Há times que dispensam qualquer apresentação, pois todos já conhecem nome, jogadores e a forma de se jogar. Há outros que apareceram no sorteio e que ninguém presente na ocasião soube dizer nada a respeito. É o caso de vários dos novos times associados ao Chuteira – e para este VI Chuteira são 6 novas equipes que não estiveram na edição anterior.
Das 6 equipes, duas já foram conhecidas por aqueles que jogaram o II Festival Bola na Rede – Bengalas e The Veras. Ambos se classificaram na competição, mas foram eliminados pelo mesmo Roleta Russa – Veras nas quartas e Bengalas nas semifinais. O capitão do Roleta, Baru, fala a respeito dos dois times: “O Veras estava começando, havia nítido desentrosamento entre os jogadores, mas o Bengalas mostrou ser um time forte e que vai brigar para chegar”.

No festival, o Bengalas mostrou um jogo sólido na zaga, com Fernando Forte fazendo a ligação do meio com o ataque. O mesmo Forte mais o artilheiro Guitolê – que no festival marcou 6 gols e só ficou atrás de Lele – são os destaques da equipe até onde se pôde ver. Além disso, um velho conhecido do Chuteira, o ex-jogador do Roleta Russa Giu, faz parte do elenco do Bengalas que estréia contra o Tosco pelo Grupo A.

O The Veras é uma equipe mais jovem que apareceu para o Chuteira através de seus amigos de Atlético Pagalanxe e MachuPichu. O elo que liga os times é Renato, meia do MachuPichu, que trouxe o Veras ao universo do Chuteira. O capitão Pedro De Luna, camisa 10, mostrou vontade e velocidade em amistosos que o time realizou na pré-temporada. Contra os times do Chuteira, o Veras venceu um remendado MSM e o MachuPichu, mas perdeu duas vezes para o Acidus por um gol de diferença. Quem viu afirma que o time vem numa crescente de entrosamento e jogabilidade e que pode surpreender justamente o Acidus na estréia deste sábado. O destaque da equipe é sem dúvida o camisa 7, Cássio, chamado de Japa. Ele é um meia que joga na defesa e arma todas as jogadas do time, sem contar que sabe chutar de longe e quase não erra passes. Outro detalhe: Flama, que jogou torneio passado pelo Pagalanxe, agora é zagueiro do Veras.

Também em ascensão e que vai se encontrando aos poucos é a Giro SP. Começou a montagem da equipe com um time e hoje tem outro totalmente diferente. Alguns que jogaram o festival devem se lembrar do Burgos. Pois bem, a Giro SP nasceu e incorporou em seu elenco alguns jogadores daquele time de jovens liderado pelo goleiro Guilherme. Este e outros fazem parte do time da Giro que debutará sábado no Chuteira diante do Diabos Laranjas. A esperança do time, que também tem uniforme preto com detalhes laranja, reside em alguns novos reforços de última hora. Depois de perder para o Basicus e do Fora de Série, além de tomar uma piaba do Acidus, a cúpula da Giro – representada por Marcelo e Batata, a comissão técnica – resolveu buscar reforços. Chegaram Alemão (mais um para o Chuteira) e Cabrito, e a diretoria promete mais duas novidades para a estréia. As mudanças surtiram efeito e a partir daí foram 3 vitórias seguidas – revanche contra Basicus e Fora de Série e também uma vitória suada contra o MSM. A Giro SP é o único time novato a estar no Grupo B, o grupo da morte. Muitos dizem que o Giro vai morrer rapidamente, mas otimismo e motivação são duas das armas da equipe para a competição e costumam surpreender.

Voltando ao Grupo A, há mais 3 novidades. O Fúria estreou em amistosos com times do Chuteira vencendo facilmente o MSM, o time saco de pancada na pré-temporada. Além deste jogo, realizou apenas mais um, contra o Acidus, quando perdeu por 5 a 2 mas mostrou uma equipe de velocidade no ataque mas inconstante no setor defensivo. A Fúria existe desde 2003, mas estava parada até que diversos de seus jogadores, que jogavam no Fora de Série, acabaram por sair da equipe celeste. Assim, decidiram por retomar o projeto Fúria e agora estréiam no Chuteira diante do também estreante Aurora. Do Fora de Série, fazem parte do Fúria os seguintes jogadores: o capitão Gabriel, o zagueiro André, o meia Cláudio e os irmãos Motta - Adriano e Thiago.
As demais novidades do Chuteira – Atlético Osasquense e Aurora – são completamente desconhecidas de todos. Não fizeram amistosos e não deram o ar de sua graça. Para conhecê-los, só mesmo dia 30 de agosto, quando enfrentam respectivamente o Atlético Pagalanxe o clássicos dos atléticos, e o Fúria. Os possíveis destaques? Só mesmo uma dedução pelo nome –afinal o capitão do Aurora, Thiago, é mais conhecido e chamado de Maradona. Se jogar conforme o nome...
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