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O DIA EM QUE OS REPÓRTERES VIRARAM NOTÍCIA

Dentro de campo todo mundo sabe quem está, porém, e fora, aquele que passa a tarde toda vendo jogos e relatando o que rolou nos mais de 30 jogos do Chuteira? Pois bem, abaixo você vai conhecer quem serão os três jornalistas que cobrirão as finais do Chuteira

Sete repórteres de campo, um repórter cinematográfico, um repórter de matérias especiais, um editor e um chefe de redação. Assim foi formada a Redação Chuteira News neste semestre. É o maior número de jornalistas e estudantes de jornalismo que a reportagem do campeonato já agrupou. Sob elogios e cornetadas, eles levaram todos os acontecimentos ao público leitor do Chuteira.


Reportagem clássica do Chuteira: Lucas P. e Barath (em pé), Guilherme Meireles (ao fundo), Renan Lamarck (de costas) e L. F. Fernandes (à direita). Todos já cobriram finais do Chuteira

Deste grupo de repórteres que estiveram presentes aos sábados ao longo da temporada, apenas três deles poderão cobrir as finais do Chuteira. Neste ano não será segredo: Luiz Andreassa, Gustavo Vasconcellos e Vinicius Bento estão escalados para o sábado dia 18.

Com a difícil missão de substituir o lugar já ocupado por Douglas Almasi Santos e Renan Lamarck, ambos repórteres de finais de edições da Ouro, Luiz Vendramin Andressa está indo para sua primeira final de Chuteira. Ele demonstrou muito talento ao conduzir a Ouro logo no seu semestre de estreia no campeonato. Sempre detalhista, Luiz contribuiu muito ao campeonato com textos mais criativos e detalhados.


Luiz Andreassa quer ver emoção na final: “Espero que os times se preocupem mais em atacar do que em se defender, mesmo sendo este um jogo tenso e decisivo”

“Eu tentei usar uma linguagem diferente, contando a história do jogo de uma forma mais atraente, de um modo que os jogadores leiam e gostem de se sentir parte dela”, explica Luiz “fórmula do sucesso”. Sob muitos elogios nos comentários do site, o repórter cravou seu lugar na final inédita e surpreendente do Chuteira de Ouro.

Junto com ele, outro novato irá cobrir uma das finais. Trata-se do repórter Gustavo Vasconcelos. Ele se dividiu entre a Ouro e a Prata, e até mesmo chegou a “visitar” a Bronze. Com uma cobertura consistente, o novo repórter deixou a sua marca na redação, crescendo muito ao longo da temporada. “Na minha primeira reportagem, fui chamado de cego, que só jogava Playstation, mas isso faz parte”, relembra. “Nós, jornalistas, temos que levar em conta os comentários construtivos que nos fazem, para assim melhorarmos nossos textos e análises sobre os jogos”, completa.

Com este conceito, Gustavo corrigiu seus defeitos e fez uma grande temporada na reportagem. Gustavo terá a missão de substituir o lugar antes ocupado por Guilherme Meireles (repórter que cobriu as finais do I e II Chuteira de Prata), Douglas Almasi Santos (III Chuteira de Prata) e Vinicius Bento (IV Chuteira de Prata). Aliás, este último terá sua dobradinha, já que foi escalado a cobrir a final da Bronze.


Gustavo Vasconcelos animado com a primeira final: “Estou muito ansioso para cobrir a minha primeira final do Chuteira. Ainda mais por ser meu primeiro campeonato, fico realmente muito feliz por essa chance”

O mais experiente dos três, o repórter Vinicius Bento está indo para sua terceira final do Chuteira. O repórter está há um ano e meio na redação, cobriu a épica revanche entre SNG e Bengalas no IX Chuteira de Ouro e também a última final da Prata, entre Red Devils e Arouca Jrs. Coincidentemente, os campeões de suas finais não jogam mais o campeonato (tomem cuidado aí, viu galera do Rabeloska e do My Balls!!!).


Repórter e jogador, Vinicius Bento vai para a sua 3º final: “A experiência não me difere dos outros repórteres, mas me dá um leque maior de times e de confrontos para comparar com essa atual final de taça bronze””

Irreverente, o repórter é um dos mais brincalhões na hora de relatar a matéria. Mas Bento não é conhecido apenas por seus textos de tom cômico. Ele também é um dos quase mil jogadores que compõem o campeonato, já tendo jogado no DPGamos e atualmente vestindo a camisa 9 do Irado’s.

Quando questionado sobre se jogar ajuda a escrever melhor sobre o campeonato, Bento acha que tem condições de noticiar de uma maneira melhor ou pior, “mas com certeza tem uma noção melhor do nível dos jogadores”.

Vinicius também é o sujeito que mais acumula recordes na redação: além do mais antigo no News, foi o primeiro repórter-jogador a receber um MVP, a cobrir jogos nas três divisões e também o que marcou mais gols na história da reportagem (superando Lucas P. e Renan Lamarck). Aliás, ele também está batendo outro recorde. “Essa final tem um gosto especial, pois vou ser o primeiro repórter a fazer final das 3 divisões”, conta orgulhoso.


Folha, Weinny Eirado e Douglas Almasi Santos: o fanfarrão, o multirrepórter e o colunista especial

Acabou... não! Existe um 4º repórter, com mais tempo de casa e com mais finais do que todos. Quem? Este que vos fala. Eu, Weinny Eirado, tive a honra de cobrir 5 finais de Chuteira (XI e X da Ouro; III e IV na Prata; e a I da Bronze), além de uma no IV Festival. As 5 como repórter cinematográfico do TV Chuteira e também paralelamente na Redação Chuteira News (como repórter fotográfico, mesma função que desempenhei na final do IV Festival). Seguindo os passos de Lucas P. e R. Barath (1ª geração do TV Chuteira), Peter Munhoz, L. F. Fernandes e Diego Pontes (2ª geração), eu, acompanhado do falastrão Folha, entrarei mais uma vez em quadra para trazer imagens de mais um fim de semana de finais que marca a história deste campeonato que cresceu muito nesses 5 anos de existência.


L. F. Saninana , Diego Pontes e Renan Lamarck: 2ª geração da reportagem e dois deles também jogadores

Não podemos esquecer de citar os outros bons nomes que ajudaram a engrandecer o Chuteira neste semestre: os repórteres Elvis Ferreira, Luiz Felipe Chaguri, Rodrigo Amaral e Renato Malaguti estiveram presentes e relatando tudo que rolou aos sábados no Chuteira. Aliás, sem contar também as participações ao longo do semestre do ex-editor Diego Pontes, e aos repórteres Heron Pereira, ,o caçula da turma, e Tamires Paulino, a primeira mulher a mostrar que elas também entendem de futebol. Aproveitando o gancho, para encerrar, não podemos deixar de homenagear os repórteres do passado. Fica aqui o desejo de sucesso a Guilherme Meireles, Luiz Felipe Fernandes, Peter Munhoz e Luiz Fernando Saninana, que estão se formando neste semestre e saindo para defender a bandeira dos jornalistas no mercado de trabalho. Parabéns aos três!


Peter Munhoz, L. F. Fernandes e L. F. Saninana apresentaram o seu trabalho de conclusão de curso na última terça-feira. O Chuteira serviu como fonte de experiência para a realização de um documentário esportivo sobre a relação entre imprensa e treinadores de futebol

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