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Notícias de 14/05/2009

COBERTURA DOS JOGOS DA 8ª RODADA DO VII CHUTEIRA DE OURO

VII Chuteira de Ouro: 8ª rodada: Grupo B
Equipe Bróder 3 x 1 Estudiantes de la Vila

EB GARANTE VAGA E COMPLICA ESTUDIANTES

Para o confronto válido pela 8ª rodada do Chuteira de Ouro, a Equipe Bróder, praticamente completa, contudo sem contar com o matador Mutssa, encarou um desfalcado Estudiantes de la Vila, que até vendeu caro a derrota, mas ainda segue muito longe do carrossel vice-campeão do VI Chuteira. E o Estudiantes pode pagar caro pelo sumiço de seus jogadores, pois, com a derrota, precisa vencer o Melville Power na rodada final e torcer para Joga 13 e The Veras não ganharem.

A bola rolou e os Broders começaram melhor. Lapa tentou marcar de cabeça após bola alçada na área por Gabriel, mas a redonda saiu por cima do travessão. Pouco tempo depois houve um lance muito polêmico: Lapa avançou pela direita e chutou no pé da trave esquerda, o rebote voltou para ele mesmo, que, de dentro da área do Estudiantes, soltou uma bomba. O lance foi muito rápido, a bola pareceu ter pegado na trave interna e saído, mas também poderia ter acertado o travessão. Contudo, para nossa equipe de reportagem, a bola entrou e foi um gol da EB que acabou não validado (no intervalo, Gabriel Borges, que estava próximo ao lance, também confirmou que a bola entrou).

Do lado do Estudiantes Vavá ia se destacando pela vontade com que jogava. O ex-Diabos Laranjas cruzou da esquerda do ataque, na cabeça de Rafa Vasques. O forte atacante do Estudiantes estava próximo à linha de fundo e cabeceou despretensiosamente para dentro da área. Não seria gol, não aconteceria nada, não havia ninguém do Estudiantes dentro da área para completar o lance. No entanto, o goleiro Macaco se enrolou todo ao tentar agarrar a redonda e colocou a bola para dentro de seu próprio gol. Uma falha ridícula, indigna do goleiro líder do MVG, mas fato foi que ele deu de presente. 1 x 0 para o Estudiantes.

Empolgados, quase que os jogadores de la Vila marcaram mais um na seqüência. Vavá tocou para Rafinha na intermediária, que tabelou com Rafa Vasques e soltou uma bomba de primeira, rente ao ângulo adversário. Logo depois os broders responderam à altura e empataram o embate. Gabriel tabelou com Fabinho dentro da área e só teve o trabalho de tocar na saída do goleiro para deixar tudo igual. No lance seguinte quase veio a virada, mas a trave salvou o Estudiantes. Fabinho rolou para Ricardo Guedes na ponta direita, que tocou mais atrás para Edu mandar de primeira na trave dos atuais vice-campeões.

Na volta do intervalo a EB, que havia sido superior na primeira etapa, continuou mandando no jogo e logo de cara Fabinho quase virou. Ele partiu em velocidade pelo meio, costurando os marcadores, deixou dois adversários para trás e, já desequilibrado, chutou e exigiu boa defesa de Renan. Alguns minutos depois foi a vez do Estudiantes levar perigo: Lorente cortou para a esquerda, bateu forte e obrigou boa intervenção do goleiro Macaco, que após o frango resolveu trocar de luvas durante o intervalo.

No meio do segundo tempo finalmente a Equipe Bróder conseguiu encaixar o seu melhor jogo e chegou à virada com Lapa. Outra vez Gabriel arriscou de longe, o goleiro bateu roupa e a bola sobrou no meio da área. Atacantes e defensores brigaram por ela, mas a redonda sobrou para o camisa 10, que não desperdiçou. Pouco depois ele mesmo teve a chance de se consagrar com um golaço: aplicou um lindo chapéu pra cima do zagueirão Junior e invadiu a área, mas quando foi chutar pegou muito mal na bola e mandou para fora.

Mesmo tendo ganhado um gol de presente do goleiro adversário, parece que só depois de ter sofrido a virada é que o Estudiantes resolveu ir para frente. Sabará perdeu um gol feito incrível após pane da defesa broderiana. A pelota sobrou para ele livre dentro da área, mas na hora de chutar o jogador acabou furando e perdendo o gol mais feito da tarde. Pouco depois Lorente deu um bonito elástico em seu marcador, trouxe a bola para ponta esquerda e chutou com perigo ao lado do gol.

Muito próxima de mais uma vitória, a EB passou a tocar e prender a bola no campo de ataque. E foi exatamente assim que ela chegou ao terceiro gol. Lapa prendia a bola na ponta esquerda quando Vavá fez dura falta no jogador e acabou amarelado. Os broders continuaram naquele cantinho de campo até conquistarem um lateral. Na cobrança, a bola foi lançada em direção ao gol do Estudiantes, nenhum zagueiro cortou e Ricardo Guedes apareceu para desviar de leve, fazendo a bola encontrar a rede no fundo do gol. Mesmo com a defesa do Estudiantes alegando que a bola não havia tocado em ninguém, o árbitro confirmou o gol e encerrou a partida. Final de jogo: Equipe Bróder, que chega a 14 pontos, 3 x Estudiantes, que permanece fora do G-6 com 7 pontos, 1.

VII Chuteira de Ouro: 8ª rodada: Grupo A
Tosco 3 x 2 Giro SP

TOSCO LUTA MUITO E VIRA SOBRE GIRO SP

Giro SP e Tosco não disputavam nenhuma final de campeonato, aliás faziam um jogo que sequer valia classificação à fase final de mata-matas do Chuteira, mas a luta dos dois times na atual temporada é contra o rebaixamento. E exatamente por conta disso o jogo pegou fogo.

Antes de a bola rolar, Daniel, cartola da Série Prata do Chuteira, apareceu na quadra para cumprimentar os capitães das equipes – quem sabe um abraço de boas vindas a um dos dois times para o próximo semestre. De um lado estava o folclórico e bem humorado craque da Giro SP, Batata; de outro, além de jogador, o manager do Tosco, Michel. Em campo, um jogo que se mostrou quente e com motivação extra dos jogadores, principalmente de Juba, do Tosco, que fez os 3 gols de sua equipe e garantiu a vitória.

Começou o confronto e Batata logo avisou seus companheiros: é hoje! A Giro SP foi com tudo para cima do rival, sabendo que uma vitória salvaria a equipe de cair para a Prata. Batata chutou forte da intermediária e quase abriu o placar, a bola só não entrou porque Porps fez boa defesa. O careca da Giro estava impossível e seguiu chamando o jogo para si, jogando isolado no ataque em meio a incansáveis marcadores, como Argentino e Everton Neném. Mas em menos de 3 minutos ele colocou a Giro em vantagem no placar. Pelo lado esquerdo do ataque, Batata bateu rasteiro para anotar 1 x 0 e explodir de alegria. O veterano sem cabelos vibrava como uma criança cheia de cabelos longos e cacheados.

O Tosco mostrou que estava vivo e que por nada poderia perder aquela partida. Pouco depois de sofrer o gol, o ex- Diabos Emerson avançou em velocidade pela esquerda e obrigou boa intervenção do goleirão Borba, que viria a ser o grande nome do time no primeiro tempo, fazendo defesas milagrosas tal qual ele faz nos campeonatos de futsal que disputa. Do outro lado, a Giro, que começava a sofrer tímida pressão, quase ampliou quando Manente roubou a bola no meio e, em contra-ataque rápido, rolou para Maurício, que mandou para Batata na ponta esquerda. O gol só não saiu porque o craque girense foi travado por um arrojado goleiro.

Nesse momento o jogo era muito brigado no meio de campo, com as duas equipes se matando em todos os lances, disputando todas as bolas e deixando no ar um gosto de que se tivessem jogado assim todas as partidas do campeonato poderiam até estar almejando algo melhor. O Tosco buscava o empate e Emerson obrigou Borba a realizar mais duas boas defesas, uma delas cara a cara com os pés. Primeiro, ao driblar Felipe e, da intermediária, chutar de esquerda, e pouco depois ao receber passe de Juba de frente para o gol e tentar acertar o cantinho da meta.

Os minutos corriam e o Tosco não empatava o embate, mas pouco antes de Batata assinar uma pintura dentro de quadra, a equipe de Michel quase chegou lá. Juba dividiu com Jefferson e ganhou lateral próximo à área. Ele foi esperto e rapidamente colocou a pelota em jogo para Alan, dentro da área, de primeira desviar para fora. Na seqüência, Batata marcou um golaço, num misto de habilidade e inteligência, num lance que poderia muito bem ter sido executado por um Edmundo, ou até por um Ronaldo. Após lançamento para a frente buscando Batata, este parou e deixou que dois defensores do Tosco se chocassem no ar. A bola sobrou mais para ele que numa puxeta de costas que parecia uma mistura de voleio, puxada e meia bicicleta, acertou uma bola indefensável no ângulo de Porps, uma pintura de gol, com a bola entrando no ângulo e batendo na trave de trás do gol. A galera foi ao delírio com o golaço, que de fato não se sabe se Batata viu a bola entrar. Parecia que a Giro levaria a melhor na disputa, e que conseqüentemente afundaria de vez o Tosco.

Ainda no primeiro tempo, o time do carismático Michel e dos ex-jogadores do Diabos conseguiu descontar. Primeiro Emerson colocou a bola na cabeça de Juba. O nem tão alto atacante subiu por trás da zaga sozinho e cabeceou com perigo à direita do gol. Mesmo com um a menos, depois do goleiro Porps receber cartão amarelo por colocar a mão na bola fora da área, o Tosco se lançou ao ataque. Alan brigou pela bola no campo ofensivo e deixou a redonda com Juba que, mesmo marcado, exigiu boa defesa do arqueiro. Na seqüência da jogada, a bola voltou para o meia da área, e naquela confusão toda, Juba foi oportunista e descontou.

Na mesma empolgação que terminara o primeiro tempo, o Tosco voltou para a disputa da etapa complementar. Logo no primeiro lance com chance real de gol Juba empatou. Ele apareceu pela esquerda e, da entrada da área, acertou um chute rente à trave, acordando de vez a nação tosquenha e o time.

A Giro tentou responder logo na seqüência: João e Gean fizeram boa jogada na ponta direita, até o segundo deixar a bola com Romarinho de frente para o gol. O jogador arriscou de fora da área, mas o arqueiro Porps defendeu. Mesmo o empate era melhor para a Giro SP, pois seguiria com três pontos à frente do Tosco. No entanto, naquele momento o confronto estava aberto e eles seguiram no ataque. Rafael deu uma pancada da esquerda, o goleiro espalmou como pôde mas a bola sobrou com Romarinho, que chutou à queima-roupa para defesa de Porps, que ainda contou com a trave para evitar o terceiro gol.

O jogo era pegado mas seguia tranqüilo. Isso até a arbitragem resolver demonstrar força e mandar para fora um de cada lado. Rafael Hornblas, em seu segundo jogo pela Giro, iniciou um bate boca com o mais que sossegado Michel. O árbitro ouviu algo e mandou os dois para fora, para indignação do manager do Tosco. “O cara diz que vai dar na minha cara e eu sou expulso. Brincadeira, hein”, lamentou o capitão na saída do campo. Mas as coisas não acabaram aí. Quando saíram, o jogador da Giro veio até Michel tirar satisfação, levando Juba a peitar o adversário e assim criar um grande tumulto dentro de campo, pois os demais jogadores tentaram sair para a confusão, que nem era confusão pois vários espectadores estavam ali para não deixar nada acontecer. Ficou o bate boca e Batata estava muito exaltado. Houve empurrão aqui, dedo na cara ali, um palavrão bem dito acolá, a confusão estava armada. Passados alguns minutos, e depois da turma do “deixa disso” agir, a bola voltou a rolar e o Tosco aproveitou para virar o confronto.

A Giro ainda tentava vencer a partida e se livrar do fantasma do rebaixamento, mas Romarinho, em tarde inspirada em errar e perder gols, tocou errado e não conseguiu deixar Batata na cara do gol na direita do ataque. Aí o Tosco armou um fulminante contra-golpe. Rapidamente a bola chegou nos pés de Juba pela esquerda. Mais uma vez ele teve frieza e, sem chances para o goleiro, anotou o gol da virada, e da vitória. 3 x 2. Muita emoção, abraços dos jogadores do Tosco e festa da torcida tosca composta essencialmente por Danilo do MachuPichu. Juba foi até Michel comemorando muito a o gol, que poderia deixar o Tosco na Série Ouro mais uma vez. E foi tamanha a vibração que acabou amarelado e desfalque na partida final do time na competição.

Em vantagem, o Tosco se fechou e passou a jogar com o coração na ponta da chuteira. Porps voou no ângulo esquerdo para fazer importante defesa no chute de Gean. A cada lance defendido o Tosco comemorava. Em cada chutão dado para fora o Tosco vibrava! O experiente Batata, destaque da Giro na tarde, ainda tentou chamar o jogo, mas a equipe não se encontrava mais em quadra. A cabeça já estava fora do lugar, Juba já havia roubado a cena e deixado a velha lanterna do Tosco, companheira até então durante todo o torneio, no colo da Giro SP.

VII Chuteira de Ouro: 8ª rodada: Grupo A
SNG 3 x 3 Fúria

SNG E FÚRIA EMPATAM MAIS UMA

Há algo estranho nesse Grupo A do Chuteira de Ouro. Quando se esperava que enfim o SNG deslanchasse, o time emperra de novo. Os empates contra Kadência e agora Fúria mostram que o time ainda não se encontrou sem Renê, e isso quer dizer que o SNG mais não venceu do que ganhou na atual competição – e isso num grupo considerado bem mais fraco que o outro. Mas fato é que SNG e Fúria fizeram uma partida emocionante e continuaram na briga pela classificação, agora na rodada final da primeira fase.

O cenário era o mesmo: sol forte, velocidade inicial e uma torcida barulhenta do Fúria que fez a diferença. E o Fúria abriu o placar nos primeiros minutos com Adriano, que cabeceou no canto esquerdo do gol adversário. O SNG respondeu com Abelha arriscando de longe pela linha de fundo. Porém, instantes depois o empate veio: o mesmo Abelha pegou de primeira cruzamento da direita na cara do gol e marcou.

Logo depois, quase a virada com Allan. Em toque de cabeça, ele mandou a bola num jogador da própria equipe que praticamente tirou o gol do SNG. A partida foi ganhando um tom de rivalidade e muitas faltas duras foram apontadas pelos árbitros nessa fase do jogo. O clima foi esquentando dentro de campo, e alguns jogadores começaram a se estranhar. Em uma dessas faltas marcadas em favor do Fúria, Luis Gabriel foi para a cobrança e Messi afastou de soco.

Alguns instantes depois, o Fúria cometeu um pênalti infantil quando a bola foi cruzada e um jogador pulou de braços bem abertos. A bola bateu no braço, interferindo no curso da bola e o juiz apontou a falta dentro da área. Memé bateu no canto esquerdo e marcou o gol da virada.

As faltas duras continuaram e o Fúria teve boa chance em uma delas: Luis Gabriel (cobrador oficial do Fúria) bateu e Thiago Motta emendou para o gol, mas a bola explodiu na trave. Instantes depois, Tejeda entrou na área pela ponta esquerda, chutou e o goleiro evitou o gol. Em mais uma falta marcada (dessa vez para o SNG), o placar quase mexeu de novo: Allan bateu forte para defesa de Danilo, que apenas desviou a bola com um toque leve e ficou torcendo para ela não entrar. E a torcida deu certo, pois a bola foi com tudo no travessão. Biro teve mais uma chance de fora da área, mas o chute saiu mal e a bola passou à direita.

Mas se ele desperdiçou a chance do terceiro, Memé não. Ele recebeu dentro da área pela direita e mostrou muita calma para mandar no canto direito do gol do Fúria. A partir daí, o jogo deu uma esfriada em chances de gols e os minutos finais do primeiro tempo foram chatos. Sorte que o primeiro tempo acabou e para o segundo estava reservando muita emoção para as duas equipes.

Logo no início, um dos jogadores mais badalados do Fúria, Thiago Motta, recebeu pelo meio e, da entrada da área, se esticou todo para marcar o segundo gol da equipe. E a torcida do SNG que não se ressinta, mas quando Luis Gabriel deu uma bicicleta dentro da área, a bola muito bem poderia ter entrado para o bem do futebol, mas o gol de empate foi adiado.

O goleiro do Fúria teve uma participação importante nesta fase do jogo por uma jogada em especial em que ele evitou o quarto gol do adversário: Fefê chutou quase do meio campo com muita precisão e de forma inesperada. Tão inesperada que Danilo estava adiantado e teve que voltar para tocar na bola de leve e mandá-la pela linha de fundo, fazendo uma linda defesa.

O Fúria respondeu com duas boas chances de gol: primeiro com Adriano tentando um chapéu no goleiro pela esquerda, mas um adversário chegou para tirar. Depois, Thiago foi lançado em profundidade pela esquerda e, se ele tivesse dominado, entraria cara a cara com Messi, mas não alcançou a bola. Alguns instantes depois, em lance de contra-ataque, o SNG quase chegou ao gol: Abelha dominou bola após o Fúria carimbar a barreira em cobrança de falta e rapidamente puxou o contra-ataque, rolando para Memé livre pelo meio. O artilheiro chutou à direita do gol.

O SNG teve outra boa chance pouco depois, com Lucas Personini, que avançou em velocidade pela direita, rolou para Tejeda pelo meio, que acabou mandando a bola para fora. Porém, a melhor chance do SNG no segundo tempo foi com Abelha, que recebeu completamente livre de marcação pela direita e tocou de cabeça a bola no travessão. Aliás, essa não só foi a melhor chance do SNG na etapa final do jogo, como também foi a última. Daí para frente, só deu Fúria.

A torcida furiosa mais uma vez estava presente para empurrar a equipe e deu certo. A pressão era enorme e ficou claro que seria difícil o SNG agüentar até o final do jogo: Thiago Motta e Luis Gabriel se destacavam, mas erravam o alvo. E, de fato, o SNG não agüentou e o Fúria empatou o jogo em grande estilo, com Fagner, que ficou apagado o jogo todo mas decidiu o empate com um lindo voleio pela direita mandando a bola no canto esquerdo do gol adversário. Golaço! E muita vibração por parte da torcida rubro-negra, que foi ao delírio com mais um empate que a equipe buscou (quem não se lembra do jogo contra o MachuPichu?).

Os fogos começaram e muitos acreditavam na virada ainda. E por que não? Simples. Porque o jogo estava acabando e após o gol de empate só deu tempo para mais uma chance do Fúria, quando Thiago foi lançado e recebeu livre no ataque (exceção do goleiro, o SNG não tinha ninguém na defesa), mas o goleiro saiu e afastou a bola de qualquer maneira. E assim acabou o jogo, num empate que deve contentar as duas equipes.

VII Chuteira de Ouro: 8ª rodada: Grupo B
Bengalas 7 x 4 Acidus

BENGALAS VENCE ACIDUS E ASSUME LIDERANÇA

O confronto entre Acidus e Bengalas representava o encontro do líder com o vice-líder do Grupo B. mais que isso, o jogo envolvia dois dos favoritos ao título do VII Chuteira de Ouro. Antes de a bola rolar, Lucas, atacante e técnico do Acidus, se mostrou preocupado com Ritolê. E ao fim do jogo mostrou-se que ele tinha toda razão, afinal o veloz atacante do Bengalas foi mais uma vez o fator de desequilíbrio no jogo. Em nenhum momento que esteve em quadra ele deixou sua equipe parar, enquanto do outro lado o Acidus alternou péssimos momentos, daquele de pane geral mesmo, com outros apenas bons. Foram esses bons momentos que fizeram o time reagir e anotar uns golzinhos para evitar uma goleada maior do que aquela que o Acidus aplicou no mesmo Bengalas semestre passado – aliás, certamente um dos estimulantes do time amarelo na partida.

A partida começou e rapidamente o Bengalas tomou conta da situação e com menos de 5 minutos Luiz Eric recebeu na direita, fintou Barata e soltou uma bomba cruzada para fazer 1 x 0. A pressão amarela inicial continuou, pois o Acidus pouco criava em termos ofensivos. A boa marcação no meio dos atacantes evitava espaços para maiores correrias dos meias. E com isso o Bengalas foi tendo mais chances, como a do zagueirão Zequinha, que apareceu como elemento surpresa dentro da área adversária e s não marcou porque Diego saiu com coragem. Pouco depois, Diego foi novamente exigido: Ritolê avançou pelo meio e tocou para Luiz Fernando na esquerda – a verdadeira avenida para o Bengalas desfilar durante toda a partida. O meia bateu forte, o goleiro desviou e a bola ainda tocou na trave antes de sair.

Após o susto inicial foi a vez do Acidus mostrar que também estava vivo em quadra. Ronei fez boa jogada na direita, fugiu da marcação e chutou rasteiro para Baki escorregar até o pé da trave e ficar com a bola. A equipe verde-limão parecia crescer no jogo, e aí foi a vez de Baki mostrar serviço. Ronei tentou de novo, agora da intermediária, para o arqueiro rebater para frente. Antes que o próprio atacante do Acidus pegasse o rebote, Baki se lançou nos pés do adversário, agarrou a bola e armou o contra-ataque. E que contra-golpe foi esse! Fulminante, no melhor estilo Bengalas, Ritolê marcou o segundo gol de sua equipe. Ele disparou em velocidade pela esquerda, recebeu livre e bateu cruzado, antes de entrar a bola ainda tocou na trave. 2 x 0 e muita festa do capitão Bizu no banco.

O Acidus até que criava chances de gol, principalmente após a entrada de Isaac, mas fato é que criou várias mas acertou poucas. No primeiro tempo Baki fez 4 belas defesas, uma delas com os pés quando a bola já estava quase dentro do gol, mas também é certo que os atacantes estavam errando muito o alvo, ao contrário dos bengalanos, que mataram o jogo ainda no primeiro tempo.

Com vantagem de dois gols, o Acidus sentiu o golpe e teve uma pane, com discussão de jogadores para erros de marcação e formação em quadra. E o Bengalas aproveitou e ainda antes do apito final de primeiro tempo, um terceiro gol foi anotado, por Nando. O goleiro Diego foi obrigado a sair da área para impedir investida adversária, no entanto a bola sobrou com o camisa 13, que viu o arqueiro fora da meta e tocou por cobertura. Era a prova de que o Acidus estava completamente desnorteado dentro de campo, com uma defesa sem Raphão e absolutamente irreconhecível. E aí sim o abalo foi geral.

A conversa do intervalo, para variar, não ajudou em nada o Acidus, que voltou mais mole do que antes e viu 5 minutos de passeio do Bengalas, quando o 3 x 0 virou logo 6 x 0. E o veloz e brigador Ritolê só precisou de três ataques para acabar de vez com o Acidus na partida. Primeiro, logo que rolou a bola, após boa troca de passes o R9 do Bengalas foi outra vez lançado na velocidade, que desta vez só ajeitou para Gustavo Simões guardar o quarto. No lance seguinte, aproveitando o inevitável abatimento adversário, saiu carregando a bola na velocidade, trombando, costurando os marcadores até entrar na área e marcar um bonito gol. Pouco depois, o atual MVP do Chuteira cobrou escanteio na medida para o mesmo Simões, aproveitando mais um vacilo da defesa ácida, subir sozinho no meio da área e definir o sexto gol. O árbitro poderia encerrar ali o embate, pois na realidade já estava tudo definido – o Acidus entregue e o Bengalas satisfeito.

Contudo, após o sexto gol sofrido e o pane de 10 minutos (os 5 finais do primeiro tempo os 5 iniciais do segundo), o Acidus voltou a jogar algum futebol, também muito por conta de o Bengalas já estar tranqüilo com a vitória assegurada. Em cobrança de falta, Ricco contou com um desvio na barreira para enganar o goleiro e marcar o primeiro gol de sua equipe. Logo em seguida, a equipe anotou outro, Robinho foi para cima do marcador, chegou à linha de fundo e cruzou para Philip chutar forte e alto e diminuir para 6 x 2.

Era jogado o meio da segunda etapa, mas mesmo com o jogo já definido ainda houve alguns lances de emoção. Luis Fernando, do Bengalas, arriscou da intermediária e viu Diego decolar para espalmar. Pouco depois, ao retornar a partida, Ritolê tabelou e chutou de primeira. A bola explodiu na trave e saiu. Na seqüência o Acidus também chegou, sem muita empolgação mas a equipe diminuiu de novo. Isaac costurou pelo meio e arriscou de fora da área num chute rasteiro que tocou na trave e morreu no fundo do gol. 6 x 3.

O jogo já estava em seus minutos finais quando Ritolê decidiu fazer seu terceiro gol, aliás, um golaço. Lançado no campo de ataque livre de marcação, o jogador, que é exatamente um misto de raça e habilidade, aplicou um rolinho no goleiro Diego e antes que a bola se perdesse pela linha de fundo entrou de carrinho na redonda para marcar o sétimo do Bengalas. Na sequência, já nos acréscimos, o Acidus marcou o quarto gol, limpando um pouco a barra e amenizando o placar. Em cobrança de falta ensaiada, Diego rolou para Ronei na ponta esquerda, que bateu forte para diminuir e dar números finais ao jogo, 7 x 4.

Apito final e muitos viram que surgia um real favorito ao caneco, o Bengalas. Com uma defesa bem postada, jogadores de meio bastante ofensivos e um inspirado camisa 9, vai ser difícil parar essa equipe nas finais. Do outro lado, o Acidus ainda tem tempo para se recuperar e mostrar seu bom futebol nos mata-matas, tanto que mesmo após estar perdendo por 6 x 0, e correndo o risco real de sofrer uma vexatória goleada histórica, o time verde-limão até que se encontrou um pouco dentro de quadra, conseguiu marcar seus gols e evitar uma goleada histórica, tão histórica quanto a aplicado pelo Acidus no mesmo Bengalas no torneio passado.

VII Chuteira de Ouro: 8ª rodada: Grupo B
Bacana 5 x 5 Joga 13

EMPATE COM BACANA OBRIGA 13 A VENCER LÍDER NA RODADA FINAL

Depois de não ter iniciado muito bem a VII edição do Chuteira, o Joga 13 melhorou consideravelmente depois de conquistar a vitória. Desde então está numa crescente. Do outro lado estava a equipe do Bacana que, caso vencesse o confronto, deixaria Acidus e EB para trás na tabela de classificação. e foi justamente isso que proporcionou juntamente com 13 um confronto emocionante do primeiro ao último lance, para acabar como começou - empatado.

Num de seus melhores momentos no campeonato, o 13 assumiu uma postura ofensiva logo de início, com o tradicional chute de saída de bola de Rodrigo com o apito do árbitro. O 13 era o time que precisava vencer e que por isso correu atrás do resultado. E passou a jogar no ataque com mais veemência. Não demorou para Pouco depois Doce e Rafinha tabelarem, a bola ficou com o primeiro, que chutou forte para fazer 1 x 0 aos 2 minutos. E só dava Joga 13: pela direita Choco ganhou no corpo do marcador, avançou e tocou na saída de Roberto para ampliar.

Enquanto o Treze fazia sua parte, os jogadores do Bacana não conseguiam levar perigo à meta de Caieras. Demehur até tentava alguma coisa no ataque, mas a marcação do 13 estava impecável. Após contragolpe armado, o maior artilheiro do Chuteira anotou o terceiro gol. Choco foi pela ponta direita e cruzou na medida para Lele desviar para o fundo do gol, incontestáveis 3 x 0 em 12 minutos. Era o Bacana aprontando das suas, como sempre saindo perdendo e tendo de recuperar.

Só então foi que o Bacana acordou, mesmo levando de três o time vinho partiu em busca do placar. Demehur foi derrubado próximo da área, um lance de extremo perigo contra o gol treziano. Na cobrança, o próprio camisa 10 bateu por baixo da barreira, que desviou a bola para fora. O goleiro Roberto Kiko também teve sua chance para brilhar: após Vitinho cometer falta, Doce cobrou curto com Choco, o meia girou na marcação e bateu. Com uma grande defesa ele foi buscar a bola. Na seqüência o Bacana finalmente tirou o seu zero do placar: Luisinho arriscou da intermediária, Caieras espalmou como pode e a redonda sobrou limpa para Vitinho dentro da área só tocar para o fundo do gol.

Já rondavam os minutos finais do primeiro tempo, mas o Bacana ainda acreditava no empate, e foi para cima do Joga 13. Primeiro em boa troca de passes, Luisinho encontrou Vitinho dentro da área, que chegou antes do goleiro e rolou para trás. Para a sorte do 13, não havia ninguém de vinho dentro da área. O momento era mesmo do Bacana, mas outra vez o 13 contou com a sorte. Vitinho ganhou a bola na esquerda, tirou o marcador e chutou cruzado para explodir na trave de Caieras.

Na volta do intervalo, quando se esperava um Bacana pressionando ainda mais, foi o Joga 13 quem surpreendeu a todos e partiu para cima do adversário. Logo no começo da etapa complementar Choco recebeu pela direita e soltou um tiro cruzado, fatal, marcando o quarto gol. Na seqüência, ele de novo avançou pelo meio e rolou para Kbral na direita do ataque. Ele bateu cruzado tentando fazer a pelota encontrar Lele dentro da área, mas a defesa Bacana cortou o perigo.

Após o susto inicial na etapa complementar, os bacanas novamente se encontraram em campo e a equipe passou a controlar o jogo, descontando gol a gol no placar. Primeiro Luisinho sofreu uma falta dupla: a um passo da área fizeram dele um sanduíche de Kbral e Calado. Falta perigosíssima que o próprio Luisinho, insatisfeito no banco de reservas, não desperdiçou e guardou a bola no ângulo. O feito, raridade em se tratando de Luisinho, foi muito comemorado. Só Marcelão, o capitão, que não deve ter ficado muito feliz pois o ego do menino vara subiu e já passa a almejar uma titularidade que o capitão não sabe como resolver...

Passavam-se os minutos e o 13 se acuava cada vez mais e dava espaço para o Bacana se movimentar no ataque. Yanes rolou atrás para Demehur, que soltou sua patada e fez a bola explodir no travessão. A bola na trave foi apenas um aviso a Caieras, pois no lance seguinte ele colocaria fogo na partida ao diminuir para 4 x 3.

Faltavam poucos minutos para o término da partida e o Bacana crescia a cada lance. Contudo, foi Calado quem teve a chance, que parecia ser a bola do jogo, de definir a partida. Ele recebeu no bico da área e mesmo caindo conseguiu chutar com perigo, mas rente à trave para fora. Na seqüência, o Bacana também teve a sua bola do jogo – e Yanes não perdoou e empurrou para as redes, empatando a partida.

O Bacana fez muita festa pelo empate, contudo o confronto ainda não havia terminado e ainda havia mais alguns minutos de emoção guardados para quem acompanhava o jogo. O 13 partiu com todas suas forças para cima do adversário. Doce bateu cruzado e obrigou o arqueiro Bruno a realizar uma linda defesa. Porém, na seqüência toda a luta do Bacana pareceu estar indo por água abaixo quando, aos 24 minutos, Doce cortou o marcador pelo lado esquerdo e chutou para anotar o quinto. Era inacreditável, e os jogadores do Treze vibravam como loucos, pois voltavam a somar três importantes pontos para o campeonato. No entanto, quando novamente parecia que não haveria tempo para mais nada, o Bacana empatou de novo. Sem tática, sem nada, unicamente com a vontade e com a força do imprevisível futebol. Como não poderia deixar de ser, Demehur deu números finais a esse belo jogo em 5 x 5, e logo que saiu o gol o árbitro assoprou o final de partida, talvez quase sem fôlego depois de um jogão de arrepiar.

Após o fim, quando saiam de campo, houve tumulto e um princípio de briga entre Choco e Yanes. Choco estava alterado e quis partir para cima, assim como muitos outros do Joga 13, que não sabem deixar as coisas dentro de campo e adoram uma briga fora quando as coisas não saem como eles queriam. O empate obriga o 13 a derrotar o Bengalas na rodada final, e isso, aliado à provocação infantil e inconseqüente de Yanes, fizeram uma situação boba de jogo se transformar num perigo a todos.

Fica aqui a nota de lamento a diversos jogadores do Joga 13, que não pensam duas vezes antes de partir para a confusão ao invés de saber perder ou apaziguar uma situação. O que acontece dentro de campo – mesmo xingamentos – fica lá. Mais uma vez o 13 causa fora de campo por coisas de dentro de campo. Nem mesmo a ação de todo o time do Bacana para abrandar a situação foi suficiente para alguns. Nota triste que essa Organização não gostaria mais ter de notificar e repudiar. E fica o aviso de que uma próxima vez gerará ações de punição mais veementes por parte da Organização.

Com o resultado, o Bacana fecha sua participação na fase de classificação com 13 pontos, não podendo passar e nem ser ultrapassado por ninguém, e já é o 4º colocado do Grupo B. Já o Joga 13 tem situação desesperadora – afinal, com a vitória do The Veras, precisa vencer nada menos que o líder Bengalas.

VII Chuteira de Ouro: 8ª rodada: Grupo A
Fiorella Brasil 5 x 0 Fora de Série

FIORELLA FAZ MAIS UMA VÍTIMA

Fiorella e Fora de Série (FdS) fecharam mais uma rodada do Chuteira de Ouro no último sábado. O Fiorella quis garantir a primeira colocação e a classificação no grupo. Exatamente por isso, a equipe começou indo para cima e atacando mais. E, na verdade, foi assim o jogo todo. Resultado: mais uma goleada, desta vez por 5 x 0.

A primeira chegada do Fiorella foi com Daniel Oliveira, que arriscou do meio de campo, mas mandou a bola pela linha de fundo. O ótimo Rodrigo Cunha, que vinha fazendo ótimas partidas, mais uma vez teve boa presença no ataque de sua equipe: ele bateu uma falta do meio campo com muito perigo, mas o goleiro Fonseca espalmou para cima. No rebote, Du Formiga chegou dividindo com o goleiro e quase marcou. O Fiorella foi novamente ao ataque, mas a jogada foi frustrada quando Sérgio Barros dominou na cara do goleiro, mas tropeçou na bola. Em outra tentativa, o Fiorella exigiu grande defesa de Carlão, que assumiu a meta forense, quando Tiago Silva chutou forte com perigo. Mas ficou no quase mesmo quando Ari Silva recebeu pela direita, bateu forte e a bola explodiu na trave esquerda.

Mas o quase tinha hora para acabar, e se foi quando Rogério Silva tocou para Ari Silva, que por sua vez tocou para Sérgio Silva Barros. Após essa troca de passes sensacional, o este último resolveu chutar para o gol, mas a bola passou pelos pés do primeiro e terminou a jogada, pois foi ele que empurrou a bola para o fundo do gol.

Um dos melhores em campo era, sem dúvida, Ari Silva. E foi ele que marcou o segundo gol de sua equipe e quase marcou o terceiro após jogada pela direita que foi para fora. Mas, o terceiro gol saiu logo depois, após tabela dele com Jefferson. O toque para o gol foi deste. E a goleada não aumentou poucos instantes depois porque o goleiro do Fora de Série fez uma linda defesa. Falando em Fora de Série (que só assistia ao desfile do Fiorella), Rica avançou pela esquerda mas chutou longe. Esse foi o único ataque da equipe desde o primeiro gol do Fiorella, que continuava jogando muito bem, com um toque de bola que deixava o adversário só olhando.

Fim de primeiro tempo e na volta para a segunda etapa, o jogo se equilibrou. Du Formiga quase marcou e logo depois foi a vez de Ari Silva (outra vez) levar perigo ao gol adversário após chute pelo meio. Era nítido que o FdS havia melhorado no início do segundo tempo, mas o era a tarde do Fiorella: Sérgio Barros quase marcou o quarto gol. Porém, instantes depois ele marcou após linda jogada do ataque de sua equipe. Quando a bola foi chutada, o goleiro pegou, mas enquanto ele ainda se levantava, Sérgio Barros tocou de cabeça por cima de Carlão, marcando mais um para o Fiorella.

Falando em rebote, Rodrigo Cunha, o melhor em campo de sua equipe, chutou de fora da área e Fonseca pegou e largou dentro da área, mas a bola foi afastada de qualquer maneira pela defesa. Sérgio Barros chutou da direita, de fora da área, e marcou mais um, mandando a bola no canto direito.

Jogo liquidado e ainda teve tempo para o show do Fiorella continuar por mais alguns minutos: Cícero Junior recebeu pelo meio, bateu de primeira e obrigou o goleiro a espalmar, fazendo uma grande defesa. Alguns instantes depois, um lance mostrou um resumo da partida: Jefferson Piloto mostrou toda sua raça quando ele, sozinho, brigou pela posse de bola e escapou de três ou quatro adversários. O último lance do jogo foi o chute que Daniel mandou de longe para defesa de Carlão. E fim de jogo e fim de participação do Fora de Série, já que folga na rodada final. O Fiorella mantém a ponta e briga com o MachuPichu pela 1ª colocação do grupo.

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