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O tempo é pai e dá a justa natureza das coisas; o TeJanto prova isso com um time maduro e liderando a Ouro

O TeJanto liderar o grupo único do Chuteira 100 |Ouro de forma isolada, após duas rodadas, só poderia surpreender quem ficou longe da Liga Chuteira de Ouro F7 nos dois retornos pós-pandemias da Covid-19. Monts nunca parou as atividades da equipe. A história do atual sucesso não é contada por um simples acaso.
 
Para começar, foi campeão da primeira edição da história da Copa Roca no dia 10 de dezembro de 2019 (leia aqui). Depois disso, não disputou a 7ª edição da Copa Apertura nem a 7ª edição da Red & Blue (ambas entre janeiro e março de 2020), guardando-se para a disputa da Série Ouro que foi suspensa devido ao primeiro problema sanitário referente ao então misterioso Coronavírus.
 
Com todas as atividades coletivas proibidas, o tempo foi esperar abaixar a poeira e, na primeira competição após a grande pandemia de 2020, defendeu o título da Copa Roca. Não repetiu o mesmo sucesso e caiu nas quartas de final diante do Receba – que herdaria a taça tejantista. Porém, a movimentação de parte do elenco para o torneio já foi mais um passo dado no caminho da maturidade que esse elenco começa a se aproximar.
 
Veio então a segunda onda de pandemia em 2021. Nova suspensão de atividades coletivas e nova espera. Quando a liberação de alguns eventos foi confirmada, surgiu a VIII Red & Blue – lá estava novamente o TeJanto. A campanha foi ótima, com a liderança final do Grupo A e chegada até a semifinal, quando saiu derrotado pelo Sexta-Feira nas cobranças de shoot out. Rô e cia. mostravam que as paradas obrigatórias tinham sido superadas e que o segundo semestre seria promissor.
 
De fato, está sendo. Além de liderar o Grupo A da III Copa Roca – em andamento toda quinta-feira (a fase de grupos finaliza nesta quinta) –, o TeJanto assumiu a ponta isolada do grupo único da edição histórica da Série Ouro para confirmar não apenas que o ritmo conquistado foi fundamental, mas também para alertar a concorrência: o elenco tejantista está alcançando uma média de idade ideal para os homens (fato biológico) praticarem futebol em alto nível.
 
Monts, Grandão, Rô, Biulas, Zé Blois e Bruninho – a espinha dorsal tejantista dentro e fora de quadra – começaram no extinto Corleone. Rô é o mais velho de Chuteira entre eles: iniciou em 2014 e, até 2015, recebeu os futuros parceiros de TJ no elenco corleonístico. Foi na I Copa Olé|Chuteira, em 2016, que o TeJanto debutou e já conquistou o vice-campeonato, perdendo a decisão para o Catado – em partida para se esquecer (quem quiser pode lembrar aqui). Mesmo assim, fora dada a largada para uma história de títulos, vitórias e alegrias.
 
Contudo, o TeJanto inteiro sabe que falta um caneco valioso e cobiçado em sua prateleira. Poderá vir em dezembro. Nenhuma palavra elogiosa aliviará o sentimento de uma possível perda. A maturidade tejantista será colocada à prova até o fim do ano.
 
Conexões perigosas A diferença no Chuteira 100 |Bronze é a fórmula de disputa. Os times do Grupo A enfrentam os do Grupo B, e isso tem deixado a divisão saborosa e divertida para quem não tem preferência por nenhum time, mas é simpatizante dela. É quase impossível prever o que poderá acontecer a cada rodada – mesmo que algumas equipes aparentem ser o que demonstram realmente. Para exemplificar esse pensamento confuso é preciso uma análise inicial sobre as campanhas, nas duas primeiras rodadas, de Joga Fácil, Interativo e Spartacus.
 
Os dois primeiros são os líderes do Grupo A com duas vitórias, enquanto os spartanos têm dois reveses e seguram a lanterna do Grupo B. Uma dessas derrotas do Spartacus foi para o Joga Fácil, mas isso não significa que o Interativo, quando tiver a sua chance contra a equipe de Léo Rocha, conseguirá os mesmos três pontos que a turma liderada por Joãozinho conquistaram. É aí que se envolvem Juvena e Parceradas para aumentar as conexões que só esse tipo de regulamento pode proporcionar.
 
A outra derrota do Spartacus foi para os juvenais, na rodada de abertura. Entram na parada, então, Interativo e Parceradas – que fizeram um jogão na estreia. O time de Arthur venceu o time de Fubá e Renas, fazendo com que os parcerados entrassem contra o Juvena pressionados. Saíram-se bem e embolaram o Grupo B – graças também ao Interativo, que se aproveitou de um planejamento equivocado do Loloverpool para ser tão líder do Grupo A quanto o Joga Fácil. O novato de divisão chegou a estar vencendo faltando poucos minutos para o fim do embate, mas, com o time contado, viu a turma reforçada pelo Futsamba e o Belini virar e comemorar.
 
Outras conexões são impressionantes. A do Só Vai é uma delas. A nova trupe de Pegui e Fran surpreendeu o Plata o Plomo para chegar aos mesmos 3 pontos de Loloverpool e Parceradas. Ambos dividem a liderança do Grupo B – com o Paraguay logo atrás com 2 pontos. O time de Erick poderia ter vencido o Plata na estreia: empatou. Mesmo resultado diante do Catimba. Este, um resultado considerado ótimo dado o favoritismo de véspera dos catimbeiros. Aliás, o atual campeão da Série Aço está devendo boas apresentações neste Chuteira 100. Ainda encara Parceradas, Só Vai e Spartacus na fase de classificação, mas é bom Pelé, Alemão, Kiko e demais não vacilarem nessas conexões malucas.
 
Quanta diferença – Cobri os três jogos da segunda rodada do Grupo A do Chuteira 100 |Chuteira 5. Satisfação em rever algumas equipes, mas a parte sentimental fica logo na entrada para a quadra. Porque a diferença de comportamento dos novatos de divisão em relação aos experientes é gigante. De um lado, Danonight, Sauna e Maestria. Do outro, Bicho Solto e Geração de Ouro – salvando-se apenas o Real Migué da velha-guarda.
 
A disposição mostrada pelas equipes de Mahana (Danonight), Almeida (Sauna) e Soga (Maestria) foi de dar inveja para as turmas de Dú (Bicho Solto) e Robinho (Geração de Ouro). Desde a apresentação em quadra – com a diferença no número de jogadores de cada elenco – até as performances, é para se questionar por onde anda o futebol dos times acostumados a jogar a divisão: são as duas equipes de pior campanha até agora – as únicas a terem seus saldos negativados acima da casa do 10 em apenas duas partidas.
 
O Real Migué, por enquanto, parece destoar. Fez sua parte diante do Geração de Ouro na primeira rodada e teve boa chance de, pelo menos, empatar com o Sauna no último sábado. Vai para o feriado na 3ª posição – ao lado do Maestria – e parece sereno na caminhada para a classificação. Algo que BS e GO ainda precisam encontrar.
 
Parada obrigatória – O primeiro fim de semana de refresco é o próximo e esta coluna deseja a todos um bom descanso! Com a certeza: dia 16, as terceiras rodadas da Ouro ao Chuteira 5, e a quarta da Copa Estrelato, vão esquentar ainda mais o Chuteira 100!
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