POR TODOS OS LADOS

Na última rodada, os dois times do Arouca jogaram ao mesmo tempo e com um detalhe: lado a lado. Era comum ver alguém esticando o pescoço para saber do placar na quadra ao lado. Contudo, no final das contas, só o “Aroucão” saiu de quadra com um bom resultado: 2 x 1 sobre o Fúria, enquanto o “Arouquinha” foi goleado pelo Mulekes por 9 x 2.
TODOS DE OLHO NO CLÁSSICO

Não, leitores, o clássico não era Roleta x Acidus ou SNG x Elefantes. Desta vez, o jogo acontecia a mais de 20 km do PlayBall. Ninguém ligava para o Chuteira enquanto São Paulo e Santos decidiam uma vaga para a final do campeonato paulista. Bom, a não ser os jogadores que estavam em quadra, porque nem nós, repórteres, tínhamos total atenção dentro da grade...
(vide abaixo)
CANETA NUMA MÃO, O RÁDIO NA OUTRA

O repórter Luiz Felipe Chaguri estava mais ligado no Morumbi do que na quadra 11. São-paulino fanático, ele chegou até mesmo a ir para a frente da TV do bar durante o intervalo de Zenite x TCM. Mas ele não foi o único. Era impossível fazer com que o repórter/jogador Vinicius Bento ouvisse alguma palavra de alguém de fora. Até mesmo o palmeirense Luiz V. Andreassa mantinha o fone de ouvido grudado em uma de suas orelhas. Mesários, funcionários do PlayBall e até mesmo jogadores no banco de reservas também estavam ouvindo o duelo.
DICA DE ARTILHEIRO

Dois jogadores que estão entre os três maiores artilheiros da história do campeonato conversaram com Marcelo, do Acidus, minutos antes do jogo. Membros assumidos do clã anti-roleta, Renê e Memé provavelmente deram dicas ao camisa 10 de como passar pelo experiente goleiro Guaraná. Parece que deu certo. Mas do outro lado...
CONCENTRAÇÃO

O Roleta sempre trabalha a mentalidade dos jogadores antes de um jogo. Só que desta vez a concentração da equipe não foi o suficiente para vencer o clássico contra o Acidus. No banco da equipe, Baru e Vadão cobraram por várias vezes “mais tesão em jogar bola”. Realmente, faltou vontade aos roletas.
PRA CIMA DELES!

Enquanto faltava “tesão” no lado tricolor, sobrava vontade na equipe amarelo-limão. Vontade essa que faz com que os jogadores da equipe ainda acreditem que possam chegar a agarrar uma das 6 vagas para a próxima fase. Perguntado sobre as possiblidades do time no campeonato, Lói foi categórico com seu bordão: “Aqui é Acidus, c*. Sem mais”.
LUZ NO FIM DO TÚNEL

Não foi apenas para o Acidus que a luz brilhou no fim do túnel. Em outros times da Ouro, a possibilidade de permanecer na principal divisão do campeonato foi reacendida. No tricampeão Bengalas, a vitória sobre o Bufalos deu um gás na equipe, tirando a mesma da zona da degola. No outro grupo, o SPQSF vibrou com a vitória por W.O. contra o Red Devils, que aliás, praticamente rebaixa o último campeão da Prata. Mesmo assim, o perigo não acabou, uma vez que ainda existe uma grande chance do time de Jaja “se classificar” para o VI Chuteira de Prata. E por falar na divisão inferior, o SuaMãe praticamente derrubou o Invictus, mas conseguiu abrir uma boa distância do perigo “bronzeado”. As duas próximas semanas prometem muito no Chuteira!
UM SÁBADO QUE COMEÇOU DRAMÁTICO

Sabemos a hora de brincar. Mas também temos momentos em que a seriedade é necessária. Este é um deles. Logo no primeiro jogo do dia, Caju, do Real Vuvuzelas, o primeiro jogador a disputar as três divisões do Chuteira, sofreu uma lesão grave diante do TNT. O técnico da equipe afirmou que a fatalidade aconteceu numa disputa de bola do seu jogador com o goleiro e que foi sem querer. Justamente em lance que caju anotou gol. Ojogo ficou parado até a chegada do socorro médico, que levou o jogador para o hospital. O episódio lembrou muito o caso de Gavião, pelos looongos minutos de espera e dor.

APARECIDO DE OLIVEIRA

E, para variar, Folha fez de tudo para aparecer no “Fatos & Fotos”... Lamentável, hein, Folha!
Comentários (0)