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Notícias de 09/09/2010

IV CHUTEIRA DE PRATA: 2ª RODADA: GRUPO A:

Ras Time 5 x 3 Pé de Pano

RAS TIME SE REABILITA E DERROTA O PÉ DE PANO


Em tarde inspirada de Leônidas e Cipó, equipe derruba Pé de Pano e se recupera

Por Douglas Almasi Santos

O Ras Time foi mais eficiente que o Pé de Pano e contou com um camisa 11 inspirado – Leônidas -, e um goleiro seguro e preciso – Cipó – para impor ao Pé de Pano a segunda derrota na competição. Ambos buscavam a reabilitação depois da má impressão deixada por ambos na rodada inaugural da série Prata.

Logo no começo o Pé de Pano foi surpreendido: a zaga do time aliviou mal uma bola lançada na área, Johnny foi esperto, dominou e chutou forte, à meia-altura, para abrir a contagem em favor do Ras. Em lance seguinte, quase o time azul ampliou, quando Boing cabeceou com perigo para fora, após cobrança de escanteio.

O Pé de Pano reagiu e lançou-se ao ataque em busca da igualdade. Um cruzamento de Kauê, da esquerda, para um chute de primeira de Nobru para fora foi a resposta da equipe, que ainda teria outra chance na sequência com Rafinha, obrigando Cipó a fazer boa defesa. O Pé de Pano era mais técnico naquele instante, tocando a bola sem rifá-la, enquanto o Ras era pura raça, defendendo-se e apostando nas jogadas de contra-ataque.

A partida estava movimentada e equilibrada quando o Pé de Pano chegou ao empate: escanteio pelo lado esquerdo e Tavogus, em um lindo voleio, pegou de primeira para fazer um golaço. Mas a desatenção da zaga foi mortal. Bola lançada na área do Pé, Leônidas protegeu a bola de costas para a meta de Tiago, aproveitou-se do quique da bola para ludibriar o zagueiro, girou o corpo e encheu o pé para colocar o Ras novamente em vantagem.

A movimentação da partida era grande, e o Ras passou a dominar as ações do campo, tanto que chegou ao terceiro gol após novo vacilo da zaga do Pé: André Lopes partiu com a bola em velocidade pelo meio, tocou para Leônidas, que fez o trabalho de pivô perfeito, devolvendo para André chutar e fazer o seu tento. Tiago ainda faria duas defesas importantes antes do fim da primeira etapa. No retorno do intervalo, o Pé de Pano voltou com uma postura diferente, mais agressiva, em busca de reverter a desvantagem. Mas a zaga voltou a falhar: Iasi tentou de cabeça para linda defesa de Tiago, mas, no rebote, o próprio Iasi completou e saiu para o abraço.

O placar de 4 x 1 fez acomodar os jogadores do Ras, exceto Cipó, que começou a mostrar sua habilidade debaixo das traves. O camisa 1 do Ras parou as tentativas de Rafinha, Thiago Loiola, Nobru e duas outras de Peba, sendo em uma delas, um chute forte da esquerda do camisa 7. Em contrapartida, o Pé sofria com os contra-ataques, mas por sorte os atacantes do Ras perdiam gols incríveis.

Nos minutos finais, lances de emoção. A bola tocada da direita para o meio da quadra encontrou Kauê, que soltou a bomba no ângulo. Cipó ainda tocou, mas não evitou que o Pé diminuísse o placar. Entretanto, Leônidas pôs fim às esperanças do Pé: o camisa 11 recebeu passe e, livre de marcação, chutou no canto direito. Kauê, novamente, deixaria a sua marca no último lance do jogo, colocando números finais na peleja: vitória – e reabilitação – do Ras Time por 5 a 3.

“Sentimos o entrosamento. Saíram 5 atletas e entraram 8, o que está prejudicando o nosso jogo”, justificou o camisa 10 do Pé, Rafinha. Já Gueller estava feliz, destacando o jogo difícil: “Nunca havíamos vencido eles. E nós precisávamos da vitória para nos reabilitarmos”, destacou o camisa 6 do Ras.

IV CHUTEIRA DE PRATA: 2ª RODADA: GRUPO B:

Obrigado Senhor 16 x 2 NGM

NGM VOLTA AOS DOIS DÍGITOS CONTRA OBRIGADO SENHOR, QUE AGRADECE


Boa atuação de Coxinha rende 2 gols, mas em compensação conjunto do OS, com destaque para Lucas Oliveira, faz outros 16

Por João Paulo Cappellanes

Em breve.

IV CHUTEIRA DE PRATA: 2ª RODADA: GRUPO A:

Bufalos5 x 0 ZFQ

BUFALOS GOLEIA E ASSUME LIDERANÇA DO GRUPO A


Ex-Só Capim Canela supera desentendimentos internos na etapa inicial e despacha o ZFQ, que ainda não nem marcou gol na Série Prata

Por Douglas Almasi Santos

O Bufalos confirmou a boa fase e despachou o ZFQ com relativa tranquilidade. Embora com dificuldades em superar a zaga adversária, e com discussões entre seus atletas, tudo isso no primeiro tempo, o time, liderados por Casali e Dinho, fez a festa da torcida no segundo tempo e assegurou a segunda vitória seguida por goleada na competição.

Sem perder tempo, o Bufalos foi para cima do ZFQ, levando perigo em chute da esquerda de Casali, obrigando Raffão a fazer boa intervenção. Porém, não demorou a abrir a contagem: cobrança de escanteio, a bola foi dividida, Rubens Mendes foi mais rápido e se antecipou ao goleiro Raffão, marcando 1 a 0. Dinho, de fora da área, arriscou chute forte, assustando a meta do ZFQ.

Àquela altura da partida, o Bufalos era melhor em campo, mesmo com o jogo truncado. O congestionamento feito pelos homens de meio do ZFQ dificultava uma maior movimentação do jogo. O time levou o primeiro perigo ao gol de Otaguro após uma roubada de bola, no qual Thi Secco se aproveitou e chutou para fora. A torcida do ZFQ estava agitada e viu a sua equipe crescer na partida, o que fez suscitar brigas internas nos jogadores.

A zaga não se acertava e passou a discutir entre si. Nervosos, os jogadores chegaram a pedir tempo técnico para corrigir as falhas de marcação e de comunicação. Casali, descontrolado, chegou a bater boca com o árbitro e levou cartão amarelo. Mesmo com o descontrole do adversário, o ZFQ não soube aproveitar a situação e ainda sofreria com o assédio dos atacantes do Bufalos. No último lance da etapa inicial, cobrança de escanteio, Dinho, na primeira trave, desviou de calcanhar para o meio da área, mas Gianfranco isolou a bola.

Dessa forma, o jogo foi para o intervalo com vantagem mínima do Bufalos. “O jogo foi difícil no primeiro tempo, com ‘os caras’ chegando firmes. Mas na etapa final nós sobramos”, descreveu o craque Dinho como foi a história da etapa derradeira do embate. O ZFQ, que endurecera a vida do Bufalos nos primeiros 25 minutos, foi presa fácil na parte final. Logo no apito de reinício dos árbitros, Marcos Mendes arriscou chute forte, mas Raffão estava atento.

O goleiro do ZFQ não esperava o bombardeio adversário. Dinho, Casali e cia. mostravam habilidade entre si e um entrosamento necessário para seguir em frente com o sonho de chegar à Série Ouro em 2011. Com jogadas rápidas e lances de efeito, o time não tomou conhecimento do ZFQ. Pelo lado esquerdo, linda jogada de Guilherme Santana, que encheu o pé para boa defesa de Raffão.

Com o Bufalos avassalador, o ZFQ sucumbiu diante das investidas adversárias. Contra-ataque rápido, Guilherme Tedesco, da esquerda, dominou a bola e deu lindo passe na direita, onde encontrou Casali, que com tranquilidade, cumprimentou o goleiro Raffão. Com 2 a 0 no placar, o Bufalos deitou e rolou.

Bola lançada para o ataque, Casali dominou com categoria e chutou com precisão para fazer o terceiro. Com o ZFQ vendido em quadra, sobraram jogadas bonitas do Bufalos. Casali, endiabrado, recebeu passe e, de calcanhar, deixou para Dinho dominar e desferir um lindo chute no ângulo, sem chances para o desolado Raffão.

Para fechar a conta, Guilherme Tedesco foi à linha de fundo, pelo lado esquerdo e, mesmo sem ângulo, fez um bonito gol, selando a sorte da partida: vitória contundente do Bufalos por 5 x 0, e a liderança do Grupo A para eles. O ZFQ, com o segundo revés seguido, amarga a penúltima posição do grupo A e precisa reagir imediatamente para afastar-se da zona perigosa da degola.

IV CHUTEIRA DE PRATA: 2ª RODADA: GRUPO B:

Primatas 7 x 3 Invictus

PERDIDO EM CAMPO, INVICTUS É PRESA FÁCIL A PRIMATAS


Boa vitória mantém time de Gui Fenômeno entre os líderes e deixa Invictus ao lado de Basicus e NGM na lanterna do Grupo B

Primatas e Invictus fizeram um jogo chato, marcado por erros de ambos os lados mas mais ainda por parte dos azuis e branco, que perderam a segunda partida seguida e seguem no fundo da tabela.

Aparentemente equilibrado no início do tempo corrido, o Primatas abusava de lançamentos para Gus e Calderaro, mas as jogadas não saíam. Pelo Invictus, a coisa não era diferente, já que o time não mantinha a posse de bola diante de tantos passes errados e pés mole no meio de campo, o que dificulta a criação de chances para qualquer equipe.

Porém, aos 5 minutos a fragilidade da defesa azul ficou evidente quando, pela esquerda do ataque, a bola chegou a Guerrero depois de bater na defesa e voltar ao atacante. Resultado: 1 x 0. O Invictus não sentiu o gol e caiu, como foi semana passada, mas o jogo continuava morno embaixo do sol quente. Nem o Primatas chegava com vontade, nem o Invictus arriscava mais do que um jogo burocrático sem objetividade.

E assim, sem fazer força, o Primatas fez 2 x 0, com Rodriguinho. Aí sim o Invictus deu uma acordada e tentou alguma coisa, mas Vitinho estava lá para garantir. No minuto final do primeiro tempo, a situação se complicou aos azuis quando Flavinho fez 3 x 0 e levou boa vantagem para a etapa final.

Tal qual no jogo passado, o Invictus acordou de vez quando estava perdendo de muito – se bem que contra o SPQSF foi com 5 x 0 reverso. E isso deu ao time o direito de subir ao ataque sem grandes receios. A tática deu resultado já que contou com um recuo perigoso do Primatas e um cartão amarelo ao time de Gui Fenômeno. Acuado, o Primatas sofreu dois gols seguidos, ambos com Kirk completando dentro da área, e se viu ameaçado.

Porém, nada é tão ruim que não pode piorar. Erro de comunicação entre Paulinho e Lucas e a bola lançada para Fernando dentro da área entrou direto no gol de Muralha, que ficou indeciso se o atacante tocaria nela ou não. 4 x 2 e sossego no placar. A situação fez Lucas e Paulinho deixarem a quadra antes do jogo terminar, o que só piorou o status de um time perdido que parece seguir o Invictus após o bom primeiro semestre realizado.

A partir daí o que se viu foi uma presa fácil diante de um time sem voracidade de gols. Mesmo assim, Fernando, Guerrero e Gus aumentaram a conta para os símios, enquanto Nardelli descontou para o nada invicto time azul e branco, marcando 7 x 3 no final e uma crise que ronda o Invictus que, esperam seus jogadores, acabe diante do Basicus pela 3ª rodada. “Tá feia a coisa, a gente não se acerta em campo e falta organização tática”, resumiu Lucas ao fim do jogo.

IV CHUTEIRA DE PRATA: 2ª RODADA: GRUPO B:

RR Olímpico 8 x 5 Voando Baixo

ROLETINHA DERROTA VOANDO BAIXO E SEGUE 100%


Roletinha vence segunda seguida mas quem fez a festa foi Baru, que fez gol contra e saiu do jogo direto para seu casamento

Por Douglas Almasi Santos

O bom público presente à quadra 10 viu um jogo digno de Série Ouro. Roleta Russa Olímpico e Voando Baixo protagonizaram um belo espetáculo, provando que a luta no Grupo B por uma vaga direta de acesso à principal divisão do Chuteira de Ouro, em 2011, será intensa. Folha, com excelente presença no ataque, foi o destaque do jogo que, cheio de alternativas, foi um dos melhores da Prata até o momento.

O Voando Baixo não contava com um dos seus principais destaques, o goleiro Henrique. “Ele (Henrique) gosta tanto de mim, que não deixa eu fazer gol nele, seja nos jogos oficiais ou nas ‘peladas’ que praticamos (risos)”, confessou o atacante Folha, comemorando o fato do arqueiro adversário estar ausente. Sem a presença de Henrique, o Voando viu-se obrigado a improvisar em sua meta. Barroz foi deslocado da linha para esta função, e não decepcionou.

O Roletinha começou a partida pressionando. Não demorou muito para a pressão surtir efeito: cobrança de escanteio, Pina desviou de cabeça e saiu para o abraço. Mas com um time já entrosado, o Voando respondeu imediatamente: linda jogada de Berla, fintando dois marcadores e chutando para igualar o marcador.

Caballero, em cobrança de falta, quase virou a partida. Em contrapartida, a resposta do Roletinha foi mais eficiente: em cobrança de falta, Brian chutou forte, Ceron passou pela frente do goleiro, atrapalhando-o, e a bola morreu no fundo das redes. Em vantagem novamente, o Roletinha não tardou a ampliar o placar com Kuminha, que pelo lado direito, veio em diagonal e disparou com a sua canhota, marcando 3 a 1.

O Roletinha poderia liquidar a fatura ainda no primeiro tempo, quando Ceron recebeu passe, após fantástica jogada de Kuminha, mas, cara a cara, parou em defesa milagrosa do improvisado Barroz. Com este lance, o Voando despertou e reagiu ainda na etapa inicial. Lançamento na área do Roletinha e, na dividida de cabeça, Baru desviou contra a sua própria meta, marcando um gol contra, no dia do seu casamento (que seria no início daquela noite e toda a trupe Roleta estaria presente). Azar do camisa 2, que ainda veria outro revés em seguida.

Tuka dominou a bola, avançou e chutou forte para vencer o goleiro Edu. O jogo movimentado acabou ganhando contornos de dramaticidade no fim do primeiro tempo, quando o Voando Baixo cometeu a sua 8ª falta coletiva. Brian foi para a cobrança, mas chutou para fora, desperdiçando a chance de colocar o Roletinha em vantagem novamente. O intervalo chegou e, com ele, a promessa de uma segunda etapa eletrizante. E de fato foi mesmo.

Logo no apito dos árbitros, Folha foi esperto e chutou do meio da quadra. A bola desviou durante a trajetória e enganou o goleiro. Na comemoração, braços dados com Brian simulando noivos, em homenagem a Baru. O camisa 14 estava inspirado e, em seguida, aumentou a contagem ao receber passe na área de costas, ajeitar a bola com uma embaixadinha, girar o corpo e chutar no canto, como manda a cartilha do ‘matador’. “Você viu que golaço eu fiz?”, foi a pergunta repetida por Folha a todos os presentes do lado de fora após o jogo.

Com 5 a 3 no placar, o Roletinha dominava o jogo. E Folha ainda desperdiçaria mais duas excelentes oportunidades, sendo em uma delas de calcanhar. A vantagem de dois gols deu tranquilidade ao time, que acabou aumentando a fatura. Ótimo lançamento para o lado esquerdo, Kuminha dominou, deu um lençol no zagueiro e cruzou na medida para Mendes, embaixo da trave, cumprimentar o goleiro Barroz.

Em desvantagem, o Voando Baixo partiu para o ataque. Caballero, com oportunismo, deixou a sua marca, fazendo 6 a 4. Em lance seguinte, cruzamento na área, o baixinho Felipe subiu no meio dos grandalhões do Roletinha, ao melhor estilo Romário, e de cabeça fez o quinto gol do VB. Mas a tarde era do Roletinha: Kuminha, aproveitando saída errada do goleiro Barroz, chutou forte da intermediária para aumentar a contagem. E, no fim, tabela de Gogof e Brian, até este completar e dar números finais à partida: 8 x 5, e festa para o noivo do dia, Baru.

Caballero pediu mais “participação” dos atletas do Voando no jogo. “Precisamos sair com mais rapidez, estamos saindo de trás de forma errada, com muita precipitação”, detectou o craque da camisa 7. O destaque do Roletinha no jogo, Folha, atribuiu à “motivação do casamento de Baru” como decisivo para vencer o duelo. “O time está bem, muito unido”, destacou.

IV CHUTEIRA DE PRATA: 2ª RODADA: GRUPO A:

MachuPichu 1 x 0 TCM

MACHUPICHU DERROTA TCM NO MINUTO FINAL


Estouro em limite de faltas dá a MachuPichu tiro de 9 metros no lance final e garante segundo triunfo em partida conturbada

Por Vinicius Bento

Para incentivar o seu time, a torcida do TCM trouxe um sinalizador. Infelizmente a fumaça extremamente mal cheirosa chegou até à torcida e jornalistas, incomodando e atrapalhando. Passado o ocorrido, o MachuPichu deu o pontapé inicial.

Logo no minuto inicial, Ricci exagerou na força e tomou um cartão amarelo. O adversário ficou no chão por algum tempo, mas voltou ao jogo alguns minutos depois. Visivelmente irritado, o atacante peruano saiu de campo reclamando bastante. Era só o começo.

O primeiro lance de perigo na partida aconteceu em um ataque do TCM. Depois de bola lançada para o meio da área Marin entrou como um touro chutando a bola. Corajosamente Pipo, goleiro do MP, saiu dividindo com ele e salvou o que seria o primeiro gol na partida.

A primeira chance do MP saiu dos pés de Ricci. Brigador, ele ganhou de dois defensores e arrematou em direção à meta adversária. Danilo defendeu meio inseguro e jogou a bola para o lado.

O gol estava difícil de sair. Os dois times até que tentavam, mas a bola insistia em não passar pelos goleiros. Depois de dividida entre Neno e Pipo, o clima ficou quente. Já exaltado no jogo, o camisa 10 do TCM se embaralhou com o goleiro e, propositalmente ou não, acertou o pé no goleiro, que ficou sentindo bastante. Durante quase 5 minutos ele ficou com a mão no rosto decorrente da pancada.

Não era tarde do goleiro do MP. Em outra dividida, dessa vez com Kako (sem a menor intenção dessa vez), os dois se chocaram e novamente o goleiro sentiu o rosto. Tem dia que é noite. E num jogo sem muitas chances e bons lances o jogo foi para o segundo tempo.

Na volta do descanso o TCM começou atacando de maneira fulminante. Logo no primeiro chute a gol, Pipo fez um verdadeiro milagre. O MP não queria ficar atrás e também arriscou. Vitão recebeu rebote mas na hora de finalizar sua canhota o deixou na mão.

Era impressionante como a bola insistia em não entrar. Diga-se de passagem que graças ao goleirão Pipo. Robson arriscou de longe, a bola pingou na cara do goleiro, mas mesmo assim, Pipo foi buscar, arrancando um grito do banco de reservas e da torcida.

O melhor momento do jogo até aquele instante foi protagonizado pelo goleiro Danilo, porém. Durante um tempo técnico ele resolveu resmungar do time adversário que não estava dentro de sua área para a habitual conversa. De maneira muito divertida ele fez todos do seu time rirem, inclusive ele, que não conteve o sorrisão.

Porém, seu sorriso virou uma cara de bravo quando, já no finalzinho da partida, ele tomou cartão amarelo. Sem ter quem o substituísse ele, Zé Roberto teve que se desdobrar atrás. O castigo veio com o estouro no limite das faltas. No último lance do jogo, o MachuPichu teve sua chance num tiro de 9 metros. Thiago Branco foi para a bola, já com Danilo de volta ao gol, e não perdoou. Fez o gol e causou um rebuliço ao provocar os torcedores do TCM. O jogo acabou ali, em confusão e um goleiro Danilo transtornado, que partiu para a ignorância dentro e fora de campo. Final da história: segunda vitória do MachuPichu e primeira derrota do TCM.

IV CHUTEIRA DE PRATA: 2ª RODADA: GRUPO B:

Di Primeira 3 x 2 Jeremias

DI PRIMEIRA SOBE, JEREMIAS DESCE


Equipe novata enfrenta dificuldades, mas sai vitorioso do confronto; time de Dunder e dos irmãos Bim sofre segundo revés na Série Prata

Por Douglas Almasi Santos

Em busca do segundo triunfo, o Di Primeira tinha pela frente o Jeremias, que buscava a reabilitação no certame. Apesar do pouco público presente, a partida foi equilibrada e, no fim, emocionante. Com um elenco reformulado, o Jeremias apostava no seu principal atacante, Dunder. Já o Di Primeira contava com uma dupla de ataque infernal, composta por Daltinho e Cirota.

Dunder teve a primeira chance do jogo. O camisa 10 apareceu livre, mas a saída arrojada do goleiro Biel, abafando o seu chute, evitou o gol inaugural. Mau, de cabeça, respondeu com perigo para o Di Primeira, mas a bola acabou saindo à linha de fundo. Em cobrança de falta, Gui Ferreira quase fez para o Jeremias, parando a bola nas mãos de Biel. Novamente Mau, de cabeça, respondeu, desta vez acertando a trave.

Em mais uma jogada do Jeremias, Rafinha Souza soltou um petardo para boa defesa de Biel. Com o jogo movimentado no início, quem chegou à abertura do placar foi o Di Primeira, e de forma espetacular. Jogada ensaiada na cobrança de falta, a bola foi rolada para o lado onde estava Simon, que surpreendeu, rolando para o lado novamente, até chegar a Cirota que chutou para fazer 1 a 0.

O Jeremias não se abateu e se lançou ao ataque. Tingão, com um tirombaço de fora da área obrigou Biel a se esticar todo e evitar o empate. O Di Primeira adotava, àquela altura do jogo, uma postura mais defensiva, visando a busca dos contra-ataques; o Jeremias se esforçava e fazia uma blitz no campo de defesa adversário. Mas o Jeremias não soube controlar suas faltas coletivas e acabou cedendo um tiro livre direto para o Di Primeira. Daltinho cobrou com força e ampliou a vantagem.

O jogo estava quente e pegado. E, com isso, o número de faltas foi só aumentando, levando os goleiros ao desespero. No fim do primeiro tempo foi a vez do Di Primeira abusar das faltas coletivas. Tiro livre direto para o Jeremias, que foi convertido por Gui Ferreira, com uma bomba no meio do gol, diminuindo o prejuízo para 2 a 1.

O intervalo chegou para a alegria das equipes, não sem antes Simon perder outro tiro de 9 metros para o Di Primeira. Para o Jeremias, era o momento de acertar a marcação a base de orientações de seu técnico; ao Di Primeira, uma pausa para poder respirar e se organizar para o segundo tempo. O jogo recomeçou com o Jeremias no ataque. Numa chance de falta, Rafael Souza acabou acertando a trave, mas, no rebote, a bola voltou para o mesmo Rafael, que só empurrou às redes e assinalou o empate.

O jogo continuava bem disputado, com um equilíbrio no meio de quadra e com as defesas se sobressaindo. Simon, chutando de fora da área, levou muito perigo, com a bola passando por cima da meta do goleiro Benassi. O Jeremias respondeu com Dunder, tocando para Preto, que encheu o pé, a bola desviou na zaga, obrigando o goleiro Biel a fazer boa intervenção.

Quando a partida se caminhava para um empate, devido à forte marcação das defesas e boas intervenções dos arqueiros, surgiu Cirota, que com oportunismo fez o seu segundo gol no jogo, marcando 3 x 2 para o Di Primeira. O capitão do Jeremias, Alexandre Bim, tentou com um chute forte, mas não venceu Biel. Com isso, o jogo se encerrou com vitória apertada do Di Primeira.

Simon destacou o “jogo truncado” para explicar a dificuldade da vitória. “Tivemos muita oportunidade no primeiro tempo e não concluímos, mas nos acertamos na etapa final e saímos vencedores”, concluiu. Mesmo “indignado com a arbitragem”, Dunder preferiu destacar o porquê do Jeremias ainda não ter vencido: “Reformulamos o elenco e ainda não nos acertamos. Temos que ter uma base, para podermos nos entrosar e crescer. Ficar trocando de jogador toda hora pode ser prejudicial”, alertou.

IV CHUTEIRA DE PRATA: 2ª RODADA: GRUPO B:

Camelo 4 x 1 Basicus

CAMELO APROVEITA DESCUIDO DO BASICUS E VENCE A PRIMEIRA


Valendo-se do descontrole do Basicus na etapa inicial, equipe faz a sua parte e despacha o adversário

Por Douglas Almasi Santos

Após sofrerem derrotas em seus jogos na rodada de abertura do Grupo B, Basicus e Camelo visavam a vitória a qualquer custo. O público presente já sentia, desde o início, que o jogo seria nervoso, tamanha era a preocupação dos sistemas defensivos dos times. Os zagueiros eram os destaques, destruindo as tentativas de jogadas dos atacantes.

Com o jogo truncado, poucas eram as oportunidades de gols. Puff, arriscando de longe, tentou furar a retranca do Camelo, mas sem perigo. Nando respondeu, chutando da intermediária, para defesa de Goku. O primeiro lance real de perigo chegou com o Basicus. Starck cruzou da esquerda, Harada dominou e acertou a trave com um chute potente. Mesmo assim, as defesas eram os destaques do jogo. Yuri era segurança para o Basicus.

Mas um descuido da zaga custou caro ao Basicus. Cobrança de lateral para o Camelo, a bola passou por toda a extensão da zaga, até encontrar Noal, que de primeira chutou no canto a abriu a contagem. O Basicus se descontrolou, e o Camelo agradeceu. Em lance seguinte, após lançamento, Noal dominou e encheu o pé, obrigando o goleiro Goku a fazer linda defesa.

E, em seguida, Fê Araújo, aproveitando cobrança de escanteio, ampliou o placar, fazendo a festa com os jogadores do Camelo. Pai de Puff, do lado de fora, gritou para o filho: “Está muito fácil fazer um gol em nós hoje”. E Puff respondeu de dentro da quadra: ”Fácil por quê? Eles (Camelo) não estão fazendo nada!”. Mas os meninos do Camelo estavam fazendo sim: explorando o desespero do Basicus.

Em cobrança de falta, Henrique arriscou para boa defesa de Goku. Pipo, em nova cobrança de falta, tentou responder, obrigando o goleiro do Camelo, Johnny, a trabalhar. Mas o Basicus estava perdido em quadra, e no fim do primeiro tempo sofreu mais um gol. Tabelinha esperta entre Fê Araújo e Noal, que, no trabalho de pivô, devolveu para o primeiro chutar com força e abrir vantagem de 3 a 0.

“Precisamos fazer gols, pois a (nossa) defesa é boa”, explica Yuri para justificar o placar adverso. E com a chegada da etapa final, veio também um Basicus em uma outra postura. Sendo mais agressivo, e evitando rifar a bola, além de não desperdiçar ataques, a equipe passou a agredir mais o Camelo. Bolas desferiu bom chute para bela intervenção de Johnny. Em lance seguinte, o mesmo Bolas recuperou bola perdida e chutou para fora, com perigo.

Mesmo em desvantagem, o Basicus, time “sangue, suor, e lágrimas”, foi para cima do Camelo. Em mais uma roubada de bola, Puff fintou o goleiro, mas na hora do chute foi travado. Novamente Puff teve uma chance de descontar, mas não contava com a saída arrojada do goleiro Johnny, evitando o gol de honra.

A insistência acabou levando o Basicus ao seu gol. Em uma cobrança de falta, Puff acertou a barreira. Na volta, Cavalera, com raiva, encheu o pé no meio do gol para marcar para os rosas. A equipe se animou e continuou a sua luta. Puff, em rápida jogada, recebeu passe e acertou a trave.

A pressão era, naquele instante, total por parte do Basicus, mas um lance curioso e inusitado acabou com as pretensões da equipe no jogo. O Camelo se defendia de qualquer jeito e, em um chute despretensioso de Henrique para afastar de seu campo a bola, acabou surpreendendo o goleiro Goku. A bola viajou e foi caindo. Goku saiu de mão mole e deu um toque nela, que bateu no travessão e subiu. Sem conferir se tinha saído, Goku só virou para ver a bola, na descida, encontrar a cuca de Noal e em seguida as redes. Uma jogada rara que decretou a boa vitória do Camelo por 4 a 1, recuperando-se da derrota na estreia para o Roletinha.

Um dos destaques do jogo, o atacante Noal estava feliz com o triunfo. “Perdemos a primeira partida, mas nos recuperamos e vencemos bem”, confirmou o camisa 14, que ainda foi mais além: “Vou brigar pela artilharia”, avisou à concorrência.

IV CHUTEIRA DE PRATA: 2ª RODADA: GRUPO B:

SPQSF 4 x 1 Arouca Jrs.

SPQSF VENCE OUTRA E CONVENCE


No jogo mais aguardado do dia, equipe vence o Arouca Jrs. e continua sua caminhada à Série Ouro

Por Douglas Almasi Santos

Ao término da partida, muita comemoração dos jogadores do SPQSF. Não era para menos, uma vez que a partida fora equilibrada do início até o fim, com o SPQSF confirmando a vitória apenas nos minutos finais. O “bonitinho” da torcedora Fernanda Sacks, o craque Meneguelo, liderou a equipe em um jogo difícil e catimbado.

O público era muito bom. No primeiro lance do jogo, o SPQSF ganhou uma cobrança de escanteio. Bola alçada na área, Jaja quase fez de cabeça. O camisa 9 estava a fim de jogo e, pelo lado esquerdo, chutou no canto com perigo, obrigando o goleiro Gui a se esticar como um gato para fazer a defesa.

A resposta do Arouquinha veio com Gothardo, que chutou para defesa segura de Guto. E com a insistência no ataque, o SPQSF largou em vantagem. Bola cruzada na área, Jaja, sozinho de cabeça, deslocou o goleiro Gui, abrindo a contagem. Novamente Gothardo respondeu para o Arouca Jrs., tentando de bico surpreender Guto.

O jogo ficou travado; cada lance sendo decidido com muita vontade por parte dos jogadores. Em jogada polêmica, o capitão do SPQSF Di Dicredo fez belo passe para Meneguelo, que dentro da área dominou a bola, mas se chocou com o goleiro Gui. Os atletas do SPQSF reclamaram pênalti, mas nada foi marcado pelos árbitros. O Arouquinha tentava, enquanto o SPQSF esperava o momento certo para aplicar os contra-ataques.

Em 4 lances de ataque seguidos, o Arouca Jrs. levou perigo à meta de Guto. Markinho deu passe a Washington, que na jogada de pivô, girou e chutou com perigo. Em outro lance, em jogada parecida, Washington quase marcou. O Arouquinha pressionava, e Deh, em chute perigoso, obrigou o goleiro Guto a fazer linda intervenção com as pontas dos dedos.

Disputa dentro e fora de quadra. Os torcedores do Arouca e do SPQSF travaram batalha sadia pelo incentivo às suas equipes. De tanto insistir, o Arouquinha empatou: Markinho, em cobrança de falta com maestria, colocou no ângulo do goleiro Guto e comemorou muito. Com o jogo tenso, o SPQSF abusava das faltas, e a cada marcação contrária enervava seus atletas dentro da quadra. Após a 8° falta coletiva sofrida, o Arouca Jrs. teve a oportunidade de virar, mas Guto parou a cobrança de Washington.

Ainda no fim da primeira etapa, mais um tiro livre direto para o Arouquinha, e dessa vez Markinho foi o encarregado pela cobrança: chutou para fora. Com o empate nos primeiros 25 minutos, o segundo tempo prometia um jogo cheio de catimba e disputa.

O SPQSF, visivelmente nervoso com os árbitros, obteve oportunidades de gol com Jaja, por duas vezes, na volta do intervalo. E foi o camisa 9 que fez a jogada, da direita, que resultou no segundo gol do time: ele cruzou para Ricardinho chutar e fazer o dele.

O jogo começou a degringolar para o Arouquinha quando, em um lance infortúnio, o goleiro Gui se machucou, obrigando o atleta de linha Quim a deslocar-se à meta do time. O improvisado goleiro fez linda defesa, parando chute forte de Meneguelo. “Achou a sua posição, heim, Quim”, divertia-se o técnico do DPGamos Lói do lado de fora. O Arouca quase chegou à igualdade novamente com Gallo, que chutou, mas Rick salvou em cima da linha gol certo.

O SPQSF liquidou a fatura com Meneguelo, que, após lançamento do goleiro, dominou e chutou cruzado para fazer 3 x 1, e com Di Dicredo, que recebeu passe de Meneguelo e chutou forte para decretar a vitória de sua equipe por 4 a 1.

“Tivemos vacilos, como não aproveitarmos os tiros livres diretos. Podíamos ter matado o jogo”, lamentava-se o técnico do Arouquinha, Vitão. Meneguelo, destaque do SPQSF, advertiu que “a arbitragem foi mal” no decorrer dos 50 minutos, entre os lances de divididas principalmente. “Ficou complicado, mas mesmo com isso e com o ‘solzinho’ de hoje, conseguimos a vitória”, comemorou o camisa 4.

IV CHUTEIRA DE PRATA: 2ª RODADA: GRUPO A:

SuaMãe 4 x 3 Red Devils

SUAMÃE DERRUBA RED DEVILS


Novato mostra grande poder de fogo e marca no fim para conquistar segundo triunfo na competição

Por Vinicius Bento

Após o W.O. do jogo anterior (La Coruja não compareceu ao jogo diante do Cahorro Velho), Red Devils e SuaMãe entraram em campo sob o costumeiro calor infernal de sábado. A temperatura beirava com facilidade os 30 graus e com certeza foi fator determinante no físico dos jogadores durante os 50 minutos. Se isso não bastasse, o ar extremamente seco de São Paulo diminuiu o fôlego dos atletas em campo.

Tentando colocar o Red Devils para trás logo no começo da partida, o SuaMãe partiu para a frente. Na primeira chance de arriscar algo, Febem tentou de fora da área e a bola tirou tinta da trave.

O troco não tardou. Na primeira chance do Red Devils, o time girou a bola na frente da área e Ricardo Alemão finalizou a gol. O goleiro fez boa defesa. A partir disso o Red Devils desafogou de trás e foi de vez ao ataque, chegando a assustar muito o goleiro Pepe.

Porém, surpreendendo, Murilo acertou um balaço de fora da área. A bola foi no cantinho e o goleiro Criança não chegou nem perto dela. O SuaMãe saía na frente. 1 x 0. E de maneira avassaladora o time materno ainda fez, em 5 minutos, o segundo do jogo. Com outra pancada de perna direita e novamente de fora da área, desta vez foi Wesley quem colocou a redonda no canto direito de Criança, que novamente não viu nada.

Poucos lances depois aconteceu algo curioso. Lembrando as boas partidas de várzea, Pepe foi sair com a bola e acabou jogando nos pés de Neguinho, que chutou para fora. A zica parecia solta e se concretizou com um gol contra em jogada área dentro da área. O gol deu vigor ao Red Devils, que apertou no final da primeira etapa. Novamente em jogada aérea, Marcelo subiu no terceiro andar e deixou tudo igual.

Na segunda etapa, logo de cara, o SuaMãe mostrou que não havia se abalado com o empate sofrido. Raoni arriscou de fora da área e viu a bola seguir rasteirinha para o canto do gol de Criança, que sofria com os tiros de longa distância. Assim, era o SM novamente em vantagem. 3 x 2.

O jogo estava muito quente, num lá e cá de não dar brecha para ir ao banheiro. E assim o Red empatou de novo. Thiaguinho recebeu cruzamento dentro da área e empurrou para dentro. Não satisfeito, em jogada parecida, ele recebeu dentro da área novamente, se livrou da marcação, mas chutou para fora.

Na reta final, com muito equilíbrio, nenhum dos dois times se lançava cegamente ao ataque, mas também nenhum deles fazia uma verdadeira retranca. O jogo caminhava para um empate justíssimo. Quando ninguém mais esperava, Willy acertou um chute inacreditável, no contrapé de Criança, que não pode fazer nada a não ser um golpe de vista. A bola bateu na trave e morreu no fundo do gol, sacramentando a vitória do SuaMãe e a campanha 100% da equipe até o momento.

IV CHUTEIRA DE PRATA: 2ª RODADA: GRUPO B:

É Verdadeee 4 x 0 DPGamos

É VERDADE VENCE E DERRUBA ÍMPETO DO DP


Embalados por boa vitória na estréia, meninos de Lói sucumbiram ao jogo coletivo do É Verdadeee

Por Vinicius Bento

Em breve.
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