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Notícias de 02/05/2007

Em tarde de André Martins, Bad Boys vence Dunguereguede e sai do zero.


No jogo que definiria o pior time do campeonato, as coisas começaram quentes e com muita disputa. Alguns times que lutam por classificação, se tivessem o ânimo que Dunguereguede e Bad Boys mostraram nesta partida que não valia muita coisa, estariam já classificados com folga.

O fato é que ninguém queria ser o lanterna. E o Dunguereguede começou melhor, abrindo 3 a 0 com Fefe e Starck (2). O estreante Johnny do Bad Boys anotou 3 vezes e André Martins outras 2 vezes para fechar a primeira etapa em 5 a 4 para o Bad Boys. No início do segundo tempo, Johnny começou a “provocar” o adversário parando a bola e esperando o bote. Dois deram o bote e o derrubaram, mas Harada, do Dunguere, ficou nervoso e pisou e chutou Johnny no chão. O tempo esquentou e foi preciso muita força para não deixar que a briga fosse generalizada. Johnny levantou e partiu pra cima de Harada, mas não chegaram às vias de fato. O resultado foi a expulsão dos dois jogadores.

Depois das expulsões, com mais espaço, foi a vez do futebol de André Martins brilhar mais que o normal e o que já tinha brilhado. Dunguere empatou aos 6 minutos, mas Martins desempatou aos 8. Novo empate aos 11 minutos e novamente Martins aos 16 minutos fechou a contagem em 7 a 6 para o Bad Boys. Com 4 gols, André Martins deu show de bola, partindo da defesa com a bola dominada e passando por todos. Em outro momento,viu o goleiro adiantado e mandou na trave. Em seguida, vendo Emilio adiantado de novo, acertou o chute mas o goleiro conseguiu se esticar e tirar com a ponta dos dedos o que seria um dos gols mais bonitos de todo o campeonato. A cada gol Martins vibrava com a torcida. Ele não deu chances ao Dunguereguede. Garantiu a primeira vitória do time no campeonato. E André Neves agradeceu a ele pelo feito, pois depois de 13 partidas enfim o menino venceu um jogo. Neves era só alegria ao final, e comemorou com antigos companheiros de Litigare.

Fiorella derruba último invicto


O que parecia difícil de acontecer aconteceu. O líder SNG perdeu. Mas perdeu quando podia perder. E quem realizou tal feito foi o Fiorella, equipe que perdeu apenas uma vez no torneio e na primeira rodada.

Renê e Tejeda bem que tentaram, mas a forte defesa do Fiorella não deu muitas chances aos atacantes adversários. Sempre na frente no placar, foi no final da partida, nos 5 minutos finais, que a maioria dos gols saíram. Com 2 a 1 contra o SNG se lançou ao ataque e abriu a retaguarda. Foi o que o Fiorella precisava e Caju Zé Roberto deixou Tiago na cara do gol para fazer 3 a 1. Em seguida, Tigues também ficou de frente com Sampa e marcou 4 a 2. Tejeda ainda descontou, mas a tarde era do Fiorella, de Caju, que deu novo passe para Rogério fechar em 5 a 2 a partida. Caju, irreverente, a cada gol de sua equipe no final mergulhava para a torcida e “nadava” no gramado.

Com a vitória, o Fiorella está classificado e muito perto de garantir a segunda colocação do campeonato. Caso Roleta e MachuPichu não vençam, já é segundo colocado sem precisar jogar. Caso contrário, um empate coloca o time automaticamente nas semifinais.

Bruno brilha e Roleta destrói Acidus


As semanas que antecederam o jogo entre Roleta Russa e Acidus foram marcadas por uma criação de rivalidade por parte do Roleta Russa. Inflaram tanto a partida que até ex-integrantes das duas equipes apareceram para ver o jogo. Se foi tática, deu certo. Quem assistiu à partida viu apenas um time jogar. Roleta Russa dominou do início ao fim e não deu chances ao Acidus. Bruno resolveu jogar futebol e em 19 minutos definiu a partida. Fez dois gols e passe pra outros dois.

A força do Roleta está em seu conjunto, mas não tem como negar que Bruno e o goleiro Matrix são as bases. Matrix não deixa passar bola alguma por ele. Bruno quando quer jogar não tem pra ninguém. Contra o Acidus ele resolveu jogar o que sabe. Não deu chances. Foi eleito o melhor em campo, e se fosse possível teria sido eleito o segundo e o terceiro melhor em campo também.

O jogo terminou com 6 a 0 no placar, com justiça. O Acidus parou de jogar futebol na terceira rodada e agora colhe os frutos. Depende de uma vitória contra o forte Fiorella para brigar por uma vaga. Mas aos olhos da maioria o time verde-limão parece carta fora do baralho...

No Roleta, a vitória deve dar mais moral para a partida decisiva contra o Assurra. Jogando pelo empate, o Roleta deve sonhar com ambições além dessas...

Reedição da última final, Bróder volta a derrotar Assurra


O jogo prometia muito. E a promessa se concretizou. A partida que colocava frente a frente novamente campeão e vice-campeão do II Chuteira tinha temperos extra. Assurra queria vingar a derrota na final e vencer para despachar a Equipe Bróder pra casa mais cedo neste III Chuteira. Ao Bróder, restava vencer ou vencer para permanecer na briga pela classificação. E depois de 50 minutos de bola rolando, a sorte mais uma vez – como quase sempre – esteve ao lado do Bróder, que venceu por 5 a 4 com um gol de Edu de falta aos 24 minutos do segundo tempo.

A partida começou quente e com domínio total da Equipe Bróder. Em jogada pela esquerda, Lapa dá um rolinho em Pulga e faz um golaço. Eis o craque Lapa voltando a jogar bola depois de 7 rodadas sem mostrar seu grande futebol. Sem o artilheiro Mutssa, o Bróder tinha em Edu e na nova contratação do time, Mutssinha, irmão de Mutssa, as esperanças de criação de jogadas. Foi jogando com os três que o Bróder abriu 3 a 1 no placar.

Assurra não deixou por menos e a dupla Alemão e Felipe anotaram duas vezes cada. O centroavante Rafael pouco apareceu no jogo. O jogo estava 4 a 4 e o nervosismo à flor da pele, pois o resultado era ruim para ambas as equipes, mais ainda para o Bróder, que tinha um jogo a mais. As jogadas passaram a ser mais ríspidas, o que gerou uma farta distribuição de cartões amarelos – 4 para o Bróder e 6 para o Assurra. Ambas as equipes passaram a pressionar o árbitro em razão do desespero do placar apertado ou empatado. Aos 24 minutos, Garo dá um carrinho perigoso no meio de campo e acaba levando o segundo cartão amarelo. Expulsão e cobrança de falta para Edu. O atacante do bicampeão bateu de trivela, um chute reto, forte, que, por erro de barreira ou por ter aberto, a bola passou e o goleiro Roberto nem se mexeu. 5 a 4 para o Bróder e abatimento no Assurra, o jogou acabou sob muitas reclamações do Assurra em relação à arbitragem. Para variar, o árbitro é o culpado de toda derrota.

MachuPichu apanha do Joga 13


Depois da derrota para o Assurra e a confusão criada ao fim do jogo, a postura do Joga 13 mudou radicalmente dentro de campo na partida contra o MachuPichu. Talvez por precisar ganhar de qualquer maneira, talvez por ver que o time andava nervoso demais e tomando muitos cartões – o que deixou o time com diversos jogadores suspensos nas últimas rodadas –, certo é que o time entrou com outra postura, mais séria talvez e focada na vitória, o que não deixou chances aos jovens do MachuPichu. Coincidência ou não, a vitória também chegou no momento em que Lele, o artilheiro do time, resolveu marcar gols novamente depois de um jejum de diversos jogos. E, para não deixar por menos, marcou logo 6 gols dos 7 da goleada de 7 a 1. Além de ser eleito o melhor em campo – o que o coloca com 12 pontos na corrida do MVP (uma a menos que Renê, do SNG) – retomou a vice-artilharia do campeonato com 14 gols, 4 a menos que Renê. Só que Lele tem a vantagem de jogar a nona rodada, coisa que Renê não fará por estar suspenso, e jogar as quartas, algo que Renê não terá oportunidade pois o SNG já garantiu a vaga direta na semifinal.

Último jogo da rodada, foi tranqüilo, sem discussões ou qualquer problema entre os times ou arbitragem. Nem a torcida do Joga 13 desta vez se manifestou muito. E com tranqüilidade o Joga 13 foi construindo o placar. Lele matava próximo da área e girava pra marcar. O ataque do MachuPichu parava na sólida defesa com Rodrigo e Guma. Quando passavam deles, o goleiro estreante Caieiras garantia. Assim o jogo seguiu sem muitos percalços. Ricci anotou para o MachuPichu e quebrou um jejum de 5 jogos.

Joga 13 chega a 13 pontos e enfrenta o Dunguereguede. 3 pontos garantidos e a classificação? A contar pelo que se viu, Joga 13 já está classificado. Enquanto isso, MachuPichu tem 2 jogos – Assurra e Equipe Bróder – preá conquistar ao menos uma vitória e se garantir.

Jogo adiado acontece em momento delicado para Assurra e MachuPichu


O jogo que valeria pela quinta rodada do III Chuteira, adiado por falta de energia no PlayBall, será realizado neste feriado de 1 o de maio, às 18.30h. Foi a única data de acordo entre organização e as duas equipes. Assurra com 10 pontos e MachuPichu com 12, a partida vale ao Assurra a possibilidade de manter as chances acesas de classificação. Ao MachuPichu, é nova tentativa de garantir a vaga. O empate é ruim para os dois times. Para infortúnio do Assurra, a equipe tem 4 desfalques certos – suspensos por cartão – e outros dois no departamento médico. Segundo a ficha de inscrição da equipe, será necessário que o time inscreva novos jogadores para conseguir ter 7 em campo contra o MachuPichu. Enquanto isso, no MachuPichu, não há desfalques por suspensão ou contusão. Terão força total para ratificar a classificação.

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