Bad Boys bem que tentou, mas não escapou d’Assurra
Bem que os jovens talentos do Bad Boys se esforçaram, mas ao final prevaleceu o forte jogo da Assurra. Depois de sair perdendo e fechar atrás no placar o primeiro tempo – o jogo chegou a ficar 3 a 1 para o Bad Boys – o poderio ofensivo da Assurra mostrou sua nova força. Entraram Marquinhos e Felipe. Aí a Assurra matou o jogo.
Logo de cara Marquinhos fez 2 gols – aos 24 do primeiro tempo e a 1 minuto do segundo –, empatando a partida. A partir daí, desmotivados e cansados, o Bad Boys foi presa fácil para um time que dificilmente perde gols. Felipe desempatou com 3 gols seguidos. Alemão, um dos melhores em campo, anotou outro e, como não poderia deixar de ser, Rafael marcou presença no final e marcou mais 2 gols pro Assurra.
Final da partida, Rafael soma agora 8 gols no torneio e a Assurra mostra que de fato está em ascensão, com uma goleada e recuperação depois de ceder o empate contra o SNG com um jogador a mais em campo na rodada anterior.
Duelo de gigantes acaba em empate
O jogo prometia e não decepcionou. O encontro entre Roleta Russa e Joga 13, rivalidades à parte, foi digno de gente grande e o resultado terminou não sendo ruim para nenhuma das partes – um 3 a 3 honroso. Jogo pegado, Roleta saiu atrás no placar – gol de Lele – mas, dois minutos depois, empatou o jogo com Baru. Ainda teve tempo de fazer 2 a 1 antes de acabar o primeiro tempo.
Mal começou o segundo tempo, Lele estava lá novamente para empatar, mas, sem se abater, no minuto seguinte, o Roleta marcou 3 a 2. O jogo passou a ser pressão total do Joga 13, com Roleta levando perigo nos contra-ataques com Rick. Em certo momento o jogo ficou duro e o juiz teve de intervir para não descambar pra violência – daí o Joga 13 ter levado 5 cartões amarelos. De tanto insistir o Joga 13 chegou ao empate, novamente com Lele, aos 20 minutos. A partida seguiu assim até seu final, que ainda teve jogadores se estranhando.
Ao Joga 13, um empate com sabor de vitória, mas deixa o time sem 3 jogadores para a próxima rodada – Guma, Rafinha e Alemão.
Mesmo com segundo empate seguido, Roleta segue entre os líderes
Dois empates seguidos não foram capazes de derrubar o Roleta Russa na tabela de classificação. O time mantém a boa posição e a invencibilidade. Dentro das circunstâncias, foram empates dignificantes contra duas equipes fortes. Com 2 vitórias e 2 derrotas, o Roleta caiu pra terceira posição (estava em segundo), mas não viu nenhum time disparar – está apenas 2 pontos atrás do líder. Sinal de que a coisa vai bem mesmo não indo tão bem assim.
Mais que qualquer um, o “culpado” disso tudo é o goleiro Tiago Matrix, que tem fechado o gol e salvado o time nos piores momentos. Suas boas atuações estão merecendo destaque – não à toa ele é concorrente forte até agora a MVP do campeonato (soma 5 pontos em 4 jogos). Outra coisa que chama a atenção em Matrix é seu comprometimento. Ele chega aos jogos bem antes da hora marcada, concentra-se e assiste às demais partidas. E, melhor, não falta de jeito nenhum. Azar dos adversários. Sorte do Roleta.
Equipe Bróder mais longe da classificação
O atual time bicampeão, Bróder, vê cada vez mais longe as chances de classificação. Com o término da quarta rodada, ostenta 4 pontos e um 8º lugar que não condiz com sua honra de duas vezes campeão. Os principais jogadores negam a crise e dizem que ainda vão biscoitar a última vaga, mas a verdade é que, em off, muitos já têm como muito difícil a classificação.
O empate com o Fiorella depois de estar na frente com um 3 a 1 – empate que podia ter sido a derrota se os atacantes do Fiorella acertassem o pé – piora ao olhar pra tabela da quinta rodada. Próximo compromisso do Bróder é diante do Joga 13, jogo que promete muitas dificuldades. E isso sem contar que ainda jogam contra Assurra, Acidus e MachuPichu, valendo vaga direta pra próxima fase. É matar ou morrer, eis o lema do Bróder daqui pra frente.
Para piorar, o artilheiro Felipe Mutssa sentiu contusão no joelho e deve ficar ao menos um mês parado. Aumenta a responsabilidade de Edu, Lapa e Werner.
Fiorella alterna bons e maus momentos
Inconstância. Eis a palavra de ordem na equipe Fiorella. Depois de um jogo ruim na estréia contra o MachuPichu, se redimiu num belo jogo em que dominou completamente o Joga 13. Em seguida, pegou um Roleta Russa desfalcado e sem reservas. A vitória parecia certa até que, aos 25 minutos do segundo tempo, um gol de falta de Bruno tirou 2 pontos da equipe.
Até aí, os resultados foram decorrentes da falta de um goleiro na equipe, que acabava alternando jogadores de linha embaixo das traves. Contra o Bróder, a equipe teve seu goleiro, mas nem assim conseguiu vencer. Um primeiro tempo sem muitas oportunidades deixou o time atrás no placar. O segundo tempo foi de sufoco e o Fiorella soube se aproveitar do cansaço do Bróder. Mas não conseguiu vencer o goleiro Léo.
O 3 a 3 acabou sendo um resultado justo, mas que não ajuda em nada as duas equipes, que se mantêm fora da zona de classificação. Para o Fiorella, o jogo ainda serviu para que o time perdesse seus dois jogadores mais importantes – Caju (mais conhecido como Zé Roberto) e Tigues – para o confronto contra o Bad Boys...
MachuPichu lamenta derrota após empatar no primeiro tempo contra o líder SNG
Parecia que não era verdade, mas o Machu Pichu empatou o jogo ainda no primeiro tempo contra o SNG, numa partida repleta de emoção e golaços, como um dos dois de Gustavo, camisa 9 do MachuPichu. O placar do primeiro tempo foi de 3 a 3, e o gol mais rápido do Chuteira – 30 segundos, anotado por Renê. Mas a reação peruana durou pouco.
Aos 6 minutos, Abelha selou o destino do adversário: fez 4 a 3 e, mais que um gol, apagou os ânimos do MachuPichu. Assim, não foi difícil para Renê fazer seu terceiro gol na partida em seguida e ainda dar tempo de Carlos Eduardo fechar o placar em 6 a 3. Num jogo que o MachuPichu jogou sem seu capitão Danilo, suspenso, a estrela de Ricci não voltou a brilhar como na goleada contra o Dunguereguede, em que marcou 9 vezes e se tornou o recordista de gols numa única partida do Chuteira.
Com 6 pontos, o MachuPichu tenta a reação contra a ascendente Assurra. O que será dos meninos estreantes se perder novamente?
SNG segue na liderança desde o início
Se Não Guenta Por Que Veio? segue na liderança do campeonato, posição que angariou na primeira rodada e a mantém até o momento. O segredo do time, segundo adversários derrotados, é a extrema dedicação da equipe e a capacidade de manter o mesmo ritmo durante toda a partida.
“Os caras jogam da mesma forma o tempo todo, não se abatem emocionalmente. E outra coisa, toda vez que chegam ao ataque eles marcam. É incrível, não desperdiçam gol”, comentou um jogador de uma das equipes derrotadas pelo SNG que preferiu anonimato.
Mesmo perdendo sua estrela Memé, parece que o time vem dando conta do recado, principalmente pelos gols do atacante Renê, que já soma 10 gols no total e encostou no líder Ricci, que tem 12 gols. Parece que o grande desafio daqui pra frente será bater o SNG. Mas pinta desde já um candidato a finalista.
Acidus sofre sufoco, mas derrota Dunguereguede
em cima da hora
Ninguém esperava moleza, mas que seria a dureza que foi a vitória do Acidus contra o Dunguereguede talvez nem o mais otimista “dunguereguediano” esperava. O time que sofreu 3 goleadas em 3 jogos chegou com a vontade elevada a enésima potência, muito em razão da enorme rivalidade e amizade entre os dois times.
E o Acidus, que perdeu sua estrela Cavalera no dia anterior – ele tentou dar um elástico num jogo beneficente e torceu o tornozelo –, não se achou em campo. Mesmo assim, conseguiu abrir 2 a 0 no placar com um belo gol de falta de Pedrinho. Em seguida, foi a vez de Robinho marcar em cobrança de escanteio. No segundo tempo, a tônica do jogo foi outra – o Dunguereguede partiu pra cima e pressionou até empatar o jogo, com Harada, passados 20 minutos do segundo tempo. Parecia que o empate seria o resultado final – a torcida do Dunguereguede, que uniu torcida própria e times adversários, já comemorava feliz da vida o primeiro ponto do time e os 2 pontos “roubados” do Acidus – mas eis que brilha a estrela do atacante Folha. Numa bola que sobrou pra ele – aos 24m30s – ele empurrou pras redes. Acidus 3 a 2, alívio do time e inconformismo da torcida. De fora, ouviu-se o chavão que cabe como uma luva no caso – Dunguereguede jogou como nunca e perdeu como sempre.
Espera-se que enfim o time engrene e jogue com a mesma vontade daqui pra frente. Ainda faltam 5 jogos e 15 pontos em disputa. Chances ainda há.
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