O finalista Primatas já tem certa uma coisa no dia 20 de junho, quando jogará a grande final do I Chuteira de Prata contra o Treinadores do Braz: os troféus MVP e MVG do torneio pertencem ao time. Isso porque, com 16 estrelas, Rafinha e Gui Fenômeno dividem a liderança da Corrida e só podem ser alcançados por Peruca, que somou 13 até o momento. Ou seja, no máximo haverá um empate entre jogadores das duas equipes finalistas. Na Corrida MVG, VItinho lidera ao lado de Muralha com 11 pontos e a final a disputar.
A rigor, com Rafinha suspenso para a final, é a chance do artilheiro Guilherme Damadi, apelidado de Fenômeno, ser isolado o MVP do torneio. Caso ele venha a se destacar e ser eleito um dos três melhores da final, ele já terá o troféu só para si. Caso ele não venha a se destacar e não some pontos, e também Peruca não seja o melhor da partida, Gui e Rafinha dividiriam o prêmio de jogador mais valioso da competição.
O troféu ir para dois jogadores do mesmo time é algo inédito no Chuteira. Já houve empates anteriormente, mas nunca entre jogadores da mesma equipe. Isso mostra que o Primatas não chegou à final por acaso e que os dois atletas fizeram a diferença no decorrer da competição.
Treinadores do Braz e Primatas fizeram campanhas similares e ficaram na 3ª e 4ª colocações respectivamente na classificação geral da 1ª fase da Série Prata. Nas semifinais, desbancaram os favoritos Arouca e Roleta Russa, que tinham a seu favor um ataque poderoso (até então, 55 e 54 gols anotados cada um) e um alto saldo de gols.
Na grande final, teremos em jogo a melhor defesa da competição, do Primatas, com 30 gols sofridos (melhor defesa da 1ª fase ao lado do Roleta) contra um dos times mais desequilibrados em termos de saldo do Chuteira – o Treinadores, que geralmente faz muitos gols mas sofre muitos também. Será a chance do goleiro Vitinho, do Primatas, que já é MVG do I Chuteira de Prata, fazer sua parte e ser o MVG solitário, já que tem o mesmo número de estrelas que Muralha, do Forza Leone, mas ainda um jogo a fazer. Seria a consagração de um time estreante – campeão, MVP e MVG.
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