Em cada início de Chuteira de Ouro, normalmente é especulado, principalmente após o sorteio das chaves, sobre os times favoritos ao tão almejado título. E sempre nas rodas se cogita e coloca o Joga 13. Para esta nova edição do Chuteira, parece que a tradição vai se manter.
Contudo, o histórico deste ano coloca o time de Rodrigo não tão alto na bolsa de apostas. Por mais que antes da disputa aparecesse no grupo dos favoritos, o 13, na última edição do Chuteira de Ouro, teve um rendimento muito aquém do que todos esperavam. Com uma campanha mediana (em oito jogos conquistou apenas três vitórias) o time amarelo e negro somente conseguiu a vaga para a fase final no jogo derradeiro do Grupo B. “Não teve uma queda individual mas sim coletiva. Sempre fomos um grupo unido, mas por conta de desentendimentos, falta de união, de organização e amizade não rendemos o que todos esperam do 13”, revela o capitão Rodrigo.
Mas o pior não é nem a má campanha do passado, mas sim a perda de seu artilheiro Lele, que teve confirmada lesão nos ligamentos e menisco e só volta ano que vem a jogar. Sem ele, responsável por cerca de 40% dos gols da equipe, o time perde a referência no ataque, o que vai forçar o time a mudar seu estilo de jogo. Para tanto, o 13 conta com as chegadas de Felipe e Alemão, promessas de que no Chuteira estarão presentes aos jogos, e a volta de Choco. “Com eles três e os demais atacantes que temos, vamos ver a melhor forma de jogar. Ainda não sabemos como vamos jogar”, despista Rodrigo. Além deles, de certo mesmo há a vinda de Jorge, ex-Forza Leone, e o retorno dos meias Daniel, destaque do time na pré-temporada, e Fino.
Mesmo de fora da equipe, Lele já afirmou que sempre que possível estará com seus companheiros do 13 para dar uma força. Sobre as expectativas para o campeonato, o atacante disse: “Além do forte grupo que temos, contamos com as chegadas de grandes nomes que já passaram pelo Chuteira. Com a união, que voltou, e a organização, com certeza brigaremos pelo título”.
Além das novas contratações, o Joga 13 parece ter uma nova filosofia, aposta que tem tudo para dar certo. No 13 agora é assim, “pagou-jogou”, não pagou, não joga. “A falta de pagamento em dia por parte de alguns jogadores não atrapalhava o time em si, mas atrapalhava no entendimento do time. Isso (do “pagou-jogou”) é apenas a nova filosofia do 13, que achamos que é a mais justa”, explica o capitão.
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