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Um terço da 1ª fase já se foi e é possível identificar ´modelos´ que vão dando certo e outros que deixam a desejar

Quando uma equipe alcança seu objetivo na temporada, logo fica a expectativa para o semestre seguinte. Lá se foram três jornadas. As estruturas de algumas equipes, escancaradas. Exemplos positivos não faltam; em termos negativos, um está em evidência. O relógio, continua implacável. Os casos de Lokomotiv e Futeloucos dão pistas.
 
A Série Prata é o último estágio antes de chegar à principal divisão do Chuteira. O Loko da Zona Norte chegou ao penúltimo estágio antes da principal divisão com alta desconfiança. Muitos se perguntavam se “bateria e voltava” – referência à Série Bronze, na qual fez campanha de afirmação na divisão em sua primeira temporada e, no último semestre, rivalizou com Baixada de Munique e Leleks pela vaga direta na Prata atual via grupo (terminando em segundo lugar a fase de grupos) e também chegou à semifinal (foi eliminado pelo Invictus por 2 x 0).
 
Paralelamente, o Futeloucos ganhava fama e se inflamava psicologicamente a cada partida na Série Aço. Considerado um time normal, cujo alguns jogadores eram bons, mas não passava muito disso, aos poucos passou a surpreer. Sempre foi uma equipe que oscilava entre não avançar ao mata-mata e estar no grupo dos melhores até ser eliminado num primeiro estágio de fase final. O quadro mudou no último semestre, quando foi novamente algoz do Fúria Moleque numa oitava de final e despachou, em seguida, o favorito à vaga Soberanos nas quartas de final. O prêmio? A Série Bronze atual – com direito a calor sobre o Bacana na semifinal.
 
O semestre onde Lokomotiv e Futeloucos defendem seus status conquistados em quadra apontam lados distintos. Já se sabia das dificuldades; jogar o Chuteira não é para qualquer pessoa. A questão é como estão se apresentando. O primeiro é líder do Grupo B prateado, e isso é surpreendente até para os próprios líderes da equipe; o segundo, faz a campanha que a maioria esperava, já que se encontra na zona do descenso com apenas 1 ponto somado (em cima de uma equipe também oriunda da Aço, o Cachorro Velho).
 
As diferenças para explicar por que, das duas equipes sob desconfiança, uma delas surpreende positivamente – e a outra faz uma campanha sem novidades – está na estrutura montada. Não precisa ser especialista para notar a longitude entre uma campanha e outra (tudo dentro de suas respectivas divisões). Basta ter visão.
 
O cidadão que passa pelo corredor e observa o lado amarelo e preto do Lokomotiv enxerga um número absurdo de jogadores disponíveis para o atual técnico da equipe, Lucas Botelho, poder trabalhar. Não bastasse a qualidade daqueles considerados os melhores para iniciarem uma partida – casos do arqueiro Garga, Romão, Neto, Zezé, Felipe Moura (só citando alguns deles), ainda se reforçaram – Maic, ex-Imperial e Acidus.
 
Outro detalhe é a motivação: dá para notar nos semblantes a vontade de vencer. Sem contar ainda a faixa gigantesca com o nome do time, que costumam estender no alambrado enquanto o jogo acontece, e a torcida – sobretudo das mulheres dos jogadores, que incentivam sem descer o nível. Já o outro lado do corredor...
 
O mesmo cidadão vira o rosto e vê uma equipe apenas com vontade. O lado azul e branco é valente, mas não tem jogadores suficientes para rodar o elenco. O lado azul e branco é persistente, mas não trouxe nenhum reforço que qualificasse ainda mais um bom elenco. O lado azul e branco é esperança, mas a torcida inexiste ou está decepcionada.
 
Dois dos principais expoentes da equipe, Barbieri e Nó, só apareceram no último jogo – derrota para o É Verdadeee. Aliás, sobre o adversário que o derrotou, é outro exemplo de estrutura positiva, já que emergiu junto ao Futeloucos na última Aço, mas que faz campanha segura – para não dizer surpreendente na atual Bronze.
 
Isso não quer dizer que as situações permanecerão assim, mas lá se foi 1/3 da primeira fase e, quem não está tomando forma neste período, dificilmente escapará de uma eliminação precoce ou uma queda de divisão. O Lokomotiv passa a ser visado a partir de agora justamente porque se estruturou para ser perseguido. O Futeloucos, com uma estrutura de Série Aço jogando uma Série Bronze, às vezes desejaria não ter subido de divisão.
 
Chuteira 13? – Além das quatro principais divisões do Chuteira de Ouro, o Chuteira 5 também alcançou 1/3 da fase de classificação com favoritismo do Zero 13 para ganhar o grupo a subir à Aço. Porém, com os resultados da última rodada, ainda não é certo cravar que a equipe de Santos terminará na frente. Descartar Senta os Alunos e Catimba é um tanto perigoso caso vá apostar. Sem contar o Del Porto – tão líder, pelo menos em pontos perdidos, quanto o Zero 13.
 
Nem a chuva parou – Que grande partida fizeram Vila Mureta e La Coruja, na inusitada quadra 3! Por conta da forte chuva que caiu no meio da tarde, alguns gramados ficaram por algumas horas impraticáveis, inclusive a arena na qual jogariam. Passaram a outra e protagonizaram a melhor partida do dia em todas as divisões, na qual terminou em 2 x 2. PZT marcou duas vezes para os corujas, mas Derzinho e Maranhão fizeram os gols dos mureteiros e o empate acabou de bom tamanho. Quem sorriu foram Plata o Plomo e Fúria.
 
Abre o olho, WB – Outrora favorito até para terminar a fase de classificação em primeiro, o Wake ‘n’ Bake somou, diante do Torce Contra, sua segunda derrota seguida no Grupo A da Ouro. Algo raro, para não dizer inédito. O WB sempre foi apontado como um time a bater de frente com Nois Que Soma e Mulekes; precisará de mais brilho daqui pra frente, já que enfrentará adversários cascudos como o próprio NQS, além de novatos que só são novatos por acidente: Academia Competition e 2 Tok’s. O primeiro desafio para espantar a desconfiança é o MachuPichu, e um terceiro tropeço fará o público repensar suas apostas.
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