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O leitor atento já viu que o equilíbrio anda reinando nas disputas por acesso de Prata a Aço; difícil cravar quem leva os grupos\r\n

Após a 6ª jornada, seis times disputam as lideranças dos Grupos A e B da Série Prata. Outros seis disputam as pontas nas duas chaves da Série Aço. Três disputam o acesso à Prata ganhando o Grupo B da Série Bronze. O(A) leitor(a) logo pensou em ‘equilíbrio’. Sim, afinal, se não é inédito três times disputando o acesso direto à divisão subsequente em uma fase tão aguda a qual se encontra o Chuteira de Ouro, pelo menos o ineditismo é garantido nas múltiplas possibilidades de alguém ficar com a primeira colocação.
 
Aliás, equilíbrio é o que marcou o último sábado. Jogos bem disputados, tudo dentro do âmbito esportivo, sem brigas ridículas que podem render um machucado ao companheiro que só quer se divertir tanto quanto você, sem ‘mimimi’ com arbitragem (que vai errar eternamente pois é um ser humano tanto quanto você), e uma busca incessante pela vitória. Mesmo em IMZT 0 x 0 Parceradas. Esse empate, inclusive, tirou os imzestistas da ponta do Grupo B da Bronze – agora, a equipe que conta com Arthur, Sorin, entre outros, disputa, com Camelo, e o favorito à primeira colocação Futsamba, o acesso direto à Prata. Eis o primeiro equilíbrio. Isso porque o Soberanos ‘não quis’ entrar na briga.
 
Pode até ser natural num primeiro estágio essa paridade, já que se trata apenas de uma chave. O busílis está na Prata e Aço. Os dois lados das duas divisões estão emocionantes. O Baixada de Munique, por exemplo, depende apenas de si para ser dourado via Grupo A, mas não consegue se desvencilhar do StarFucks e, após a 6ª jornada, ganhou novo concorrente: Divino, último adversário dos santistas na primeira fase. Teria também o Real Madruga nessa briga, mas a equipe somou sua segunda derrota e passará a focar no mata-mata a partir de agora.
 
O Grupo B está mais equilibrado ainda. Três times dividem a liderança da chave com 10 pontos. Mais três equipes possuem 7 pontos e podem sonhar com o acesso direto ainda, embora esse sonho tenha de ser com pés no chão, já que Invictus e Império Celeste se tornaram favoritos a vencer o grupo. O Lokomotiv foi o único a se afastar. Com folga ainda pela frente, só tem mais duas partidas. Parece a mesma situação do Madrugão, com uma diferença preocupante: os madrugueiros já estão na fase final; ao Loko, é não perder a concentração como fez ante o Invictus para assegurar a vaga, uma vez que o Imperial chegará babando após descansar.
 
Descendo mais um tanto, a Série Aço se mostra fora da realidade. Para o lado positivo. Considerada historicamente a divisão mais aquém em termos de qualidade técnica, por ter pouquíssimos times com condições de levantar a taça – geralmente são apenas dois –, neste primeiro semestre é possível ver destrezas aliadas à garra. Só assim para explicar Plata o Plomo, Vila Mureta e La Coruja com os mesmos 13 pontos. O Fúria só não chegou para ser o quarto time com a mesma pontuação porque pegou um duro adversário, o Mercenários, e ficou no empate. Se chegasse, o que já é inédito, se tornaria uma façanha histórica aos anais chuteirenses.
 
Outro ineditismo: Vendetta, Astúcia e Faroeste colados na busca pelo acesso à Bronze via Grupo B. O primeiro tropeçou num momento crucial: empate em 4 x 4 com o Juvena, após levar a vantagem de 3 x 1 ao intervalo. Provavelmente deu adeus à primeira colocação. Ainda vai folgar, e deverá ser ultrapassado por seus concorrentes. O que alivia um pouco aos vendettistas é que seus concorrentes diretos ainda se enfrentarão. Se até o dia de se encontrarem a diferença atual for mantida, um empate entre Faroeste e Astúcia será comemorado à exaustão pelo atual líder. Porém, isso é especulação. Certo mesmo é que o equilíbrio agradou a todos. Outra (quase certeza) é que, para esse equilíbrio continuar, a partir do próximo semestre haverá rebaixamento na Aço.
 
Tendências – Apesar de estarem se dedicando ao máximo, os descensos de La Buça Romana e 2 Tok’s são cada vez mais evidentes. Recém-promovidos da Prata, não estão aguentando o peso de disputar uma Série Ouro. Conforme dito acima, nada tem a ver com vontade. Falta mesmo é elenco aos times. Por serem novatos de divisão, quando não apresentam banco de reservas com contingente à altura do quadro que iniciou determinada partida, fatalmente não vencem. Não estão, ainda, num mesmo estágio de um Arouca ou Torce Contra, que podem se dar ao luxo de aparecer contados que, mesmo assim, acabam desempenhando bom papel. Caso se confirmem as quedas, que não sejam detonadores de elenco e motivação: que sejam apenas um bate-volta na Prata, como estão fazendo agora na Ouro.
 
O caminho é longo – Jairo Ferreira assumiu o comando técnico do Sanjamaica, no Chuteira 5. Terá trabalho após ficar à frente da equipe, numa sonora goleada sofrida para o vice-líder Del Porto, pela primeira vez. Porém, quem conhece o trabalho do treinador sabe que bons fluídos poderão surgir. Aliás, falando em técnico, um deles está ganhando notoriedade a cada rodada: Andre Cotta, cada vez mais à vontade dirigindo o Faroeste. Sobre outro técnico, a expectativa é pela estreia de Gustavo Valadão comandando o Imperial, só que a versão feminina.
 
Quem tem mãe tem tudo – Esta coluna se antecipa aos Dia das Mães, a ser comemorado no próximo domingo, dia 12, e deseja a elas uma feliz jornada. Como a Contra-Ataque só vai ao ar às segundas-feiras, é sempre importante saudar aquelas que nos colocaram no mundo e fizeram de tudo para que gostássemos de futebol. Parabéns, mamães! Em especial à dona Sueli Dicredo, mãe do Rodi e do Diego, ambos do SPQSF, e à dona Leni, que gerou este que vos escreve!

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