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Notícias de 08/04/2008

SNG VENCE E BEER POINT VAI ESTABELECENDO RECORDES

Primeiro jogo da rodada, literalmente, pois o jogo entre Kadência e Só Lance começou mais tarde e a expectativa era de saber de quanto o SNG venceria o Beer Point. Pois bem, o BP não “guentou” nem 2 segundos, pois mal o juiz saída de bola Allan chuta ao gol e marca o gol mais rápido da história. Pronto, estava aí a expectativa de mais uma chuva de gols.

Demorou até o SNG marcar seu segundo gol, que aconteceu aos 7 minutos, com Chileno. A temperatura era baixa no PlayBall, assim como no jogo. O que se viu foi um time atacando (foram mais de 40 chutes do SNG) contra uma defesa em que mais uma vez Yuri, de bandana preta, se destacava não só pelos desarmes, mas pelo seu tamanho, pois com tantos chutes fica difícil que a bola não bata no defensor.

Com o tempo passando, Weverton, atrasado, se juntou a Yuri, e trouxe garra e determinação à defesa do Beer Point, que logo se transformaram em desorganização e desespero. Tejeda, camisa 10 do SNG, que andava sumido, entrou e logo tratou de aparecer mais que os demais companheiros (Renê ainda não havia marcado). Ele acelerou o ritmo do meio de campo e viu Renê, que havia passado em branco contra o Fora de Série, marcar 2 gols e anotar 4 a 0 no placar. Tejeda marcou o quinto e Weverton, do Beer Point, marcou o sexto, contra, fechando assim o primeiro tempo com 6 gols no placar.

Segundo tempo, a torcida pedia mais gols de Renê, já alimentando o desafio de fazer mais gols que Lele, do Joga 13, com quem o camisa 11 tem disputa pessoal. Renê mesmo comentou que ultimamente estava difícil de fazer um, quanto mais 8. Mesmo assim a torcida não desanimou e tratou de incentivar os dois times, um para fazer mais de 20, e o outro para fazer pelo menos um. E o gol do Beer Point saiu, mas antes o SNG marcou outros 3, com Tejeda, René e Mário. Em ataque pela esquerda, Bruno Bertonni, capitão do Beer Point, teve que tomar uma bolada para ver a sua canelada pegar Messi desprevenido. 9 a 1 para o SNG.

Tejeda ia se destacando, mesmo com a quantidade de gols de René e já ia sendo cotado como o 3 estrelas, mas daí o SNG tratou de jogar trocando todos os seus jogadores, entrou Alexandre, Bird, Allan voltou, Totó descansou, mas René não, esse não descansa nunca quando se trata de fazer gols. Há quem diga que ele não colocou Biro para jogar, pois o jogador “roubou” seus gols e estrela na rodada passada (a versão de Renê é a de que Biro estava machucado). Memé, que anda jogando mais no meio de campo defensivo do que um atacante, fez o décimo gol do SNG, o único dele na partida. Com tantas trocas, Tejeda também entrou no bolo, mas, antes de descansar, marcou mais 2 gols e viu René marcar seu quarto gol na partida.

O bicampeão não parou e queria, sim, saldo de gols. Renê marcou mais 2 e chegou a 6, viu Alexandre marcar e o camisa 6 de seu time, o veterano Bird, fechar o placar com o último gol do SNG, mas não o último do jogo, que foi feito por Yuri.

Após a quinta derrota consecutiva é possível dizer que o Beer Point baterá todos os recordes negativos da história do torneio. Por enquanto, com somente 5 gols marcados (1 gol por partida), 67 gols sofridos (média de 13,4 por jogo) e saldo de 62 negativo, supera de longe o Dunguereguede. O único critério que o Dunguereguede supera o Beer Point é nos pontos, quando no III Chuteira de Ouro obteve a insuperável marca de -1 ponto, por causa de um WO no último jogo. Os consolos estão se acabando, restando apenas mais um time que não ganhou, o Basicus, pelo Grupo B.

KADÊNCIA ACENTUA CRISE DO SÓ LANCE

Só Lance e Kadência entraram em campo com os mesmos 6 pontos, mas em situações opostas: enquanto o Kadência havia vencido na quarta rodada após duas derrotas, o Só Lance vinha de duas derrotas após ter vencido as duas primeiras partidas. Já ficou notório e aberto que há uma crise interna no elenco do Só Lance, o que parece ter afetado o rendimento da equipe no torneio. E após a quinta rodada, o Kadência saiu com a vitória, apertada, diga-se, e 9 pontos, deixando o Só Lance nos mesmos 6 pontos.

O jogo começou acelerado, com os dois ataques buscando lançamentos longos e jogadas rápidas pelas laterais. Logo de início já se via em campo o jogador que iria ser o ponto de desequilíbrio para o Kadência, o camisa 3, Rodrigo Garavelli. Ele iniciou sua jornada em que interceptaria de seu campo de defesa mais de 17 bolas de ataque do Só Lance.

Mesmo assim, foi o Só Lance que abriu o placar, aos 5 minutos, com Ronei, num chute forte de fora de área. O Só Lance parecia que poderia vir a marcar o segundo, mas o Kadência logo achou seu gol. Paulinho recebeu na esquerda livre e tocou na saída do goleiro Bruno Nunes. Este fez uma bela defesa, mas a bola espirrou para o meio da zaga, onde chegava o zagueiro Caio, que tocou na bola e ainda tentou evitar que ela entrasse no gol, mas sem sucesso.

O empate abateu o Só Lance, que viu o Kadência virar o jogo aos 13 minutos, com o estreante Luiz Eric, após cruzamento na área do Só Lance tentar ser cortado por Caio. A bola acabou sendo “tocada” para trás, encontrando o camisa 4 do Kadência livre para marcar o gol. Em jogada pela esquerda, Ronei e Diego Faria, ambos do Só Lance, se trombam após disputa de bola. Ronei saiu com a bola em direção ao gol, mas chutou para fora. Quando parou, pôs a mão na cabeça e viu que estava sangrando muito. Acabou deixando o campo, voltando depois de uns 5 minutos com uma faixa enrolada na cabeça, tal qual as usadas pelos jogadores profissionais. E foi nesse ínterim que o Kadência fez 3 a 1, com Che-Ché pegando um chute forte após sobra na frente da área.

O Só Lance voltou com tudo para o segundo tempo, com Ronei vestindo a camisa 14 (a 13 estava manchada de sangue). E o fôlego do time de amarelo e azul fez com que o jogo estivesse empatado antes de 7 minutos jogados. Philip e o estreante Antônio Junior marcaram para a equipe. Mas a tarde parecia que era do Kadência, pois Renato Oliveira praticou grandes defesas, Garavelli continuou sua saga de tirar bolas alçadas no seu campo de defesa e ainda teve um quarto gol marcado por Renan Viana.

Com 4 a 3 no placar, o Só Lance voltou a pressionar em busca do gol. Renato fazia boas defesas – foram ao menos 5 defesas difíceis – e contava com a má pontaria dos atacantes do adversário. A pressão do Só Lance só diminuiu quando Vavá foi expulso, deixando o time com um a menos e deixando o placar mesmo em 4 a 3 para o Kadência.

Na sexta rodada, Só Lance busca reabilitação diante do Basicus, que ainda não pontuou na competição. Já o Kadência tem pela frente o vice-líder do grupo, o MachuPichu.

ROLETA PASSA FÁCIL POR UM DESFIGURADO BUCETS

Há hora de começar o jogo, só havia o goleiro Nathan do Bucets presente. O time todo estava preso no trânsito nas redondezas do PlayBall em razão do show do Ozzy que teria naquela noite. Assim, devido a isso, foi possível aguardar que chegassem o número mínimo de jogadores para iniciar a partida. E com 6 jogadores apenas do Bucets que o jogo teve início, com pouco mais de 20 minutos de atraso.

E com um jogador a menos o Bucets começou e praticamente terminou o primeiro tempo, quando não tinham apenas 4 na linha em razão de cartão amarelo. Mesmo com um a menos e sem suas principais peças, o Bucets conseguiu segurar o Roleta Russa, que só marcou aos 11 minutos, com Nação, que finalmente desencantou.

O jogo era todo do Roleta, que perdia gols incríveis atrás de gols inacreditáveis. Em certo momento, Bruno recebeu livre na área, matou a bola com calma e teve tempo de pensar e escolher o canto para chutar e... errar! Em outras oportunidades, Nathan salvava, a trave ajudava ou então Denys, que é atacante e jogou improvisado na zaga, afastava. Mas, aos 17 minutos, Bruno enfim marcou o gol perdido anteriormente e, 30 segundos depois, Nação ampliou para 3 a 0.

O Bucets ainda tentou uma reação, com gol de Rafael Bebe, mas logo Nação marcaria seu terceiro gol faltando um minuto para o fim do primeiro tempo, levando uma vantagem considerável para a etapa final.

Já com 7 jogadores em campo, o Bucets tentou diminuir o prejuízo e as principais jogadas eram com Rafinha, que chegou no fim do primeiro tempo. Ele deu muito trabalho para Foguinho, zagueiro do Roleta designado para marcá-lo. Outro que tentou algo foi o pivô Rodrigo Storch, que até deu de foca duas vezes, quicando a bola na cabeça, mas as jogadas não foram em direção ao gol, mas sim no meio de campo ou em direção à defesa. Alguns viram ali uma novidade nas já famosas provocações bucetianas, reconhecidamente o time mais catimbeiro do Chuteira.

Mas quem marcou foi novamente o Roleta, com Caju, num lance muito contestado em que a bola, após bola tocada por um jogador do Bucets, bater no juiz e sair. Nação rapidamente falou: “Juiz é neutro!”. Pegou e cobrou o lateral. Os jogadores do Bucets ficaram arados reclamando e viram Caju receber sem marcação a bola. Ele ainda parou na frente da área, esperando por uma confirmação do árbitro, que disse que estava valendo o lance. Com isso, tocou na saída de Nathan e fez o sexto do Roleta. O gol gerou indignação no Bucets, que cercou o árbitro que validou a jogada e o encheu de reclamação. Eram 6 minutos de jogo do segundo tempo.

Aos 12 minutos, Rodrigo Storch diminuiu e, sem força para reagir, o Bucets partiu para jogadas mais duras. Em jogada pelo meio, Bruno limpou três adversários que o cercavam e jogo ficou mais nervoso, mas o tempo só esquentou mesmo, com direito a empurra-empurra entre Foguinho, Rafael Storch e o sempre agitador Tom, que voltou da contusão no pulso neste jogo, após o apito do árbitro. No último lance do jogo, Ranalli estava na barreira e beliscou Tom. Este, por sua vez, após a cobrança, deu um chute por baixo em Ranalli ao som do apito final. Mas antes disso Nação fez cera e tomou seu segundo amarelo, que foi o azul.

Final de jogo e vitória tranqüila do Roleta, que soube fazer o placar com um Bucets incompleto no primeiro tempo e jogar para o gasto na etapa final. Com 12 pontos, Roleta segue com Bacana e Joga 13 na cola do sempre líder SNG.

MULEKE PIRANHA VENCE BASICUS NO JOGO DOS DESESPERADOS

O assunto entre os jogadores do Basicus era galgar posições no campeonato e o atual linguajar, utilizado atualmente nos jornais, também era falado pela equipe rosa e cinza. "Se ganharmos hoje e o Atlético Pagalanxe perder, podemos entrar no G8." Não aconteceu, e o lanterna Basicus perdeu para o vice lanterna Muleke Piranha em jogo de muitas emoções, principalmente para quem teve o gostinho da primeira vitória no campeonato.

O jogo começou com pressão do Piranha e logo aos 5 minutos, Diogo aproveitou erro da zaga adversária, recebendo passe longo nas costas de Paulinho, e mandou para o fundo da rede, 1 a 0.

Mal deu tempo de comemorar e Lapa, camisa 10 do Basicus empatou em lance muito estranho, chutando na saída de bola e aproveitando o êxtase do time azul. A bola ainda desviou em um jogador do Piranha e enganou Guaraná, que viu a bola passando por entre suas mãos.

Outro fato estranho aconteceu: o alarme do carro de um dos jogadores do Basicus soou. Parecia que era o sinal vermelho para o desempate, que de fato aconteceu. A falha do alarme do carro de R. Barath combinou com outra falha do time rosa. 2 a 1 Muleke Piranha, gol anotado por Fezão. Mas Lapa novamente empatou 5 minutos depois com um chute forte no canto de Guaraná e foi em 2 a 2 que acabou o primeiro tempo.

Se o jogo estava estranho, mais ainda voltou o time do Basicus, que, apesar da empolgação de ter empatado a partida, não resistiu ao time que se mostrava mais malicioso. Talvez esse o motivo para Dink, camisa 5 do Basicus, revidar possível agressão e fazer falta desnecessária e dura, que não escapou de um cartão amarelo e 2 minutos fora. Para piorar, R. Barath entrou no ataque, Não atacou, mas foi para a defesa e, em lance muito infeliz, também não defendeu, pois não acompanhou Diogo, o nome do jogo, que, de cabeça após escanteio cobrado por Salada, desviou de Goku, que nada pôde fazer. Muleke Piranha desempatava.

O time do Basicus parecia perdido em campo, enquanto o Piranha parecia ter encontrado o caminho, que foi recompensado com o quarto gol, em jogada pela esquerda na qual Salada chutou forte, tirando do goleiro Japonês (ou Goku). Eram 19 minutos jogados e o Basicus praticamente dava adeus a qualquer reação.

A partir daí, o azul apagou o rosa de vez e teve chance de marcar o 5º, em tiro de 9 metros após falta boba de R. Barath na lateral. Se Guaraná perdeu o tiro livre, Amauri tratou de reabilitar o companheiro e, em bela jogada pelo meio, limpou o zagueiro e mandou no canto direito do goleiro, selando a vitória do Muleke Piranha por 5 a 2.

Crise por crise, o Muleke Piranha segue seu caminho de esperança, comandados pelos talentosos gêmeos Diogo e Thiago – o primeiro levando as 3 estrelas do jogo – e agora aguardam o confronto com o líder do grupo, o Melville Power, que empatou com o Acidus e busca novamente o caminho da vitória, quase interrompida.

Ao Basicus, resta torcer pelo Melville, ganhar do Só Lance na próxima rodada e desejar que Atlético Pagalanxe (adversário do time após o Só Lance) e Acidus percam muitos pontos, ou seja, só um milagre pode salvá-los da prematura desclassificação.

MSM VENCE PRIMEIRA PARTIDA E AFUNDA DIABOS LARANJAS

O jogo era muito comentado. Não pelo jogo em si, mas pela presença de Batoré no PlayBall. Havia comentários de que enfim o craque do Diabos estrearia no V Chuteira. Mas, na tarde que deveria ser de Batoré, quem deu show foi outro jogador, e do adversário, o camisa 27 do Mentira sem Maldade, Magnée.

Com Batoré no banco, desde o principio da partida o MSM dominou o jogo, tocando bola de pé em pé. No princípio ainda sem muita objetividade, as trocas de passes não levavam a lugar algum e, numa saída errada da defesa, o Diabos Laranjas abriu o placar com Emerson Neném. Certamente a pergunta "Será que hoje teremos mais uma derrota do MSM?" martelou na cabeça dos jogadores da equipe e mesmo dos torcedores do lado de fora. por duas vezes o Mentira tinha a vitória próxima e deixou escapar.

Mas o gol não abalou o time. Pelo contrário, foi exatamente o que precisava para o time acordar de vez. Logo depois do gol do Diabos, Magnée começou a mostrar quem mandava ali. Ele cobrou uma falta que o goleiro espalmou para a área, nos pés de Bruninho Fontes, que mandou a bola pra dentro do gol.

O MSM seguiu no ataque, forçando Argentino, pelo lado do Diabos, a se desdobrar para ajudar na defesa e ainda tentar o ataque. De fato, Argentino era o único que parecia sóbrio num time perdido em campo. Mas e Batoré? O camisa 10 continuava no banco...

Já no fim do primeiro tempo, confusão dentro da área e a bola sobra para Kadson desempatar em favor da equipe "mentirosa". E 2 a 1 foi o resultado que perdurou até o final do primeiro tempo. Na volta para o segundo tempo, diferentemente do que aconteceu diante do Treinadores do Braz, quando o MSM também voltou do intervalo em vantagem (na ocasião, uma vantagem ainda maior), a equipe soube administrar o placar e focou na defesa, explorando os contra-ataques.

O Diabos Laranjas se lançou ao ataque com toda força, mas a maior arma ofensiva da equipe permanecia no banco. E quando Batoré entrou as coisas pareciam que podiam mudar. Mas nem o camisa 10 conseguiu furar a defesa do MSM, que, além dos jogadores aplicados e cheios de vontade, tinha embaixo das traves o verdadeiro nome do time, o goleiro Ricardo, líder atual do MVG. E a bola do Diabos não entrou, mas a do MSM sim. O dia parecia enfim do MSM quando, em dois rápidos contra-ataques, Magnée ampliou o placar para 4 a 1.

A reação do Diabos foi atacar mais ainda e, para segurar o ímpeto do adversário e segurar a vitória, o MSM começou a fazer faltas, o que levou a equipe a ficar com dois jogadores a menos em campo. E nessa toada o Mentira cometeu sua oitava falta já no final da partida. Na cobrança do tiro de 9 metros, a estrela do goleiro Ricardo foi superior à de Batoré: ele defendeu o chute e garantiu o placar de 4 a 1 para o MSM e a primeira vitória da equipe na competição, vitória esta muito comemorada e que dá moral ao time para buscar a classificação.

Aos Diabos, resta levantar a cabeça e ver o que está acontecendo. Depois da bela vitória diante do Fora de Série por 5 a 1, o Diabos só perdeu e caiu para a 8ª colocação do Grupo A, sendo ultrapassado no saldo de gols pelo próprio MSM.

MACHUPICHU ACABA COM INVENCIBILIDADE DE CROCCIATI

O jogo valia a segunda posição do Grupo B e, em caso de derrota do Melville para o Acidus, até mesmo a liderança. Foi com esse pensamento na cabeça que jogadores de MachuPichu e Crocciati entraram em campo – vencer, distanciar-se dos times mais abaixo da tabela e conseguir certa tranqüilidade.

No primeiro tempo o que se viu foi um MachuPichu jogando recuado, deixando a equipe de azul dominar a maior parte das ações da partida. Apostaram nos contra-ataques rápidos, em lançamentos para Ricci finalizar ou preparar as jogadas para os companheiros. E foi justamente assim que os “peruanos” abriram o placar, aos 8 minutos, em bola alçada na área que a defesa do Crocciati não conseguiu afastar. Ricci, em um bonito sem pulo, tirou o primeiro zero do placar.

Pouco depois, em falha da saída de bola da zaga do MachuPichu, o Crocciati fez uma bonita tabela para Rafael Vasquez empatar a partida. Quando o Crocciati retomava o domínio do jogo, em outra bela tabela de Ricci com Marcel, este saiu na cara do jogo e fez 2 a 1.

Ao começar o segundo tempo, parecia mesmo que o jogo seria de poucos gols: os goleiros inspirados e duas boas defesas garantiam que a bola não entrasse no gol. Se o Crocciati tinha de atacar, as coisas complicaram com a expulsão de Piero, o principal articulador das jogadas da equipe, que, para tentar evitar contra-ataque em jogada de Shrek, deu um carrinho e atingiu o jogador. O cartão vermelho foi aplicado sem pestanejar pela arbitragem, cumprindo com a regra do carrinho por trás.

A expulsão levou muitos a pensar que o MachuPichu haveria de ganhar com tranqüilidade o jogo partir dali. ia matado o jogo. Mas foi então que a equipe de azul cresceu e passou a dominar as ações da partida. Mesmo com um homem a menos, chegou ao empate com gol de Ricardo Ferro escorando cruzamento dentro da área. O jogador ficou tão emocionado com o gol que voltando para o seu campo chutou a bola para longe, que atingiu o árbitro. E como recompensa a seu ato levou o cartão amarelo, deixando o time momentaneamente com 4 jogadores de linha. Mas o MachuPichu também teve cartões, como o de Danilo e de Shrek, que acabaram por equilibrar no total do jogadores.

O jogo parecia rumava para o empate, quando Tebas resolveu chamar a responsabilidade. O camisa 12 do MachuPichu partiu pra cima da zaga, driblou dois deles e, já dentro da área, tocou por cima do goleiro Pagliuca, que até então parecia imbatível, marcando um golaço e vibrando muito com seu gol. Eram jogados 22 minutos do segundo tempo.

E de fato o Crocciati não teve muitas forças para empatar. Co exceção de um lindo chute rasteiro que o goleiro Emílio espalmou milagrosamente, o MachuPichu soube esfriar o jogo e esperar por seu fim.

Com a vitória, a quarta da equipe, o MachuPichu superar todas as expectativas, inclusive as do próprio time, chega a 12 pontos e assume a vice-liderança, com um ponto a menos que o Melville Power. Ao Crocciati, eis uma derrota sem muitas complicações, pois continuam relativamente tranqüilos na terceira colocação. O problema pode vir se, diante do Pagalanxe, o time sentir a ausência de Rafinha, suspenso desde rodada anterior, e do meia-atacante Piero, que vinha sendo o destaque da equipe no torneio.

EM JOGO PERFEITO, JOGA 13 NÃO DÁ CHANCES AO BACANA

Era um confronto muito esperado. O Bacana, invicto e 100%, diante do em ascensão Joga 13. Confronto de grandes jogadores, grandes conjuntos. Bacana sem o zagueiro Jorge Pereira, suspenso, e um Joga 13 como pouco se viu – sem suspensos, sem tomar cartões, jogando um futebol envolvente e tendo sua estrela maior em noite mais que inspirada. O resultado disso? Um grande jogo, vitória tranqüila do Joga 13 e show particular de Lele, que segue mais firme do nunca rumo à artilharia e MVP da competição.

Sólido em sua defesa como sempre, o Joga 13 começou na ofensiva, não se intimidando nem um pouco com o tamanho dos bacanas. Choko e Doce articulavam pelo meio e levavam para as laterais a bola, esperando a hora certa de mandar para Lele. Foi preciso dois chutes fracos e errados de Lele para que na terceira ele não desperdiçasse. Aos 7 minutos, Lele marca 1 a 0 para o 13.

Atrás no placar, o Bacana tentava jogadas individuais de velocidade com Rômulo e Dhemeur, mas Rodrigo e Guma eram soberanos nos desarmes e travadas de bola. Quando chegavam, os atacantes do Bacana chutavam para o alto ou paravam nas mãos de Caieras. E não demorou para novamente a bola cair no pé de Lele e o camisa 9 guardar.

Com 2 a 0, o Bacana tinha que ir para o ataque. Trocaram jogadores buscando novas alternativas, mas foi Dhemeur que diminuiu a vantagem do 13. Um chute violento em cima de Caieras, que foi defender e acabou tendo sua mão “furada”. Falha do goleiro do 13, que não viu a bola estufar as redes.

O Bacana bem que tentou e novamente Dhemeur solta um foguete pra cima de Caieras, que novamente “fura”, mas desta vez a bola amortece e pinga atrás do goleiro, que consegue evitar que a bola entre no gol. Depois disso, o 13 resolveu que era hora de jogar bola para quem decidia. Aos 23 minutos, Lele recebe de costas para o gol, gira em cima do zagueiro e chuta num belo voleio, fazendo a bola pingar ainda no chão antes de morrer nas redes do goleiro Roberto Leme.

Para o segundo tempo, a equipe do Bacana não se encontrou em campo. O 13 deixava o adversário jogar, mas este não conseguia transformar em gols quando tinha a posse da bola. Aos poucos o domínio do jogo passou a ser do 13, que tocava atrás entre Guma e Rodrigo, esperando a hora certa de um toque ou mesmo uma abertura para um chute. Guma bem que tentou, mas errou por muito. Quem não errou foi Lele, que não desperdiçou chance aos 7 minutos e marcou 4 a 1 para o 13, seu quarto gol na partida.

O Bacana voltou a pressionar, mas a finalização teimava em não ser fatal. Só aos 20 minutos que Rômulo enfim conseguiu marcar o segundo gol de sua equipe, mas três minutos depois ele teve de ver Lele fechar a goleada com seu quinto gol e o Bacana perder a invencibilidade. Final de jogo: 5 a 2 para o Joga 13, que mostra personalidade e um jogo que há tempos não se via o time jogar, jogo este que faz o 13 sonhar com algo além de um 3º lugar conquistado nas últimas duas edições.

A noite (sim, o último jogo já estava de noite) não estava estrelada, pois nuvens cobriam o céu. Para que estrelas no céu se Lele estava em campo fazendo cinco gols e garantindo mais 3 estrelas em sua conta na Corrida MVP? Na noite de 5 de abril, estrela mesmo vestia a camisa 9 do Joga 13.

FIORELLA VENCE A TERCEIRA SEGUIDA

Depois de um começo de campeonato ruim, com duas derrotas, o Fiorella parece que conseguiu embalar. Duas vitórias diante de Kadência e Só Lance deram moral à equipe. pela quinta rodada, a vítima da vez foi o desorganizado Atlético Pagalanxe.

Sem o zagueiro Pedro, expulso contra o Melville, o Atlético Pagalanxe sofreu bastante no primeiro tempo com as subidas do time do Fiorella. Os chutes de fora da área eram a grande arma para tentar vencer o goleiro Leo, que substituía Erich. Depois de muito arriscar, Tiago Silva abriu o placar para o time do Fiorella. Como já provado em jogos anteriores, o time do Pagalanxe, quando sai atrás do marcador, acaba derrotado ao final do jogo. Desta vez não foi diferente. O Fiorella ampliou no final do primeiro tempo com Van-Van, que marcou seu 11º gol na competição. O time laranjinha até chegava ao ataque, mas por falta de pontaria não marcava gol.

Com o segundo tempo em andamento, o Fiorella logo tratou de marcar mais um gol, com Jefferson Goes. Mas, em vantagem, segurou o ataque do Pagalanxe com muitas faltas e acabou por exceder o limite permitido. Na oitava falta da equipe vermelha (Fiorella deixou o tradicional uniforme verde e passa a usar vermelho) sofrida por Nardelli, o mesmo perde a chance de tirar o zero do placar de sua equipe.

As coisas não pareciam que iriam entrar nos eixos para o time laranja. Pior ainda ficou quando Rodrigo Junqueira marcou um gol que os atleticanos afirmam ter sido com a mão. A indignação não ajudou em nada o time, que ainda conseguiu descontar com Abu mas tomou logo em seguida o quinto gol, matando o jogo e selando a terceira vitória do Fiorella no torneio.

Pagalanxe segue com 3 pontos e passa a ser o vice lanterna após a vitória do Muleke Piranha. Enfrenta agora o Crocciati, 3º colocado, enquanto o Fiorella joga contra o Acidus, 7º colocado.

OBS: matérias dos jogos Acidus x Melville Power e Treinadores do Braz x Fora de Série serão colocadas no ar nesta mesma página ainda esta semana.
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