Seu novo uniforme é de PR1MA! Facilitamos a sua vida!

    Agilidade e comodidade para você focar apenas no que importa... o seu time! @pr1masports e (11) 99210-4656

    Veja mais

Notícias de 03/05/2011

XI CHUTEIRA DE OURO: 7ª RODADA: GRUPO A

Med Taubaté 5 x 2 Estudiantes de la Vila

DOUTORES ENSINAM ESTUDIANTES COMO VIRAR UM JOGO NO SEGUNDO TEMPO


Depois de sair em desvantagem na etapa inicial, Med faz ótimo segundo tempo, vira a partida e segue colado nos líderes

Por Gustavo Vasconcellos

A prévia da partida mostrava um Med Taubaté buscando continuar na ponta da tabela, pensando até em assumir a ponta, enquanto o Estudiantes tinha uma vaga entre os seis classificados em mente. Só uma das metas poderia ser alcançada e a que obteve êxito foi justamente a primeira. O Med conseguiu bater o Estudiantes por 5 a 2, desempenhando um bom futebol no segundo tempo, quando marcou três vezes e não foi vazado.

O jogo começou com sol forte, o que fez com que os times não começassem jogando num ritmo tão eletrizante. As equipes trocavam passes na zaga, esperando os espaços para criar oportunidades de gol. Durante essas trocas de passes, o Med arriscava alguns chutes de fora, principalmente com Pedro Henrique. Mas não demorou muito e o Med encontrou a brecha que queria: Javier apareceu na esquerda e acertou chute no canto direito para marcar o primeiro do jogo.

Só depois de sofrer o gol o Estudiantes decidiu atacar realmente. E, ao investir ofensivamente, o time conseguiu resultados. Depois de oportunidades com Leandro Raito e Vitinho, Abreu teve duas chances para marcar. Na primeira, ele desperdiçou oportunidade na esquerda. Depois se redimiu ao concluir de cabeça no segundo pau após cruzamento e deixar tudo igual.

Depois do empate, o jogo ficou mais aberto e os dois times criaram. O Estudiantes chegou em chute de fora, que foi rebatido pelo goleiro e sobrou para Punha arriscar como pôde para uma nova defesa do goleiro. Já os doutores chegaram com Aníbal chutando da entrada da área e depois em triangulação entre Rogerinho, Aníbal e Javier, que acabou em reclamação de pênalti por parte do time alvirrubro. Os árbitros mandaram o jogo seguir.

As equipes tentavam atacar, mas o jogo corria e ninguém mexia no placar até que, aos 25 minutos, o Estudiantes marcou o segundo gol e foi para o intervalo em vantagem. Julio tabelou com Gilson e, da entrada da área, chutou rasteiro de direita no canto esquerdo. O primeiro tempo acabava e, mesmo ficando mais com a bola, o Med saiu perdendo.

Como era de se esperar, o Med voltou para o segundo tempo buscando o empate e a virada. Por isso mesmo, pressionou bastante o Estudiantes no começo do segundo tempo. Rogerinho e Javier criaram duas chances cada até o time conseguir o empate. Aos 9 minutos, Pedro Henrique arriscou mais uma vez de fora da área e o goleiro teve de desviar para escanteio. Na cobrança do mesmo, Rogerinho apareceu no meio da área e completou no meio da bagunça. 2 x 2.

Com o empate, o jogo ficou mais disputado no meio. O Estudiantes até tentou pressionar, mas o Med rapidamente neutralizou a investida e ainda marcou a virada. Com quase 20 minutos do segundo tempo, Javier precisou de duas chances para marcar. Na primeira ele chutou e o goleiro rebateu. Rogerinho ficou com a bola e rolou para Javier chutar forte no canto para virar o jogo.

Pouco depois, aos 21 minutos, lançamento para área e o goleiro Tucano, que fazia boa partida, saiu errado e viu Rogerinho tocar de cabeça por cobertura para ampliar para 4 x 2 a vantagem do Med. O jogo chegava ao seu final, mas antes ainda houve tempo de Bruninho marcar o quinto para os doutores e Abreu ser expulso após tentar cotovelada em Rogerinho.

Como resultado positivo, o Med sobe uma posição, já que o Fiorella perdeu, e agora aparece em terceiro, com 15 pontos, um a menos que o líder Mulekes. Já o Estudiantes continua com 7 pontos, mas agora aparece na 8ª posição. Na oitava rodada, o Med duela como Real Paulista enquanto o Estudiantes enfrenta o Bengalas em briga direta para escapar do rebaixamento. Quem ganhar praticamente se safa, porém o perdedor se complica e joga suas fichas na rodada final.

XI CHUTEIRA DE OURO: 7ª RODADA: GRUPO B

Bacana 4 x 3 The Veras

VIRADA ESPETACULAR MARCA TRIUNFO DO BACANA SOBRE VERAS


Gustavo Izique se sagrou como grande herói ao anotar os quatro tentos de sua equipe

Por Luiz V. Andreassa

O Bacana vinha de uma derrota para o Só Resenha, duas semanas atrás, em um jogaço e enfrentava o The Veras em busca da reafirmação no campeonato e da permanência na ponta da tabela. O adversário também procurava afirmação, só que, no seu caso, como um dos melhores do Grupo B. Talvez por isso, o embate entre os dois tenha sido tão disputado em todos os momentos, sem exceção. Pena que o futebol apresentado não tenha sido tão brilhante quanto a demonstração de vontade dos jogadores, apesar de a partida ter sido bastante agradável na segunda etapa.

Um duelo à parte chamou a atenção: a disputa entre os camisas 7 para ver quem seria o dono do jogo. De um lado, Japa, um dos jogadores mais importantes e perigosos do Veras; do outro, Gustavo Izique, também fundamental para o seu time. E foi este que inaugurou a disputa, só que de forma bizarra ao receber pelo lado esquerdo e chutar muito longe da meta. A resposta de Japa veio em finalização de fora da área que também não chegou ao seu destino, mas foi mais consciente. Só que o jogador bacana mostrou que o seu erro havia sido ocasional e, pouco depois, acertou o pé ao mandar uma bomba da entrada da área que foi no alto da meta. Um bonito gol para abrir o placar. Porém, a nova réplica foi imediata: Cucio chutou após cobrança de escanteio, a bola fez pinball na área, bateu em vários jogadores e sobrou nos pés do 7 verense ao lado da trave empatar sem dificuldades.

Os minutos seguintes foram de menos emoção, apenas Rômulo se destacou com suas tentativas de gol. A primeira delas ao girar em cima da marcação e bater bem perto da trave; a segunda, ao driblar dois adversários pela esquerda e cruzar. O perigo foi afastado pelo goleiro Benga. Após isso, Nico assustou o time dourado ao perder uma chance incrível depois de ter a sorte de aproveitar a sobra de uma cobrança de falta na barreira, de frente para o gol, e chutar para fora. Mas o tento não fez falta porque, aos 17 minutos, Japa limpou a jogada, puxou para o meio e bateu no canto direito do arqueiro para virar o placar.

A defesa do Veras também mostrava serviço e marcava bem o ataque adversário. Kassius quase ampliou a vantagem com estilo ao mandar uma mistura de bicicleta com voleio dentro da área, o que seria um golaço se a bola não tivesse subido demais. Gustavo Izique ainda tentou o empate ao arriscar de primeira de fora da área, só que Benga foi no alto buscar.

E com as poucas oportunidades e um resultado parcial merecido, foi fechado o primeiro tempo. O segundo começou com o Veras continuando melhor em quadra, chegando logo no primeiro minuto em cobrança de escanteio que Moura completou de cabeça no ângulo, obrigando Kiko a fazer bela defesa. E o camisa 18 tentou outra vez ao desviar chute vindo de longe, só que não deu sorte e a bola foi para fora. E se finalizando não dava certo, ele resolveu trabalhar de garçom e cruzar para Pedro de Luna chegar livre chutando para defesa de Kiko, que soltou a pelota, desta vez para que Pedro completasse de vez para o fundo das redes e decretasse um surpreendente 3 a 1.

Só que a reação não demorou a acontecer e o Bacana conseguiu encostar no placar usando e abusando de sua principal jogada: a tabela. Gustavo Izique passou para Rômulo, que ajeitou a bola para ele chegar batendo em cima de Benga, que aceitou. E se Rômulo estava bem para fazer assistências, não teve a mesma competência para finalizar. Ele perdeu uma grande oportunidade ao receber, ao lado da trave, passe de Lele em cobrança de falta e mandar por cima. Gustavo tentou outra vez ao mandar um chute forte direto no ângulo que parou numa intervenção espetacular do guarda-metas.

Na metade final, o panorama da partida se estabeleceu da seguinte forma: o Bacana tentava chegar no toque de bola e nas já citadas tabelas mas pecava nas finalizações, enquanto o Veras era perigoso nos contra-ataques mas errava na hora do último passe. Aos 20 minutos, Rômulo recebeu na entrada da área, girou e bateu no canto. A igualdade só não foi estabelecida porque Benga fez outra defesaça. A insistência em derrubar o muro verense foi responsável por mais um lance de perigo, no qual Lele bateu de fora da área, a bola foi desviada e, mesmo assim, não passou pelo goleiro.

Após esses sustos, o Veras conseguiu se tranquilizar na partida e passou a tocar melhor a bola, tentando manter a posse da mesma o máximo de tempo possível até o apito final. Só que foi nesse momento que Gustavo Izique voltou a aparecer para definir não só o seu duelo com Japa mas também a história do jogo. Já no finalzinho, aos 24 minutos, recebeu no bico da área após boa troca de passes e mandou para o gol. Desta vez, Benga acabou aceitando. E para coroar a atuação do 7 bacana, nada melhor que ser o responsável por uma virada épica: ele dominou na intermediária e mandou um petardo que bateu no travessão e entrou bonito no gol: golaço!

Atuações individuais à parte, o time do Bacana conseguiu aquele típico triunfo que as pessoas costumam chamar de “vitória de campeão” – apesar de ser difícil levar essa expressão em conta, devido ao equilíbrio do campeonato –, pois venceu um jogo equilibrado contra um adversário duro, debaixo de um sol forte, lutando contra o cansaço e marcando justamente quando ele mais fazia efeito: no finalzinho da partida. Com isso, a liderança foi assegurada por mais uma rodada. Do lado do Veras, se o resultado é amargo por deixar escapar uma vitória quase certa, a atuação da equipe foi animadora pois conseguiu bater de frente com o líder da competição e até merecia uma sorte melhor pelo primeiro tempo que fez.

XI CHUTEIRA DE OURO: 7ª RODADA: GRUPO B

Acidus 3 x 2 Roleta Russa

ACIDUS PÕE FIM À NOVELA E VENCE A PRIMEIRA JUSTAMENTE SOBRE SEU MAIOR RIVAL


Roleta parou na atuação segura da defesa ácida e na péssima pontaria de seus atacantes, enquanto Acidus soube se fechar e explorar o contra-ataque

Por Luiz V. Andreassa

Seis partidas, trezentos minutos ou cinco horas de jogo, 51 dias. Foi esse o tempo da dura caminhada do Acidus em busca da primeira vitória na atual edição do Chuteira de Ouro. O time de Lucas viveu de tudo: goleadas, derrotas incontestáveis, reveses injustos, empates no último lance, reclamações de favorecimento, piadas e, pior de tudo, o fantasma da Prata ameaçando cada dia mais. Só que foi no chamado “Clássico dos Clássicos”, contra o seu maior rival, o Roleta Russa, que finalmente veio o triunfo. Eu ouvi um “aleluia”?

Brincadeiras à parte, o embate veio em uma semana cheia de clássicos pelo mundo: Real Madrid e Barcelona, Arsenal e Manchester United, São Paulo e Santos, Palmeiras e Corinthians, Flamengo e Vasco... O clima de decisão tomou conta dos jogadores, apesar das conversas amistosas no pré-jogo. Até porque, como nós sabemos, “clássico é clássico e vice-versa” e quando a bola rola é cada um por si, dando tudo pela vitória. Tanto que logo no primeiro lance, no terceiro toque na redonda, ela já foi projetada buscando o gol. Fernando Coelho tentou dar um susto no adversário logo após o pontapé inicial, mas ele mesmo deve ter se assustado com a direção que a bola tomou. Em resposta, Marcelo – que vem crescendo bastante de produção depois de um começo de temporada ruim –, dominou no peito pelo lado esquerdo e rapidamente arrematou, mas mandou para fora.

Quem passou mais perto de abrir o placar foi Salada ao aproveitar uma sobra pelo meio e bater de primeira no canto, passando perto da trave. O camisa 10 do Acidus novamente revidou, desta vez em cobrança de falta que passou pela barreira mas encontrou Marcão no meio do caminho. E como as marcações se mostravam eficientes, as principais chances criadas foram mesmo dessa maneira: chutes de longe. Quem tentava tocar um pouco mais a bola era os amarelo-limão, mas sem muito sucesso. Tanto que Borges, um dos responsáveis pelo bom desempenho da defesa, se aventurou no ataque e criou boa chance ao desviar uma cobrança de escanteio e ver a bola passar perigosamente pela área pedindo para ser mandada para as redes, o que não aconteceu. Porém, a melhor chance até então foi do Roleta: Brunão mandou de esquerda da intermediária, a bola bateu na zaga, subiu e caiu. Ela ia encobrir Urso, mas este se esticou, tocou na bola e viu ela ainda acertar caprichosamente o travessão antes de sair. Após contar com a sorte neste lance, o arqueiro ácido apareceu muito bem ao defender um chute rasteiro de Buttino, que finalizou de dentro da área.

Essas oportunidades refletiram o domínio que o RR tivera nos últimos minutos e que foi quebrado quando Borges perdeu grande chance de cabeça ao receber lançamento advindo de uma cobrança de lateral e mandar para fora. Foi então a vez da sua equipe buscar o gol com mais gana, e o camisa 17 mesmo quase o fez quando completou cruzamento no segundo pau em cima do goleiro Guaraná. Pouco antes, Peruca também havia chegado com perigo em uma falta cobrada por cima. Mesmo assim, numa escapada do rival ao ataque, aconteceu o lance mais incrível da partida: Mu bateu de perna esquerda pelo lado direito, a bola bateu na trave, bateu na outra e saiu. E para quem pensa que o azar do Roleta parou por aí, a jogada seguiu e Peruca recebeu passe de frente para o gol, mandou uma cavadinha, encobriu o goleiro e fez um belo gol para inaugurar o marcador.

Logo depois disso o árbitro apitou o fim do primeiro tempo e ambos os times voltaram melhores do intervalo. No começo da segunda etapa já tivemos mais emoção que na anterior inteira: no primeiro minuto Marcelo aproveitou rebote cara a cara com o goleiro e não perdoou: 2 a 0. Pouco depois, para não deixar as coisas desandarem de vez, a equipe branca descontou e recolocou fogo na partida: Preto arriscou de longe, Urso – mais uma vez bem – foi buscar no canto mas a redonda sobrou para Mu encher o pé com raiva e chutar no alto.

O tento inspirou o Roleta, que chegou em finalização colocada de Buttino, defendida pelo guarda-metas, que vinha se destacando debaixo das traves. Ele ainda evitou outra chance do adversário, mais uma vez com Mu, desta vez saindo bem de sua meta para evitar o pior.

Só que esse pior aconteceu pouco depois – ou quase. Peruca cometeu falta dentro da área. E falta dentro da área significa pênalti. Brunão foi para a cobrança, avançou à bola, parou, viu o goleiro pular seco, teve tempo de observar o gol aberto, livre para que o empate fosse consumado e chutou... na trave! Inacreditável! Ou como diria Milton Leite: “Que desagradáaaavel!”. Porém, foi outra frase conhecida no meio futebolístico que ecoou na quadra: “Penalti roubado não entra!”. Assim, o técnico Lucas foi expulso pelo árbitro e teve de ver o jogo ao lado de Nação, em eterna recuperação de cirurgia, do lado de fora.

Pouco depois da expulsão, Buttino passou para Brunão chegar livre na entrada da área e bater por cima. Incrível o gol perdido. Realmente não era o dia do outrora algoz acidiano. E o Acidus teve motivos para comemorar na sequência: Paulinho recebeu cruzamento no segundo pau e, com a bola no alto, emendou um belo chute no ângulo,fazendo uma pintura para ampliar a vantagem da sua equipe e se redimir de gol perdido de cabeça em jogada semelhantes minutos antes.

Com “folga”, Marcelo quis fazer bonito também e quase acertou a caixa depois de cortar para o meio e finalizar de perna esquerda. Buttino respondeu com um arremate desviado pela zaga que não foi páreo para mais uma grande defesa de Urso. A tensão tomou conta dos jogadores, o Roleta tentando pressionar, buscando um resultado melhor até os últimos minutos e, nos longínquos 27 minutos, Brunão se redimiu – ou não – ao achar um espaço no meio da marcação e bater de fora da área direto no cantinho. Chute fraco que acabou por entrar diante de tantas pernas na frente do goleiro.

O desconto aumentou a tensão, só diminuída com o trilar do apito que decretou a primeira e – muito comemorada – vitória do amarelo-limão no campeonato. Apesar de o futebol apresentado pelas equipes não ter justificado a alcunha recebida, o jogo foi agradável mesmo sendo morno em muitos momentos. E quem liga para isso? Ganhar um clássico é sempre motivo de comemoração, mesmo que seja em um jogo ruim, roubado – sem referência a nenhum jogo desse fim de semana –, injusto ou qualquer coisa do tipo.

O Acidus tem o lanterna Red Devils pela frente, em confronto cercado pelo mistério de novo WO. O Roleta encara o Arouca com a obrigação de vencer para não brigar para não cair na rodada final.

XI CHUTEIRA DE OURO: 7ª RODADA: GRUPO A

SNG 11 x 2 Elefantes Indomáveis

SNG USA SEGUNDO TEMPO PARA MASSACRAR ELEFANTES


Com ótima partida de Ronei e Abnelha, SNG tem trabalho no primeiro tempo, mas no segundo atropela Elefantes

Por Gustavo Vasconcellos

No decorrer do campeonato, o Elefantes se acostumou a ver o placar sempre mostrando o time adversário em vantagem. Porém, na última rodada, o time bateu o tricampeão Bengalas, o que renovou as esperanças dos jogadores em escapar do rebaixamento. Estaria o time do tromba preparado para destronar outro tricampeão?

O time indomável entrou empolgado e fez um primeiro tempo parelho com o SNG. Entretanto, no segundo tempo, Ronei e Abelha fizeram questão de matar o jogo com 5 gols nos três minutos iniciais, abrindo espaço para uma goleada que acabou em 11 x 2.

Com desfalque importantes, entre eles o goleiro Spiga, Diego Lander e André Plec, o Elefantes começou já sofrendo pressão. Logo na saída de bola, o SNG quase marcou em jogada de Allan com Abelha. De fato, só o time preto e laranja aparecia no ataque. Mas, surpreendentemente, quem marcou primeiro foi o Elefantes. Em seu primeiro real ataque, Lucas Montesano tabelou com Daniel Teske e tocou por baixo do goleiro Sampa.

O SNG não sentiu o gol e continuou atacando. Assim, quatro minutos depois chegou ao empate. Fabinho fez jogada e passou para Abelha, que chutou na trave. Na sequência, o mesmo Abelha mandou para as redes.

Depois de sofrer o gol, o Elefantes arriscou alguns ataques, mas Daniel Teske, de cabeça, parou no goleiro e Rafael arriscou para fora. O SNG não diminuía e também atacava, principalmente com Ronei. O jogo corria e o gol voltou a sair aos 21 minutos. E foi do SNG. Léo recebeu lançamento e, ao tentar de letra, acabou dominando a bola. Depois, conseguiu chutar no canto para virar o placar.

O Elefantes ainda estava empolgado e foi atrás do empate. Dois minutos depois de sofrer a virada, o time levantou bola na área e, no meio do bolo, Rafael conseguiu cabecear. Sampa saiu mal do gol e a bola entrou com ele vazio. O goleirão ainda reclamou de uma eventual falta, mas os árbitros validaram o gol. O primeiro tempo teve o SNG melhor, mas um Elefantes aguerrido que conseguiu arrancar o empate.

Se o primeiro tempo foi disputado, sobre o segundo não se pode dizer o mesmo. Com três minutos rodados, o SNG já havia marcado 5 gols. Sim, isso mesmo, 5 gols em três minutos. Com 30 segundos, Abelha fez jogada da esquerda para o centro e bateu rasteiro no contrapé de Chacha. Meio minuto depois, Ronei partiu pela direita e bateu forte cruzado no canto superior e ampliou. Mais meio minuto e Ronei fez jogada, agora pela esquerda, e bateu no canto do goleiro, fazendo seu segundo. Com 2 minutos, Ronei chutou de fora e o goleiro rebateu. Abelha aproveitou o rebote e chutou rasteiro para marcar o sexto gol. No minuto seguinte, Ronei recebeu lançamento e dominou no peito com muita categoria, já ajeitando para o chute no alto, marcando seu hat-trick na partida.

Com os cinco gols, o SNG abriu 7 x 2, praticamente decidindo o jogo com menos de cinco minutos da etapa final. O Elefantes até tentou esboçar alguma reação, mas em vão. Quem marcou de novo foi o SNG. E não só um. Foram mais quatro gols até o final da partida. Fabinho batendo rasteiro na saída do goleiro, Renê deslocando Chacha e tocando na esquerda, além de Rafael Brozinga (duas vezes) aproveitar para aumentar o placar. Com a goleada, o SNG conseguiu aumentar seu saldo de gols, passando de 6 para 15.

Depois dessa goleada sobre o Elefantes, o SNG sobe uma posição e se posiciona na vice-liderança graças ao bom saldo de gols. Enquanto isso, o Elefantes continua com só uma vitória em 7 jogos e ainda está na lanterna do Grupo A. Na próxima rodada, o SNG duela com o líder Mulekes, podendo assumir a ponta caso vença. Já o Elefantes encara o Bufalos, tentando melhorar sua pontuação e buscando uma salvação contra o rebaixamento para a Série Prata do Chuteira.

XI CHUTEIRA DE OURO: 7ª RODADA: GRUPO A

Mulekes 9 x 2 Arouca Jrs.

MULEKES GOLEIA E SEGUE FIRME NA PONTA DA TABELA


Time alvinegro não toma conhecimento do Arouca Jrs., e, em boa partida de Gian, Rafinha e Pepe, faz mais um placar elástico>

Por Gustavo Vasconcelos

O Arouca Jrs. tinha uma difícil missão nesta sétima rodada do Chuteira de Ouro: enfrentar o líder Mulekes. Se já é difícil derrotá-los quando os mesmos não estão em um bom dia, imagine então conseguir uma vitória quando os principais jogadores do time jogam bem. Não deu outra: o Mulekes, mesmo com algumas dificuldades no início, passou pelo Arouca Jrs. e manteve a liderança por mais uma rodada.

A goleada não demorou a ser construída logo no minuto inicial, o placar já havia sido inaugurado. Com o time trocando passes e avançando, Pepê, da direita, rolou para o meio, onde Barata completou de carrinho para as redes.

O gol logo no início deixou a partida mais disputada e melhor de se ver. O Arouquinha partia para cima em busca do empate, enquanto o Mulekes tranquilizava o jogo e tentava impor seu futebol de troca de passes e velocidade. Aos 5 minutos, o Arouca quase chegou à igualdade. Washington chutou de fora e a bola desviou, tirando o goleiro da jogada. Para sorte do Mulekes, a bola acabou acertando a trave. Dois minutos depois, a sorte mostrou que estava do lado alvinegro. Após Caio Ferin cobrar falta e o goleiro realizar boa defesa, Rafinha Souza apareceu livre e marcou o segundo do Mulekes.

O jogo continuou muito bom, bem disputado. Os dois times criavam chances claras de gol, como em jogada de Gallo pelo Arouca e Barata pelo Mulekes. Mas pouco depois, aos 15 e aos 18 minutos, o Mulekes aproveitou duas chances e ampliou ainda mais a vantagem. Primeiro, Caio Ferin surpreendeu em falta na lateral, quase na linha de fundo, e chutou rasteiro no canto para marcar o terceiro. Em seguida, Barata recebeu livre na entrada da área e só tocou no canto direito para marcar seu segundo gol, o quarto do Mulekes.

Depois de abrir quatro de vantagem, o Mulekes diminuiu o ritmo e o jogo ficou centralizado, sem tantas chances como no começo do jogo. O segundo tempo começou e seguiu o mesmo roteiro que o final da etapa inicial: Mulekes em ritmo, aparentemente, reduzido e o Arouca buscando, de qualquer jeito, um gol para poder voltar ao jogo. Assim, quem mais apareceu no time do Mulekes no segundo tempo, pelo menos até os 15 minutos, foi o goleiro Diego, fazendo boas defesas e dando segurança ao time. Ele ainda contou com a sorte mais uma vez e viu a bola acertar a trave novamente. Porém, não teve a mesma sorte quando viu Thiago Bossolani receber no meio e acertar belo chute no canto superior, sem chances. Era o primeiro tento do Arouca na partida.

E foi dito que Diego foi o melhor até os quinze minutos porque, a partir daí, quem mais apareceu foi Gian, que mesmo sem marcar foi um dos melhores do jogo. O camisa 25 driblou, partiu para cima do Arouca e ainda deu passe para gol. Mas isso depois de ver o goleiro Diego cobrar falta e marcar o quinto. Gian avançou driblando seus adversários e deixou a bola para Alisson chutar no ângulo direito e marcar o sexto.

Depois dos 20 minutos, mais gols. Aos 21, Pepe chutou, acertou a trave e viu a bola entrar. No minuto seguinte, Pepe, de novo, tabelou com Alisson e só tocou na saída do goleiro. Era o oitavo do Mulekes. Já aos 25 minutos, o Arouca diminuiu após Deh acertar a trave e Washington aproveitar o rebote. E antes do apito final, Leandrinho ainda marcou, fechando a contagem em 9 x 2.

Com a goleada, o Mulekes se manteve na ponta da tabela e já soma 16 pontos em sete rodadas. Já o Arouca Jrs., com a derrota caiu uma posição e agora está na zona de rebaixamento para a Prata, somando apenas 7 pontos e perdendo no saldo de gols para Estudiantes e Bengalas. Na oitava rodada, o Mulekes faz o confronto de líderes com o SNG. Já o Arouca enfrenta o Fiorella em situação delicadíssima. Precisa pontuar de qualquer forma se não quiser cair junto com o Elefantes.

XI CHUTEIRA DE OURO: 7ª RODADA: GRUPO B

Arouca 2 x 1 Fúria

AROUCA BATE FÚRIA POR PLACAR MAGRO


Em jogo marcado pela sobreposição das defesas sobre os ataques, venceu quem foi mais competente nas poucas chances criadas

Por Luiz V. Andreassa

Para quem esperava um grande duelo entre Arouca e Fúria saiu decepcionado no final. A peleja foi marcada pela dificuldade dos ataques na busca pelos tentos e pela marcação forte aplicada das equipes, principalmente da vencedora, que soube se defender bem na segunda etapa.

Depois de um começo melhor do time de Thiago Motta, o sempre eficiente Dih fez bonito em chute cruzado e rasteiro, um pouco fraco, vindo do bico da grande área e que terminou no fundo das redes. O Arouca saía na frente. E o camisa 25 estava inspirado, tanto que pouco depois ele chegou pelo outro lado da quadra, mais uma vez batendo cruzado e de novo sem muita força, mas que foi o bastante para acertar a trave e quase complicar a vida do adversário. Com isso, a sua equipe passou a controlar melhor as ações e diminuiu o número de investidas do rival. Mesmo assim, Adriano Motta cabeceou no segundo pau direto no ângulo, perigo evitado por Mauricio que, bem colocado, não teve dificuldades para defender.

Os minutos passavam mas as oportunidades apareciam em doses muito moderadas, de vez em quando em chutes de longe como em um que Marquinhos Bohn mandou por cima. A resposta veio em tentativa de Thiago Motta pelo alto após cobrança de escanteio no primeiro pau. O arqueiro azul e amarelo, que estreava um modelito novo e estiloso, foi bem de novo para dividir e manter a sua meta intacta. Porém, o outro goleiro, Pedro, também teve a chance de mostrar o seu valor e fez duas defesas: na primeira delas, Markinhos roubou a bola pelo meio, tabelou com o xará Bohn e chutou. Na sequência, Vitão subiu no terceiro andar para cabecear a redonda no chão, segundo manda o manual, mas Pedro fez bela intervenção.

A resposta veio também pelo alto quando Adriano chegou no segundo pau e mais uma vez viu Mauricio inteiro na jogada defender em dois tempos. Aos 16 minutos, quase o Arouca ampliou a vantagem com um golaço: Renanzinho recebeu na cara do gol, mandou uma cavadinha na bola, encobriu o guarda-metas e viu a sua pintura ser estragada pela trave. Vitão ainda teve tempo de testar Pedro mais uma vez com uma bomba do meio da quadra direto no ângulo, mas o camisa 1 de novo mostrou sua qualidade e pulou para espalmar a pelota. E depois desse primeiro tempo de pouco futebol e de emoções comedidas, as equipes voltaram do intervalo dispostas a mudar o panorama.

O primeiro a arriscar foi Thiago Motta: ele dominou a bola fora da área e mandou um belo sem pulo com a perna esquerda, tentativa que ficou a alguns centímetros de ser transformada em um belo gol. Todavia, Renanzinho teve mais sorte – e competência – ao ganhar corrida contra a marcação pelo lado esquerdo, puxar em diagonal e bater para ampliar a vantagem arouquense.

Mesmo assim, o jogo não era muito diferente daquele visto nos 25 minutos iniciais, tanto que a próxima chance só apareceu aos 12, mas pelo menos nela as redes foram balançadas: André recebeu lançamento na esquerda e cruzou rasteiro, Vitão tentou cortar e acabou mandando de carrinho contra a própria meta. Gol assinalado para o camisa 5 do Fúria, que conseguira descontar no placar e tinha tudo para partir pra cima em busca da igualdade.

Porém, não foi bem isso que se viu. A partida continuou amarrada, marcada em excesso e disputada mais na vontade do que no futebol. Mesmo assim, Adriano Motta arriscou de bico de primeira na intermediária, só que errou o alvo. E por um tempo essa foi a melhor chance, até porque as equipes davam aula de como se defender, mas um mau exemplo de como atacar. Quem tentava mais chegar à frente, como não poderia deixar de ser, era o Fúria, mas os defensores arouquenses estavam em uma tarde inspirada.

Mais para o final da partida, Thiago Motta voltou a aparecer ao fazer boa jogada, sair da marcação e chutar de direita com desvio para fora. Minutos depois, Adriano tentou de perna esquerda rasteiro, mas também errou o alvo. Na última e melhor chance do time vermelho e branco, Fagner ficou com uma bola sobrada e mandou uma bomba, só que também sem destino certo. Com isso, o Arouca se deu bem mais uma vez e manteve a segunda colocação, conquistando os três pontos mesmo sem jogar nada perto do que sabe, bem como o Fúria. Resultado merecido para quem foi mais competente – ou menos incompetente – e soube se defender com qualidade quando precisou.

XI CHUTEIRA DE OURO: 7ª RODADA: GRUPO B

SPQSF 1 x 0 Red Devils

SEM UNIFORME E SEM TIME, RED DÁ WO


Foi a primeira vitória do SPQSF na Ouro, que pode ser anulada caso campeão do IV Chuteira de Prata não compareça na próxima rodada

Por Luiz V. Andreassa

Após o time rubro comparecer com camisas de vários modelos e apenas 4 jogadores dentro de campo, foi decretado o WO a favor do SPQSF, que sobe a 7 pontos e permanece fora da zona do descenso. O Red perdeu 2 pontos e agora tem apenas 1, estando praticamente rebaixado. Resta saber se o time honrará os compromissos finais, pois, caso não o faça, levará a zerar todas suas partidas, modificando a posição dos times na tabela. Esperar para ver.

XI CHUTEIRA DE OURO: 7ª RODADA: GRUPO B

Só Resenha 4 x 1 Fora de Série

EM PLENA ASCENSÃO, SÓ RESENHA FAZ MAIS UMA VÍTIMA


Time alviverde vence Fora de Série, se mantém na cola dos líderes e se prepara para decisão contra Arouca na rodada final

Por Luiz V. Andreassa

Na esperança de tomar a terceira posição na tabela, o Fora de Série enfrentou o Só Resenha, mas acabou perdendo mais uma vez para um time que está mais bem colocado. A motivação dos adversários era grande, o que tornou a partida bem disputada e agradável. Se não vimos um primor técnico e chances inumeráveis, a determinação tornou as coisas mais emocionantes, agradando a quem acompanhou o embate. No começo da partida as defesas levaram vantagem sobre os ataques, tanto que a primeira oportunidade só saiu aos 7 minutos. Porém, com ela veio o gol: depois de uma confusão na área, a bola sobrou limpinha para Cachaça, na cara do goleiro, abrir o placar sem dificuldades para o Fora de Série.

O movimento, então, cresceu em quadra, a pelota não teve sossego e foi perseguida incessantemente pelos jogadores. Destes, quem mais a tratou com carinho foi Dhani: primeiro ele tentou ao receber na entrada da área e bater rasteiro para defesa de Rafael; pouco depois, desviou de cabeça um cruzamento no primeiro pau, só que para fora.

A insistência pelo empate foi recompensada em bonita jogada pelo alto na qual Renatinho recebeu passe de cabeça no segundo pau e completou, também com uma cabeçada, para o fundo das redes. Com a aproximação do término do primeiro tempo as equipes resolveram buscar mais o ataque, mesmo pecando em algumas finalizações. E quando elas tiveram destino certo, os goleiros trataram de evitar qualquer alteração no placar. Vina cobrou escanteio na cabeça de Zóio, que por sua vez mandou no ângulo e não desempatou porque Dalonso fez uma defesaça. Aos 24 minutos foi a vez do Resenha tentar com Brunão Hidalgo, que aproveitou uma bola sobrada no meio da quadra e mandou uma bomba no canto direito de Rafael, que evitou a virada com uma bela intervenção.

Depois da correria e do resultado parcial que marcaram os primeiros 25 minutos, a segunda etapa começou com mais emoção: logo aos 2 minutos Fabrício arrancou pela esquerda, saiu da marcação, puxou para o meio, dividiu a bola com o zagueiro, permaneceu com ela e chutou rasteiro para virar a partida. O defensor Juba também tentou a sorte em jogada pelo lado esquerdo e cruzou, cruzamento esse que foi desviado pela zaga e só não resultou em gol depois que a redonda subiu porque, quando ela caiu, encontrou as mãos salvadoras do arqueiro de azul e branco.

A blitz não parou por aí: sedentos por tranquilidade no placar, os jogadores do Resenha se mantiveram em cima, perdendo uma chance incrível de ampliar: Dhani fez boa jogada pela direita, arrancou e descolou um cruzamento para Brunão Hidalgo, livre, furar na hora do chute. Para completar, foi mandada também uma bola na trave quando Marcão Almada limpou a marcação e bateu para o gol. A pelota desviou na zaga e enganou o goleiro mas foi no poste.

Depois de toda essa pressão, o relógio já marcava 19 minutos e, com o apito final se aproximando, os jogadores do Fora de Série resolveram partir com tudo para tentar o empate. Argentino tabelou pelo lado direito e finalizou para boa defesa de Dalonso. Pouco depois foi a vez de Rafael Rezende tentar um chute que a defesa afastou de cabeça, antes de Argentino voltar a aparecer, desta vez batendo falta perigosa que passou pela barreira e por pouco não acertou a meta.

Porém, justamente num dos melhores momentos do Fora de Série que o Resenha mostrou competência para definir. Aos 25, Brunão Hidalgo fez bonito ao girar em cima da marcação na entrada da área, achar o espaço e bater forte no cantinho. Para não restar dúvidas na cabeça dos espectadores e nem esperança aos adversários, Dhani deu números finais à partida ao completar de cabeça um cruzamento vindo da direita.

XI CHUTEIRA DE OURO: 7ª RODADA: GRUPO A

Fiorella Brasil 2 x 5 Real Paulista

PEDRINHO BRILHA E COMANDA VITÓRIA DO REAL PAULISTA


Camisa 11 marca dois, um deles um golaço, e Real Paulista supera um dos ponteiros da tabela, o Fiorella Brasil

Por Gustavo Vasconcellos

O Fiorella precisava ganhar para se manter próximo aos lideres, já que os outros times da parte de cima da tabela já haviam jogado e vencido suas partidas. O problema é que o Fiorella não havia combinado nada com o time do Real Paulista, principalmente com o capitão Pedrinho. Desse modo, o Real Paulista bateu sem maiores dificuldades o Fiorella. O time chegou a abrir 4 a 0, mas acabou terminando o jogo com o placar em 5 a 2.

Desde o começo o Real foi melhor, mas os dois times conseguiam chegar ao gol adversário. As melhores chances foram criadas por Rudy, do Real, e Edson Claro, do Fiorella. O primeiro acertou chute na trave e depois tentou de bico no canto, mas viu o goleiro Fonseca se esticar e defender. Já o segundo fez jogada na esquerda e bateu cruzado colocado, obrigando o goleiro Alemão a fazer ótima defesa.

Em um primeiro tempo menos agitado, as chances de gol foram ficando escassas ao longo do primeiro tempo. Uma nova boa chance foi criada apenas aos 20 minutos. Tiago Silva tabelou com Van-Van e chutou cruzado para defesa do goleiro. Dois minutos depois, o único gol do primeiro tempo aconteceu. E foi um gol para compensar a falta de oportunidades criadas no primeiro tempo. Panela cobrou falta forte do meio de campo e acertou o ângulo direito.

Mesmo sem desempenhar um grande futebol, o Real ia para o intervalo com a vantagem. Por estar na frente, o Real voltou do intervalo mais tranquilo e decidiu jogar em função de contra-ataques. Assim, o time criou chances e também sofreu com as investidas do Fiorella. Tuca e Pedrinho arriscaram pelo Real; o primeiro chegou a acertar a trave. Já o Fiorella chegou com Tiago Silva, Van-Van e Edson Claro, mas todos sem êxito, parando no goleiro Alemão ou na falta de pontaria.

Aos 12 minutos a estratégia do Real funcionou. Pedrinho aproveitou contra-ataque e chutou da entrada da área. A bola desviou, acabou enganando o goleiro e entrou vagarosamente no canto direito. Dois minutos depois, mais uma demonstração da eficiência do contragolpe da realeza. E de novo Pedrinho. Desta vez uma pintura: ele chapelou o goleiro adversário e só tocou para as redes vazias, abrindo 4 gols de vantagem.

Só depois de estar em grande desvantagem e restando pouco tempo no cronômetro o Fiorella conseguiu transformar suas oportunidades em gol. Já aos 19 minutos da segunda etapa, Van-Van levou a jogada para o meio e bateu rasteiro no canto esquerdo para marcar o primeiro do Fiorella. Logo no minuto seguinte, Cleber Araujo, que chegou no decorrer do jogo, fez jogada pela linha de fundo pela direita e bateu alto cruzado para marcar o segundo, dando esperanças de um empate ou até virada para o Fiorella.

O Fiorella bem que pressionou e até acertou a trave em cobrança de falta de Tião já aos 24 minutos, mas quem voltou a marcar foi o Real, sacramentando a vitória. Tuca cobrou falta da entrada da área e acertou o ângulo, marcando o quinto do Real e definindo o marcador.

Com os três pontos da vitória, o Real encaminha sua classificação para próxima fase, uma vez que já abriu 4 pontos para o sétimo colocado. Com 11 pontos, está em quinto. Já o Fiorella distanciou-se dos líderes e continua com seus 12 pontos, só que agora na quarta posição. Na próxima rodada, o Real Paulista encara os doutores de Taubaté, enquanto o Fiorella tenta a reabilitação contra o agora vice-lanterna Arouca Jrs..

XI CHUTEIRA DE OURO: 7ª RODADA: GRUPO A

Bufalos 2 x 6 Bengalas

SEM CONFUSÃO E SÓ FUTEBOL, BENGALAS BATE BUFALOS E DEIXA ZONA DE DESCENSO


Com muita calma e inteligência, além da volta de Ritolê, tricampeão não deu chance ao Bufalos e já pensa até em classificação

Por Gustavo Vasconcellos

Em jogo bom tecnicamente e bem disputado, Bengalas, que enfrentava má fase e vinha com três suspensos, venceu o Bufalos de Dinho e companhia e deixou a zona de rebaixamento. A dupla Ritolê e Luisinho Fernando voltou a funcionar (marcaram juntos 5 dos 6 gols do time na partida) e os comandados de Bizu não quiseram saber de encrenca, mas sim de bola. Resultado: sempre em vantagem no placar, fizeram 6 x 2 e já pensam em uma possível classificação para a próxima fase da competição.

O Bengalas começou melhor, criando mais chances, mas não conseguiu traduzir essa superioridade em gol. Lances de Tche, Ritolê, Ricco e Luisinho Fernando foram as melhores oportunidades. Já pelo Bufalos, os jogadores não conseguiam chegar ao gol de Baki, e quando chegaram, aos 12 minutos, pararam no camisa 1 do Bengalas.

Foi só depois da oportunidade desperdiçada pelo Bufalos que o Bengalas se entusiasmou e melhorou a finalização. Dos 14 minutos até os 17, o time marcou três vezes, abrindo boa vantagem. Primeiro, Ritolê dominou de letra, se livrando da marcação, e chutou de bico no canto esquerdo, abrindo o placar. Depois, Gustavo Simões recebeu na área, errou o domínio, mas se redimiu chapelando o goleiro e tocando de cabeça para as redes. Por último, Ritolê de novo chutou para o chão e viu a bola passar no meio de muitos jogadores sem que o goleiro a pudesse ver. 3 x 0.

Depois dos gols, o Bufalos teve ótima chance de diminuir, mas acabou parando em Baki. Primeiro Diogo Mariano chegou batendo e Baki defendeu. Depois, Marcos Mendes arriscou e viu o goleiro aparecer de novo. Dois minutos depois, o Bengalas rebateu e quase fez o quarto, mas parou no goleiro Cidrão. Luisinho Fernando fez boa jogada individual e chutou da intermediária para boa defesa de Léo.

No minuto final do primeiro tempo, o Bufalos conseguiu diminuir. E foi em grande estilo: após virada de jogo para a esquerda, Rubens Mendes acertou um lindo voleio no ângulo direito, sem chance nenhuma para o goleiro. Um golaço.

O segundo tempo começou com o Bengalas segurando a bola e administrando o tempo. Desse modo, ainda conseguiu ampliar o marcador. Aos 3 minutos, Ritolê se antecipou à zaga e ao goleiro após cobrança de lateral e desviou para as redes. 4 x 1. Com a vantagem, o time continuou trocando passes esperando achar mais espaços. O Bufalos, em dia sem muita inspiração, quase não chegava e via o Bengalas cada vez mais perto do quinto.

Porém, em lance de sorte aos 14 minutos, o Bufalos diminuiu. Diogo Mariano arriscou do meio e viu a bola desviar no caminho. Com a rota alterada, ela foi morrer no canto alto, sem chances para Baki. Entretanto, não demorou muito e o Bengalas matou o jogo com mais dois gols. Aos 17 minutos, Ritolê virou o jogo para esquerda, onde Luisinho Fernando só completou. No minuto seguinte, Ritolê marcou seu terceiro na partida, o sexto do Bengalas. O camisa 7 chutou rasteiro no canto esquerdo, fechando a vitória e iniciando a reabilitação do Bengalas.

O Bengalas saiu da zona do rebaixamento e agora já pensa até em classificação para o mata-mata da Ouro. O time soma 7 pontos, em sétimo lugar, dois pontos atrás do sexto, o próprio Bufalos, que perdeu também uma posição na tabela. Com 9 pontos, o time é o sexto colocado.

Na 8ª rodada, o Bufalos tem ótima oportunidade de se recuperar diante do Elefantes Indomáveis, enquanto o Bengalas enfrenta o Estudiantes tentando confirmar a reabilitação em busca de um possível tetracampeonato.
Comentários (0)