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O debate de grupo mais forte e grupo mais fraco sempre rende, ainda mais quando se vê semifinalistas todos de um mesmo lado da chave, como foram na Aço e Prata

As finais do Chuteira 100|Aço e Chuteira 100|Chuteira 5 acontecem no próximo sábado (no quarto dia de dezembro). Pervas x Soberanos, e Danonight x Maestria, respectivamente, chegam com méritos e mostram forças em seus elencos, afinal, cada jornada rumo às decisões foi difícil em meio a jogos complicados, problemas que a vida traz, pressão da imprensa etc. Dos quatro finalistas, três têm estilos parecidos – aliam a qualidade no toque de bola à juventude e à busca pelo gol incessantemente. Apenas o Soberanos vem com filosofia diferente – até por ser, dentre elas, a equipe mais longeva dentro do Chuteira (leia a estreia do time clicando aqui).
 
O que chama a atenção é a coincidência, ou não: os finalistas vieram do Grupo A de suas divisões. Cacá, técnico do Pervas, já havia alertado após as quartas de final: “Os quatro semifinalistas da Aço vieram da nossa chave (Grupo A)”. Isso porque a imprensa do Chuteira pouco fomentou esse detalhe, principalmente no Planeta Chuteira (toda quarta-feira ao vivo no Facebook). Trata-se de um aditivo para os debates nos corredores entre as quadras e nas mídias sociais. Porém, está longe de se cravar que os concorrentes vindos do Grupo B estavam abaixo da média.
 
O Pervas estar na decisão era algo natural pela qualidade do elenco. Salgado, Thiago Salgado, Beça, Barro, Cau, Jorge Melki, entre outros. São muitos jogadores de qualidade para formar uma equipe que vem subindo degrau por degrau rumo aos títulos e à Série Ouro. O Soberanos não fica atrás no quesito bons jogadores: Buru, Odimar, Justen, Zoghbi, Kozakevic, Setti e demais soberanos apostam na força física em meio a respostas velozes a partir de um sistema defensivo bem encaixado. Dizer que alguém apostaria no Soberanos finalista antes de o Chuteira 100|Aço começar é uma heresia, mas não chega a ser chocante essa notícia pelo histórico da equipe campeã da 5ª edição da Red & Blue.
 
Seus adversários nas quartas de final foram Midfielders e Acidus. Em cada disputa, equilíbrio. Passaram aqueles que estavam em condições psicológicas mais antenadas com o jogo. Neste caso, os eliminados é que poderiam estar na decisão e aí esta coluna falaria do Grupo B – ou nem levantaria a tese ao debate. Mesmo assim, ainda pesará a ideia de que o Grupo A era mais forte. Mesmo que GW Altino e Basicus sejam envolvidos na conversa (foram os adversários de Sanjamaica e Los Borrachos Juniors nas quartas de final) e a discussão do tema se torne mais acalorada.
 
Com o Chuteira 5 não é tão distante o cenário. Quem difere as situações é o Entre Amigos. Único semifinalista vindo do Grupo B, encarou o Maestria e acabou eliminado. O atual campeão do Chuteira Juniors terminou na 4ª colocação, mas ser finalista espanta zero pessoas. Com o Danonight se aplica o mesmo. Mahana, K10 e cia. terminaram na liderança e pulverizaram seus adversários para estarem na finalíssima. Contudo, não seria estranho se os valentes meninos do Kiwi fossem à decisão – ou o Originais 100% na fase classificatória, mas que encontrou Zamba, Papinha, Soga, Bona e demais maestrias aparentemente antes da hora.
 
Para aguçar ainda mais sua indecisão para opinar se realmente os Grupos A eram mais fortes, leitor(a), que tal trazer a informação que isso ocorreu também no Chuteira 100|Prata? Os quatro semifinalistas prateados, porém, vieram de uma chave que já era apontada como mais forte. Além dos semifinalistas Vendetta, Coisa Rara, Magnatas e IMZT, ainda haviam Roleta Russa Olímpico e Camelo – duas forças que ficaram de fora da fase final. No Grupo B, ninguém foi apontado como candidato ao título antes, durante e, agora confirmado, depois. Neste caso, um campeão vindo desta chave se faria uma surpresa.
 
A discussão sadia sempre acontecerá, pois cada pessoa tenta ‘puxar a sardinha’ para seu lado. O fato de os finalistas serem da mesma chave não passa de mera coincidência – embora tentarão te convencer do contrário.
 
O jogo escondido – Tinha gente pensando que o Catimba estava com saudade do Zero 13 e por isso aparentava não estar interessado no Chuteira 100|Bronze. Ao eliminar o favorito Interativo nas quartas de final, levantou a bandeira amarela à concorrência: o atual campeão da Série Aço continua ligadíssimo no Chuteira. Ao menos se ligou na hora certa.
 
Agora é sem favoritismo – Com exceção do Zona Nossa, primeiro na classificação geral que eliminou o Aposentados apenas na prorrogação com morte súbita, as oitavas de final da VIII Copa Estrelato ocorreram sem surpresas. Nem a surra do Lapiros no Imperas foi considerada anormal. O time azul e branco tem um dos elencos mais enxutos entre todas as divisões, mas o comprometimento de Derdas, Tins, Arazi, Benclo e demais lapirenses colocam mais um candidato a título na bolsa de apostas. Nas quartas de final, um desafio gigante contra a melhor campanha até agora: Cavica e cia. precisarão lidar melhor com o favoritismo atribuído a eles para não serem eliminados antes do planejado.
 
Nos demais confrontos, tudo em aberto também. Banzelona e Meganejo medem as forças de estilos distintos, enquanto Gala e Ventiladores prometem fazer o jogo mais técnico por terem tantos bons jogadores. Já Madureira x Cozinha da Villa é 50% de chance para cada lado. A mentalidade fará a grande diferença neste duelo que irá opor também Barrucho x Bernas.
 
Esperança nos Andes – A classificação do MachuPichu às quartas de final do Chuteira 100|Ouro se confirmou diante do cenário apresentado antes da rodada final de classificação, mas também porque a equipe fez sua parte ao derrotar o líder Abre o Olho. Nikolas, César Maia, Marrom, Tebas, Ricci e demais peruanos acreditaram até o fim e foram contemplados com a vaga. Vem aí a turma de China pela frente: o Guaxupé pode fazer parte de uma possível campanha histórica do MP.
 
A vida será outra em 2022 – O jogo entre Pervas e Soberanos garantirá a taça do Chuteira 100|Aço para um deles, mas ambos têm o que comemorar antes da final: classificaram-se para a próxima edição da Série Bronze. Os acessos de Danonight e Maestria também aconteceram, mas para a Série Aço. Essas quatro equipes são vencedoras de qualquer maneira e esta coluna parabeniza a todos pelos novos ares que viverão em 2022.
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