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CHUTEIRA NEWS: XV CHUTEIRA DE OURO: 6ª RODADA

XV CHUTEIRA DE OURO: GRUPO A: 6ª RODADA

CAV 3 x 5 Med Taubaté

MED CONQUISTA VIRADA HISTÓRICA PARA CIMA DO CAV


Equipe de Taubaté terminou a primeira etapa perdendo de 3 x 0. No segundo tempo, fez 5 x 0 e decretou o placar final em 5 x 3, anotando talvez a vitória mais emocionante de 2013

Por Eduardo Bernardi

O Med ressurgiu no segundo tempo e virou o placar sobre o CAV de uma forma impressionante. A equipe de Taubaté simplesmente anulou as jogadas do rival, que havia feito um primeiro tempo perfeito, no qual a equipe caveira colocou três gols de vantagem no placar. As atuações de João Humberto e Bruninho fizeram a diferença para o Med, além do arqueiro João Roberto, principalmente no segundo tempo, mas também o descontrole emocional do CAV após discussão entre o zagueiro Bettoni e Caio Fleischmann, que resultou na saída do então capitão do jogo e do time.

Nos minutos iniciais, o Med optou por jogar mais recuado, chamando o CAV para cima e saindo em velocidade – visando os contra-ataques com João Humberto; o time de Fefê dominava a posse de bola, mas errava passes bobos na defesa, o que acabava deixando a equipe em situações de risco constantemente. Aos 5 minutos, Davi tocou na esquerda para Teco, que chutou forte, mas em cima de João, que estava bem posicionado.

A pressão caveira surtiu efeito aos 8 minutos. Teco recebeu na área e encheu o pé no canto direito para inaugurar o placar. A equipe dominava completamente a partida, sufocando a saída de bola do Med. Um minuto após o gol, novato Bruno Cruz perdeu uma chance incrível de ampliar o marcador – mandando para fora completamente livre, na cara de João.

O CAV atacava bem pelos dois lados e também pelo meio. Davi articulava as jogadas de sua equipe magistralmente; já a defesa da equipe de Taubaté parecia uma peneira; cada lance dos ‘caveiras’ era uma clara chance de gol. Gallego só trabalhou aos 14 minutos. Após cobrança de escanteio, Brão bateu firme no canto direito, obrigando o arqueiro a se esticar todo para interceptar o que seria o empate.

O Med ensaiava uma pressão. Aos 16 minutos, João Humberto acertou uma pancada da entrada da área, obrigando Gallego a fazer uma defesa espetacular. Porém, a pressão do Med durou pouco, pois, aos 18 minutos, Davi recebeu no meio, abriu para a direita e chutou firme e seco no canto esquerdo, marcando um golaço. João não esboçou qualquer reação no lance.

Javier tentava tudo no ataque do Med. A raça do uruguaio era notável em meio a um futebol pouco consistente do Med. Entretanto, o jogo era jogado do outro lado. Aos 20 minutos, após cobrança de escanteio, André Plec testou no canto direito de João. A redonda ainda tocou na trave antes de entrar. 3 x 0.

O Med voltou a melhorar nos minutos finais da primeira etapa, mas não conseguia criar uma chance concreta de ultrapassar a meta de Gallego. A equipe guardou as forças que restavam para fazer um segundo tempo histórico.

O CAV voltou irreconhecível para o segundo tempo. A equipe diminuiu demais o ritmo imposto na primeira metade. Os jogadores do Med corriam uma barbaridade, principalmente Javier e João Humberto. Aos 7 minutos, Maurício arriscou de trás do meio da quadra e ainda contou com um corta-luz de João Humberto para a pelota entrar no canto direito de Gallego, diminuindo o embate para 3 x 1.

A partir dos 10 minutos, o CAV melhorou um pouco, mas ainda estava longe de ser o time que havia começado a partida. Bruno Cruz estava muito isolado no ataque, o que facilitava a marcação que o Med exercia sobre o atacante. Aos 13 minutos, João Humberto recebeu na entrada da área e chutou colocado, no canto direito, colocando o Med novamente na partida. 3 x 2.

O segundo tento do Med desestabilizou completamente a equipe caveira, que começou a errar praticamente tudo na partida, especialmente Bettoni, que tinha discutido com Caio Fleischmann antes de deixar o campo. João Humberto aterrorizava a saída de bola do rival. Davi quase freou a reação da equipe de Taubaté, se não fosse Brão, em cima da linha, tirar de cabeça o chute do camisa 11. Aos 15 minutos, Peruca dividiu com Gallego e a pelota caiu no pé do camisa 101, que só teve que empurrar para empatar.

A partir daí só deu Med. Uma virada da equipe de Taubaté já era a aposta da maioria das pessoas do lado de fora. Aos 20 minutos, aconteceu a virada. Bruninho, após cobrança de escanteio, fuzilou o ângulo esquerdo de Gallego. Ainda deu tempo de Anibal, aos 24 minutos, em cobrança de pênalti, acertar o ângulo esquerdo e consolidar uma das vitórias mais emocionantes do Chuteira em 2013: 5 x 3 para o Med. Na próxima rodada os doutores têm pelo frente o Arouca Jrs. Já o CAV enfrenta o Mulekes naquele que deve ser o jogo da rodada.

XV CHUTEIRA DE OURO: GRUPO A: 6ª RODADA

SNG 5 x 1 Jeremias

SNG VENCE E SAI DA ZONA DE REBAIXAMENTO


Tricampeão envolveu Jeremias e goleou; atuação de Papa Burguer em momentos decisivos do jogo impediu uma possível reação

Por Eduardo Bernardi

O SNG venceu o Jeremias com propriedade, aplicando uma goleada com atuações excelentes do estreante Rennan e do capitão Biro, responsáveis por quase todos os lances de ataque da equipe. O Jeremias jogou mal do primeiro ao último minuto, com exceção de Dunder, que demonstrou algo melhor e fez Papa Burguer trabalhar diversas vezes. O arqueiro teve uma ótima atuação e não deixou nada passar, a não ser um chute despretensioso de Preto, no fim de jogo, que se tornou o gol de honra do Jeremias.

O SNG teve mais posse de bola nos minutos iniciais. Apesar de a partida estar muito truncada, a qualidade de Biro fazia a diferença para o SNG, que contava com o camisa 20 para criar todas as suas jogadas desde a defesa. O que mais faltava em ambos os times era finalizar. Os jogadores estavam confiando demais na qualidade dos arqueiros. A primeira chance veio aos 4 minutos, com Biro, que recebeu no meio e chutou de canhota no canto esquerdo, marcando o primeiro do SNG.

O Jeremias partiu para cima após o gol, mas o SNG controlava bem o jogo, não deixando o adversário crescer. Finalizar de longe tinha se tornado a única arma dos times, que estavam sofrendo com as marcações cerradas; o Jeremias só foi assustar aos 10 minutos. Após cobrança de escanteio, Dunder cabeceou no canto direito e Papa Burguer foi buscar com as pontas dos dedos.

O SNG mantinha mais posse de bola, mas agora sofria mais com os contra-ataques do Jeremias, que começavam a ser encaixados. Aos 12 minutos, Dunder chegou com perigo mais uma vez. O camisa 10 fez boa jogada pela direita e chutou cruzado, obrigando Papa Burguer a interceptar. A pelota ainda carimbou a trave antes de sair.

O ritmo diminuiu demais após os 15 minutos. Aquela correria do início do jogo havia sumido. Somente aos 22 minutos o SNG voltou ao ataque. Paulinho aplicou um chapéu na marcação e chutou rasteiro, de bate-pronto, no canto direito de Chaluppe, que não teve o que fazer no lance. O golaço do camisa 21 acabou freando de vez a pressão que o Jeremias tentava exercer.

O SNG continuou melhor nos minutos inicias da segunda etapa; a lentidão do Jeremias não colaborava em nada para uma possível reação da equipe, que não chegava nem perto de assustar o adversário. A partida ficou morna até os 10 minutos, quando Dunder recebeu no meio e fez com que Papa voltasse a trabalhar. Quando parecia que o Jeremias ia emplacar, Edgar Pacheco arrancou pela esquerda e chutou cruzado. Chaluppe acabou aceitando. 3 x 0.

O Jeremias continuava não esboçando reação alguma. O individualismo de alguns jogadores atrapalhava o rendimento da equipe, que só levava perigo em cobranças de falta. Aos 15 minutos, após deixada de Tejeda, Rennan fuzilou no ângulo direito, transformando o placar em goleada. Aos 16 minutos, Mario recebeu de Rennan na ponta esquerda e chutou cruzado, marcando o quinto tento de sua equipe.

O ritmo da partida caiu demais aos 17 minutos, mas o Jeremias ainda conseguiu descontar com Preto, que chutou de longe e fez no canto esquerdo de Papa. Mas não havia mais tempo para nada, e o placar de 5 x 1 colocou o SNG fora da zona de rebaixamento pela primeira vez na temporada. Na próxima rodada, o time tem pela frente o Di Primeira. O Jeremias enfrenta o Fúria.

XV CHUTEIRA DE OURO: GRUPO A: 6ª RODADA

Di Primeira 6 x 8 MY Balls

MY BALLS PASSA SUFOCO, MAS VENCE DI PRIMEIRA E SOBE NA TABELA


Atuação impecável de Bruno Sobral contribuiu, e muito, para a vitória do time azul, que deixou o Di Primeira crescer no segundo tempo, o que quase custou a vitória

Por Eduardo Bernardi

O My Balls sofreu para bater o Di Primeira, que conseguiu reagir no segundo tempo, mas acabou vacilando nos minutos finais. Bruno Sobral teve uma atuação de gala e fez o que quis na defesa vermelha. O camisa 20 fez cinco gols e foi o maior responsável pela vitória de sua equipe, que, mesmo assim, demonstrou não estar com a defesa tão entrosada. Os gols sofridos de escanteios provaram que esse deve ser o foco da equipe para as próximas rodadas.

O time azul começou a pressionar logo no primeiro minuto. Apesar de conseguir passar da forte marcação adversária, o My Balls não conseguia levar perigo devido ao grande número de faltas cometidas pelo adversário. A pressão do time de Nó surtiu efeito aos 6 minutos. Marcelo Árico tabelou com Magrão e chutou fraco, contando com um frango de Cuca para inaugurar o placar.

O Di Primeira respondeu logo em seguida. Célio recebeu de Cris na esquerda e chutou colocado para fora, à direita de Gabriel Viana. A partida estava muito truncada. O My Balls havia recuado demais, chamando o Di Primeira para cima, mas a equipe de Cris não conseguia assustar Gabriel Viana. Até os 11 minutos, quando Célio arrancou em bom contra-ataque e fuzilou no canto esquerdo do arqueiro, empatando. O camisa 11 fazia um inferno na defesa do My Balls com muita velocidade; o time azul estava muito lento, a equipe não conseguia voltar a exercer a pressão que havia feito nos minutos iniciais.

Somente aos 18 minutos a partida voltou a ficar emocionante. André Luis arriscou de longe e a redonda caiu no canto direito de Gabriel Viana, sem chances para o arqueiro. O empate do My Balls veio dois minutos depois. Bruno Sobral aplicou um balão no goleiro e marcou um golaço antes de a pelota cair no chão. Aos 22 minutos, Caio Eduardo recebeu na direita e tocou por baixo de Cuca para virar a 3 x 2.

A virada relâmpago do My Balls pareceu ter apagado completamente o Di Primeira, que havia sentido demais os gols sofridos em dois minutos. O quarto veio ao fechar do primeiro tempo. Fernando Souto recebeu na esquerda e cruzou para o meio. A pelota explodiu na marcação do Di Primeira e enganou Cuca.

O Di Primeira voltou renovado para a segunda etapa. Logo aos 2 minutos, André Luis carimbou o travessão. Alguns lances depois, Fernando Souto acertou André Luis e acabou levando cartão amarelo. Um jogador a mais em quadra era tudo que o Di Primeira precisava para correr atrás do prejuízo. Aos 6 minutos, Lê Cardozo chutou para o gol e a redonda caiu no pé de André Luis, que desviou esquisitamente para o gol. A pelota subiu demais e acabou caindo devagarinho no gol. No placar, 4 x 3 ao My Balls.

A reação do Di Primeira foi interrompida aos 10 minutos, quando Bruno Sobral chutou da intermediária, no canto esquerdo, e fez o quinto,. Dois minutos mais tarde, Bruno Sobral apareceu bem na área e aproveitou bobeira da defesa do Di Primeira, ficando cara a cara com Cuca, que nada pôde fazer. O camisa 20 fuzilou no canto direito e aumentou o placar para 6 x 3.

O My Balls dava uma aula de como jogar futebol e ainda contava com a estrela de Bruno Sobral, que anotou mais um tento para a sua conta, aos 15 minutos. O camisa 20 recebeu no meio, abriu para a esquerda e contou com um leve desvio na marcação, e na trave, para a pelota entrar no canto direito. O Di Primeira foi rápido na resposta. Aos 16 minutos, após cobrança de escanteio, Ethiene testou por cima do arqueiro, que saiu muito mal no lance.

Aos 18 minutos, Célio apareceu no primeiro pau e conseguiu desviar, após cobrança de escanteio, colocando o Di Primeira somente um tento atrás do My Balls. Só que o time azul conseguiu matar o jogo aos 24 minutos, com o craque da partida, Bruno Sobral, que recebeu na esquerda e tocou rasteiro, finalizando o placar em 8 x 6. Na próxima rodada, o Di Primeira tem pelo frente o SNG. O My Balls enfrenta o ainda líder Zenite.

XV CHUTEIRA DE OURO: GRUPO A: 6ª RODADA

Mulekes 4 x 1 Zenite

MULEKES MANDA NO JOGO E IMPÕE PRIMEIRA DERROTA AO ZENITE NA OURO


Má atuação do líder colaborou para que o Mulekes fosse absoluto no jogo. Gian e Victor Cruz comandaram a goleada da molekada, que agora está a um ponto do adversário

Por Eduardo Bernardi

O Mulekes goleou o Zenite de uma forma surpreendente. A molekada conseguiu anular praticamente todos os ataques celestes. Negão foi o que mais tentou pelo líder, mas não obteve muito sucesso, mesmo marcando o único tento de sua equipe no jogo. Pelo outro lado, Gian comandou a grande atuação de sua equipe com assistências e auxílio na marcação. Victor Cruz, além de tapar todos os espaços na zaga, ainda marcou um gol. Essa atuação do Mulekes colocou a equipe na cola do Zenite, que agora tem sua liderança ameaçada na próxima rodada.

A marcação adiantada foi a primeira investida do Zenite no jogo; o Mulekes conseguia ter mais posse de bola, desvencilhando-se da forte marcação adversária. O controle do jogo era do time de Pipo nos minutos iniciais. Logo aos 8 minutos, Rogerinho recebeu na ponta direita e chutou cruzado, não dando chances a Ballestero.

O Zenite partiu para cima após o gol sofrido, mas algo estava diferente na equipe celeste, que não conseguia levar perigo algum à meta de Ricardo. A primeira boa chance ocorreu aos 11 minutos. Foi com Negão, que desperdiçou completamente livre após rebote de Ricardo dentro da área. Aos 13 minutos, o Mulekes quase fez o segundo com Leco, que acertou uma bela bicicleta. Ballestero fez uma defesa incrível no canto direito.

A marcação da molecada era muito eficiente; nada passava por Victor Cruz, que afastava praticamente todos os lances criados pelo Zenite. A partir dos 15 minutos, a partida começou a ficar mais amarrada, com muitas faltas. O Zenite voltou a adiantar a marcação e o Mulekes voltou a utilizar a estratégia inicial de toque de bola para envolver cada vez mais a marcação celeste. Aos 21 minutos, Victor Cruz recebeu de Gian na esquerda e fuzilou Ballestero, que sofreu o segundo tento muleke.

O time celeste tentou fazer de tudo para ainda diminuir na primeira etapa, mas a marcação do Mulekes realmente estava inspirada e não deixava nada passar. No minuto final do primeiro tempo, Pedro Henrique recebeu de Gian na entrada da área e deu de chapa no canto direito, anotando 3 x 0.

O Mulekes voltou para o segundo tempo com o mesmo ritmo, não deixando o Zenite crescer nos minutos iniciais. Logo aos 2 minutos, Gian arrancou pela direita e chutou cruzado. Ballestero se esticou inteiro para interceptar. Apesar de estar fazendo uma péssima partida – não porque jogavam mal, mas porque o adversário não os deixavam jogar – a equipe celeste tinha alguns jogadores em quadra de muita qualidade, que poderiam resolver em algum lance individual. Aos 7 minutos, Negão fez boa jogada pelo meio, abriu para a direita e chutou firme no canto esquerdo, dando uma esperança de reação para o Zenite.

O gol celeste deu um gás a mais para o Zenite, mas não durou muito tempo. Dois minutos depois, o Mulekes já estava dominando e envolvendo novamente a marcação azul. Leco perdeu uma chance inacreditável, com Ballestero no chão. O camisa 11 não conseguiu desviar da maneira que queria. Aos 15 minutos, o mesmo Leco recebeu completamente livre na área, ameaçou chutar, enganou Ballestero, que ficou sentado no chão, e deu um toquinho no canto esquerdo, marcando um golaço e esfriando uma possível reação do Zenite.

Administrar o resultado se tornou a prioridade do Mulekes, visto que a troca de passes com o time bem recuado passou a ser a investida da equipe. Nos minutos finais, o que se viu foi um Zenite errando mais passes do que de costume e um Mulekes soberano, fazendo com maestria o que era proposto para o time. Final de confronto e triunfo do time de Diego Orsi por 4 x 1. O Zenite, do artilheiro Fê Rampazo, que jogou e não teve seu nome citado na matéria de tão anulado que foi, tem pelo frente o My Balls na tentativa de manter a liderança. O Mulekes enfrenta o CAV no grande jogo da sétima rodada.

XV CHUTEIRA DE OURO: GRUPO A: 6ª RODADA

Arouca Jrs. 5 x 2 Fúria

AROUCA JRS. VENCE FÚRIA E ASSUME VICE-LIDERANÇA


Beneficiado por tropeço do CAV, equipe fez sua parte e alcançou o mesmo número de pontos do líder Zenite, perdendo no saldo de gols

Por Eduardo Bernardi

O Arouquinha chega à vice-liderança ao conquistar uma grande vitória contra o Fúria, que ficou devendo bom futebol na maior parte do jogo. Apesar de terem conseguido reagir, os jogadores ‘furiosos’ acabaram vacilando nas faltas cometidas, cedendo dois tiros de 9 metros convertidos pela equipe de Masch, o que freou de vez qualquer investida do Fúria no jogo. Nelsinho fez uma grande partida e demonstrou mais uma vez ser uma peça chave da equipe juntamente com Balãotelli, que é o pivô que qualquer equipe gostaria de ter.

O Fúria começou assustando logo no primeiro minuto. Ferrugem chutou de sua meta e contou com um desvio de Adriano Motta para quase inaugurar o placar. A pelota passou raspando a trave esquerda de Brunno. Após o susto, o Arouquinha começou a tomar conta do jogo, esbanjando qualidade sua equipe. O camisa 10 quase fez aos 4 minutos. Ferrugem conseguiu alcançar o chute no canto direito, com as pontas dos dedos.

Balãotelli fazia o pivô com muita eficiência, criando boas jogadas pelo meio. Ambas as equipes marcavam com muita intensidade, o que dificultava a criação das jogadas. Aos 14 minutos, Balãotelli fez a diferença com seu oportunismo de sempre. O camisa 11 recebeu no meio, girou e bateu firme para inaugurar o marcador.

O erro do Fúria era apostar em lançamentos, todos interceptados pela marcação adiantada do adversário. Aos 17 minutos, Orley recebeu na área e chutou prensado com Sucão. A redonda entrou no canto direito, lentamente. Depois, o Fúria saiu para o abafa, mas os espaços deixados eram mais notáveis do que as jogadas criadas pela equipe. Aos 21 minutos, Luan cruzou para o meio da área. A redonda passou por todo mundo até chegar em Felipinho, que só teve que empurrar para o gol e anotar 3 x 0.

O Fúria adiantou demais a marcação e conseguiu finalmente exercer uma pressão considerável nos minutos finais, mas não chegou a assustar como no primeiro lance de jogo; o Arouquinha marcava muito bem, o que realmente dificultava que uma jogada mais bem trabalhada do rival acontecesse.

O time de Gothardo voltou com tudo para o segundo tempo. Logo aos 2 minutos, Quim carimbou a trave direita de Ferrugem. A surpresa veio aos 4 minutos. Ferrugem chutou e contou com um desvio na zaga para marcar o primeiro gol dele na temporada. O gol deu uma força a mais para o Fúria, que agora não deixava o Arouquinha jogar. Aos 11 minutos, em jogada fraternal, Thiago Motta cruzou para Adriano Motta, que colocou no ângulo direito de Brunno, diminuindo a peleja para 3 x 2.

O Arouquinha voltou ao ataque com Chico, que chutou forte no canto esquerdo e obrigou Ferrugem a fazer uma grande defesa. O Arouquinha tentava frear a reação do Fúria com toque de bola rápido, o que irritava os adversários, que começaram a cometer inúmeras faltas bobas. Aos 17 minutos, o time de Fah estourou o limite de faltas, tornando o crescimento do adversário no jogo evidente. Três minutos mais tarde veio o tiro livre. Luan bateu firme e fez o gol. Mas na comemoração ele tirou a camisa e jogou pra cima, quase ficando presa na rede, e acabou tomando cartão azul.

O Fúria partiu para o ataque com o time inteiro. A bobeira da equipe veio aos 23 minutos. Adriano Motta meteu a mão na bola na hora de fazer o gol e ocasionou outro tiro livre, cobrado por Leozinho na trave, mas convertido no rebote. Fim de jogo e 5 x 2 ao Juniors. O quinto gol acabou de vez com as esperanças do Fúria no jogo, e complicou de vez a situação da equipe na tabela, agora na zona de descenso. O Arouquinha assumiu a vice-liderança e pinta como grande surpresa do grupo. No próximo sábado o Fúria tem pelo frente o Jeremias. O Arouquinha enfrenta o Med visando a liderança da chave.

XV CHUTEIRA DE OURO: GRUPO B: 6ª RODADA

Arouca 2 x 2 SPQSF

SPQSF ARRANCA EMPATE NO FIM E MARCA SEU PRIMEIRO PONTO NO SEMESTRE


Arouca abriu 2 x 0 e controlou bem a partida, mas, nos minutos finais, pênalti deu gás para os atletas do Que Se Foda saírem do zero na tabela

Por Gabriel Manzini

O Arouca enfrentou o desesperado SPQSF na abertura da sexta rodada em busca de um melhor lugar na tabela. Já o adversário entrou em campo sem ter conquistado um ponto sequer nas rodadas anteriores. O time do ausente Vitão, aproveitando o momento ruim do rival, abriu dois gols de vantagem e soube controlar a partida. Mas o guerreiro time do arqueiro Serafim começou a reação com um pênalti duvidoso e arrancou o empate nos minutos finais.

O Arouca começou com mais posse de bola e trocando passes. Mas na primeira chance, a bola do SPQSF foi desviada e, por pouco, não enganou Maurício. Serafim passou a se destacar na falta cobrada por Marcos Bohn: ele cruzou para a área, a zaga cortou de maneira esquisita e quase saiu o gol contra. O time laranja e branco veio fechado e tentava aproveitar os erros do adversário. Meneguelo roubou a bola, mas o chute foi para fora. Lê também tentou, mas o arremate saiu desviado foi pela linha de fundo.

O time de Serafim estava melhor e arriscava bastante, porém, sem sucesso. Já o Arouca buscava se acertar em quadra. Mota chutou cruzado e Serafim fez mais uma grande defesa. Safa fez interessante jogada até a linha de fundo e lançou para dentro da área, mas ninguém completou. Dhani finalizou buscando o ângulo e Serafim fez uma incrível intervenção.

O Arouca havia melhorado e errava menos com a bola no pé. Marcos Bohn parou novamente em Serafim. Em resposta, Meneguelo raspou a trave com seu chute. Dhani entrou bem: em mais uma oportunidade o atacante acertou a trave. Sem a bola no pé, o SPQSF esperava o Arouca inteiro no campo defensivo. Darian, em cobrança de falta, quase abriu o placar – se não fosse por Douglão em cima da linha.

Na saída de bola, Marcos Bohn soltou uma bomba, Serafim espalmou e os atletas do SPQSF ficaram olhando Veloz pegar o rebote e abrir o placar. Depois do 1 x 0 o Arouca diminuiu o ritmo. Mota arriscou de longe, mas Serafim defendeu em dois tempos. Meneguelo, cara a cara com Mauricio, perdeu a oportunidade de igualar o marcador. De frente para o gol, Lê buscou o ângulo, mas sem sucesso. Aos 8 minutos, em meio à pressão do Que Se Foda, o banco do Arouca pediu o tempo. Na volta, Marinho, Meneguelo e Safa perderam a chance de empatar. E foram castigados na sequência: Marcos Bohn ampliou na cobrança de falta. O autor do segundo gol, por pouco, não balançou as redes novamente. O Arouca aproveitava a vantagem e a situação complicada do rival para assegurar uma vitória tranquila.

Markinhos teve a chance de liquidar duas vezes, só que não contava com Serafim. O inacreditável veio acompanhado de Di Dicredo, que a la Deivid, perdeu gol sem goleiro embaixo da trave. Veloz foi mais um a não passar por Serafim. E no contragolpe, em lance polêmico, a arbitragem assinalou pênalti. Di Dicredo se redimiu do lance anterior e diminuiu. Goleiro para um lado e bola para outro, como manda o figurino. 2 x 1 e muita pressão do SPQSF estava por vir.

Faltando pouco mais de um minuto, o Que Se Foda colocou o coração na ponta da chuteira e, com muita raça e disposição, Douglão empatou – depois de confusão na área. Ao apito final, os jogadores do SPQSF comemoravam muito o primeiro ponto conquistado, enquanto os atletas do Arouca estavam indignados com a arbitragem.

O empate deixou o Arouca na sexta colocação com 8 pontos. Já o SPQSF ainda está na última posição, com um único ponto. Para a próxima rodada, o Arouca encara o Fiorella em uma briga direta por posições. Enquanto o SPQSF faz duelo de fortes emoções valendo o ‘jogo de 6 pontos’ com o penúltimo colocado, Ras Time.

XV CHUTEIRA DE OURO: GRUPO B: 6ª RODADA

Acidus 3 x 3 Ras Time

ACIDUS PERDE MUITOS GOLS E FICA NO EMPATE COM RAS


Goleiros têm tarde inspirada; Acidus abusa dos erros nas finalizações e perde a chance de sair com os 3 pontos; empate foi terrível para ambas as equipes

Por Gabriel Manzini

O jogo dos goleiros. Cipó e Urso fizeram grandes defesas, e Ras Time e Acidus não passaram de um empate. O time de Caballero saiu na frente, mas cedeu o empate à equipe de Macaulin. O time verde-limão abusou dos erros nas finalizações e, mesmo criando muitas chances para matar a partida, não ampliou o marcador – e foi castigado saindo com apenas 1 ponto.

Logo de cara, Lucas Galvão, do Ras, recebeu a bola em profundidade e chutou para fora. A partida começou muito corrida. Rernanes foi o segundo do Ras Time a tentar abrir o placar. Para o lado do Acidus, Caballero roubou a bola e Dadá parou no goleiro Cipó: em bola alçada, Cipó saiu socando e ficou fora da meta. Cássio encontrou a cabeça de Caballero, mas o atacante, de costas, não conseguiu acertar a meta.

O Acidus tomou conta do jogo e pressionou muito seu adversário. Juba perdeu duas oportunidades seguidas. A forte marcação de Caballero na frente dava resultado. Em mais uma roubada de bola, Alemão recebeu, mas chutou à direita do gol. O Ras ficou encurralado no campo defensivo pelo seu oponente.

E só saía com Rernanes, que organizava o meio de quadra do time. Mas, em uma cobrança de falta, o gol do Acidus finalmente saiu: Louiz cobrou fraco, a barreira abriu e a bola foi morrer nas redes. 1 x 0 aos 17 minutos. Júlio ajeitou para Louiz, o meia limpou o goleiro e foi derrubado por Cipó, vendido no lance – e o pênalti foi marcado para o Acidus. O próprio Louiz bateu como segue na regra, e o goleiro Cipó nem apareceu na foto. Louiz, que veio do banco, entrou e mudou o duelo com duas bolas paradas.

Os dois gols atrás obrigaram o Ras a partir para o ataque. Lucas finalizou e Urso defendeu com o pé; Tchelo pegou o rebote e Urso fez mais uma intervenção com o pé. No escanteio, Macaulin diminuiu no final do primeiro tempo. E no último lance, Rernanes, por pouco, não empatou. Urso salvou.

O Ras seguiu a segunda etapa como terminou a primeira, pressionando pelo empate. Leon, em arremate cruzado, assustou Urso. Lucas também parou no goleiro. Mas, na sequência, Iasi não desperdiçou. Logo aos 2 minutos o Ras empatou em 2 x 2. A resposta do Acidus foi imediata. Cássio parou em Cipó; e, na segunda oportunidade após o empate, Alemão deu sorte, ao pegar o próprio rebote e recolocar seu time em vantagem.

Uma série de finalizações do Ras foi bloqueada pela zaga do Acidus, mas o voleio de Lucas não bateu em ninguém e Urso fez um milagre. A equipe de Caballero usava os contra-ataques para tentar matar o jogo, mas não contava com a grande atuação de Cipó. Júlio Jubert, no mano a mano, tentou, mas Cipó defendeu com o rosto.

No escanteio, o arqueiro defendeu a cabeçada de Sobral. A bola ainda tocou na trave antes de a zaga afastar. Se os jogadores do Acidus não souberam aproveitar, Rernanes deu uma aula de finalização e marcou um golaço. A bola morreu no ângulo de Urso, e 3 x 3 no placar. A partir daí o Acidus criou inúmeras oportunidades. Dadá saiu da marcação e rolou na saída do goleiro para Louiz. Sem goleiro na meta, o atacante dominou quase em cima da linha e deu um leve toque, o suficiente para ver Theo chegar no carrinho e salvar em cima da linha. Gol mais feito que esse não existia... O mesmo Theo, no ataque, mandou de primeira para uma linda defesa de Urso.

Na resposta, Louiz tentou de novo, Cipó desviou de leve para a bola tocar na trave. Caballero deixou Júlio Jubert em condições, mas o jogador isolou a chance de marcar. As duas equipes foram ao ataque e deixaram muitos espaços. Johnny limpou dois zagueiros, mas não saiu de Urso. Dadá quase ampliou no escanteio. E, em bela tabela com Caballero, também passou muito perto do quarto tento. O Acidus perdia gol atrás de gol por dar um toque a mais na hora que devia finalizar. No último suspiro, Louiz carimbou a trave. Estava escrito que as redes não balançariam mais naquele duelo.

Com o empate, o Ras segue na zona de rebaixamento, com 4 pontos. Enquanto o Acidus tem 8 pontos e está em 7º. Na próxima rodada, o Ras Time faz jogo muito esperado com o parceiro de Z-2, o SPQSF, para sair da incômoda situação. Enquanto o Acidus também faz um jogão, querendo se recuperar e entrar no G-6 encarando o Só Resenha, que tem o mesmo objetivo.

XV CHUTEIRA DE OURO: GRUPO B: 6ª RODADA

Mercenários 4 x 4 Roleta Russa Olímpico

NO APAGAR DAS LUZES, MERCENÁRIOS ARRANCA EMPATE COM O OLÍMPICO


Mesmo sofrendo gol nos minutos finais, jogadores não desistiram e igualaram o marcador no último lance da partida, mantendo assim a liderança isolada do Grupo B

Por Gabriel Manzini

Mesmo com mais um jogo do Roleta Russa Olímpico marcado por polêmicas com a arbitragem, já que o empate do Mercenários saiu depois dos 25 minutos jogados, a partida não perdeu seu brilho. A igualdade no marcador foi refletida em campo, em um jogo de 8 gols e muitas chances. Ritolê comandou o ataque do Olímpico, travando um duelo interessante contra o bom zagueiro Kazu.

Os primeiros minutos mostraram o quão corrido seria o jogo, com uma chance para cada lado. Pelo lado do Olímpico, Ritolê, com rapidez pela direita, cruzou, mas ninguém completou. Já do lado do Mercenários, Noal chutou para fora. A correria era grande. Brian obrigou Allan a fazer uma defesa digna de santo. Allan foi exigido mais uma vez em jogada de Kuba. Apesar das duas boas chances do Olímpico, quem abriu o marcador foi o Mercenários, com o artilheiro Noal passando pelo zagueiro Pina. 1 x 0 aos 6 minutos. Porém, o time do suspenso Vadão respondeu rápido, e 2 minutos depois, Kuminha, pela esquerda, bateu rasteiro e empatou.

O Olímpico se empolgou com a igualdade e, no ataque seguinte, virou: Kuba levantou para Ritolê, que completou o vira. Como um foguete, o terceiro gol saiu. Ritolê girou sobre a marcação e Vini chegou arrematando para o fundo das redes. 3 x 1 com apenas 11 minutos jogados. Alguém se lembrou do jogo do Roleta contra o Arouca?

A rápida reviravolta obrigou o time do cachorrão Bollito a pedir tempo. No reinício, Kuba e Ritolê só não ampliaram porque Allan não deixou. A formação do Mercenários sofreu alterações e o time ficou muito mais ofensivo. Maciel e Talharo passaram perto do segundo tento. Maciel articulava bem as jogadas. Ele encontrou Tulio, que limpou e chutou. A bola desviou e enganou o arqueiro Machado, balançando as redes. A resposta veio com Kuminha, mas o atacante parou na trave.

Com os avanços do Mercenários, a zaga ficou exposta e o jogo melhorou muito, com amplas oportunidades de gol. Porém, na primeira etapa, não houve tempo para mais nada. Na primeira chance depois do intervalo, Diego Gomes não passou pelo bom goleiro Machado. Depois do lateral foi a vez de Brian, sozinho, perder. Tulio concluiu duas boas jogadas, mas em ambas não aproveitou. Kuminha tentou um golaço: após chapéu no zagueiro, ele finalizou por cima da meta.

Com poucos minutos corridos no relógio, muitos foram os ataques perdidos pelas equipes. Até que, aos 4 minutos, Guto usou a cabeça para empatar. Depois do escanteio, o camisa 10 testou com liberdade. O equilíbrio no marcador não intimidou o Olímpico. Paixão foi ao campo ofensivo e obrigou Allan a espalmar. Após permanecer na zaga enquanto ganhava, o Olímpico precisou partir para cima do então líder para buscar a vitória, o que abriu espaços para o forte ataque do Mercenários.

Noal não contou com Machado na cobrança de falta ensaiada; assim como Guto também não esperava o arqueiro em seu caminho; e Noal, na sequência, perdeu o duelo para Machado, em mais duas oportunidades. Paixão, pelo lado do Olímpico, tentou, mas a pontaria estava descalibrada. Brian, por sua vez, acertou o arremate, embora Allan não tenha contribuído para sua felicidade. Aos 21 minutos a pressão sobre os goleiros deu resultado. E foi pelo lado do Olímpico. Paixão arriscou de longe, Ritolê colocou o pé inteligentemente no meio do caminho, enganando Allan e deixando seu time em vantagem nos minutos finais.

Ritolê quase ampliou de calcanhar no lance seguinte. Mas a estrela do Mercenários não se apagou, mesmo com o tempo regulamentar estourado. Talharo não quis saber e soltou uma bomba no cantinho, anotando 4 x 4 e garantindo a liderança à equipe. Os jogadores do Roleta Russa Olímpico reclamaram bastante com a arbitragem, em vão, pois o jogo só acaba quando o árbitro apita.

O empate não tirou o Mercenários da liderança, que chegou aos 13 pontos. Já o Olímpico fica na quarta colocação, 3 pontos atrás do líder. O Mercenários encara, no próximo sábado, o Primatas. Já o Roleta Russo Olímpico faz um duelo de posições com o Bacana.

XV CHUTEIRA DE OURO: GRUPO B: 6ª RODADA

Bacana 3 x 2 Só Resenha

RÔMULO, DE NOVO, CONDUZ BACANA À VIRADA SOBRE RESENHA


Mesmo melhor, time do técnico Luis ‘Trovão’ Francisco leva virada com três gols de Rômulo; Bacana chega à segunda colocação no Grupo B

Por Gabriel Manzini

O Bacana entrou em quadra para enfrentar o Só Resenha e para defender sua invencibilidade no certame. Mesmo atrás no placar por grande parte da partida, os atletas não desistiram e, com muita vontade, souberam aproveitar os momentos em que tiveram um jogador a mais para virar o marcador e sair com a vitória. O Só Resenha perdeu muitos gols e a chance de matar o jogo; saiu derrotado e muito nervoso com as marcações da arbitragem.

Kiwi mostrou o cartão de visitas do Bacana a Roberto, que já teve trabalho. Cesinha também queria se apresentar ao goleiro rival, mas bateu por cima. Na primeira oportunidade do Só Resenha, Isac parou na trave. Luis Henrique, em seguida, cabeceou com muito perigo. A pressão do Só Resenha não diminuiu: Mateus arriscou, Guido rebateu e Fabrício chutou para mais uma grande intervenção do arqueiro. Muita elasticidade na sequência de defesas.

Depois das boas chances, o nível caiu um pouco e os ataques perigosos diminuíram consideradamente. No escanteio, Romulo foi às redes pela primeira vez, porém, a arbitragem assinalou falta do atacante na jogada. Um minuto depois não houve juiz que parasse Romulo. Depois do chute de Kiwi, ele pegou o rebote e abriu o placar.

Com o gol, o Bacana melhorou muito e perdeu o segundo gol com Yanes, Kiwi e Romulo, que pararam em Roberto. E em uma chance entre as várias desperdiçadas pelo Bacana, Mateus empatou para o Só Resenha. O equilíbrio no placar tomou conta das ações ofensivas. Rafael limpou a marcação e bateu para fora. Em resposta, Romulo quase furou Roberto. Yanes cabeceou com perigo, e no contragolpe, Rafael virou o confronto com um golaço antes de o intervalo chegar.

Isac aproveitou o vacilo no início do segundo tempo para driblar o zagueiro e rolar para Gabriel Garcia. A bola foi um pouco cumprida, e Gabriel se estirou no chão para alcançá-la, mas o esforço parou na trave. O Só Resenha voltou muito bem e controlava de maneira inteligente a vantagem que havia conquistado. Parecia inevitável o Bacana não perder sua invencibilidade diante do time de Isac. Ele mesmo, que queria marcar o terceiro, não contava com Guido espalmando para longe a expectativa do atacante.

O Bacana não tinha poderio ofensivo para reagir. E o Só Resenha chegava com perigo. Fábio cortou para o meio e bateu rente à trave. Rafael, pela direita, parou em Guido, que tirou com o pé. No contra-ataque, Romulo empatou aos 17 minutos. Rafael, minutos depois, reclamou com a arbitragem da maneira forte como os adversários chegavam para as divididas. Sem dar ouvidos ao atleta, o árbitro o puniu com o amarelo. O jogador a mais era tudo o que precisava o Bacana para virar a partida. O Só Resenha, que estava melhor, se perdeu – e o experiente adversário aproveitou. Rodrigo, de muito longe, obrigou Roberto a espalmar para escanteio. Parecia que era uma regra do Bacana, a bola só entraria se fosse de Romulo. O camisa 10 não perdoou e virou a 3 x 2 para o ainda invicto Bacana.

O final da partida foi truncado e com muita pressa do Só Resenha ainda acreditando no empate. Mas não havia mais tempo. Final de jogo com muita reclamação de ambos os times relacionados ao apito. O Bacana chegou à segunda posição com a vitória, e está apenas 1 ponto atrás do Mercenários. Já o Só Resenha se complicou e está fora da zona de rebaixamento por apenas dois pontos. Na próxima rodada, o Bacana defende invencibilidade diante do Roleta R. Olímpico. O Só Resenha briga por posições com o Acidus.

XV CHUTEIRA DE OURO: GRUPO B: 6ª RODADA

Fiorella 2 x 2 Primatas

PRIMATAS SUPERA PROBLEMA INTERNO E EMPATA COM FIORELLA


Marcelo Gama e Iglesias protagonizaram cena lamentável, quase prejudicando o Primatas; mesmo com a confusão entre eles, os outros jogadores se superaram em campo e, em jogo equilibrado, igualaram-se também no marcador

Por Gabriel Manzini

Primatas e Fiorella fecharam a 6ª rodada em clima tenso. Os atletas Iglesias e Marcelo Gama, ambos do Primatas, se desentenderam e acabaram levando cartões vermelho e azul, respectivamente, prejudicando a equipe. Mesmo com a confusão, a equipe contou com noite inspirada de M. Júnior, que marcou duas vezes e empatou a partida.

A partida começou muito amarrada e com poucas chances de gol. O perde e ganha no meio de campo foi grande e os goleiros pouco trabalharam nos primeiros minutos. O Fiorella quebrou o paradigma e chegou duas vezes com perigo. Rodrigo defendeu com o pé a primeira e interveio bem na segunda tentativa de Bocão. Na resposta, Marcelo Gama girou sobre a zaga e bateu forte, mas para fora. O jogo teve uma pequena melhora. Robson rolou para Bocão, que chegou chutando. Rodrigo, no susto, espalmou. Rogério também parou no arqueiro Rodrigo. E no contra-ataque, Rafinha errou o alvo.

As chances apareciam e Gabriel Salvador, pela esquerda, parou na trave. O confronto era fraco tecnicamente, porém, muito brigado. Rafinha, dentro da área, tentou surpreender Franklin encobrindo-o, mas o goleiro foi esperto e conseguiu se recuperar. Gabriel Salvador arrematou e Rodrigo colocou para escanteio. Na cobrança, Rodrigo operou um milagre em cabeceio. O gol estava perto, e Edson Claro não perdeu. A bola sobrou no pé do camisa 10 que, de primeira, acertou o ângulo, sem chances para Rodrigo.

Na sequência, a reedição do duelo, mas, dessa vez, Rodrigo levou a melhor sobre Edson Claro. Aos 24 minutos, M. Júnior bateu no cantinho e empatou o duelo. O Primatas ainda queria virar na primeira etapa, mas não houve mais tempo.

No início da segunda etapa Tigu levou amarelo. Com um a mais, o Primatas foi com tudo querendo a virada. M. Júnior finalizou para grande defesa de Franklin. Marcelo Gama cortou para o meio e a bola passou raspando a trave. A virada parecia questão de tempo. Rick encobriu Franklin, mas não contava com a zaga que tirou quase em cima da linha. O gol, que estava maduro, passou do tempo. Foi quando Marcelo Gama e Iglesias se desentenderam. Os jogadores se peitaram e Iglesias empurrou Marcelo Gama. A arbitragem, sem ter dúvidas, expulsou Iglesias e mostrou o amarelo para Marcelo.

Com um jogador a mais o Fiorella se mandou ao ataque para tentar a vitória. Edson Claro foi travado no último momento por Feco. E Robson, de frente para a meta, mandou por cima. Mesmo com todos os problemas, aos 11 minutos, M. Júnior marcou o segundo dele e do time. 2 x 1 surpreendente do Primatas. Rogério respondeu rápido, cruzou na área, passou por todo mundo e foi de encontro à trave. Robson encheu o pé e Rodrigo fez uma linda defesa.

O Primatas se defendia do jeito que dava. Mas, aos 16 minutos, Robson fez a jogada e Gabriel Salvador empatou. Após a inevitável igualdade, o banco do Primatas pediu tempo técnico. Na volta, a pressão do Fiorella Brasil continuou. Gabriel Salvador, de longe, parou em Rodrigo. Edson Claro limpou dois jogadores e quase marcou um golaço. M. Júnior, no lance final, quase marcou seu terceiro, mas a cobrança de falta passou perto.

O empate deixou o Primatas com 9 pontos na 5ª colocação. Enquanto o Fiorella Brasil tem um ponto a mais, na 3ª posição. Para o próximo sábado, o Primatas encara o líder Mercenários. Enquanto o Fiorella pega o Arouca em briga direta por posição.
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