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Notícias de 12/05/2010



IX CHUTEIRA DE OURO: 9ª RODADA: GRUPO A

Med Taubaté 2 x 0 The Veras

MED SURPREENDE E DERROTA THE VERAS


Médicos chegam como azarão e saem com a classificação após vencer The Veras e ver adversários tropeçarem


Por Guilherme Meireles

Os que estiveram no PlayBall no último sábado viram que a maioria das partidas esteve muito abaixo da média. Com MED e The Veras foi parcialmente parecido. Se o primeiro tempo deu sono (e deu mesmo), o segundo ao menos já foi bem mais interessante. Nos primeiros 25 minutos as duas equipes tentaram esboçar bons ataques, mas poucas foram as chances claras de gol. As duas defesas se mostraram eficientes. Com certeza João Cláudio foi o que mais buscou jogo nos minutos iniciais: ele aparecia como principal ponto de referência no ataque, movimentando-se de todos os lados e tentando aproveitar as bolas lançadas. Mas a zaga do MED se mostrou segura para anulá-lo a maioria das vezes.

Já na etapa final ambos os times esqueceram da retranca e partiram para a agressão: Moura arriscou chute de longe que o goleiro defendeu com a perna. O MED parecia não ligar para o fato de ter metade dos pontos do The Veras e respondeu à altura com Aníbal, o grande "maestro" do ataque em todo o jogo, que bateu de primeira e o goleiro teve que se desdobrar para espalmar.

Boca lançou para Xavier, que chutou na cara do gol, mas parou em linda defesa do goleiro Benga. A bola voltou para o próprio Xavier, que poderia devolver atrás para Boca, mas preferiu chutar de novo e desperdiçar uma grande chance. Ao fim do lance, recebeu um olhar 43 de raiva de Boca. Na sequência, Japa respondeu com um tiro rasteiro de longe que fez uma curva traiçoeira e obrigou o goleiro Jura a pôr seu reflexo em prática, defendendo de soco. O trabalho do arqueiro prosseguiu: ele apareceu bem para abafar um chute de Gabriel na entrada da área.

No contra-ataque, Bruninho parou em defesa do goleiro. No rebote, Xavier emendou um chute cruzado pela direita para enfim marcar e tirar o zero do placar. Com o gol, o MED começou a dominar as chegadas no ataque: Xavier desviou de primeira e a bola bateu no corpo do goleiro que acabou salvando seu time sem querer. O próprio Xavier encarou a marcação de Flama pela ponta direita e o arqueiro pegou seu arremate potente. Depois foi a vez de Bruninho receber na área e ser travado na hora do chute.

O fim do jogo ia chegando e a situação do The Veras cada vez ficando mais delicada. Para piorar Japa aproveitou um pedido de tempo para desabafar toda sua ira com o time, o que escancarou as evidências de que o clima no entrosamento do time não era dos melhores, apesar da classificação matemática já garantida.

Para levantar os ânimos, Moura disse a seus companheiros "vamos fazer esse gol". E de fato passou perto: Nico mandou para fora uma chance clara enquanto Petreche parou na tarde inspirada do goleiro Jura. Para aniquilar as chances do empate, Xavier fez 2 x 0. A polêmica do jogo ficou por conta do possível pênalti que João Cláudio teria sofrido ao tentar girar contra sua marcação quando o jogo estava 1 x 0 (na opinião deste que escreve, a penalidade deveria ter sido marcada).

Claro que o MED jogou bem mais em busca da vitória do que o The Veras, afinal, os amigos do Vale do Paraíba dependiam de uma vitória mais uma combinação de resultados para entrar no G-6, que veio na sequência da rodada. Com isso, o The Veras (terceiro colocado) pega o Acidus enquanto o MED tem uma batalha muito complicada contra o entrosadíssimo Estudiantes de La Vila.

IX CHUTEIRA DE OURO: 9ª RODADA: GRUPO B

Arouca 1 x 1 SNG

EMPATE CLASSIFICA AROUCA E CONTENTA SNG


Resultado magro nada mudou para SNG e colocou Arouca em 5º colocado do Grupo B

Por Vinicius Bento

Foi um começo de jogo bem diferente. Tivemos o pontapé inicial aos gritos de “começa logo essa p***” de Lucas e sob o barulho infernal da bateria do Arouca. E não foi só um começo diferente, foi principalmente equilibrado, exatamente como seria toda a partida.

Tamanho era o equilíbrio que um gol não poderia deixar de sair numa jogada individual. E assim ela saiu e com ela um lindo gol. Ronei deu lindo passe de chaleira para Abelha que, em condições de finalizar, chutou a gol. Maurício fez boa defesa, porém o rebote caiu nos pés de Tejeda que só teve o trabalho de empurrar ela para dentro. 1 x 0.

Por estar atrás no marcador e precisar da vitória para se classificar, o Arouca teve que se arriscar um pouco mais. Infelizmente as investidas paravam no bom goleiro Sampa. Não que ele estivesse em uma de suas tardes mais inspiradas, mas todos os chutes estavam indos centralizados. Nessas investidas, Toni era quem dava mais trabalho. Com muita vontade, ele estava incomodando lá na frente.

Porém, os dois times pecavam nas ligações diretas. “É muito chutão para frente”, como diria Casagrande. Quando a bola chegava com um pouco mais de condições, um dos dois goleiros tinha trabalho. Daniel Tafelliacertou tirambaço no alto e de perto. Ele deve ter visto a bola dentro já, porém Sampa voou para defender a la Bruno em falta no final do jogo de Chicão do Corinthians. Defesaça.

Para quem estava de fora era bem claro o motivo por que o Arouca não conseguia empatar. A defesa do SNG era muito sólida. Mesmo com a baixa estatura, eles marcvaam com uma precisão cirúrgica. Fabinho, Fefê, e Memé davam duro atrás, mesmo os camisas 8 e 9 não serem zagueiros de ofício.

E o primeiro tempo terminou 1 x 0 mesmo. No começo da segunda etapa, era perceptível que no Arouca alguém não estava bem. Vitão um dos melhores defensores do Chuteira, não estava em uma de suas melhores tardes. Geralmente ele define o jogo, mas estava um tanto apagado. Infelizmente não só apagado como acabo por exagerar na força na hora de fazer uma falta e tomou o amarelo. Saiu de campo revoltado, porém não foi de completo injusto. Ronei, que sofreu a falta, ficou por muito tempo no chão, mas voltou à partida.

O SNG ficava muito tempo com a bola, mas assustadoramente não conseguia criar. Se isso acontecesse, o time de laranja levaria uma vantagem assustadora. Mesmo assim eles eram perigosos. Quando Renê estava em campo, ele prendia um defensor e dava trabalho, mesmo visivelmente fora de forma e estentando uma inédita saliência na altura do abdomem (parece quem enfim o excesso de cerveja do artilheiro começou a dar sinal de vida). Depois de escanteio cobrado por Tejeda, o camisa 11 recebeu livre debaixo da trave, porém na hora de cabecear, pegou torto na bola e mandou longe. Feio!

Vitão, que havia voltado ao campo depois dos dois minutos fora, teve a chance de3empatar. Cobrando falta ele acertou o ângulo do goleiro Sampa, que operou um verdadeiro milagre. No rebote, Everton acertou o travessão. A bola insistia em não entrar.

Mas uma hora teria que entrar. E coube a Toni a proeza, já no fim do jogo. Ele acertou belo chute de longe, a bola ainda bateu no goleiro, mas escapou por debaixo dele e morreu lá dentro. Sampa não poderia salvar todas também!

No finalzinho da partida, Renê fez belo trabalho de pivô e, tentando se redimir do gol perdido, carimbou o travessão. Foi quase, mas não deu tempo para mais nada. Placar final 1 x 1 e ambos classificados.

IX CHUTEIRA DE OURO: 9ª RODADA: GRUPO A

Bengalas 6 x 1 Roleta Russa

BENGALAS PASSEIA SOBRE ROLETA RUSSA


Luisinho decidiu de novo a favor do Bengalas


Por Guilherme Meireles

Não há time no Chuteira de Ouro mais relaxado que o Bengalas. Com 22 pontos e 1º do grupo, a equipe só cumpriu tabela contra o Roleta, que por outro lado, poderia alcançar a classificação na última rodada com as três alternativas que o futebol permite: vencer, empatar ou perder. Ganhando estaria classificado em quarto lugar. Empatando, só sairia do G-6 caso o Elefantes Indomáveis vencesse por uma diferença de 14 gols! Já em caso de derrota, deveria torcer por derrotas de Bucets, Real Paulista e Elefantes Indomáveis. Para o nervosismo da nação roleta, a alternativa escolhida foi a terceira.

De bola parada o placar logo foi aberto no comecinho: uma falta na entrada da área cobrada por Luisinho aproveitou o pulo da barreira. O Roleta pareceu nem se importar com o gol sofrido e nos primeiros minutos após ver o placar inaugurado esteve melhor que o Bengalas. Sorte dos atuais campeões que um atleta roleta em especial não estava nos melhores dias: Alemão teve uma grande chance de empatar ao receber livre na área, mas ele acabou isolando de bico. Pouco depois Brunão fez boa jogada pela esquerda, recuou para Alemão, que mais uma vez encheu o pé para muuuuito longe. Mas, calando este repórter que aqui escreve, o próprio Alemão estava bem postado junto ao poste esquerdo para empatar.

Pena que a alegria roleta durou pouco: o estreante Bruno Cabral acertou um voleio firme para baixo na entrada da área que explodiu no gramado e entrou. Pouco depois, Luisinho marcou o terceiro. No finalzinho do primeiro tempo, Baki foi essencial para espalmar no cantinho um chute de primeira de Bruno. Aliás, lembram daquela velha história sobre o goleiro do Bengalas que o define como "mão de pau"? Provavelmente ele se sentiu vingado quando, no intervalo, Tavinho saiu e entrou Guaraná em seu lugar na meta roleta. Isto porque, já no segundo tempo, em cobrança de falta para o Bengalas, a bola veio na direção do arqueiro, que se atrapalhou todo sem saber o que fazer com ela. O fato é que a redonda explodiu no seu peito e voltou na medida para Bruno fazer virar goleada. Logo depois Cássio aumentou. 5 x 1.

Com esta vantagem significativa, o atual bicampeão poderia se dar ao luxo de desperdiçar algumas chances. Mas tudo tem um limite. Talvez este lance que aqui será narrado possa ser considerado uma das maiores aberrações que o Chuteira de Ouro já viu: Salvador fez boa jogada pela direita e fez um cruzamento preciso que passou pelo goleiro e por toda a defesa do Roleta. Sobrou junto ao poste esquerdo nos pés de Vini Costa, com o gol a sua frente, aberto, implorando para ser marcado. Porém, não se sabe exatamente como, ele chutou à esquerda da trave pela linha de fundo! A própria torcida do Bengalas se manifestou com gritos de horror! A torcida do Arouca que fazia festa na arquibancada também se virou para tentar entender o que Vini quis fazer. Aliás, o próprio camisa 10 caiu na risada!

Quando Luisinho recebeu na área, tirou do goleiro com categoria, deixando Guaraná deitado no chão sem ver a bola, e marcou um golaço. 6 x 1. E para fechar os 50 minutos, Vini Costa finalmente se redimiu do gol misteriosamente perdido ao dar um elástico no marcador pela ponta direita, mas, ao cruzar, a bola desviou e quando estava quase entrando a zaga afastou em cima da risca.

Mesmo com uma posição abaixo da que havia começado a rodada, o Roleta alcançou a próxima fase e pega o Joga 13 na semana que vem. Já o Bengalas assiste as oitavas de final de camarote, e segue como um dos grandes favoritos (se não o maior) ao título.

IX CHUTEIRA DE OURO: 9ª RODADA: GRUPO B

Fiorella Brasil 6 x 3 Kadência

FIORELLA CONTINUA ARRANCADA ESPETACULAR E DERRUBA MAIS UM


Kadência até tenta, mas não fez frente ao ótimo Fiorella e está eliminado


Por Vinicius Bento

Que o Fiorella entrava como favorito era favas contadas. Restava ver quanto o Kadência agüentaria antes de começar a perder. Pois o gol do Fiorella saiu muito cedo, logo no comecinho da partida. Após lateral cobrado, Tião acertou cabeçada fatal no gol. 1 x 0.

Se o gol do Fiorella saiu cedo, o Kadência queria que o gol do seu time também saísse rápido. Valente chegou na cara do gol, tentou finalizar de letra mas furou. Poderia ter sido o empate. Mas como quem não faz toma, Maurinho, estreando neste Chuteira, cobrou lateral toscamente, Van-Van roubou a bola, arrancou, chegou na cara do goleiro e só deixou o dele. 2 x 0. Começava mais uma tarde inspirada de Van-Van, que com a camisa 10 vem arrebentando nos jogos.

Valente continuava pecando no último toque para o gol. A partida estava equilibrada, porém, por causa das duas desatenções iniciais, o Kadência teria que correr atrás no marcador. Em jogada ensaiada de Maurinho, que cobrou falta para o lado, Valente recebeu dentro da área, tocou para trás mas Leandrinho, embaixo das traves, não conseguiu a finalização.

Repetindo a frase anterior, como quem não faz toma, em lance confuso o juizão marcou pênalti para o Fiorella. Na cobrança, Tião fez o terceiro gol do Fiorella. Não era um bom começo de partida para o Kadência. Aliás, era um péssimo primeiro tempo partida.

No segundo o Kadência foi para cima. Precisava de um gol o mais rápido possível se quisesse almejar algo na partida e no campeonato, já que só a vitória interessava ao time. Leandrinho tocou bonito mas seu irmão Fernando demorou muito na hora de arrematar e a defesa salvou. Maurinho ainda tentou duas vezes, as duas para fora. Mas como quem não faz toma (já falei isso aqui?) foi o Fiorella que fez o quarto. Com passe de Van-Van, André Lima (não o jogador o Fluminense) ampliou o placar.

Uma hora ela teria que entrar. Finalmente a maior posse de bola do Kadência deu algum resultado. Gian, o melhor jogador do Kadência, deu belo passe para Maurinho que dominou dentro da área e fez o dele. 4 x 1.E o Kadência queria mais. Precisava de mais. Leandrinho virou dentro da área e de voleio arrematou. A bola bateu na rede, infelizmente pelo lado de fora. Alguns minutos depois Valente diminuiu. Belo gol, chutou de direita, cruzado, no ângulo, sem chances para o goleiro.

Mas o Fiorella não ia deixar o Kadência encostar mais. Tiago Silva e Van-Van fizeram bela tabela, driblaram o goleiro e Van-Van só empurrou para dentro. 5 x 2. Aí veio a cena lamentável do jogo, protagonizada por Piloto do Fiorella. Após pedir para o juiz sair da frente sem muita educação em jogada de linha de fundo pela direita, ele tomou cartão amarelo. Exaltado, foi tirar satisfações com o árbitro. Muito nervoso, colocou o dedo na cara do juiz, gritou, esperneou e foi retirado pelos seus companheiros e integrantes da direção antes que algo mais grave ocorresse. O que aconteceu foi o cartão vermelho sem pestanejar.

Depois dessa confusão o Fiorella ainda fez mais um. Após bate e rebate na área, Van-Van arrematou seu 15º gol do torneio. No final ainda deu tempo de Leandrinho rolar para trás e o capitão Paulinho, que fez um campeonato discreto, sem o brilho de outrora, fazer o seu. E assim acabou o jogo, em 6 x 3 com o Fiorella classificado e o Kadência voltando pra casa mais cedo.

IX CHUTEIRA DE OURO: 9ª RODADA: GRUPO A

Real Paulista 2 x 2 Treinadores do Braz

TREINADORES EMPATA NO FIM E ELIMINA REAL PAULISTA


Vitória escapa no fim e Real Paulista vê Med tomar seu lugar nas oitavas de final

Por Guilherme Meireles

Precisando de uma vitória, o Real Paulista estava bem mais interessado em vencer na última rodada do que o Treinadores do Braz. Os treinadores que vieram do Braz já estavam classificados e com folga. Talvez por isso que o jogo tenha sido tão equilibrado.

A saída foi do Treinadores, que ficou tocando a bola na defesa. O Real estava inteiro no campo de defesa, apenas cercando as tentativas de ataque adversário. Por duas vezes seguidas Pedrinho apertou a marcação com mais ênfase. Na segunda, ele roubou a bola e chutou de longe para abrir o placar logo nos primeiros minutos.

Ainda na etapa inicial Matheus arriscou para o gol e a bola foi desviada o suficiente para enganar o goleiro. Tudo igual. O primeiro tempo se limitou a isso: o Real Paulista tentava marcar o segundo a todo custo, mas se mostrava sem pontaria alguma. Enquanto isso, o ataque do TdB não era muito acionado e o time não fazia mais do que administrar. Somando esses dois fatores temos como resultado um jogo muito chato, indigno de uma rodada decisiva.

A segunda metade do jogo começou da mesma maneira que havia sido o primeiro tempo: poucas chances criadas e monotonia. O Real Paulista manteve sua postura de jogar recuado buscando os contra-ataques. Por outro lado, o Treinadores não lembrava nem de longe aquele time avassalador que começou o campeonato. O ataque cada vez mais sem criatividade abria espaços para que o Real roubasse a bola e se mandasse em contra-ataque. E as chegadas foram ficando perigosas: Pedrinho entrou livre na área e fez o goleiro se esticar todo para dar um tapa de mão trocada que evitou o gol. Rudy desviou uma bola aérea com a cabeça que deixou Gará juntinho a trave para marcar, mas acabou errando.

Outra vez Gará serviu um companheiro. Desta vez acabou sendo sem querer: ele deu um chute fraquinho dentro da área que seria defensável, não fosse a chegada surpresa de Panela pela direita para marcar. 2 x 1. Foi então que veio uma ordem do banco do Real Paulista: o time tinha que se fechar! E assim aconteceu. E dá-lhe contra-ataque: Panela entrou completamente livre na área e quando chegou na cara do goleiro João parou na boa defesa deste.

A postura defensiva do Real Paulista começou a surtir um efeito contrário do imaginado por Panela e companhia: o TdB dominou as chances nos minutos finais e passou perto do empate com Peruca em ataque pela esquerda. Ele foi bem travado pelo goleiro na hora exata do chute. Quando o árbitro já se preparava para apitar o final do jogo o Treinadores finalmente empatou em uma jogada que lembrou aquele time de cinco rodadas atrás: Índio arrumou a bola com o peito na medida para a chegada de Bruno Valdivia. Ele driblou a marcação com muita categoria e deu um toque preciso para o fundo do gol. Desolação para o Real Paulista, comemoração em Taubaté!

O empate deu ao MED a sexta vaga do grupo, com 11 pontos e um saldo de gol superior aos de Bucets e Real Paulista (com a mesma pontuação). E devem agradecer ao belo futebol do Treinadores que resolveu dar as caras ao apagar das luzes na quadra 4.

IX CHUTEIRA DE OURO: 9ª RODADA: GRUPO B

Joga 13 0 x 0 Acidus

ACIDUS E JOGA 13 PROTAGONIZAM PRIMEIRO 0 X 0 DA HISTÓRIA


Chuva forte, defesas intransponíveis e goleiros decisivos foram ingredientes da primeira partida sem gols do Chuteira


Por Vinicius Bento

O Acidus, time que mais empatou no Chuteira, veio para campo precisando vencer para não depender do resultado de ninguém para se classificar para a próxima fase. O Joga 13 estava tranquilo e vinha mais para cumprir tabela. O que não significava que eles iriam dar moleza.

Logo no começo da partida, Choco saiu cara a cara com Diego. Na hora da finalização, pegou mal de bico e o goleiro salvou o que poderia ser o primeiro gol da partida. Em outra subida do 13, Washington deu belo chute no travessão. Diego estava começando a se desdobrar lá atrás. Alguns momentos depois, Rodrigo acertou lindo chute em cobrança de falta. A bola ia no cantinho, mas o goleirão do Acidus se esticou todo e salvou mais uma.

O vento começava a ficar muito forte e estava na cara que iria cair um pé d’água. Porém, antes que a chuva viesse, Robinho conseguiu dar uma linda sequência de dribles, mas na hora do arremate a defesa salvou. Foi então que começou a chover. Aliás, erro meu, não foi apenas uma chuvinha qualquer, foi uma verdadeira tempestade! No começo, os dois times não estavam sentindo tanto. A bola ainda estava rolando com precisão no campo. Os dois ataques estavam indo vem, principalmente com Felipe pelo 13 e Robinho pelo Acidus, apesar do exagero em driblar.

O primeiro tempo terminou assim mesmo, 0 x 0. Na segunda etapa foi que a coisa ficou preocupante. Mesmo o campo de society não retendo muita água, a quadra 5 não agüentou a 30 minutos daquela chuva. No meio de campo uma poça enorme começou a aparecer e jogar por ali se tornou inviável. O Acidus percebeu isso e partiu para o ataque pelas pontas.

A situação estava tão precária que o árbitro interrompeu a partida e chamou os dois capitães para saber se eles queriam dar uma pausa ou continuar jogando daquele jeito. Por acordo comum os dois decidiram continuar a peleja. E foi aí que o goleiro Caieiras mostrou por que é tido como um dos melhores do Chuteira. Precisando da vitória, o Acidus mais do que foi pra cima do 13. Começou a chutar de fora da área para explorar o campo molhado, porém, a bola batia em tudo que era lugar (de Caieiras) e não entrava. Muito também graças ao ótimo Rodrigo, que fazia das tripas coração para evitar que a bola passasse com mais perigo do que já estava chegando.

Não era só a defesa do Joga 13 que estava bem. Raphão era o homem de segurança lá atrás, encarregado de matar os contra-ataques perigosos do Joga 13. Por conta do pé d’água, das condições horríveis de jogo, das duas defesas impecáveis e principalmente por uma tarde inspirada do goleiro do Joga 13, a partida terminou assim, em 0 x 0. O primeiro jogo da história do Chuteira a terminar sem gols.

Graças ao empate com o Bacana, o Acidus se classificou com a última vaga e na próxima rodada enfrentará o The Veras. Já o Joga 13 faz um duelo muito interessante com o Roleta Russa. Os dois times se equivalem.

IX CHUTEIRA DE OURO: 9ª RODADA: GRUPO A

Bucets 3 x 4 Primatas

BUCETS EXAGERA NA RECLAMAÇÃO E TOMA VIRADA DO PRIMATAS


Xixi e Gui Fenômeno terminam a primeira fase se abraçando... Mas chorando juntos. Um está eliminado e o outro, rebaixado


Por Guilherme Meireles

O Bucets necessitava de um simples empate para passar de fase. Só isso. E a tarefa parecia ter ficado mais fácil quando os jogadores do Primatas entraram na quadra 4 sabendo que já estavam rebaixados diante do empate do Real Paulista e da vitória do Med. E uma antiga rixa veio à tona: poucos foram os que viram o diálogo entre Xixi e Gui Fenômeno antes do início do Chuteira. Nele ficou decidido uma aposta para a última rodada do campeonato: um engradado recebido pelo vencedor. O atleta primata ainda prometeu uma "mijada" diferente em cada gol, incluíndo a "mijada estilo pirocóptero", em sentido giratório. Mal sabiam os dois que esta longínqua partida ficaria marcada como uma mancha negra na história de seus respectivos times.

O Primatas entrou em campo de cabeça baixa. Os gritos de "Uh Uh Uh vai jogar com o Bizu!" ecoavam das bocas do anti-primatas. "Ah, é Série Prata", ou "Aqui não tem calouro, tem que ser homem para jogar na Série Ouro" também eram gritos ouvidos nas imediações da quadra. Com a bola rolando o clima começou quente: em jogada pela direita, Rodrigo Storch se estranhou com Litho quando a bola estava parada. Foi só ela voltar a rolar que Storch arriscou várias pedaladas contra o advresário, que fazia marcação individual. Era um aperitivo para o que viria.

De futebol propriamente dito o Bucets estava bem melhor. Justamente pelo fato de necessitar da vitória, os ataques vinham sendo protagonizados principalmente por Xixi: ao receber pelo meio, encheu o pé com a potência de sempre e estremeceu o travessão. Logo depois Storch arrumou de calcanhar para o camisa 10. Este por sua vez deu uma ajeitada precisa para Rafa Storch, que veio de atrás mas errou o tempo da bola e perdeu a chance de abrir o placar. Nesse meio tempo o Primatas levou perigo com chute de Litho que parou em boa defesa do goleiro Gabriel no cantinho direito.

Porém, como dizem alguns por aí, o Bucets não tem adversário. Xixi é que tem. E no duelo de Xixi com o Primatas foi o camisa 10 quem fez 1 x 0. O Primatas passou perto do empate na sequência com Nando. Ele recebeu completamente livre pela direita mas o goleiro espalmou seu chute. No lance seguinte, o mesmo Nando estava bem colocado dentro da área para desviar um cruzamento direto para o fundo das redes. 1 x 1 e intervalo de jogo.

Com o segundo tempo veio uma chuva torrencial que marcou todos os 25 minutos finais. Logo no começo Rodrigo Storch foi lançado na corrida em direção à área e marcou. Na sequência, Glauco, o irmão de Xixi, ampliou. Com 3 x 1 no placar, parecia encerrada a fatura, mas o Bucets fez questão de s complicar, como costuma sempre fazer. Rodrigo Storch levou cartão azul e deixou um buraco no time, afetando ataque, meio campo e defesa. Foi então que o Primatas ressurgiu de um time meramente rebaixado para um grande pesadelo na vida de Denys e cia. Simões marcou o segundo gol e logo pegou a bola das redes para levar ao meio campo querendo recomeçar a partida com pressa. O jogo e a chuva permaneceram e Rodrigo D’Alonzo cometeu pênalti em Gui Fenômeno. Após muita discussão, que rendeu um cartãozinho azul para o jogador, a infração foi cobrada por Nando em tiro rasteiro. Era o empate. Sem reservas à altura, o Bucets teve de jogar com Denys e promoveu a volta de Tom, que saiu do jogo com dores no peito e retornou para o time não ficar com um jogador a menos.

Quem estava de fora da quadra enxergava uma névoa na quadra 4. A chuva estava no auge, mas a torcida permaneceu espremida dentro do bar para ver os minutos finais daquele jogaço. A euforia tomava conta de todos aqueles que tinham como ideal de campeonato ver o Bucets fora das oitavas. Os que conseguiam se esconder da água e assistir ao jogo ao mesmo tempo viram Nando, o homem do jogo, mandar um canhão da intermediária que estufou o ângulo esquerdo. Golaço! O terceiro dele no jogo e a virada no placar!

Faltando questão de segundos para acabar o jogo, o Bucets tinha uma falta a seu favor. Nando empurrou Tom, que acabou se exaltando e deu uma cabeçada no jogador primata quando ele estava na barreira. Cartão vermelho e fim de jogo com muita revolta por parte do Bucets. “Estava 3 x 1 para a gente e esse juiz expulsou três jogadores nossos”, esbravejava Denys ao sair do campo. Tom, já mais calmo após o incidente, saiu de campo imaginando a sexta colocação como sendo do Bucets. Denys foi o encarregado de dar a triste notícia: após tanta cornetagem, provocações e intrigas, o Bucets está fora do Chuteira de Ouro. A equipe terminou a fase de grupos na sétima colocação, ficando de fora por quatro golzinhos de saldo em relação ao surpreendente Med Taubaté. Gui Fenômeno irá cobrar o engradado de Xixi, mas para os dois a cerveja terá certamente um gostinho muito amargo.

IX CHUTEIRA DE OURO: 9ª RODADA: GRUPO B

Estudiantes 3 x 3 Bacana

ESTUDIANTES SEGURA BACANA E ACABA POR ELIMINÁ-LO


Empate não servia para time de Marcelão e Luisinho Palito, que veem Acidus ficar com a vaga no saldo de gols


Por Vinicius Bento

O Bacana precisava da vitória. Era o tudo ou nada, ou ganhava ou não ia para a próxima fase. Simples assim. Isso prejudicou em parte o time, que teve que se lançar para frente e dar certos espaços. Rômulo começou tentando e saiu na cara do goleiro Richard e chutou. No rebote, a bola estava caindo para o fundo do gol, mas para o azar do Bacana, que necessitava daquele gol, a defesa conseguiu salvar na hora H.

Os dois times começavam jogando duro. Como quem não faz toma, Rodrigo Capita pegou na frente da área e arriscou. O goleiro nem viu a redondinha, que morreu no fundo do gol. 1 x 0. Se um gol contra já era um problema enorme na vida do Bacana, imagine então quando Kiko, goleiro do Bacana, saiu estabanado do gol e acertou em cheio o adversário dentro da área? Pênalti claro. Na cobrança, Lorente foi para a bola. Guido entrou para cobrir o amarelado Kiko e até que pulou certo, mas a redonda foi forte e no canto, morrendo nas redes. 2 x 0.

Depois disso o clima deu uma esfriada. Literalmente. Se dentro de campo nenhum dos dois times estava criando jogadas realmente perigosas, fora dele a temperatura tinha caído muito por causa das fortes chuvas que atacaram o gramado no jogo anterior. No último lance de perigo do primeiro tempo, Yanes, dentro da área, chutou com estilo, de três dedos, e a bola tirou tinta da trave. Poderia ser o gol que colocaria o Bacana na partida.

E assim terminou o primeiro tempo. Faltava um belo chute no time do Bacana, aquele que o goleiro não tivesse chances. Na segunda etapa, embora o Bacana que precisasse de resultado, o Estudiantes queria mais. O time jogava com velocidade e vontade – tanto se defendendo quanto atacando. A entrada de Rafinha foi providencial para ajudar na marcação e nas bolas aéreas, e Lorente, Iram e Marcel infernizavam no contra-ataque. Depois de lindo lançamento, Piero recebeu e Kiko fez milagre. Mais um gol a essa altura provavelmente definiria a partida.

Os dois times estavam brigando muito pela bola, mas acima de tudo estavam sendo limpos. Não havia faltas duras e nem uso de força desproporcional. Lê Raito era o gigante na marcação no meio de campo, destruindo tudo e ainda ligando contra-ataque.

Mas o Bacana tinha uma arma para esse tipo de jogo. Demehur estava se dando bem e conseguindo arrematar de longe, sua especialidade. Em um desses arremates, Luiz Felipe chutou para dentro da área. O bom Rômulo estava muito bem posicionado e só encostou nela. O Bacana estava novamente na partida.

Não só estava de volta na partida como também estava de volta na briga pela classificação. Ao invés de dar o passe, dessa vez Luiz Felipe pegou rebote dentro da área e de cabeça empatou a partida. O empate deixou o técnico do Acidus, Lucas, bem nervoso do lado de fora. Pelo visto ele não via a hora do apito final. Mas quando quem precisava fazer o gol era o Bacana, Marcel Brasil jogou água no chopp ao completar jogada de contra-ataque sensacional do Estudiantes. Sim, 3 x 2 e poucos minutos para o fim.

E esses minutos demoraram para passar para o Estudiantes, mas voaram para o Bacana, que ainda conseguiu empatar com Yanes pegando rebote. Porém, não teve tempo nem pra reiniciar a partida. O Bacana estava eliminado e o Estudiantes, com o gol tomado, perdeu a 2ª posição do grupo para o Fiorella e agora encara o Med Taubaté.

Ah, sim, o Acidus de Lucas, Lói, Philip e Ricco, todos na torcida, se classificou e eles respiraram aliviados...

IX CHUTEIRA DE OURO: 9ª RODADA: GRUPO a

Elefantes Indomáveis 1 x 0 Xoro Paro

XP NÃO APARECE E FACILITA CLASSIFICAÇÃO DE ELEFANTES


WO deu a campeão da Prata 13 pontos e a 4ª posição do grupo




III CHUTEIRA DE PRATA: 10ª RODADA: GRUPO A:

Locomotiva 7 x 2 Red Devils

LOCOMOTIVA, SEM RESERVAS, FAZ FESTA VERMELHA


Time joga a partida inteira sem ninguém para substituição e, mesmo assim, confirma a classificação

Por Douglas Almasi Santos

O jogo prometia, e muito. Afinal, enfrentavam-se o Locomotiva, buscando a sua classificação matematicamente, e o Red Devils, na briga pela 1° posição do Grupo A. Só a vitória interessava. Os vermelhos do Devils contavam com o retorno do craque Neguinho, voltando de suspensão, que prometeu: “Vou fazer 3 gols hoje e pedir música”. Mas a história foi outra.

Começo de partida e os times estavam muito cautelosos, apenas se estudando. O Locomotiva tentava se poupar, uma vez que estava sem jogadores no banco de reservas. Os Devils não queriam nem saber e com Neguinho chutando com perigo quase abriu o marcador. O Locomotiva respondeu com Paulinho, que, de cabeça, assustou a meta do goleiro Criança.

O equilíbrio era grande, com nenhuma das duas equipes querendo se arriscar muito. Porém, após cobrança de lateral, a bola foi rebatida e sobrou para Toninho encher o pé no ângulo direito, abrindo a contagem para o Locomotiva. Na saída de bola, Neguinho acertou lindo chute, do meio da quadra, e acertou o travessão, quase empatando.

O Red Devils passou a pressionar mais e, de tanto insistir, acabou chegando ao seu gol: Negão rolou para Darx, que da intermediária da quadra soltou a bomba no canto direito do goleiro, fazendo 1 x 1. Mas o Locomotiva voltou à frente do placar com um golaço do zagueiro Leo após cobrança de falta perfeita. E ampliou em seguida, em jogada de Menotti para Toninho, que girou o corpo e chutou para fazer 3 x 1.

O Devils, àquela altura, estava aquém do seu melhor futebol. Já o Locomotiva trocava passes, tentando se resguardar. No final do primeiro tempo, muita emoção: Neguinho pegou um rebote e diminuiu o placar, mas Brunno fez mais um para o Locomotiva, após completar linda jogada de Toninho, levando a partida para o intervalo com 4 x 2 para o Locomotiva.

A torcedora do Locomotiva Marina Anastási, gostou do que viu no primeiro tempo. “Os meninos estão melhores em relação a outros jogos”, comentou Marina, que completou: “Vão conseguir a classificação”. Querendo a liderança do grupo, o Devils iniciou a etapa final pressionando, buscando diminuir o placar.

Em cobrança de escanteio, Negão cabeceou livre, o goleiro defendeu e a bola foi no travessão. Uma garoa muito leve começou no momento que a pressão do Devils era enorme. Mas em uma trapalhada da zaga, Brunno encheu o pé e marcou 5 x 2.

O Devils ficou atordoado com o gol, não conseguindo criar chances concretas para diminuir o marcador. Quem se aproveitou foi Toninho, que recebeu cruzamento na esquerda e encheu o pé no ângulo, marcando um bonito gol. 6 x 2. Neguinho tentava, mas seu time não mostrava reação, levando o camisa 10 ao desespero. A equipe se descontrolou e teve 2 jogadores amarelados, deixando o time com 4 na linha durante 2 minutos.

O golpe mortal veio no fim, com arrancada de Leo pelo meio, ele avançou e, livre de marcação, experimentou, dando números finais à partida: 7 x 2 para o Locomotiva, e a classificação da equipe para o mata-mata. Menotti elogiou o desempenho de sua equipe. “O time esteve sem reservas, isso complicou, tivemos que nos doar hoje”, disse o camisa 21 do Locomotiva.

Já o Devils lamentou a exibição do time. “Classificado, o time entrou desconcentrado, e o adversário dominou”, falou o craque Neguinho. Mas não desanimou. “Serviu de aprendizagem para os próximos jogos”, comentou. “Foi o pior jogo da equipe nos últimos tempos”, lamentou o goleiro Criança sobre a tarde infeliz do time.

III CHUTEIRA DE PRATA: 10ª RODADA: GRUPO B:

Coringa 3 x 5 Só Capim Canela

COM AJUDA DE CIDRÃO, SÓ CAPIM ACORDA E CONSEGUE ÓTIMA VIRADA


Em chave mais equilibrada, resultado do jogo emparelha mais ainda os dois times na classificação

Por Vinicius Bento

A tática inicial do Só Capim era clara: arriscar de longe. O time estava tentando surpreender o goleiro Cidrão chutando de longe, mas não estava conseguindo. Em um desses chutes, Gui Tedesco recebeu passe açucarado mas mandou muito longe! Feio.

Depois de um começo recebendo uma “mini-pressão”, o Coringa começou a sair mais para o jogo. O que não evitou que o Só Capim continuasse atacando e dessa vez com mais perigo ainda. Tedesco de novo acertou lindo chute de perna esquerda e o goleiro do Coringa defendeu. Bela defesa. Em mais um lance de perigo do Só Capim, Rubens deu lindo voleio dentro da área, mas o goleirão defendeu novamente e no rebote Tedesco travou com o arqueiro adversário. Cidrão sentiu o golpe, mas salvou mais uma, e alguns minutos depois ficou de pé novamente.

O Coringa ainda não tinha causado um grande susto ao time adversário, mas pelo menos estava voltando a sair para o jogo e equilibrar as chances de gol. Parece que depois de quase quinze minutos de poucas chances claras para o Coringa, Kaká resolveu mudar isso. Logo no início, ele usou bem o corpo, aproveitou a saída errada do goleiro e fez o primeiro. Coringa estava sendo eficaz e aproveitando as chances que tinha. Está no manual do futebol!

E novamente usando a eficiência, Kaká deixou mais um. Após linda virada de fora da área e conclusão de perna direita no cantinho, o Coringa abriu uma boa vantagem de dois gols de diferença. E final de primeiro tempo.

A ida para o segundo tempo com dois gols de diferença no placar parece ter acordado o Só Capim. O time que havia arriscado mais a gol estava atrás no marcador. Ao começar a segunda etapa, Rubens fez belo trabalho de pivô, perdeu um pouco o controle da bola mas mesmo assim virou em direção a meta adversária e acertou o cantinho. O goleiro do Coringa, que estava pegando tudo, não conseguiu dessa vez. O Só Capim encostava.

Infelizmente, jogando água no chopp, Kaká não deixou que essa vantagem se mantivesse tão pequena. Em seu terceiro gol na partida, ele chutou de fora da área no cantinho e Buzzato, goleiro do Só Capim, ficou na saudade.

Depois desse lance o Só Capim decidiu que iria colocar a bola para dentro. E pronto. Bruno começou a mostrar seu futebol. Recebeu a bola e de fora da área deu um balaço no canto. O goleiro pulou, mas nem saiu na foto.

Preocupado que o Só Capim empatasse, o Coringa tentava algumas jogadas. Leozinho deu linda virada de bola para Flavinho, que saiu em disparada, dominou-a, porém sem ângulo chutou diretamente para fora. Após esse momento da partida a coisa ficou chata para o bom goleiro do Coringa. Cidrão, que até então fazia boa partida, saiu bem do gol, segurou a bola, mas deixou ela escapar de suas mãos. Novamente Bruno estava lá só para empatar. 3 x 3.

Flavinho ainda teve a chance de dar um passe açucarado para Kaká virar a partida, mas na hora H demorou e a defesa tirou. Depois disso veio o castigo – a virada. Rubens ganhou no meio de campo no corpo de Flavinho e chutou do meio de campo por cobertura. Cidrão, muito adiantado, aceitou. Frango que decidiu o jogo a favor do Só Capim e que complica e muito a vida do Coringa, que tem de vencer o Só Resenha para se classificar. No finalzinho da partida, ainda teve tempo para um pênalti muito reclamado por Kaká e convertido por Bruno. E terminou assim, 5 x 3.

III CHUTEIRA DE PRATA: 10ª RODADA: GRUPO A:

Ras Time 3 x 2 La Coruja

RAS TIME VENCE E SONHA COM A CLASSIFICAÇÃO


Time vence confronto direto com La Coruja por uma vaga na fase final; goleiros improvisados chamaram a atenção

Por Douglas Almasi Santos

No confronto direto entre La Coruja e Ras Time, valendo uma vaga no mata-mata decisivo, o que mais chamava a atenção antes do embate era a improvisação dos goleiros. Do lado dos Corujas, Mori esteve fora, sendo substituído pelo jogador de linha Gordo; já pelos lados do Ras, Cipó torceu o pé e não jogou.

Com os pensamentos voltados à vitória, as equipes fizeram um início de jogo muito truncado, sem dar espaços, evitando levar um gol, que poderia ser mortal. Iasi tentou fazer o seu, a favor do Ras, sem sucesso. O time tomava a iniciativa, mas a primeira boa chance foi dos Corujas, em cobrança de falta de Bataglia, que o goleiro defendeu.

O Ras abriu o placar: após troca de passes, Iasi recebeu na direita e rolou para o chute certeiro de Philip Wagner. A partida começou a ficar interessante, com os Corujas não desanimando. As duas equipes tentavam o gol. Iasi e Moreno eram os mais perigosos por parte do Ras, enquanto Gutão comandava os Corujas. O equilíbrio era grande, mesmo assim, após cobrança de lateral, Moreno soltou a bomba no ângulo esquerdo do goleiro, fazendo 2 x 0 Ras Time. Mesmo com o placar adverso, os Corujas tentavam diminuir o placar. Guila tentou duas vezes fazer o primeiro, mas não obteve sucesso. E assim a partida foi para o intervalo.

“É a primeira vez que venho, estou gostando muito”, comentou animada a torcedora do Ras e irmã do capitão Johnny, Renata Lopes. Porém, ela reclamou: “Está faltando mais gols do time, mas estou na expectativa para mais nesse segundo tempo”. De fato, a segunda etapa prometia, pois os Corujas viriam para cima, o que poderia proporcionar contra-ataques do adversário.

Uma bomba do camisa 7 Herrera, do Ras, para boa defesa do goleiro improvisado Gordo deu início à etapa final do jogo. O La Coruja tentava, mas quem levava perigo era o Ras, com lances de Philip Wagner e Moreno, sempre parando no goleiro. Os Corujas responderam com Guila, chutando para fora.

O jogo parecia liquidado, quando Iasi saiu da suspensão de dois minutos e marcou o terceiro gol do Ras. Mas não foi bem assim, pois a emoção passou a tomar conta da quadra 6. Após bate e rebate, Vitão pegou a sobra e chutou para diminuir o marcador: 3 x 1, dando esperanças aos Corujas.

Moreno e Sujeira tentaram para o Ras, mas quem balançou as redes novamente foi o La Coruja: Vitão recebeu na entrada da área e fez mais um, botando fogo no jogo. O Ras se assustou e passou a se defender. Vitão e Gutão levavam perigo ao Ras, mas as conclusões nunca eram revertidas em gol.

A pressão dos Corujas era grande, mas os contra-ataques eram sempre perigosos. Em um deles, Moreno recebeu no lado esquerdo da quadra e chutou para espetacular defesa de Gordo. Em lance seguinte, Philip Wagner abriu o jogo na direita, Moreno, novamente, recebeu e soltou a bomba. A bola foi na trave.

O La Coruja não desistia, mas começava a ficar sem forças. No último lance da partida, contra-ataque rápido do Ras, a bola foi esticada na direita para Sujeira encher o pé e Gordo espalmar. No escanteio, Johnny subiu livre e cabeceou, o zagueiro salvou em cima da linha. Em novo escanteio, novamente Johnny, que acertou a trave dessa vez. Final de partida, e vitória suada do Ras Time por 3 x 2, mantendo o sonho da classificação.

“Temos que ganhar o próximo jogo. A raça será fundamental”, disse Philip Wagner, projetando o confronto com o Red Devils na rodada final. Já o goleiro improvisado Gordo, que substituiu Mori, comentou a partida: “Eles entraram fechados, dificultando as ações da equipe. Mas entramos desligados também”, reconheceu.

III CHUTEIRA DE PRATA: 10ª RODADA: GRUPO B:

Fora de Série 2 x 0 Invictus

FORA DE SÉRIE DERRUBA INVICTUS E SEGUE LÍDER


Triunfo sobre o 3º colocado deixa Fora a uma vitória da Série Ouro

Por Elvis Ferreira

O jogo teve um início arrasador do Fora de série, que pressionou bastante o Invictus, principalmente com Argentino. Mas talvez o maior destaque deva ser dado para o camisa 9, PH, pelos dois gols marcados na partida. Pelo lado do Invictus, se é que é possível ver algum destaque, Muralha foi bem como sempre e talvez o zagueiro Velardo tenha se sobressaído na mediocridade que foi o futebol do time numa tarde esvaziada de inspiração no meio de campo.

O Fora começou dando trabalho para o goleiro Muralha, com boas jogadas feitas pelas pontas de Zóio e as arrancadas de Argentino. Zóio chutou da intermediária e deu trabalho para o goleirão do Invictus.

O jogo prosseguia e parecia que o Invictus não esperava uma pressão tão grande do time adversário logo no início. PH segurava como podia o ataque do FS fazendo o pivô, mas o destaque eram os homens que vinham de trás. Com eles o time chegava com perigo.

Passava da metade do primeiro tempo e o goleiro do Casari não parecia conhecer a textura da bola. O ataque do FdS tinha um volume de jogo muito grande e tinha domínio da partida. O Invictus até que tentava passar do meio de campo, mas seus jogadores eram facilmente desarmados, ou, principalmente, erravam o passe e davam de graça a posse de bola para o adversário. E assim só o Fora de Série jogou, com o goleiro Muralha sofrendo para parar o ataque do FS, que mais errava do que acertava.

A primeira boa chance de gol do Invictus surgiu com Nardelli, que bateu bem quase do meio da quadra e a bola explodiu na trave. A partir desse chute o time do Invictus começou a ganhar mais confiança no jogo. Romarinho limpou bem um marcador e bateu com perigo na bola que passou rente a trave esquerda.

O jogo parecia que estava ganhando um ritmo melhor para os dois times. Parecia que iria ter uma alternância maior de possibilidades. Orley ajeitou a bola com o peito para Lapa bater com força para fora.

Publius cortou para o meio e viu Lucas na direita e Nardelli na esquerda. Tocou para este que, ao invadir a área, na hora do chute, viu a ponta do pé de Rica chegar para salvar. E quando o jogo estava equilibrado e parecia que iria para o intervalo sem gols, surgiu o primeiro gol do Fora de Série, numa bola parada. Argentino recebeu falta na lateral direita, quase sobre a linha de fundo. PH cobrou em cima da barreira sem muita força, mas Pedro resolveu abrir na hora e a bola foi para o gol de Muralha. Uma falha bisonha que gerou uma bronca imensa de Lucas para com seu zagueiro.

O Invictus ainda teve outra boa oportunidade quando Folha deixou para trás um marcador e tocou com categoria para Publius, que perdeu a bola na dividida com o zagueiro. Após essa jogada houve uma inversão de “garçons”: agora quem serviu o companheiro com um passe preciso foi Publius, que passou a bola para Folha bater violentamente para fora.

O final do primeiro tempo vinha chegando e o Invictus tinha melhorado no jogo. Em uma das mais bonitas jogadas do primeiro tempo, Lucas cruzou para uma bonita tentativa de voleio de Folha.

O segundo tempo iniciou diferente de como havia terminado o primeiro. O Fora de Série voltou mais agressivo (pelo menos nos cinco minutos iniciais). No primeiro minuto do tempo, Argentino cruzou da lateral direita para Guilherme Said chutar travado pela zaga. O destaque do time continuava sendo Argentino, com belos passes e chutes perigosos.

O Invictus teve uma boa oportunidade de gol quando o Alexandre sofreu falta próximo à área. Folha bateu mas a bola explodiu nas costas da barreira. Folha teve ainda outra oportunidade de empatar o jogo quando após uma bola espirrada na área do FS, ele bateu bem, mas a bola saiu à esquerda do goleiro Casari.

O Fora começou a sentir a pressão do Invictus. O time errava passes bobos a distâncias curtas. Mas o Invictus não conseguiu transformar essa pressão em gol. Diferente do FS, que após a metade do segundo tempo marcou o segundo para decidir a partida. E novamente com PH, que recebeu a bola na lateral direita, limpou três jogadores em direção ao meio da área e chutou no ângulo do goleiro Muralha.

Apesar de estar em desvantagem no placar, o Invictus não desistiu do jogo. Lucas abriu boa bola para Folha, que perdeu para a zaga na lateral. O próprio camisa 11 errou um gol em que recebeu de frente para o gol, mas chutou para fora.

O time do Invictus procurou o gol até os momentos finais do jogo. Nardelli quase faz um golaço quando chapelou o zagueiro de frente pra área e depois limpou outro antes de Rica chegar e acabar com a festa.

O terceiro gol podia sair se Muralha não tivesse saído da área e tocado com as mãos antes de Orley receber e sair livre na área. Foi amarelado e o substituto Pedro salvou ainda um gol de Orley antes que o árbitro encerrasse a partida em 2 x 0 para o Fora, que agora decide com o Só Resenha quem sobe direto para o Ouro, deixando o Invictus em 3º lugar.

III CHUTEIRA DE PRATA: 10ª RODADA: GRUPO A:

SPQSF 12 x 1 DPGamos

SPQSF FAZ A SUA PARTE E MIRA A DECISÃO NA ÚLTIMA RODADA


Vice-líder não toma conhecimento do DPGamos e chega à rodada decisiva buscando o acesso

Por Douglas Almasi Santos

Com uma nova roupagem em quadra, estreando um bonito uniforme branco, o DPGamos queria ser não só a zebra da rodada, mas também da competição. Tudo porque seu adversário era nada mais, nada menos, que o vice-líder do Grupo A e um dos melhores times da série Prata: o SPQSF.

Uma postura tática diferente, com jogadores confiantes. Parecia que o DPGamos teria uma sorte diferente das últimas rodadas. Só se esqueceram de avisar o centroavante Jaja e companhia. No começo do jogo, após troca de passes, Bruno Costa, do DPGamos, tentou com um chute surpreender a meta do goleiro Guto.

Claramente o DPGamos estava posicionado de forma mais defensiva, porém, o rápido ataque adversário furou o bloqueio imposto pelo time. A bola esticada na direita encontrou Di Dicredo, que chutou cruzado para abrir o placar: 1 x 0. Em lance seguinte, depois de boa trama, Marinho encheu o pé para vencer o goleiro D. Fischer e fazer o segundo.

Mesmo com o placar adverso, o DPGamos sabia que era arriscado sair do seu esquema. Defendia-se com garra e tentava atacar com o perigoso Denão. Porém, o SPQSF era agressivo e, em uma jogada de Ricardinho, o jogador rompeu rápido pelo meio da quadra e soltou a bomba no canto direito do goleiro, marcando o terceiro gol. Bruno Costa insistia, e em cobrança de falta, quase diminuiu.

Mas o dia era dos vice-líderes. Meneguelo fez o pivô para o chute certeiro de Rick, marcando 4 x 0. Na sequência, cobrança de escanteio, Jaja subiu no terceiro andar e cumprimentou o goleiro D. Fischer. O sexto gol saiu em cobrança de lateral, após Vítor pegar rebote e fazer o seu. Marinho faria mais dois gols, sendo um deles com um chute forte no ângulo, e decretando o fim da primeira etapa com 8 x 0.

Tranquilo com o desempenho de sua equipe, o torcedor do SPQSF Rodrigo Rezes disse que “o time tem que ampliar o placar até onde conseguir, por causa do saldo de gols”. E já projetava a decisão da semana que vem, que decidirá o Grupo A. “A preocupação agora é com o Fúria, não podemos levar cartões amarelos”, comentou.

Bola rolando para a segunda etapa e Bruno Costa tentou, com um chute, descontar o marcador para o DPGamos. Mas Rodrigo recebeu lançamento e guardou o seu, aumentando a fatura para o SPQSF. Houve muita comemoração pelo gol. Em seguida, Denão recebeu lançamento e, de cabeça, quase descontou. O DPGamos passou a equilibrar as ações em quadra, honrando a sua mais nova camisa.

Mas Jaja, após receber passe na esquerda e chutando, e Di Dicredo, recebendo a bola na direita e soltando uma bomba, marcaram um gol cada, ampliando a contagem: 11 x 0 para os vice-líderes. Denão, por duas vezes, e Renazinho, chutando no canto para defesa do goleiro, ainda tentavam. Mas Jaja foi impiedoso, soltando uma bomba e fazendo mais um. Incríveis 12 x 0.

No fim da partida, após um “balão” do zagueiro, a bola pingou e Denão, com categoria, só deslocou o goleiro, fazendo o gol de honra do DPGamos e dando números finais à partida: 12 x 1 SPQSF, e a confirmação que, independente do resultado do Fúria na rodada, teremos uma decisão na última rodada.

Renanzinho disse que o DPGmos “prova que altera bons e maus momentos dentro dos jogos”. E já se prepara para o confronto mais folclórico do grupo A, semana que vem. “Quero ganhar do NGM”, comentou confiante. Já Meneguelo foi enfático. “Começamos bem, tivemos alguns vacilos, mas quando começamos a fazer os gols, foi importante”. Agora, é aguardar as decisões do próximo sábado, para decidir o primeiro – e o último – colocado do Grupo A.

III CHUTEIRA DE PRATA: 10ª RODADA: GRUPO B:

Só Resenha 1 x 0 Pimba na Gorduchinha

PIMBA NÃO APARECE DE NOVO E É ELIMINADO


Só Resenha fica sem jogar e permanece com 18 pontos, na vice-liderança

III CHUTEIRA DE PRATA: 10ª RODADA: GRUPO A:

Fúria 9 x 1 Voando Baixo

FÚRIA VENCE CONFRONTO DIRETO E ESTÁ A UM EMPATE DO ACESSO


Voando Baixo bem que tentou no primeiro tempo, mas foi atropelado pelo líder na etapa final; um empate contra o SPQSF garante o acesso ao Fúria

Por Douglas Almasi Santos

O jogo entre Fúria e Voando Baixo era muito aguardado, afinal, tratava-se de um confronto direto, valendo a liderança do Grupo A. O Fúria era o líder, querendo vencer para afastar o adversário da briga e ainda levar a vantagem do empate para a última rodada da fase de classificação. O Voando Baixo sonhava com a vitória e botar mais fogo no grupo.

A partida começou com uma boa cabeçada de Thiago Motta, do Fúria, para ótima defesa do goleiro Henrique. O líder partiu pra cima, sufocando o Voando Baixo, e em cobrança de falta perfeita, com categoria, Sucão,que desta vez jogou na linha, acertou o ângulo, abrindo o placar. Jogo truncado, com as equipes se defendendo como podiam, sem dar espaços. Caballero fez um gol de cabeça, anulado pela arbitragem, que alegou falta do camisa 7.

Em seguida, o mesmo Caballero recebeu na direita e soltou uma bomba cruzada, empatando a partida. A torcida do Voando Baixo, que contava principalmente com o apoio dos jogadores do SPQSF, passou a incentivar a equipe, que cresceu e quase virou o placar duas vezes com Caballero.

O jogo ficou muito equilibrado, com as duas equipes buscando o gol, sempre de forma leal. Pisano pelo Voando Baixo, e André pelo Fúria, chegaram perto. O bom público presente à quadra se animava com o bom jogo. Mas a maioria, que era a favor do Voando Baixo, decepcionou-se quando a bola foi lançada para André, que livre de marcação, desempatou.

Intervalo de jogo, e o Fúria em vantagem. A torcedora da equipe Bruna Lopes gostava do que acontecia em quadra. “Apesar dos machucados, o time tá conseguindo se superar na garra”, comentou animada. “Eu acredito no time”, completou. E a sua fé na equipe foi importante para um brilhante segundo tempo do Fúria.

O equilíbrio visto na etapa inicial acabou quando Thiago Motta recebeu passe e marcou 3 x 1. Caballero tentou de cabeça, mas a equipe demonstrava nervosismo e começou a sucumbir quando, novamente, Thiago Motta recebeu na direita e fuzilou a meta do goleiro Henrique, fazendo mais um. Em lance seguinte, Adriano Motta fez o seu, marcando no placar 5 x 1.

Com 3 gols relâmpagos, o Voando Baixo desanimou e mostrou-se sem poder de reação. O líder, com a mesma pegada do começo do jogo, e com a raça, sua principal arma, foi pra cima do adversário. Em arrancada pelo lado direito, Sucão fintou dois marcadores e chutou para fazer o sexto gol do líder. O Voando Baixo estava perdido, e em um contra-ataque rápido, no qual Bruno Eduardo recebeu e tocou na saída do goleiro, levou o sétimo gol.

O gol mais bonito do jogo veio dos pés de Thiago Motta. Ele passou por entre dois marcadores e soltou uma bomba, marcando 8 x 1. A torcida do Voando Baixo já tinha ido embora, não acreditando no que estava acontecendo. Já a torcida do Fúria estava extasiada com o show da equipe, que, mesmo em vantagem, demonstrava a raça de sempre.

Deu tempo para mais um gol do Fúria: Bruno Eduardo recebeu dentro da área e guardou, dando números finais à partida, com vitória por 9 x 1. Chico, do Voando Baixo, lamentou a goleada. “No segundo tempo, o time ficou perdido, esqueceu o esquema tático treinado. Agora é esperar a 2° fase para irmos em busca do título”.

Já o craque Thiago Motta saiu satisfeito. “Falei pro pessoal que estava bem hoje, senti isso”, disse o jogador, autor de quatro gols no jogo.

III CHUTEIRA DE PRATA: 10ª RODADA: GRUPO B:

Jeremias 4 x 1 RR Olímpico

JEREMIAS MOSTRA TODO SEU PODER CONTRA O DEBILITADO ROLETA RUSSA


Assutado em campo, Roletinha não foi páreo para Dunder e Cia, que venceu com sobras e garante classificação

Por Elvis Ferreira

O jogo entre Roleta Russa e Jeremias foi daqueles de muita emoção... Mas para um lado só. O Jeremias dominou a partida do início ao fim e em nenhum momento se viu ameaçado pelo ataque do Roletinha.

Logo nos primeiros segundos de jogo o Jeremias já mostrou a que veio e marcou seu primeiro gol. Benassi chutou da intermediária para marcar um belo gol. Há de se deixar gravado aqui o fato de o time do Jeremias ter iniciado a partida com um jogador a menos (daí o goleiro Benassi estar jogando na linha e até fazendo gols). Um dos melhores jogadores em campo, Thomáz, entrou em campo com aproximadamente cinco minutos de jogo.

O jogo foi todo do time do Jeremias. Thiago Bim recebeu bola na lateral e chutou forte para o gol, mostrando que o Jeremias estava como fome de jogo. Após esse chute, Preto dominou a bola com muita categoria no peito mas na hora de bater para o gol foi travado pela zaga do RR.

Do time do Roleta Jr. o destaque ficava por conta do zagueiro Pina (só para variar), que se destacou bem na zaga. Porém, seu time parecia com medo e mostrava tensão quando estava com a bola. A marcação dura feita pelos jogadores do Jeremias causava efeitos no domínio de bola dos Roletas. Exemplo disso foi a roubada de bola de Benassi, que abriu a jogada para DVD bater prensado, o que facilitou para o goleiro Edu.

Mesmo com todo o domínio de jogo, o Jeremias tinha alguns apagões em seu jogo. Como o que aconteceu com o goleiro Pereira, que quase se complicou com uma jogada de cruzamento fácil. Ele quase deixou a bola sobrar limpa para o ataque adversário.

O Roletinha, vez ou outra, quando esquecia um pouco a afobação, conseguia fazer boas jogadas. Exemplo disso foi uma triangulação armada por Brian, Pina e Baru que a defesa do Jeremias conseguiu afastar bem.

Foi aí que Dunder começou a mostrar futebol e acabou de vez com qualquer sorte do Roletinha. Ele não perdia uma dividida de bola ou sequer errava um drible. Estava perfeito tanto na marcação como no ataque. O camisa 10 deu um passe perfeito para Preto que chutou fraco mas mesmo assim quase que a bola entra.

Em uma das poucas jogadas do RR, Ceron limpou um zagueiro e bateu forte à meia altura. O goleiro Pereira encaixou com facilidade.

No primeiro tempo Dunder e Thomáz fizeram as melhores jogadas do time do Jeremias. E para premiar essa boa dupla o segundo gol não demorou a sair. Depois da bobeira do ataque do RR, Dunder recebeu e chutou do meio da quadra para fazer um golaço. 2 x 0.

Logo após esse gol foi a vez de Thomáz deixar o seu. A bola espirrou na área e sobrou limpa na lateral para Thomáz chutar para o gol livre. 3 x 0 fáceis.

No segundo tempo o Roletinha tentou voltar com uma postura diferente, mas não conseguia ficar com a bola. Os chutes para o alto eram frequente, mas de tanto insistir a bola acabou entrando. Gogof chutou do meio da rua e mandou a bola na forquilha. 3 x 1.

O bom toque do Jeremias mantinha o Roletinha longe, que ainda tentava com Gogof e Ceron. Porém, o time parecia sem forças de reação diante do bom esquema tático do Jeremias. Após metade do segundo tempo, e depois de uma linda troca de passes no ataque, Dunder fez mais um gol, selando o caixão do Roletinha.

III CHUTEIRA DE PRATA: 10ª RODADA: GRUPO A:

Canhedo Beppu 11 x 3 NGM

SUZUKI E FABINHO COMANDAM O TRIUNFO DO CANHEDO SOBRE O NGM


Dupla foi a principal responsável pela goleada em cima do NGM, sob forte chuva; Bizu fez os 3 gols de honra do NGM

Por Douglas Almasi Santos

O tempo fechou e as luzes dos refletores foram acesas antes do previsto. Uma forte chuva estava a caminho, ingrediente ideal para o confronto entre o Canhedo e o NGM. Ambas as equipes entraram em quadra sem objetivos, uma vez que o Canhedo já estava classificado, mas não tinha mais chances de alcançar a primeira posição. Já o NGM só pensava no confronto da última rodada contra o DPGamos.

O jogo começou bem estudado, com as equipes não se arriscando muito. Uma bomba de Suzuki passou perto da meta do NGM e quase fez o Canhedo abrir o placar. Já do outro lado, o atacante Bizu levava perigo. Em boa jogada do time, a bola foi tocada para ele, que chutou por cima do gol.

O Canhedo saiu na frente após rápido contra-ataque. Rodrigo Costa fez a jogada e chutou, marcando 1 x 0. Em lance seguinte, Bolacha fez boa trama e tocou para Suzuki chutar cruzado e ampliar o marcador. A partir daí, o Canhedo passou a tocar a bola, gastando o tempo. E chegou ao terceiro gol com excelente jogada de Fabinho. Como um velocista, ele carregou a bola da esquerda para a direita e cruzou para Suzuki fazer mais um.

O NGM era valente e descontou. Após cobrança de escanteio, o gigante Ciro ajeitou e Bizu marcou. Mas a animação do time terminou depois de uma bola cruzada na área que foi morrer no ângulo direito do goleiro. Agora o placar indicava 4 x 1 em favor do Canhedo.

Durante o intervalo, a mãe do jogador Bizu, dona Cristina Toledo, dizia-se satisfeita com o NGM. “Achei que eles não iam fazer nada (risos). Superaram as minhas expectativas”. Mas quando indagada se o time tinha chances de virar o jogo, dona Cristina foi enfática. “Acho um pouco difícil, você está forçando um pouco (risos)”.

Bola rolando para o segundo tempo, e a chuva começava a apertar, bem como o Canhedo, que chegou a mais um gol após cobrança de escanteio em que Dêba acertou um lindo chute de primeira, marcando outro golaço. A partir daí, só deu Suzuki: ele marcou o sexto gol, recebeu bom passe de Fabinho para marcar o sétimo e fez mais um, marcando 8 x 1 no placar.

Neste instante, um temporal caiu sobre a quadra 6. Mais uma jogada de Fabinho, e bola rolada para Suzuki fazer mais um. Mas, se de um lado o Canhedo tinha Suzuki, do outro, Bizu era “o cara” para o NGM. Em trama rápida da equipe, o camisa 11 guardou mais um.

Em nova jogada, lançamento para o lado direito da quadra, onde estava Bizu. Ele dominou e chutou, a bola desviou na zaga e entrou. Terceiro gol de Bizu na partida. Mas o Canhedo liquidou a fatura após jogada de linha de fundo. Fabinho cruzou da esquerda e Felipe Suzuki empurrou para o gol. E Rodrigo Costa, pelo lado direito, encobriu o goleiro adversário, fazendo um golaço, fechando o jogo com chave de ouro: 11 x 3 Canhedo.

Suzuki, autor de incríveis 7 gols na partida, disse que “o início do jogo foi complicado, os jogadores foram chegando no decorrer da partida”, mas depois, “tomamos conta do jogo e fizemos o resultado”, contou o artilheiro da partida.

Já Bizu não escondia a sua alegria por fazer 3 gols em um mesmo jogo. “Gol eu não prometo. Prometo é garra, empenho, mas tive a felicidade para fazer os gols”, disse Bizu, já mirando o grande confronto final contra o DPGamos.

III CHUTEIRA DE PRATA: 10ª RODADA: GRUPO B:

TCM 1 x 1 Camelo

CAMELO CEDE EMPATE NO FIM E ADIA CLASSIFICAÇÃO


Empate deixa TCM matematicamente fora, enquanto Camelo precisa vencer Basicus para se assegurar

Por Renan La Marck

Com menos de um minuto de bola rolando, o Camelo teve uma grande oportunidade para abrir o placar, mas, sozinho do bico da área, Cainho chutou mal e mandou a redonda à esquerda do gol de Marcião. Pouco depois, outra boa chegada do time da pizzaria, Noal recebeu lançamento do campo de defesa, matou no peito, já cortando a marcação, soltou uma bomba no travessão e a redonda ainda tocou sobre a linha - no lance os jogadores do Camelo pediram gol, mas o arbitro mandou seguir o jogo.

Minutos depois, o cartão amarelo de Cainho - após cometer dura falta em adversário - quase complicou a vida do Camelo, pois o TCM colocou a bola no chão e tocou de pé em pé, até Delei chutar e beliscar o travessão de Johnny. Contudo, após os dois minutos passados, ficou evidente que quem mandava no jogo era o Camelo, que com Felipinho, Cris Dantas e Noal levava muito mais perigo.

Pelo TCM, dois lances em seqüência proporcionaram à sua torcida a esperança da abertura do placar. Primeiro Zé Roberto arriscou do meio e, após um desvio no meio do caminho, a redonda passou rente ao travessão. Logo depois, Neninho foi lançado na velocidade, mas, cara a cara com o arqueiro, chutou fraco e Jonnhy pegou.

Assim, o equilíbrio marcou a primeira etapa. O Camelo ainda teve boas chances em chutes perigosos - numa delas o arqueiro Marcião executou incrível defesa no cantinho esquerdo -, e, do outro lado, pelo TCM, Zé Roberto, após chute entre marcadores, carimbou novamente a trave.

Na segunda etapa o TCM mostrou seu melhor futebol. Zé Roberto aplicou um bonito chapéu no marcador e rolou para companheiro que chegava pelo lado esquerdo do campo. O lance era de perigo, mas ao invés de bater pro gol, o jogador segurou a bola e tentou ajeitar a pelota para outro companheiro, perdendo mais uma boa chance.

Quando o possível placar final de 0 x 0 já parecia palpável, Noal carregou a pelota pelo meio e bateu rasteiro - no exato momento em que começava a chover na fria noite paulistana - para abrir o placar. A vantagem animou o time da pizzaria, tanto que no lance seguinte foi a vez de Paulo Lucas ter a bola do jogo em seus pés, contudo o chute firme foi mais uma vez bem defendido pelo goleiro teceemeano.

Nos minutos finais foi o TCM que partiu na pressão em busca do empate. Primeiro Zé Roberto cabeceou bola dentro da área, mas a redonda saiu à direita. Entretanto, em seguida, no apagar das luzes, Neninho arriscou tiro cruzado e a bola morreu no fundo do gol, garantindo um suado empate por 1 x 1.

III CHUTEIRA DE PRATA: 10ª RODADA: GRUPO A:

É Verdadeee 1 x 3 Pé de Pano

GOLEIRO TIAGO ENCAMINHA CLASSIFICAÇÃO DO PÉ DE PANO


Sob forte chuva, goleiro é o principal destaque na vitória do Pé de Pano, que está próximo da vaga à segunda fase

Por Douglas Almasi Santos

No confronto direto por uma vaga à próxima fase, É Verdadeee e Pé de Pano prometiam fazer um jogão. Quem perdesse poderia dar adeus ao sonho de disputar o mata-mata. E para apimentar mais ainda o clima, uma chuva incessante dava o tempero certo à partida.

O jogo começou muito bom, com as equipes visando o ataque. O Pé de Pano tinha a necessidade de se poupar, pois não havia jogadores no banco de reservas para substituir algum titular. Logo de cara, Dada recebeu e abriu o placar em favor do Pé de Pano.

O É Verdadeee não desanimou, e atacou com Fúria, chutando da entrada da área por cima do gol. E ainda teve outra oportunidade de empate com Diego Garcia, levando perigo. Mas o Pé de Pano, além de se defender bem, contra-atacava melhor ainda e chegou ao segundo gol, após jogada de Dada. Ele tocou para Peba, que gingou na frente do marcador e chutou no canto direito, fazendo 2 x 0.

O Pé de Pano estava bem armado, defendendo-se muito bem. E, em vantagem no placar, quem começou a se destacar foi o goleiro Tiago. Em boa jogada de Master pela direita, ele experimentou, mas o goleiro espalmou. A chuva castigava o campo e dificultava a vida dos goleiros. Em cobrança de escanteio, Gavião subiu de cabeça para Tiago fazer linda defesa.

O jogo ficou emocionante graças não só à necessidade da vitória para os dois times, mas por conta da chuva. Ótimos ataques para cada lado, levando perigo às metas dos goleiros. Quem tinha mais posse de bola era o É Verdadeee, já o Pé de Pano se defendia e se utilizava dos contra-ataques. Em um erro de passe da zaga, Armando roubou a bola e encheu o pé, obrigando o goleiro Tiago a se esticar para defender a bola.

E assim terminou o primeiro tempo, com boa vantagem para o Pé de Pano. No intervalo, o jogador do É Verdadeee Zebroids, afastado dos gramados por causa de uma contusão no joelho, estava apreensivo com o embate. “O jogo está parelho. O Pé de Pano soube aproveitar as chances. De 3 chutes a gol, 2 entraram. Perdemos muitos gols, não pode”, lamentou Zebroids.

A segunda etapa começou como na fase inicial: com muita disputa. Em cobrança de escanteio, Gavião subiu de cabeça, e Tiago fez um milagre, evitando o gol do É Verdadeee. Na sequência, Fúria recebeu passe na esquerda e soltou a bomba, Tiago defendeu com o pé. O Pé de Pano se aproveitava dos espaços deixados e quase ampliou com Wil.

Mas a insistência valeu para o É Verdadeee: aproveitando-se do gramado encharcado, Shev recebeu e chutou, Tiago não segurou e Master empurrou às redes, descontando o marcador e incendiando o jogo. A tônica da partida continuava, com o É Verdadeee pressionando, e o Pé de Pano valendo-se dos contra-ataques.

E em um deles, Wil arrancou pela esquerda e encheu o pé, fazendo 3 x 1 e conquistando uma vitória importantíssima para o Pé de Pano, rumo à classificação. No final, uma briga generalizada quase tirou o brilho da partida.

Girão, do É Verdadeee, e Wil, do Pé de Pano, subiram juntos para disputar a bola e caíram. Ao tentarem se levantar, Wil pisou em Girão e a briga começou. O goleiro Reyna foi o que mais se descontrolou, partindo para cima de Wil. O tumulto se espalhou, mas graças à turma do “deixa disso” todos controlaram seu ânimos. No tumulto, Reyna e Armando, pelo lado do É Verdadeee, e Wil, do Pé, foram expulsos de quadra.

O destaque do jogo, o goleiro Tiago, acredita que esse “foi o jogo mais difícil, pois valia a classificação para as duas equipes”. E acredita na vaga. “Confio, principalmente depois deste jogo”. Já Reyna pediu desculpas pela confusão e detectou: “O time entrou desatento, martelou, mas a bola não entrou”.

III CHUTEIRA DE PRATA: 10ª RODADA: GRUPO B:

Basicus 4 x 3 In Dubio Pro Barum

AO SEU ESTILO, BASICUS VENCE IN DUBIO COM SANGUE, SUOR E LÁGRIMAS


Boa vitória pode render ao time a segunda posição no grupo caso volte a vencer na rodada final

Por Renan La Marck

Em meio a péssimas condições climáticas, sob uma chuva torrencial que teve início minutos antes da bola rolar, Basicus e In Dubio Pro Barum se enfrentaram na mítica quadra 10. Antes do jogo o zagueiro do time rosa Ladeira, mostrou confiança em assumir as luvas da equipe e prometeu honrar a camisa do arqueiro “Betão”.

Com poucos minutos jogados o Basicus provou que a fase da equipe é outra - muito melhor se comparada aos semestres passados dentro do Chuteira -, e assim, com o destaque da equipe, Puff, abriu o placar. Pouco depois, mostrando que apesar da tormenta que caía do céu o time estava afim de jogo, mais uma vez o camisa 23 foi as redes do adversário. Em cobrança de falta a pelota foi rolada para Puff encher o pé e fazer Basicus 2 x 0.

A resposta do In Dubio, time do técnico Dalton, veio após uma dura falta feita por Fefê no campo de defesa. Na cobrança da infração, Febem rolou para Didi chutar rasteiro. No campo molhado a bola correu e explodiu na trave do improvisado guarda-redes Ladeira.

Em meio às adversidades de um campo cada vez mais encharcado, Didi conseguiu descontar para o verde-preto. No entanto, a felicidade do In Dubio não durou muito, e o time que precisava da vitória levou o terceiro gol. Mais uma vez ele, o cara que vem fazendo a diferença no time rosa balançou as redes: Puff, o artilheiro!

Atrás no placar e com o confronto um tanto quanto ilógico - devido às já citadas condições do tempo - o In Dubio passou a pressionar o Basicus, assim, conseguindo descontar novamente pouco antes do intervalo. Em jogada na ponta esquerda do ataque, a bola foi rolada para trás, visando a entrada da área, onde estava Raoni para soltar a bomba rasteira e anotar o segundo de sua equipe.

Ainda numa última boa oportunidade o In Dubio teve a chance de levar um empate para o segundo tempo. Alan interceptou passe errado do pequeno Harada e arrancou com a bola, contudo na hora do chute foi travado por Ladeira.

Já com menos chuva rolou a pelota para a etapa complementar, e quem levou perigo foi o Basicus. Veneza disparou pela lateral esquerda, levando a bola no campo que já não estava tão encharcado. Ele deixou dois marcadores para trás e chutou rente a trave do arqueiro Bruno. No entanto, quem meteu a bola na rede foi o In Dubio. Em cruzamento bem feito do lado esquerdo para a área, cabeçada no contrapé do goleiro deixou tudo igual em 3 x 3.

Jogos com chuva normalmente são tensos, pegados, e decididos em detalhes. Visto isso, vale ressaltar que por muito pouco um detalhe não definiu o confronto: o goleiro Fiorini, do In Dubio, saiu para dividir com atacante adversário, deu um chutão na bola que estourou em seu próprio zagueiro, todavia, por capricho a redonda passou à esquerda do gol vazio.

Já nos minutos finais do embate, Alan teve em seus pés a bola da partida. Dentro da área o atacante do In Dubio dominou mas chutou fora o gol que poderia valer uma classificação. Mas como diz o Muricy Ramalho: a bola pune. E nesse espírito o rosa-ouro foi para a pressão, primeiro Love tentou de calcanhar dentro da área, mas após confusão seu próprio companheiro Rodrigo Barath acabou evitando o gol. Porém, na seqüência, Fefê realizou bonito lance na ponta esquerda do ataque e desferiu um belo chute cruzado, certeiro nas redes do In Dubio para garantir outra vitória suada e apertada ao Basicus.

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