Com as saídas de Bruninho e Kirk nas últimas semanas, além da de Paulinho semanas antes do início do campeonato para montar o Kadência, o Joga 13 ficou com “apenas” 12 jogadores em seu elenco, sendo 10 deles de linha. O número pode ser considerado reduzido para um torneio relativamente longo como o Chuteira e que permite a inscrição de até 18 jogadores. Assim, nas partidas do time, o banco pode ter até 4 jogadores, quando não menos, pois Fino trabalha em alguns sábados e não é presença certa em todos os jogos.
“Nosso elenco ficou reduzido devido às contusões de Daniel e de Julian e recentemente com as saídas do Paulinho, Bruno e Dagoberto (Kirk), mas isso não quer dizer que não temos banco. Já jogamos e ganhamos sem banco e até com jogador a menos”, comentou Lele a respeito.
De fato, o Joga 13 prima por bons jogos em momentos de dificuldade, geralmente com jogadores a menos. Para lembrar dois momentos, no último torneio, o 13 goleou o Acidus por 9 a 3 com um time praticamente sem banco e venceu de virada o Fora de Série com um jogador a menos. “Quando a coisa aperta é a gente que está lá mesmo, só quem é 13 sabe o que é isso”, completou o jogador.
Assim, com esse pensamento, não há previsão de contratações para a reta final no Joga 13. O capitão Rodrigo é categórico. “Não há pretensões de contratações. A última foi o Dagoberto, que não vingou. Assim, o grupo está fechado”. Aos 12 jogadores atuais devem juntar-se no segundo semestre os contundidos Daniel e Julian e fala-se da volta de Alemão e até mesmo de Bruninho. “Ele está fora de forma e está treinando separado para voltar e arrebentar. No torneio atual ele ainda não tem condições de jogo”, confirmou Lele, sobre a situação de Alemão.
Conscientemente ou não, o time vem se comportando bem dentro de campo em termos de cartões, com apenas um jogador – Doce – pendurado. O único que tinha sido suspenso até o momento era Kirk, que já não faz mais parte da equipe. Diferentemente das outras edições, apenas três jogadores tomaram cartão amarelo: o já citado Doce, Choko e Callado. Reflexo da nova regra de punição com 2 minutos fora de jogo para cada cartão, mas talvez também a certeza que o acúmulo de cartões pode prejudicar a equipe mais para frente com suspensões em momentos decisivos. “Temos consciência de que tomar cartões com um time reduzido complica o time. Imagina um cartão vermelho? Dois jogos fora. E se um outro não pode vir nesses jogos? Ficamos com no mínimo dois a menos e a situação complica mais ainda. Não podemos bobear”, atesta Lele.
Mas a tônica em um time que praticamente ninguém deixa de ir aos jogos, mesmo em amistosos durante a semana quase de madrugada, parece ser a da confiança. “Confio no elenco que temos e vamos pra cima de todos com esses poucos jogadores. E vamos chegar”, finaliza o capitão Rodrigo.
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