O jogo prometia muito. Acidus e Assurra é um dos grandes clássicos do Chuteira de Ouro, sendo o jogo de sábado pelas quartas-de-final do III Chuteira a terceira partida em campeonatos que se enfrentavam. Até então, uma vitória para cada um. No desempate, deu Assurra.
Foram 10 minutos em que o Acidus dominou a partida e chegou com perigo. Barata fez linda jogada driblando os jogadores do Assurra e bateu na saída do goleiro Roberto. Caprichosamente a bola bateu na trave e voltou para o goleiro. Parecia que era o sinal de que o dia não era do Acidus... E menos de dois minutos depois Felipe mostrou que o caminho era esse mesmo com um gol de letra quase em cima da linha. Depois do primeiro foram mais 2 em seguida até que o Acidus diminuísse com Bruno. Mas em seguida Marcelão fez a jogada do quarto com a ajuda do goleiro Publius, que deixou a bola escorregar por suas mãos (ele estava sem luvas) e entrar com o toque final de Felipe (pra variar, em cima da linha).
4 a 1 foi o placar que começou o segundo tempo e ali começava o pesadelo do Acidus. O Assurra joga na base do contra-ataque com Alemão, Felipe e Marquinhos e uma vantagem dessas contra um time desesperado pra marcar e sem zagueiros fixos era tudo o que o time de camisas azuis queria. E assim o Assurra construiu a goleada de 12 a 3. Foram 5 gols de Felipe, mas a noite foi do zagueiro Garo, que interceptou mais de 15 bolas e desarmou outras tantas na defesa do Assurra.
Para não fechar em branco, o zagueiro Daniel tomou seu cartão vermelho. E, como no II Chuteira pelo Roleta Russa, no último jogo do campeonato. E também como naquele jogo, segundo o jogador injustamente... Esse Daniel não aprende mesmo...
Assurra enfrenta agora o Fiorella por uma das semifinais do Chuteira. Quem vencer o confronto estará na grande final do dia 26 de maio...
Para quem esteve presente, viu na torcida o jogador Lói, operado do tornozelo depois da lesão de sábado passado. Ele não quis perder de jeito nenhum o jogo de seu time. Infelizmente pra ele o Acidus perdeu... Imagina se a perna dele não formigou de vontade de entrar em campo e ajudar os companheiros. Pela análise médica, mais 7 meses até que isso possa acontecer.
Em jogo pegado, Joga 13 se impõe pela força
A Equipe Bróder bem que tentou, mas a força do Joga 13, e do reforço de última hora Choko, acabou com o sonho do tricampeonato. O placar foi apertado – 2 a 1 apenas – mas o suficiente para colocar o Joga 13 nas semifinais, para decidir uma vaga na grande final contra o SNG.
O jogo foi muito pegado, com faltas de ambos os lados, com reclamações de ambos os lados e com erros de arbitragem para ambos os lados. Talvez receosos em alguns momentos, a dupla de arbitragem deixou de aplicar cartões para faltas mais duras e mesmo lances desleais, de pontapé, lances que a torcida viu e não perdoou os árbitros por não terem visto. Mas, enfim, o jogo seguiu e ambos os times queriam jogar bola acima de tudo. O primeiro tempo acabou 0 a 0 e logo no início do segundo tempo, aos 2 minutos, em cobrança de escanteio Lapa abriu o placar. Ao Bróder só interessava a vitória, pois o empate era do Joga 13.
Mas o Joga 13 queria a vitória. E foi pra cima e promoveu a estréia do atacante Choko. As jogadas passaram a se concentrar nele, quando não nos chutes potentes de Rodrigo do meio de campo. Num desses, Lele encostou a cabeça e desviou pras redes. Foi o 16 o de Lele no campeonato e o empate do Joga 13. O Bróder, desfalcado de sua zaga titular (Henrique viajando e Soneca contundido), restou apenas Banana com a ajuda dos meias Lapa e Tiago ajudando.
E numa jogada de Lele com Choko finalizando saiu o gol que garantiu o Joga 13 nas semifinais.
O Bróder ainda tentou uma reação, mas o time estava já cansado e a defesa bem fechada do Joga 13 não permitiu maiores perigos ao bom goleiro Caieiras. Agora o Joga 13 tem sua partida mais difícil sem Doce e Daniel, suspensos – contra o SNG sem nenhum suspenso. Veremos se o futebol-força do Joga 13 vencerá o futebol técnico do SNG. Aliás, a briga pelo MVP e artilharia estará em campo aí também. Lele e Renê disputam diretamente os dois troféus. Mas artilharia a coisa já complica....
Disputa por artilharia e MVP esquenta semifinais
Quando a briga pela artilharia e MVP pareciam se resumir à disputa entre Renê e Lele, as coisas mudaram com as partidas das quartas-de-final. Isso porque pelo menos mais 3 jogadores do Assurra entraram no páreo.
Até o momento, antes das semifinais, a corrida está assim: Renê do SNG segue liderando com 18 gols, seguidos de Lele do Joga 13 e de Felipe do Assurra, ambos com 16 gols cada, na cola vem Alemão, também do Assurra, com 15 gols. Os demais artilheiros – Ricci, do MachuPichu, tem 16 gols e Bruno, do Roleta, com 14 gols – estão fora da competição.
Em relação ao MVP, a somatória de pontos coloca Renê com 13 pontos e Lele com 12 pontos, seguidos por Alemão com 11 pontos e o goleiro Roberto, também do Assurra, com 10 pontos. Sábado a disputa promete esquentar ainda mais, pois os quatro times classificados farão mais 2 jogos cada um independente de estar na final ou não. Chances iguais para todos.
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