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CHUTEIRANEWS: V CHUTEIRA DE PRATA: 4ª RODADA

V CHUTEIRA DE PRATA: 4ª RODADA: GRUPO B

Cachorro Velho 3 x 1 Diabos Negros

DIABOS NEGROS PRESSIONA, MAS PERDE DE CACHORRO VELHO


Novamente a regularidade dos goleiros, a qualidade de Thiaguinho e a raça de Giggio fizeram a diferença para que o time do Cachorro Velho saísse vitorioso

Por Renato Malaguti

Na primeira partida realizada na quadra 10, a qualidade ofensiva do time da Puc foi evidenciada e, por esse motivo, seus atletas saíram vitoriosos. Os primeiros cinco minutos foram bem disputados. Poucas jogadas com chances claras de gol, com a redonda rolando mais no meio da quadra, algumas divididas e vários passes. Na primeira oportunidade, a equipe de azul saiu na frente, com Giggio, que recebeu ajeitada de Chuck e bateu firme na bola, dificultando a defesa de Marco, que até pulou, mas não encontrou nada.

Após o gol, o sol se escondeu, deixando o clima mais agradável. Aos 13 minutos, em lance polêmico, a bola bateu na mão de um zagueiro do Diabos Negros dentro de sua área defensiva, trocando a trajetória da redonda, mas sem nenhuma intenção. O juiz mandou seguir. O jogo seguia equilibrado, sem nenhum destaque individual.

Em falha da zaga, o Cachorro Velho quase sofreu o empate, mas Luis Leal perdeu cara a cara com Ph, chutando por cima do arco. A equipe de azul passou a abusar das faltas, evitando boas articulações do rival, mas não existiu nenhum lance desleal.

Faltando dois minutos para o término da primeira etapa, Luiz Leal fez boa jogada individual para o time de branco (sim, o Diabos Negros trocou de uniforme), passou por dois e chutou forte à direita de Ph, que nem pulou na bola. Houve uma reclamação de Chuck, que afirmou ter tomado tapa na cara na jogada, mas o árbitro confirmou o gol.

Na volta para a segunda final, a marcação em cima de Thiaguinho era forte. O jogador era puxado, mas também puxava a zaga adversária. Os primeiros minutos não foram tão empolgantes – nenhuma jogada bonita ou mais perigosa. Somente aos 6 minutos, em ótimo contra-ataque (para variar), a equipe do Cachorro Velho desempatou. A jogada começou na zaga e, com três passes, chegou ao ataque para Thiaguinho, que chutou no cantinho esquerdo do goleiro, sem chances de defesa. 2 x 1.

Em seguida, mostrando que ainda estava no jogo, o Diabo Negros levou perigo com boa jogada individual de Cadu que resultou em um chute alto, bloqueado pelo goleirão Botana, que entrou bem na segunda etapa. Aliás, destaque para os dois goleiros da equipe do Cachorro Velho, que sempre revezam entre si, sem frescuras, demonstrando companheirismo e qualidade.

Aos 10 minutos, Luis perdeu sozinho boa oportunidade, batendo à direita do gol. Em contra-ataque, Luiz e Leal obrigaram Botana a fazer duas boas defesas. O Diabos pressionava e fazia o jogo que o Cachorro gosta: defender e contra-atacar. Porém, foi o Diabos que quase marcou com tal estratégia: Cadu limpou um abrindo para a perna direita e chutou uma bomba, mas novamente Botana fez ótima defesa.

A equipe de branco criava mais oportunidades, mas não fazia o gol. E de tanto perder chances, próximo ao apito final, Giggio dividiu com o goleiro Marco (que infelizmente saiu carregado de quadra) e deu um toquezinho para tirá-lo da jogada, fazendo o terceiro gol de sua equipe e seu segundo no jogo. 3 x 1. Zooboo, camisa 10 do Diabos Negros, entrou no gol como goleiro linha, mas faltava muito pouco para acabar e nada pode fazer.

Graças às boas defesas de Botana, finalização precisa de Thiaguinho e bom futebol de Giggio, a equipe do Cachorro Velho conquistou mais uma vitória bem a seu estilo, sofrendo pressão, defendendo-se bem e frieza para matar o jogo quando tem a oportunidade. Essa tem sido a diferença do líder do Grupo B da competição, com 4 vitórias em 4 jogos.

V CHUTEIRA DE PRATA: 4ª RODADA: GRUPO A

TCM 3 x 5 Bucets

BUCETS VENCE MAIS UMA E SEGUE NA COLA DO LÍDER


Melhor jogo da Prata teve golaços e muita emoção. Como destaque negativo, entrada dura de Glauco e cabeçada de Peli

Por Elvis Ferreira

TCM e Bucets fizeram provavelmente o jogo mais disputado e emocionante que esse repórter que vos escreve já assistiu em quase um ano de Chuteira. O Bucets entrou em quadra estreando seu uniforme de cinco anos e contava que isso poderia trazer sorte ao time, o que realmente aconteceu. O Bucets venceu por 5 x 3 um jogo eletrizante e muito disputado.

Guel mostrou que o TCM não estava para brincadeira e quase fez um golaço ao driblar dois na entrada da área e chutar forte para o gol. Alemão também estava bastante ligado no jogo. Após sair da marcação na direita, ele puxou a bola para o meio e chutou forte. A bola explodiu no travessão de Gabriel.

Quem assistia ao início da partida pensava que o TCM viria com tudo para cima do Bucets a fim de golear, mas quem abriu o placar foi a equipe do uniforme novo. Mesa cobrou falta com categoria quase na linha da área e Marcião nem se mexeu. O fuscão (agora cor bordô) mostrava que estava mais vivo do que nunca no jogo.

Movimentado e cheio de boas jogadas pelos dois lados, a partida ficou igual também no placar depois de ótima jogada em velocidade de Zé Roberto, que chutou da direita com força. O goleirão Gabriel espalmou e Thiagão não teve dificuldades para completar para as redes o rebote.

No TCM o cara a ser batido se chamava Alemão. Ele estava com a mira apurada... para acertar a bola no travessão. Ele abriu espaço pelo lado esquerdo da quadra e bateu bem. A bola beijou mais uma vez a trave superior de Gabriel.

O jogo era impressionantemente equilibrado. O TCM nem de longe era o time saco de pancada das primeiras rodadas. Os dois times jogavam de igual para igual, atacando sempre. Assim, os tentos iam saindo com frequência.

O gol de desempate foi marcado pelo Bucets. Os árbitros deram o gol para Mesa, mas o gol foi contra de Guel. Gabriel fez lançamento para o ataque buscando Mesa, que estava muito bem marcado por Guel. O marcador foi tentar afastar e acabou jogando contra seu próprio patrimônio. Quem se deu bem nessa, além do Bucets, foi Mesa, que ‘recebeu’ o gol de graça dos árbitros.

Alemão era o que mais levava perigo pelo lado do TCM. Sempre se movimentando e arriscando sempre chutes perigosos. Mesmo com as boas jogadas do ‘Puyol brasileiro’, como era chamado por alguns fora da quadra, o Bucets conseguiu ampliar o placar com Castilho. O cabeludo do Bucets se aproveitou da boa jogada de Tom pela esquerda e chutou forte para o gol. Marcião não conseguiu segurar e Castilho chegou solando a bola e mandando para o fundo das redes. Era o terceiro do Bucets ainda na primeira etapa. 3 x 1.

O segundo tempo veio e com ele veio o show de um dos jogadores do TCM. Juninho Peli só não fez chover em quadra, e também como diz o velho ditado, “Uma andorinha só não faz verão”. Ao menos até ele estragar uma bela atuação com uma cabeçada e o cartão vermelho... Ele mostrou a que veio quase diminuindo logo no início. Depois da sobra de bola no meio, ele avançou para a lateral direita e bateu rasteiro. A bola tocou na trave e foi para fora.

Novamente ele, Peli. Agora puxando ótimo contra-ataque pelo meio e ajeitando a bola para Alemão, de frente para o gol, próximo à entrada da área, simplesmente isolar a bola. Grande chance perdida.

Chance essa que o camisa 80 do TCM – para quem não sabe, o terceiro irmão da família Motta – não perdeu. Juninho fez uma verdadeira PINTURA! Um golaço para ser aplaudido de pé pela torcida. Ele recebeu bola da cobrança de escanteio pela esquerda, CHAPELOU o marcador e mandou de BICICLETA para o gol! Golaço! Foi fácil o gol mais bonito que já presenciei em todos os campeonatos. 3 x 2, mas poderia facilmente valer por dois ou três.

O TCM estava em um ótimo momento na partida. Poeirinha teve a chance de empatar depois de bonito chute da intermediária, mas a bola não entrou. A bola que entrou foi do lado oposto, após Mesa cobrar lateral para o camisa 14, Castilho, livre dentro da área completar para as redes o quarto gol do Bucets. Incrível a falha de marcação da equipe do TCM.

Quem estava sanguinário na partida era Mesa. O camisa 13 do ‘fuscão’ fez o quinto gol do Bucets após avançar bem pela esquerda, sair da marcação e mandar rasteiro para as redes. Golaço e 5 x 2.

Por falar em golaço, esse foi o jogo para tais deles. Juninho Peli fez outra pintura só que agora cobrando falta. A bola estava próxima à entrada da área pelo meio. Ele não pegou muita distância da bola, mas mesmo assim cobrou com perfeição e mandou a redonda direto no ângulo.

Já no final da partida, uma cena feia manchou o jogo tão disputado e bonito que as duas equipes travaram em quadra. Glauco, do Bucets, levou cartão azul após dar carrinho perigoso em Guel na lateral direita. Juninho Peli não gostou e chegou dando cabeçadas a la Zidane e acabou expulso de quadra.

Após o incidente, Glauco disse que merecia a expulsão, mas não agiu de má fé para com o adversário. Após o ocorrido, Guel ainda acertou bela bola no travessão em contragolpe pela esquerda, mas não tinha tempo para mais nada. Nova vitória do Bucets, nova derrota do TCM, que ainda perde seu craque por algumas partidas diante do lamentável ocorrido.

Na próxima rodada o ‘fuscão’ encara o Primatas enquanto o TCM tem o ascendente Maciota’s pela frente.

V CHUTEIRA DE PRATA: 4ª RODADA: GRUPO A

Primatas 1 x 0 Jeremias

PRIMATAS SURPREENDE E VENCE JEREMIAS COM PLACAR MAGRO


Mesmo nervoso e errando muito, Primatas segura Jeremias e garante 3 pontos e a reabilitação

Por Elvis Ferreira

O Primatas conseguiu a sua segunda vitória na competição, sobre o Jeremias, considerado o favorito para o quebra canelas da abertura da quarta rodada da Série Prata. O Jeremias bem que tentou buscar o placar e dava até grande pressão para cima do Primatas, mas como disse um dos torcedores que assistia à partida, “tem dia que a bola não quer entrar”, e realmente esse foi um dos jogos em que a bola não quis colaborar com os jogadores do Jeremias.

O jogo iniciou com pressão do Jeremias. Com menos de dois minutos de bola rolando, Dunder acertou a trave de Vitinho após chute forte na entrada da área pela esquerda. Porém, mesmo tomando a frente na partida, atacando com mais vontade e assustando mais o adversário, quem abriu o placar foi o Primatas. Gus sofreu falta no meio, ele mesmo cobrou abrindo para Gui Fenômeno na lateral esquerda. O Fenômeno chutou cruzado para o gol e Ricardo chegou completando para as redes. Bonita jogada, bonito gol.

Mesmo em desvantagem, o time do bebum não caiu de rendimento e continuou atacando. Dunder era o jogador mais perigoso do Jeremias, sempre se movimentando bastante, dificultando a marcação primata. Gringo teve chance para empatar ainda na primeira etapa. O “estrangeiro” bateu bonito de fora da área, mas a bola passou próxima à trave direita.

Já pelo lado do Primatas, mesmo com a vantagem no placar, a equipe não atacava tanto quanto o Jeremias e em certos momentos levava até mesmo forte pressão da equipe de branco e azul, mas mesmo assim o time vermelho perdeu duas boas chances de ampliar o placar dentro da área com Rafael Tieppo, após cabeceadas sem muita força ou direção.

O nervosismo e os passes errados pareciam dominar a equipe primata. Os espaços dados facilitavam a troca de passes do Jeremias, que era melhor no jogo. Para sorte da trupe símia, o primeiro tempo acabou. Na metade derradeira, o Jeremias continuou martelando atrás do gol de empate. Só faltava acertar o pé na finalização.

Replay da primeira etapa, o Primatas continuava com os mesmo erros – nervosismo e passes errados. As faltas duras começaram a aparecer com mais frequência pelos dois lados. Para o caro leitor ter uma ideia, aos 17 minutos o jogo amarelou para três jogadores ao mesmo tempo: dois do Jeremias e um do Primatas.

Após um período sem boas jogadas de ataque, Rafael teve a chance de ampliar o marcador para o Primatas. Ele chutou forte de quase do meio da quadra, mas Jean estava bastante atento e espalmou para a lateral.

Quanto mais o jogo ia passando mais a equipe do Jeremias parecia ter cansado e atacava com menos determinação. Gus teve a chance para aniquilar o jogo, mas errou o chute diante do goleiro.

Ao fim, com o apito final e a vitória magra por 1 x 0, o Jeremias ainda reclamaria com os árbitros pelo possível tempo de jogo que ainda teria. Porém, fato é que o time não soube aproveitar as chances criadas e esbarrou no goleiro Vitinho para ficar pela primeira vez sem marcar e perder a invencibilidade na competição.

V CHUTEIRA DE PRATA: 4ª RODADA: GRUPO B

Ras Time 5 x 4 RR Olímpico

CIPÓ, LEÔNIDAS E CIA SAEM COM A VITÓRIA NO FINALZINHO DA PARTIDA


Em tarde inspirada, Cipó brilha e faz partida sensacional, sendo peça fundamental para vitória da sua equipe

Por Renato Malaguti

Fazia tempo que o nome do jogo não era um goleiro. Pois Cipó, em dia mais que inspirado, salvou sua equipe, merecendo o título disparado de MVG da rodada. Goleiro à parte, logo no primeiro lance de perigo o Ras levou perigo com uma cabeçada de Macaulin que acertou o bico da forquilha. Três minutos depois, Leônidas, outra peça fundamental para o elenco, quase caindo conseguiu ainda bater e mesmo acertou a trave.

O time de branco começou melhor o jogo e partia pra cima do rival com o intuito de abrir o placar o quanto antes. De tanto pressionar não demorou para o Ras anotar. O primeiro gol, sem sombra de dúvidas, foi o mais bonito da partida. Leônidas recebeu excelente lançamento de Pedrinho e acertou um voleio de primeira, mandando a redonda no ângulo direito de Edu, que até pulou, mas não alcançou.

Quatro minutos após o gol, em um bom chute de longe, Ceron levou perigo, mas foi parado por boa defesa de Cipó. Folha também bateu bem no canto, mas Cipó novamente defendeu. O time do Roleta reagia e acordava depois de ter sofrido o gol, mas toda jogada realizada era parada pelo goleiro adversário.

Aos 18 minutos, Ceron deu bom chute de bico que tinha endereço certo, mas Cipó novamente espalmou, mandando pra escanteio. Mesmo pressionando, porém, a equipe do Roletinha acabou tomando o segundo gol, novamente de Leônidas, que recebeu o título de “Romarinho Matador” pelos torcedores. Ele aproveitou o toque de Batata e chutou no canto, tirando do goleiro.

Sem dar chances para grandes comemorações, Folha chutou do meio da rua, surpreendendo Cipó, que pouco pode fazer. Comprovando que o jogo estava pau a pau, Batata aproveitou ajeitada de Iasi e fez o terceiro da equipe, que novamente tranquilizou o time de Johnny.

Na segunda etapa, logo no início a rede foi balançada pelo time de branco, em um bonito gol de Macaulin que abriu passagem pelo canto esquerdo e chutou cruzado no cantinho, sem chances. Aos cinco minutos, Ceron deu carrinho em Tchelo, que ficou revoltado pela entrada e o empurrou. Ambos atletas se desentenderam, mas tudo foi contido. O esquentado meia do Roletinha acabou tomando cartão amarelo e saiu de campo.

Vadão pediu tempo técnico e, ao voltar, o time do Ras ampliou, dessa vez com Tchelo, que soltou o pé em bola sobrada. 5 x 1 e parecia um passeio do Ras. Mesmo assim, o Roletinha foi para cima e, em uma jogada bem trabalhada, Folha tirou de Cipó e tocou para Kuminha, que sem goleiro diminuiu. 5 x 2. Na sequência, em outra boa jogada trabalhada, mas agora envolvendo Brian, Batata e Kuminha, a equipe quase diminuiu mais uma vez, mas Cipó conseguiu evitar.

A equipe do Roleta parecia renovada, não se intimidando por estar atrás no placar. Em uma jogada que resultaria em gol contra, Cipó deu uma ponte e tirou a bola de mão trocada, mandando para escanteio.

Faltando menos de dez minutos e vendo a pressão que estava tomando, a equipe de branco pediu tempo técnico. Na volta, seu rival não demonstrou queda no ritmo e logo na primeira oportunidade marcou com Kuminha, aproveitando ótimo passe de Ceron.

Após o terceiro gol, a equipe do R.R. Olímpico obrigou Cipó a fazer mais algumas defesas difíceis. No finalzinho, o Ras Time foi obrigado a fazer mais faltas para conter o ataque do seu rival. Botando fogo na partida, Brian marcou de totozinho, deixando sua equipe a um gol do empate. E quase que ele veio em chute de longa distância de Kuminha, que bateu na trave e explodiu no rosto de Cipó. Fim de jogo e 5 x 4 para o Ras, com Cipó saindo como herói.

V CHUTEIRA DE PRATA: 4ª RODADA: GRUPO A

Obrigado Senhor 6 x 3 É Verdadeee

DE VIRADA, OBRIGADO SENHOR VENCE E SEGUE COM 100% DE APROVEITAMENTO


É Verdadeee bem que tentou, mas trupe dos Lucas – Oliveira e Rangel – continua abençoada por Deus e ganha outra de virada no segundo tempo

Por Elvis Ferreira

Antes da redonda rolar um momento de pesar para a equipe do É Verdadeee. O momento de condolências foi pedido pelos jogadores em lembrança do falecimento do tio de Zebra, que faleceu durante a semana.

Com a bola rolando, não foi dessa vez que o É Verdadeee conseguiu vencer sua segunda partida no campeonato. O time até abriu vantagem de dois gols no primeiro tempo e parecia que conseguiria manter a frente do marcador, mas foi surpreendido por uma extraordinária virada dos Crentes em Cristo, que mostraram de onde tiram suas forças.

O Obrigado Senhor iniciou atacando mais e levando perigo ao gol do É Verdadeee. Lucas Oliveira saiu do marcador no meio da quadra e bateu forte no canto esquerdo. Reyna fez difícil defesa.

E como vem sendo há algum tempo, quem inicia melhor a partida nem sempre é quem abre o placar. Aqui não foi diferente. O É Verdadeee chegou ao primeiro gol depois que Kassim puxou ótimo contra-ataque pelo meio e abriu para Gavião completar para as redes em um bonito chute cruzado.

A movimentação das equipes dentro de quadra fazia o jogo ficar ainda mais interessante. King, aproveitando-se disso, saiu bem da marcação pela direita, avançou e passou para o meio, onde se encontrava Armando. Este ajeitou para Fúria bater com muita categoria e marcar um bonito gol, o segundo do É Verdadeee.

Cebola teve a chance de diminuir ainda na primeira etapa. Ele dominou no peito, já ajeitando para o chute, que saiu rasteiro e resvalou na trave esquerda de Reyna. Por falar em Reyna, o goleiro do É Verdadeee ia fazendo ótima partida. Ele fez várias defesas importantes durante o jogo. Uma delas em cobrança de falta de Lucas Oliveira. O chute tinha endereço certo.

O É Verdadeee, mesmo levando pressão, não deixava de jogar. Suas jogadas de ataque eram incisivas e as finalizações mais bem executadas. Isso se refletiu no placar da primeira etapa.

Para o segundo tempo o Obrigado Senhor voltou melhor e atacando com mais qualidade. Vinicius Araújo levou perigo após batida da direita. Ele limpou o marcador e chutou forte. A bola passou perto do gol. Lucas Rangel também quase diminuiu – a bola explodiu na trave.

O gol do Obrigado Senhor parecia apenas questão de tempo. E realmente foi. Machado cobrou escanteio na cabeça de Cebola, que não teve dificuldades para mandar para o fundo das redes.

Três minutos depois Lucas Oliveira completou o gol de empate. Ele invadiu a área pela direita e recebeu passe adiantando. Mesmo assim, se esticou todo e completou para o fundo do gol.

Com o empate o Obrigado Senhor passou a dominar completamente a partida, não deixando o É Verdadeee jogar. Os espaços eram bem preenchidos pela equipe de amarelo e preto, o que dificultava a vida do adversário. Assim, com pleno domínio da partida, o Obrigado Senhor não demorou para chegar à virada. Té chutou forte dentro da área, a bola desviou nas costas do marcador e enganou Reyna.

A partir daí a porteira se abriu. Lucas Oliveira fez o quarto. Ele chutou forte para o gol, a bola bateu no travessão e no zagueiro e acabou entrando. King ainda tentou dar uma sobrevida para o É Verdadeee anotando o terceiro gol da equipe após confusão dentro da área. Ele bateu meio travado para o gol, a zaga ainda tentou afastar, mas a bola já tinha passado a linha do gol e os árbitros validaram o tento do. 4 x 3.

Entretanto, Lucas Rangel resolveu acabar com as expectativas do É Verdadeee ao fazer 5 x 3 e praticamente selar a vitória dos agradecidos a Deus. Ele bateu cruzado e a bola morreu no canto direito do goleiro. Para dar números finais ao confronto, Lucas Oliveira fez seu terceiro gol e liquidou a fatura. Ele completou de joelho após cruzamento para a área.

Agora o Obrigado Senhor encara o Jeremias tentando manter os 100% de aproveitamento. Já o É Verdadeee pega o Joga 13 em crise após perder para o DPGamos.

V CHUTEIRA DE PRATA: 4ª RODADA: GRUPO B

Canhedo Beppu 5 x 4 SuaMãe

CANHEDO VIRA CONTRA SUAMÃE COM 5 GOLS DO HABILIDOSO FABINHO


Camisa 17 brilha no segundo tempo e garante primeira vitória do Canhedo Beppu, de virada, após 13 jogos sem vencer

Por Renato Malaguti

Com o tempo fechado e com uma garoa fraca, o duelo foi decidido por um jogador extremamente diferenciado, que esteve presente em todas as jogadas ofensivas da sua equipe, marcando nada menos que os cinco gols. Fabinho, misturando habilidade e objetividade, aniquilou seu rival sem dó nem piedade.

Entretanto, o Canhedo sofreu para derrotar o SuaMãe, que teve um primeiro tempo melhor do que seu rival. Nos 5 minutos iniciais o jogo estava pegado, sem nenhuma jogada de ataque, mas com diversas divididas. No primeiro lance de perigo, ele, Fabinho, cabeceou, mas foi parado por Xico.

O time laranja respondeu e, em jogada aérea, Celo testou e Papa Burguer até espalmou, mas devido à proximidade, a bola entrou. 1 x 0. Poucos minutos depois, o time família ampliou com Crioulo, que aproveitou rebote de ótimo chute de Febem na trave.

O Sua Mãe queria apagar as duas goleadas sofridas e a saída de Murilo Franco da equipe. Para tanto, estava com todo o gás e queria fazer mais gols. Em bonito lance, Febem pegou bem de voleio, levando perigo ao gol adversário.

O time de preto e branco não tinha entrado no jogo e aguentava a pressão como podia. Em lance que a zaga saiu mal, Ozil quase marcou mais um, tirando tinta da trave. Faltando pouco menos de três minutos para o término da primeira etapa, a equipe de laranja conseguiu marcar o terceiro. Em dois lances, primeiramente Dedé cobrou falta e Papa Burguer pulou, ficando caído. Aproveitando a sobra, Sandrinho só colocou pra dentro.

Faltando pouco mais de um minuto para acabar a primeira parte, curiosamente, o time do Sua Mãe pediu tempo técnico, mesmo estando melhor em jogo e ganhando por três gols. Na volta, em chute forte de Vandão, do Canhedo, Xico fez ótima defesa.

Na volta para o jogo, logo aos dois minutos os engenheiros levaram perigo com Suzuki, que perdeu gol inacreditável. Aos sete minutos, Fabinho deu sua primeira aparição, procurando o ângulo para surpreender o goleiro, mas não acertou. Porém, dois minutos depois, a reação explosiva do time alvinegro veio com seu menino de ouro, que ficou livre com o goleiro e chutou firme na esquerda, sem chances de defesa. A bola bateu na trave antes de entrar. 3 x 1.

A partida estava muito pegada, com vários lances desnecessários. Muitas faltas desleais aconteciam, por ambas as equipes. Cunha, zagueiro da equipe do SuaMãe, tentava organizar a defesa como podia, gritando e orientando seus companheiros. Até parecia que ele estava prevendo o desastre que estava prestes a acontecer.

Aos 18 minutos, Fabinho marcou seu segundo gol, driblando dois e chutando forte de peito de pé. Ele nem comemorou, foi correndo na rede pegar a bola, pois queria fazer mais. E fez! Em chute de longa distância após bonito corte para o meio, ele deixou a partida empatada.

Novamente, sem dó nem piedade, em um chute fraco e contando com falha de Xico, ele fez seu quarto gol na partida. Era a virada. Faltando menos de três minutos para o término, ele conseguiu marcar mais um, com direito a drible desconcertante no goleiro. 5 x 3 e o SuaMãe afundava de vez.

No último lance da partida, o Sua Mãe ainda diminuiu com Raoni, mas não dava mais tempo para nada. Com uma estrela de 5 pontas, o Canhedo Beppu vence de virada e, por apenas um gol, Fabinho não pode pedir duas vezes a música. Os engenheiros devem o bicho para seu camisa 17... Já o SuaMãe deve juntar os cacos para o confronto contra o Camelo. O Canhedo encara o vice-lanterna Diabos Negros.

V CHUTEIRA DE PRATA: 4ª RODADA: GRUPO A

Maciota’s 6 x 1 Zenite

MACIOTA’S GOLEIA E AFUNDA ZENITE NA LANTERNA


Sem dar chances ao adversário, vice-campeão da Bronze comprova ascensão e aplica bela goleada no time zicado

Por Elvis Ferreira

Depois da vitória apertada na última rodada sobre o Joga 13, quando conseguiu seus primeiros pontos na Série Prata, o Maciota’s teria tecnicamente uma parada mais fácil na 4ª rodada frente ao lanterna Zenite. E realmente foi o que aconteceu. O Maciota’s aplicou uma sonora goleada de 6 x 1 e já está em 5º no Grupo A.

O Maciota’s iniciou o jogo mostrando a que veio. Felipe não demorou para abrir o placar. Ele se livrou bem da marcação e bateu bonito da intermediária. Belo gol. Foi ele mesmo que marcou o segundo gol. Wagnão ajeitou para ele bater de primeira e acertar outro belo chute. A bola entrou rente à trave, sem chances de defesa para o goleirão.

A equipe do Zenite era dominada pelo Maciota’s, que ditava o ritmo da partida. Mesmo atrás no placar, o ex-Zica não se acuava e tentava achar os espaços frente à bem postada defesa do Maciota’s.

Se o Zenite não conseguia furar a defesa do Maciota’s, Jerry começou sua festa na defesa adversária ainda no primeiro tempo. Ele marcou 3 x 0 após ajeitar a bola de bate pronto e chutar forte para o gol no contrapé do goleiro.

O Zenite teve um bom momento para tentar diminuir a vantagem do Maciota’s em três oportunidades. A primeira foi com Lucas, que assustou o goleiro Fê após chute de longa distância. A bola passou muito próxima ao gol. Como estava difícil para adentrar a área adversária, Nego também arriscou de longe, só não levou o mesmo perigo do chute de Lucas. A bola passou por cima do gol. Zé Bahia encerrou o festival de chutes de fora da área, mas também sem assustar.

Jerry marcou mais um. Agora o camisa 6 do Maciota’s marcou de falta, mostrando para os jogadores adversários como se chuta de fora da área. Ele cobrou falta com categoria da intermediária e Luquinhas nada pode fazer.

Mesmo com 4 gols contra, o Zenite atacava com perigo e Fê ia trabalhando bastante. Depois de muito insistir e fazer o goleiro do Maciota’s trabalhar bastante, o Zenite enfim chegou ao gol, e com Zé Bahia. Ele bateu forte da esquerda e dessa vez Fê não conseguiu segurar. A bola ainda resvalou na trave antes de entrar.

O Maciota’s não se assustou. Alê puxou ótimo contra-ataque e abriu para Jerry, novamente ele, completar para as redes o 5 x 1. Luquinhas bem que tentou afastar na primeira tentativa de Jerry, mas não conseguiu.

Com a chegada da chuva as duas equipes pareceram cansar e o jogo caiu bastante de rendimento. Mais pegado, as boas oportunidades de gol diminuíram consideravelmente. Numa das poucas boas chances Wagnão chutou quase do meio da quadra e acertou a trave.

Fê Maciel também teve a chance de diminuir a vantagem do Maciota’s. Ele limpou o marcador entrando na área e tentou pegar o goleiro Fê no contrapé. A bola saiu beijando a trave. Enfim, já no final da partida Lê, Alê e Jerry puxaram contra-ataque e deram números finais ao placar sobre a mesa do mesário. Jerry completou para as redes sem dificuldades.

O Maciota’s jogou com superioridade, mais qualidade e impos seu ritmo. O Zenite, apesar de sofrer uma goleada, foi uma equipe guerreira e que não se entregou em nenhum momento. Detalhe para o jogo limpo travado pelas duas equipes sem problemas com chegadas mais duras.

Agora o Maciota’s encara o vice-lanterna TCM. Já o Zenite tentará sua primeira vitória em duelo contra o DPGamos. Chance melhor que essa não há.

V CHUTEIRA DE PRATA: 4ª RODADA: GRUPO A

DPGamos 3 x 2 Joga 13

DP ENFIM CONSEGUE SUA PRIMEIRA VITÓRIA E DEIXA LANTERNA


DPGamos se supera em campo e consegue vencer o Joga 13, que vai se distanciando do sonho da Ouro na 1ª fase

Por Elvis Ferreira

Sim, caros leitores! A primeira vitória do DPGamos enfim chegou! E quem achava que o Joga 13 venceria fácil, enganou-se redondamente! A equipe de Denão, Pablo e Zulu conseguiu suadamente sua primeira vitória na Prata e agora já planeja voos mais altos.

DPGamos e Joga 13 iniciaram a partida com boa movimentação dentro de quadra. O jogo deu ares que seria quente quando uma suposta bola finalizada pelo atacante do 13 teria passado a linha do gol, mas os árbitros não assinalaram o gol.

Logo após a confusão, Carlitos abriu o placar para o DPGamos. Ele avançou bem pela direita e bateu forte e cruzado. Não demorou muito e o gol de empate do 13 foi alcançado por Lucas, que subiu sozinho para cabecear após cobrança de escanteio.

Pablo mostrou toda sua categoria ao colocar novamente o DPGamos na frente aos 12 minutos. Ele aproveitou sobra de bola próximo à entrada da área e bateu de primeira no canto esquerdo do goleiro Risonho.

Yuri cometeu falta dentro da área sobre Lucas. E como todos sabem, falta dentro da área é pênalti. Lele converteu o penal deixando novamente o placar empatado. 2 x 2.

O jogo era bom e passava rápido, porém, na segunda etapa as equipes pareceram ter cansado, tanto que o ritmo diminuiu bastante. Pablo teve chance para desempatar após cobrança de escanteio, mas a cabeçada não foi boa e o goleiro pegou sem grandes dificuldades.

Pablo era o jogador mais ativo do DP em quadra. Ele deu ótimo passe para Joka na esquerda, mas o camisa 86 não conseguiu chegar a tempo de finalizar. Denão não estava no seu dia mais inspirado, prova foi uma bela isolada do camisa 10 após ótimo passe de Zulu. Denão pegou muito embaixo da bola e acabou jogando por cima do gol.

O Joga 13 não conseguia atacar com a mesma vontade do primeiro tempo. Com quase 12 minutos, Valentin não tinha feito uma defesa mais complicada sequer.

Outro princípio de confusão se formou depois cobrança de falta de Valentin. Gustavo tentou atrapalhar o goleiro Risonho na cobrança. Risonho não gostou da falta sofrida e descontou a la Zidane com uma cabeçada em Gustavo. Inexplicavelmente, ou para compensar o gol mal anulado do 13 no primeiro tempo, o goleiro tomou só cartão amarelo.

Depois disso os ânimos se aqueceram ainda mais. A melhor chance do Joga 13 veio com Rodrigo, que cobrou falta com qualidade no meio da quadra. A bola passou muito próximo ao gol.

Já no final, quando tudo parecia se encaminhar para o empate, eis que o nome da partida até o momento, Pablo, coloca novamente o DPGamos na frente. Ele aproveitou a sobra de bola depois de jogada de Zulu e, da intermediária, chutou meio desequilibrado. Mesmo assim, a bola entrou. Delírio do DP em quadra.

Vitória consumada, sobrou reclamação durante toda a partida em relação à arbitragem – e dos dois lados. Em termos de resultado, o DP deixa a lanterna para o Zenite e o 13 se vê ameaçado no G-6. O favoritismo de subir direto à Ouro parece ter já morrido. Resta se classificar e chegar na final. O que acontece com o 13, afinal?

V CHUTEIRA DE PRATA: 4ª RODADA: GRUPO B

Machupichu 4 x 3 Camelo

MACHUPICHU DERROTA CAMELO E SEGUE BEM NA TABELA


Com desfalque defensivo, Camelo não consegue segurar o poder ofensivo dos peruanos e sai de campo derrotada e fora do G-6

Por Renato Malagutti

Com um clima chato, em que a chuva parava e voltava incansavelmente, ambos os times apresentaram bom futebol, mas a equipe de preto se destacou e teve melhor poder ofensivo, o que lhe rendeu uma vitória apertada, mas merecida. Logo de cara, Ricci levou perigo com um bom chute de longe. Em seguida, Henrique também experimentou de longe e foi barrado pelo goleirão Pipo.

Ambas as equipes criavam oportunidades, principalmente em chutes de longe, tentando valorizar o campo úmido como arma fatal em chutes de longa distância, mas foi em jogada trabalhada que o MachuPichu abriu o placar. Mateus cruzou para Flavinho, que ficou cara a cara com Johnny e bateu alto, sem chances para o goleiro.

A equipe de preto dominava o jogo, sem dar espaço para os camelídeos. Boas jogadas foram articuladas, como a que resultou em cabeçada de Ricci por cima do gol ou em chute de Bruno Dias, que causou gritos de torcedores que estavam assistindo ao jogo.

Nessa toada o segundo gol do MachuPichu saiu ainda no primeiro tempo. Tebas achou Thiago Branco bem colocado e o matador peruano tirou de Johnny para deixar o seu em contragolpe fulminante.

Apagado em campo, o Camelo voltaria diferente ao segundo tempo para evitar o que poderia ser uma goleada. E logo tratou de mostrar que de fato era outro time ao diminuir em um bonito gol de Iago, que dominou subindo a bola e bateu de prima, com a perna esquerda.

Mesmo tomando um gol tão rápido, a equipe do MachuPichu não deixou o Camelo ficar próximo no placar pois ampliou na sequência. Dessa vez o autor do gol foi Victor, que, cara a cara com o goleiro, não teve dificuldades para por a bola para dentro.

Ganhando novamente por dois gols de vantagem, os peruanos estavam mais perto de marcar o quarto do que sofrer o segundo. Por esse motivo, ocorreu um tempo técnico a pedido do time vermelho. Na volta, com oportunismo típico de camisa 9, Noal fez aproveitando rebote. 3 x 2.

De novo a história se repetiu e o MachuPichu, com Bruno Dias, tratou de ampliar com uma paulada no canto esquerdo. Johnny nem foi na bola. Entretanto, o Camelo, guerreiro, foi pra cima e conseguiu mais uma vez encostar no placar, e de novo com Noal. Em chute de longe, próximo ao meio de campo, ele surpreendeu o goleiro Pipo e fez o terceiro.

No finzinho do jogo a quantidade de faltas aumentou muito. A partida ficou mais pegada e embolada no meio de campo. Porém, de forma tranquila, o MachuPichu conseguiu administrar bem a partida até o fim, mantendo a vitória e a boa colocação no grupo – 3º colocado, com 9 pontos. O Camelo fica com 4 e fora da zona de classificação.

V CHUTEIRA DE PRATA: 4ª RODADA: GRUPO B

Di Primeira 4 x 3 Invictus

DI PRIMEIRA VIRA PARA CIMA DO INVICTUS


Time azul parecia que ia espantar a zica e vencer, porém, gol “espírita” dá moral ao time de Jocélio e vira em 10 minutos um placar adverso em 3 x 1

O líder Di Primeira encarava um dos lanternas do Grupo B, o Invictus, que vem jogando até que bem mas numa maré de azar e ainda sem vencer. Com campo molhado e uma bola escorregadia, o Di Primeira iniciou com melhor toque de bola e mais domínio. Com Jocélio pela direita o time branco chegava com perigo, mas era quase sempre bem contido por Pi. Porém, para não perder o costume, em menos de 5 minutos o Invictus sofreu o gol, de Lê, que acertou um petardo em sobra de fora da área e não deu chances a Muralha.

O gol fez o Di Primeira crescer na partida, enquanto o Invictus se perdia em lançamentos longos para Diguido e Rodrigo, que nada produziam de efetivo. Entretanto, ao invés de perder espaço o time branco e azul passou a chutar mais. Mal, mas ao menos chutar. Se o time chutava errado, o zagueiro Brunão viu que o dia era dele e mandou um foguete do meio de campo em espirrada da defesa que foi morrer no canto do goleiro Ferrugem. 1 x 1.

O Di Primeira sentiu o gol, pois o Invictus logo virou com o mesmo Brunão, que pegou de primeira e mandou no ângulo, para grande vibração dos dois jogadores no banco de reservas do time, em oposição ao pelo menos 6 no do Di Primeira. Seria desta vez que o time desencantaria? Tudo indicava que sim quando Simon tentou driblar pelo meio, perdeu e viu a bola cair para Rodrigo tocar na saída do goleiro e fazer 3 x 1.

Melhor em campo no fim do primeiro tempo, o Di Primeira ainda tentou investidas com Jocélio, que, jogando sem caneleira, tomou cartão amarelo e desfalcou o time por 2 minutos. A vantagem de 2 gols sobre o líder do grupo era o que o time azul queria manter na etapa final. Ao Di Primeira restava atacar. E foi isso mesmo que fizeram quando o árbitro apitou o reinício de jogo.

Muralha logo teve de começar a trabalhar em chutes de Dodo e Jocélio. A zaga azul desarmava bem, mas insistia em lançamentos longos que davam em rigorosamente em nada. O meio de campo pouco também produzia e o jogo virou um ataque contra defesa. Pi e Brunão davam conta como podiam dos rápidos atacantes de branco, enquanto lá atrás Elias mostrava cara feia intimidando os adversários e até pisando neles, como um lance que rendeu a ele o cartão amarelo.

Atacando mais e chegando com mais volúpia, o Di Primeira enfim descontou, aos 15 minutos, numa meia bicicleta errada de El Nino que, de tão lenta, a bola pingou no chão e, inexplicavelmente mudou a trajetória, enganando Muralha que já caía para agarrar a bola. Tal erro custou caro ao Invictus, que viu em seguida o empate sair dos pés de Dodo.

Com o time de branco em ascensão, o Invictus tentou deixar seu estado de letargia e partir ao ataque. Cerveja podia ter cruzado uma bola quase sem ângulo mas preferiu mandar um chute perdido por cima do gol. Brunão experimentou de novo mas Ferrugem fez boa defesa. De troco, o Di Primeira colocou Muralha para trabalhar em jogada pelas pontas, tanto a esquerda quanto a direita.

O jogo encaminhava-se ao empate, até que justo, mas o Invictus cometeu outro erro – atacou e não resguardou sua meta. Rodrigo tentou jogada individual na direita, perdeu a bola e viu Jocélio receber e sair em velocidade. Ele teve frieza para chegar na cara do goleiro e tocar no cantinho. Há poucos minutos ele tinha perdido gol igual, mas desta vez ele guardou. A bola ainda bateu na trave e balançou as redes para decretar um 4 x 3 de virada no placar e a manutenção do time entre os primeiros colocados. Ao Invictus, que tem jogado bem, mas não conseguido vencer, terá outra chance diante do ótimo Ras Time.

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