Seu novo uniforme é de PR1MA! Facilitamos a sua vida!

    Agilidade e comodidade para você focar apenas no que importa... o seu time! @pr1masports e (11) 99210-4656

    Veja mais

Um grande jogo decidiu o Grupo A da Prata; independente de quem levou, estarão Divino e Baixada prontos para a elite?\r\n


Baixada de Munique e Divino fizeram o grande confronto da última rodada. Valia a vaga direta para a Ouro. O primeiro buscava uma inédita ascensão – desejada desde o ingresso do time no Chuteira 5. O segundo, retornar à principal divisão do Chuteira, na qual passou pouco tempo – insuficiente para saborear as armadilhas impostas pelas principais equipes da Liga. O destino colocou-os frente a frente no Grupo A. Deu Baixada, mas poderia ter dado Divino. Única certeza deste grande duelo, que dominou os assuntos do sábado: nenhum dos dois está preparado para a Ouro, ainda.
 
Mesmo sendo consideradas equipes de alto escalão dentro da Prata, variaram no empate em 5 x 5 – que deu o ponto suficiente aos santistas terminarem na primeira posição. A variação mencionada está relacionada aos altos e baixos apresentados no decorrer dos pouco mais de 50 minutos de adrenalina pura. A oscilação foi notada justamente nos polos da ‘decisão’: o Baixada de Munique cochilou nos 10 primeiros minutos e o Divino, nos últimos 10 minutos.
 
São dois times que se mostram aptos a jogar a Série Ouro, mas com ressalvas. Os divinenses montaram uma equipe forte e de toque de bola rápido, aliada às experiências de jogadores como Cavenco, Negueba e Joninhas – acostumados a jogos importantes dentro do Chuteira (vale lembrar que os dois últimos fizeram parte do elenco campeão da Série Ouro pelo Peneira no primeiro semestre de 2018). Nomes como os de Rosseto, Sal, Andrade, Guinho e Lenarduci permaneceram. Baita time. O primeiro tempo, ao qual virou vencendo por 5 x 2, provou isso.
 
Já os santistas estão com caras novas para este semestre. Padron, Mamer e Kinhas (ex-Parceradas) são algumas delas. Manteve nomes importantes, como os de Jerry, Pedrinho e Matheusão. O ânimo do BM é completado por outros jogadores, mostrando uma força descomunal, dentro de um jogo, que forma o conjunto. O segundo tempo, ao qual fez três tentos e não levou mais nenhum, é a justificativa.
 
Só que a Ouro é mais exigente do que o duelo do último sábado. A atual versão do BM continua tão forte quanto os elencos que levantaram o Chuteira 5, Aço e Bronze em sequência. Ganhar a Prata está nos planos de seu manager, Fernando Guina, mas o duelo contra o Divino escancarou um velho ‘problema’: a dependência em Beça. O time fez, talvez, seu pior primeiro tempo desde que ingressou no Chuteira de Ouro. Na segunda etapa conseguiu reaver o bom futebol, mas sempre buscando jogo no camisa 69. Não à toa ele fez quatro dos cinco gols, inclusive o do empate – aos 25min30s!
 
Uma primeira etapa ruim contra o Divino, equipe em formação com a chegada dos reforços, é aceitável, já que dá a oportunidade de recuperação com a bola andando. Contra Mulekes, Catado, Torce Contra ou Nois Que Soma, entre outros, será inaceitável, já que são equipes implacáveis. O mesmo serve aos divinenses. Caso tivesse segurado a vitória, eles estariam automaticamente na Ouro, mas os 10 minutos finais do embate, quando recuou em demasia e não explorou suficientemente os raros contra-ataques que tinha, mostram que a equipe ainda precisa ganhar maturidade na famosa ‘hora H’.
 
Não quer dizer que estão longe de ser times da Série Ouro. Muito menos que vão ‘bater e voltar’. O BM já está na Ouro, e o Divino vai chegar lá também através da fase final. Dificilmente, apesar da experiência, o Roleta Russa Olímpico fará frente ao time de Andrade. O problema escancarado é justamente o futuro, não o presente. Agora, o Divino é time de Série Prata mesmo, e dos bons. Candidato a título tanto quanto o próprio time de Santos, o StarFucks, o Real Madruga e o Vikings. Só que, quem passa da Prata à Ouro, já deve ter uma equipe forte taticamente, tecnicamente e, principalmente nos casos dos dois times, psicologicamente.
 
Exemplos recentes, como os de 2 Tok’s e La Buça Romana, devem ser olhados com cuidado. O primeiro foi vice-campeão da Prata anterior, mas chegou com 3 pontos negativos por conta de algazarra na decisão ante o Condor’s. Bateu e voltou na Ouro. O segundo ganhou seu grupo na mesma edição à qual o 2T foi vice. Só escapou do rebaixamento dourado na última rodada, e graças à derrota do Morada Choque. Chegar à principal divisão do Chuteira de Ouro é para ser comemorado, sim. No caso, festa do Baixada de Munique, mas este duelo ante o Divino foi inesquecível, em vários sentidos.
 
Salve o Corinthians? – Terminou a fase de classificação do Chuteira Girls e o que era esperado, aconteceu: Corinthians liderando seu grupo com três vitórias em três partidas, e equilíbrio no Grupo B – com Independente e Futsamba avançando à Divisão Ouro. Agora, Invictus, Awen e Imperial farão triangular para ver quem fatura a Divisão Prata, enquanto o Vila Mureta se junta ao grupo que disputará o título principal. As mureteiras terão Mariah, Mari Loira e cia. pela frente nas semifinais, quando encaram as independentes. Na outra semifinal, uma ‘revanche’: o Timão, que herdou várias jogadoras do atual campeão, Condor’s, está na mira das sambonas. O alto nível demonstrado pelas mulheres merece mesmo uma quadra maior. Detalhe: jogos de ida e volta nas semifinais!
 
Pagou pra ver – Seu time monta o melhor elenco de sua história e começa a ganhar corpo. Passa a disputar a primeira posição do grupo e, consequentemente, acaba ganhando confiança. No meio do caminho, tropeça em empates e chega na última rodada de classificação sem chances de terminar como líder, mas classificado ao mata-mata. O último confronto é justamente contra a equipe que garantiu o acesso à divisão acima. Há uma possibilidade de terminar a primeira fase na segunda colocação e avançar diretamente às quartas de final. Só há um problema: o principal jogador, disputando artilharia e principal MVP, está pendurado. Você o escalaria mesmo assim a uma partida que não valia muita coisa?
 
Pois o Faroeste apostou todas as suas fichas em que venceria o Astúcia e passaria o Vendetta na tabela, catapultando-se às quartas de final e ficando a apenas três jogos do título (ao invés de quatro). Só que o tiro não apenas saiu pela culatra como atingiu em cheio os corações dos westerns: Rocha, artilheiro e principal jogador do time, levou o terceiro cartão amarelo e não estará em quadra contra o Fúria. Por quê? O Faroeste apenas empatou e terminou na mesma 3ª colocação que iniciou o confronto direto que só valia a ele.
 
Querer passar um estágio e ficar tranquilo é natural, mas é importante olhar primeiro ao que está sendo feito e se desenhando. O Faroeste é daquela turma que vai bem na fase de classificação, mas que não entra como favorito em seus confrontos de mata-mata. Resumindo: há times que podem se dar ao luxo de avançar de fase, ficar duas semanas parados, e que mesmo assim voltam no mesmo ritmo num jogo eliminatório. Não é o caso dos westerns.
 
O time ainda precisa provar a ascensão mostrada no semestre. Quando enfrentou times com dificuldades, venceu sem grandes problemas; quando encarou confrontos diretos, não venceu nenhum. Passar pelas oitavas e cair no colo das quartas não seria bom negócio diante desses fatores. Pior mesmo é não alcançar o objetivo traçado e ficar sem seu principal jogador. As armadas ofensivas do time passam todas pelos pés de Rocha. Como o técnico André Cotta vai se reinventar, e também ao Faroeste, sem o maior expoente só saberemos no sábado. Porém, era um risco desnecessário, pois o Fúria é mais difícil ainda de ser vencido do que o Astúcia.
 
Baladas liberadas – A última rodada da fase de classificação coroou muitos times que conseguiram acessos às divisões acima das atuais. Esta coluna, portanto, parabeniza: Baixada de Munique e Império Celeste (da Prata à Ouro); Camelo (da Bronze à Prata); Astúcia (da Aço à Bronze); Senta os Alunos (do Chuteira 5 à Aço); e Gigantes, Entre Amigos e Tirinhas 4i20 (da Copa Estrelato ao Chuteira 5).
 
 
 
 
 
 

Comentários (0)