Seu novo uniforme é de PR1MA! Facilitamos a sua vida!

    Agilidade e comodidade para você focar apenas no que importa... o seu time! @pr1masports e (11) 99210-4656

    Veja mais

Notícias de 09/12/2009



VIII CHUTEIRA DE OURO: QUARTAS DE FINAL

Bengalas 4 x 0 Primatas

NO CONTRA-GOLPE, BENGALAS ESFRIA ÂNIMOS DO PRIMATAS


Frieza e bom aproveitamento nas chances criadas colocam Bengalas muito perto de sua segunda final no ano


Por Renan Lamarck

Confronto entre o atual campeão do Chuteira e Ouro, o Bengalas, contra o último campeão da Prata, o Primatas. Fazendo valer o seu favoritismo, logo de início o Bengalas mostrou quem mandaria no confronto e partiu em busca da vaga em mais uma semifinal. Vini Costa roubou a bola de Litho no meio da quadra, disparou pela ponta direita e encheu o pé. Um tiro cruzado violento que ainda contou com o desvio do goleiro Vitinho para morrer no fundo do gol.

Nesse começo de jogo Vini parecia impossível! Agora ele dominou no meio, entortou o marcador e meteu um bolão para Luisinho. No entanto, dentro da área e livre de marcação, o camisa 14 do Bengalas chutou muito mal, por cima do gol adversário.

A boa resposta dos Primatas veio com Gui Fenômeno, ele que saiu do banco de reservas, entrou em campo e partiu para cima dos rivais. Em uma jogada estilo Ibrahimovic, o camisa 9 dos símios foi costurando a marcação, entrou na área e por muito pouco não conseguiu empatar o jogo. Do outro lado, Luisinho teve mais uma chance de deixar o seu. Agora ele ficou cara a cara com o arqueiro, driblou, mas acabou se enrolando com a bola e perdeu o tempo de definição do lance e viu Vitinho se recuperar para fazer a defesa, os Primatas se salvavam de levar o segundo.

Quando os Primatas conseguiam furar o sistema de marcação dos Bengalas, no entanto, havia um obstáculo ainda melhor: o goleiro Baki em tarde inspirada. Orley fez a jogada pela esquerda e cruzou para Rafinha. De primeira o atacante acertou a pelota, mas Baki fez grande defesa pelo alto.

Depois de chegar ao jogo já com a bola rolando, finalmente Ritolê entrou em quadra, ajudando seu time a ampliar a vantagem na primeira metade de confronto. O R9 deu um presente para Fernando Forte dentro da área, na saída do arqueiro o defensor tocou e correu para o abraço.

Vencendo por 2 x 0, o Bengalas ainda queria mais. Visivelmente melhor com Ritolê, que foi para cima do adversário e fez lindo lance pela ponta esquerda, quando meteu a bola entre as pernas do marcador e ganhou escanteio. Na cobrança, após bate-rebate, o R9 foi mais esperto que a defesa rival e mandou a pelota para as redes no final da primeira metade.

Para o segundo tempo, o Primatas voltou mais ligado, exemplo disso foi quando Gui Fenômeno ganhou de Nando no pé de ferro e soltou uma bomba que explodiu na trave de Baki. Pouco depois, o Nando do Primatas arriscou de fora da área, mas Baki voou no canto esquerdo para espalmar. Era visível a maior gana dos campeões da Prata.

Depois de Vini Costa levar amarelo pelos Primatas, Luisinho, insatisfeito com algo dito por Ritolê, resolveu bater boca com o mesmo. Bater boca é modo educado de dizer que ele xingou o vice-artilheiro da competição atrás dele apenas de tudo quanto é nome. Amarelo... E dá-lhe mais xingamento. Azul... E tchau mais cedo para o artilheiro da competição com 16 gols.

Parecia o momento certo para o Primatas buscar uma reação, mas no tiro de Guerrero de fora da área, mais uma vez Baki fez um milagre, rente à trave, e evitou o gol.

Com o jogo praticamente definido, as duas equipes até tiveram chances para balançar as redes. Nas duas melhores, em contra-golpe, Ritolê ficou frente a frente com Vitinho, que salvou em uma e contou com a ajuda de companheiro para salvar outra sobre a linha do gol.

Para matar o jogo de uma vez, Ritolê entrou a la Jakie Chan, de voadora, dentro da área do Primatas para desviar a redonda pro fundo do gol. Placar final 4 x 0 para o Bengalas. Gui Fenômeno, cornetado por Renê do SNG durante todo o jogo, ainda teve tempo de bater muito mal um tiro de 9 metros após o adversário estourar o limite de faltas. Bengalas nas semi e Primatas volta para casa.

VIII CHUTEIRA DE OURO: QUARTAS DE FINAL

Equipe Bróder 2 (3) x (2) 2 Fiorella Brasil

EB SE SUPERA E ELIMINA FAVORITO FIORELLA


perdendo de 2 x 0, time bicampeão impôs raça e vontade e levou o jogo para os pênaltis, de onde sairia vitorioso


Por Renan Lamarck

Em um dos melhores jogos do último sábado, a Equipe Bróder mostrou sua raça. Quando muita gente já acreditava que o time seria eliminado, fez do coração e da vontade seus maiores aliados e diante do favorito Fiorella reagiu para buscar um empate nos minutos finais.

Quicou a peteca e quem iniciou melhor foi os bróders, Cássio teve chance de ouro para abrir o placar após cobrança de escanteio. Ele pegou de primeira, mas a bola explodiu na trave e saiu pela linha de fundo. Depois, após envolvente troca de passes, foi a vez de Lapa arriscar. O tiro venenoso passou rente a trave defendida por Eliezer.

Como quem não faz gol, acaba tomando gol, o Fiorella chegou para tirar o zero do marcador. Tião enfiou uma bola espetacular para Tiago Silva. Uma assistência consciente desde seu campo de defesa para o companheiro que entrava na área da EB. De prima o atacante tocou na saída do arqueiro e abriu o placar. Golaço!

No final da primeira metade Mutssa, a principal arma dos bróders, não estava bem em campo, mas teve até algumas chances não aproveitadas. Do outro lado, o Fiorella quase conseguiu ampliar quando Van-Van foi à linha de fundo e cruzou rasteiro. A pelota passou pelo goleiro Leo, mas também passou por dois fiorellanos.

Se a EB havia começado melhor o primeiro tempo e posteriormente decaído no andamento da partida, na etapa complementar aconteceu exatamente isso, mas agora com o Fiorella. Logo de início, após troca de passe envolvente, Van-Van rolava bola de calcanhar para companheiro que entrava na área, mas o árbitro marcou falta para o Fiorella. Lance de perigo, contudo o chute foi dado em cima da barreira.

Na sequência, Rogério Silva chuta de longe, a pelota sofre um leve desvio no meio do caminho e engana o goleiro. 2 x 0 e o gostinho era de eliminação. Contudo, assim como no filme Rocky IV a União Soviética dispunha de um lutador sobre-humano, a Equipe Bróder também tinha sua armar secreta, Vitão. O clone do boxeador Ivan Drago entrou em quadra e mudou a sorte dos bróders no confronto. Dando outra dinâmica à sua equipe, o jogador assustou em dois lances de perigo: primeiro ele brigou pela bola na ponta direita e chutou rente a trave, e, na sequência, ele disferiu uma cabeçada que tocou no travessão do Fiorella e saiu.

Nesse momento da partida, enquanto a EB crescia, os fiorellanos tentavam matar o jogo no contra-ataque, e quase chegaram lá com Van-Van, que carimbou a trave de Leo. No entanto, como se batesse em Apollo Creed, Ivan Drago apareceu dentro da área para diminuir a desvantagem da EB para 2 x 1.

Ainda havia algum tempo no relógio do senhor juiz e os bróders não tinham outra escolha: era atacar e atacar! Mutssa girou na marcação e, quase caindo, chutou a bola, outro leve desvio, agora para a sorte da EB, e a bola morreu no fundo do gol. Já pelo Fiorella, ainda antes do apito final, Van-Van recebeu um belo lançamento feito pelo arqueiro. Aberto na ponta direita, o jogador avançou mas chutou para fora.

Apito final, tudo igual em 2 x 2, a EB conseguia levar o jogo contra o Fiorella para a morte súbita. Mais inteiro na prorrogação, a EB teve as melhores chances para matar o jogo. logo no começo Gabriel acertou o pé da trave. Pouco depois, na jogada mais bonita da partida, Lapa enfiou a bola para Marcelinho, que deu de letra para Mutssa. Outra vez dentro da área, o atacante perdeu para o rápido goleiro que interceptou bem a bola.

Pelo Fiorella Tião arriscou da direita, uma pancada que desviou no meio do caminho em Cássio, matou o goleiro e por muito pouco não beijou as redes da EB. Logo depois Mutssa teve outra chance desperdiçada, agora ele recebeu de Cássio, frente a frente com o arqueiro, viu Eliezer fazer uma defesa importantíssima. Não teria outra maneira, o confronto entre EB e Fiorella seria decidido na cobrança de penalidades.

O primeiro a bater foi Van-Van, pelo Fiorella. Para decidir o confronto, ele chutou estilo Roberto Baggio, muito por cima do gol. Agora a vantagem estava com a Equipe Bróder, que converteu todos os seus pênaltis e garantiu a classificação. A última cobrança ficou a cargo de Mutssa, que chutou forte no meio. Converteram para o Fiorella: Tião e Ari. Converteram para a EB: Gabriel e Lapa. Ao som de "vamos, vamos EB!", os jogadores do bicampeão comemoraram a chegada a uma semifinal de Chuteira de Ouro depois de 3 anos morrendo no máximo nas quartas.

VIII CHUTEIRA DE OURO: QUARTAS DE FINAL

Acidus 2 (5) x (4) 2 Arouca

NOS PÊNALTIS, A MURALHA ACIDIANA ELIMINA AROUCA


Após empate, Diego pega 3 pênaltis e coloca Acidus nas semifinais


Por Renan Lamarck

Com um enredo parecido com o de EB x Fiorella, Acidus e Arouca se enfrentaram em outro jogo de quartas de final. Domínio de um lado, empolgação de outro, mais um embate decidido na cobrança de penalidades.

Assim que começou a partida tudo dava a crer que o Acidus partiria para cima do Arouca – aliás, o verde limão contava com uma torcida barulhenta, que soltou até fogos quando o time entrou em campo. Philip driblou pela esquerda e foi derrubado dentro da área. O Acidus protestou um pênalti, mas o árbitro mandou seguir. Do outro lado, depois do Arouca também pedir pênalti, escanteio cobrado para Veloz, que, de dentro da área, chuta para Diego, com os pés, fazer incrível defesa.

Estilo Kaká, meia da seleção brasileira, Marquinhos dominou a bola, olhou para um lado, para o outro, e partiu para cima da defesa adversária. Quando avistou uma falha na marcação, chutou de canhota, quasea da linha lateral, um chute nem tão forte mas muito bem colocado. Diego até pulou no canto esquerdo, as a bola morreu na lateral da rede do gol acidiano. O Arouca começava bem, 1 x 0.

Desde o ínicio o confronto era isso, o Arouca tocando bem a bola, enquanto o Acidus jogava mais com garra do que com toque de bola e técnica. Sem dar tempo para o rival comemorar o primeiro gol, Ronei interceptou saída de bola de Maurício, cortou para o meio e encheu o pé para empatar.

Parecia que fazer um gol logo em seguida a ter sofrido o primeiro mudaria a história para o Acidus, mas o meio de campo do time estava uma mãe. Pela lateral esquerda de novo, jogada saiu e cruzamento perfeito para Caio Martins, que matou no peito após Kirk falhar ao tentar tirar de cabeça e mandou bonito para as redes, por baixo de Diego. O Arouca jogava o balde no Acidus novamente.

No final da primeira etapa a coisa começou a esquentar, algumas divididas mais duras prometiam um segundo tempo de fortes emoções, e de até possíveis expulsões. De um lado, Rico e Barata eram a cara do time que lutava muito mas pouco produzia de efetivo diante de poucas jogadas coletivas, do outro, a frieza e inteligência de Marquinhos mostravam com o Arouca dominava a confronto mantendo a bola sob seus pés o máximo de tempo que podia.

De início empolgado no segundo tempo, o Acidus viu o Arouca tocar a bola de pé em pé ao som de olé – de sua comportada torcida –, até a redonda chegar em Marquinhos de frente para o gol. Um tapa de primeira e a bola beijou a trave de Diego. Do outro lado, o Acidus também tentava, mas era sempre parado por faltas quando a defesa era deixada para trás. Richard girou e estava quase dentro da área sem marcação quando sofreu dura falta de França. Só amarelo para ele, mas, na cobrança, Ricco bateu forte. O arqueiro só olhou a bola morrer no fundo do gol do Arouca. Loucura na comemoração, o Acidus igualava em 2 x 2.

Na sequência, os dois times deram uma acalmada, pois sofrer um gol a essa altura poderia ser fatal. Pelo Arouca Marquinhos, o nome do time no confronto, ainda teve boas chances para dar a vaga para sua equipe. Do meio da rua o meia arriscou, mas a pelota passou com perigo perto do gol. Pouco depois, o bom jogador furou uma bola dentro da área. Acontece de tudo em jogo decisivo.

Buscando a virada heróica, o Acidus passou a pressionar o Arouca e a criuar chances. Teve uma grande oportunidade com Richard, mas, em tarde pouquíssimo inspirada, o atacante perdeu o tempo de bola e facilitou a vida de Maurício. Marquinhos, o do Acidus, o melhor em campo, com inteligência se antecipou ao adversário e roubou a bola no meio, abriu a redonda com Kirk na esquerda, mas quando esperava o passe de volta viu seu companheiro chutar muito mal, longe do gol.

Antes do apito final do tempo regulamentar Ricco teve em outra cobrança de falta – com novo cartao para o Arouca, desta vez o azul para Caio – a chance de garantir o Acidus na semifinal. Mais uma vez ele cobrou bem, no entanto dessa vez a bola triscou no travessão de Maurício. Era a hora da prorrogação, e o primeiro a marcar seria o vencedor do confronto.

O nervosismo era evidente, nos dez minutos de prorrogação o Acidus foi melhor e teve chances com Philip, Barata e Ronei. Os dois primeiros perderam gols incriveis, que nao costumam perder. Na outra, Ronei acertou a trave do Arouca. Do outro lado, o time recém subido da Prata pouco criou, em sua melhor oportunidade Gothardo arriscou de primeira da intermediária mas chutou fora, sem perigo. Parecia que o Arouca se contentava com o empate.

Apito final do árbitro, agora viriam as tão temidas penalidades! Foi a hora de Diego, o MVG do campeonato, brilhar. O goleiro defendeu três cobranças e garantiu o verde limão na semifinal. De um lado, Diego pegou o penalti do habilidiso Marquinhos, de Vitinho e Deh. Pelo Arouca, Maurício defendeu a péssima cobrança de Barata e viu Ricco chutar na trave um dos penaltis que poderiam ter classificado o Acidus. Após sete chutes de cada lado, o Acidus venceu as penalidades por 5 x 4 e eliminou o Arouca.

VIII CHUTEIRA DE OURO: QUARTAS DE FINAL

SNG 4 x 1 Estudiantes

SNG AVANÇA PARA SEMIFINAL COM PASSEIO SOBRE ESTUDIANTES


Impiedoso, SNG goleia Estudiantes à base de golaços. Foi um mais bonito que o outro


Por Renan Lamarck

Revanche da semifinal de um ano atrás, quando o carrossel de garotos do Estudiantes vice-campeões surpreenderam o experiente Se Não Guenta e na prorrogação se garantiram na final diante do Kadência, dessa vez o time de La Vila não foi páreo para Renê, Memé e companhia, que lavaram a alma e chegaram a mais uma semifinal de Chuteira de Ouro.

Começou o jogo e o SNG deu as cartas. Tejeda fez a jogada e cruzou na rasteira da esquerda, Memé acertou o chute de primeira mas o goleiro Paulo defendeu tranquilo. Pouco depois Renê tentou, sem sucesso, uma bicicleta dentro da área, mas desviou de leve na bola. O lance foi só bonito pois não levou perigo.

Impondo seu jogo o SNG continuou buscando o gol. Outra vez Memé arriscou, agora de longe, a bola sofreu um leve desvio, contudo o arqueiro se esticou todo para fazer uma bela defesa. Já pelo Estudiantes, a primeira chance de balançar as redes do adversário foi com Bahia. Ele foi lançado na corrida, mas foi surpreendido pela boa saída de Sampa, a la Fabio Costa, para afastar o perigo da área do laranjinha.

Após Leo tomar cartão e deixar o SNG com um a menos por dois minutos, o Estudiantes quase tirou o zero do placar. Rafinha apareceu no segundo pau, atrás dos marcadores, para testar firme bola que passou rente ao gol. Como resposta, após Léo voltar a campo, ele puxou contra-ataque e rolou com Abelha, que cortou a marcação e chutou para boa defesa do goleiro.

Em um primeiro tempo fraco, ainda mais em comparação aos outros jogos da tarde pela Ouro, Vitinho teve a ultima chance de mexer no placar ainda na primeira etapa. Ele arriscou de longe, Sampa quase se enrolou com a bola, mas acabou segurando. Placar do intervalo 0 x 0, e Allan, que fazia discreto porém bom primeiro tempo, teve de abandonar o SNG porque era padrinho de um casório dali uma hora.

Na segunda etapa o primeiro a assustar foi o Estudiantes, com Bahia fazendo o pivô para Lê Raito chutar na trave de William, em substituição a Sampa. Logo depois, após troca de passes envolvente, Lorente bateu da ponta direita, mas o arqueiro pegou sem problemas.

Finalmente um golaço veio para acordar o SNG. Léo arriscou da intermediária e acertou o ângulo do Estudiantes. Simplesmente um golaço! De fato o gol mexeu com os ânimos do bicampeão, pois logo em seguida o mesmo Léo enfiou boa bola para Renê, que, mesmo caindo, chutou para defesa do goleiro.

A sequência do embate foi marcada por duas coisas, aliás, por três coisas: um Se Não Guenta impiedoso, um Estudiantes lutador, porém, esbarrando na muralha do SNG que era sua defesa, e mais lindos gols! Renê dominou no meio, cortou o primeiro marcador, avançou com habilidade, deixou outro no chão e, na saída de Paulo, tocou com categoria para fazer o segundo gol de seu time. Outro golaço, um gol não a la Renê, mas feito por ele!

De fato, a sessão de gols bonitos do Se Não Guenta estava aberta, e não pararia por aí. Marcelo subiu pelo lado esquerdo e, praticamente sem ângulo, acertou uma sapatada na bola. A redonda entrou no ângulo, um foguete indefensável para fazer 3 x 0.

Cada vez mais nervoso, o Estudiantes levou o quarto gol do campo de defesa do SNG. Biro viu o arqueiro adiantado e marcou outro gol de rara beleza. Festa do SNG que garantia a semifinal e, de quebra, tinha sua revanche consumada diante do Estudiantes.

Nos minutos que seguiram o Estudiantes ainda lutou e tentou descontar o placar. Lê Raito recebeu passe de Lorente, mas viu o arqueiro William realizar grande defesa na hora da conclusão. Pouco depois, após bate-rebate, finalmente o time de La Villa tirou o zero do placar. Da entrada da área, Vitinho acertou o pé e com o gol de honra definiu o placar final.

Comentários (0)