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Fora de Série e Bacana se reencontram para decidir quem volta à Ouro primeiro

Definir acesso na última rodada não é novidade no Chuteira de Ouro. No primeiro semestre de 2010, Fúria (Arte, hoje na Aço) e SPQSF (atualmente na Ouro) chegaram à última rodada daquela Série Prata dependendo apenas de suas forças para chegar à principal divisão. Só havia as duas divisões citadas. Com a vantagem do empate, o Fúria segurou o 1 x 1 e se manteve à frente da equipe dos irmãos Dicredo na tabela, catapultando-se à série dourada. Na outra chave o vencedor do grupo foi um tal de Fora de Série...
 
O mesmo Forão, neste sábado, será o Fúria do momento. É o líder do atual Grupo B da Prata e jogará com a vantagem do empate para ser novamente da Série Ouro. O SPQSF da vez é o Bacana! Outro time lendário – que entrou no Chuteira até mesmo antes da criação da divisão prateada. O time do manager Marcelão, desde que retornou à Liga, vem subindo a cada semestre – vencendo seus grupos primeiramente.
 
Para alcançar o último acesso antes de voltar a ser dourado, porém, terá de vencer seu último compromisso antes da fase final. Se for por força de vontade, o time será da Ouro no sábado, de acordo com um de seus principais destaques, Matheus. Porém, se o embalo da reformulação estiver firme, aí será bom ao Forão – é o que garante Rodrigo Esteves, líder dentro e fora de quadra do azulão. Confira cinco questões para cada jogador, que prometem fazer do clássico Bacana e Fora de Série o melhor jogo do semestre – entre todas as divisões!
 
Perguntas para Rodrigo Esteves (Fora de Série):
 
Nem o maior torcedor do Fora de Série esperava uma reação tão rápida após reformulação no elenco. Conte tudo e não esconda nada sobre o renascimento do Forão.
Nem o Clebão (presidente-honorário do FDS) imaginava um semestre como este (risos)! Diria que estamos no caminho certo. Não sei bem se a palavra certa seria “renascimento”, até porque o Fora não tinha acabado. O Fora, ao longo dos anos, vem passando por reformulações contínuas, buscando um novo caminho. Acredito que hoje estamos mais próximos do que acreditamos ser o ideal. Um clima leve, porém, competitivo, e com pessoas que agregam tanto dentro quanto fora de quadra. É o que prezamos e é o que vamos sempre buscar.
 
Ao longo do semestre, o Forão não era considerado páreo a disputar o acesso à Ouro. Eu mesmo desacreditava. O fato de não ter favoritismo ajudou o time a crescer tanto de produção, ou já esperava por isso?
Pois é! Somos a quinta força! Imprensa marrom (risos)! Na realidade, no início do semestre, a ideia era se manter na Prata, não imaginávamos que estaríamos nessa situação. Pra se ter uma ideia, na primeira rodada, tínhamos três jogadores que ninguém conhecia, e dois foram titulares. Foi uma mistura de sorte com competência dentro e fora de quadra que fez o Fora crescer na competição.
 
Será um reencontro histórico. Duas camisas que estrearam no final da década passada. Depois de 10 anos, se enfrentam na mesma divisão à qual ficaram conhecidos durante a fase romântica do Chuteira de Ouro. Quais suas lembranças do adversário e o que enxerga no atual elenco bacana, projetando o confronto do próximo sábado.
Lembranças não muito boas (risos). O primeiro descenso do Fora foi “causado” pelo Bacana, em um confronto de última rodada. Mas visando o próximo confronto, esperamos que a história seja diferente. O Bacana tem uma história e uma organização invejáveis. O Marcelão (técnico do Bacana) e todos que estão por trás da organização merecem nossa admiração. Tem tudo pra ser um jogaço!
 
Ter a vantagem do empate aparenta ser um bom negócio. O que você pensa dessa vantagem, principalmente em relação ao atual elenco do Forão – que ainda está em formação?
Empate no society é um resultado muito esporádico. Seria um erro enorme entrarmos pensando nisso. Acredito que o Bacana seja o favorito, mesmo com essa “vantagem” de empate para nós. Eles vêm crescendo semestre a semestre, e nós estamos no meio de uma reformulação. O negócio é entrar focado no jogo, e tentar repetir os bons jogos que fizemos.
 
Você trabalhou com o comando do Thiago Dacal, que saiu e deixou a indicação do Cristiano Zungu, o Cris, para substitui-lo. Quais as diferenças e semelhanças no estilo de conduzir o Forão de ambos, e como anda a relação atual com o Cris? O Fora tem histórico de derrubar técnicos, por isso a pergunta...
Acho que quem derruba o Fora são os técnicos, porque são eles que acabam saindo por escolhas pessoais (risos). Brincadeiras à parte, todos tiveram sua história aqui dentro, e a vida fez com que outros caminhos fossem tomados. Em relação ao Thi (Dacal) e ao Cris (Zungu), acho que cada um tem suas características. O Thi já é consagrado no society, nos ajudou tanto dentro como fora de quadra. O Cris está buscando seu caminho e sua história, e vem evoluindo junto com o time, colocando sua forma de pensar o jogo. Estamos crescendo na hora certa.

 
Perguntas para Matheus (Bacana):
 
Você esperava disputar o acesso direto à Ouro com o Fora de Série? Foi surpreendente, afinal, Divino e 2 Tok's eram considerados candidatos a rivalizar com o Bacana?
Cara, a Série Prata este semestre está muito forte, me arrisco a dizer que várias equipes que ali estão teriam condições de disputar a Ouro tranquilamente. Um time com a história que o Fora de Série tem no Chuteira não pode ser ignorado. Eles sempre vão ser um time que, se deixar chegar, vem forte. Tanto 2 Tok’s como Divino também vão estar fortes e preparados para o mata-mata. Tiveram algumas experiências no decorrer do campeonato que, com certeza, serviu de aprendizado.

É de conhecimento que o desejo do Bacana, além de conquistar títulos, era alcançar a Ouro. Do Chuteira 5 à Bronze o time não encontrou dificuldades para ganhar os grupos. O que fez a equipe chegar à última rodada sem ainda ter alcançado êxito?
O Bacana, desde que resolveu voltar, sempre teve suas metas bem estipuladas e projetadas. A princípio sempre foi conquistar o acesso o mais rápido possível, e consequentemente, com a evolução da equipe em cada semestre, sabíamos que tínhamos condições de ser campeões – se tornando um complemento automático. Hoje, todo mundo quer ganhar do Bacana. Tem time que está na zona de descenso e, quando é contra nós, “dão a vida”. Ou seja, o Bacana é o time a ser batido, e se não entrar concentrado desde o primeiro minuto como aconteceu em dois jogos, encontraremos dificuldades. O Bacana mantém uma base que vem desde o (re)começo lá no IX Chuteira 5. Semestre a semestre temos tentado nos ajustar com pessoas que são do nosso perfil, além de excelentes jogadores. Nesse último (semestre) complementamos com velhos conhecidos nossos da época em que o Bacana era Guarani no Campeonato Paulista. Entendemos que, para disputar a Ouro, necessitaríamos desses reforços. No caso, posso citar ‘os fera’: Romão, Pitty, João, Gustavo – que vieram pra somar esse semestre – além do retorno do Thom. Ainda contamos com algumas caras conhecidas da velha-guarda que são de extrema importância dentro e fora de quadra.

Contra o 2 Tok's o time fez sua melhor partida no semestre (leia aqui). Esperava-se o mesmo contra o Divino, algo que não aconteceu (leia aqui). Por que essa oscilação? O fato de depender apenas de suas forças na última rodada fez o time entrar mais relaxado ou o adversário surpreendeu mesmo?
Tudo depende muito de como enfrentamos a situação. Contra o 2 Tok’s sabíamos que seria o jogo decisivo para nosso objetivo inicial, então entramos totalmente focados em fazer uma excelente partida, e foi o que aconteceu. Já contra o Divino, tivemos algumas peças fundamentais que não puderam ir ao jogo, além de não estarmos em um dia tão feliz em conjunto. Tivemos dificuldades após os gols sofridos, e algumas falhas individuais que não costumam acontecer acabaram sacramentando esse revés. Faz parte, que sirva de lição. Contra o Bacana ninguém está morto, todo mundo quer ganhar.
 
Classificado diretamente às quartas de final. Ao Bacana, é melhor negócio, sabendo que o time só voltará a jogar, após o dia 9, apenas no dia 30? Se não derrotar o Fora de Série e não chegar à Ouro vencendo o grupo, como projeta o mata-mata analisando também o outro lado da chave?
Sinceramente, não temos outra hipótese a não ser ganhar e sacramentar nosso acesso, esse é nosso objetivo e vamos à guerra. Não consigo imaginar o mata-mata de outra forma se não o Bacana conquistando o acesso sábado. Após isso se inicia praticamente um novo campeonato. Temos alguns times coirmãos que seria bacana enfrentá-los (risos).

Clássico 'das antigas' com o Fora de Série. Conte suas lembranças, jogos memoráveis, etc, sobre este adversário histórico.
Digamos que esse tipo de clássico é “o pau canta mesmo”. Jogo de detalhes, onde quem erra menos sai vencedor. Já tive oportunidade de enfrentar o Fora de Série inúmeras vezes, entre Copa Calcio, Chuteira etc. Não lembro se perdi pra eles alguma vez, que minha memória se mantenha assim depois de sábado (risos). E vamos à guerra. Clássico não se joga, se ganha.

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