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Notícias de 22/04/2007

Roleta pressiona líder SNG, mas perde no final


Jogo de opostos, o líder isolado contra um time que perdera a invencibilidade e espocara um princípio de crise, Se Não Guenta e Roleta proporcionaram um dos jogos mais empolgantes até o momento do Chuteira. Preocupações de ambas as partes com jogadores diferenciados, quem decolou de cara foi Giu, do Roleta, que numa arrancada pela esquerda deixou um zagueiro pra trás e se aproveitou do buraco na defesa pra abrir o placar.

Não se viu abatimento no tranqüilo SNG depois do placar desfavorável, mas, em compensação, em relação a faltas e à arbitragem as coisas esquentaram. Renê, de cabeça, empatou o jogo aos 5 minutos, mas o Roleta era outro time, de postura séria e pés no chão e novamente Giu marcou – aos 13 e aos 23 minutos, levando o Roleta ao intervalo com 3 a 1 de vantagem no placar.

Parecia que finalmente cairia o último invicto, mas o jogo dos líderes mudou. Passaram a jogar mais e a reclamar menos. E nessas o futebol de Tejeda se sobressaiu. Antes dele, Allan diminuiu aos 3 minutos e Renê marcou seu 17o gol no campeonato – um voleio quase de costas para o gol que não deu chances para Matrix – e foi comemorar com a torcida, pra quem tinha prometido gols e a vitória. Empate no placar. A partir daí surge o futebol de Tejeda, nervosíssimo em campo no início, mas que soube se controlar e assim acabar com a festa do Roleta. Numa arrancada da defesa, ele chegou na cara de Matrix e fez 4 a 3. Bruno, do Roleta, em falta cobrada com perfeição com a ajuda da péssima barreira armada pelo goleiro Messi, empatou novamente. Eis que o destino prega peças e, depois de cobrança de lateral que a bola estava entrando diretamente no gol sem tocar em ninguém, Matrix espalmou para tirá-la e, no bate-rebate na área, Tejeda decretou a vitória do líder. Roleta, abatido, ainda tentou o empate, mas não foi possível.

Ao fim da partida, jogadores do SNG foram reclamar com o árbitro e acabaram levando cartões. O goleiro Messi e Chileno foram expulsos, e Grilo levou o cartão amarelo. 3 perdas para o próximo confronto do time que abriu 5 pontos de vantagem para o segundo colocado, o Fiorella, que por sinal é o adversário da equipe na próxima rodada.

Bróder prova que superação e vontade são suas armas na etapa final


Tudo conspirava contra o Bróder: o craque Lapa suspenso e a ausência de 2 jogadores da defesa – Soneca e João. O Acidus vinha apenas sem o goleiro Publius, sendo substituído pelo reserva imediato Daniel, que também é zagueiro do time. Tudo estava contra o Bróder, mas é exatamente em momentos assim que a equipe bicampeã mostra seu futebol. E o Acidus pagou por isso. 5 a 4 no placar.

Mas o jogo teve duas etapas totalmente diferentes. No primeiro tempo viu-se um Acidus irreconhecível, apático, sonolento, errando muitos passes de defesa para o ataque e um Bróder pegador, cheio de vontade, jogando duro e aproveitando-se dos erros do adversário. Se Lapa estava fora, era em Edu que as jogadas se concentravam. E ele fez 3 a 0 com facilidade no primeiro tempo.

No segundo tempo as coisas mudaram. Apesar de Edu ainda marcar mais um para o Bróder, o Acidus mudou o time e ganhou em velocidade. A partir daí, viu-se uma reação digna da Equipe Bróder. O Acidus passou a mandar no jogo e a dominar a partida. Aos poucos foi diminuindo a vantagem. Primeiro com Cavalera, em seguida com Pedrinho, voltando Cavalera a marcar e finalmente com Barata, que só empurrou para as redes a bola de Lói que já tinha endereço certo. Empate em 4 a 4. Parecia que a vitória que praticamente daria a classificação ao Acidus e enterraria de vez o Bróder estava próxima. Em jogada pela direita, Barata chuta na trave e a bola volta nos pés de Robinho, que não chuta e tenta driblar o zagueiro no rebote. Ali o Acidus perderia a chance da vitória, que veio a 2 minutos do final, só que do lado do Bróder. Mutssa, que nada tinha feito na partida até então, pegou um rebote de erro de saída de bola do Acidus e de leve colocou no canto, vencendo o goleiro Daniel. Ali o Bróder fazia 5 a 4, e matava o Acidus e se colocava definitivamente na briga pela classificação.

O Acidus ainda viu Robinho ficar firulando diante de 3 jogadores do Bróder e perder a bola e a cabeça. Foi expulso com justiça e prejudica sua equipe para a partida decisiva contra o Roleta Russa. As coisas parecem que voltam a ficar contra o Acidus. E muito por sua própria causa. O Bróder mostra que seu futebol é de decisão. Quando precisa, o time joga e vence.

Assurra se reabilita e coloca Joga 13 em situação delicada


A derrota para o Fiorella na sexta rodada mexeu com o Assurra. Tanto que a postura da equipe contra o Joga 13 foi outra, além de ter a volta de jogadores importantes, como Henry e Celso na zaga, Caputti no meio e Felipe no ataque (eleito, aliás, o melhor em campo). E a ação da Assurra começou cedo, no segundo minuto de jogo Rafael abriu o placar. Logo em seguida Daniel empatou.

O jogo permaneceu pegado e empatado em 2 a 2. Eis que o Joga 13 abre vantagem com Bruninho duas vezes e Lele. 5 a 2 e parecia que a vitória estava garantida. Mas a Assurra inicia uma reação fulminante, muito em razão da entrada do matador Felipe, que aproveitou o entrosamento com seu companheiro de Melville Alemão e o deixou duas vezes na cara do gol para marcar. Alemão anotou ainda outro gol e depois foi a vez de Felipe fazer o dele. Aliás, os deles, já que fez dois gols e colocou a Assurra na frente no placar. 6 a 5 e fim de jogo, para muita comemoração da Assurra, o que irritou o adversário e quase que o tempo fecha entre os jogadores das duas equipes. Se não fosse a intervenção providencial de Daniel, da Organização, Tiago Doce teria dado uma surra em Alemão do Assurra.

Espera-se que daqui pra frente os times aceitem derrotas e os vitoriosos não queiram provocar em razão de um momento melhor em campo. Uma hora ou outra, a situação pode se inverter. Assim, pede-se que não haja mais provocações diretas a adversários que trabalhem com o menosprezo ou mexam com a moral e hombridade da equipe. Caso contrário, brigas e confusões podem acontecer e, conforme prega o regulamento, time que causar tumulto ou briga generalizada perderá 2 pontos na competição. E qualquer ponto nessa altura do campeonato é decisivo.

Na tabela, a Assurra chega a 10 pontos e empata com Bróder e Joga 13, mas tem um jogo a menos. Ou seja, tem tudo para brigar pela segunda posição da fase de classificação.

Fiorella, no sufoco, assume vice-liderança do campeonato


Um Dunguereguede eliminado e sem pontos contra um Fiorella que não perde desde a primeira rodada. As coisas pareciam definidas desde antes de começar a partida. Mas o que se viu foi o que menos se esperava: um Dunguereguede cheio de vontade e um Fiorella um tanto perdido. Foi assim que o Dunguere abriu 2 a 0 com Saulo e Harada. No mesmo ritmo, o Fiorella empatou com Van-Van e César e virou com Pardal. Ao final do primeiro tempo, Harada empatou e empatados os times foram para o intervalo.

O segundo tempo parecia que o Dunguere chegaria lá, mas foi o Fiorella que abriu 5 a 3, duas vezes com César. O que se viu a partir daí foi um festival de erros, de ambos os lados. Com dois gols de diferençam, o Dunguere diminua para 1 gol e deixava o Fiorella abrir 2 gols. Foi assim até o final do jogo, quando Starck fez o sétimo gol do Dunguere logo depois de Van-Van ter feito o oitavo do Fiorella. Placar final: 8 a 7 Fiorella, e uma ótima apresentação do Dunguereguede, que não contou novamente com a sorte.

Com o resultado o Fiorella está praticamente classificado – tem 14 pontos – e assume pela primeira vez a vice-liderança do campeonato. O time mostra a ascensão na tabela – depois da derrota para o MachuPichu na primeira rodada, foram 4 vitórias e 2 empates – mas ainda não mostrou um futebol tão convincente. Mas aos poucos o Fiorella foi chegando. E parece que chegou mesmo.

MachuPichu passeia contra frágil Bad Boys


Havia um ar de WO nos momentos que antecederam Bad Boys x MachuPichu. Isso porque as duas equipes não sabiam se contariam com 7 jogadores para iniciar a partida. Na hora do jogo, tudo se resolveu e ambas tinham até um reserva.

Como de praxe nos jogos do Bad Boys, o adversário foi pra cima e começou marcando com Xanxo. Já eliminados, os jovens do Bad Boys se viraram como puderam, com destaque para Pina, Martins e Weed, sem contar o goleiro Luiz Eduardo, que evitou uma goleada maior já no primeiro tempo. Em compensação, nos minutos finais da partida, resolveu ir jogar na linha prometendo que ia dar carrinhos para machucar. No primeiro lance dele acabou expulso. Já tinha amarelo, mas tomou direto o vermelho. Com isso, ele está fora dos dois próximos jogos do Bad Boys. Ou seja, foi a despedida do bom goleiro do Bad Boys do III Chuteira, já que o time está eliminado e tem apenas mais dois jogos a cumprir.

Jogo ganho e fácil nas mãos, era uma obrigação ao MachuPichu golear de muito. Danilo entrou em campo dizendo que ia se consagrar, mas o que se viu do jogador que destruiu o Roleta Russa na rodada anterior foi falta de vontade e muitos gols perdidos. De tanto atacar, o MachuPichu foi construindo o placar. Ao final, 9 a 2, com gol de Danilo aos 25 minutos. Foi só ele marcar o último gol do time que o árbitro encerrou a partida. Esperava ele pelo tão esperado gol de Danilo? A torcida do MachuPichu já estava irada com o jogador, o chamando de dorminhoco, pipoqueiro e outras coisas mais.

Em noite que prometia ser de Danilo, quem brilhou foi Renato, que marcou 3 gols, um deles um golaço, e garantiu a estrela de melhor em campo. Ao Bad Boys, resta a chance de tentar algo contra o Dunguereguede na oitava rodada. Ali veremos quem será o pior time do campeonato. Já o MachuPichu chega a 12 pontos, terceiro colocado com um jogo a menos. A Matemática diz que uma vitória em 3 jogos garante o time na próxima fase. Eis o objetivo do time no sábado dia 28 de abril contra o Joga 13.

Últimas rodadas prometem muita emoção


Ninguém esperava que o III Chuteira chegasse à reta final com 8 times tentando uma das 6 vagas classificatórias. Com a decepção de Bad Boys e Dunguereguede, que não marcaram ainda nenhum ponto, a pontuação para classificação, antes do campeonato estimada em 13 pontos, aumentou. Atualmente para se ter certeza de classificação apenas com 16 pontos, o que coloca só o SNG como já classificado. Assim, são 7 times para 5 vagas.

Fiorella soma 14 pontos; Acidus e MachuPichu têm 12 pontos, mas este último tem um jogo a menos; Roleta está com 11 pontos e, com 10 pontos, temos Assurra, Joga 13 e Equipe Bróder.

A oitava rodada promete ser a mais acirrada de toda a competição. Isso porque os 2 times desclassificados jogam entre eles, o que coloca em confronto direto as outras 8 equipes. Fiorella enfrenta o líder SNG; Joga 13 joga tudo contra MachuPichu; Assurra terá sua revanche (perdeu a final do II Chuteira) contra Equipe Bróder, podendo acabar de vez com as ambições do time bicampeão; e, finalmente, Acidus contra Roleta, uma velha rivalidade que terá pela primeira vez um confronto no Chuteira, e já num jogo de vida ou morte para os dois times... Quem gostar de futebol não pode deixar de estar no PlayBall no sábado dia 28 de abril a partir das 14.30h. A tarde promete...
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