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Oitavas de final começam em cinco divisões com equipes buscando o óbvio: avançar às quartas e eliminar favoritos

É senso comum que os times classificados para a primeira rodada do mata-mata buscam o título (3º ao 6º colocados). O problema é que, mesmo tendo formado bons times, não chegarão às quartas de final – caso avancem amanhã – como favoritos: enfrentarão equipes que chegaram ao estágio chegando nas duas primeiras posições dos respectivos grupos. Então, é importante que o time a ir à luta não caia em armadilhas psicológicas e tenha em mente: eliminar o próximo adversário é só um estágio.
 
Os desafios serão grandes, porém. É indigesto, por exemplo, pensar em apontar um favorito para Academia Competition x Wake ‘n’ Bake na Série Ouro. Duas equipes fortes, qualificadas, e que buscam vazar a meta adversária de qualquer maneira. Buscam o caneco, mas quem vencer medirá forças com o Catado (atual vice-campeão da divisão). Algo semelhante ocorre na Prata com Lokomotiv e Real Madruga: dois times aguerridos, com força física, cujo vencedor terá de se entender com o Bacana na próxima fase.
 
Cada divisão terá sua particularidade. A Bronze é um prato cheio. Como a primeira fase foi equilibrada nas duas chaves, os outrora ‘favoritos’ ficaram pelo caminho ou num estágio contrário ao imaginado antes. Vendetta e Plata o Plomo fizeram a final da última edição da Aço, mas já se reencontram nas oitavas bronzeadas: IMZT será o adversário nas quartas. Já o Mercenários era apontado a vencer seu grupo, mas sentiu o peso da pressão e tem o animado Parceradas pela frente. A quem avançar, dá-lhe Olimpo no caminho.
 
Cachorro Velho e Spartacus, dois ‘patinhos feios’, já mudaram de patamar e se engalfinham por uma chance de derrubar o Leleks para ficarem perto das semifinais. Talvez o único chaveamento mais imprevisível seja o de All Games e Só Quem Sabe. Filosofias distintas, mas em comum o desejo de brecar o ímpeto do Astúcia. Tarefas tão complicadas quanto às da turma da Aço. Catimba e Zero 13 são considerados favoritos. Logo, problemas à vista para Juvena ou Rabisco, e para Basicus ou Ou Não, respectivamente.
 
Contudo, os futuros adversários podem ser problemas aos dois. O Juvena, por exemplo, sempre foi considerado candidato ao título; o Rabisco, quando busca a concentração, é difícil de ser vencido; o Basicus é a Fênix, sempre se renova mesmo com adversidades (como a ausência de Caballero); o Ou Não vai na toada do rival, já que terá de se superar com os vários desfalques. Só que os ‘Fúrias’ se encaram também e querem o Paraguay considerado favorito. Sim, nas quartas de final, Fúria Moleque ou o Arte pega uma das sensações do Grupo B, este vencido pelo Hooligans, cada vez mais ganhando notoriedade e confiança: páreo difícil a Ousadura ou Só Vai – que fizeram campanha oscilante, entre goleadas sofridas e vitórias maravilhosas.
 
Chumbo grosso – Se o Catado está no caminho de Comp e WB na Ouro, outros três pesos pesados aguardam seus adversários. O atual campeão Mulekes é um deles. O time que conta com Diego Orsi e Matheus Cruz já sabe que enfrentará o surpreendente novato Invictus – atual vice-campeão da Prata – ou a defesa menos vazada entre todos os times da Liga Chuteira de Ouro: o Guaxupé. Ao pentacampeão da divisão nada de moleza também: ao Nois Que Soma sobrará Arouca ou TeJanto, ambos ainda buscando um lugar ao sol nesta edição. Encerra as oitavas da Ouro o Abre o Olho enfrentando o Torce Contra, e quem vencer ficará confiante para decidir um lugar entre os quatro melhores com o Baixada de Munique.
 
Plata o Plomo – Os times que avançaram diretamente às quartas de final da Prata são considerados favoritos a estarem nas semifinais. Porém, além de Loko e RM, outras equipes possuem gabarito para desbancarem apostadores. O StarFucks, por exemplo, venceu o Grupo A, mas se quiser vencer o título, terá de passar por Ras Time ou Camelo – duas camisas históricas da divisão. Para Magnatas e Roleta Russa Olímpico, é um confronto para driblar desconfianças antes da desconfiança maior: o vencedor eliminar o Fora de Série. E no caminho do Futsamba, que tal um 2 Tok’s ou um Absolutos? O primeiro era favorito a rivalizar com o Bacana pela liderança do Grupo B; o segundo foi o ‘rei do empate’ para estar no mata-mata.
 
Novatos, mas nem tanto – Na Copa Estrelato, alguns times iniciam suas trajetórias no Chuteira de Ouro, mas só poderá acontecer um confronto de novatos a partir das quartas de final. Mesmo assim, a turma que já está nesse estágio ainda é apontado forte candidato a título, mas sempre com ressalvas. Caso do Unidos do Flamengo, que aguarda o vencedor de Rachão e Receba – duas equipes acostumadas com a divisão, algo não peculiar ao UF.
 
Nos outros duelos, sempre um novato e um ‘veterano’ no mínimo. O Real Migué é a parte experiente no chaveamento ao qual enfrenta o Velhos Talentos nas oitavas para, em caso de triunfo, ver o Maestria e sua juventude pela frente. Mesmo caso do DFX, que disputa sua segunda Estrelato e será mestre de cerimônias ao Oeste Rã – novato que busca avançar para fazer duelo inédito com o Danonight. O único caso diferente é o do Geração de Ouro. Ele é o calouro diante do Entre Amigos – este recheado de jogadores experientes. O GO avançando, não terá facilidade, já que o animado Só Nois embalou de vez e quer, nesta temporada, ir além das quartas de final alcançada na 5ª edição da Estrelato. Em qualquer caso, o senso comum é chegar às quartas de final para um desafio supremo.
 

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