Seu novo uniforme é de PR1MA! Facilitamos a sua vida!

    Agilidade e comodidade para você focar apenas no que importa... o seu time! @pr1masports e (11) 99210-4656

    Veja mais

Notícias de 29/11/2010

X CHUTEIRA DE OURO: OITAVAS DE FINAL

Só Resenha 6 x 4 Fiorella Brasil

RESENHA DERRUBA O FIORELLA E AVANÇA À PRÓXIMA FASE DA OURO


Resenhistas envolvem o adversário – desfalcado de Van-Van – e se classificam; contra o Mulekes nas quartas de final, promessa de um grande duelo


Por Douglas Almasi Santos

O futebol envolvente do Só Resenha imperou na quadra 4. Com marcação forte na saída de bola do Fiorella e toques rápidos entre seus jogadores, o time fez bonito e avançou às quartas de final da Série Ouro. Com ótimas atuações de Bruno, Renatinho, Darian e do goleiro Tucano, o Resenha já mira o Mulekes no próximo jogo. Ao Fiorella, resta o gosto amargo da desclassificação de um time muito bom tecnicamente, mas que acabou prejudicado por não jogar no certame há 20 dias (na rodada anterior, o Bucets dera WO).

O Resenha jogava pelo empate por ter realizado melhor campanha. A primeira oportunidade foi do time: falta cobrada por Darian passou perto do gol. Em seguida, a resposta do Fiorella: a zaga resenhista saiu jogando errado, Fabiano agradeceu e acertou o canto de Tucano, mas o goleiro se esticou todo e, com as pontas dos dedos, salvou. A grande ausência sentida no duelo era Van-Van. Machucado, o craque do Fiorella bem que tentou, mas não suportou as dores em seu tornozelo e teve que abandonar o jogo.

Quem agradeceu foi o Resenha, que se aproveitaria mais ainda do quadro favorável à equipe. Cobrança de falta ao time, Renatinho chutou, a bola desviou na trajetória e entrou. Aberto o placar, a promessa de um grande jogo aumentava. Em contra-ataque fulminante, Bruno recebeu na direita e soltou a bomba, mas a bola foi fora. Mais uma jogada de contra-ataque do Resenha: a troca de passes envolvente chegou até Bruno, que da entrada da área arriscou, mas Franklin estava atento.

O Fiorella encontrava-se acuado. Porém, conseguiu equilibrar e passou a dominar as ações de meio de campo e de ataque. Em duas cobranças de falta quase chegou. Na primeira tentativa, Sebastião acertou o ângulo direito, a bola parecia que entraria, mas Tucano, de novo com as pontas dos dedos, salvou o Resenha. Na segunda chance de falta, novamente Sebastião, e novamente Tucano para defender. Mas a insistência do Fiorella surtiu efeito, e o time fez dois gols relâmpagos.

Primeiro, a bola foi lançada na área e João Paulo Arcanjo só completou para empatar o embate. Logo em seguida, contra-ataque mortal, a troca de passes acabou levando a bola à direita até Caio, que chutou colocado para virar o marcador. Os espectadores não se arrependiam e gostavam de ver uma partida movimentada e cheia de alternativas. Antes do intervalo, o Resenha tentou o empate por duas vezes: na primeira chance, Yuri ganhou na corrida do zagueiro mas chutou para fora, e depois, Renatinho tocou a Bruno, mas este também mandou além do arco.

No segundo tempo, um festival de gols. Não havia mais esquema tático definido, e as equipes visavam os ataques. Logo no recomeço, em cobrança de escanteio, Darian subiu de cabeça e testou para deixar tudo igual. O Resenha voltou mais ligado, conseguiu o empate em dois gols e foi atrás da vantagem, que não demorou a ocorrer. Após boa trama do time, Cris Nicolas recebeu e marcou o seu tento. Mais uma vez fora anotado uma virada no embate.

Precisando da vitória, o Fiorella não desistia. Bola na intermediária a Caio, que chutou forte, Tucano rebateu e, no rebote, João Paulo Arcanjo chutou, mas Tucano estava atento e mais uma vez salvou o Resenha. Em seguida, Bruno arriscou chute cruzado da intermediária, Franklin não segurou, e Yuri cumprimentou, ampliando o placar.

O Fiorella era valente. Mais uma falta que Sebastião cobrou, porém, Tucano defendeu. Ele só não evitou o tento de Caio, que após excelente jogada - aplicando uma finta a la Zidane (pisando na bola e girando o corpo) – completou para diminuir no marcador.

O jogo pegou fogo quando Edson Claro, valendo-se de um erro de Renatinho, empatou o duelo em 4 x 4. O Fiorella partiu em busca do possível gol da classificação, mas o Resenha não só tem um time envolvente como também dispunha do contra-ataque. E assim construiu sua vitória: Batata, pegando rebote de boa defesa de Franklin, e Vitinho, decretaram a classificação suada do Resenha. Fim de partida, com 6 x 4 aos resenhistas.

Cris Nicolas era só alegria no fim do jogo, mesmo tomando o cartão azul. “O Mulekes é pedreira. Fizemos um amistoso com eles recentemente e foi difícil. É jogar de igual para igual, sem medo. E, para nós, será ganhar ou ganhar”, falou Nicolas.

X CHUTEIRA DE OURO: OITAVAS DE FINAL

Med Taubaté 4 x 3 Acidus

MED APROVEITA APATIA DO ACIDUS, SURPREENDE E PASSA ÀS QUARTAS


Time dos médicos fez partida fantástica e assegurou a primeira surpresa da fase final; Anibal, lembrando Paolo Rossi em 1982, foi o destaque


Por Douglas Almasi Santos

O Med Taubaté surpreendeu o Acidus e marcou a primeira ‘zebra’ da X edição do Chuteira de Ouro. Com futebol envolvente e rápido, além de uma forte marcação, o time soube explorar a apatia da equipe verde-limão e saiu vitorioso do embate. O grande destaque individual foi o camisa 10 Anibal, que, além de comandar o Med dentro e fora de quadra, saiu consagrado com 3 gols no jogo. A atuação do craque, somando-se ao triunfo do time, pode muito bem ser comparado a Paolo Rossi, o carrasco da Itália ante o Brasil na Copa de 1982. Ao Acidus, só resta recolher os cacos da destruição e se preparar ao primeiro semestre de 2011.

Logo no início do jogo já era nítida a disposição que o time dos médicos demonstrava. A vontade que os atletas tinham em cada dividida já dava o tom de que o Acidus teria problemas. O time começou atacando, e se saiu muito bem: lateral cobrado ao ataque, Anibal recebeu, girou o corpo em cima de Lói e chutou firme para inaugurar o placar. Com o susto, o Acidus acordou e quase chegou com Luiz Fernando, que chutou para boa defesa de Chicarelli. A postura do Med era surpreendente, apostando no ataque para chegar ao sucesso.

O Acidus estava irreconhecível. Seus principais jogadores não conseguiam realizar as fortes jogadas que levaram o time à terceira posição do Grupo A. Marcelo Rezende, Paulinho, Louiz, Luiz Fernando, Borges, todos apagados. Nem parecia o Acidus que foi a aposta da maioria dos torcedores para um triunfo. O único que mostrava a disposição de sempre – e também a eficiência de sempre – era o xerife Lói. Com o Med no ataque, o trabalho do camisa 13 era enorme, mas ele deu conta do recado, salvando várias jogadas de ataque do adversário e vibrando muito a cada lance salvo. E ele ainda veria Paulinho completar um rebote para empatar o jogo.

O placar de 1 a 1 não condizia com a realidade demonstrada. Só uma equipe estava a fim de jogo: o Med. Javier, que prefere seu nome do que o apelido Xavier até então usado para se referir a ele no Chuteira, recebeu na esquerda e chutou, mas Urso estava atento. Depois, saída errada de Louiz, Rogerinho roubou a bola, pedalou para cima do zagueiro e tocou a Anibal que chutou cruzado, mas a bola tirou tinta da trave e saiu. Mais Med: Javier encheu o pé e Urso espalmou a escanteio. O Acidus resolveu acordar para o jogo. Marcelo Rezende fez a jogada pela esquerda e cruzou, Gabriel Borges desviou, mas dessa vez Chicarelli estava esperto e espalmou, afastando o perigo. Em cobrança de falta, Luiz Fernando, com categoria, acertou o pé da trave esquerda.

E quando se encaminhava para o intervalo com um empate, o contra-ataque do Med foi mortal: Anibal recebeu pela direita e encheu o pé para vencer Urso. Vantagem merecida ao Med, que mostrava futebol mais consistente que o adversário. Na segunda etapa, a postura do Acidus pouco mudou, e o time oscilava entre a apatia e a pressa em chegar ao gol. Louiz, arriscando do meio da quadra, tentou surpreender, mas sem sucesso. Em contrapartida, Anibal realizava partida individual brilhante, levando desespero aos marcadores do time verde-limão. O Acidus chegou a empatar, através de Paulinho completando cruzamento de Gabriel Borges.

Porém, em seguida, Rogerinho fez grande jogada pela esquerda e cruzou, Bruninho saltou na frente do marcador e, com estilo, no alto, desviou para novamente colocar o Med em vantagem. O mesmo Bruninho fez boa jogada e tocou para Anibal que dominou e chutou, mas a bola foi para fora. O aniversariante do dia, Louiz, tratou de empatar mais uma vez: a falta foi rolada ao camisa 12 na intermediária, ele encheu o pé, a bola passou na frente dos jogadores do Med e morreu no canto esquerdo de Chicarelli. Mas o dia não era para o time. E a “Tragédia do Sarriá” se reeditava na quadra 4 do PlayBall.

Cobrança de lateral ao Med, a bola foi mandada para Anibal, que pegou de primeira um chute forte, acertando o canto direito de Urso, que nada pôde fazer. De novo o Med tomava a dianteira após sofrer o empate. O carrasco do Acidus marcou seu 3° tento na partida. No fim, Marcelo Rezende cobrou falta da intermediária de forma colocada, mas a bola caprichosamente explodiu no travessão, eliminando todas as possibilidades de empate do Acidus. Fim de jogo, vitória do Med por 4 x 3 e muita comemoração pela classificação.

Javier, ao término do confronto, disse que “faltou um pouco de humildade” aos jogadores do Acidus, por isso “levaram um susto” e foram surpreendidos. “Jogamos mais, tivemos um melhor toque de bola”. E o perigoso atacante do Med já pensa no Fora de Série, adversário das quartas de final: “Time duro, eles marcam bem, jogam compactados. Vai ser um bom jogo”.

X CHUTEIRA DE OURO: OITAVAS DE FINAL

SNG 5 x 3 Estudiantes de la Vila

EM JOGO POLÊMICO, SNG GARANTE VAGA E AVANÇA RUMO AO TETRA


A partida era ótima tecnicamente até os árbitros perderem a rédea do jogo. SNG virou, o Estudiantes perdeu a cabeça e a confusão se instalou ao final


Por Douglas Almasi Santos

Em meio à confusão, polêmica e intriga, o SNG derrotou o Estudiantes de La Vila e avançou às quarta de final da Série Ouro. Mesmo sem fazer grande partida, o time soube superar a forte equipe adversária e caminha rumo ao tetra. Já o Estudiantes, sempre valente, terá que se conformar com a derrota e se preparar para a próxima temporada.

O jogo prometia ser bom tecnicamente, muito duro em suas defesas, porém, acabou descambando para discussões e até ameaças entre atletas das duas equipes. O que antes se esperava um jogo plástico, tornou-se um espetáculo triste aos olhos dos torcedores presentes à quadra 4. Mas antes da parte lamentável da partida, os jogadores travaram boas jogadas. O Estudiantes começou arrasador. Cobrança de escanteio, Paulinho subiu de cabeça e acertou o travessão. E, na sequência, Caio Ferin arriscou chute da intermediária, os zagueiros do SNG encobriram a visão de Sampa e, para piorar, bateu no morrinho-artilheiro, enganando o guarda-metas. Vantagem do Estudiantes.

O SNG reagiu e se lançou ao ataque. A zaga do Estudiantes vacilou, Renê tocou para o gol, mas Caio Ferin salvou em cima da linha. Depois, em cobrança de escanteio, Biro pegou de primeira, mas Manolio estava atento. O Estudiantes quase chegou em rápido contra-ataque: Fernando Krotz tocou a Rafinha, que, na passagem, achou Punha livre para tocar ao gol, mas Sampa estava atento e defendeu. Manolio salvou o Estudiantes parando tentativa de Renê, mas não conseguiu parar a tentativa seguinte: Renê fez a jogada de pivô e ajeitou à esquerda até Fabinho, que encheu o pé para empatar.

O primeiro tempo era muito bom, com movimentação intensa dos ataques dos dois times. Fabinho arriscou chute, mas a bola foi para a rede do lado de fora. Mais SNG: Biro recebeu passe na direita e soltou a bomba, Manolio, atento, espalmou. Porém, a insistência acabou dando certo, quando Renê ajeitou paro o tiro certeiro de Felipe Augusto. Virada e vantagem ao SNG. Ainda no fim da etapa primeira, Leandro Raito recebeu passe na esquerda e tentou o chute, mas Sampa fez boa defesa, garantindo a vitória parcial e a classificação, até o momento, do SNG.

A partida era atentamente assistida por alguns atletas do Real Paulista, adversário do vencedor do confronto entre Estudiantes e SNG nas quartas de final. Marquinhos, Alemão, Panela, entre outros, estavam presentes para estudar o time que estará no caminho da defesa menos vazada do certame na luta pelo título. E eles acompanharam um segundo tempo eletrizante e polêmico. Caio Ferin arriscou forte chute pela esquerda, mas a bola subiu demais. Porém, em lance seguinte, Punha recebeu passe na área, Sampa saiu de forma arrojada do gol e salvou, mas, no rebote, Caio Ferin conferiu o empate. A partida esquentou: Punha recebeu passe e, de pé esquerdo, acertou o canto, mas Sampa estava atento.

O Estudiantes ficou novamente em vantagem quando, em cobrança de lateral, Rafinha apareceu dividindo o lance e desviou para o fundo das redes. O SNG parecia nervoso em quadra, com entradas mais fortes e cometendo faltas desnecessárias. Um lance fez gerar a grande confusão que seria instaurada durante o jogo. Caio Ferin sofreu falta mais dura e nada de cartão. Na sequência, o mesmo Caio fez falta no ataque e caiu sobre a bola. O SNG, perdendo, tratou de buscar a bola com truculência. Nessa, Fabinho jogou Caio com força no alambrado para ver a confusão instaurada. Os árbitros – e eis o pecado capital deles na partida – nada fizeram com Fabinho e outros que chegaram gritando e botando pressão pra cima deles. Aí ficou naquela: vale tudo então? Irritado, Caio deu um carrinho feio para ver nova confusão instalada. Pressão de um lado para um cartão vermelho ao camisa 5 e pressão do outro porque o SNG não levava nenhum cartão. O resultado, depois de nova saraivada de pressão pra cima dos árbitros, foi um cartão azul ao capitão do Estudiantes.

Os atletas do Estudiantes não se conformavam com a punição a Caio e a conivência dos árbitros com as jogadas mais ríspidas do SNG. Mais uma vez o técnico Robson foi excluído, deixando a partida e seus pupilos de Estudiantes. O embate ficou paralisado por cerca de 5 minutos. Passada a confusão, o jogo recomeçou, mas os ânimos permaneciam exaltados. Com um atleta a mais, o SNG se aproveitou: Renê empatou o jogo mais uma vez, Ronei soltou o pé para virar o marcador e Fabinho selou a polêmica classificação do SNG.

Ao término da partida, Manolio perdeu a cabeça e partiu para cima do árbitro. Teve que ser contido com muita dificuldade por Rafinha para não cometer uma bobagem. Caio Ferin, indignado, queria acertar as contas com a arbitragem. Até o pacato Júlio Sérgio perdeu a cabeça. Cenas lamentáveis que todos os amantes de futebol, e do Chuteira de Ouro, não querem que se repitam mais. Alheio à confusão, Biro já pensa no duelo ante o Real Paulista: “É um time experiente, conhecemos a maioria dos jogadores deles. Será um jogo muito igual, um jogo de cabeça. Vamos para cima, respeitando eles”.

X CHUTEIRA DE OURO: OITAVAS DE FINAL

Bengalas 5 x 2 Bacana

BENGALAS SUPERA DESFALQUES E BACANA


Time não contou com alguns atletas fundamentais, porém, saiu-se melhor no duelo; nas quartas, duelo de titãs ante o Arouca


Por Douglas Almasi Santos

O Bengalas não só superou as polêmicas envolto à equipe, como também os desfalques - Fernando Forte e Zequinha,suspensos, e a ausência do goleiro Baki. Porém, contando com excelentes atuações de Vini Costa, Ritolê e do goleiro substituto Rafa Coletta, que fisicamente é uma mistura de Baki com Diego Gallego, derrotou o Bacana e avançou às quartas de final da Série Ouro. O time chega fortalecido a esta fase do certame, querendo de qualquer forma o tetracampeonato. Já o Bacana, que fez boa partida, despede-se ao menos com a recuperação do futebol perdido desde ano passado.

O primeiro bom ataque do jogo foi do Bengalas. Cobrança de escanteio, Ritolê subiu mais que a zaga e cabeceou, mas a bola subiu. Depois, Pedrinho arriscou chute pela direita. O Bacana surpreendeu: trama rápida do time, Yanes tocou a Rômulo que soltou o pé para tirar o placar do zero. O gol sofrido não desanimou o Bengalas: Ricco fez grande jogada, rompeu em diagonal da direita à esquerda e chutou forte, mas Bruno Guido fez a defesa. Depois, a zaga do Bacana saiu jogando de forma errada, Ritolê recebeu livre, deslocou o guarda-metas, mas a bola saiu caprichosamente. Ricco arriscou do meio da quadra chute de primeira, mas Bruno Guido novamente defendeu.

A resposta do Bacana chegou com Rômulo, que chutou forte para fora. Gustavo Izique e seus cabelos pouco discretos tiveram a oportunidade para ampliar. Depois de realizar linda finta e chutar no canto esquerdo, Rafa estava atento e defendeu. O Bengalas chegou muito perto após boa jogada de Ritolê, que passou em velocidade por seu marcador e, do lado direito, cruzou para Luisinho Fernando desviar. A bola saiu tirando tinta da trave inacreditavelmente. Parecia que não seria o dia do Bengalas. Só parecia,.,

O jogo era muito movimentado, com as equipes no ataque em busca dos gols. As chances criadas eram muitas, mas os goleiros estavam inspirados. O Bacana teve nova boa chance com Napolitano, mas Rafa espalmou seu chute. Depois, Demehur realizou grande jogada pelo meio da quadra e chutou colocado. De novo Rafa, atento, fez a defesa espalmando e mostrando que de fato é pupilo de Baki. Segurar firme a bola não é com eles. Wellington teve chance de empatar para o Bengalas após chute de longe, mas sem sucesso.

O gol estava maduro para qualquer um dos lados e acabou saindo antes do intervalo, e a favor do Bengalas: bola no flanco direito a Vini Costa que cruzou, Ritolê ganhou na corrida do zagueiro e tocou para empatar a partida. Reclamação do Bacana, alegando falta de Ritolê.

E assim a partida foi para o intervalo. No segundo tempo, o Bengalas liquidou a fatura e consagrou o goleiro Rafa. Mas, primeiro, a equipe voltou melhor à etapa final. Ricco recebeu passe pelo meio e chutou forte, Guido defendeu. Depois, em cobrança de lateral, Vini Costa de cabeça virou a partida. E em contra-ataque fulminante, Luisinho Fernando rolou na esquerda a Vini Costa, que não perdoou. No placar, 3 x 1 e classificação encaminhada ao Bengalas. A tarefa do Bacana era ingrata, pois precisava da vitória para avançar às quartas de final.

O time bem que tentou. Primeiro, com Gustva Izique, que Rafa colocou a escanteio. Depois, Demehur, da entrada da área, para nova intervenção de Rafa. Mais Bacana no ataque: Rômulo recebeu pelo meio e experimentou, Rafa, com as pontas dos dedos, fez bela defesa. E, em cobrança de escanteio, Velardo acertou o travessão. E já que o Bacana não fez, o Bengalas foi mortal: contra-ataque rápido, Luisinho Fernando aplicou um chapéu no zagueiro, avançou e só tocou a Ritolê, que completou o lance anotando 4 x 1.

Yanes descontou no marcador pelo lado direito. Na comemoração, fez gestos provocativos aos torcedores do Bengalas e esquentou mais ainda o clima. Passada a discussão, o Bacana teve chances com Rômulo por duas vezes, e com Gustavo Izique, todas sem sucesso. Em compensação, o Bengalas teve a sua oportunidade e converteu: contra-ataque rápido, Ricco tocou para Vin Costa marcar. Final de jogo, e vitória por 5 a 2 do atual tricampeão Bengalas. Na comemoração, em resposta a Yanes, Vini exagerou e levou seu segundo cartão amarelo, consequentemente o azul, o que o deixa fora das quartas de final diante do Arouca.

O Bacana deu adeus ao certame, mesmo realizando grande partida. A equipe deixa boa impressão para a próxima temporada, de um time que superou o trauma do vice-campeonato e da saída do maestro Luisinho. Já o Bengalas continua na luta pelo tetra aos trancos e barrancos, com um Ritolê de volta à forma que o consagrou no VII Chuteira de Ouro. Assim o time tenta as semi medindo forças com o Arouca num verdadeiro duelo de titãs. “Vai ser pedreira. Jogo muito complicado. Quem vier ao PlayBall verá um jogo bom, de dois times buscando a vitória”, conclamou o ainda suspenso Bizu, técnico do Bengalas.
Comentários (0)