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Há 10 anos e contando, É Verdadeee e Roleta Olímpico estreavam no Chuteira; hoje vivem momentos distintos e de afirmação

Dizem que o tempo é, no mundo contemporâneo, a principal matéria-prima da humanidade. Exagero ou não, buscamos por um átimo de segundo a mais em nosso dia a dia para realizar algo que fatalmente deixaremos para trás. O tempo também está atrelado à longevidade. Minta, manager de equipe, se não sonha com sua equipe vivendo por anos e anos. Pois duas equipes fizeram história na abertura do Chuteira de Ouro em 2019.
 
No dia 07 de março de 2009 apareceram, na primeira edição da Série Prata, uns tais de É Verdadeee e Roleta Russa Olímpico. Em relação ao primeiro, nome esquisito, provavelmente tirado do bordão que consagrou a hoje conhecida Sabrina Sato – surgida de um ‘reality show’ que ainda consegue anunciantes sabe-se lá como. Era mais uma equipe despretensiosa a adentrar ao então campeonato que estava crescendo aos poucos. Trazia consigo o apelido ‘burrinho’, em uma primeira instância esquisito, mas que Guimarães Rosa aprovaria de imediato.
 
Já o Olímpico apareceu para ser o precursor daquela que se tornaria uma franquia de sucesso. O Roleta Russa já tinha uma equipe que disputava a Série Ouro e, com tanta gente querendo jogar ao lado de Baru, viu-se a necessidade de criar um time alternativo, alcunhado de ‘Roleta Russo Olímpico’ pelo simples fato de a maioria dos jogadores serem formados por adolescentes indo para os 18 anos. Depois disso, com a passagem dos anos, surgiram o Roleta Russa Clássico, o Mítico...
 
O último sábado entrará para a história chuteirense e dessas duas equipes. Ao entrarem em quadra, tanto ÉV quanto RRO cravaram exatos 10 anos de longevidade dentro da Liga! O Burrinho entre altos e baixos; os olímpicos, em uma ascensão que, agora, começa a apresentar a conta.
 
Os altos e baixos do É Verdadeee se dão pelo simples fato de ter jogado em todas as divisões. Começou na Prata, ficou nela um bom tempo, emergiu à Ouro, ficou nela um tempinho, voltou a ser prateado, caiu à Bronze, desceu mais ainda à Aço, mas voltou a ser bronzeado e com muita confiança. Já o Roletinha só conhece Prata e Ouro. Começou prateado igual ao burrinho e só ficou na parte de cima – inclusive superando a matriz em termos de futebol na metade da década para cá.
 
No dia 23 de março de 2019 o ÉV reiniciou sua luta após subir da Aço à Bronze. Venceu outro rival de longa data, o Basicus, por 3 x 0 e mostra uma confiança à altura de seu capitão, King, e de outros jogadores que estavam na primeira formação – e que suam a camisa do burrinho até hoje, casos de Fúria, Reyna, Latrell e Master. Já a comemoração do RRO foi melada pelo Lokomotiv, que não tomou conhecimento do momento único do adversário para vencer por 3 x 2 (é certo que a confiança do Roletinha é contrária à apresentada pelo burrinho).
 
Os placares dão certas pistas sobre os rumos dos times para semestre e ano. O Burrinho parece aquele menino que acabou de ganhar o brinquedo tão desejado do momento; o Olímpico parece uma criança perdida dos pais no meio da multidão. Como serão as campanhas não dá para cravar, mas é interessante o olhar de fora em relação ao crescimento e amadurecimento de dois times que atravessaram uma década e ainda dão sinais de vida.
 
O detalhe que ficou faltando foi o resultado do primeiro jogo da história dos times no Chuteira de Ouro: no dia 07 de março de 2009, por volta das 13h30m, na quadra 11, É Verdadeee 1 x 2 Roleta Russa Olímpico (confira a ficha técnica da partida aqui)!
 
O problema são os outros – Olhar para a grama do vizinho e achá-la mais verde que a nossa é uma prática bizarra mas que fazemos com costume (até percebermos o quanto somos ínfimos e poderíamos melhorar a nossa grama ao invés de invejar a dos outros). Sobre essa questão, é bom algumas equipes olharem para o próprio umbigo neste início para não reclamar lá na frente. Aqui, a referência são outras competições jogadas paralelamente que andam ‘comendo’ as pernas de jogadores.
 
Na rodada de abertura das cinco principais divisões do Chuteira, algumas surpresas que deixaram o povo um tanto desconexo. Talvez o mais gritante tenha sido na Bronze. O Bacana empatar com o Sem Domínio é uma zebra, sim! Nada contra o SD, cada vez mais se organizando no compasso do professor Jairo Ferreira, mas o time de Marcelão – advindo de dois títulos seguidos (Chuteira 5 e Aço) – era amplo favorito. O problema é que alguns jogadores estavam atuando em outra quadra, por outra competição, minutos antes do combate. Não é, obviamente, o principal fator pelo tropeço, mas é aditivo que pesou aos bacanas.
 
A outra equipe que decepcionou em sua estreia foi o Futsamba. Coincidentemente, time que vem de dois vice-campeonatos (Chuteira 5 e Aço). É certo que enfrentou uma equipe mais talentosa, mas perder para o IMZT da forma como foi é perigoso. Com um detalhe importante: o time de Chiaroni e cia. também disputa outra competição paralela! O problema aos sambões foi ter faltado perna para chegar a uma excelência que assusta a concorrência a cada semestre, mas que numa primeira instância nem cócegas fez no adversário.
 
Nem todos olharam para o gramado alheio. Além do IMZT, o Arouca fez bonito ao avançar às semifinais de um torneio paralelo e, depois, vencer o clássico ante o Fora de Série. Porém, o Torce Contra perder em sua estreia para TeJanto (esperava-se mais do atual finalista da Copa dos Campeões) e a sapecada que o Divino levou do StarFucks também são dignos de registro de equipes que disputam outras competições mas que estrearam tropeçando no Chuteira de Ouro. O Baixada de Munique entra em partes na conta já que vencia o Real Paulista Classic por dois tentos de diferença, mas permitiu o empate nos minutos finais: havia jogado no mesmo dia o segundo tempo da semifinal da Copa dos Campeões ante o Nois Que Soma.
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