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FORA DE SÉRIE SE PREPARA PARA VOOS MAIS ALTOS

Passam os finais de semana, e o Fora de Série continua vencendo seus adversários nos amistosos. Nesse período entre o VII Chuteira de Ouro e a 8ª edição, a começar em setembro, a equipe ainda não perdeu com a atual formação que jogará o próximo campeonato (apesar das duas derrotas no festival, mas sem o time completo), prova de que o time do capitão Rica e do manager Clebão tem condições de alçar voos mais altos daqui para frente. “Evoluímos nessa pré-temporada. Há um ano, o Fora brigou com Basicus e Roleta pra não cair. No último Chuteira chegamos em quarto no nosso grupo e perdemos nas oitavas. Sabemos que para chegar longe teremos que trabalhar mais, e assim será!”, garante Cléber.

No entanto, do fim do Chuteira para cá, o Fora de Série já mudou algumas peças de seu elenco. Saiu quase meio time, a saber Kadson, Maranhão, Henrique, Iago, Carlão e Kadu. Por outro lado, o time branco e azul conta agora com alguns reforços, trunfos para a equipe sonhar com um possível título. Chegaram os já calejados dentro do Chuteira Goku (ex-Melville), Cava (ex-Roleta) e Argentino (ex-Tosco). De fora do Chuteira, César e Guilherme fecham o elenco.

Quanto a Cavalera, jogador que disputa o Chuteira de Ouro desde seu surgimento (inclusive pelos arquirrivais Acidus e Roleta Russa), os dirigentes do Fora acreditam que o jogador, que já viveu de praticamente tudo dentro do mundo Chuteira, tem muito para acrescentar à equipe. “O Cava é boleiro, experiente e vai dar certo no Fora porque aqui somos uma família, ele está em casa. Aqui ele joga solto, à vontade. Sem falar no nosso esquema de jogo, que funciona muito bem com um cara com as características dele”, acredita o capitão Rica.

Falando dos demais jogadores que chegaram para reforçar o grupo, Cléber revelou que todo o Fora de Série gostou muito da raça com que César disputa cada jogada, e disse que o jogador já conquistou a confiança dos companheiros. Ainda sobre os reforços, vale lembrar que Guilherme já jogou na equipe, e retorna para somar.

Para que no VIII Chuteira de Ouro não aconteça o que ocorreu no último campeonato (eliminação em certo ponto precoce nas oitavas-de-final), o Fora de Série diz que agora procurará jogar mais com a cabeça, pensando e entendendo cada partida, e não apenas com o lado físico do time. “Ter calma na hora que está perdendo e não se empolgar quando ficar à frente no jogo. Saber onde errou é o primeiro passo, e o time têm consciência disso”, conta Clebão.

Cada dia que passa, a cada novo Chuteira que disputa, o Fora parece melhorar, e cada vez mais aparece no grupo de possíveis campeões. Quem sabe esse não é o semestre em que a equipe azul colocará seu nome ao lado dos grandes vencedores do Chuteira de Ouro. Enquanto isso não ocorre, o sempre divertido Cléber aproveita para repreender a redação do Chuteira News e reclama do apelido dado à equipe: “Quando for falar do Fora de Série, não me coloquem a sigla FdS, pelo amor de Deus! A gente fica a semana inteira pensando no time e vocês colocam lá como se fossemos o fim de semana? Fora de Série? Apelido rápido... FORA, por favor!”. Ok, Clebão, é Fora, e não se fala mais nisso.
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