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RETROSPECTIVA 2011 – PARTE 1

Nasce uma rivalidade

No início do II Chuteira de Bronze, ao abrir os jogos da temporada 2011, CAV e Rabeloska foram apontados como favoritos. A alcunha se confirmou com o Rabeloska sendo campeão, após ter eliminado o CAV nas semifinais. Desse confronto – 5 x 3 a favor dos mackenzistas – nasceu uma das mais novas – e fortes – rivalidades do Chuteira. Sim, pois a rivalidade continuou na Prata – com ambos fazendo a grande final, e o CAV dando o troco ao ser campeão – e agora voltará a acontecer na Ouro, já que ambos garantiram o acesso à divisão principal do Chuteira. Relembre como foi a final do VI Chuteira de Prata.

Eliminação Bengalas

Times que causam confusão estão com os dias contados no Chuteira. O tricampeão Bengalas sentiu isso na pele na reta final do XI Chuteira de Ouro. Numa campanha medíocre e prestes a ser rebaixado, o time extrapolou em confusões, discussões e brigas dentro e fora de campo a ponto da Organização ter de tomar a atitude severa de afastar a equipe da liga. Para 2012, a equipe poderia voltar, mas a direção ainda não encontrou meios de viabilizar a volta.

O dilúvio

A tarde do dia 8 de outubro vai ficar conhecida como o dia do dilúvio. Isso porque, após tantas chuvaradas que já caíram sobre o Chuteira, São Pedro mandou A chuva. Uma tempestade que castigou os gramados do PlayBall a ponto de interromper os jogos, alagar as quadras e manter centenas de jogadores dentro do bar à espera de retomar seus jogos. Ao diminuir a força das águas, todos puseram a mão na massa com rodos e ajudaram a tirar o excesso de água das quadras. A chuva foi destaque pleno da coluna Fatos & Fotos daquela semana.

Caio Ribeiro no Chuteira

O ex-jogador profissional e comentarista esportivo da Rede Globo já virou figurinha carimbada no Chuteira. Teve partida em que, no intervalo, rolou invasão para tirar fotos com ele. Mas você lembra a primeira vez de Caio no Chuteira? O TV Chuteira esteve presente e cobriu a partida, e quem sofreu na pele foi o Irado’s... Azar do Weinny, que viu seu time tomar um sacode do NGM e ainda teve que editar o vídeo do massacre depois... Reveja como foi o jogo e entrevista com o jogador.

Rebaixamento da tradição

A força do Chuteira mostra que equipes que não conseguirem manter qualidade técnica e elenco estão com os dias contados na Série Ouro. Em 2011, alguns times de grande tradição sentiram na pele isso e acabaram rebaixados. No primeiro semestre, o Acidus sucumbiu. No segundo, o Roleta desmoronou. Em ambas campanhas falta de jogadores, desentendimentos e, por que não?, também o azar, foram determinantes para o fracasso. Ao menos fica um alento: uma das maiores rivalidades do Chuteira poderá ter vez na Prata em 2012.

A maldição do vice continua...

Se você acha que a maldição do vice-campeonato é balela, pense direito, pois 2011 só serviu para corroborar com aquela que vem sendo mais certa que qualquer cálculo matemático feito em HP. Vejamos os exemplos: Fora de Série foi vice-campeão da Ouro no final de 2010 e caiu no fim de 2011. Os médicos de Taubaté, após perder a final para o Real Paulista em junho, viram seu futebol vistoso desaparecer e acabaram rebaixados à Prata ao fim de 2011. Quer mais? O Canhedo foi vice-campeão no III Chuteira de Prata, chegando à Ouro. Ate aí tudo bem. Mas eis a trajetória do time após o feito: rebaixamento na Ouro no 2º semestre de 2010, escapada do rebaixamento no 1º semestre de 2011 por apenas 1 ponto e extinção da equipe no meio do VI Chuteira de Prata por falta de jogadores...

A gangorra chamada Primatas

Campeão do I Chuteira de Prata, O Primatas vive na liga uma situação um tanto quanto instável. É o que podemos chamar de gangorra. O time ficou um ano na Ouro e voltou a cair no torneio seguinte, na 9ª edição. Outro aninho na Prata e o Primatas subiu no meio de 2011. Nesse vai e volta o time de Gui Fenômeno durou mais um torneio na Ouro, sendo rebaixado no XII Chuteira de Ouro. Em 2012, a Prata volta a ser a realidade do Primatas. “Nosso time parece que só sabe jogar a Prata”, confessou certa vez o capitão e goleiro Vitinho.

Nasce um herói

O futebol é grande porque é capaz de fazer vilões e heróis em questão de segundos. Vide o goleiro Quintanilha, do CAV. No mata-mata do VI Chuteira de Prata, ele começou mal, falhando feio duas vezes diante do Elefantes Indomáveis nas semifinais. O time superou as falhas e chegou à final. Criticado, o goleiro não se abateu: na grande final diante do Rabeloska, Quintanilha foi o herói do título, ao defender um pênalti no segundo tempo quando seu time perdia por 2 x 1. A defesa deu moral à equipe, que virou a partida para 3 x 2 e se sagrou campeã.

A festa imperial para a Prata

Nunca se viu um Chuteira de Bronze tão equilibrado e emocionante como o último. Na reta final da 4ª edição, havia 3 times empatados na liderança em pontos, saldo e gols! A decisão no Grupo A de quem subiria direto para a Prata ficou entre Mercenários e Império Celeste, no jogo derradeiro da fase de classificação. O Mercenários precisava vencer o Irado’s e torcer contra o Império diante do Toque Me Voy. O time do Bollito fez sua parte ao golear, mas o Império, até então invicto e acumulando quatro empates (o que o fez ser apelidado de Empate Celeste), não ajudou e venceu seu jogo, garantindo presença antecipada na Série Prata. O diferencial vem aí: a festa que time e torcida fizeram foi digna de campeão, com muitos fogos, invasão de quadra, batucada e... choro. Relembre como foi no vídeo Os Reis da Bronze.

Chuteira, família, amizade e religião

O que é o Chuteira para você? Na seção Crônica, criada no segundo semestre de 2011, nossos repórteres conseguiram resumir um pouco do que é o Chuteira para muitos dos jogadores. Família e amizade, como bem relatou Douglas Almasi Santos, e até uma religião, conforme Weinny Eirado...
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