Enfim o 100º gol de um jogador do Chuteira chegou. E ele foi de Renê, do SNG. E o time que amargou o gol – se não for mesmo uma honra – foi o Diabos Laranjas, do goleiro Porps, que não pegou um chute forte de virada de Renê, meio de pé meio caindo, bem a seu estilo. Se ele precisava marcar apenas um para atingir a marca, fez logo 3 para mostrar que o faro de gol continua apurado diante das críticas de que não seria mais o mesmo.
“É legal ter essa marca, ser o primeiro a fazer 100 gols – na verdade, 102 gols – mas não deixa de ser apenas mais um dentre todos que já fiz”, desdenhou o centenário artilheiro. “O que quero mesmo é ajudar o SNG a ser campeão novamente. De nada vale 100 gols se esse objetivo não for alcançado”, finalizou.
Apesar do discurso subestimando o recorde, é fato que Renê era só alegria no último sábado, tanto que foi o último a deixar o PlayBall, para além de 21h. Comemorou muito com cerveja e os amigos, e ensaiou entrevistas para a TV Chuteira que não deram muito certo.
A disputa de Renê com Lele pelo 100º gol parece que esfriou por parte dos próprios jogadores. Lele jogou antes de Renê e somava 96 gols, ou seja, precisava de 4 para atingir os 100 antes do camisa 11 do SNG. Entretanto, diante do Muleke Piranha, na goleada por incríveis 9 a 2, Lele anotou apenas um gol, dando 4 assistências a seus companheiros. Parece que o artilheiro do 13 “tirou o pé do acelerador”, deixando de lado qualquer pretensão pessoal em prol de sua equipe.
Renê, fominha que é e que já se autodefiniu assim, aproveitou a chance e leva pra casa o Troféu 100, uma homenagem do Chuteira ao primeiro artilheiro a bater os 100 gols. Em breve o Chuteira prepara especial sobre os maiores artilheiros do Chuteira para que todos acompanhem os nomes que mais balançaram e continuam a balançar as redes.
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