Seu novo uniforme é de PR1MA! Facilitamos a sua vida!

    Agilidade e comodidade para você focar apenas no que importa... o seu time! @pr1masports e (11) 99210-4656

    Veja mais

Notícias de 07/10/2007

SNG VENCE ROLETA E DISPARA NA LIDERANÇA


Líder e vice-líder se enfrentariam. A lógica era de um grande jogo, ainda mais quando se viu um SNG um tanto desfalcado e sem muitos reservas. Com o sol forte, era uma boa chance de o Roleta surpreender, como foi no campeonato passado em que ficaram na frente do placar a maior parte do tempo e tomaram a virada no final do jogo. Mas a dupla Renê e Memé não sentiram o calor e marcaram 5 vezes para dar a vitória e a liderança com vantagem de 6 pontos ao SNG.

O jogo começou não muito acelerado, talvez em razão do forte calor. Ambas as equipes buscavam o gol, mas não faziam nenhuma estripulia para tanto. A ordem era ter cuidado: evitar as arrancadas de Bruno de um lado, que chegou a entortar o ótimo Allan em jogada na lateral, e impedir que Renê recebesse de costas pro gol e girasse. Diante disso, Memé acabou aparecendo mais para o jogo e abrindo o placar. Pouco tempo depois ele de novo só empurra para as redes depois de desvio de Renê em cobrança de escanteio. Aos 15 minutos, foi a vez do Roleta descontar com Nação pegando rebote de Sampa. Mas a tarde parecia que era de Renê e cia. Nicholas entra no jogo para marcar Renê. Novato, talvez não conhecesse direito o estilo de jogo do artilheiro e MVP do III Chuteira. Renê recebeu e se livrou da marcação e marcou seu primeiro gol na partida. Em seguida, tocou para Memé fazer o quarto e fechar o placar do primeiro tempo em 4 a 1.

De fato, 4 a 1 não resumia o que foi a partida no primeiro tempo, mas a vantagem era considerável em se tratando de SNG. No segundo tempo o Roleta tinha de se abrir para buscar o gol e começou pressionando. O SNG partia em contra-ataques puxados pela dupla de zaga Fefe e Allan, mas falhavam na conclusão. Matrix acabou fazendo grandes defesas cara a cara com os adversários. Quando parecia que o gol do Roleta amadureceria, Ranalli, voltando de suspensão, dá um carrinho na lateral que acaba atingindo Renê. Como já tinha amarelo, acabou tomando o segundo e conseqüentemente o vermelho. Jogar completo contra SNG é complicado, com um a menos é quase impossível.

E com 5 jogadores na linha o Roleta sofreu o quinto gol. Parecia que poderia vir uma goleada, mas o jogo passou a ser mais cadenciado com o placar. O Roleta evitava subir com todos seus jogadores e o SNG valorizava a posse de bola para passar o tempo. A pedidos de torcedores, Brian entra em campo e consegue diminuir em jogada pela esquerda com Bob. Mas a inferioridade numérica em campo limitou a reação do Roleta, que perde Ranalli por mais um jogo. E isso que durante a semana o zagueiro Batata rompeu ligamentos do joelho e está fora do torneio. O Roleta foi rápido e contratou Pina, que estreou já contra o SNG e se saiu muito bem. O jovem jogador, ex-Bad Boys, mostrou personalidade na saída de bola e tranqüilidade na marcação.

Apesar da derrota, o Roleta permanece com 9 pontos e em terceiro lugar na tabela. Mas teoricamente tem nas próximas rodadas jogos contra times bem abaixo dele na tabela (Bucets, Tosco e Só Lance), ou seja, que ainda não mostraram um futebol vencedor. É a chance de disparar na vice-liderança e começar a perseguição ao líder. Já o SNG segue soberano rumo ao bicampeonato. 5 jogo e 5 vitórias. 6 pontos à frente dos demais. O título parece cada vez mais perto. Alguns já comemoram. Outros têm o pé mais fincado ao chão. O caminho ainda é longo. O próximo passo é dia 20 contra o Fora de Série, que por acaso venceu o SNG em amistoso preparatório para o campeonato.

MACHUPICHU EMPLACA COM TERCEIRA VITÓRIA SEGUIDA


A partida tinha poucos atrativos para o público, não pelo futebol dos times, mas sim pela “competição”, devido ao fato de acontecer no mesmo horário em que o líder SNG enfrentaria o vice-líder Roleta Russa. Nem por isso o jogo deixava de ter importância: era a chance da definitiva arrancada peruana e, para muitos, mais uma chance de o Só Lance encostar no G-8.

O jogo começou morno e o MachuPichu mantinha sua filosofia de defesa, deixando o Só Lance comandar a partida. Foi assim que Ronei abriu o placar em belo chute no ângulo em que Tebas chegou a tocar na bola. O MachuPichu não perdeu a calma, talvez aprendizado das derrotas no III Chuteira de Ouro. Soube tocar a bola e manter o ritmo de jogo. E foi assim que a equipe chegou à virada, primeiro com Caio, em belo chute de esquerda no ângulo, e depois com Ricci, escorando cruzamento no primeiro pau. O placar do primeiro tempo foi de 2 a 1 graças ao gol incrível gol perdido por Danilo, que chegou livre na área, driblou o goleiro e, na hora de empurrar pro gol, chutou na trave, e também pelas boas defesas de Tebas, que teve sua melhor atuação no Chuteira ao buscar nos cantos diversos chutes dos atacantes do Só Lance.

Logo no início da segunda etapa o Só lance partiu pra cima, e em 2 bobeiras da zaga peruana, Ronei de novo empatou e Kaká virou o jogo em menos de 10 minutos. O que o Só lance não esperava era que a frieza e a inteligência dariam a segunda virada no jogo ao MachuPichu. Aos 13 minutos, Ricci dominou e a zaga tirou a bola com pouca eficiência. Danilo, que finalmente parece ter se reencontrado com seu bom futebol (apesar do gol perdido), dominou, driblou o zagueiro e bateu no alto. Era o gol de empate. Em seguida, 2 minutos depois, foi a vez do zagueiro Rodrigo Varejão, que até na hora de marcar gols não deixa de apresentar sua marca, a raça, entrar na área e dividir com o goleiro. A bola sobrou para ele, que não mediu forças para “encher o dedo” e estufar as redes. Era a virada do MachuPichu.

O MachuPichu passou a valorizar a bola e se defender, o que mais sabe fazer. Parecia definido o resultado quando, em dividida de Marcel com a zaga do Só Lance, surge Danilo e faz um gol com sua assinatura e daqueles que fizeram muitos ter tanta expectativa sobre seu futebol: um toque de efeito na medida encobriu a zaga e o goleiro. Um golaço do camisa 7 e o decreto da sepultura do Só Lance.

5 a 3 e uma boa vitória do MachuPichu, num bom jogo, cheio de viradas e gols. Ao Só Lance resta vencer daqui pra frente e torcer por tropeços alheios, apesar de não ter nada decidido em termos de classificação, e ao MachuPichu é a vez de curtir a boa fase – 3 vitórias maiúsculas que já o colocam como favoritos ao G-4.

HOLLANDA BATE FORTE NO LANTERNA BUCETS


O jogo tinha tudo para ser pegado – o Hollanda precisava da vitória para mostrar que tinha condições de bater de frente com as equipes na ponta da tabela e o Bucets, lanterna do campeonato, tinha pela primeira vez seu time completo e a expectativa de enfim vencer. Ao final, uma goleada por 9 a 3 em favor do Hollanda parecem que tornam cada vez mais distante as chances do Bucets de classificação, apesar de ainda faltarem 6 jogos para o fim da fase de classificação.

A partida foi tranqüila, muito diferente do que já tinha sido visto da equipe do Bucets. O Hollanda tocava a bola mostrando que o time não vive só de Batoré, mas sim de um grupo focado na marcação e rápido nos contra-ataques, forma de jogo que parece ser a tônica nesse torneio. Foi assim que a equipe abriu 2 a 0 com certa facilidade, gols de Leandro e Argentino. O Bucets chegou ao gol pouco depois com Michel, esboçando uma reação. Mas os hollandeses mantinham o toque de bola e foram abrindo mais gols, com o estreante Salada, Batoré, Argentino novamente e Alemão, até chegar ao placar de 6 a 1, e assim acabou o primeiro tempo.

No segundo tempo o Bucets resolveu ir pra cima, pois sabia que precisava marcar logo para ainda sonhar em reverter o placar. E de início a tática deu certo – Claudinho e Vitinho marcaram. Mas não passou disso. A superioridade da equipe laranja era indiscutível: a troca de passes e a presença de Batoré armando o jogo mantinham o time com os pés no chão, e foi assim que construíram a vitória final de 9 a 3.

Batoré marcou mais 1 gol e entra definitivamente na briga pela artilharia. O Hollanda chega a 9 pontos e já sonha com as primeiras colocações. Ao Bucets resta buscar forças para se manter vivo no campeonato. Com 6 jogos faltando, estima-se que se vencerem 5 garantem a vaga. Nem tudo está perdido. Falta ao Bucets reencontrar o velho futebol, que este sim parece um tanto perdido.

ACIDUS SE RECUPERA GOLEANDO FORA DE SÉRIE


No decorrer da semana que antecedeu o confronto entre Acidus e Fora de Série, o goleiro e capitão do Fora de Série, Beto, confessou estar preocupado com o ataque do Acidus. “Apesar de termos uma boa defesa, com só 7 gols sofridos, esse ataque do Acidus está me tirando o sono”, revelou ele. Pois bem, parece que seu receio tinha sentido – sua equipe foi derrotada por 8 a 4 num jogo marcado por muitos erros.

O Acidus começou tomando a iniciativa, enquanto o Fora de Série apostava em bolas longas lançadas por entre a zaga do adversário. O meia Kirk buscava as laterais do campo, mas suas investidas eram barradas por Márcio, Allan e André, a forte zaga do FS. Mas foi exatamente em um erro de saída de bola que o Acidus abriu o placar: Martins cortou passe e deu para Cavalera anotar. Em seguida, Kirk tabelou com Cavalera e fez 2 a 0. Aí foi a vez de o Acidus falhar, com Martins, e o FS diminuir. Não deu para respirar e Martins rouba bola da defesa e faz 3 a 1. E assim acabou o primeiro tempo.

Com ades vantagem no placar, o FS teria de sair mais para o jogo, dando espaço para os contra-ataques. Mas logo aos 2 minutos um lançamento longo da zaga passa por 2 defensores do Acidus e encontra Cláudio livre para marcar. Acidus marca com Robinho – 4 a 2. Alemão entrega na zaga e FS diminui de novo – 4 a 3. Barata faz 5 a 3 e Vini, em jogada tola do goleiro Publius, apelidado de “El Loco”, na lateral, marca para ficar 5 a 4. Eis que enfim o Acidus desencanta: Alemão, Robinho e Lucas fecham o placar em 8 a 4. Apesar do belo gol de Lucas, que tirou o goleiro Beto da jogada e quase sem ângulo jogou para as redes, o que chamou a atenção foi a comemoração do jogador, muito comentada após a partida. “Parecia o Richarlysson”, confessou Pedrinho, seu companheiro de equipe. “Simplesmente extrapolei minha alegria por voltar a marcar”, explicou Lucas em resposta a todos aqueles que comentaram o caso.

JOGA 13 IMPRIME CORRERIA E DERROTA BRÓDER


Ao começar o jogo, o que se viu em campo foi um Bróder remendado, cheio de desfalques, e um Joga 13 apenas sem o zagueiro Rodrigo, contundido. e diante da rodada anterior – 13 vencendo e Bróder perdendo – parecia que o 13 iria ganhar com certa facilidade. Ledo engano. A Equipe Bróder, mesmo sem seu goleiro, toda sua zaga titular e sem seu meio de campo Lapa, resolveu jogar fechada e dificultou ao extremo a vida do Joga 13, que chegou ao placar de 3 a 2 depois de muito correr e fazer o Bróder correr.

A partida começou sob forte marcação, de ambos os lados. Daí o gol de abertura ter demorado 20 minutos para sair, numa saída de bola errada de Fino, que terminou com gol de Mutssa. Poucas chances de gols que terminaram nas mãos de Caieiras e do improvisado Werner. Fim do primeiro tempo e a dúvida que deve ter atormentado o 13 foi: será que a história contra o MachuPichu se repetirá? A forte pressão do 13 no início do segundo tempo buscou mostrar que o time de Lele e cia. queria vencer e manter a boa fase. Assim, em jogada individual de Choko, partindo com a bola do campo de defesa, o 13 empata a partida. Mas logo em seguida Edu, em bela cobrança de falta e ajuda de Caieiras, que se posicionou erradamente atrás da barreira, pôs novamente o Bróder em vantagem. Mas a alegria do Bróder durou pouco, pois em toque de Lele, Fino empatou o jogo e, 2 minutos depois, aos 12 minutos, Lele fez seu gol e decretou a virada.

Com 3 a 2 o Bróder teve de partir para o ataque, dando espaços para o contra-ataque do 13. E nesses contra-ataques o time perdeu muitos gols, principalmente Lele, que perdeu um cara a cara com o goleiro (desta vez o atacante Mutssa). O Bróder levava perigo nas arrancadas de Tiago e Marcelinho e nas cobranças de escanteio na cabeça de Edu. Numa delas, Caieiras fez uma das defesas mais bonitas de todo Chuteira, se esticando todo e buscando uma bola no ângulo superior esquerdo.

Poucos minutos para o fim do jogo, Toledo e Fino se enroscam no meio de campo e o tempo fecha. Felizmente não houve briga, apenas a confusão do deixa disso e sai fora. ao fim, ambos foram expulsos e desfalcam seus times por duas rodadas.

Não teve tempo para muita coisa. O 13 vence suado de novo e depois que resolveu dar uma canseira no desfalcado Bróder, o que foi decisivo para a vitória. Ambos agora têm 9 pontos, com Bróder à frente na tabela pelo saldo de gols.

SURPREENDENTE E VALENTE TOSCO VENCE NOVAMENTE


Mais uma vez um jogo do Tosco era tido como de resultado certo. E mais uma vez o Tosco mostrou que, daqui pra frente, é preciso ter mais cuidado ao enfrentá-los. Depois do Bucets, o CBB entrou certamente contando com mais uma vitória e almejando melhor posição na tabela, já que com 9 pontos entrariam no G-8.

Se todos esperavam uma vitória fácil do CBB, foi exatamente o contrário que se viu: o Tosco partiu pra cima com propriedade, mostrou que a nova formação do time tem qualidade e toque de bola e, dessa forma, abriu 3 a 0 no placar em pouco mais de 10 minutos. Os gols foram do estreante Kuminha, em linda jogada individual e chute cruzado, de Flavinho e Perassi. Aos 20, Foguinho ampliou para 4 a 0 e, aos 24 minutos do primeiro tempo, em bobeada da zaga do Tosco, o CBB diminuiu com Victor.

O segundo tempo começou e o Tosco foi logo pra cima. Mais 2 gols, de Foguinho e Flavinho, e uma tão sonhada goleada pintando. Foi então que a equipe do CBB decidiu mostrar que conquistara 6 pontos não por acaso. Foram para cima e diminuíram para 6 a 4 (gols de Victor, Guga e Thiaguinho), assustando o time de preto e verde. No entanto, não foi o suficiente. Com calma o Tosco voltou a marcar e fechou o jogo em 8 a 4, obtendo a segunda vitória do time no campeonato.

Ao CBB fica um alerta, de que se quiserem classificar, vão ter de jogar muito mais bola do que se viu até agora. Ao Tosco fica a incógnita de até aonde esse “novo” time pode chegar. Há quem diga que, se mantiver os pés no chão, pode tirar pontos de times considerados grandes. Outros mais otimistas falam até em classificação. Resta aguardar e ver o que o Tosco tem pra mostrar daqui pra frente. Dia 20 é contra o Bróder. Ótima prova de fogo.

Comentários (0)