COM PLACAR ELÁSTICO, REAL PAULISTA VENCE ESTUDIANTES
Derrota por 5 a 0 deixa lanterna em situação praticamente irreversível, enquanto Real encaminha classificação
Por Alex Araujo
Real e Estudiantes abriram a sétima rodada do Grupo A, e o time de Panela levou a melhor, com um placar considerável de 5 x 0. A equipe teve o controle do jogo durante todo o tempo e, com o resultado, terminou a rodada na quarta colocação, com 11 pontos, 5 atrás de Mulekes e apenas um à frente do Arouquinha. O Estudiantes, por sua vez, segue na lanterna com apenas um pontinho e o pior saldo de gols do grupo.
O Real Paulista comandou praticamente o jogo todo, e a base para esse domínio foi o sistema defensivo – que trabalhou muito bem e não deixou a equipe adversária chegar perto da área. Logo no início, a equipe já começou marcando forte a saída de bola do adversário. Mas o Estudiantes mostrava resistência e, apesar de terem uma defesa frágil, começou levando perigo à meta de Alemão. Felipe foi o primeiro a chutar em gol, batendo de longe, mas a bola passou ao lado do gol. A equipe não conseguia, na verdade, criar muito mais que chutes de longa distância. Rafael ainda teve uma oportunidade cara a cara com o goleiro, mas Alemão evitou o perigo. O mais próximo que chegaram do gol no primeiro tempo foi em chute de Alex Jean, que acertou o travessão depois de lateral cobrado.
O Real respondeu com Fofão – o camisa 6 sempre que tinha a bola partia para cima e criava algum lance de perigo – que fez boa jogada deixando três marcadores pra trás e tocou para Luizinho, na área, desperdiçar a chance. O primeiro gol dos cinco por vir saiu dos pés do mesmo Fofão: após cobrança de escanteio, Tucano deixou o gol para tentar afastar e a bola sobrou com Raphão, que tocou de lado para o camisa 6 completar para o gol. O segundo tento não tardou a sair, com Feijão fazendo o giro pra cima do zagueiro, saindo só com o goleiro na sua frente e tirando do mesmo para ampliar.
O Estudiantes tinha dificuldade no ataque. Faltava-lhe criatividade, e os chutes de fora da área eram, em sua maioria, sem endereço. Além disso, os jogadores erravam muito o domínio de bola, o que prejudicava a troca de passes. O Real era um time mais organizado, principalmente na defesa, e conseguia sair para o ataque.
A segunda etapa começou com o Estudiantes querendo ficar mais com a bola para correr atrás do placar. Realmente conseguiu melhorar a posse, mas não furava a marcação adversária e continuava chegando só nos chutes de fora da área. Como em finalização de Gilson, que acertou a trave esquerda de Alemão. Luizinho também acertou a trave ainda no início do jogo para o Real: após jogada individual pela direita, o poste esquerdo foi carimbado. Então, numa falta, pouco antes da área, Fofão bateu por cima da barreira e aumentou a diferença.
A partir daí o Estudiantes sentiu o gol e ficou mais ineficiente, tanto no ataque como na defesa. Criou menos oportunidades ainda por causa da afobação, e ainda viu o adversário ampliar a goleada: em contra-ataque, Panela recebeu livre bola da esquerda e teve tranquilidade para tirar do goleiro e fazer o quarto. E o golpe de misericórdia veio no hat trick de Fofão: o camisa 6 fez o terceiro, trazendo pelo meio sem ser perturbado, cortando para o lado e achando o cantinho esquerdo de Tucano.
Na próxima rodada, o Real Paulista enfrenta o Fúria, que venceu o Roletinha e saiu da zona de rebaixamento. O Estudiantes enfrenta o Arouca Jrs., que está em ascensão e defende posição no G-6.
XIII CHUTEIRA DE OURO: GRUPO B: 7ª RODADA
Elefantes Indomáveis 1 x 0 SPQSF
EM JOGO DE MUITA DISPOSIÇÃO E VONTADE, ELEFANTES VENCE E SOBE NA TABELA
Jogo foi fraco tecnicamente, mas André Plec aproveitou chance e decidiu para os indomáveis diante de um aguerrido SPQSF
Por Nathan Laurino
Quem assistiu ao duelo entre Elefantes Indomáveis e SPQSF viu uma partida muito truncada. As duas equipes colocaram o coração na ponta da chuteira em busca dos três pontos, o que tornou o confronto extremamente equilibrado. A partida foi tão parelha que cada etapa teve um time dominante. No primeiro tempo, o SPQSF dominou e foi melhor. Já na segunda, o Elefantes Indomáveis abusou das jogadas aéreas e, em lance de oportunismo, venceu o jogo com tento de seu matador André Plec.
As duas equipes erravam muitos passes e criavam poucas chances reais de gol. O melhor destaque do primeiro tempo foi a disposição e dedicação de Di Dicredo, na luta contra a defesa do Elefantes. O SPQSF era melhor que o adversário e até criava algumas jogadas, mas se precipitava muito nas finalizações.
A melhor chance do primeiro tempo aconteceu no finalzinho da etapa. Aos 18 minutos, Febem bateu da entrada da área e assustou Chacha. No minuto seguinte, o mesmo Febem cobrou falta por cima da meta. Após essas chances a partida voltou a ficar concentrada no meio da quadra até o apito final do árbitro.
No segundo tempo, o Elefantes acordou e resolveu ir ao ataque, já que na primeira etapa não deu um chute a gol. Com um minuto, Thomas bateu com efeito e obrigou Guto a fazer boa defesa. No mesmo minuto, André Plec cobrou lateral para dentro da área e Bruno cabeceou no pé da trave. Minutos mais tarde, o Elefantes veio ao ataque novamente: Douglas cobrou lateral para a área novamente e Bruno cabeceou com perigo.
O Elefantes descobriu uma medida de chegar ao gol adversário: pressionavam nas bolas alçadas na área, dando trabalho para a defesa adversária. Aos 13 minutos, Diego Lander aproveitou cruzamento e desviou de cabeça. A esfera passou na linha do gol, mas não entrou. O Elefantes pressionava muito e não deixava o SPQSF respirar. Aos 17 minutos, Thomas cobrou falta para dentro da área e Diego desviou, mas Guto fez grande defesa.
Após martelar, o Elefantes chegou ao gol. Em bola alçada para a área, André Plec cabeceou para o fundo do gol. Na comemoração, o jogador tirou a camisa e acabou levando cartão amarelo. O Elefantes marcou o gol e se trancou na defesa. Após ficar atrás no placar, o SPQSF foi pra cima, mas sentia falta do seu artilheiro, Jaja, que não compareceu para o duelo.
Depois de tanto sofrimento, o Elefantes conquistou a vitória e subiu na tabela. No próximo dia 5, o Elefantes vai enfrenta o CAV. Já o SPQSF vai duelar com o Fiorella.
XIII CHUTEIRA DE OURO: GRUPO A: 7ª RODADA
Rabeloska 1 x 2 SNG
SNG VENCE RABELOSKA E DISPARA NA LIDERANÇA
Com sete vitórias em sete jogos, tricampeão abre 5 pontos do 2º colocado e próximo de fechar fase de grupos em primeiro
Por Alex Araujo
O esperado jogo entre o poderoso SNG e o Rabeloska, que vinha atropelando todo mundo, acabou em mais uma vitória do líder, pelo placar apertado de 2 x 1. As duas equipes possuem a melhor defesa da Série Ouro, com apenas 8 gols sofridos, mas o melhor ataque pertence ao Rabeloska – com 35 gols marcados. Porém, parece que quantidade não é sinônimo de eficiência. Com a vitória, o SNG se isola com 21 pontos ganhos, enquanto o Rabeloska deixa o Mulekes alcançar seus 16 pontos na segunda colocação.
E o primeiro tempo começou com o SNG indo pra cima e tentando tomar o controle da partida. A equipe marcava forte a saída de bola e atacava de forma objetiva. Logo nos primeiros minutos, Fabinho levou perigo com um chute de fora da área que passou à esquerda. O mesmo camisa 8, em seguida, encontrou Tejeda dentro da área, que fez o giro e bateu à direita do gol.
A marcação forte no campo do adversário deu frutos pouco tempo depois: Vasko não conseguiu dominar bola na lateral, pouco antes da linha do meio de campo, e ela sobrou com Felipe Augusto, que mandou para Ronei, no meio. O camisa 13, motor do time, não desperdiçou e abriu o placar.
Até então o SNG criava todos os lances de perigo do jogo, mas faltava pontaria. Ronei teve outra chance na entrada da área, mas acabou batendo para fora; em seguida, Leo fez fila pela direita, passando por três, e só foi parado com falta quase dentro da área. O Rabeloska só foi crescer na metade final do primeiro tempo: Perfetti puxou contra-ataque pela esquerda e tocou para Barata no meio, mas a finalização parou na defesa de Caieiras. O mesmo Perfetti quase fez um golaço: pela direita, conseguiu passar por dois marcadores com elástico, mas acabou batendo por cima do gol. O SNG tinha uma defesa mais bem armada e tinha mais tranquilidade para trabalhar a bola no ataque.
E o segundo tempo já começou com as redes balançando, em jogada de saída de bola espetacular do SNG: bola tocada atrás com Ronei pela lateral direita, o ataque disparou e o camisa 13 encontrou Allan dentro da área, quase sem ângulo, para o cabeceio e a ampliação do placar. Em seguida quase saiu o terceiro, depois do árbitro pegar recuo de bola no lado do Rabeloska: Ronei bateu da ponta da área e a bola raspou o travessão.
O Rabeloska foi pra cima buscar o resultado, mas acabava caindo nos chutes de longa distância por causa da dificuldade de furar a defesa adversária. Norton ainda acertou a trave, trazendo pela esquerda, e Vasko desviou uma bola na área, mas o goleiro pegou. No final do jogo a equipe mackenzista conseguiu diminuir. Depois de mais um chute de fora da área, com Juva batendo da lateral, a bola sobrou com Barata quase na linha de fundo. O camisa 25 achou Vasko dentro da área, que desviou para dentro.
Agora são 5 pontos separando as duas equipes com duas rodadas por vir, e o SNG mostra que tem tudo pra seguir 100%, enquanto o Rabeloska, agora, tem a mesma pontuação do Mulekes e deve brigar com o atual campeão pela segunda posição do grupo.
Na próxima rodada, o SNG pega justamente o Mulekes. Já o Rabeloska encara o Roletinha – que vem de derrota para o Fúria e agora na zona de rebaixamento.
XIII CHUTEIRA DE OURO: GRUPO A: 7ª RODADA
Jeremias 4 x 6 Bacana
EM JOGO PARA SE ESQUECER, BACANA VENCE JEREMIAS, MAS NÃO LEVA PONTOS
Com velocidade, vigor físico e oportunismo, Bacana venceu, mas não respirou, já que a ação de vários de seus jogadores a bater em adversário custou-lhe 4 pontos a menos. Jeremias perdeu dois por agressão inicial
Por Nathan Laurino
A partida entre Jeremias e Bacana inaugurava as atividades da 7ª rodada do XIII Chuteira de Ouro. As duas equipes se encontravam na parte de baixo da tabela e precisavam conquistar os três pontos. O jogo foi pegado e se encaminhava para uma vitória apertada do bacana, mas um lance aos 18 minutos do segundo tempo mudou tudo na tabela. Danilo, do Jeremias, deu sem bola em Lê Leme e aí o time todo do Bacana foi tirar satisfação – com socos e pontapés. Mais uma cena lamentável no Chuteira, que culminou por perda de pontos e suspensões a ambas as equipes.
Em se tratando de jogo, logo no início o Bacana foi para cima do Jeremias. E assustou no primeiro minuto, quando o goleiro André Izique deu belo lançamento para Napolitano bater cruzado e arrancar o famoso “uuuh” da galera. O Bacana era melhor em quadra e era o único a criar chances de gol. Aos 6 minutos, Kiwi cobrou lateral para a área e Antonelli cabeceou no travessão.
O Jeremias encontrava dificuldades na saída de bola. O time só conseguia sair com qualidade quando os homens de defesa entregavam a bola ao habilidoso Camillinho, que marcou o primeiro gol do jogo. Aos 7 minutos, André Izique vacilou, chutou a bola nas pernas de Roger e a esfera sobrou limpinha para o maestro do Jeremias marcar. Com a bola no pé, o camisa 10 era quem dava técnica e imprimia velocidade à equipe.
O Bacana não se intimidou e foi para o ataque. Aos 9 minutos o time trabalhou a bola e fez um gol ao estilo Barcelona. Após bela troca de passes no meio, Kiwi abriu na direita para Murilo, que cruzou para Antonelli empatar. Com isso a partida ganhou em equilíbrio, mas quem chegava com mais ênfase agora era o Jeremias. Aos 18 minutos, Camillinho recebeu cruzamento, matou no peito e soltou a bomba da entrada da área, mas a bola passou raspando o travessão. Dois minutos depois quem salvou o Bacana foi o goleiro. Camillinho rolou para Darx bater, mas André Izique jogou para escanteio.
Após passar aperto por alguns minutos, o Bacana encontrava como opção os chutes de longa distância, mas a pontaria não estava afiada. Já que de longe não estava acertando, o time resolveu investir na jogada ensaiada. E deu certo. Aos 21 minutos, Guilherme rolou para Lê Leme (que havia acabado de entrar) empurrar para a rede e virar o jogo. Com a entrada do camisa 17, o Bacana ganhou em velocidade e melhorou, tanto que fez mais um com o mesmo Lê Leme. Em contra-ataque rápido, Canzian virou o jogo e encontrou o camisa 17 livre para bater cruzado e marcar.
Em desvantagem no placar, o Jeremias começou a abusar das bolas altas, mas não teve jeito e a primeira etapa terminou assim. No retorno para o segundo tempo, o Jeremias se lançou ao ataque e pressionou o Bacana. No primeiro minuto, Fellipe fez linda jogada individual e rolou para João Carlos bater e ver André Izique fazer a defesa. Aos 3 minutos, Camillinho deixou Tingão em ótima condição, mas ele chutou em cima do goleiro. No minuto seguinte, Camillinho cobrou falta de três dedos e marcou belo gol. Era o Jeremias encostando no placar.
Após o gol, a equipe começou a gostar do jogo e conseguiu o empate em seguida. Camillinho fez boa jogada individual, trouxe para o pé direito e bateu forte para balançar o capim.
Depois de ter levado dois gols em dez minutos, o Bacana sentiu o golpe e precisava reagir se quisesse a vitória. Essa reação veio aos 16 minutos, quando Kiwi tabelou com Demehur e bateu na saída do goleiro.
Após passar na frente novamente, o Bacana era melhor. Aos 18 minutos do segundo tempo, Danilo Pesce fez sua quinta falta individual, perdeu a cabeça e o clima esquentou. Após cometer a infração, o atleta deu uma rasteira em Lê Leme, que se levantava da falta. O ato, imbecil, foi o estopim para uma confusão também imbecil e desnecessária, para não dizer covarde. Os jogadores do Bacana se revoltaram e foram para cima do adversário com socos e pontapés, encurralando o camisa 9 sem dó. Quando os ânimos se acalmaram, os árbitros voltaram a campo e expulsaram Danilo Pesce, além de três jogadores do Bacana e o assistente técnico Diegão.
Depois de quase 20 minutos de paralização e muita polêmica, a partida foi reiniciada. As duas equipes jogaram futebol e buscaram seu objetivo. Aos 22 minutos, Kiwi recebeu de Demehur e aumentou a vantagem do Bacana. No minuto seguinte, Lê Leme aproveitou vacilo do goleiro Giancarlo e, deitado, mandou a bola para o fundo do gol. No último minuto, João Carlos ainda marcou para o Jeremias, mas a derrota já era inevitável. No placar, 6 x 4 ao Bacana.
No próximo dia 5 de maio, o Jeremias, que perdeu 2 pontos como punição e agora soma 5, enfrenta o Só Resenha. Já o Bacana, menos 4 pontos, que chegou a 7 e podia brigar por classificação, desceu para 3, vai duelar com o líder Arouca para agora lutar para se safar da Série Prata.
XIII CHUTEIRA DE OURO: GRUPO A: 7ª RODADA
Arouca Jrs. 2 x 0 Machupichu
AROUQUINHA GANHA MAIS UMA E VAI SE CONSOLIDANDO NA ZONA DE CLASSIFICAÇÃO
Vitória sólida confirma 5ª colocação à equipe, mas definição virá nas rodadas finais
Por Alex Araujo
O Arouca Jrs., após um início decepcionante, parece ter de vez engrenado no ano. Afinal, diante do MachuPichu, o time conquistou a terceira vitória consecutiva, deixando para trás os peruanos. Com apenas duas rodadas para o fim da primeira fase, a equipe de Noal e Nelsinho tem tudo pra se manter entre os classificados e ir às oitavas de final. A derrota coloca o MachuPichu em situação complicada, fora do G-6, três pontos atrás do 6º colocado.
O Arouquinha começou o primeiro tempo querendo tomar as rédeas da partida, procurando fazer a bola rodar trocando passes. O MachuPichu, por outro lado, já veio com a intenção de não deixar o adversário chegar perto de sua área. A marcação era muito bem organizada atrás da linha do meio de campo. O início teve poucas chances criadas. O MachuPichu levou perigo com um chute de longe de Flavinho, que passou perto do ângulo direito de Gui. O Arouquinha também teve sua chance: cobrança de falta ensaiada, Gothardo recebeu na área, mas acabou mandando por cima.
` O jogo seguiu sem muitas emoções, com os lances mais interessantes voltando apenas na segunda metade do primeiro tempo, quando o Arouquinha chegou para alterar o placar. Como os sistemas defensivos prevaleciam, os dois lados só chegavam de fato através de chutes de longa distância. Foi num desses chutes que saiu o primeiro gol: Gothardo bateu da lateral direita um chute rasteiro, cruzado. Pipo caiu como se estivesse em câmera lenta e aceitou.
Após o gol, o Arouquinha cresceu e começou a levar mais perigo, além de apenas povoar o campo do adversário. Gothardo chegou mais uma vez pela esquerda, mas o chute passou ao lado do gol. Depois, Bruno criou uma jogada, também pela esquerda, e tocou para trás, para Felipinho chegar batendo mas a zaga conseguiu desviar o chute na hora. Nos últimos minutos do primeiro tempo, cobrança de lateral pela esquerda, Leozinho subiu e desviou. A bola passou por cima do goleiro e foi cair no outro canto do gol, marcando 2 x 0 no placar antes do intervalo.
Com a desvantagem no placar, o MachuPichu foi pra cima no segundo tempo, enquanto o Arouquinha tomava uma posição mais defensiva, desempenhada com sucesso, visto que o MachuPichu não conseguia chegar à meta de Gui Rodrigues. O Arouquinha também atacava pouco, então os goleiros ficaram um bom tempo sem trabalhar. Ainda assim, os juniores levaram mais perigo que os peruanos. Entre os poucos lances do segundo tempo, Tebas recebeu bola na esquerda, mas arriscou o chute sem muito espaço. O camisa 12 peruano poderia ter tentado o cruzamento, mas acabou desperdiçando a chance. Pelo outro lado, Noal trouxe pelo meio e abriu para Leozinho, que bateu raspando a trave direita do goleiro.
As defesas prevaleceram e o placar não foi alterado. Com o resultado, o Arouquinha se viu muito perto da classificação, e o MachuPichu vai ter que correr atrás nessas duas rodadas restantes. Pela 8ª rodada, o confronto é diante do Di Primeira, que soma 10 pontos e está fechando o G-6. Já o Arouca Jrs. pega o lanterna Estudiantes e tem a oportunidade de concretizar a passagem para o mata-mata.
XIII CHUTEIRA DE OURO: GRUPO B: 7ª RODADA
CAV 5 x 4 The Veras
CAV VOLTA A VENCER E COMPLICA VERAS
Depois de 3 jogos sem vencer, enfim CAV mostra bom futebol, chega à 3ª posição e deixa Veras com pé na Prata
Por Nathan Laurino
A partida entre CAV e The Veras trazia mais um duelo de uma equipe da parte de cima contra uma equipe da parte de baixo da tabela. Mas quem achou que seria fácil se enganou. O duelo foi decidido em detalhes. A vitória do CAV o coloca em uma ótima posição, e a derrota diminui os batimentos do The Veras na Ouro.
Quando a bola rolou tudo se igualou. Eram desfalques por parte do CAV em razão das expulsões diante do Resenha e um Veras conhecido por crescer quando sob pressão. Com um começo de jogo truncado, ambos os times brigavam muito pela posse de bola no meio da quadra. O primeiro lance de perigo aconteceu aos 5 minutos, justamente na abertura do placar por parte do Veras. João deu belo lançamento para Pedro bater na saída do goleiro e marcar. Dois minutos depois ,o CAV respondeu: Fabiano ajeitou para Marcel bater e assustar. No minuto seguinte, Fernando Cidrão arriscou de longe e acertou o travessão. No rebote, Caio Fleischmann bateu sem ângulo e quase empatou o jogo.
O CAV se encontrou após levar o gol e dominava as ações ofensivas. Com um toque de bola de qualidade, o time imprimia o ritmo que queria. Mesmo com essa superioridade na frente, a equipe vacilava atrás, tanto, que, aos 14 minutos, Petreche bateu cruzado de pé esquerdo e aumentou a vantagem para 2 x 0.
Nova derrota em vista? O CAV, agora comandado pelo jogador Raul, foi com tudo pressionar o adversário e mostrar que ainda estava vivo. Aos 16 minutos, Diogo cruzou e Fernando Cidrão bateu de pé esquerdo para diminuir. Esse gol transformou a partida num ataque contra defesa. O CAV pressionava e não deixava o The Veras sair de trás.
Mesmo com toda essa pressão, a primeira etapa terminou com a vitória parcial do The Veras. Na segunda etapa, o CAV chegou ao empate logo de cara. Aos 2 minutos, Fernando Cidrão cortou dois defensores e bateu de pé direito para empatar. No minuto seguinte já saiu a virada. Caio Fleischmann tabelou com Fernando Cidrão e bateu mascado para dançar o vira-vira.
A vitória fez os caveiras melhorarem ainda mais no jogo, o que se converteu no quarto gol rapidamente. Aos 6 minutos, Marcelinho desceu pela ala direita, cortou para o meio e bateu para aumentar.
Com dois gols de vantagem, o CAV administrava o placar, gastando muito bem o tempo com posse de bola e evitando errar passes. Porém, num piscar de olhos, sofreu o empate. Aos 16 minutos, Cucio marcou. No minuto seguinte, ele novamente balançoi as redes e um 4 x 4 era mostrado no marcador.
O empate não era bom resultado para ninguém. Assim, todos lançaram-se ao ataque em busca da vitória. E ela se mostrou ao CAV aos 21 minutos. Fabiano cruzou para Diogo marcar de coxa. No finalzinho, o The Veras quase empatou com Victor Petreche, que deu belo chute de pé esquerdo, mas viu Lelê salvar o CAV. No lance seguinte, Pedro bateu colocado e Lelê pegou mais uma, consolidando a vitória do CAV.
No próximo dia 5 de maio, o CAV enfrenta o Elefantes Indomáveis, enquanto o Veras luta pela sobrevivência diante do Bufalos. O time precisa de duas vitórias nos últimos dois jogos e torcer contra Bufalos, Bacana e Jeremias para se livrar do rebaixamento.
XIII CHUTEIRA DE OURO: GRUPO A: 7ª RODADA
Fúria 5 x 3 Roleta Russa Olímpico
FÚRIA GANHA JOGO DE 6 PONTOS E SAI DA ZONA DE REBAIXAMENTO
Equipe conseguiu sua primeira vitória na temporada e deuxa a zona de degola para o Roletinha
Por Alex Araujo
Em partida que valia escapar da zona de rebaixamento, o Fúria venceu o Roletinha e voltou a respirar na tabela. A equipe ainda não tinha vitórias no campeonato e estava na penúltima colocação, atrás do próprio adversário, que tinha uma vitória e quatro pontos. Agora, as equipes empataram na pontuação, mas o Fúria tomou a frente por ter um gol a mais anotado, já que no saldo eles empatam. No entanto, ainda faltam duas rodadas, logo, não tem nada definido.
O Fúria já começou mostrando que veio querendo a vitória de qualquer jeito. A equipe marcava forte a saída de bola e não dava espaço ao adversário. Adriano Motta chegou já chutando, logo no início, mas a bola passou ao lado. O sistema defensivo era forte e o Roletinha só conseguia chegar em arremates de longe. Folha tentou depois de tabela com Brian, mas parou nas mãos de Pedro Henrique. Foi só com metade do primeiro tempo passado que o Roletinha se encontrou no jogo e conseguiu ficar com a posse de bola, tocando no campo adversário e procurando espaço. E foi no momento em que a equipe estava melhor que sofreu o gol: a bola foi lançada da defesa, Bruno dominou e deixou pra Thalles, que vinha de trás, bater. O chute cruzado tocou a trave direita antes de entrar.
A equipe rubro negra, porém, cometia muitas faltas e foi castigado com o gol de empate, resultado de uma falta na linha de fundo que parecia que não daria em nada: Catatau tocou atrás, antes da entrada da área, e Ceron bateu de primeira. A bola passou por todo mundo e entrou no canto direito do goleiro.
Parecia que o primeiro tempo terminaria na igualdade, mas o Fúria ainda conseguiu ir para o intervalo na frente: tabela mais uma vez entre Bruno e Thalles, dessa vez pela direita, e quem chutou foi o camisa 11. Edu pegou mas deu rebote, e Thalles apareceu de novo para balançar as redes.
O segundo tempo começou e o Fúria foi o primeiro a levar perigo, com Bruno tabelando com Américo pela esquerda e batendo cruzado para acertar a trave direita de Edu. Após esse lance isolado, as equipes não conseguiam criar. O Roleta ficava mais com a bola e tentava furar a defesa tocando, mas sem sucesso, enquanto o Fúria jogava no contra-ataque, mas parava na zaga. Dessa forma, o gol só foi sair com chute de longe: Pina roubou a bola e tocou para Kuminha na intermediária, que cortou para a esquerda e bateu rasteiro, sem chance para Pedro Henrique. Era o empate.
Depois do gol, o Fúria viu que ia teria de ir para cima de qualquer jeito, uma vez que o empate manteria a equipe na zona de descenso, além deste ser um confronto direto. E quem apareceu mais uma vez foi Bruno, armando outra tabela, dessa vez com Thiago Motta, que completou tocando por baixo das pernas do goleiro e fazendo 3 x 2.
Depois desse gol, o Fúria cresceu e foi dominando as oportunidades. Após cobrança de escanteio, Fábio desviou e Bruno completou de cabeça para aumentar a diferença no marcador. Desta vez o Roletinha sentiu o gol, tanto que, se a equipe até conseguia atacar, a afobação prejudicava no desenvolvimento das jogadas. E o pior veio, quando o quinto gol furioso saiu, de novo com Thiago Motta, que levou até a linha de fundo e, totalmente sem ângulo, chutou em cima do goleiro. A bola bateu na perna de Edu e acabou entrando.
O Roletinha ainda conseguiu diminuir no final da partida, com Kuminha recebendo passe após cobrança de falta e batendo no canto direito do goleiro. Porém, a vitória do Fúria estava assegurada, assim como os 4 pontos conquistados e a equipe na 8ª posição. Agora é o Roletinha quem ocupa a penúltima colocação, mas tudo que separa as duas equipes é um golzinho a mais marcado pelo Fúria, já que o saldo é o mesmo.
Na próxima rodada o Fúria tentará pontuar contra o Real Paulista, que saiu do seu jogo contra o Estudiantes jogando o fino da bola. O Roletinha pega a máquina de fazer gols, Rabeloska, que viu sua primeira derrota contra o SNG nesta rodada. Ali há rivalidade oriunda da Série Prata e certamente os meninos de Vadão, que foi expulso e está suspenso, vão fazer de tudo não só para conquistar os 3 pontos, mas também para não deixar os mackenzistas pontuar.
XIII CHUTEIRA DE OURO: GRUPO B: 7ª RODADA
Só Resenha 11 x 2 Bufalos
SÓ RESENHA DÁ AULA DE FUTEBOL E ATROPELA BUFALOS
Equipe alviverde não tirou o pé em nenhum momento e construiu bela goleada
Por Nathan Laurino
A partida entre Só Resenha e Bufalos era o duelo dos opostos. O time alviverde, em ascensão e com moral após derrubar o CAV na rodada anterior, buscava a vitória para continuar na briga pela liderança. Já o Bufalos, em queda, precisava vencer para sair da situação incômoda em que se encontr – próxima da zona de descenso. Ao final, deu a lógica – uma goleada maiúscula do Resenha e a manutenção da vice-liderança, enquanto o Bufalos agradece a Bacana e Jeremias pela confusão que tirou pontos das equipes e, assim, deixa o time de Dinho fora do rebaixamento.
O jogo começou bem movimentado e com lances de perigo desde o primeiro instante. Logo na primeira chance, Rafinha carimbou a trave do Bufalos. Minutos depois veio o primeiro gol. Darian rolou para o meio e encontrou Éder, que bateu firme e inaugurou a contagem.
Em seguida, o Só Resenha aumentou: aos 8 minutos, Éder fez linda jogada individual e marcou mais um. No mesmo minuto, a rapaziada do Resenha marcou de novo: Mirandinha tabelou com Darian e aumentou a vantagem para 3 x 0 com apenas 8 minutos de jogo.
O time alviverde mostrou que sabe controlar o jogo valorizando muito bem a posse de bola, sem deixar de atacar. Assim, foi construindo a goleada sem grandes esforços. Aos 13 minutos, Fabrício tabelou com Darian, deslocou o goleiro e anotou 4 x 0. Com muita velocidade, Darian e Fabrício levavam a bola da defesa para o ataque com qualidade e eficiência. O time marcava com todos os seus jogadores e não dava espaços para o Bufalos.
Aos 17 minutos mais um gol, mas dessa vez do Bufalos. Kaike dividiu com o goleiro Papa Burguer e diminuiu. O Bufalos melhorou e foi ao ataque. Aos 21 minutos, Ricardo cruzou para o meio e Rubão deu toque de calcanhar, mas Papa Burguer se esticou e fez linda defesa. O Bufalos pressionou no final do primeiro tempo, mas não conseguiu marcar. O segundo gol da equipe só saiu no segundo tempo, aos 5 minutos, quando Yan ajeitou com o peito e Dinho soltou a bomba. 4 x 2.
Com o susto, o Só Resenha acordou e voltou a jogar futebol. Aos 9 minutos, Pão rolou para trás e Mirandinha acertou o ângulo. Segundos depois, Mirandinha marcou com categoria e aumentou a contagem para 6 x 2. Um minuto depois, Darian tabelou com Pão e colocou mais um na conta.
O Só Resenha jogava muita bola, parecia jogar por música. Com toques rápidos e envolventes não dava chances para o Bufalos. Aos 12 minutos, Éder deu belo passe para Darian, que de cobertura marcou um golaço ao melhor estilo Paulo Henrique Ganso.
Quem achou que os resenheiros tirariam o pé após construir larga vantagem, enganou-se. Aos 20 minutos, Éder deu um presente para Theus, que só teve o trabalho de empurrar. Segundos depois, Éder levou para o pé esquerdo, soltou a bomba e marcou uma pintura. Golaço.
Nesse momento o Bufalos já estava entregue e aguardava apenas o final do jogo. Aos 24 minutos teve mais. Everton arriscou do meio da quadra, a bola desviou e enganou o goleiro, dando números finais à sonora goleada alviverde em 11 x 2.
No próximo dia 5 de maio o Só Resenha enfrenta o Jeremias e quer garantir a vaga direta nas quartas de final. Já o Bufalos vai duelar com o The Veras e pode definitivamente afundar o adversário e dar grande passo para escapar da queda – basta vencer e torcer para o Bacana não derrotar o Arouca.
XIII CHUTEIRA DE OURO: GRUPO A: 7ª RODADA
Di Primeira 1 x 6 Mulekes
MULEKES ESQUECE RODADA PASSADA E VOLTA A VENCER
A vítima foi o Di Primeira, que nada pôde fazer contra o futebol objetivo do adversário
Por Alex Araujo
A goleada sofrida na rodada passada para o Rabeloska não atrapalhou o desempenho do Mulekes nesta 7ª rodada. A equipe jogou bem, com reservas, e, por consequência, saiu com um resultado bastante elástico. O Di Primeira, por sua vez, já teve dias melhores. Tiveram dificuldade tanto para atacar quanto para defender. O Mulekes ainda ocupa a terceira colocação, agora com os mesmo 16 pontos do Rabeloska, em segundo pelo saldo de gols, enquanto o Di Primeira permanece com 10 pontos e na 6ª colocação.
O primeiro tempo teve início com o Mulekes tentando ficar com a bola e chegar na troca de passes. O Di Primeira marcava pressão na área adversária. Porém, não demorou muito para sair o primeiro gol: de fora da área, Leco acertou um chute rasteiro no canto esquerdo de Ferrugem. A partir daí já se via o Mulekes dominando o jogo. A equipe jogava com objetividade e chegava com facilidade. O Di Primeira ia sendo forçado a jogar no contra-ataque, mas o sistema defensivo do adversário funcionava muito bem.
O ataque do Mulekes voltaria a dar certo não muito tempo depois, mais uma vez com Leco, então fazendo jogada pela direita e achando Armando pelo meio para o camisa 9 completar para o gol. O Di Primeira ainda conseguiu chegar após o gol, com André Luis e Dri tabelando, mas o camisa 2 tentou o domínio, dentro da área, ao invés do arremate de primeira e acabou perdendo a bola. O Mulekes, por sua vez, respondeu com mais eficiência e balançou as redes pela terceira vez, com Rafinha trazendo pela esquerda e tocando no meio para Gian completar e fechar o placar da primeira etapa.
No segundo tempo o Di Primeira adiantou a marcação, mas não conseguiu segurar o adversário por muito tempo. Não conseguia levar perigo e ainda viu o Mulekes chegar com Gian e Rafinha tabelando, e Robinho mandando por cima. Em seguida, numa falha geral da marcação, Phillip trouxe a bola desde o seu campo, ninguém fechou, e ele bateu quase da entrada da área e acertou o canto direito do goleiro para fazer o quarto.
O Di Primeira tentou tocar bola. Quando tinha sua posse, conseguia se manter no campo do adversário, mas não conseguia furar a marcação e levar perigo. Apesar disso, a equipe ainda desperdiçou mais uma chance: Showza puxou contra-ataque pela esquerda e cruzou rasteiro na área, Dri parou para dominar, mais uma vez, dando tempo para Diego se recuperar e, com ajuda da zaga, fechar o gol. E, de novo, o Mulekes respondeu com objetividade: Gian teve liberdade pela intermediária mais uma vez e bateu alto no canto direito.
O jogo já se decidia, e o Di Primeira perdia os ânimos e jogava de forma desorganizada. O Mulekes, que não baixou o ritmo, ainda fez mais um, o sexto: depois de Ferrugem dar rebote, Leco se aproveitou e completou. No finalzinho da partida, o Di Primeira ainda conseguiu o gol de honra, em contra-ataque que Dri trouxe sozinho pela direita e bateu cruzado. E o jogo terminou logo em seguida, com o Mulekes se mantendo entre os primeiros, e o Di Primeira numa posição difícil, com a última vaga do G-6.
Na próxima rodada, o Mulekes pega o líder 100% SNG, que vem de vitória sobre o Rabeloska. O Di Primeira tem jogo importantíssimo contra o Machupichu, que está uma posição atrás, com 3 pontos a menos. Será o famoso jogo de 6 pontos, revivendo a decisão do V Chuteira de Prata, vencida pelo MachuPichu.
XIII CHUTEIRA DE OURO: GRUPO B: 7ª RODADA
Fiorella Brasil 3 x 6 Arouca
COM AULA DE JOGO COLETIVO, AROUCA VENCE E MANTÉM A PONTA
Líderes do Grupo B deram aula de futebol. Toque envolvente e disciplina tática foram os destaques da equipe
Por Nathan Laurino
O duelo entre Fiorella e Arouca foi o último da sétima rodada do XIII Chuteira de Ouro. O Arouca buscava a vitória para se manter na ponta da tabela e continuar com sua ótima campanha, enquanto o Fiorella queria os três pontos para diminuir a diferença de pontos para o líder.
Logo no início o Arouca mostrou o motivo pelo qual é líder do grupo. Com um toque de bola envolvente e muita velocidade, o time fazia a bola girar, e foi com tudo pra cima do Fiorella. No primeiro minuto, Markinhos soltou o pé da entrada da área e estufou a rede. Aos 5 minutos, o Fiorella quase marcou, quando Edson Claro pegou de primeira e obrigou Kino a fazer a defesa. No minuto seguinte, o Arouca aumentou a vantagem: Mota acreditou na jogada, evitou a saída de bola e cruzou para Marquinhos bater forte e marcar.
Com 2 x 0 contra, o Fiorella acordou e entrou no jogo. Aos 8 minutos, Tigues bateu forte, Kino deu rebote e Van-Van empurrou para o gol. O Fiorella cresceu no jogo e conseguiu equilibrar as ações, porém, o líder do campeonato percebeu que o adversário estava começando a gostar do jogo e cortou as asas do adversário. Aos 13 minutos, Vini Costa fez linda jogada, passou por dois adversários e tocou para Caião, que cruzou para a área e encontrou o artilheiro Orley livre para empurrar para as redes.
Em seguida, o Arouca continuou criando boas chances, mas pecava um pouco nas finalizações. Na segunda etapa, o Fiorella começou tocando a bola e cadenciando o jogo, mas aos 3 minutos o Arouca deu o bote e marcou mais uma vez. Marquinhos recebeu e deixou o segundo dele. Era o 4 x 1. No minuto seguinte, o Fiorella chegou com Edson Claro batendo de primeira, mas Kino fez ótima defesa.
Substituindo frequentemente seus jogadores, o Arouca mostrou que tem um elenco muito bom, com jogadores de qualidade dentro e fora da quadra – e conseguia manter os jogadores descansados e com todo gás dentro de campo. Com isso, a vantagem da equipe aumentou. Aos 12 minutos, Mota deu belo lançamento para Tili marcar e aumentar. No minuto seguinte, o Fiorella respondeu e balançou a rede. Macaro bateu de longe, a bola desviou em França e sobrou para Van-Van fuzilar e diminuir a vantagem para 5 x 2.
O duelo era lá e cá. O Arouca, com muita qualidade técnica, marcava; o Fiorella, na base da vontade, respondia. Aos 18 minutos, Marquinhos bateu, Franklin deu rebote e Orley anotou o sexto. No finalzinho do jogo, o Fiorella ainda marcou, mas não conseguiu evitar a derrota. Macaro bateu cruzado e venceu o goleiro Kino. Mas não dava tempo para mais nada, e o placar fechou-se em 6 x 3 ao Arouca.
Após mais uma vitória o Arouca se mantém na liderança e atinge os 17 pontos, enquanto o Fiorella estaciona nos 11 pontos e cai para a quarta posição. Na penúltima rodada, o Arouca enfrenta o Bacana. Já o Fiorella vai duelar com o SPQSF, que soma os mesmos 11 pontos e é jogo direto pela 4ª posição.
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