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Notícias de 02/03/2011

NGM 4 x 3 Condors

EM PARTIDA ACIRRADA, NGM DESENCANTA E BATE CONDOR´S


Com reforço de Renê e da “mão de ouro” de Allan, NGM bate Condor´s de virada e assina sua segunda vitória na história do Chuteira

Por Rodrigo Amaral

Após terminar o III Chuteira de Prata com apenas uma vitória e conseguir a proeza de perder todos os onze jogos disputados na 4ª edição do torneio, o Não Guento Mais entrou em quadra sob olhares de descrédito. Todos esperavam os três pontos para a equipe do Condor´s. Grande erro! Contando com o reforço dos craques Renê e Allan do tricampeão Se Não Guenta Por Que Veio, o time dos bebuns surpreendeu ao vencer o Condors de virada.

A primeira grande chance da partida veio justamente pelos pés do time de laranja. Logo aos 3 minutos, Allan chegou frente a frente com o arqueiro Diego, mas se atrapalhou na hora de finalizar. Daí em diante, o que se viu foram dois times apáticos tentando, através do erro adversário, encontrar alguma chance para abrir o placar.

Com os dois times se estudando o tempo todo, formou-se um congestionamento na entrada das áreas. Dessa forma, a única alternativa que os times encontraram foi o chute à distância. E foi assim que o Condors abriu o placar. Aos 9 minutos, o camisa 10 Neno matou atrás do meio de campo e de lá mesmo experimentou e guardou, em falha do goleiro Farillo.

Após o lance, o jogo se estendeu até o fim do primeiro tempo com um futebol tecnicamente fraco. O Condor´s recuou e o NGM se viu obrigado a atacar, mas faltava inspiração ofensiva para a esquadra dos beberrões. Até que no último minuto, em jogada de escanteio, Allan levantou a bola com um toque de mão (jogada irregular, cabe salientar) para Renê dar um lindo voleio e abrir o placar do NGM.

As duas equipes voltaram para o segundo tempo com diferentes filosofias de jogo e o que não se viu na primeira etapa sobrou na segunda: gols e emoção. O Condor´s não esperava o empate e voltou ao jogo com todo o time para frente. Já o NGM, sabendo da superioridade ofensiva do adversário, passou a esperar este em seu campo de defesa para armar contra-ataques. A armadilha da esquadra laranja funcionou, visto que Renê, logo aos 5 minutos, conseguiu trespassar a banheira rival e chutar cruzado no meio do arco condoriano.

E o jogo seguiu do mesmo jeito que o segundo tempo começou: ataque do Condor´s, contra ataque do NGM e, por fim, gol deste último. Assim aconteceu aos 14 e 19 minutos, com gols de Carlos Bucchi e Renê, respectivamente.

Faltando cinco minutos para o final, os jogadores do Condor´s tentaram, tentaram e quase conseguiram o empate. Aos 24 minutos, Neno arriscou um chute à distância, mas pegou muito mal na bola, mandando-a para o companheiro Diony marcar. Segundos depois, ainda deu tempo para Flavinho ampliar com bela jogada individual. No entanto, quando a equipe vinho estava invertendo o quadro da partida, o árbitro soou o apito e encerrou a conta em 4 x 3 a favor do NGM.

Aqueles que assistiam ao jogo não acreditavam no resultado. Depois de tanto tempo, o NGM terminou na frente do placar final. Será o começo de uma nova era para o time que mostra sua insatisfação no próprio nome? Ou o mérito da emocionante vitória pertence unicamente às estrelas do SNG?

II CHUTEIRA DE BRONZE: 1ª RODADA

Só Quem Sabe 6 x 2 Roleta Russa Clássico

SÓ QUEM SABE TEM ESTREIA TRANQUILA CONTRA “NOVO” ROLETA


Diego Sequia brilha e garante triunfo inaugural de gala

Por Luis V. Andreassa

Abrindo a Série Bronze de 2011, dois times novatos logo de cara: Só Quem Sabe e Roleta Russa Clássico. Desde o começo os jogadores se mostraram bastante dispostos a correr atrás da vitória, o que fez com que o início da partida fosse marcado mais pelas disputas no meio campo e pela vontade do que pela técnica. Porém, logo o Só Quem Sabe passou a dominar as ações e a chegar ao ataque com maior frequência. Assim, o gol não demorou a sair: aos cinco minutos, uma dividida do atacante Diego Sequia com o zagueiro Baru fez com que a bola entrasse no gol dos roletas após saída ruim do goleiro Tavinho. O juiz deu o gol para o número 30 do SQS.

A partir daí o time alvinegro passou a chegar facilmente no arco rival com chances de gol devido às rápidas trocas de passes entre o próprio Diego, Felipe Gazeti e Ricardo George - jogadas que os zagueiros Ranalli e Phil do Roleta Russa não conseguiam acompanhar. Coube ao goleiro Tavinho, em ótima atuação apesar do gol sofrido, evitar o pior. Todavia, aos nove minutos não teve jeito: Diego fez boa jogada pela direita, saiu do marcador, foi para a linha de fundo e cruzou para Felipe apenas empurrar para as redes.

A defesa do SQS se comportava muito bem com Anderson e Thiago, que não davam espaço aos adversários. No ataque do Roleta, Giu brigava quase que sozinho contra os zagueiros, tentando giros e finalizações sem muito sucesso. A boa marcação do adversário em todo o campo dificultava a chegada da bola para ele.

No fim do primeiro tempo, o ritmo diminuiu, assim como as oportunidades de gol. Mesmo assim, o SQS conseguiu ampliar com Felipe Gazeti novamente, desta vez com um chute rasteiro e cruzado de fora da área que o goleiro nem conseguiu enxergar. Mas antes do apito do árbitro, o Roleta Russa conseguiu diminuir com Rick, que fez um gol semelhante ao quarto tento do SQS.

Após o intervalo, o Roleta voltou com ânimos renovados e mais eficiente no ataque, com Giu e Tuk comandando as ofensivas. Aos 3 minutos, Tuk girou bem para cima da marcação e mandou uma bomba na trave esquerda do goleiro Arthur. Logo depois, o camisa 13 tentou uma jogada parecida com a anterior, só que a bola foi para fora, passando com perigo perto da meta do SQS. O segundo gol só saiu aos 9 minutos, quando Piraju (que acabara de entrar em campo), num chute de perna esquerda, fez a redonda explodir no ângulo do goleiro.

Só que esta foi a última bala do revólver do Roleta Clássico. Ao invés de reagir de vez em busca do empate, a terceira equipe de Baru viu o SQS melhorar e voltar ao domínio das ações, principalmente com Diego Sequia, que levava perigo com seus deslocamentos rápidos pelos flancos e suas finalizações certeiras. E foi de autoria do próprio o quinto gol da esquadra alvinegra: após receber passe açucarado e ficar cara a cara com o goleiro rival, coube ao atacante apenas tocar a bola para o canto e sair para o abraço.

A partir daí o jogo ficou mais equilibrado, com Giu voltando a mostrar serviço no ataque e exigindo defesas precisas do goleiro Arthur. Mas, com o passar do tempo, o ritmo voltou a cair, as defesas de ambas as equipes foram levando a melhor e as oportunidades de gol foram diminuindo. Aos 22 minutos, Diego Sequia recebeu mais uma vez frente a frente com o goleiro e teve calma para colocar a bola nas redes, fechando o placar e coroando a sua bela atuação na partida.

O Só Quem Sabe mostrou organização, bons passes e valores individuais nesta bela vitória por 6 x 2 sobre o Roleta Russa Clássico - que, apesar de ter dois bons atacantes e um ótimo goleiro, tem dificuldades para trocar passes e sair jogando sob pressão do adversário. A despeito do segundo tempo ter sido mais equilibrado, o placar fez justiça ao futebol apresentado pelas equipes nesta partida de estreia.

TNT 7 x 2 Pé de Pano

TNT DÁ AS BOAS VINDAS AO PÉ DE PANO NA BRONZE


Pé de Pano começa a partida bem, mas não consegue segurar o poder explosivo do ataque adversário e toma goleada na estreia

Por Renato Malaguti

O duelo começou pegado. Em uma bobeira de Lopes, Rafa quase estreou o placar para a equipe celeste ao ficar cara a cara com o goleiro rival, mas desperdiçou a chance ao chutar para fora. Logo em seguida, o Pé de Pano abriu o placar com Matheus, que, sem nenhum obstáculo devido a uma falha na zaga adversária, só teve o trabalho de empurrar a redonda pra dentro do arco. O lance foi muito comemorado pelos torcedores da esquadra alva.

O gol sofrido não pareceu preocupar o TNT. Mesmo em desvantagem, o time seguia com muito gás atrás do empate. Depois de uma tentativa mal sucedida de sua equipe, Kaua fez um lindo gol em jogada individual: o camisa 10 cortou para o meio e mandou uma bomba de perna esquerda – indefensável para Tiago.

Três minutos depois, Rafa virou o placar. Foi um belo gol: a bola morreu no cantinho direito. Quatro minutos depois, sem dó nem piedade, Rafa novamente marcou, mas dessa vez esbanjando habilidade. O atacante pedalou, puxou para o lado, bicou e acertou um chute que não deu chances de reação ao goleiro.

Após tomar dois gols em um curto espaço de tempo, o Pé de Pano tentou diminuir com Matheus, que realizou boa jogada ao conduzir a bola para o meio da quadra e chutar rasteiro na direita do goleirão. Todavia, este segurou a vantagem para o TNT.

Em uma jogada um tanto quanto surpresa, Victor, camisa 2 da equipe azul, surpreendeu a todos ao chutar fraco, mas no cantinho direito do gol adversário, sem dar chances para o goleiro agarrar – já que este estava com a visão tampada. Com três gols na frente do rival, o TNT diminuiu o ritmo e passou a jogar de maneira mais tranquila.

Pouco tempo antes de o árbitro soar o apito, Lucas teve oportunidade de diminuir para sua equipe, mas foi parado de forma fenomenal pelo arqueiro, que defendeu com a perna. O primeiro tempo foi marcado por um futebol de característica ofensiva por parte do time em vantagem e por ótimas defesas de Mateus – realmente inspirado no dia.

Depois do pequeno intervalo, esperava-se uma condução de jogo leve da parte da equipe que estava ganhando de 4 x 1, mas não foi isso não aconteceu. No primeiro lance de perigo, Kaua aproveitou contra ataque, fez finta de corpo, deixou a bola correr e chutou de perna esquerda na direita do gol, pegando o goleiro que ainda estava frio.

A partida já parecia finalizada quando, mais uma vez, a equipe de azul marcou um bonito gol. Dessa vez, o autor foi Luis Gustavo, que aproveitou boa jogada de Rafa e bateu no canto esquerdo de Ti.

Até os quinze minutos da segunda etapa só dava TNT. Presenciando isso, o treinador da equipe de branco pediu tempo para conversar com seus atletas. Na volta, Dadá marcou sem goleiro após jogada bem trabalhada de seu time, diminuindo um prejuízo na estreia que indica maus tempos ao time de Rafinha.

Na próxima rodada, o Pé poderá se redimir caso vença o perigoso Derrubada. Já o TNT enfrentará o Só Quem Sabe, equipe que certamente entrará em campo embalada pela goleada sobre o Roleta Russa Clássico.

Rabeloska 7 x 3 XTJ

ECONOMISTAS GOLEIAM VETERANOS DO XTJ


Equipe formada por ex-alunos de Economia do Mackenzie mostra futebol convincente e mostra por que é considerada uma das favoritas na competição

Por Luis V. Andreassa

Apontado como um dos favoritos para o título da Série Bronze, o Rabeloska de André Varanda fez 7 x 3 no XTJ logo no primeiro jogo, correspondendo às expectativas depositadas sobre a equipe. Com o perdão do trocadilho, o time de ex-alunos de Economia do Mackenzie não economizou no bom futebol e poderia ter feito uma goleada ainda mais sonora se tivesse caprichado mais nas finalizações contra o adversário, já que este quase não ofereceu resistência.

Desde o primeiro minuto, o time alvirrubro mostrou a que veio e dominou completamente o XTJ em todos os setores do campo. Com entrosamento e troca eficiente de passes no meio e no ataque, a primeira chance chegou antes de ser completado 1 minuto de jogo, com André Varanda (ou “Dick Vigarista”, se preferirem) exigindo boa defesa de Johny Negão.

O goleiro, aliás, foi um dos destaques do jogo pela péssima atuação e pela insegurança demonstrada em bolas fáceis. As investidas do Rabeloska iam se tornando cada vez mais perigosas devido às jogadas de André e Ibraim, além das subidas sempre eficientes de Espaguete – um dos melhores em campo, visto que mostrou qualidade tanto na marcação como no apoio ao ataque.

Aos 9 minutos, o XTJ chegou com perigo em cruzamento pela direita, obrigando o zagueiro Markão a mandar a bola na trave da própria meta. Mas logo depois a superioridade da equipe mackenzista se transformou em bola na rede. Espaguete recebeu lançamento em profundidade no contra-ataque e, na saída do goleiro, tocou para o capitão Barata, que só teve o trabalho de empurrar a bola para o gol.

Pressionados, os zagueiros Vinicius e Bolacha do XTJ tinham dificuldade para sair jogando e acabavam apelando para os lançamentos longos, dificultando a vida dos atacantes Kaká e Modesto, o que favorecia a pressão exercida pelo adversário. Diferentemente do time de uniforme do Tabajara, os zagueiros Markão – que quase meteu uma bola na trave aos 17 minutos – e Maradona do Rabeloska faziam bem o seu papel. Esse panorama favoreceu Ibraim, que pôs Johny Negão para trabalhar ao mandar um chute potente de peito de pé em direção ao gol adversário. Porém, no lance seguinte, o próprio camisa 20 anotou o seu tento com uma bela finalização de fora da área que acertou o ângulo da meta adversária.

A situação do jogo parecia não ter mudado no começo do segundo tempo. Após alguns segundos de bola rolando, Filipo Guiñazu bateu forte de fora da área para ampliar a vantagem. Mas como dito acima, a inércia da partida era aparente: quando o jogo se mostrava decidido, o XTJ mostrou muita raça para reagir e chegou muito perto do empate. Aos 3 minutos, Kaká acertou um petardo de peito de pé no ângulo de Tássio. No minuto seguinte, André Modesto recebeu de frente para o gol e tocou no canto, na saída do goleiro. 3 x 2.

Quando tudo indicava um equilíbrio entre as equipes, o técnico do Rabeloska pediu tempo para reorganizar a sua equipe e esfriar um pouco o jogo. A estratégia aparentemente decidiu a partida, uma vez que os jogadores voltaram com os ânimos renovados. Tanto que no lance seguinte, Caio acabou com a alegria do time amarelo e azul com um chute rasteiro, cruzado, certeiro, que surpreendeu o guarda-metas. Com isso o domínio da partida voltou para os pés do Rabeloska, que seguiu tentando marcar o quinto gol. Não fossem as oportunidades perdidas pelos atacantes, o placar do embate teria sido ainda mais elástico.

Só aos 18 minutos o marcador foi movimentado novamente, com André “Dick Vigarista” aproveitando rebote do goleiro. Logo depois, o próprio André fez o sexto do time vermelho e branco com um chute cruzado. Ainda houve tempo para Cássio “Stevie Wonder” fazer o sétimo aos 24 minutos e Kaká descontar para o XTJ com um chute de esquerda no cantinho, dando números finais ao jogo. No fim, a goleada poderia ter sido maior para o Rabeloska, mas foi o bastante para provar o favoritismo deste na competição.

My Balls 6 x 3 Real Vuvuzelas

MY BALLS APRESENTA ESTABILIDADE E VENCE VUVUZELAS


A despeito da falta de coesão do rival, armada celeste controla maior parte da partida e mostra que tem talento para ir longe na competição

Por Renato Malaguti

Mal o embate começara e o Real Vuvuzelas já ameaçava o arco do My Balls. No primeiro lance da partida, Vitão acertou a trave do arqueiro Gabriel com uma cabeçada, provocando entusiasmo na torcida – que, a despeito de estar em menor número que a do rival, mostrou que sabia fazer barulho. Todavia, o My Balls logo mostrou entrosamento em uma jogada bem trabalhada envolvendo Agenor: o jogador driblou um próximo à linha de fundo, trespassou a área e tocou para Vinicius fazer o primeiro gol da partida.

Até os dezoito minutos só deu My Balls, que, mesmo com a vantagem do placar, criava mais chances de ampliar do que sofrer o gol de empate. Aos seis minutos, Agenor cabeceou em uma jogada de escanteio, obrigando o goleirão Kaio a fazer uma difícil defesa. Cinco minutos depois, após receber ótimo passe de calcanhar feito por Marcelo, Agenor voltou a ameaçar o gol adversário. Porém, a bomba desferida pelo atacante passou pela linha esquerda do gol.

Além de estar sob pressão, o Real Vuvuzelas parecia um pouco apagado no jogo. A última ação relevante da equipe no primeiro tempo foi um contra-ataque conduzido por Valter minutos antes de o árbitro decretar o intervalo. Contudo, o jogador pecou na hora de finalizar, acertando a trave.

Assustado com a investida do adversário, o My Balls viu que não podia perder mais oportunidades, visto que, no futebol, a vantagem de um gol no primeiro tempo pouco significa. Em um lance a la futsal, Paulo tocou para Rodolfo, que protegeu e devolveu a redonda para seu companheiro acertar de primeira uma bomba no canto direito de Kaio.

Na volta do intervalo, o Vuvuzelas diminui com Vitão – atleta responsável por quase todas as jogadas de perigo da equipe. O jogador bateu na direita do goleiro, que até foi na bola, mas não a alcançou.

Sem dar chance para o rival entrar de vez no jogo, a equipe do My Balls ampliou com mais dois gols. O primeiro foi de autoria de Vinicius, que com um belo chute fez o balaço estalar na trave e escorrer para dentro do arco. Já o segundo foi fruto de uma tabela de Agenor e Vinicius, de contra-ataque: após deixar o goleiro para trás e tendo apenas um zagueiro à frente, Agenor anotou seu segundo ao chutar bem no meio do gol.

Mesmo perdendo por três gols de diferença, a trupe das cornetas não desistia e ia pra cima, principalmente com a dupla Vitão e Rapha. No entanto, muitas chances foram brecadas graças às intervenções do goleirão Gabriel. Somente aos quinze minutos, depois de muita pressão, o time verde conseguiu diminuir. Em investida pelo flanco esquerdo, Rapha passou por um e chutou muito forte, sem chances de defesa.

Vendo que faltava pouco menos de dez minutos para o fim do jogo e que sua equipe perdia por apenas dois gols, o treinador do Real Vuvuzelas pediu tempo técnico com o intuito de esfriar o adversário. Entretanto, a estratégia não fui o suficiente para mudar o quadro da partida. Sem dó nem piedade, Pedro marcou o sexto do My Balls ao acertar uma bomba no meio do gol de Kaio - que nem viu a cor da bola. Segundos antes do soar do apito, Valter conseguiu diminuir a goleada ao concluir um lançamento de Pizzoti.

Com uma vitória por três gols de diferença, a equipe do My Balls mostrou que não se inscreveu no campeonato para brincadeira, evidenciando que pode levar perigo até aos mais fortes da chave. Na próxima rodada, a equipe pega o Xarope Também Joga, enquanto o Real Vuvuzelas enfrenta o Basicus – time que, apesar de ter sido derrotado pelo Lunáticos na estreia, apresentou um futebol bastante ofensivo.

Xoras 3 x 2 Bonde dos Abelhas

XORAS COMEÇA BEM E GARANTE VITÓRIA NOS ÚLTIMOS MINUTOS DE JOGO


Em partida disputadíssima, iniciante Xoras sai na vantagem graças ao desempenho de Zappa

Por Renato Malaguti

O Bonde dos Abelhas tentou abrir o placar logo no primeiro minuto de jogo com ofensiva de Rafael, que trespassou a grande área rival e bateu de longe em direção ao canto esquerdo de Tata. No susto, o arqueiro espalmou a redonda para escanteio. O lance aparentemente intimidou a trupe do Xoras, já que esta errou muitos toques de bola nos minutos seguintes, além de fazer várias reversões nas cobranças de lateral.

No entanto, Pimenta tomou para si a responsabilidade de mudar o quadro da partida e, aos 7 minutos, pôs em cheque a defesa dos abelhudos: o craque do Xoras limpou dois zagueiros da equipe adversária e chutou forte para o gol de Thiago. Porém, o goleiro conseguiu rebater o balaço em direção à trave.

Aos 11 minutos, Cris rompeu o jejum de gols da partida ao chutar no cantinho direito de Tata, marcando 1 x 0 para o Bonde das Abelhas. Mas a equipe do Xoras não deu tempo para o rival comemorar, visto que empatou logo em seguida com uma jogada oportuna de Zappa.

Faltando menos de cinco minutos para o intervalo, o treinador do Xoras pediu tempo técnico para reorganizar seus atletas na tentativa de abrir vantagem ainda no primeiro tempo. Contudo, as dicas do técnico de nada adiantaram, visto que só dava Bonde dos Abelhas em campo.

Logo aos dois minutos do segundo tempo, Zappa surpreendeu o goleiro Thiago com um chute de longa distância que atingiu o cantinho direito deste. Xoras 2 x 1 Bonde das Abelhas.

Até os quinze minutos, o jogo seguiu parelho, com ambas as equipes criando boas oportunidades de gol. Enquanto o Xoras apostava nas jogadas individuais de Zappa, a esquadra amarela tinha em Marca sua esperança de reverter o placar desfavorável. Mas coube a Cris devolver o equilíbrio à peleja: após o técnico dos abelhudos pedir tempo, o camisa 5, Cris Campos, num salto incrível, cabeceou no canto direito do goleirão.

Depois de conquistar o empate, a trupe do bonde seguiu pressionando a fim de virar o jogo e sair vitoriosa da quadra. Isso só não aconteceu graças a excelentes defesas de Tata, peça fundamental no time do Xoras.

Faltando aproximadamente quatro minutos para o término da partida, Zappa marcou seu terceiro gol e decretou fim de jogo com um chute colocado no canto superior esquerdo, próximo ao ângulo. Aturdido com a velocidade do lance, o goleiro sequer pulou. A partir daí, coube ao Xoras administrar o placar até o apito final.

Com uma bela vitória de virada, Zappa e sua equipe seguem com moral para o embate contra o Clube Atlético da Vila, um dos destaques do grupo B. A tarefa do Bonde das Abelhas supostamente será mais fácil, visto que este pega Os Mostarda - equipe que, tal qual o Real Vuvuzelas, precisa se reabilitar urgentemente nas próximas rodadas.

Só Canelas 7 x 1 Os Mostardas

SÓ CANELAS PASSEIA EM CAMPO E ATROPELA OS MOSTARDA


Sem a menor inspiração, mostardianos dão brecha para Felipe e Niel brilharem em campo

Por Luiz V. Andreassa

No segundo jogo da tarde realizado na quadra número 4 tivemos o duelo entre Os Mostarda e Só Canelas. Se na partida anterior o Só Quem Sabe passou fácil pelo Roleta Russa Clássico, o cenário não foi diferente desta vez. Todavia, o placar desse embate foi ainda mais elástico que a goleada do SQS : 7 x 1 a favor do Só Canelas.

Apesar da superioridade demonstrada pelo time de preto, o jogo começou melhor para Os Mostarda, que tentaram imprimir um ritmo forte nos primeiros lances. No primeiro minuto, Biel balançou as redes pela primeira vez ao chutar forte e cruzado, no canto inferior direito do goleiro Johny, que não teve chances de defesa. Porém, aos poucos o jogo foi equilibrando e passou para o domínio do Só Canelas depois que Niel empatou aos nove minutos de jogo: o atacante aproveitou bola sobrada na pequena área, posicionou-se cara a cara com o goleiro Polito – que já vinha mostrando serviço na partida – e mandou para as redes. O guarda-metas foi bem no lance e chegou a tocar na bola, mas não conseguiu segurá-la devido à força do chute.

Com o empate, a armada negra melhorou e criou boas chances de gol, chegando principalmente com Felipe e Dinho em jogadas rápidas de bom toque de bola. Os Mostarda até conseguiram chegar algumas vezes no campo adversário e chutar para o gol, mas o destaque do time no primeiro tempo foi mesmo o goleiro Polito, que evitou um resultado pior.

O segundo tempo acabou como começou o primeiro, com o Só Canelas atacando bem, tanto nas jogadas trabalhadas quanto nas arrancadas de seus principais jogadores. Destaque para Boboca, que acertou uma bomba na trave adversária aos quatro minutos. Pouco depois, Polito salvou Os Mostarda mais uma vez ao barrar um belo voleio de Gu, fruto de rebote de uma bola afastada pela zaga amarela. Porém, após confusão na área mostardiana, não teve jeito: Carlinhos pegou a sobra e mandou para as redes, virando o jogo, aos nove minutos.

Depois disso o que se viu foi um jogo de ataque contra defesa, com o Só Canelas pressionando o time de amarelo. Este, por sua vez, se limitava a ficar na retaguarda tentando explorar eventuais erros da zaga adversária em contra-ataques – erros esses que não aconteciam, uma vez que os defensores do time de preto estavam bem, enquanto os atacantes mostardas pareciam sem inspiração.

Para completar, dois golaços do Só Canelas mataram o jogo. Rê cravou um balaço no canto do goleiro após receber bola de um companheiro que fez o pivô com muita competência. Logo depois, Tony aproveitou um contra-ataque bem armado e mandou uma bomba de primeira no ângulo esquerdo. Tamanho foi o efeito do chute que a bola ainda bateu na trave antes de entrar e morrer no fundo das redes.

Uma vez que Os Mostarda tinha de ir para o ataque, a partida virou um passeio para os jogadores do Só Canelas. Valendo-se da fragilidade da zaga adversária, a trupe literalmente passou a brincar de fazer gols. Aos 22 minutos, Niel aproveitou rebote do goleiro após um contra-ataque muito bem armado para fazer 5 x 1. Em seguida, Felipe saiu na cara do gol e tocou entre as pernas do goleiro. E ainda teve tempo para mais um, de autoria de Rê, que recebeu passe açucarado na boca do gol e só empurrou para as redes para fechar a merecida goleada.

Irado´s 2 x 1 Império Celeste

IRADO’S PASSA SUFOCO, MAS ESTREIA COM PÉ DIREITO NA BRONZE


Time dos irmãos Eirado sofreu com a pressão do Império Celeste, e com os gols perdidos, mas saiu vitorioso; Dani Jales e Bento foram decisivos no triunfo

Por Douglas Almasi Santos

Foi sofrido. Diante de um adversário mais entrosado, o Irado’s passou por apuros em sua estreia no II Chuteira de Bronze. Porém, o time dos irmãos Eirado – com a liderança do camisa 8, Dani Jales, dentro de quadra – superou a falta de conjunto na parte final do jogo, ante o Império Celeste, e cravou sua primeira vitória na história do Chuteira de Ouro. Mesmo aliviados com o resultado, Will e Weinny Eirado não se deram por satisfeitos: esperam o time menos ansioso, e com uma melhor pontaria, na rodada seguinte. Já o Império amargou mais um revés, e já soma 3 jogos sem vitória dentro da Série Bronze (seu último triunfo foi em 23 de outubro de 2010, quando goleou o Carrossel Cevadês por 4 a 1, válido pelo I Chuteira de Bronze).

A tarde ensolarada foi brindada com fortes emoções. Junto ao alambrado, a mostra do entusiasmo das duas equipes: de um lado, a bandeira do Império nas cores azuis e brancas, e do outro lado, o tricolor – branco, vermelho e preto – da bandeira do Irado’s. Com boa presença de público, o Império começou melhor. E quase abriu a contagem: cobrança de lateral na área, Quevas apareceu no meio da zaga e desviou, mas Alan salvou com a ponta dos dedos gol iminente. Em seguida, cobrança de escanteio, Guedes testou firme, porém, Alan estava atento e espalmou a bola à linha de fundo. Passado o susto inicial, o Irado’s se acertou em quadra, e passou equilibrar o duelo.

Dani Jales, do meio da quadra, surpreendeu com forte chute, que passou próximo ao ângulo esquerdo de Maqueda. O habilidoso meia do Irado’s mostrava determinação, e comandava as ações de meio de quadra do time. Quem ganhou com isso foi a equipe. Paulo Gama recebeu na entrada da área, e chutou de bico para fora. Depois, o próprio Paulo Gama deu uma cavadinha na bola lançando na área, Will apareceu de cabeça, mas sua tentativa tornou-se um tiro de meta. Mais Irado’s, e mais Will desperdiçando chance: Dani Jales soltou a bomba da intermediária, porém, na trajetória, estava o corpo de Will, que não se desvencilhou, e acabou ‘evitando’ a abertura no marcador.

O jogo ora pendia para o lado do Império, ora pro Irado’s. Bento, reforço oriundo do DPGamos, arriscou chute despretensioso do meio da quadra e carimbou o travessão de Maqueda. O time celeste, que explorava muito bem as jogadas aéreas, respondeu: cobrança de escanteio, Morales desviou, e a bola saiu por muito pouco. Neste instante, já estava em quadra a promessa de gols pro ataque irado: Caballero (ex-Voando Baixo). O artilheiro entrou cheio de gás: recebeu na entrada da área, girou o corpo e carimbou o pé da trave esquerda. O gol do Irado’s amadureceu. Poderia ter saído após abertura de Negão à direita para uma linda jogada de Dani Jales, o camisa 8 foi à linha de fundo, fintou o goleiro - que saiu desesperado -, e chutou, mas a zaga salvou em cima da linha. Mas, depois, o sistema defensivo do Império falhou, deixando Bento livre, após lançamento, para dominar e abrir o marcador. Vantagem ao Irado’s no último lance da etapa primeira.

Nos 25 minutos derradeiros do embate, muita gana – e um show de gols perdidos. O Irado’s começou com chute de Dani Jales que passou por cima da meta de Maqueda, sem perigo. Morales respondeu pro Império, chutando, da entrada da área, para fora. Não demorou, e o placar foi mexido: Bento foi acionado na ponta esquerda, dominou e cruzou a Rafael Hornero que só teve o trabalho de empurrar às redes. Festa do Irado’s, que abria vantagem de dois tentos. Porém, no minuto seguinte, o time vacilou: Quevas recebeu na direita e, sem marcação, arriscou o chute, a bola bateu na trave e entrou. O Império diminuiu, e esquentou a peleja.

O que se viu, a partir dos 2 a 1, foram duas equipes desesperadas, mas de formas distintas. O Império lançava-se ao ataque atrás do gol de empate. Troca de passes, Guedes chutou cruzado, mas a bola saiu. Em jogada de contra-ataque, Quevas avançou pelo flanco direito, e tocou a Guedes que desviou, mas Alan, novamente, salvou o gol de empate. Já os torcedores do Irado’s – como o xerife da zaga do Acidus, Lói – se descabelavam com o festival de oportunidades perdidas. Primeiro com Caballero, que foi lançado, dominou com estilo, mas Maqueda pôs a escanteio. Na sequência, foi Will quem testou os nervos dos torcedores: ele recebeu passe livre na entrada da área, mas chutou fraco, desperdiçando chance clara de liquidar o jogo. No fim, Caballero teve três excelentes oportunidades, mas sucumbiu em todas elas. O artilheiro desperdiçou a chance de marcar com a camisa do seu novo time.

Todavia, os gols desperdiçados não fizeram falta, e o time dos irmãos Eirados conseguiram o triunfo. Vitória do Irados’s por 2 a 1, largando bem no grupo B.

Tudo Bacana 15 x 3 Haka

TUDO BACANA FECHA PRIMEIRA RODADA COM GOLEADA ARRASADORA


Duelo desigual expõe a fragilidade defensiva do Haka e o competente ataque do time dourado

Por Luiz V. Andreassa

O último jogo da primeira rodada do II Chuteira de Bronze foi aquele que mais fez a rede balançar. O Tudo Bacana dominou completamente o Haka e aplicou uma goleada incrível por 15 a 3. O time dourado foi superior durante todo o jogo e aproveitou a fragilidade da defesa adversária para conseguir a vitória.

Desde o primeiro minuto, o Tudo Bacana mostrou que não estava para brincadeira e pressionou o Haka, chegando bem ao ataque com Thiago e Leandro. Apesar da pressão, o placar só foi aberto aos 13 minutos, visto que a trupe dourada desperdiçou várias oportunidades. Em cobrança de escanteio, o baixinho goleiro Fiorini saiu mal para tentar cortar o cruzamento, deixando a bola livre para Marcelão apenas desviar de cabeça para o gol aberto. Pouco tempo depois, Diego aproveitou o rebote de um chute de Leandro para ampliar a vantagem.

Com a dificuldade do Haka para sair jogando, o Tudo Bacana passou a ameaçar o arco inimigo constantemente com finalizações de longa distância, além de investidas que tinham Diego como pivô. O último gol do primeiro tempo foi marcado aos 27 minutos, quando Igor avançou pela direita, driblou bem seu marcador e cruzou para Victor completar.

Apesar da derrota parcial por 3 a 0 no final da primeira etapa, o pior ainda estava por vir para o Haka. O ataque do Tudo Bacana fez em 3 minutos o que havia feito em quase vinte e sete na primeira metade do jogo. Primeiro, Thiago driblou pela esquerda e bateu sem chances de defesa. Em seguida, o próprio camisa 10 fez o quinto após receber toque preciso e ficar de frente para o gol. Por fim, Leandro bateu à esquerda do goleiro para ampliar.

O time alvinegro bem que tentava ir para cima para diminuir a desvantagem no marcador, mas faltava com criatividade na hora tecer ofensivas eficientes - o que deixava o atacante Ivo isolado na frente. Com isso, a superioridade do Tudo Bacana se tornava cada vez evidente devido à incapacidade dos zagueiros adversários acompanharem as rápidas investidas do ataque. Thiago fez mais um aos 10 minutos e, segundos depois, Leandro marcou um dos mais belos gols da partida: sem pular ou deixar a bola cair, o jogador chutou de voleio direto ângulo do goleiro.

A partir daí o jogo virou uma festa para o Tudo Bacana, que anotou mais três com Walter – com direito a drible no goleiro -, Leandro e Victor em apenas 2 minutos. O Haka ainda conseguiu descontar com Tavares após este receber pela direita e tocar na saída do goleiro. Pouco depois, Walter e Anselmo anotaram mais dois na conta do Tudo Bacana, esticando o placar para 13 x 1. Tavares fez o seu segundo e diminuiu a conta para o alvinegro logo na sequência.

Nos instantes finais, Igor ampliou a já enorme vantagem do Tudo Bacana para 14 gols. Bastian devolveu em seguida, anotando o terceiro e último do Haka. Por fim, Filipe fechou goleada esmagadora do time em nada modestos 15 x 3.

Superior desde o primeiro minuto de jogo, o Tudo Bacana mereceu o resultado – apesar de ter contado bastante com a péssimo desempenho do setor defensivo do Haka. Um placar que põe a moral do time de dourado no alto e já garante um passo à frente dos adversários no saldo de gols.

Clube Atletico da Vila 4 x 1 Toque Me Voy

CAV ESPANTA NERVOSISMO E GARANTE TRIUNFO COM GOLEADA NO FINAL


Com nítida superioridade técnica, equipe consegue vantagem e segura vigor físico do Toque Me Voy para marcar seus três primeiros pontos

Por Rodrigo Amaral

A edição do Chuteira de Bronze nesse semestre cresceu e agora conta com 24 equipes, sendo 14 delas estreantes. Em meio a tantas equipes misteriosas, é comum ouvir discussões nos bastidores acerca de quem será o saco de pancada do torneio ou quem já larga como favorito. Nessa edição, o rótulo de favorito caiu para duas equipes novatas: o Rabeloska e o Clube Atlético da Vila.

Com a responsabilidade que, provavelmente, levará até o fim do campeonato de mostrar um bom futebol, o CAV enfrentou às 15h30 na quadra 4 o Toque Me Voy - também estreante - e não decepcionou. O time ditou o ritmo da partida e correspondeu às expectativas dos que nele vinham apostando, apesar de demonstrar um nervosismo compreensível em se tratanto de estreia.

O favoritismo do CAV foi demonstrado logo no início da primeira etapa, aos 5 minutos, quando Vitinho, com um petardo, exigiu uma ótima defesa do goleiro Alonso. Mas não deu tempo nem do TMV respirar, visto que, no minuto seguinte, Vitinho chutou cruzado para abrir o placar.

E o CAV seguia atropelando. Aos 10 minutos, mais um chute forte na meta do TMV, dessa vez de Cainho, que mandou a bola no travessão. A mesma trave foi protagonista do embate quatro minutos depois, quando barrou uma cobrança de falta de Martin.

Depois de duas bolas na trave, o time da vila só não ampliou o placar porque o goleiro do TMV fez um milagre após acompanhar a tabela entre Julinho e Francisco e defender cara a cara o chute do camisa 17.

Depois da pressão que tomou durante todo o primeiro tempo, a única chance clara de gol do TMV veio aos 19 minutos, com uma bola na trave do atacante Edu Xavier. Após isso, o jogo seguiu parelho até o fim da primeira etapa.

No segundo tempo, o jogo seguiu novamente com superioridade do CAV. A pressão, porém, acabou aos 9 minutos, em um lance bastante polêmico envolvendo o jogador Hugo: o atleta do CAV se envolveu em uma dividida na lateral da quadra e o juiz marcou a falta contra seu time, advertindo-o com um cartão amarelo. Alegando que o adversário o teria acertado com um soco no rosto, o camisa 7 não parava de reclamar. Por conta disso, tomou cartão azul. A bola continuou rolando e mesmo fora da quadra o insistente jogador continuou gritando para o árbitro. Com a paciência esgotada, o juiz usou a sua última alternativa, e, por fim, sacou o vermelho, expulsando Hugo da partida.

Os demais jogadores do CAV aparentemente ficaram intimidados com a saída do companheiro. Foi então o momento do TMV mostrar futebol e tentar o empate. E o gol veio enfim aos 17 minutos, com uma cabeçada de Renê.

O empate acordou o CAV novamente, fazendo com que, em pouco tempo, o time desempatasse e acabasse com o jogo. Tanto que, segundos depois, Pedrão em chute cruzado já ampliava o placar para seu time.

A partir de então, os gols surgiram facilmente. Primeiro, um contra ataque infalível aos 22 minutos que terminou com gol de Francisco. Em seguida, Vitinho aproveitou falha do goleiro para anotar o seu segundo e fechar o placar em 4 a 1 para o Clube Atlético da Vila.

Coringa 4 x 3 Derrubada

CORINGA TEM VITÓRIA APERTADA SOBRE DERRUBADA


Bufões fazem primeiro tempo excelente, mas quase cedem empate

Por Rodrigo Amaral

Não faltou emoção no jogo entre Coringa e Derrubada. Após um primeiro tempo fantástico e uma vitória parcial de 4 a 0, o Coringa voltou apagado no segundo tempo e permitiu que o Derrubada fizesse 3 gols, quase conseguindo um empate heróico.

A vitória do Coringa começou a ser construída antes de ser completado o primeiro minuto de jogo: com chute firme, Farias estreou o marcador para os bufões. Com o placar favorável e a posse de bola maior, parecia ser questão de tempo para a goleada ser formada. Porém, demorou mais do que o esperado.

A bola rodava o tempo todo nos pés dos habilidosos e pacientes coringas, que só voltaram a oferecer perigo ao goleiro do Derrubada onze minutos depois do primeiro gol. Primeiro com Daniel Capel, que lançou um petardo para explodir na trave rival; depois no rebote, com Renato Pupo, que, mesmo na cara do gol, mandou a bola para a linha de fundo.

Ao que parece, o Coringa queria emoção, uma vez que deixou o melhor para os últimos 5 minutos da primeira etapa. Aos 20 minutos, Pupo ampliou o placar com chute no canto. Logo em seguida, o time do Coringa roubou a bola e anotou mais um gol, desta vez de autoria de Farias. Ainda havia mais tempo. Dois minutos depois, Pupo fez bela jogada individual e tocou para Rafael Carvalho fazer o quarto do seu time.

Com o primeiro tempo fechado em 4 a 0, a previsão era de mais gols do Coringa na segunda parte da partida. Porém, o time voltou com a sensação de dever cumprido e se limitou a esperar as definições das jogadas pouco criativas do Derrubada. Pouco criativas, mas eficazes em cima de um sistema defensivo não tão bom quanto o ofensivo.

A frágil defesa do Coringa foi testada logo no segundo minuto de jogo e já não demonstrava a confiança de outrora. Em bate-rebate dentro da área, a bola sobrou pingando para Rica, que, sem goleiro, perdeu o gol. Era só um aviso. No minuto seguinte veio a redenção: gol do Derrubada em lance parecido. Novamente a bola sobrou, e dessa vez para Telles, que não perdeu e deu início à reação do seu time.

Com poucas jogadas de risco para os dois times, o jogo se estendeu amarrado até os 21 minutos, quando Telles, novamente bem posicionado, diminuiu para o Derrubada. Em seguida, em uma rápida saída de bola no meio de campo, o Coringa partiu para o ataque com tudo e mandou duas bolas na trave.

Faltando 4 minutos para o final e com dois gols de diferença, o Derrubada foi com toda a força para o ataque. Aos 23 minutos, a trupe conseguiu descontar mais uma vez com ele, o competente e oportunista Telles, em jogada parecida com a de seu gol anterior. Esse foi o último e tardio suspiro do Derrubada, que, a despeito de todos os esforços empregados, não conseguiu evitar a vitória do Coringa por 4 a 3.

Lunáticos 6 x 5 Basicus

LUNÁTICOS VENCE BASICUS DE VIRADA NOS MINUTOS FINAIS


Brilhante atuação de Ale garante vitória de virada ao time novato

Por Renato Malaguti

Desde o início da partida, o Lunáticos teve ousadia e qualidade em suas ofensivas. Tanto que, no primeiro lance de perigo, aos três minutos, Flavio abriu o placar para sua equipe ao explorar bem o flanco direito da quadra e cravar uma bomba praticamente indefensável no gol adversário. Foi um gol muito comemorado pela torcida, que compareceu em peso no Playball para assistir a estreia do seu time.

Mesmo com a vantagem, a trupe dos desequilibrados seguiu investindo com audácia na tentativa de ampliar o placar. Cinco minutos depois do gol feito por Flavio, Ale tentou marcar, chutando colocado no canto direito. Contudo, o arqueiro Roland fez uma excelente defesa e não deixou rebote. Logo em seguida, após bom passe de Caio, Ale desperdiçou outra oportunidade. Uma das máximas do futebol diz que “quem não faz, toma”. E nesse embate não foi diferente: aos treze minutos, em uma jogada iniciada por cobrança de falta de Kinho, Rafa pegou o rebote e meteu o pé, deixando o placar tudo igual.

Poucos minutos depois, empolgado devido ao gol de empate, o time do Basicus pressionou seu rival e conseguiu a virada em uma falha do goleiro adversário. Kinho assinou o gol. Todavia, o time de branco não se abalou psicologicamente e voltou a ir para cima do rival. Flavio levou perigo à grande área adversária com um chute alto que passou raspando no travessão. Instantes depois, em uma jogada de pura habilidade, Ale driblou dois, cortou o goleiro e encheu o pé em direção ao ângulo direito. Lunáticos 2 x 2 Basicus.

A essa altura do prélio, cada tirada de bola pelo setor defensivo do time de rosa era motivo para entusiasmo dos integrantes, seguida de muitos gritos da torcida. Faltando um minuto para o término da primeira etapa, em um lance de muita sorte, Kinho chutou e contou com o desvio de Cláudio para fazer o gol que garantiria a vitória parcial do Basicus.

Após o intervalo, logo aos dois minutos de bola rolando, Ale (sim, de novo ele) fez mais um ao acertar um chute potente na esquerda do goleiro. Eufórico com lance, o atacante olhou pra torcida, bateu no peito e deixou de lado a modéstia: “Eu sou foda”, bradou.

Logo após o gol de empate, o time do Lunáticos perdeu boa chance com Caio. Roland defendeu seu chute rasteiro no canto e, mais uma vez, não deixou rebote. O Basicus não se intimidou com as investidas e logo devolveu com dois gols: um de Cava, em uma rápida jogada de contra-ataque; e outro de Bolas, que cabeceou a redonda para a rede após cruzamento de Puff.

Mesmo perdendo por dois gols e faltando menos de dez minutos para o término do embate, o Lunáticos foi com tudo para cima do rival. Ale, mais uma vez, foi a peça fundamental: o atacante empatou a partida ao anotar mais dois para sua equipe. No lance do primeiro, ficou cara a cara com Roland e chutou forte. O goleirão ainda tocou na bola antes dela entrar. Em seguida, o craque dos alucinados valeu-se de uma assistência de Flávio, bem como do fato de o arqueiro estar com a visão tampada, e matou a redonda com um chute a la Carlitos Tevez.

Faltando cerca de quatro minutos para o encerramento do jogo, Flavio – que, assim como Ale, estava inspirado – recebeu bom passe de Cláudio e decretou o fim da partida ao marcar o sexto de sua equipe.

Se a peleja com o Basicus foi difícil do começo ao fim, o próximo confronto promete ser ainda mais duro para o Lunáticos: a trupe laranja enfrentará o Rabeloska, vice-líder do grupo A e um dos favoritos do campeonato. O Basicus, por sua vez, duelará com o Real Vuvuzelas, que será presa fácil se não corrigir suas deficiências.

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