Apenas Guaxupé e Baixada de Munique – este último mesmo folgando – poderão comemorar acessos neste sábado. A 7ª semana do Chuteira no semestre, então, terá jogos que encaminharão situações para as duas últimas rodadas. As emoções serão igualmente as mesmas, pois times poderão garantir classificações antecipadas ao mata-mata ou escapar (ou se afundar mais) do rebaixamento. A rodada terá, também, a estreia das meninas boas de bola no Chuteira Girls.
Nenhuma partida da Ouro será ‘a decisiva’, o que torna Fora de Série x Arouca o grande jogo da rodada, num clássico que já definiu algumas vezes um semifinalista dourado. A história joga a favor do tricolor, que costuma derrubar o Forão na chamada ‘hora do vamos ver’, mas Dacal vem fazendo trabalho consistente e tem tudo para ajudar o time a reverter esse incômodo problema chamado Aroucão. Ainda terá o reencontro do Wake ‘n’ Bake com seu algoz na última edição da Prata, o HidroNG – com, de novo, amplo favoritismo do WB, já que o time está numa surpreendente 3ª posição em seu grupo.
Na Ouro, será rodada de encaminhamentos à segunda e derradeira fase, algo parecido com as outras divisões. Alguns times devem garantir presença no mata-mata, caso do Interativo na Série Bronze, que se vencer o Lokomotiv alcançará pontuação suficiente para passar de fase. Assim como o Basicus na Aço.
O time liderado por Rodrigo Barath fará o principal duelo da divisão ante o Voando Baixo, e quem está de olho no confronto direto é o Baixada de Munique – que descansa na rodada. Caso a Fênix vença, classificar-se-á matematicamente à fase final e ainda terá uma ponta de esperança para retornar à Bronze via grupo. O VB, vencendo, dará a primeira posição ao Baixada e o consequente acesso bronzeado.
Na Prata, TeJanto e Guaxupé poderão comemorar seus acessos à Ouro. Basta vencerem seus jogos e contar com as derrotas dos concorrentes diretos (Divino e TorceContra respectivamente). Porém, outra briga está boa: a fuga do rebaixamento. Então, o confronto Divino x All Games passa a ser o mais importante do Grupo B, uma vez que envolve liderança e descenso. Se o Divino vencer, melará momentaneamente o desejo dos famintos; se o AG alcançar sua segunda vitória, sairá do Z-2.
Na esteira da classificação no Chuteira 5, Maraca e Belini se encaram com um único objetivo: afirmação. O primeiro é o atual campeão da Copa Estrelato e era apontado como favorito à liderança, mas fez um início de competição sofrível, e apenas na última rodada figurou no G-6. Já o Belinão da Massa é a grata surpresa, intrometendo-se entre os times outrora apontados como ‘favoritos’. O caso da equipe de Mandella é mais simples: venceu ou empatou, tem praticamente garantida sua presença na fase final.
Briga boa acima dos 30 – Paralelamente acontecem os jogos do Chuteira Master, e Zap x Fúria Master roubará a cena na 4ª rodada. Os dois times fizeram uma partida cada e venceram, tornando-os líderes por pontos perdidos no Grupo B – ao lado do Fora de Série Master, com 3 pontos em duas partidas. Serão dois estilos de jogo diferentes, opondo os habilidosos jogadores do ainda desentrosado Zap contra os guerreiros que jogam juntos há anos do Fúria. O vencedor se garantirá na fase final.
Mulheres no comando – Fechando a 7ª jornada da Liga Chuteira de Ouro, será a vez de as meninas correrem atrás da bola. Começa o V Chuteira Girls, com um número considerado de equipes. Serão oito times, mesmo com o campeão da 3ª edição, o Rabisco, desistindo no decorrer da semana de estreia. Em seu lugar debuta o 7xPauline, ainda desconhecido do universo Chuteira.
Entretanto, o grande time a ser batido é um velho conhecido de roupagem nova. A equipe bicampeã Academia Competition muda de nome – passa a se chamar agora Independente. Assim, as meninas continuam na luta pelo tricampeonato, só que oficialmente isso não será mais possível. Uma nova história começa a André Sá e suas atletas premiadas, agora independentes.
Futsamba e IBGE abrem a competição com o primeiro sendo figurinha carimbada. Sob o comando de Gabs, as sambonas querem dar a resposta aos apresentadores do Planeta Chuteira – estes disseram que elas estão devendo futebol em comparação à campanha atual do masculino. Quanto ao IBGE, conhece-se sua fundadora, Lorena, a capitã da equipe, Tami Ayrosa e a artilheira, Marian. O estilo de jogo do time será apresentado ao circo do Chuteira justamente amanhã.
Invictus e Olímpia debutam no torneio. É de conhecimento que os invictenses queriam formar uma equipe feminina, e neste semestre conseguiram reunir jogadoras suficientes – entre namoradas e amigas dos jogadores. Já as olimpianas têm panca de formarem um time que joga juntas há tempo. Pistas são dadas através, por exemplo, do nome completo da equipe: Olímpia Escola de Futebol, fundado em 1994. Karina e Juliana são as goleadoras, e poderão mostrar o poderio de fogo olimpiano diante de um time, hoje, incógnito, mas com tradição no futebol feminino.
Fecha a rodada inaugural as já tradicionais Roleta Russa Dasmina e Imperial. Em princípio, trata-se de duas equipes candidatas a título – pelo menos no que tange a nome. O Roleta conta com um elenco que joga junto há bastante tempo, além de habilidosas meninas como Denise e Tenório. O Imperial, por sua vez, aposta em Roxane para, mais uma vez, tentar levantar o título. Algo que vem tentando, mas sem o sucesso antes sonhado.
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