Quem não se lembra da pancada de trás do meio de campo que Rodrigo deu para marcar um golaço na semifinal contra o SNG no III Chuteira. Quem não viu, pode clicar em vídeos e ver. Pois bem, Rodrigo aprontou mais uma.
Início de jogo do Joga 13 contra o Mentira sem Maldade e a bola no meio de campo. O árbitro apita, Lele dá leve toque pra Rafinha, que pisa na bola e sai de perto para a redonda receber a patada mais forte do Chuteira. A redonda, que na viagem ficou oval, viaja a uma velocidade exorbitante em direção ao gol do MSM, onde estava o goleiro Ricardo Salles – e, detalhe, sem luvas. Pobre Ricardo, quando viu a bola ela já estava em cima dele e entrando no ângulo superior direito de seu gol. Ele ainda foi na bola, mas se tocasse nela era capaz que não mais jogasse aquela partida.
A maior dúvida que ficou foi se o gol de Rodrigo, que abriu o marcador para a vitória do 13, foi o mais rápido do Chuteira. Num torneio que tivemos Cavalera marcando em 8 segundos e logo depois Allan marcando em 2 segundos, o gol de Rodrigo briga aqui pela pecha de mais rápido, mas de mais veloz ele já é. Segundo alguns que viram o tiro disparado por seu pé direito, este seria o gol campeão sim porque o chute foi tão forte que na trajetória ele teria sido mais rápido a entrar no gol que o anotado por Allan, um chute fraco e colocado no canto baixo que o goleiro aceitou.
Enquanto isso, outros vêem nos toques de Lele e Rafinha um tempo superior a 2 segundos que nem a velocidade da bola conseguiria recuperar para vencer o tempo do gol de Allan. Mas, gol mais rápido ou não, o gol de Rodrigo já fica na história do Chuteira como mais um petardo disparado por Rodrigo contra os adversários e recordado por aqueles que viram. Certamente goleiro nenhum vai querer ver o “canhão do Joga 13”, como bem o chamou R. Barath, disparando contra seu gol.
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