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CHUTEIRA NEWS: XV CHUTEIRA DE OURO: 3ª RODADA

XV CHUTEIRA DE OURO: GRUPO A: 3ª RODADA

CAV 1 x 3 My Balls

MY BALLS VOLTA A VENCER CAV E SOBE NA TABELA


Time de D’Alonso aproveitou a final que CAV tinha no mesmo dia para conquistar os três pontos e entrar na zona de classificação; MB não sabe o que é perder do adversário na Série Ouro

Por Gabriel Manzini

O Clube Atlético da Vila veio para o jogo contra o My Balls muito mais preocupado com a final de outro torneio que disputa e que seria realizada no mesmo dia, algumas horas depois da terceira rodada do Chuteira de Ouro. O My Balls soube aproveitar a situação ruim que o calendário impôs ao adversário para faturar os três pontos e subir na tabela. Já para o atual campeão, mesmo perdendo a liderança e vendo o Zenite disparar, a recompensa chegou logo depois com a conquista de mais um título.

A partida não tinha nem um minuto de jogo quando o árbitro chamou a atenção dos técnicos. Já era um prelúdio de que viria muita discussão entre as equipes e a dupla que apitava o duelo. Pensando somente na bola, a primeira chance veio com Pipi, do My Balls. Após bela jogada, obrigou o goleiro Diego Gallego a colocar para escanteio. Em resposta, Fefê teve duas chances de abrir o placar, mas parou em Gabriel Viana e no erro de pontaria. O jogo parecia amarrado, a marcação era muito forte dos dois lados. Até que Magrão encontrou um espaço e quase marcou. A bola colocada passou com muito perigo.

De imediato, Vitinho Lessa parou em desvio na zaga. O andamento seguiu com muitos erros. Até que, aos 8 minutos, em uma jogada muito reclamada pelo banco do CAV, a arbitragem marcou mão de Raphão. Falta na entrada da área. Na cobrança, Fernando Souto encheu o pé para abrir a contagem ao My Balls. Com o jogo fechado e a bola parada certeira, dois minutos depois, em falta ensaiada, Lucas Manzano rolou para Marcelo Árico completar no cantinho.

Com a desvantagem de dois gols no marcador, o CAV partiu para o ataque para diminuir ainda na primeira etapa. Davi e Caio Fleischmann entraram na partida para encurralar o My Balls. Roberto Solcia aos poucos ia colocando time titular para tentar reverter o placar. O MVP do campeonato passado e melhor jogador do CAV, Davi, começou levando muito perigo ao gol de Gabriel Viana com finalizações precisas.

Apertado no campo de defesa, o My Balls continuou levando perigo nas faltas, que eram muito questionadas pelo time inteiro do CAV. Foi a vez de Lucas Manzano soltar uma bomba rasteira, salva por Marcel. Na sequência, Caio Fleischmann recebeu bola, dominou limpando a zaga, mas finalizou na rede pelo lado de fora. O último lance do primeiro tempo não poderia ser diferente do restante: falta para o My Balls – era a oitava infração que cometera o CAV –, Alê soltou o pé para grande defesa de Diego Gallego.

A segunda etapa começou com pressão do time de Barata. Bettoni tentou duas vezes, mas parou na zaga muito bem postada. Caio Fleischmann dividiu com os defensores em lateral, mas, no reflexo, Gabriel Viana defendeu. A tática do CAV mudou, e a pressão na saída de bola do adversário era intensa. Em uma das retomadas, Davi chutou, a bola sofreu um leve desvio e morreu no fundo da rede. Lucas Manzano quase acabou com a festa. O defensor chutou, após bom pivô de Robgol, com muito perigo.

Aos 9 minutos, a defesa do My Balls se perdeu e deixou Davi livre para arrematar, mas Gabriel Viana fez um milagre e pagou geral com sua defesa. Parecia estar perto o empate. O embalado CAV só não contava com o contragolpe de Daniel Dias, que saiu do banco para marcar um bonito gol e dar um respiro ao time em 3 x 1. Tempo técnico para o Atlético, que vinha melhor na partida, mas tomou o castigo.

Na volta, Davi achou Barata, que quase marcou. O MB ficou fechado na zaga para garantir os primeiros três pontos, mas em saída errada de Pedrinho, o travessão foi quem salvou. Davi voltou a despontar como o principal articulador de jogadas e por diversas finalizações. Em uma delas, o meia teve o chute desviado pela zaga, a bola por pouco não enganou Gabriel Viana, que conseguiu tocar, a bola bateu no travessão e não entrou.

Preocupado, o banco do My Balls pediu tempo. E o time voltou melhor organizado atrás – destaque para Lucas Manzano – saindo apenas nos contra-ataques. O Atlético da Vila ainda parou mais algumas vezes no inspirado Gabriel Viana, enquanto o My Balls, nos erros individuais, não matou a partida antes. E foi só, 3 x 1 para a equipe de Sujinho.

Com a vitória, o My Balls chegou aos quatro pontos e está em quinto lugar. Enquanto o CAV está uma posição à frente com seis pontos. O My Balls enfrenta o Fúria, enquanto o Atlético pega o Di Primeira na próxima rodada do Grupo A.

XV CHUTEIRA DE OURO: GRUPO A: 3ª RODADA

Med Taubaté 8 x 3 SNG

MED IMPÕE MAIOR DERROTA DO SNG E VENCE A PRIMEIRA NA OURO


Com grandes atuações de João Humberto e Javier, Med sai da zona de rebaixamento e afunda o rival na lanterna do Grupo B

Por Gabriel Manzini

Um desfigurado SNG. E uma derrota para entrar para a história. Assim foi a terceira jornada do tricampeão na Série Ouro. O Med, que nada tinha a ver, foi para cima e se deu bem. Ambas as equipes entraram em campo pressionadas em busca da primeira vitória no campeonato. Com um início muito equilibrado, João Humberto e Javier chamaram a responsabilidade para liderar a equipe na goleada sobre o SNG. Com a vitória, o time de Taubaté respirou, e afundou o SNG na lanterna do Grupo A, sem pontuar após três rodadas.

A partida começou com algo inusitado. O Med Taubaté iniciou o confronto com parte de seu elenco fora, por atraso. Com isso, Peruca era o arqueiro no lugar de João. Logo aos dois minutos, o SNG aproveitou o fato para abrir o placar com Guga. Após o gol, o SNG seguia melhor no jogo. A primeira chegada do Med foi com Bizuza, que fez Papa Burguer trabalhar pela primeira vez. Na sequência, Anibal emendou cabeceio que tirou tinta da trave. Em mais um lateral, João Humberto apareceu sozinho, mas não aproveitou. A zaga do SNG parecia perdida nas bolas aéreas.

Aos nove minutos o time de Taubaté pediu tempo técnico. O restante dos jogadores havia chegado. Com a situação normalizada, Tejeda roubou a bola e tocou para Felipe Augusto, que bateu cruzado. Ronei, embaixo da trave, desviou, a bola tocou a trave, mas não entrou – a la Deivid no Flamengo, o SNG perdeu uma chance incrível de ampliar. No contragolpe, o futebol castigou, como de costume. Javier girou e guardou no cantinho. Era o empate.

O jogo estava muito disputado e equilibrado. Javier e João Humberto assombravaM a zaga do SNG. Em jogada pela esquerda, o uruguaio rolou, após saída de Papa Burguer, para trás, de onde veio João Humberto para encher o pé e carimbar o travessão. Depois do pedido de tempo, o SNG voltou muito bem, encurralou o Med e seguiu perdendo oportunidades de passar à frente novamente no placar. Até que, no último lance da primeira etapa, em lateral cobrado no segundo poste, Anibal, sozinho, virou a partida para 2 x 1. Um castigo grande para o SNG, que jogava melhor.

O time de Abelha voltou como uma explosão de tão rápido para o segundo tempo. Logo aos dois minutos, Tejeda, na sobra, empatou novamente. Após o empate sobrou vontade para as equipes, mas o jogo ficou feio e com muitos erros de passe. Em um deles, Brão tocou mal e Abelha chutou forte para fora. Javier se destacou como uma exceção no bom toque de bola. O camisa 9 encontrou João Humberto na esquerda, que, mesmo sem ângulo, fuzilou para marcar o 3 x 2. O terceiro tento sofrido abalou o SNG. E, em cinco minutos, a equipe levou mais quatro gols.

Aos 11 minutos, João Humberto recebeu lançamento, tirou do goleiro com lindo chapéu e completou em seguida o golaço. Aos sete minutos, no contra-ataque, João Humberto disparou pela direita e cruzou. No tromba tromba na área, a bola entrou após leve toque de Bizuza, que dividiu com a defesa. E aos 14 minutos foi a vez de Bruninho brilhar com dois gols. O primeiro veio com bela finalização e o segundo com liberdade dentro da área: 7 x 2.

Completamente perdido, o SNG não deixou de correr para diminuir o estrago. Até que Paulinho, em arremate de primeira após escanteio cobrada na entrada da área, descontou. A partida ficou muito corrida e ambas as equipes perderam muitas oportunidades de marcar. Perto do final, os ‘doutores’ souberam usar sua vantagem para administrar a vitória e ainda ampliar com Peruca. No último minuto de jogo, Felipe chutou, a bola tocou no travessão e pingou dentro, porém, o árbitro não validou o gol pois achou que a bola não bateu dentro. O pessoal de fora pagou geral. Mesmo assim, de nada adiantaria – a não ser para efeito de saldo. Final de partida e uma goleada de 8 x 3 ao Med, para nenhum dos dois times esquecerem.

O Med vence a primeira e sobe para o sétimo lugar, enquanto o SNG amarga a lanterna do Grupo A, com três derrotas em três jogos. O time de Taubaté vai embalado enfrentar o líder Zenite na quarta rodada. Enquanto o SNG encara outra pedreira, o Mulekes, precisando da vitória de qualquer maneira.

XV CHUTEIRA DE OURO: GRUPO A: 3ª RODADA

Di Primeira 6 x 1 Jeremias

NO PASSO DE DRI, DI PRIMEIRA GOLEIA JEREMIAS


Em mais uma virada, equipe de Simon conquista sua segunda vitória e empurra Jeremias para a zona da degola; Dri Ferreira anotou um ‘hat-trick’

Por Gabriel Manzini

Jeremias e Di Primeira vieram para o confronto com três pontos na bagagem. Quem perdesse afundaria o rival, o que fez da partida ser muito empolgante. O Jeremias começou dominando as ações ofensivas. Com arremates de fora da área, a defesa do Di Primeira se defendeu como pôde. Em linda troca de passes, Dunder apareceu cara a cara com Cuca, que defendeu. O Di Primeira saía para o contra-ataque, mas sem sucesso. Murilo escapou pela esquerda, mas a finalização foi para fora. O Jeremias pressionava a saída de bola do adversário. Murilo voltou a se destacar, só que após lindo lençol concluiu mal. A jogada do Di Primeira era com Dri Ferreira, isolado pela direita, que em escapada no contra-ataque parou em Chaluppe.

Depois da oportunidade desperdiçada, o Di Primeira melhorou e o jogo ficou muito corrido. Entretanto, era o Jeremias quem ainda assustava. Aos 14 minutos, DVD chutou forte e a bola passou muito perto. O gol insistia em não sair, até que, aos 16 minutos, Murilo girou sobre a zaga, limpou o goleiro e marcou um golaço: 1 x 0 Jeremias.

O Di Primeira não sentiu o gol e respondeu de imediato, com um golaço de Dri Ferreira. O time de Tingão pareceu sentir o golpe e, nos 5 minutos finais, viu Marlon virar a partida depois de uma bela troca de passes. E no último lance do primeiro tempo, em uma tabela pela esquerda, Cris finalizou com categoria para marcar 3 x 1 para o Di Primeira. Os jogadores do Jeremias pareciam não acreditar.

O segundo tempo teve início com forte arremate de Cris por cima do gol. O Di Primeira voltou ao gramado com uma estratégia muito bem traçada. A equipe passou a valorizar a posse de bola e a trocar bons passes. Em boa jogada, Célio chutou rasteiro e Chaluppe defendeu com o pé. No ataque seguinte, após boa triangulação, André Luiz completou para gol, mas Chaluppe fez nova intervenção.

O jogo seguiu um tanto morno, da maneira como o Di Primeira queria. Até aos 8 minutos, quando Val encarou a marcação e bateu colocado no canto, um golaço e 4 x 1 no marcador. A equipe de Darx estava perdida e pediu tempo técnico. Nem a boa fase de Dunder salvava a equipe...

O Di Primeira era soberano na segunda etapa e permanecia muito mais tempo com a bola no pé. Em uma vacilada da defesa, Dunder chutou muito forte e obrigou Cuca a fazer um milagre. O Jeremias passou a melhorar e a ficar um pouco mais com a bola da metade para o fim. Porém, em um contra-ataque, o Di Primeira acabou com qualquer esperança. André Paes entrou muito bem na equipe puxando os contragolpes. Em um deles, aos 17 minutos, rolou para Dri Ferreira fazer seu segundo tento no jogo.

Com o quinto gol, o Di Primeira voltou a dominar. Os jogadores do Jeremias não desistiram de marcar, mas pareciam não ter forças ofensivas para reagir. O que de fato era verdade. Aos 20 minutos, Cuca lançou Dri Ferreira. Sozinho dentro da área, o atacante tirou o marcador e o goleiro para fechar o caixão em 6 x 1.

Com a vitória de virada, o time de Ethiene assumiu a terceira posição do Grupo A, com seis pontos em nove disputados. Já o Jeremias se manteve com três pontos e amarga a penúltima colocação. Na próxima rodada, o Di Primeira encara o CAV, enquanto o Jeremias pega o Arouca Jrs. em busca da recuperação.

XV CHUTEIRA DE OURO: GRUPO A: 3ª RODADA

Mulekes 4 x 1 Fúria

MULEKES VENCE FÚRIA E ASSUME VICE-LIDERANÇA


Mostrando muita técnica e entrosamento, time de Ricardo Salles não toma conhecimento do Fúria e deixa adversário para trás

Por Gabriel Manzini

Em mais um confronto considerado de “seis pontos” pelo Grupo A, Mulekes e Fúria fizeram uma partida muito movimentada. A equipe de Pipo Valente mostrou que vem muito forte para a disputa do título, jogando com muito entrosamento, técnica e velocidade. Já o Fúria mostrou algumas dificuldades na zaga, mas também sua característica garra.

Com um ritmo intenso, a partida deu início com uma linda jogada de Henrique que obrigou Ricardo Salles a ceder o escanteio aos furiosos. Na cobrança, Ricardo defendeu em dois tempos a finalização. As zagas vinham bem na partida até que Diego Orsi e Gian começaram a se destacar. Em sua primeira jogada, Diego finalizou com liberdade, Ferrugem fez a defesa e a bola ainda tocou no travessão. No ataque seguinte, Diego deixou Gian cara a cara com Ferrugem, que fez uma defesa fantástica desviando para a linha de fundo. Porém, no escanteio, Diego Orsi, sozinho, pegou o rebote e acertou o cantinho.

Depois do gol, o Fúria continuou sem se encontrar em campo e foi engolido pela velocidade do Mulekes. Victor Calderón escapou para o ataque e obrigou Ferrugem a salvar mais uma. Em seguida, Pedro Henrique acertou a trave. O segundo gol parecia questão de tempo. Em uma das poucas chances do Fúria, Bruno Gladiador bateu forte no ângulo, mas Ricardo Salles foi buscar. No contragolpe, Diego Orsi rolou para Rogerinho, que perdeu gol feito.

O Fúria teve uma leve melhora na partida, e sempre com Bruno Gladiador tentava surpreender. O camisa 11 abriu a jogada para Henrique, que não passou do arqueiro Ricardo. Na sobra, o chute cruzado atravessou a área. Mesmo com a melhora do Fúria no ataque, aos 16 minutos, em um contra-ataque, Gian brilhou e achou Rogerinho, que completou para o fundo das redes para desencantar. 2 x 0.

O recomeço teve André levando muito perigo ao gol de Ricardo Salles, que mais uma vez fez boa intervenção. O Fúria pressionou muito no final do primeiro tempo. Thiago Motta limpou dois e bateu cruzado, Bruno Gladiador se esticou todo, mas não alcançou. E novamente, quando o Fúria melhorou, o contra-ataque do Mulekes foi mortal. Aos 24 minutos, Rogerinho cruzou com muito perigo, Thiago Motta tentou cortar, mas jogou contra o próprio patrimônio. 3 x 1.

O segundo tempo mal havia começado quando Diego Orsi marcou um golaço, anotando 4 x 0 para o Mulekes e um banho de água fria no rival. A equipe de Fah se perdeu na zaga com o gol-relâmpago. Em menos de cinco minutos, o goleiro Ferrugem salvou sua equipe três vezes, parando Renan Garcia e Diego Orsi.

Depois, em saída de jogo errada, Ferrugem quase se complicou, mas contou com a falta de pontaria de Renan. O Mulekes passou a perder um gol atrás do outro pelos erros de conclusão. Ferrugem teve pressa na reposição e acabou fazendo lambança: o chute em cima de Diego Orsi tomou a direção do gol, e só não entrou porque Sucão salvou quase em cima da linha. Mesmo tomando pressão, o time de Fábio Caruzo mostrou que não estava morto e complicou Alemão, que veio do banco, como de costume mantendo o revezamento dos dois bons goleiros. O Mulekes se manteve saindo nos contra-ataques e, em um deles, Diego Orsi quase marcou um golaço por cobertura.

O banco do Fúria orientava a zaga a todo tempo, em uma tentativa de parar Gian e Diego Orsi. Mostrando que não desistiu, Fah chutou para boa defesa de Alemão, no rebote, a bicicleta de Adriano Motta foi parar no pé de Henrique, que fuzilou, diminuindo para 4 x 1. Com muita disposição, o Fúria se lançou ao ataque. E sofreu no contragolpe, sem goleiro, Renan finalizou, mas Fah salvou com o pé. Os 5 minutos finais serviram para uma pressão do Fúria, que parou em Alemão e no curto tempo restante.

Com a vitória, o Mulekes chega aos 6 pontos e assume a vice-liderança do Grupo A, enquanto o Fúria estagna nos 3 pontos e rondeia a zona de rebaixamento. Na sequência, o Mulekes pega o SNG e o Fúria enfrenta o My Balls.

XV CHUTEIRA DE OURO: GRUPO A: 3ª RODADA

Zenite 4 x 3 Arouca Jrs.

ZENITE SUPERA AROUQUINHA E SEGUE 100%


Após permitir reação do adversário no segundo tempo, líder do Grupo A acorda nos minutos finais e decreta terceira vitória seguida

Por Eduardo Bernardi

Zenite e Arouca Juniors protagonizaram o jogo mais emocionante da 3ª rodada do Grupo A da Ouro. Apesar de um segundo tempo apagadíssimo, o Zenite conseguiu achar o gol da vitória no último minuto do jogo após permitir reação do Arouquinha, que fez um segundo tempo perfeito, mas acabou sendo castigado pelos gols bobos tomados na primeira etapa, na qual terminou perdendo por três gols de diferença.

A partida começou com muita marcação e toque de bola. O primeiro lance de perigo foi do Zenite, com Guga, que recebeu na ponta esquerda e chutou forte, mas a bola passou raspando a trave esquerda; o Arouquinha estava com dificuldade para sair jogando, devido a marcação completamente adiantada do Zenite. Aos 8 minutos, a pressão do Zenite surtiu efeito. P.O. desviou de cabeça após um lançamento espetacular de Léo Ballestero, a pelota enganou completamente o arqueiro novato do Arouca Juniors.

O Zenite estava eufórico no jogo. Aos 10 minutos, novamente ele, P.O, arriscou de longe, e Brunno aceitou o frango. O Arouca Juniors parecia ter acordado, apesar de estar mais violento, fazendo muitas faltas. O Zenite contra-atacava muito bem, sempre levando perigo à meta de Brunno; quem mais finalizava pelo Arouca Juniors era Nelsinho, que conseguia criar boas jogadas pelo Arouca, demonstrando muita habilidade.

O Arouca Juniors estava melhor no jogo, mas o Zenite continuava levando mais perigo. Aos 17 mnutos, Arthur chutou, Ballestero defendeu bem e, no rebote, Orley bateu de novo, Ballestero fez mais um milagre. O Zenite respondeu com Fê Rampazo, que recebeu de Negão, que fez linda jogada pelo meio. O camisa 7 cortou para esquerda e fez o seu décimo gol na competição.

O Arouca Juniors voltou a atacar com Breno, que chutou de longe, obrigando Ballestero a fazer mais uma defesaça. Os minutos finais foram de ataque contra defesa. O Arouquinha esbarrava na excelente marcação do Zenite, que nitidamente se poupava para a segunda etapa.

O segundo tempo – e o Arouca – começou com tudo. Logo aos 2 minutos, Nelsinho chutou no canto esquerdo de Ballestero, que fez mais uma defesa incrível. A pressão do Arouca não demorou para dar resultado. Aos 5 minutos, Nelsinho recebeu de Renato, driblou Ballestero e fez um golaço de bico. Só dava Arouquinha; o Zenite estava completamente recuado, não contra-atacando mais.

Aos 10 minutos, Orley recebeu na área, girou e chutou forte no canto esquerdo, dando continuidade à reação do Arouquinha. 3 x 2. O time de Masch continuou jogando muito, mandando completamente no jogo. Aos 14 minutos, Heitor encheu a bomba da ponta esquerda e contou com um desvio na marcação para incrivelmente empatar.

Tudo indicava para uma virada heroica, já que o Zenite estava irreconhecível. A marcação do Arouquinha estava muito adiantada. Aos 19 minutos, Andrey perdeu uma chance inacreditável de colocar o Zenite novamente à frente do placar. O camisa 9 tentou driblar Brunno e se atrapalhou inteiro.

Nos minutos finais, o Zenite melhorou. O cansaço do Arouca acabou reduzindo a pressão, dando mais espaço para o Zenite. Aos 21 minutos, Negão chutou forte e obrigou Brunno a fazer uma grande defesa. No minuto final, a força ofensiva do Zenite fez a diferença. Andrey recebeu na esquerda e mandou um foguete no meio do gol. No placar, 4 x 3, decretando novo triunfo do embalado Zenite, que está voando nessa temporada. O time é líder do Grupo A e tem pela frente o Med Taubaté; o Arouca Juniors enfrenta o Jeremias em busca da reabilitação.

XV CHUTEIRA DE OURO: GRUPO B: 3ª RODADA

Bacana 2 x 2 Primatas

BACANA E PRIMATAS EMPATAM E SEGUEM EM BUSCA DA CLASSIFICAÇÃO


Excesso de faltas quase custa a derrota ao Primatas, que acabou saindo no lucro com o empate após ter dominado boa parte do jogo

Por Eduardo Bernardi

Em duelo de gigantes no Grupo B, o Primatas deu mostras de que a fase bumerangue – de sobe e desce – definitivamente não mais existe. Diante do vice-campeão Bacana, comprovou que é das grandes forças da divisão, capaz de encurralar um adversário como o Bacana boa parte do tempo. Entretanto, o excesso de faltas quase culminou numa derrota relâmpago do time de Gui Fenômeno, que saiu no lucro com o empate devido ao tiro livre desperdiçado por Kiwi no último minuto de jogo.

Ao apito inicial, quem tomou a iniciativa foi o Primatas, que estava com sua marcação completamente adiantada. Tom abriu para a direita e encheu a bomba à esquerda da meta de Guido. Logo em seguida, Rafinha recebeu na cara do gol e desperdiçou uma grande chance de abrir o placar, mandando para fora. Os primeiros cinco minutos foram de total domínio do Primatas. O jogo estava muito truncado, com muitas entradas duras.

O Primatas assustou novamente com Litho, que chutou de longe, obrigando Guido a fazer uma grande defesa. O Bacana apostava em contra-ataques, mas sem muito sucesso. O primeiro lance de ataque da equipe foi com João Werner, que recebeu na direita e chutou alto, mas a pelota passou raspando o travessão. O Bacana só equilibrou a partida aos 15 minutos, conseguindo ter um pouco mais de posse de bola, mas quem continuava sendo mais perigoso era o Primatas.

Tieppo chegou bem mais uma vez. O camisa 14 chutou de longe e Guido fez mais uma grande defesa, dando uma linda ponte no canto esquerdo. A essa altura Guido já era o grande nome do jogo. Aos 17 minutos, o Bacana surpreendeu. Kiwi recebeu na direita e chutou forte no canto esquerdo, inaugurando o marcador.

Após o gol, o Bacana conseguiu administrar melhor a partida, marcando com muita eficiência. Nos minutos finais da primeira etapa, o Primatas voltou a crescer no jogo, pressionando muito. O resultado adverso não refletia o se via em campo e, após bom contra-ataque, M. Junior tocou de bico no canto direito, sem chances de defesa para Guido, para fazer justiça. 1 x 1.

O Bacana partiu desesperadamente para o ataque. Aos 23 minutos, Cezinha recebeu na cara do gol e chutou em cima de Rodrigo, que estava bem posicionado. O último ataque do primeiro tempo foi do Primatas. M. Junior matou no peito, dentro da área, e chutou forte. Guido fez um milagre. O camisa 8 mais uma vez se mostrava ser arma fundamental no campo ofensivo dos símios.

A macacada voltou para a segunda etapa pressionando demais. Aos 7 minutos, Tieppo acertou uma linda bicicleta, a bola carimbou a trave e sobrou no pé de M. Junior, que só teve o trabalho de empurrar para o gol, colocando o Primatas novamente à frente. No minuto seguinte, Rômulo girou na entrada da área e chutou por cima, raspando o travessão, quase empatando o duelo.

O Primatas, vencendo, passou a se defender e não conseguia mais sequer sair jogando. Além disso, aos poucos foi fazendo faltas e acabou por estourar o limite de 7 faltas. Aos 17 minutos, veio a 8ª falta e um tiro livre direto para o Bacana. Discussão da distância da bola ao gol e Rômulo bateu no canto esquerdo, tirando do goleiro e empatou em 2 x 2.

A raça dos jogadores do Bacana era incrível, dificultando qualquer tentativa do Primatas tentar o terceiro gol. No último minuto de jogo, o Primatas fez mais uma falta, dando a oportunidade do Bacana virar. Agora quem foi para a cobrança foi Kiwi. O camisa 8 bateu bem, no canto direito, mas a bola carimbou a trave esquerda de Rodrigo, desperdiçando a chance do Bacana conquistar três pontos.

E em 2 x 2 terminou um belo espetáculo, digno de duas excelentes equipes que brigarão pela ponta até a rodada final. O Primatas, na próxima rodada, tem pela frente o Ras Time. Já o Bacana enfrenta o líder Fiorella.

XV CHUTEIRA DE OURO: GRUPO B: 3ª RODADA

Roleta Russa Olímpico 6 x 4 Ras Time

ROLETINHA VENCE RAS E ESTÁ ENTRE OS LÍDERES


Com mais uma grande atuação de Ritolê, Roleta Russa Olímpico vence o Ras Time, demonstrando muita eficiência e raça

Por Eduardo Bernardi

O Roletinha venceu o Ras com propriedade, demonstrando muita qualidade e entrosamento. Ritolê, mais uma vez, fez uma grande partida, sendo o diferencial na vitória de sua equipe. O Ras até que esboçou reagir várias vezes, mas no momento de buscar o empate, a equipe acabava vacilando nos espaços deixados, que foram bem aproveitados pelos jogadores adversários. Com isso, o Roletinha alcançou 6 pontos no Grupo B e segue entre os líderes.

O Roletinha estava completamente recuado nos minutos iniciais, mas foi quem levou perigo pela primeira vez. Catatau recebeu na ponta direita, completamente livre, e acabou chutando torto, à direita do gol. O time melhorou a partir dos 5 minutos, saindo mais para o jogo. Aos 7 minutos ocorreu um lance polêmico. Paixão arrancou pela esquerda e chutou cruzado. O time comemorou o gol, mas o árbitro apontou que bola foi pela rede do lado de fora.

Ritolê começou a fazer a diferença. O atacante recebeu na cara do gol, livrou-se da marcação e quase fez. A bola passou raspando a trave esquerda. A partida seguia muito equilibrada. Enquanto o Ras mantinha a bola no meio de quadra, o Roletinha buscava mais o ataque. Aos 11 minutos, Ritolê recebeu de frente para o gol e tocou por cima do goleiro Cipó, marcando um golaço.

O gol fez com que o Ras partisse de vez ao ataque, deixando espaços gigantescos na defesa. Dois minutos após o gol, Ritolê recebeu novamente na cara do gol e só teve o trabalho de empurrar, mostrando que seu faro de artilheiro realmente é diferenciado. 2 x 0.

O Ras continuou buscando o ataque incessantemente. O Roletinha já passou a apostar em contra-ataques, mas que não levavam tanto perigo como antes, pois a marcação do Ras havia se acertado. Aos 19 minutos, Tchelo acertou bela cabeçada após bom cruzamento e descontou para o Ras. Dois minutos mais tarde, o mesmo Tchelo fez boa jogada na entrada da área, abrindo para a canhota e enchendo o pé. A bola ainda bateu na trave antes de empatar a partida.

O Roletinha voltou com tudo para a segunda etapa. Logo no primeiro minuto, Brian chegou na cara de Cipó e chutou forte. O arqueiro fez uma bela defesa. Logo em seguida, Paixão arrancou novamente pela esquerda e encheu o canudo no ângulo esquerdo. Agora a bola realmente havia entrado. 3 x 2. A partir dos 5 minutos, o Ras voltou a adiantar a marcação, novamente deixando muitos espaços. Catatau fez boa jogada pela direita e chutou no canto direito, obrigando Cipó a fazer mais uma bela defesa.

Aos 11 minutos, Ritolê recebeu bom passe do seu parceiro de ataque, Catatau, e tocou no cantinho, ampliando o placar para o Roleta. O Ras não teve outra opção a não ser se lançar por inteiro ao ataque. Rernanes recebeu na esquerda e fuzilou no canto esquerdo, colocando o Ras novamente no jogo. 4 x 3.

O Roletinha segurou bem a pressão do Ras, mas desperdiçava muitas chances de matar o jogo, até que, aos 20 minutos, Kuminha recebeu na entrada da área e tocou no canto direito, praticamente decretando a vitória do Roleta: 5 x 3. Aos 22 minutos, a força e a raça dos jogadores do Ras fizeram a diferença. Após cobrança de escanteio, Vika testou para o gol e manteve as esperanças do time vivas.

Cipó começou subir para o ataque, deixando o gol aberto. Brian, em contra-ataque mortal, tocou para o gol sem goleiro, no último lance do jogo, fechando a conta em 6 x 4. Pela 4ª rodada, o Roletinha tem pela frente o em crise Arouca. Já o Ras enfrenta o Primatas.

XV CHUTEIRA DE OURO: GRUPO B: 3ª RODADA

Mercenários 6 x 4 Acidus

MERCENÁRIOS BATE ACIDUS E SE MANTÉM ENTRE OS LÍDERES


Time contou com a péssima tarde do sistema defensivo verde-limão para vencer a segunda e seguir no pelotão de frente do grupo, com 6 pontos

Por João Paulo Bueno

Depois de ter massacrado o SPQSF, o Mercenários estava à procura da segunda vitória seguida. O time da vez seria o velho conhecido Acidus, time com o qual a rivalidade cresceu muito nos últimos tempos. Em um primeiro tempo muito agitado, de nove gols, o Mercenários conseguiu abrir vantagem no final do período graças a falhas sucessivas da defesa acidiana. Restou apenas segurar no segundo tempo e comemorar o segundo triunfo na nova divisão.

Logo no primeiro minuto de jogo, o Acidus teve boa oportunidade em falta cobrada por Louiz. O camisa 12 chutou no canto do goleiro, que estava muito bem posicionado e jogou a bola para escanteio. Depois da cobrança, a bola voltou a Louiz, que invadiu a área se se chocou com Marquinhos e caiu. O árbitro viu pênalti e apitou sem pestanejar. Na cobrança, Caballero chutou forte à esquerda de Allan, que ainda acertou o canto, mas não conseguiu defender.

Após o gol, a partida ficou muito pegada, com muitas faltas. O Mercenários foi em busca do gol de empate com Rodrigo, que arriscou de longe e fez Urso trabalhar. Continuando no ataque, Noal cabeceou e Juba tirou a bola em cima da linha. O Mercenários atacava muito bem, mas dava espaço para o contra-ataque. Em um desses puxado por Louiz, ele tocou para Caballero ampliar o placar quase em cima da linha, no segundo pau. O Acidus queria mais e, em roubo de bola de Fellipe, tocou para Caio Ferin que chutou para a defesa do goleiro.

Ao ser pressionado, o time de Dezinho queria diminuir o placar. Noal, que infernizava a vida da defesa, recebeu uma bela enfiada e limpou Urso que, de carrinho, cometeu o pênalti. O próprio Noal partiu para a bola e bateu no canto oposto do goleiro. 2 x 1.

Começava a reação mercenária. Mesmo com um a menos, após Marquinhos tomar um cartão amarelo por reclamação, Noal fez boa jogada pela esquerda e deixou Rodrigo livre, na cara do gol, para empatar. Um minuto depois de ceder o empate, o Acidus voltou a marcar. Marcelo sofreu falta no lado direito do ataque e cobrou rapidamente para Caballero no meio. Enquanto uns reclamavam, o 10 mandou alto e forte para vencer Allan e fazer 3 x 2 aos 15 minutos do primeiro tempo.

O jogo esquentou de vez e o maior problema era a falação do Mercenários. De tudo reclamavam, até que um xingamento veio do banco de reservas em direção ao árbitro. O mesmo parou o jogo e acabou por expulsar Heitor. Retomada a peleja, o Mercenários parou de falar e passou a jogar. Assim, não tardou para empatar e virar com sobra o jogo. Aos 18 minutos, Bruno Bollito recebeu no meio de campo e chutou muito forte para deixar em 3 x 3. Dois minutos depois foi a vez de Dezinho receber passe de Noal e virar.

O Acidus se perdeu em campo e o Mercenários aproveitou a deixa. Após um vacilo gigantesco do zagueiro e capitão Lói, que ficou olhando a bola no alto esperando ela cair para Urso sem se tocar que o esperto Noal estava em suas costas, o matador alvinegro teve tempo de agradecer e tocar na saída o goleiro. Era o 5 x 2.

A superioridade era tanta que não demorou muito para sair o sexto. Nem mesmo o tempo técnico solicitado por Barath impediu a goleada ainda no primeiro tempo. Noal sofreu falta perigosa na entrada da área. O camisa 12 chutou rasteiro, no canto do goleiro, que talvez esperasse um torpedo mais à meia altura. Hat-trick para ele e intervalo.

Na volta ao segundo tempo, o Mercenários ainda era melhor e chegou com perigo em chute na trave. Com vantagem, o alvinegro cadenciava a partida tocando a bola e esperando o adversário tomar a iniciativa. O Acidus tentou com todas suas forças empatar a partida, mas não conseguia chegar para a conclusão com qualidade. A falta de um banco fazia com que Caballero jogasse isolado, sem ninguém para tocar e trabalhar uma bola, facilitando demais à defesa.

O Acidus só conseguiu furar o bloqueio mercenário no fim do jogo, aos 23 minutos, quando, em boa jogada pela direita, Juba tocou para Caio Ferin fazer o quarto tento limão. Mas foi só, e em 6 x 4 acabou o segundo triunfo do Mercenários, a primeira derrota do Acidus em sua volta à Ouro.

No domingo, o Mercenários teve a chance de assumir a ponta isoladamente ao enfrentar o Fiorella em partida adiada da primeira rodada. Mas o time de Tulio não viu a cor da bola e acabou goleado por 7 x 1. Assim, segue com 6 pontos, empatado com mais quatro times (inclusive o próprio Fiorella) na liderança do Grupo B. Na próxima rodada irá enfrentar o Só Resenha. Já o Acidus perdeu seu primeiro jogo e caiu para a sexta colocação, com 4 pontos. Na 4ª rodada enfrenta o lanterna SPQSF.

XV CHUTEIRA DE OURO: GRUPO B: 3ª RODADA

Arouca 5 x 6 Só Resenha

SÓ RESENHA CONQUISTA VITÓRIA IMPORTANTE CONTRA O AROUCA E SOBE NA TABELA


Time de França lutou até o fim, mas não conseguiu arrancar o empate contra o Só Resenha, que foi muito oportuno nas chances que criou

Por Eduardo Bernardi

O Só Resenha venceu o Arouca em um jogão de muitos gols. De quebra, derrubou o tabu de sempre perder para o rival, mesmo jogando bem. O oportunismo dos jogadores resenhistas foi essencial para a equipe vencer o duelo, tudo porque o Arouca teve muito mais chances de gols, mas acabou parando na trave diversas vezes.

O Arouca começou mais recuado, segurando a pressão que o Resenha exercia nos minutos iniciais, mas não conseguiu por muito tempo. Aos 4 minutos, Rafael Nunes arriscou de longe e fuzilou a meta de Mauricio. Dois minutos mais tarde, uma finalização de longe de Fabrício surpreendeu Maurício, no canto esquerdo. Parecia que o Só Resenha aplicaria uma senhora goleada no Arouca. Dois gols em 5 minutos.

O time de Mota partiu para cima a partir dos 8 minutos. Se a equipe ficasse mais tempo recuada, acabaria tomando ainda mais gols. Marquinhos Bohn cobrou falta com efeito, quase do meio da quadra, no canto direito baixo, para diminuir. Logo em seguida, Thiaguinho quase marcou da entrada da área. A pelota passou à direita da meta. Aos 12 minutos, o Arouca acabou dando bobeira mais uma vez. Thiaguinho quis driblar dentro da área, mas Rafael Nunes foi mais rápido e tocou para o gol, ampliando a vantagem para 3 x 1. O Arouca descontou logo no minuto seguinte, com Renanzinho, que aproveitou uma cobrança de escanteio e tocou no canto direito.

A partida estava eletrizante. Rafael Nunes acabou perdendo uma chance inacreditável ao mandar para fora com o gol aberto. O Arouca atacava bem mais que o Resenha, mas não conseguia levar de fato perigo. Aos 19 minutos, o oportunismo de Joelson entrou em quadra. O camisa 19 teve de chutar duas vezes para marcar. A bola bateu na trave e voltou no pé do atacante, que dessa vez não desperdiçou.

A partir daí o Só Resenha começou a jogar apenas no contra-ataque, explorando os espaços deixados pelo Arouca. Aos 23 minutos, Renanzinho fez uma grande jogada pelo meio, chutou forte e ainda contou com um desvio em Veloz para marcar o terceiro do Arouca. No minuto seguinte, o Só Resenha respondeu. Mateus Santos aproveitou uma sobra da zaga e tocou no canto direito, deixando o Só Resenha novamente com dois gols de vantagem. 5 x 3.

O Arouca voltou para a segunda etapa partindo para cima. Mas quem novamente fez a diferença foi a estrela de Joelson, que, após jogadaça de Rafael Nunes, que chapelou a marcação, só teve de empurrar para o gol, marcando o sexto do Resenha. O Arouca continuou buscando o ataque, às vezes sem muita qualidade. A equipe parecia nervosa. Aos 8 minutos, Vitinho desviou contra a própria meta após uma cobrança de escanteio e marcou contra. O gol foi atribuído a Dhani.

Só dava Arouca. O Só Resenha se segurava da maneira que podia. Renanzinho quase marcou um golaço, chutando colocado de longe. A redonda quase entrou no ângulo direito. Nos minutos finais, o Resenha praticamente não passou do meio de quadra, deixando o Arouca trabalhar a bola antes dos arremates. Aos 22 minutos, Veloz mandou no travessão após cruzamento. Ainda deu tempo, no último minuto, de Dhani deixar o dele. O camisa 30 dividiu com a marcação e contou com a sorte para a bola entrar.

O quinto gol veio tarde demais, pois não houve tempo para o Arouca buscar o empate. A vitória deixa o Só Resenha na terceira posição do Grupo B, com 6 pontos. Tem pela frente o Mercenários. O Arouca, com apenas 1 ponto, ocupa a penúltima posição, e tenta a reação no campeonato diante do Roleta Russa Olímpico.

XV CHUTEIRA DE OURO: GRUPO B: 3ª RODADA

Fiorella 8 x 4 SPQSF

FIORELLA FINALMENTE ESTREIA NA OURO, E COM O PÉ DIREITO


Equipe não havia jogado na primeira rodada devido às fortes chuvas e não pôde comparecer na segunda rodada, mas voltou com tudo e goleou o lanterna SPQSF; Edson Claro e Gabriel Nenoci comandaram a festa

Por Gabriel Manzini

Fiorella e Se Perder Que Se Foda entraram para fechar a terceira rodada do Grupo B da Série Ouro. O Fiorella, querendo a liderança, foi pra cima do SPQSF e não tomou conhecimento do adversário para buscar o objetivo na rodada. Saiu de quadra com uma goleada e, de quebra, com a liderança do grupo (isso porque venceu seu jogo atrasado ante o Mercenários no domingo).

A partida começou com ritmo intenso, e a primeira finalização do Fiorella foi defendida por Guto, em arremate de Danilo. No rebote, Bocão deixou o zagueiro no chão e abriu o placar com um golaço. O time de Tavano permaneceu no ataque. Edson Claro escapou pela esquerda, mas mandou a bola por cima do gol. Jajá foi quem levou o SPQSF para o ataque pela primeira vez: seu chute passou com muito perigo. No lance seguinte, Lê encontrou Di Dicredo, que completou de primeira, marcando um golaço.

Depois do empate, Edson Claro começou a se destacar na partida, enquanto Jajá comandava os contragolpes do SPQSF. Edson Claro e Gabriel Nenoci mostraram muito entrosamento durante o jogo e infernizaram a defesa adversária. De calcanhar, Edson ajeitou para o camisa 11, Gabriel, que finalizou muito perto da meta de Guto. O erro na conclusão não ajudou o SPQSF novamente, e em cinco minutos o Fiorella marcou quatro gols. Gabriel Nenoci marcou o segundo gol em jogada pela direita. O SPQSF se perdeu e, em jogada sensacional de Edson Claro, o Fiorella ampliou a vantagem a 3 x 1.

O SPQSF se lançou ao ataque, e após chance perdida, levou o quarto no contra-ataque. Gabriel Nenoci marcou o seu segundo. Danilo, após enfiada de Gabriel Nenoci, quem marcou o 5 x 1.

Perdido, o SPQSF pediu tempo técnico para tentar arrumar a casa. E deu certo. Felipão entrou muito bem no jogo, criando diversas oportunidades. A pressão era grande, até que Rogério cometeu penalidade dentro da área. Na cobrança, Jajá, com muita categoria, deixou goleiro para um lado e a bola do outro. Na reta final, Douglão liderava a zaga e o SPQSF diminuiu ainda mais. Jajá fez a jogada pela esquerda e bateu cruzado. Lê, embaixo da meta, marcou o 5 x 3.

A segunda etapa começou com pressão do embalado SPQSF, mas a zaga alvirrubra, bem postada, e o seguro goleiro Franklin tranquilizaram os ânimos do rival. Rogério se recuperou do pênalti feito e liderou a defesa no início do segundo tempo. O banho de água fria veio mais uma vez com a dupla Edson Claro e Gabriel Nenoci, que deixou o terceiro dele no marcador. Na reposição de jogo, Di Dicredo perdeu uma oportunidade cara a cara com Franklin.

O Fiorella jogava com inteligência. Fabio Fonseca, jogando na linha, acertou o travessão e assustou o goleiro Guto. Mas, aos 12 minutos, não havia trave que salvasse. Edson Claro recebeu lançamento e, com liberdade, limpou Guto e fez 7 x 3.

Depois do sétimo tento sofrido, o SPQSF só se defendia, parecia não ter forças para reagir. Felipão voltou ao jogo e ajudou a equipe a melhorar. Em jogada individual, ele finalizou. Franklin espalmou a bola, que ainda tocou o travessão antes de sair. Aos 21 minutos, Jájá desceu pela esquerda e diminuiu para 7 x 4. Mas não deu nem tempo de sonhar. No minuto seguinte, Gabriel Nenoci deixou o quarto dele e o oitavo do Fiorella na partida. Mesmo lutando até o último minuto, os jogadores do SPQSF não conseguiram evitar a derrota por 8 x 4.

O Fiorella assumiu a liderança com a vitória e jogou o rival para a lanterna do Grupo B. O líder vai enfrentar, pela quarta rodada, o Bacana, na luta para defender a posição classificatória. Enquanto o SPQSF tenta se recuperar e sair da zona da degola contra o Acidus.
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