Seu novo uniforme é de PR1MA! Facilitamos a sua vida!

    Agilidade e comodidade para você focar apenas no que importa... o seu time! @pr1masports e (11) 99210-4656

    Veja mais

Notícias de 16/09/2009



VIII CHUTEIRA DE OURO: 1ª RODADA: GRUPO A:

Joga 13 2 x 2 Bengalas

CAMPEÃO INICIA LUTA PELO BI COM EMPATE DIANTE DO 13


Por Renan Lamarck

Logo na abertura da 8ª edição do Chuteira de Ouro, um grande confronto: o atual campeão abriu a temporada enfrentando seu algoz Joga 13. E, sem nunca ter vencido o 13, o Bengalas escapou de mais uma derrota após abrir 2 x 0 e levar o empate no segundo tempo. Partida marcada pelo equilíbrio, acabou dividida em um tempo dominado por cada time, na primeira metade o time de Bizu foi melhor, no entanto, no segundo tempo o 13 reagiu e por muito pouco não deixou a quadra com os três pontos. A estréia de Alemão e Felipe mostrou um time que sabe contra-atacar, mas que pecou no passe final.

Antes de rolar a bola o sempre político e simpático Bizu cumprimentou todos os jogadores adversários. Segundo declarou o capitão do Bengalas, o Joga 13 é o grande rival de sua equipe dentro do Chuteira. Outra figurinha carimbada presente foi Ritolê, que com um novo corte de cabelo tentaria mostrar que continuava o mesmo goleador. Ele só não contava com uma baita atuação do zagueiro Guma.

Com poucos minutos de bola rolando Salvador fez falta em Doce no meio de campo e tomou o cartão amarelo. No entanto, com um homem a mais e apesar da insistente cobrança de Caieiras, o 13 não conseguia ameaçar o gol defendido por Baki. Já com sete contra sete dentro de quadra, Ritolê foi lançado na esquerda, ao seu estilo, tentou o drible para cima de Guma, mas o zagueiro estava esperto e fez o desarme limpo dentro da área. Na seqüência, o 13 armou um rápido contragolpe: Doce partiu pelo meio, abriu espaço na defesa e chutou para o gol. Baki segurou firme no meio do gol.

Pouco depois, Luis Fernando avançou pela direita e bateu cruzado, a bola viajou rente ao chão e morreu no fundo do gol de Caieiras. O Bengalas abria o placar. Em desvantagem, o 13 foi imediatamente para cima do rival. Calado tabelou com Daniel, mas na hora da conclusão foi travado por Vini.

O primeiro tempo era do Bengalas, não havia dúvidas, e em contra-ataque rápido, do jeito que o time agora branco (o campeão mudou o uniforme para branco com detalhes em amarelo) gosta, em que eram três homens contra apenas um defensor do adversário, Luis Fernando foi ao ataque pela direita mas demorou muito a tocar a bola para Ritolê, pois, quando enfim tocou, o R9 se enrolou todo dentro da área e perdeu o gol. Pouco depois, aproveitando os vacilos da marcação trezera, Luiz Eric saiu driblando do campo de defesa, deixou dois marcadores para trás, e, cara a cara com o arqueiro, tentou mais um drible e acabou perdendo o ângulo para a conclusão, desperdiçando chance clara de gol.

Contudo, ainda na primeira etapa o melhor jogo do Bengalas valeu mais um gol para a equipe. Vini recebeu na esquerda, cortou a marcação de Alemão e bateu firme para anotar 2 x 0.

Na segunda metade do confronto, foi notável a mudança de postura por parte do 13, pois assim que a bola rolou Baki foi obrigado a fazer um milagre depois de cruzamento feito por Guma. Na seqüência o 13 continuou em cima do rival. Alemão serviu Choco na entrada da área, e o bom meia, que jogou de pivô em muitos momentos, não perdeu e diminuiu a desvantagem para 2 x 1.

Seguia o segundo tempo, e o jogo havia mudado completamente de panorama. Agora era o 13 que mandava na partida, tanto que Daniel, em contra-ataque, e Rodrigo, com uma bomba de longe, quase empataram a partida. De tanto pressionar o Bengalas, a equipe amarelo-negra chegou ao empate com o camisa 10, Doce. E foi um golaço. Daniel arrumou a bola para Doce, que ajeitou para o pé direito e mandou um tiraço de trás do meio de campo que foi morrer quase no ângulo direito de Baki, que ainda chegou a tocar na bola.

O jogo ficou mais aberto e ambos puderam fazer o terceiro gol e selar a vitória, mas os ataques erraram demais. Pelo Bengalas, nas conclusões. Pelo 13, nos passes finais aos atacantes. Felipe e Alemão cansaram de esticar demais toques para Daniel e Choco, facilitando o trabalho da perdida zaga bengalana. Nos minutos finais houve muita reclamação por parte das duas equipes, que xiavam de qualquer marcação dos árbitros, mais por nervosismo de tomar um gol do que com razão. Nisso saíram mais dois amarelos, para Fino e Zequinha, que se estranharam no meio de campo. E a bola do jogo talvez tenha estado nos pés de Alemão, que recebeu dentro da área, mas Baki apareceu para realizar grande defesa, defendendo chute após o meia ter cortado o próprio antes de finalizar. O Bengalas não deixou barato e, com Vini, carimbou o travessão do arqueiro Caieiras. Mas acabou por aí, numa igualdade em 2 x 2 justa.

VIII CHUTEIRA DE OURO: 1ª RODADA: GRUPO A:

Estudiantes de la Vila 2 x 4 Equipe Bróder

EB LARGA BEM COM VIRADA SOBRE ESTUDIANTES


Por Renan Lamarck

Mal havia começado o confronto e a defesa do Estudiantes tratou de dar um presente para Lapa. Lê Raito saiu jogando errado próximo a sua área, Lapa dominou de frente para o gol, buscou o ângulo superior direito, mas acabou chutando a bola para fora. Pouco depois, quem chegou com perigo foi o Estudiantes. Iram avançou pela esquerda do ataque e chutou cruzado para anotar 1 x 0.

Seguia corrido o confronto. As duas equipes tentavam armar jogadas na velocidade, e mais uma vez o Estudiantes de La Vila teve boa oportunidade. Vitinho trabalhou a bola no meio e tentou o tiro pro gol, a defesa da EB rebateu e a pelota sobrou nos pés de Bahia, jogador estreante no Chuteira e grande esperança do manager Caio para a competição, que, contudo, chutou para fora e desperdiçou o que seria o segundo gol.

Porém, pouco depois, o time da Vila Leopoldina foi ao ataque para ampliar a vantagem. O mesmo Bahia dominou no meio, corto para dentro e acertou uma pancada rasteira no cantinho para se redimir do gol perdido anteriormente, e ampliar a vantagem. Parecia que desta vez o time de Caio, o “glorioso”, como seu manager e capitão o chama, deslancharia.

Entretanto, ainda na primeira etapa, os Broders, que até então não faziam uma boa partida, começaram a reação. Falta na ponta esquerda, próxima à área do goleiro estreante Porps, ex-Diabos e Tosco, foi cobrada com violência para espalmada do goleiro, mas a redonda sobrou limpa nos pés de Gabriel Borges, que tocou no canto para recolocar a EB no jogo.

Rolou a bola na etapa complementar e os Bróders partiram com tudo para cima do Estudiantes. Lapa arriscou da intermediária, o goleirão fez o golpe de vista – errado – e teve de ver a pelota morrer no fundo do gol, empatando o pleito. O time de La Villa esboçou uma reação e atá assustou o gol adversário em chute do meio de campo, no entanto a partida já estava mais para a EB. Lapa, sempre ele, recebeu lançamento do campo de defesa, matou no peito e, mesmo marcado pelo zagueiro, virou um lindo voleio. O arqueiro fez boa defesa e ainda dividiu com Fabinho para evitar a virada.

Sentindo o bom momento, a EB continuou martelando o adversário em busca da virada. E teria alcançado se não Porps voar ao estilo Gordon Banks para realizar uma incrível defesa após cabeceio no cantinho inferior direito do gol. Também acreditando na vitória, o Estudiantes respondeu. O bom camisa 32, Bahia, ganhou dividida no meio e rolou a pelota para Lê Raito bater de primeira. Para sorte da EB, a bola desviou e saiu sem perigo.

Jogando melhor no final de partida e contando com uma tarde de bom futebol de Lapa, os Broders, enfim, viraram o jogo. O próprio camisa 10 ajeitou a redonda para Marcelinho chutar de primeira pelo lado direito e ver Porps espalmar para escanteio. Porém, na cobrança, bola lançada na área, Gabriel Borges subiu e desviou de cabeça para enfim virar a partida.

Parece que o gol deixou atordoado o time do Estudiantes, pois em seguida, nos poucos minutos que restavam, a EB teve tempo para anotar mais um. Marcelinho foi ao ataque pela esquerda, costurou a defesa adversária e bateu sem chances para Porps, dando números finais à estréia de ambos na competição. Equipe Bróder 4 x 2 Estudiantes de La Vila.

VIII CHUTEIRA DE OURO: 1ª RODADA: GRUPO B:

SNG 6 x 0 Fora de Série

SNG NÃO PERDOA E ENSACOLA FORA DE SÉRIE


Por Renan Lamarck

O embate entre SNG e o Fora de Série marcou a volta de Renê, artilheiro do SNG afastado desde março por uma lesão no joelho. Provavelmente animados pela volta de seu grande craque, artilheiro, manager e presidente, o SNG não tomou conhecimento do adversário e atropelou o Fora. Um massacre por incontestáveis 6 x 0.

Rolou a bola e com menos de 2 minutos Tejeda abriu o placar para o SNG. O camisa 10 fez bela joga individual, deixou dois marcadores para trás e chutou cruzado para anotar vencer Goku. Pouco depois, aproveitando a visível instabilidade que tomou conta do Fora de Série, os bicampeões do Chuteira foram para cima e Tejeda de novo marcou o segundo, para a grande vibração do companheiro Biro. 2 x 0 e Renê sentado no banco.

Depois de longos meses fora de combate – e um placar relativamente confortável –, o presidente Renê finalmente voltou a campo em jogos oficias com a camisa do seu tão querido SNG. Entretanto, praticamente sem tocar na bola, o camisa 11 fez falta em Argentino e tomou logo um cartão amarelo. Voltou ao banco para cumprir a suspensão.

Se no primeiro semestre de 2009, ou seja, no último Chuteira de Ouro, o Fora de Série fez uma grande partida contra o SNG e venceu bonito por 3 x 0, desta vez aconteceu o oposto. O time de Clebão e Rica parecia desnorteado em campo. Aproveitando o mau momento adversário, o SNG marcou o terceiro. Pela direita, Memé recebeu e girou o corpo, já chutando a bola para o fundo da rede.

Renê voltou a campo e tentou sem sucesso trabalhar uma jogada dentro da área. Foi a vez do Fora de Série armar contra-ataque com o zagueiro Rica que terminou em grande defesa do goleiro Sampa, até então espectador. Na seqüência o SNG estourou o limite de faltas por período. Com isso o Fora teve um tiro de 9 metros para cobrar. Era a chance real de voltar ao jogo. Rodrigo Cunha foi para a cobrança, ele x Sampa. Na hora do chute, Sampa cresceu para cima do atacante azul, que mandou a bola longe do gol. A melhor chance do Fora era desperdiçada.

Ainda na primeira etapa o SNG continuou exibindo seu melhor jogo. Biro, um dos melhores em campo, aplicou um plástico drible da vaca no adversário, avançou até a linha de fundo e cruzou para Renê. O presidente bem que tentou marcar de cabeça, mas a bola veio sem velocidade e ficou fácil para o goleiro Goku.

Já na etapa complementar, o SNG não relaxou e voltou com tudo disposto a matar de vez o jogo. Em jogada de escanteio, Grillo, de volta ao Chuteira, lançou a bola na cabeça de Leo, aquele que era do Pagalanxe, dentro da área para uma testada firme e o quarto gol da partida. Pouco depois de Rodrigo Cunha deixar a quadra machucado e carregado pelos companheiros, outra vez chegou com perigo o bicampeão. Lucas se antecipou à marcação após lateral cobrado e chutou para o gol. Goku apareceu bem para fazer uma ótima defesa.

Atordoado, o Fora saiu jogando errado no campo de defesa. Cesinha deu um presente nos pés de Renê. O artilheiro que estava louco para marcar em seu retorno e encheu o pé, contudo, mais uma vez Goku apareceu para espalmar a bola, que ainda explodiu no travessão.

Mesmo com a boa atuação de Goku, que já havia evitado ao menos dois gols, o Fora não era páreo para o adversário. Renê fez o pivô na entrada da área, rolou na direita para Leo chegar chutando de prima. Chute cruzado que beijou as redes. 5 x 0. Pouco depois, o camisa 11 do SNG apareceu novamente na área adversária. Ele recebeu a bola livre, mas antes de bater Rica apareceu para desarmar.

Parece que Rica não queria mesmo deixar Renê marcar o dele em seu retorno, pois, no lance seguinte, a bola foi cruzada na área em direção a Renê. No entanto, antes de chegar a ele, que fatalmente faria o gol, Rica se antecipou e, na intenção de salvar o gol, marcou contra. Placar final, indiscutíveis 6 x 0. Renê ainda teve tempo de tomar um cartãozinho azul, fato que o tirou do jogo nos momentos finais, mas nada que pudesse atrapalhar o brilho da vitória em ritmo de “3 vira, 6 acaba” do SNG e a liderança do Grupo B.

VIII CHUTEIRA DE OURO: 1ª RODADA: GRUPO A:

Acidus 7 x 2 The Veras

ACIDUS ACELERA SOBRE VERAS E GOLEIA

É notório que no último Chuteira de Ouro, Acidus e The Veras tiveram trajetórias opostas: enquanto os fluorescentes tiveram um início avassalador e depois perderam fôlego, os azul-grenás começaram hesitantes e, na bacia das almas, engataram uma série de quatro vitórias – incluindo uma lendária sobre o próprio Acidus, na última rodada da fase de grupos – que os levou às semifinais do torneio. Em comum, além da irregularidade na campanha, o fato de ambas as agremiações terem sido eliminadas pelo campeão Bengalas.

O jogo teve início e, nos primeiros 10 minutos, o que se viu foi um The Veras melhor em campo, apostando mais nos contra-ataques do que no jogo ofensivo. Mesmo desfalcado dos habilidosos Victor Petreche e Kinho, as válvulas de escape do time, o time conseguiu manter o ritmo cadenciado e acelerar quando precisou. Assim foi que, após tabela entre Pedro e Nico, a bola caiu para o artilheiro João Claudio girar o corpo, deixar Raphão na saudade e finalizar forte e cruzado, de canhota, para abrir o placar. O gol pareceu aturdir o Acidus, que ainda assistiu Diego salvar um gol certo do inspirado João e Ronei se esticar todo e tirar uma bola praticamente sobre a linha do gol, em chute desferido pelo mesmo João.

Os sustos, contudo, serviram para acordar a equipe amarelo-limão. Sob a batuta de Ronei e contando com a velocidade da dupla Philip e Robinho, a equipe não demorou para assumir o controle do jogo. Após lançamento primoroso do campo de defesa de Ricco nas costas da defesa verense, Philip tentou dominar e, mesmo não conseguindo, surpreendeu Benga e, por cobertura, empatou o jogo com um golaço. “Foi proposital, chutei no gol mesmo”, teria dito Philip para alguns. A partir daí, não se sabe se o que se viu foi um blackout do The Veras ou um combo de golpes de um insaciável Acidus. Do empate aos 13 minutos ao fim do primeiro foram mais quatro gols do Acidus. Ronei precisou chutar duas vezes para vencer Benga e anotar o segundo. O mesmo Ronei fez o terceiro. Em seguida, foi a vez de Kirk aprontar das suas em sua volta ao time: fez a jogada e deu bola açucarada para Marquinhos tocar por debaixo das pernas de Benga e, no apagar das luzes da etapa inicial, completou tabelinha com Richard e encerrou a conta em 5 x 1 na primeira metade de jogo.

Pelo The Veras, o matador Moura entrou adormecido e nem mesmo a volta de Cássio Japa, após 5 meses de ausência, foi capaz de dar estabilidade ao meio de campo da equipe, apesar de sair dele a maioria das jogadas ofensivas e ser o ponto forte do ataque com os tiros de longa distância. No intervalo, a conversa entre os atletas verenses foi ríspida. Afinal, não era seu capitão Pedro que dizia que seu time não tinha vindo ao campeonato a passeio? No Acidus, a ordem era manter o ritmo e continuar aproveitando o branco do time adversário e colocar os zagueiros para correr.

O segundo tempo foi de uma equipe desesperada em busca de gols contra outra tranqüila e ciente dos atalhos para se administrar uma larga vantagem. O esforço dos atletas do The Veras foi notável, é verdade. Diego foi obrigado a mostrar toda sua classe, fazendo uma seqüência de 3 ou 4 defesas monumentais. Chutes de Japa nos cantos e lá estava Diego para pegar com tranqüilidade. E, de tanto martelar, o Veras conseguiu seu golzinho. O mesmo Japa, arriscando de longe, contou com o desvio da zaga para diminuir o massacre: 5 x 2. O Acidus, então, deixou a indiferença de lado e resolveu matar de vez a partida, com mais dois gols. No sexto deles, Raphão pintou uma obra prima ao roubar na defesa, passar sem problemas por todo o time do Veras, inclusive o goleiro Benga, e tocar para o gol vazio. Na comemoração, agradeceu a reverência de toda a equipe, que do banco de reserva aplaudia sem parar o belíssimo gol. Philip deixou mais um e encerrou a goleada, que também lavou a alma do Acidus, que nunca tinha vencido o Veras em jogos oficiais.

Na saída de campo, visivelmente irritados, os jogadores da equipe derrotada deixaram claro que a atuação foi inadmissível: "Esse não é o The Veras. Individualmente, por incrível que pareça, até fomos bem. Mas coletivamente, que é o nosso forte, fomos um absoluto desastre", disse Pedro, para depois completar: "Jogar nesse campo grande é sempre muito bom. Exceto quando você enfrenta um time com o contra-ataque que o Acidus tem. Eles têm uns três Usain Bolts no time". E olha que nem Barata nem Isaac jogaram. Já o Acidus, feliz pela estreia de gala, deixou a melhor das impressões e mostra-se mais uma vez preparado para encarar um grupo difícil.

VIII CHUTEIRA DE OURO: 1ª RODADA: GRUPO B:

Arouca 5 x 1 C. A. Perus

AROUCA NÃO PERDOA E MATA PERUS JÁ NO PRIMEIRO TEMPO


Por Luiz Felipe Fernandes

O duelo entre Arouca e Perus representava a ascensão obtida de duas formas distintas. O Arouca fez belíssima campanha na 1ª fase do I Chuteira de Prata, terminando, inclusive, na primeira colocação da tábua classificativa, porém acabou eliminado no mata-mata pelo Primatas em um jogo impróprio para cardíacos. Já o Clube Atlético Perus foi a sensação do III Festival Bola na Rede, consagrando-se campeão do torneio e, consequentemente, avançando à divisão de elite do Chuteira, em virtude de nova regra criada para este último Festival.

Apesar de termos os primeiros minutos de jogo com os times de estudando um ao outro, não tardaria muito para o Arouca mostrar de fato a que veio. A primeira chance do jogo foi, apesar de tudo, do Perus, com Rodrigo Rosa desperdiçando boa chance mandando a bola na lua em cobrança de falta. No entanto, a partir de então só daria Arouca, começando com Vitão mandando um balão da área defensiva para a ofensiva, Veloz por pouco não surpreende o goleiro de cabeça.

Alguns minutos depois viriam os gols. Muitos deles, por sinal. O escore foi aberto com Veloz, que dessa vez não desperdiçou e embalou um habilidoso chute cruzado rasteiro, sem chances para o goleiro Andrade. Poucos instantes depois, o endiabrado atacante da camisa 11 arrancou em velocidade (sem trocadilho) pelo flanco esquerdo e tocou no meio para Gothardo apenas escorar para o fundo das redes. 2 x 0 e vem mais por aí!

A partida era absolutamente dominada pelo Arouca. A equipe de amarela e azul continuava demonstrando suas grandes virtudes do semestre anterior: a intensidade defensiva e a altíssima velocidade de contra-ataque. O terceiro tento foi concretizado por Bruninho Cunha, com um colocado chute no cantinho direito do goleiro peruano. Nesse meio-tempo, Ricardo Barbosa costurou pela faixa esquerda de campo, armou para a destra e soltou o pé. Maurício, o M1, caiu para fazer uma boa defesa e manter a extensa vantagem em favor dos meninos da gráfica.

Com a apatia dos azuis e pretos vigorando, o Arouca, inspirado, aproveitava. Nesse cenário veio o quarto gol e, certamente, o mais bonito deles. Gothardo, sempre ele, pegou um belíssimo voleio, aproveitando o pingo da pelota. O arremate, executado com grande força, diga-se de passagem, era de certo indefensável para o pobre goleiro.

O quinto e último gol dessa primeira metade de jogo viria logo a seguir. Veloz, novamente ele, aproveitou rebatida do goleiro azul em chute fraco de Mineiro na entrada na área, não perdoando no rebote e sacramentando o placar do primeiro tempo, encerrado poucos minutos depois. Arouca 5 x 0 jogando um futebol digno da Série Ouro.

Na segunda etapa, o que pudemos observar foi um Arouca que, como não poderia deixar de ser, diminuiu bruscamente o seu ritmo ofensivo, frenético na metade inicial. O Perus, por sua vez, tentava de qualquer forma se encontrar em campo, tentando melhorar a criatividade ofensiva de seu ataque, extremamente ineficiente na partida. O que se viu foi um jogo menos destoante, os amarelos do Arouca continuavam seguindo sua natureza ofensiva, embora como já dito, em menor intensidade. De forma que os amarelos não conseguiram marcar mais gols. O Perus conseguiu, enfim, o de consolação. Rodrigo Rosa arrancou pelo flanco direito, passou pelo zagueiro e mandou forte cruzamento rasteiro para o centro da área. A redonda desviou no meio do caminho e foi para o gol. Arouca 5 x 1 Perus.

VIII CHUTEIRA DE OURO: 1ª RODADA: GRUPO B:

Treinadores do Braz 2 x 2 Primatas

REVANCHE DA FINAL DA PRATA ACABA EM EMPATE


Por Luiz Felipe Fernandes

Quem não se lembra do Treinadores e Primatas válido pela sétima rodada do Chuteira de Prata passado? Aquele 4 x 3 para o Treinadores, cheio de emoção e, por que não?, confusão ao fim da partida. Ou então, aliás, principalmente, como não se lembrar da finalíssima daquele mesmo Chuteira de Prata? Ali veio o troco do Primatas, que venceu por 5 x 4 e ficou com o título.

Pois bem, o mesmo jogo repetir-se-ia na 1ª rodada da Série Ouro. E como não podia deixar de ser, esteve cercada de expectativa. Afinal, como se comportariam campeão e vice da prata no “front” do Chuteira de Ouro? Os TdB já sabem o que é estar na Ouro, resta saber como a equipe alva liderada por Vitinho e Fenômeno se postaria contra os jurássicos da competição. Pelo lado do Treinadores, viu-se no decorrer da semana que antecedeu o já clássico certa ansiedade pela vingança. E a maior “vítima” era Orley, o polêmico. Os ânimos já apontavam que não seria um encontro dos mais políticos. E para piorar a situação, antes mesmo de a bola rolar a polêmica envolvendo as cores dos uniformes dos times já se instaurou. Ambos brancos, quem jogaria de coletes? No fim das contas, sob muita irritação de Peruca, o time do Braz teve de abdicar de sua camisa original (estreando uniforme novo) e jogou de coletes. Era o começo de mais uma guerra futebolística.

Com o trilar do apito do professor, a cancha principiou-se de forma alternada. Primeiramente Guerrero foi desarmado por Leandro, que rapidamente bateu para o gol. No entanto, o arremate saiu fraquíssimo, passando ao lado da meta de Vitinho sem perigo algum. Já pelo lado dos símios, o encapetado Rafinha arrancou no campo de ataque e bateu de perna esquerda, também ao lado, também fraco, também sem perigo.

Não tardou muito para que os lances de perigo efetivo começassem a surgir. Rafinha, novamente ele, aproveitou falha de Juba, que perdeu o tempo de cabeceio em bola pingando na defesa, e cruzou rasteiro para o meio da área. Gui Fenômeno, sempre bem posicionado, tinha a faca e o queijo na mão para abrir o placar. Contudo, o centroavante não acertou a bola e perdeu a chance. Como quem não faz leva, Juba correu para cobrar falta na intermediária poucos instantes depois. O treinador-capitão tomou distância e soltou a paulada. A bola foi venenosa no cantinho direito de Vitinho, que acabou aceitando o arremate. Placar aberto e muita vibração dos ex-azuis jogando de coletes... azuis.

Em desvantagem, era hora dos macacos albinos partirem para cima. Nisso, ocorreu um lance no mínimo curioso. Rafinha tentou cavar falta no campo de ataque mergulhando nada discretamente em dividida, o árbitro do jogo nada marcou. Tudo certo se não fosse pelo verdadeiro “piti” armado pelo professor. O rechonchudo apitador bradou a plenos pulmões com o camisa 10: “LEVANTA AE!!! VAMOS JOGAR!!!” De tanta irritação, dava para ver sua franjinha “emo” balançando raivosamente enquanto seu rosto enrubescia.

Logo após o chilique do condutor, foi a hora do goleiro João Lucas mostrar a que veio. Ele fez duas importantes defesas em poucos minutos, segurando a pressão adversária. Primeiro defendeu um belo voleio à queima-roupa de Gui Fenômeno, em seguida pegou com reflexo cabeçada perigosa de Orley, que subiu no quarto andar em cobrança de escanteio.

Com o jogo esquentando em jogadas mais ríspidas por parte do Treinadores, não era difícil imaginar que esquentariam também os ânimos. Após falta em Gui Fenômeno, alguns jogadores do TdB foram tirar satisfações com o atacante, que por sua vez se invocou e retrucou as ofensas. Nisso, não mais do que de repente, a confusão estava armada. Peruca e Gus se exaltaram além do que deviam e foram amarelados pelo agora calmo juiz.

Instantes depois, mais gols. Juba, inspirado, acertou um verdadeiro golaço no ângulo de Vitinho, que dessa vez nada pôde fazer. No entanto, poucos segundos depois Nando faz boa jogada individual e com uma bela conclusão diminui a vantagem dos Treinadores. 2 x 1 e fim de primeiro tempo.

Já na etapa derradeira, o que vimos foi um jogo em uma toada mais burocrática. Muitas chances alternadas, chutes cara a cara, de longa distância, cabeceios, algumas boas defesas, no entanto, sem perigo absoluto. Destaque para uma bola na trave de Moisés e um chute no travessão pelo lado do Primatas, que pressionava vorazmente em busca do empate. No lado contrário, Índio buscava sempre jogadas de perigo no ataque, enquanto Binho chutou cruzado com muito perigo à meta de Vitinho.

Minutos depois, veio a redenção. Após sofrer dura entrada, Rafinha cai na área e é marcada penalidade máxima em favor dos Primatas. Na cobrança, Litho bate com categoria e, enfim, empata a batalha. Com os minutos finais se aproximando, quem chegou mais perto do terceiro gol foi o Primatas. Rafinha desperdiçou uma ótima chance ao chutar pelo lado uma bola cara a cara com João Lucas. Mas ficou mesmo no empate, e o gosto de o Primatas ter estragado mais uma vez a festa do Treinadores, que saiu reclamando muito do pênalti marcado pela arbitragem.

VIII CHUTEIRA DE OURO: 1ª RODADA: GRUPO B:

Roleta Russa 5 x 4 Kadência

ROLETA VENCE KADÊNCIA EM SEU RETORNO À SÉRIE OURO


Por Luiz Felipe Fernandes

O jogo entre Roleta Russa e Kadência prometia fortes emoções. De um lado, um dos mais tradicionais times do Chuteira retornando à Série Ouro, após reestruturação e bela campanha no Chuteira de Prata, apesar de não ter conseguido levar o caneco ao ser eliminado pelo Treinadores do Braz na semifinal. Do outro lado, o Kadência que, apesar de não cair, também tenta se recuperar da insatisfatória campanha do semestre passado, onde não conseguiu defender o título com louvor. Era, sem dúvida nenhuma, um duelo de gente grande, e as equipes não deixaram por menos, protagonizaram um jogaço de bola realmente emocionante.

Logo de cara, o Roleta mostrou que não estava de brincadeira. Renato, goleirão do Kadência, foi obrigado a fazer importante defesa logo na saída de bola, em chute de fora da área. No entanto, o Kadência logo mostraria também a que veio. O bom e velho Paulinho aproveitou bobeada da defesa e mandou para o fundo das redes.

Se Paulinho parecia inspirado, Bruno também não deixava por menos. O camisa 13 do Roleta pouco tempo depois empatou a cancha com um belo chute rasteiro após desarmar no flanco direito de seu campo de ataque. 1 x 1 e o jogo estava apenas começando. Bruno teve, ainda, mais uma chance após bater com força no alto do gol de Renato, que teve que se esticar todo para realizar a defesa.

Algum tempo depois, veríamos mais uma rodada do duelo Paulinho x Bruno. O primeiro pôs novamente os vermelhos em vantagem ao aproveitar lançamento da defesa e arrematar de prima. O segundo empatou novamente a cancha, agora meio sem ângulo, mas conseguindo finalizar com categoria. 2 x 2! O pingue-pongue de oportunidades não parava, Gian fintou pelo flanco direito e bateu, a bola acabou por passar com muito perigo à meta de Tavinho. Pelo lado do RR, Preto arriscou de muito longe, sem grandes perigos ao gol de Renato.

Minutos mais tarde uma pequena pressão do Kadência: na primeira tentativa, Ronan, cara a cara, bateu para o gol, mas Tavinho esticou o pé com reflexo para fazer grande defesa. Já na segunda e terceira tentativas, a sorte do Roleta não foi a mesma. Danilo fez o terceiro, em jogada na área, e Paulinho, sempre ele, fez o quarto após fintar o zagueiro e finalizar com categoria. Kadência 4 x 2 e fim de primeiro tempo.

A etapa final, pode-se dizer, foi mais estudada, mais truncada, no entanto, nenhum dos times jamais se desligou da partida. Em especial o Roleta que, em momento algum, desistiu de correr atrás do prejuízo. E a abnegação surtiu efeito, Bruno diminuiu de novo a diferença após receber lançamento e estufar as redes do goleiro Renato. Tempos depois, Bruno cobrou falta com certo perigo por cima da meta, enquanto Gian, do Kadência, chutou cruzado rente à trave de Tavinho.

Minutos depois, o empate: Baru cobrou lateral na cabeça de Edelcio, que não desperdiçou e executou bem a jogada pelo alto. 4 x 4 com muita garra. O Kadência, por sua vez, não sossegava. Paulinho arrancou, aproveitou a saída ruim de Tavinho da meta, e quando o quinto gol dos vermelhos parecia iminente, Salada apareceu com precisão para salvar a pátria roleta. Se Paulinho perdeu, Bruno não perdoou e sacramentou a heróica virada com um chute da entrada da área após Salada escorar cobrança de escanteio. E esse era o final de um belíssimo jogo. Na próxima rodada o Roleta pega o Bacana, enquanto o Kadência tenta a recuperação perante o MachuPichu.

VIII CHUTEIRA DE OURO: 1ª RODADA: GRUPO B:

Fiorella Brasil 3 x 0 Bacana

Em breve.



II CHUTEIRA DE PRATA: 1ª RODADA: GRUPO B:

DPgamos 2 x 5 Babilônia

BABILÔNIA VENCE COM TRANQUILIDADE DPGAMOS


Por Luis Fernando Saninana

Babilônia e DPGamos abriram o Grupo B do II Chuteira de Prata. Daniel Fischer e seu irmão Denis resolveram sair do Basicus e retomar um projeto do caçula de faculdade. Resgataram o time que tinha uma vitória em seu currículo! E, como se viu depois do jogo diante do Babilônia, permaneceu com só ela mesmo. O DPGamos debutava na competição e a grande pergunta era: esse time entra para ser um saco de pancadas ou vai surpreender a todos e brigar pelo acesso?

Bola rolando e o Babilônia abriu o placar aos 5 minutos com Rodriguinho, depois de Daniel já ter feito duas boas defesas. Antes que o segundo gol saísse, percebia-se que o DPGamos conseguia se defender mas tinha pouca força ofensiva. Os poucos chutes contra o gol de James eram mandados para fora, bem fora. Sem reservas, parecia que seria questão de tempo para a equipe de Daniel se transformar no sparring do campeonato, pois era só pressão do Babilônia. Vini Love recebeu na esquerda, entrou na área, mas não contava com a bela saída de Daniel, que tirou lindamente de seus pés. E o Babilônia viu que o lado esquerdo era o caminha da mina e por ali tentou mais uma vez. Gatorade (sim, é apelido do camisa 17, Rafael, do Babi) recebeu livre na meia e bateu cruzado. Mais uma vez o arqueiro fez grande defesa, mas agora com os pés. Parecia que o DPGamos estava sentindo o peso da estréia, ou a falta de pernas, ou a falta de conjunto, ou tudo isso junto. O time saiu jogando errado e Vini Love avançou pelo meio e chutou. A bola passou por Fischer, mas não pelo zagueiro, que salvou em cima da linha. A pressão era tanta que em uma cobrança de lateral pela direita o Babilônia ampliou o placar. Clébão pegou de primeira da entrada da área, a bola passou por baixo do pé de Daniel, que nada pode fazer diante do povoamento em sua área. E dá-lhe Babilônia. Alex Dias dominou na meia direita e bateu firme no canto alto esquerdo do goleiro para fazer 3 x 0. O Babilônia se sentia tão à vontade que se deu ao luxo de ficar tocando a bola na frente do gol. Em uma dessas trocas de passes, Alemão acertou a trave esquerda do gol.

No segundo tempo, para o Babilônia bastava administrar o placar conquistado diante da ineficiência ofensiva do DPGamos. Já este tinha o intuito de fazer de sua estreia a “menos pior” possível. Mas foi o Babilônia que foi pra cima. Rodriguinho avançou pelo meio e buscou o ângulo direito de Fischer, que usava uma bela camisa roxa, mas a bola foi para fora. O primeiro lance de perigo do DPGamos no segundo tempo foi com Bob. Ele arriscou um chute cruzado da meia direita, mas a bola se perdeu pela linha de fundo. O jogo ficou equilibrado e em uma descida do ataque do Babilônia Gatorade driblou o goleiro e fez o quarto gol. O time de Daniel não tinha mais forças para reagir, enquanto isso o adversário só tocava a bola. Em mais uma troca de passes no campo de ataque, Vini Love recebeu livre na meia direita e chutou. O zagueiro tentou chegar no carrinho para evitar o gol, mas não conseguiu. Era o 5 x 0.

Goleada decretada, o Babilônia tirou o pé. Com isso o DPGamos aproveitou para pressionar um pouco. Bob dominou na ponta direita e arriscou o chute. James Hunter, bem colocado, fez bela defesa. Bob era o único jogador do DPGamos que conseguia levar perigo e de tanta insistência conseguiu fazer o primeiro gol da equipe na Série Prata. Ele recebeu na meia direita e bateu forte, sem chances para o goleiro. No finalzinho do jogo a zaga do Babilônia saiu jogando errado e Bob aproveitou o vacilo para marcar mais um.

O Babilônia começou bem sua campanha para tentar subir à Série Ouro. Já o DPGamos precisa juntar o cacos da estreia fraca e mostrar que não está na competição apenas para ser só mais uma equipe sem pretensões. Ou pior, ser o saco de pancadas do pessoal.

II CHUTEIRA DE PRATA: 1ª RODADA: GRUPO A:

Ras Time 6 x 4 TCM

EM JOGO DE NOVATOS, RAS TIME SE DÁ MELHOR QUE TCM


Por Guilherme Meireles

Dois times estreantes em Chuteira se enfrentaram abrindo o Grupo A do II Chuteira de Prata. TCM e Ras Time tinham uma coisa em comum: nenhum dos dois conhecia o futebol do outro. E isso levou a um jogo de estudo até que o Ras abrisse vantagem e segurasse o ímpeto do TCM, que tinha 15 jogadores em quadra, e vencesse por 6 x 4.

E o Ras começou melhor, tanto que logo de cara marcou com Guilherme Flash, fazendo jus ao apelido (e não é piada, hein). Um gol assim mexe com as estruturas de uma equipe. Com o TCM não foi diferente, e o adversário soube aproveitar e foi às redes por mais uma vez antes que o time amarelo e preto pedisse tempo para tentar por ordem na casa. Moreno marcou e deu tranqüilidade à equipe alvi-azul de Pedro Vasques, ou Johny, como é chamado.

Logo após o pedido de tempo, o Ras Time voltou a marcar, desta vez com Lopes. Com 3 x 0 no marcador, o time sossegou e foi a vez do TCM pressionar. Daí em diante foi o amarelo que levou mais perigo ao gol adversário, com um volume de jogo bem maior. Uma das chegadas mais perigosas do Ras foi com Rodrigo Dorado, que se mandou pela esquerda, tocou na saída do goleiro e mandou a bola muito próxima da trave, quase ampliando a vantagem. Mas foi o TCM que chegou ao gol, com Ricardinho após chute da esquerda. É importante destacar a grande influência dos goleiros no placar, pois os dois arqueiros fizeram ótimas defesas.

Quando começou o segundo tempo, o TCM continuou no ataque e já perdeu boa chance nos primeiros minutos com Ruffolo, que mandou por cima da meta de Carone. O Ras respondeu com Rodrigo de novo, que recebeu pela ponta esquerda e encheu o pé. A bola desviou na zaga e, ao enganar o goleiro, acabou passando muito perto da trave direita. O jogo ficou equilibrado, mas havia um diferencial entre as duas equipes: a precisão. O TCM até que criava boas chances, mas faltava a finalização em si. A equipe parecia lenta e isso foi irritando a sua torcida, que estava em bom número na quadra 13. Muito por causa disso, o time de Cláudio se perdeu em campo, abrindo espaço para o Ras, que não tinha nada com isso, deitar e rolar! O Ras se deu ao direito de marcar um golaço de letra, com Iasi, que recebeu um belo passe de Johny. Logo depois, Moreno aumentou para 5 x 1 e, não demorou muito, saiu outro golaço: Mau recebeu completamente livre dentro da área e tocou de calcanhar, com muita categoria, para o fundo do gol.

Perdido de 6, perdido de mil, o TCM resolveu reagir. A equipe voltou a ter mais volume de jogo e começou a pressionar. Em um curto espaço de tempo, marcaram três gols, encostando no placar: primeiro, um golaço de Guga, que arriscou do meio da rua e mandou no ângulo. O mesmo Guga marcou o terceiro e, instantes depois, Thiagão recebeu dentro da área pelo meio e chegou tocando para o fundo do gol. E assim acabou a peleja.

II CHUTEIRA DE PRATA: 1ª RODADA: GRUPO A:

Locomotiva Tarja Preta 2 x 1 É Verdadeee

LOCOMOTIVA SE ENCONTRA COM A VITÓRIA APÓS VEXAME NO TORNEIO PASSADO


Por Guilherme Meireles

Estreando técnico novo em uma competição oficial, Lucas, o Locomotiva Tarja Preta entrou em campo para medir forças com o já conhecido É Verdadeee. Adversários de torneio passado, foi o time de Gavião que ficou com a vaga pleiteada pelo Locomotiva na rodada final da primeira edição do Chuteira de Prata. Além de vencer o Roleta e desclassificar o adversário, o É Verdadeee havia ganhado do time de Publius quando se enfrentaram. Era a chance de devolver a derrota. Que de fato veio, suada mas veio com gol de Rodrigo no final do jogo.

O LTP já mostrou para o que veio com muita pressão no adversário logo nos primeiros minutos. O lance de maior perigo foi um chute de primeira de Brunno que passou raspando o ângulo esquerdo de Reyna. Mas o É Verdadeee deu o troco e quase abriu o marcador após falha da zaga adversária que resultou na arrancada de Gavião pela esquerda, mas que acabou perdendo a chance de abrir o placar. Instantes depois, o mesmo Gavião se mandou pelo mesmo corredor esquerdo e quase marcou novamente. Foi Betão quem cresceu em sua frente e salvou a pátria tarjapretana.

O jogo estava bom e equilibrado, com chances claras de gol a mais para o EV, que apostava no contra-ataque. Em uma cobrança de falta, a bola desviou no meio do caminho, tocou caprichosamente na trave e sobrou para Betão. Já o LTP apostava suas fichas em chutes de longas distâncias. Mas foi numa bola aérea uma das melhores chances da equipe no primeiro tempo: bola na área e Paulinho Ventura tocou de cabeça com precisão e mandou a bola muito perto da trave. Os dois goleiros faziam boa partida e estavam segurando tudo que vinha de ambos os lados. Principalmente o goleiro do Locomotiva, que salvo o time enquanto o placar apontava 0 x 0, não deixando o adversário crescer no jogo.

E foi assim que o Locomotiva abriu o marcador, aos 16 minutos. Após Toninho mandar na trave, Paulinho acreditou e chegou para estufar as redes com a pelota dançando em cima da linha. Instantes depois, Rodrigo D’Alonso quase marcou o segundo gol após um chute espetacular que obrigou o goleiro do EV a dar uma ponte sensacional no canto esquerdo alto. O primeiro tempo chegou ao fim com um jogo muito aberto e muita expectativa para os 25 minutos finais.

Tal expectativa de fato só aumentou quando Fúria empatou a partida no início do segundo tempo. Na verdade, o LTP tinha se safado já uma vez, após oportunismo de Gavião, mas com Fúria não houve perdão. Após o empate o jogo caiu muito de rendimento e demorou para que se registrassem novas chances. Na verdade, o LTP até que tentava, mas em chutes a meia altura que Reyna pegava com tranqüilidade. E as chances do time do vagão da tarja preta voltaram quando Brunno buscou mais o ataque e ali ficou, do lado esquerdo. Numa deles, partiu e tocou na saída do goleiro, mas para fora.

Instantes depois, quase um gol de placa: Publius passou, com muita categoria, entre dois adversários, mas errou na hora da finalização ao chutar em cima do goleiro. Betão também voltou a ser exigido, quando Gavião voltou a atormentar a defesa do LTV, que se adiantava e deixava o centroavante do joelho mágico livre.

O jogo permanecia aberto e qualquer equipe poderia sair com a vitória, apesar que o empate seria um placar justo. Mas foi a estrela de Rodrigo D’Alonso, voltando de contusão, que falou mais alto. Ele se mandou pela direita e bateu para o gol para enfim vencer Reyna e decretar mais uma vitória suada do time de Publius e cia. Os jogadores do EV sentiram o baque de levar o segundo gol e ficaram nervosos. Inclusive discutiram entre eles durante um pedido de tempo. Ainda deu tempo de Gavião tentar ludibriar a arbitragem metendo a mão na bola num cruzamento quase dentro do gol, mas foi premiado com o amarelinho e saiu reclamando muito (não se sabe por quê, porque a mãozada foi berrante).

Ao final, muita comemoração do Locomotiva, que não sabia o que era vencer há 6 jogos oficiais, desde a 5ª rodada do Chuteira de Prata anterior.

II CHUTEIRA DE PRATA: 1ª RODADA: GRUPO A:

Bucets 4 x 3 Roleta Russa Olímpico

BUCETS DERROTA ROLETINHA COM SUA DUPLA DE 8s


Por Guilherme Meireles

Jogo cheio de empolgação, com lances bonitos e placar apertado, Roleta Russa Olímpico e Bucets fizeram a terceira partida do Grupo A da Série Prata. O Roletinha contava com as voltas de Pina e Ceron, que não quiseram ficar no time principal e retornaram ao ambiente sempre atribulado do time júnior de Baru. Pelo Bucets, muito falatório e esperanças de goleada pra cima do Roletinha, velho rival de Denys, Tom e cia. A goleada não veio, mas surgiu uma dupla que promete dar o que falar: Lucas e André, Xixi e Birulei, ou simplesmente 8 e 88.

A primeira chance da partida veio dos pés Ceron, que disparou pela esquerda, mas errou o chute e mandou na rede pelo lado de fora. O Bucets respondeu e após cruzamento na área do Roleta Birulei perdeu um gol feito, cara a cara com o goleiro Vadão. Logo depois , o persistente Rodrigo Storch arriscou um lindo chute de longe que passou muito próximo ao travessão.

O jogo estava lá e cá, mas mais pro lado do Roletinha que do Bucets, que atacava mais e tinha na habilidade de Lucas e André, ou Xixi e Birulei, sua maior arma. Mesmo assim, o Roletinha sabia aproveitar os espaços dados pelo adversário, tanto que atacou com perigo e, após chute de Ceron, o goleiro do Bucets desviou de leve a bola e por muito pouco Rachid não alcançou a bola. Após um lance polêmico em que os jogadores do Bucets pediram pênalti, o 8, Birulei, do Bucets voltou a demonstrar a sua habilidade com belos dribles que resultaram em um lindo chute que quase entrou. O golaço ficou no “quase”.

Além do camisa 8, outro jogador da nova equipe também fazia uma ótima partida era o camisa 88. A mágica do 8 está no ar... Muito similares fisicamente, abusavam dos dribles, mas até aquele momento nada do gol sair. Mas ele saiu, só que do lado do Roletinha. Um gol na raça que só podia ser feito por quem tem estrela – e no Roletinha isso é conversa para... Folha! Ele se mandou em contra-ataque, rolou na direita para Brian, seu fiel escudeiro, que por sua vez se esforçou todo para alcançar a bola e devolver ao amigo e parceiro.Com o goleiro já vencido, Folha só empurrou para as redes.

Porém, a alegria do Roletinha durou pouco, pois Lucas Xixi empatou e ainda deu uns dribles antes que o primeiro tempo acabasse. Os 25 minutos finais voltaram tão bons quanto os iniciais, mas com mais gols. O Bucets logo teve boa chance em cobrança de falta pela direita: Tom cobrou com muita categoria, parecendo que havia lançado a bola com a mão, e mandou a bola no ângulo esquerdo alto do goleiro Vadão, já de volta após sair contundido na metade do primeiro tempo, que não teve a mínima chance de fazer a defesa.

Mesmo com a virada, o Roletinha não se intimidou. Folha fez outra bela jogada, rolou para Joãozinho, que desperdiçou. Após uma tentativa frustrada de bicicleta de 8 (menino abusado esse), coube ao duplo 8 marcar (mas não de bicicleta). E quase que o um 8 marcou mais um: ele recebeu livre, tirou o goleiro da jogada e tocou para o gol. Quando a bola estava quase entrando, Pina apareceu para salvar praticamente em cima da linha.

O lance deu ânimo ao Roletinha, que marcou com o pequenino Rachid. Mas Birulei, o 8 simples, continuava fazendo uma partida extraordinária, criando muitas chances e sendo a referência de sua equipe dentro de campo. E foi com uma dose de sorte e ajuda do goleiro do Roletinha, que já tinha salvado o time por diversas vezes na partida, que ele marcou mais um gol: após dominar pela esquerda, quase na linha de fundo, chutou sem ângulo e pôs a bola surpreendentemente no cantinho esquerdo do goleiro, mal posicionado no primeiro poste. O Bucets fazia 4 x 1.

Mas foi a vez de Brian aparecer para comandar a reação dos Roletinhas. O camisa 23 acertou belo chute de direita e diminuiu. O empate estava por um gol, mas não havia mais tempo. Fim de uma emocionante partida que, se não foi o show que o Bucets esperava, serviu para a dupla 8 e 88 darem seu cartão de visitas. O jogo contra o Roletinha mostrou que estes dois vieram para dar trabalho no Chuteira.

II CHUTEIRA DE PRATA: 1ª RODADA: GRUPO B:

Canhedo Beppu 7 x 4 Coringa

OFENSIVIDADE MARCA VIRADA DE CANHEDO PRA CIMA DE CORINGA


Por Guilherme Meireles

Coringa e Canhedo estrearam suas equipes no Chuteira de Prata este já deixaram seus futuros adversários em alerta. Ambos deram uma aula de como se fazer um jogo corrido e emocionante, com muitas chances de gols e gols espetaculares. A noite já chegava no PlayBall quando, logo nos primeiros instantes, Fabinho, camisa 17 do Canhedo, arriscou de longe e já marcou um golaço. O Coringa respondeu rápido em contra-ataque puxado por Flavinho, que se mandou pela esquerda e rolou no meio para Rafinha chegar batendo. Porém, o jogador do Coringa demorou para chutar e acabou perdendo um gol feito.

Como quem não faz toma, logo depois deste lance o Canhedo ampliou. E quem acha que o Coringa se entregaria se enganou. A equipe foi para cima e em pouco tempo chegou ao empate com dois gols de Kaká, de volta ao Chuteira após sair de fininho junto com o Só Lance. E não demorou muito para chegar à virada. E em grande estilo! Rafinha se redimiu do gol perdido e chutou de fora da área pela direita e acertou o ângulo direito, marcando um golaço. E isso em meados do primeiro tempo!

A partida continuava marcada pela ofensividade. O camisa 10 do Canhedo, Luiz, bateu cruzado da entrada da área pela direita e obrigou o goleirão Cidrão a fazer linda defesa, espalmando e evitando outro golaço. Esse foi o ping. No pong, o Coringa ampliou com um gol de cobertura de Guilherme.

Perdendo, o Canhedo virou seu canhão para o gol do Coringa e soltou fogo. A equipe mandou uma bola na trave e, no rebote, Luiz tocou de cabeça e marcou o terceiro. Júnior respondeu pelo Coringa arriscando de longe, mas a bola carimbou caprichosamente o pé da trave direita. E lá se foi o Canhedo de novo. O time dos engenheiros de olhos puxados tinha em Luiz um sinônimo de raça, tanto que foi ele que brigou por uma bola rebatida, tirou o goleiro da jogada e tocou para o gol, empatando a partida e encerrando a primeira etapa em incríveis e eletrizantes 4 gols pra cada lado.

A expectativa da eletricidade a mil no segundo tempo não foi cumprida. Mesmo assim, não faltaram chances, principalmente para o Canhedo, que proporcionou mais uma virada na partida após chute de longe de Suzuki. Instantes depois, Fabinho marcou o sexto e com menos de 5 minutos do segundo tempo o Canhedo praticamente jogava o balde de água fria no Coringa.

O Coringa não se entregou e foi pra cima do adversário, tanto que Guilherme mandou uma bola na trave após uma cabeçada. Mas o segundo tempo era mesmo do Canhedo: aos 9 minutos, Suzuki decretou a derrota do Coringa. Mas que foi vendida por um alto preço, pois os meninos do uniforme tricolor bem que tentaram. Rafinha mostrou muita habilidade, aplicando lindos dribles na entrada da área, mas errando nas finalizações. Ainda rolou outra bola na trave, mas fato era que o Canhedo soube aproveitar as chances e se defender em seguida. E ficou no 7 x 4 até o apito final. Foram onze gols num jogo de arrepiar quem estava do lado de fora assistindo. E fica o alerta: são dois times extremamente ofensivos.

II CHUTEIRA DE PRATA: 1ª RODADA: GRUPO B:

Elefantes Indomáveis 9 x 1 Sem Pretensão

Em breve.

II CHUTEIRA DE PRATA: 1ª RODADA: GRUPO A:

Real Paulista 7 x 3 Basicus

REAL PAULISTA GOLEIA BASICUS E JÁ SURGE COMO FORTE CANDIDATO À SÉRIE OURO


De um lado, um Basicus cheio de empolgação, com gritos de guerra de tremer a base de qualquer adversário. De outro, um Real Paulista, novato no torneio até certo ponto, pois contando em seu elenco com jogadores que passaram por outros times do Chuteira, em especial o campeão Kadência. A rigor, duas incógnitas frente a frente – o novo Basicus e uma espécie de Kadência sem Paulinho. O veredicto? Um placar elástico de 7 x 3 para o time que já desponta como grande favorito à Série Ouro do Grupo A – o Real Paulista.

A escalação praticamente repetia o Kadência. Afinal, nomes como Xexé, Gará, Pedrinho e Panela chegaram ao Chuteira pelo time de Paulinho. Em campo, um jogo bem diferente, cheio de velocidade, movimentação e habilidade. E não foram necessários 5 minutos para o time impor seu jogo e anotar o primeiro gol, com Xexé. Não demorou e, com a lambança da zaga rosa, ao demorar para tirar uma bola que sondava a área e estava já com Ladeira, Felipe Bunda ampliou. Foi a deixa para o time de R. Barath se perder.

A esperança de gols do Basicus, Starck, pouco produzia no ataque, e nem a entrada de Bruninho aliviou para o artilheiro. Enquanto isso, com toque de bola rápido, explorando os contra-ataques, o Real ia ampliando até fechar o primeiro tempo em 4 x 0, com dois gols de Panela ao aproveitar outro deslize da zaga rosa e preto, quando trocou um atacante por um zagueiro em meio ao ataque do adversário para suprir a ausência de Bolas, amarelado injustamente pela arbitragem. A constante movimentação dos homens de frente do Real confundiam a marcação do Basicus, que viu o goleiro César sair nos pés do atacante para impedir mais um gol. Outra arma muito usada foi o tiro de longa distância, com em um dos de Panela.

No segundo tempo as coisas melhoraram para o Basicus por uma simples razão: o Real, já com o resultado garantido, passou a tocar a bola de lado na defesa e priorizar a passagem do tempo do que concretizar em gols a superioridade em campo. O Basicus ainda diminuiu com Gui Fuji no início da etapa final, mas o time não tinha forças para uma reação. Lutava, brigava, disputava as bolas com vontade, mas cientes de que era mais para evitar uma goleada maior. Entretanto, Pedrinho fez o quinto gol, Alê anotou o sexto. Partida mais do que decidida e dá-lhe toque de bola na defesa para passar o tempo. Nos minutos finais, pressionando o Real já na base do desespero, o Basicus ainda conseguiu anotar dois gols. O bom meia Eduardo cortou no meio de campo e mandou bola cheia de veneno no cantinho do goleiro Ricardo e, quase nos acréscimos, Gui invadiu a área livre e recebeu lançamento açucarado. Ele teve habilidade para ver o goleiro saindo e mandar de primeiro praticamente por cobertura, fazendo ao menos um belo gol de honra para o time rosa.

O placar final de 7 x 3 acabou sendo justo pelo que o Real Paulista fez no primeiro tempo, quando entrou para matar logo a partida para depois apenas administrar. O Basicus mostrou certo desentrosamento, com um excesso de jogadores a entrar e sair e pouca produtividade de quem se esperava mais. A cabeça de R. Barath deve estar zunindo para preparar o time para o confronto contra o Locomotiva, neste sábado, pela 2ª rodada do Chuteira de Prata. Com a maior desvantagem no placar, o time já ocupa a lanterna. Mas é fato que este Basicus, que manteve a base do semestre passado e trouxe bons reforços, como Starck e Eduardo, tem tudo para fazer a sua melhor campanha em Chuteiras. Já o Real Paulista mostrou que a experiência deve ser o ponto forte em sua jornada.

II CHUTEIRA DE PRATA: 1ª RODADA: GRUPO B:

Med Taubaté 5 x 3 Pé de Pano

Em breve.

Comentários (0)