Neste sábado não apenas estará em campo contra o Joga 13 a forte equipe do Melville Power como também um tabu que persegue o 13 há dois torneios – a incapacidade de vencer nas semifinais, o que brecou por duas vezes o sonho da equipe de chegar às finais do Chuteira.
O Joga 13 estreou no Chuteira em sua terceira edição. Na ocasião, perdeu nas semifinais para o SNG, que se sagrou campeão sobre o Assurra. Na quarta edição, tropeçou no Acidus na mesma fase semifinal, criando sobre si o estigma de time “terceirinha”, ou seja, que só conquista o 3º lugar (em ambas as ocasiões, venceu a disputa pelo 3º lugar, contra Fiorella e Diabos Laranjas, este ainda chamado de Hollanda).
Agora, novamente chega à penúltima fase do Chuteira. Novamente entra em campo o peso de não ter ganhado até agora uma semifinal. O tabu estará em campo e geralmente ele joga bem contra o 13, vide o jogo diante do SNG pela última partida da fase de classificação, em que, além do adversário, enfrentou o tabu de 3 derrotas em 3 jogos. Resultado: 4 derrotas em 4 jogos.
Se o tabu de nunca vencer o SNG permanece, o tabu de não vencer uma semifinal é o desafio do 13 neste sábado. Aliás, desafio que, se vencido, pode dar a oportunidade de derrubar o outro tabu, o do SNG, pois há chances de uma final entre as duas equipes. Chegou a hora do 13 mostrar que é de fato um time grande, de chegada. Por enquanto, a equipe vem ficando no quase. E um terceiro título de 3º lugar, apesar de ironicamente interessante, não cairia nada bem para o Joga 13. “Chega de ser terceiro, chega de medalha de bronze”, comentou Guma certa vez. A hora é agora.
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