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FATOS & FOTOS#8 - 07/05/2011

CABEÇA EM CHAMAS



“Que porra é essa?!”. Com essa frase, quase todos os jogadores do Irado’s cumprimentaram o capitão Will Eirado no último sábado. A explicação mais aceita para o jogador realizar algo tão ridículo é que, querendo passar despercebido, Will se disfarçou de pica-pau e tentou driblar as estratégias de Roberto, que incluíam uma marcação pesada sobre o atacante. Afinal, como todos sabem, Will é o atacante mais perigoso do Irado’s. Ou não...

UM DETALHE QUE PASSA DESPERCEBIDO



A camisa do Primatas não é nova. Já tem pelo menos um semestre de uso, porém um pequeno detalhe passou despercebido pelas lentes deste fotógrafo. A frase “mais que um time, um sentimento” é profunda. Pena que esse sentimento tem sido meio melancólico, já que o time não tem mais chances de subir direto.

VAI, CAVEIRA!



Depois de vencer o Irado’s, aparentemente não há mais adversário que possa parar o Clube Atlético da Vila. Com um pé na Prata, Caio Fleischmann ri à toa. Porém, mal sabe ele o que vem do outro lado da Bronze. My Balls e Rabeloska já começam a pensar no duelo que pode derrubar os 19 jogos invictos do time. Ah, e por falar em Invictus...

DE OLHO NO JOGO



Tudo seria normal a não ser pelo fato do goleiro improvisado Marquinhos, do Invictus, estar mais interessado em assistir ao jogo da Ouro que corria ao lado do que ao próprio duelo. Alô, Marquinhos, não é por nada não, mas vai demorar pra vocês chegarem lá! Aliás, amigos do Invictus, parabéns pela classificação antecipada para o III Chuteira de Bronze!

E POR FALAR EM BRONZE...



Pergunte ao Henrique se o Camelo irá entregar pizza na Bronze... A imagem acima é a resposta mais provável do “Ranzinza do Chuteira”, como bem o apelidou Rodrigo Barath. Aliás, Henrique, seu irmão o espera na Bronze!

PEDALANDO E DERRAPANDO



A alegria da vitória por W.O. sobre o Red Devils se transformou em desespero. O time do capeta foi para o inferno, e junto com ele todos os pontos que os outros times ganharam contra eles. Com isso, o SPQSF foi parar na zona de rebaixamento às vésperas da última rodada. O que parecia uma pedalada num sprint final do “Que se Foda”, virou uma bela de uma derrapada perto da linha de chegada, que tem grandes chances em se transformar em uma queda.

O GOL MAIS FÁCIL DA HISTÓRIA DO VUVUZELAS



O jogo da grande decisão de quem seria o lanterna do Grupo A ficou apenas na imaginação dos espectadores da Bronze. O Lunáticos “arregou”, para a alegria do Real Vuvuzelas. Principalmente para o artilheiro Marcelo, que ganhou o gol do W.O. Nunca o time fosforescente teve tanta facilidade para fazer um gol.

MOMENTO FOLHA



Sem o Folha, essa coluna não é a mesma. O pano de fundo da vez é as costas de Baru (favor não confundir com o Lucas).

Em uma semana polêmica, o Fatos & Fotos esteve em cima das principais brigas que estragaram o sábado de muita gente...

ROUND 1 – HAKA X BONDE DOS ABELHAS



Está foi a mais leve de todas as confusões. Ocorreu do outro lado do PlayBall, no espaço “marginalizado” conhecido como “a temida quadra 13”, e foi apenas um empurra-empurra com molho de xingamentos após serem expulsos. Durante o jogo entre Haka e Bonde, o placar já estava muito favorável ao time amarelo quando Tavares e Nego se estranharam. O árbitro mostrou autoridade e deu cartão azul para os dois. A briguinha continuou no lado de fora. Resultado: vermelho para os dois direto na súmula e um joguinho pra cada um esfriar a cabeça.

ROUND 2 – CHOCO (JOGA 13) X COLI (ZENITE)



Eis outra confusão que começou dentro de quadra e foi acabar lá fora. Desta vez, não sei explicar o que aconteceu. Só vi depois que ambos foram expulsos, mas foi aí que a coisa engrossou. Choco, que naquela mesma tarde se dizia um cara mudado, arrumou uma confusão danada com Coli. Dizem que este xingou aquele e foi aí que tudo começou. Pois bem, Choco ficou esperando o jogador do Zenite sair da quadra, chamando-o para a briga. Quando viu que ele não iria sair, foi até o outro lado, por dentro do estacionamento, onde tentou pegar o rapaz pela grade (!?). Foi acalmado por jogadores do SNG que estavam indo embora, além do herói onipresente Baru. Resultado: 5 jogos para Choco refletir e pensar no que fez, além de três de suspensão para Coli.

ROUND 3 – DI PRIMEIRA X ARBITRAGEM



Este é o episódio que mais lembrou aquele fatídico 17 de abril de 2010, quando o Clube Atlético Perus agrediu o árbitro Carioca e acabou sendo expulso do Chuteira. Aqui, vimos o Di Primeira arrumando confusão com a arbitragem após um dos melhores jogos do dia. Fim de jogo, jogador vai reclamar com árbitro de um cartão, um “vai tomar no...” daqui, outro de lá e... pronto. Não vimos agressões físicas do mesmo teor do Perus, mas foi um bololo, um empurra-empurra, um chega pra lá que parecia bloco carnavalesco baiano correndo atrás do trio elétrico – todo mundo no pega-pega. Ainda teve um árbitro que entrou no meio da confusão que disse que um jogador do Di Primeira teria dito que é policial e ameaçado ele. Meus caros, lembro que dentro da quadra quem manda é o árbitro. Como diz meu colega Douglas Almasi, “pode vir até o presidente, mas quem manda durante o jogo é o árbitro". Tal episódio acabou tirando dois pontos do líder do Grupo A e suspendendo alguns jogadores. E olha que o Di Primeira poderia ter ido pra casa dependendo apenas de si próprio para subir para a Ouro...

ROUND 4 – BENGALAS X LOUIZ – KNOCK DOWN



Aqui o episódio mais grave da tarde, que chegou ao ponto de ter solicitação de viatura no 190. Difícil contar o que exatamente aconteceu para chegar ao ponto de alguns jogadores do Bengalas perseguirem Louiz, jogador do Acidus, pelos corredores do PlayBall. Uma história nebulosa em que pelo menos duas versões diferentes são defendidas. Na primeira, Louiz teria ofendido uma senhora que torcia para o Bengalas. Na outra versão, a mais defendida pelas testemunhas, os jogadores do Bengalas teriam interpretado algo que Louiz não disse, aumentando suas palavras (algo como um telefone sem fio). Independente do que realmente aconteceu, nada justifica uma agressão física coletiva e covarde. Pelo menos quatro jogadores saíram direto da quadra em que perderam para o Estudiantes por 5 x 1 para tentar pegar Louiz.



Na imagem mais acima, dá pra ver os jogadores correndo atrás de Louiz, que está de camisa verde limão, na parte superior esquerda da imagem. Ou seja, já havia acabado a confusão na arquibancada quando os jogadores do Bengalas quiseram reacendê-la. Em seguida, Louiz conseguiu entrar na quadra 4, onde a Organização teve que segurar a porta para que não houvesse um linchamento. Ainda assim, as ameaças continuaram e até aqueles que tentaram amenizar o clima foram colocados na confusão. O episódio acabou ao som de ameaças a Louiz, que quase saiu escoltado pela polícia para ir embora. Para não sofrer maiores retaliações, Louiz foi embora com a própria diretoria do Bengalas. O lamentável episódio terminou com o fim da história do Bengalas no Chuteira, uma vez que o time já tinha sido avisado que na próxima confusão seria afastado da liga. Ah, prestem atenção na foto acima: Baru, o onipresente da rodada, marcou presença.

AO FIM, A IMAGEM DA ESPERANÇA



Durante um final de semana em que a violência tomou conta do Chuteira, eis aqui uma imagem que salvou o sábado de muita gente que saiu do PlayBall completamente desgostoso com o que viu. A inocência de uma criança que vai ver seu pai jogar é algo que deveria ser mais cultivado entre nós. Não adianta brigar, não adianta comentar aqui em baixo e dizer que nós da imprensa sempre fomos contra alguns times e que a Organização não tem imparcialidade. Nada justificará certas atitudes. O Chuteira não é lugar pra realização de atos que, não são apenas reprováveis como participantes do campeonato, mas sim como seres humanos. Espero que não seja preciso lançar mais uma campanha “Paz no Chuteira”...
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