Seu novo uniforme é de PR1MA! Facilitamos a sua vida!

    Agilidade e comodidade para você focar apenas no que importa... o seu time! @pr1masports e (11) 99210-4656

    Veja mais

Notícias de 02/11/2007

TOSCO FATURA FORA DE SÉRIE E ESTÁ QUASE CLASSIFICADO


Jogo decisivo. Tosco e Fora de Série com 12 pontos cada. Quem vencesse dava o passo fundamental rumo à classificação. E o jogo começou quente, com chances de gol para ambos os lados – e com os goleiros fechando o gol, tanto Luiz quanto Beto. Um jogo assim equilibrado, mesmo com o FS com diversos desfalques e o meio Cleber jogando na zaga, só poderia ser decidido em algum lance bobo. E esse lance chegou cedo. Quase aos 15 minutos, Thiago Motta fez falta por trás e levou o segundo amarelo. Foi expulso e o FS ficou com um jogador a menos. Era o que o Tosco queria. A partir dali, era questão de tempo para Kuminha, Perassi e Foguinho começarem a fazer prevalecer o jogador a mais.

E aos 17 minutos Kuminha, camisa 17, abriu o placar. O jogo ficou mais quente ainda, com alguns jogadores do FS provocando os do Tosco para tentar forçar a expulsão. Mas o Tosco não caiu na pressão e foi para o segundo tempo com a vantagem magra.

O segundo tempo foi uma tentativa frustrada do FS de se manter na partida e não tomar goleada. O goleiro Beto se transformou no grande nome do jogo, com grandes defesas e muita gritaria com seu time. Sem um jogador, o FS abusou de lançamentos longos da defesa para o ataque, que nada renderam. Enquanto isso, Kuminha fez o segundo e o terceiro gol do Tosco. Quando estava 2 a 1, parecia que o FS poderia empatar, com gol de contra-ataque de Rodrigo, mas o jogador a menos e não presença de um banco impediu qualquer reação.

Ao final, um magro 3 a 1 para o Tosco, quando de fato poderiam ter marcado mais e diminuído o saldo de gols negativo da equipe, oriundo da goleada sofrida na primeira rodada para o Acidus. O Tosco vai pagar caro por aquele placar (16 a 3) e por isso deve vencer seus jogos com o máximo de gols possível. Contra o Fora de Série, perderam uma grande chance.

Com 15 pontos, resta apenas um para o Tosco estar classificado matematicamente. Ao FS, resta acertar as arestas dentro do time e jogar muito para vencer Roleta Russa e Joga 13, os jogos que restam e que o time precisa vencer de qualquer maneira.

SNG PERDE SEGUNDA SEGUIDA SEM RENÊ


A partida era entre o líder SNG, já classificado, e o MachuPichu, que não tinha uma rodada nada favorável pela frente ,e a julgar pela lógica, tendia a cair mais posições na rodada e precisar ir para o tudo ou nada nos últimos 2 jogos. Pelo lado do SNG, era preciso ver como time reagiria à derrota para o Acidus e como jogaria sem sua referência no ataque, Renê. Além de Renê, o SNG não tinha em campo Tejeda, Fabinho e o goleiro Sampa.

O jogo começou parelho, e ambas as equipes marcavam forte. Os “peruanos” perderam chances de abrir o placar com Caio, Gustavo e Danilo. O SNG não desperdiçou: depois de bate-rebate na área após cobrança de escanteio, Memé conseguiu empurrar pras redes. Parecia que mais uma goleada pintava no horizonte. Mas o MachuPichu resolveu acordar de vez, e o dono do jogo passou a ser o camisa 10 Caio. Com a bola nos pés, ele comandou a virada do MachuPichu, que começou logo em seguida ao gol de Memé, com cruzamento do próprio Caio que, na tentativa de cortar, Vairo desviou para dentro do gol. Pouco tempo depois, Renato virou o jogo num chute de voleio após bola na trave de Tebas, que jogou na linha neste jogo.

O SNG mostrou por que é o líder e logo tratou de empatar a partida com Allan, sempre ele. Cabeçada em jogada nas costas da zaga peruana em uma das raras falhas durante a partida. Mas, antes do fim da primeira etapa, Caio recebeu passe preciso de Renato e provou por que é forte nome a MVP do IV Chuteira: num chute cruzado de direita, levou o MachuPichu para o segundo tempo com vantagem no placar.

O segundo tempo mal começou e o SNG via Danilo recebendo bola de Cavalo, limpando o zagueiro e emendando com uma bomba de fora da área no canto para fazer 4 a 2. A partir daí, os “peruanos” passaram a se segurar na defesa, e em investida do zagueiro Grillo ao ataque, o lance mais polêmico do jogo. O marcador Renato vinha correndo atrás do zagueiro do SNG e levou uma cotovelada que muitos julgaram não-intencional, mas que resultou na expulsão de Grillo e o SNG ficou com um jogador a menos. Ali parecia que a coisa tinha ido de vez para o brejo.

O SNG decidiu trocar o goleiro por um “goleiro-linha”, fazendo este atuar quase como um sexto jogador de linha para suprir a ausência do jogador expulso. Mas a tática não deu muito certo e foi o MachuPichu que voltou a marcar, primeiro com Caio e depois com Danilo, 6 a 2. No fim da partida caio fez falta e levou segundo cartão amarelo, sendo assim expulso da partida, o que deu espaço ao SNG para marcar mais um, novamente com Memé, 6 x 3 no placar, mas não houve tempo para mais.

No fim da partida, ao contrário do que se ouviu durante toda a semana, o MachuPichu derrubou o líder e, mais do que nunca, calou os críticos. Danilo, capitão da equipe, era pura emoção e raiva ao final do jogo, pois estava irado com os comentários de que o MachuPichu tomaria goleada de SNG e cairia fora da segunda fase. “Aqueles que nos viam como já desclassificados e falaram durante toda a semana que estávamos fora agora precisam rever as contas. Hoje mostramos que temos um time sólido, que sabe não apenas marcar mas também atacar”, desabafou o capitão “peruano”. De fato, com a proposta de um ataque mais leve, diferentemente dos outros jogos, o time ficou rápido e contra-atacava freqüentemente e com precisão, colocando a defesa do SNG quase sempre em minoria. Caio e Danilo foram os destaques da partida com 2 gols cada um, provando que são de fato decisivos, e que ambas as ausências nas ultimas rodadas foram de grande peso para o estilo de jogo da equipe. Ao SNG, resta torcer logo pela volta de Renê, mas também do goleiro Sampa, do “turista” Tejeda etc.

ACIDUS ENTERRA O QUE RESTAVA DE CHANCES DE BUCETS


Bucets em ascensão e querendo sua primeira vitória dentro de campo após 2 empates e a vitória por WO contra CBB. O adversário era o Acidus, também em ascensão depois de 2 belas vitórias sobre MachuPichu e SNG. Só podia render um belo jogo e muito disputado. E foi o que se viu.

Sem Alemão e Barata, o Acidus começou com uma formação mais defensiva que de fato não se mostrou assim devido às constantes subidas do zagueiro Pedrinho ao ataque. O jogo corria parelho num zero a zero sem muitas chances claras de gol até que, em linda jogada de Kirk com Cavalera, a bola chega a Robinho que desvia do goleiro para abrir o placar. E foi com 1 a 0 que o jogo foi para o intervalo.

Ao começar o segundo tempo o Bucets veio com tudo pra cima, com destaque para as jogadas de Rafinha pela esquerda e do pivô Zé Michel, que constantemente venciam a zaga acidiana. Se não fosse o goleiro Diego o Bucets teria empatado muito antes do gol de Vitinho, por volta de 10 minutos. Com 1 a 1, o Bucets sentiu o bom momento e foi pra cima do Acidus, o que abriu espaço para o contra-ataque do Acidus, que foi mortal em 3 lances. Martins duas vezes e Kirk anotaram para o Acidus, parecendo que a partida estava decidida. Mas o Bucets foi guerreiro e partiu pra cima, conseguindo um pênalti cometido pelo goleiro Diego ao chegar atrasado para chutar uma bola, convertido por Zé Michel. Ele mesmo marcou o terceiro gol e Rafinha, após cortar para dentro em jogada pela direita, colocou no canto do goleiro. Era o empate. O que parecia impossível ao Bucets foi conseguido.

E o Bucets sentiu o bom momento e só restava ao time vencer. Mas em jogada de ataque do Acidus, após a bola ir para lateral, o zagueiro Tom se irritou e jogou a bola com força em um adversário. O árbitro, do lado do lance, expulsou o jogador. Com um a menos, o Bucets tinha que se defender e também que atacar. E, em passe vindo da esquerda, Kirk encontrou Martins livre para esperar o goleiro Nathan definir o canto e enterrar o Bucets com 5 a 4 no placar.

Acidus vencia ali e chegava a 18 pontos. Bucets perdia e não tem mais chances de classificação. Vai cumprir tabela contra MachuPichu e SNG, mas devem pensar em vencer também para não sair do IV Chuteira sem uma vitória de fato em campo. Questão de honra para o time que já foi vice-campeão do Chuteira.

Ao fim do jogo, em churrasco de confraternização, o atacante Kirk e o meio campista Cavalera, ambos do Acidus, lançaram a campanha “Dê um passe você também para o Martins”. A campanha é uma promoção do time diante de tantos passes açucarados recebidos dos companheiros pelo artilheiro do Acidus. Com os 3 gols, Martins chegou a 13 no campeonato, empatado com Lele, do Joga 13, e Nação, do Roleta Russa, na vice-artilharia. O artilheiro é ainda Renê, do SNG, com 20 gols.

BRÓDER, SEM JOGADORES, TOMA GOLEADA DE CBB


Era um jogo de pouca importância para a rodada, pois muitos julgavam o Bróder já como vencedor da partida e, em caso de vitória, classificado matematicamente. Ao CBB restava a vontade de ainda sonhar com o G-8, mesmo sabendo da delicada situação em que ficaram após a derrota por WO na rodada anterior.

O jogo começou com um Bróder totalmente desfalcado, com apenas 4 jogadores na linha, reflexo de 2 coisas que se notou na equipe bicampeão neste IV Chuteira: o excesso de contusões e a falta de comprometimento de alguns jogadores com o time. Fato é que o Bróder, mesmo com esses problemas, foi ganhando seus jogos e o que poderia ser uma crise foi apaziguada pelos bons resultados, especialmente pela presença constante de Mutssa, Edu e Marcelinho.

E essa falta de comprometimento custou caro na manhã de sexta-feira, feriado de Finados, à equipe. Com 2 jogadores a mais, o CBB dominou amplamente a partida, sem qualquer dificuldade, e foi marcando seus gols, principalmente com o bom ala Guga. Pelo Bróder, mesmo com Edu em campo, o perigo residia no meio-campista Marcelinho, pulmão da equipe com a ausência de Lapa. Foi ele que, em 2 cobranças de falta, anotou os 2 gols solitários do Bróder na partida, que acabou com um elástico 8 a 2 para o CBB.

Ao fim da partida, o Bróder caiu de terceiro para a quarta posição, mas tem a companhia de Tosco com os mesmos 15 pontos, levando a melhor no saldo de gols. Com amplas chances de classificação, o Bróder tem pela frente SNG e Acidus para decretar sua classificação. Ao CBB ainda resta sonhar, vencer e torcer muito, pois a equipe teria de vencer seus últimos 2 jogos e ainda torcer para que Joga 13 (13 pontos), Hollanda, Fora de Série e MachuPichu (12 pontos), sem conta o Só Lance (9 pontos), não ultrapassem os 14 pontos.

HOLLANDA SOBE E EMPURRA SÓ LANCE PRA BAIXO


Era jogo de 6 pontos. Só Lance e Hollanda, com 9 pontos cada, precisavam vencer para continuar na briga pela classificação. Não que uma derrota eliminasse a equipe perdedora, mas a situação com uma vitória seria menos problemático o caminho por uma vaga. E parece que o Hollanda teve mai força de vontade e habilidade – venceu com facilidade por 9 a 2.

O jogo foi tranqüilo para o Hollanda, que abriu o placar com Leandro rapidamente e foi aos poucos ampliando. Salada, destaque da partida, fez 4 gols, com mais 2 de Edmundo, capitão da equipe, e de Lillo. O Só Lance vivia das investidas dos bons atacantes Ronei e Philip, que por sinal foram os autores dos gols de honra do Só Lance.

Com a vitória larga, o Hollanda volta para a briga pela classificação após discussão interna entre os jogadores depois de 2 derrotas contra Bróder e Fora de Série. A vitória serviu também para mostrar que o time não vive apenas do craque Batoré, que não jogou por ter sido negociado com o futebol egípcio. Daqui em diante, o Hollanda vai ter de provar que não é viúva de Batoré. A goleada contra o Só Lance pode ter sido o início de um recomeço para uma equipe que teve muitos altos e baixos até o momento.

Ao Só Lance, com 9 pontos, resta vencer os 2 jogos restantes, contra Joga 13 e Tosco, e torcer para que não mais que um time passe de 15 pontos. A missão é complicada, mas a esperança é a última que morre, como diz o ditado popular. E o Chuteira já provou que nada está decidido até a última rodada. Ainda mais com um campeonato tão surpreendente quanto este, com resultados nada esperados.

LELE PERDE PÊNALTI NO FIM E ROLETA RUSSA DERRUBA JOGA 13


Era um jogo muito esperado, pela qualidade e rivalidade entre as equipes. Mas os desfalques tiraram um pouco do brilho do que seria um grande jogo. Mas, mesmo assim, foi um jogão. Com Bruno e Lele em quadra, a partida prometia muito.

Dentro de campo, o que se viu inicialmente foi um Joga 13 com mais pegada e chances de gols, como uma que Lele perdeu cara a cara com Matrix. Lele perder gol de frente para o goleiro? Algo estava errado ali e, no fim da partida, como se verá, de fato havia algo errado com o artilheiro do 13.

Mas se Lele perdeu gol, Choko não desperdiçou e abriu o placar aos 9 minutos. Depois do gol e de algum tempo corrido, o Roleta Russa acertou a marcação no meio de campo, principalmente com Bruno lutando muito no meio e roubando bolas para puxar contra-ataques. Bocha era outro que conseguia roubar e desarmar, mas na hora do passe final não era muito preciso. E aos poucos o Roleta foi tomando conta da partida, em bela atuação do novato gêmeo Diogo, que tinha habilidade para se livrar de marcadores e chegar no ataque. Mesmo assim, quem marcou novamente foi o 13, com Choko de novo. 2 a 0 no placar e nova chance de Lele desperdiçada. As coisas não seguiam conforme o camisa 9 queria. E desta vez não tinha farra noturna como desculpa.

Já nos acréscimos do primeiro tempo, o Roleta renasceu para a partida com gol de Nação que não marcava há 2 jogos. Não deu tempo nem de o 13 sair com a bola do meio de campo e o primeiro tempo foi encerrado. O gol deu ânimo para o Roleta, que voltou para o segundo tempo impondo maior ritmo ao jogo e forçando o cansaço do Joga 13, que tinha apenas 2 reservas. Com Diogo e Bruno, o Roleta tinha suas melhores jogadas, que paravam nas mãos de Caieras ou iam direto pra fora. Mas de tanto bater o Roleta empatou o jogo, com Bruno aos 14 minutos. Um empate muito comemorado que parece ter esfriado o 13.

Aos 19 minutos, em roubada de bola de Bruno no meio de campo, ele cortou o zagueiro e colocou a bola no campo baixo de Caieras, que ainda pulou na bola mas não tinha como pegá-la. Gol de craque, de quem sabe como poucos bater na bola e colocá-la onde quiser. Com a vantagem no placar, o Roleta recuou um pouco e o 13 veio no desespero atrás do empate. Nos contra-ataques, Brian e Diogo levavam perigo ao gol adversário.

Novamente nos acréscimos, Lele recebe na ponta da área sob marcação de Pina e cai. O árbitro marcou pênalti dizendo que o zagueiro acertou o atacante por baixo. Do lado de fora, todos os que ficaram se levantaram e foram ver o pênalti. Jogadores do SNG, que bebiam tranquilamente no bar, vieram correndo e começaram a chamar a atenção do batedor do 13 atrás do gol. Tensão no ar. A bola ali no chão e não havia alma do 13 para bater. Pouco antes, em tempo solicitado, o Joga 13 havia discutido muito entre si. Não havia o que discutir. Com Rodrigo de fora, o nome natural para a cobrança era o dele – Lele. O Lele de 13 gols no campeonato – 7 contra o Acidus; mas também o Lele de 4 gols perdidos na cara de Matrix. E naquele momento, Lele pegou a bola e foi para a marca do pênalti de cabeça baixa. Muitos do lado de fora já disseram: “Perdeu”. Rolou até aposta. Embaixo do gol, Matrix e seus quase 1,85 metros, envergadura e elasticidade das melhores que se viu no campeonato. O árbitro autoriza e Lele, com pouco espaço, corre pra bola. Chute à meia altura no canto esquerdo do goleiro. E Matrix pulando no canto... esquerdo dele! Ele espalma a bola e o Roleta comemora. O árbitro tratou de encerrar logo o jogo. Enquanto Matrix era abraçado e ovacionado pelos colegas, Lele abaixava a cabeça desolado. Perdera mais uma chance, e mais clara ainda, de empatar o jogo. Como disse Lele após partida contra o Acidus, “tem dia que é o dia e não tem jeito”. Ele tem mesmo razão, mas contra o Roleta Russa pela 9ª rodada do IV Chuteira, o dia foi de São Matrix. Mais um dia dele, aliás. Salve, Matrix, que justifica a cada jogo o apelido.

ACIDUS E ROLETA VENCEM E GARANTEM CLASSIFICAÇÃO


Com as vitórias simples sobre Joga 13 e Bucets, Roleta Russa e Acidus se juntam ao SNG ao rol das equipes já classificadas. Os times chegaram a 19 e 18 pontos, respectivamente, e encostam no líder SNG, que tem 21 pontos. Com a derrota para o MachuPichu, mesmo a primeira colocação do SNG no geral já fica ameaçada.

Nas demais colocações, a briga é imensa e promete uma rodada final pra lá de emocionante, tal qual foi na última rodada do III Chuteira. Há menos jogos com confronto direto, mas em compensação são 8 equipes brigando por 5 vagas – apenas Bucets está matematicamente eliminado. Faltando 2 jogos para o fim da fase de classificação, eis como estão as necessidades de cada time para se classificar. O que garante um time, hoje, seriam 16 pontos. Claro que com 15 pontos pode ser que algum time se classifique, mas as chances são menores e depende de resultados e saldo de gols.

SNG, Roleta Russa e Acidus – classificados


Equipe Bróder e Tosco (15 pontos)– empate praticamente garante times na segunda fase

Joga 13 (13 pontos) - vitória simples contra Só Lance ou Fora de Série garante o time na segunda fase. Perdendo as 2 ou empatando, dependeria de resultados negativos de concorrentes abaixo dele.

MachuPichu, Fora de Série e Hollanda (12 pontos) – pelo menos uma vitória e um empate para não depender de outros resultados. Fora de Série enfrenta Joga 13 em jogo de 6 pontos e Hollanda tem Tosco pela frente, na última rodada.

Só Lance (9 pontos) – 2 vitórias e torcida para que 3 das 4 equipes (Joga 13, Hollanda, Fora de Série, MachuPichu) não cheguem a 15 pontos. A equipe tem confronto direto com Joga 13 e Tosco.

Sport Club CBB (8 pontos) – precisa vencer seus 2 jogos e torcer para que 3 das 5 equipes (Joga 13, Hollanda, Fora de Série, MachuPichu e Só Lance) não cheguem a 14 pontos. Há confronto direto contra MachuPichu na última rodada.

Bucets (5 pontos) – eliminado
Comentários (0)