar mais alto dentro da divisão. "É muito legal chegar à Ouro, mas é mais importante ainda ter pés no chão, buscar o caneco em 2012, que sempre foi o objetivo desse semestre, e planejar 2013 para chegar mais forte na principal divisão. Temos que melhorar bastante ainda", alerta Lucão, capitão e manager do outrora patinho feio do certame.

De fato, o Zenite é outra equipe: reformulou-se, trouxe jogadores de qualidade (como a revelação Fê Rampazo), entrosou-se e, agora, até aparece nas bolsas de apostas como favorito ao título. Na fase de grupos, o Zenite acabou atrás do Mercenários no Grupo A por apenas um ponto de diferença (25 contra 24). A vaga na Ouro bateu na trave, mas foi confirmada na fase de quartas de final. Nela, a equipe encontrou mais dificuldades do que tivera na fase inicial ante o The Veras. É que na partida válida pela 9ª rodada, o time de Zé Bahia aplicou um sonoro 6 x 1 na equipe de Victor Petreche. Já nas quartas, o confronto foi mais equilibrado, e o Zenite só avançou graças ao gol de ouro marcado por Bob Fenômeno. "Ficamos muito nervosos na última partida porque as coisas não estavam saindo como esperávamos. Isso atrapalhou bastante, mas não deixamos de acreditar. Temos jogadores decisivos, e quando as coisas não saem como o planejado, eles decidem no talento", argumenta Lucão.

Se Roleta Olímpico e Zenite prometem fortes emoções para o próximo sábado, o mesmo é esperado das duas outras equipes que duelam rumo à decisão: Mercenários e Med Taubaté.. O Mercenários é apontado como o grande favorito dos torcedores. Isto pode ser explicado pela campanha na primeira fase: foram 8 vitórias em 9 jogos, e apenas 1 empate. Mais que isso, eliminaram uma das equipes de maior ascensão de todo Chuteira, o Ras time – triunfo alcançado com o gol de ouro do zagueiro Henrique, em cobrança de falta. O tento de Henrique libertou o Mercenários do trauma de sempre ser o favorito, mas cair nas quartas de final.

"A equipe estava muito bem diante do Ras e não me preocupei. Já diante do Inflação, sim, achei que iríamos perder a vaga na Ouro. Neste jogo fiquei muito receoso devido à ansiedade do time, e à experiência e alta motivação do adversário", desabafa Daniel Kazu, zagueiro e capitão do time de melhor campanha da Prata até o momento.

O Mercenários, famoso por amarelar nas horas decisivas, vai exorcizando seus fantasmas e galgando passos largos para, finalmente, ser reconhecido como grande força. "Sim, a cada fase que passamos estamos tirando pesos das nossas costas", escancara Kazu. O time pode entrar à história da Série Prata como a melhor campanha de todos os tempos, caso vença as duas próximas partidas sem a necessidade de cobranças de pênaltis.

O problema é que para vencer o próximo desafio o time terá de jogar mais do que apresentou nas quartas de final ante o Ras. É que pela frente o Mercenários terá a experiência de Chuteira de Ouro do Med Taubaté. Os doutores fizeram uma campanha tranquila, sem nenhum alarde e com uma objetividade incomum para muitos times que atuaram neste semestre. "Começamos mal o campeonato, pois o grupo ainda estava entrosando e também iniciamos um novo tipo de marcação. Mas a partir da partida contra os Bufalos (válida pela 4ª rodada, com vitória do Bufalos por 4 x 1) o time se comportou muito bem e a marcação encaixou. Então, nos demos conta que a vaga era possível", conta Anibal, camisa 10 e capitão do time.

O Med começou a campanha sofrendo uma goleada de 5 x 2 ante o Ras. Depois vieram dois triunfos sossegados, até chegar o embate diante do Bufalos. A derrota custou a vaga direta na Ouro, no final da primeira fase. Mesmo assim, a equipe encontrou a fórmula certa para encarar os desafios. A prova veio na penúltima rodada, quando arrancou empate heroico contra o Roleta Olímpico. O time ainda aposta na velha e boa dupla formada por Anibal e Javier. Porém, agora conta com os gols e a habilidade de João Humberto.

"Nós já tínhamos uma experiência na Ouro e caímos porque o grupo acabou rachando. Além disso, sempre brigamos para manter o número mínimo de jogadores, mas este ano montamos um bom grupo sem perder a base já formada e isso fez a diferença", analisa Anibal.

Os preparativos para os jogos de semifinais já começaram. Ambos os confrontos serão na quadra 5. Os primeiros a duelar são Mercenários e Med Taubaté. Kazu opina sobre o adversário: "Sabemos que é uma equipe muito tradicional no Chuteira. Já foi da Ouro e isso mostra que possui muita experiência, jogadores mais velhos. Mas nunca o enfrentamos, então em campo é uma incógnita pra nós. Sabemos, sim, que tem muitos talentos individuais que podem desequilibrar, e isso já merece muita atenção".

Anibal também mostra respeito pelos lados do Med: "Sempre entramos para ganhar e acho que, embora a campanha do Mercenários tenha sido melhor, acredito que temos totais condições de brigar por uma vaga na final e pelo título. E ainda sendo na quadra 5, o jogo muda um pouco. Como já temos alguma experiência isso pode fazer a diferença".

Na segunda partida do dia, Roleta Olímpico e Zenite não querem perder a festa da final. "O jogo contra o Zenite será muito disputado. Esperamos uma guerra, no bom sentido. A preparação é diária. As conversas sobre o jogo não param. O dia inteiro só se fala nisso. Temos um amistoso marcado para definir alguns detalhes e chegar o mais preparado possível no sábado", revela Pina, zagueiro do Olímpico.

Já Lucão compara seu time, Zenite, com o rival de sábado. "O Roletinha tem uma equipe muito parecida com a nossa. Um time muito técnico, treinado e que busca chegar ao gol com jogadas trabalhadas desde a saída de bola. Como as duas equipes possuem jogadores excepcionais, não deve faltar jogadas bonitas e emoção. Vai ser Kuminha e Ritolê contra Negão e Fê Rampazo. Dá para apostar em alguém? Sim, eu aposto no Bob Fenômeno", conclui de forma ousada.
Comentários (0)