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Ainda no meio competição, ele volta à tona...

O walk over voltou à baila no dia das crianças. Inexplicavelmente. Dentro dos casos, é preciso um olhar mais atento para quem quis prejudicar, sim, a competição e de quem quase não compareceu. O ‘prejudicar’ não está no sentido doloso, mas sim no culposo. Porque envolveu pessoas que poderiam ter aproveitado o fim de semana de outra maneira, porém, não o fizeram pois algumas equipes resolveram, de uma hora para outra, pensar exclusivamente no próprio umbigo. Para não deixar o(a) leitor(a) sem entender, as equipes que deram o w.o. foram Vikings (Série Ouro), que não tinha 5 jogadores no prazo, e Schalkebrada (Chuteira 5), que nem deu sinal de vida.
 
O sentimento de toda liga Chuteira de Ouro é de revolta por essas equipes simplesmente bagunçarem algo que estava prometido ser harmonioso, ou melhor, que eles próprios prometeram ser simétricos quando procuraram entrar nas disputas. As medidas serão tomadas e as equipes que no sábado prejudicaram a rodada, certamente não tornarão a estragar o planejamento das outras pessoas só porque o lado pessoal falou mais alto. Talvez, cada um do elenco que se negou a ir nem pensou que poderia ter estragado uma possível viagem ou passeio de um jogador que se sacrificou pelo seu time e pela competição que ele jurou honrar durante o semestre.
 
Só que outros casos de w.o. quase complicaram ainda mais o sábado de feriado. Contudo, essas situações merecem um outro olhar e novas reflexões. Tratam-se do ‘quase w.o.’ que deram Baixada de Munique e Zero 13. De uma vez por todas vamos deixar claro: sim, ambos têm a maioria esmagadora de seu elenco residindo em Santos, que sobe a serra todo sábado que suas equipes atuam. O problema envolvendo ambos foi que um acidente na Rodovia Imigrantes paralisou várias pistas e fez crescer um congestionamento gigante na subida e na descida. Neste caminho de ida, de Santos à capital, estavam BM e Z13.
 
Normalmente, os jogos dos times são marcados para a metade da tarde (por volta das 15h para frente). Seus compromissos já estavam para começar e apenas os adversários estavam preparados. A era moderna, contudo, permitiu a instantânea comunicação: desde o início da tarde ambos entraram em contato com a Organização avisando do problema, que estavam ‘presos’ no congestionamento, mas a caminho, e que chegariam um pouco além do horário estipulado. A corrida, então, passou a ser contra o tempo. Então entrou o bom senso. Aqui começa a reflexão.
 
Wake ‘n’ Bake e Ou Não eram os adversários. Poderiam exigir seus direitos e, em determinado ponto do dia, não abrir mão do w.o. Porém, foi neste instante que um show de compreensão começou a se imbuir com o momento. Mas que teria limite. Ambos os times, ao tomarem ciência da situação, fizeram eles a reflexão e o simples exercício de se colocar na situação alheia. Nesse tempo, outras equipes próximas sentiram que não se tratava de ‘malandragem’ ou similares. O TorceContra foi um deles. Na figura de seu maior expoente, Denner, veio uma ideia: “Se os ‘caras’ do Guaxupé já estivessem aqui poderíamos inverter o horário dos jogos, para ajudar’. TC e Guaxu fariam o jogo seguinte a BM x WB.
 
Com um pouco mais de paciência, ligada ao bom senso da organização do evento de colocar um horário-limite para o caso da Série Ouro, os jogadores do Baixada de Munique chegaram e os times fizeram um bom duelo de oito tentos. O Wake ‘n’ Bake cooperou para não estragar a divisão, diferente do Vikings. Aqui, é preciso uma pausa para entender os ocorridos antes dos julgamentos. Independentemente, Ou Não e WB fizeram o que a maioria se dispõe a realizar. Viva o bom senso.
 
Passando o bastão – O Chuteira 5 está mostrando ao universo chuteirense o futuro da competição. Algumas equipes que disputam os dois grupos são de qualidade, prometendo crescimento ao longo dos próximos anos. Os líderes são prova disso. No Grupo B, o Los Borrachos Jrs. voltou à ponta graças à vitória sobre o Murajuba (semifinalista na Copa Estrelato passada). Com extrema eficiência. O LBJ é uma equipe consistente em seu sistema defensivo e transforma isso em números: levou apenas 8 tentos, sendo a defesa menos vazada da competição. Junta-se o talento de Olivier, que marca gol atrás de gol e faz do ataque um salão de jogos particular.
 
O Los Borrachos se aproveitou do vacilo do Tirinhas 4i20, que, ao vencer os próprios borrachudos na semana passada, assumiu a liderança, mas não a sustentou diante do É O Centro Mané. O time de azul e branco alia juventude, plano tático e habilidade tão bem quanto o Loloverpool, líder do Grupo A junto ao Panela. Cadu é o principal nome, mas outros jogadores como Vavá, Camper e Ronaldo fazem a roda girar trocando passes precisos e envolventes, tudo em meio a dribles e velocidade. Não foi à toa que o Loló segurou empate com o Panela e irá rivalizar com o time de Joninhas pelo acesso direto à Aço até a última rodada: é uma equipe pronta para se juntar aos principais participantes do Chuteira de Ouro espalhados pelas divisões.
 
Renovando o ineditismo – Mais uma rodada se passou e o Grupo B da Série Bronze continua tendo um líder com... 9 pontos! ‘Culpa’ do Só Quem Sabe!
 
Paraguay, o retorno – Não passará despercebida a liderança do Paraguay no Grupo B da Aço. Por pontos perdidos, o Juvena, que arrancou milagroso empate com o Hooligans, é o principal time da chave. Porém, por pontos ganhos até agora, Kauê, Cunha, Jedai e companhia limitada vem fazendo campanha espetacular e se intrometendo entre equipes antes consideradas favoritas – caso dos dois times citados. Não é o favorito a vencer o grupo ainda, mas já mostra estar melhor do que antes.
 

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