Seu novo uniforme é de PR1MA! Facilitamos a sua vida!

    Agilidade e comodidade para você focar apenas no que importa... o seu time! @pr1masports e (11) 99210-4656

    Veja mais

CHUTEIRA NEWS: XIV CHUTEIRA DE OURO: 5ª RODADA

XIV CHUTEIRA DE OURO: GRUPO B: 5ª RODADA

Arouca Jrs. 2 x 2 MachuPichu

COM BOA ATUAÇÃO DOS GOLEIROS, AROUCA JRS. E MACHUPICHU FICAM NO EMPATE


O ataque da equipe de vermelha versus a defesa do adversário fez com que o equilíbrio prevalecesse durante toda a partida

Por Heron Ledon

Quem diria que o lanterna do Grupo B daria trabalho ao vice-líder? O MachuPichu procurou ficar com a bola no ataque desde os primeiros lances e, por alguns momentos, pressionou o adversário. Já o Arouca Jrs. portava-se melhor quando defendia e buscava os lances de gol principalmente com Noal. Apesar das boas oportunidades de balançar as redes, a igualdade do futebol apresentado prevaleceu.

Logo no primeiro minuto, Seckler já quase abriu o placar. O meia mandou um chute pela esquerda, e a bola bateu nas duas traves e no goleiro para, então, a zaga dominá-la e tirá-la. Noal, por sua vez, não deixou barato e, ao puxar o contra-ataque, deu um forte arremate de longa distância, porém no meio do gol, para boa defesa do goleiro Pipo.

Essa já seria a prévia da partida. Tebas e o camisa 10 foram os responsáveis pelos principais ataques da equipe vermelha, mesmo com as jogadas de Ricci na frente, normalmente sem grandes perigos de gol. Do outro lado do campo, as oportunidades claras de rodar o marcador eram sempre de Noal, o qual tinha de se virar sozinho na frente devido à falta de movimentação dos companheiros.

A partida seguia no mesmo ritmo, com o MachuPichu mantendo a bola mais no ataque, e o oponente, que defendia-se bem, partindo em contra golpes. Assim, Nelsinho trouxe a bola da defesa e rolou na ponta esquerda para Washington. Não se sabe se o camisa 9 quis chutar para o gol ou cruzar para Noal, mas fato é que a bola ia entrar se não fosse a chegada de Victor para salvar a meta de Pipo.

Enquanto o time dos Andes pecava na conclusão das jogadas e arriscava-se em alguns bons chutes de longa distância – como no de Tebas da intermediária, obrigando Gui Rodrigues a fazer uma bela ponte –, a entrada de Tom na equipe adversária deu maior movimentação ao ataque. E foi assim que o Arouquinha quase abriu o marcador. Nelsinho cobrou escanteio para o camisa 22, que desviou de cabeça para Noal, porém o atacante, sozinho e desajeitado no lance, conseguiu mandar a bola no travessão. Desse modo, os gols só saíram mesmo na segunda etapa.

Mesmo o MachuPichu começando melhor e oferecendo perigo ao oponente – como no chute de Caio, em que Gui fez mais uma ponte –, foi o Arouquinha que fez o placar sair do zero. E adivinha quem fez o gol? Noal. Em outra cobrança de escanteio, Tom subiu de cabeça, e a bola foi desviada, sobrando para o artilheiro, livre de marcação, completar para o gol.

Quem estava de fora pensou que o time vermelho se entregaria, porém não foi o que aconteceu, e a equipe seguiu com os ataques até que, aos 10 minutos, chegou ao empate. Em cruzamento na área, a bola passou por todo mundo e foi cabeceada por Daniel Lima. Ela rebateu na trave e nas mãos de Gui antes de cruzar a linha do gol. Os atletas de amarelo reclamaram que a gorducha não havia entrado, mas sem sucesso.

O duelo seguiu da mesma forma como no primeiro tempo. Era ataque contra defesa. Tebas abria pelas pontas para fazer as jogadas em velocidade, e Seckler armava o time pelo meio. Já Nelsinho era o responsável pela criação do Arouca Jrs., porém agora Noal tinha a tarefa de fazer o gol. E essa dupla colocou sua equipe novamente à frente no placar. O camisa 11 puxou o contra-ataque relâmpago pela direita e cruzou na área para a chegada de Tom e seu arremate para o fundo das redes. Falha da recomposição de marcação do time de vermelho. Abalo então? Que nada!

Quase não houve tempo para comemorar, já que, no minuto seguinte, aos 20, Tebas deixou tudo igual. Victor trouxe pelo meio e tocou para o camisa 12 dentro da área, que bateu colocado no alto, sem chances de defesa para Gui. E mais gols só não saíram pela falta de qualidade nas conclusões dos lances e pela boa atuação de ambos os goleiros. No último lance, o time vermelho pediu pênalti em choque dentro da área, mas nada foi marcado – para inúmeras reclamações. Fim de jogo.

Com o empate, o MachuPichu segue na lanterna do Grupo B com apenas 2 pontos. Seu próximo adversário é o É Verdadeee, que não vai bem no campeonato e vem de emocionante partida, na qual perdeu para o SNG por 8 a 5. Já o Arouca Jrs. está na vice-liderança com 10 tentos ganhos. Ele tem pela frente o penúltimo colocado, o Bacana, que vem de grande derrota por 7 a 1 para o time do Mulekes.

XIV CHUTEIRA DE OURO: GRUPO B: 5ª RODADA

Bacana 1 x 7 Mulekes

LECO FAZ QUATRO GOLS, E MULEKES FUZILA O BACANA


Com dificuldades no toque de bola, time de vinho deixa espaços abertos ao adversário e só não sofre mais gols devido à grande atuação do goleiro Daniel

Por Heron Ledon

Como dizem no meio do futebol, apenas uma equipe entrou em campo. O Mulekes sequer tomou conhecimento do adversário e o pressionou a todo o momento, com Rogerinho e o artilheiro Leco. O Bacana em instante algum esboçou algum tipo de reação e tinha seu meio-campo totalmente vazio, ou seja, a ligação da defesa com o ataque era feita à base de lançamentos. E acreditem, mesmo sofrendo sete gols, pode-se dizer que o goleiro Daniel de Oliveira salvou seu time de não levar um chocolate ainda maior.

Uma volta no ponteiro e 1 a 0. Leco recebeu na ponta direita, limpou o lance e bateu baixo; a gorducha ainda tocou no segundo pau antes de entrar. E o Bacana não teve nem tempo para respirar e colocar algum ritmo de jogo, pois o camisa 11 foi mais uma vez imperdoável nos minutos seguintes. Victor faria um golaço ao ver Daniel adiantado e mandar a bola por cobertura, mas o goleiro se recuperou e a tocou. Então, lá estava o atacante, com seu faro de gol, para completar e anotar o seu segundo no embate.

Enfim, vieram as chances do Bacana – desperdiçadas. Em cobrança de escanteio, Carlos Alberto subiu bem e cabeceou perigosamente, mas a bola passou rente à trave, para fora. Em seguida, Juliano Dirani fez um belo arremate da intermediária, no entanto lá estava Ricardo Salles para defender com segurança e evitar o desconto no placar.

Ao ver seu time dominar a partida, Leco quis fazer gol bonito e, por pouco, não o fez. Após dominar o passe de Gian, o atacante deu um totó na saída do goleiro, mas a bola subiu demais. Mais preciso foi Giancarlo, que recebeu lançamento dentro da área e chutou de primeira no canto esquerdo de Daniel, fazendo, assim, o terceiro do Mulekes.

O Bacana, então, pediu tempo. Porém a conversa não foi o suficiente para fazer o time melhorar seu futebol. Faltava-lhe um meia-armador, que ligasse a defesa ao ataque e colocasse os companheiros em boas condições de concluir os lances. Desse modo, eles erravam muitos passes e, devido à velocidade de marcação, sempre deixavam um atleta do Mulekes livre – com isso, quase Leco ampliou ao chutar livre de dentro da área, em escanteio, mas mandar a bola no travessão.

Eis que no segundo tempo surge a estrela de Daniel. Não havia bola difícil para ele. Então, se viu obrigado a fazer uma linda defesa de mão trocada no chute de longe do zagueiro Rafa Valente, logo no minuto inicial. Também teve que espalmar mais uma, desta vez de Rogerinho após o meia tabelar com Gian.

Enquanto Carlos Alberto tentava descontar o marcador ao explodir a bola no travessão, em um arremate de longa distância – até sussurros de “golaço” foram ditos –, Leco dava uma aula de como ser eficiente. E o quarto gol saiu após o artilheiro completar mais um lance dentro da área.

No minuto seguinte, aos 8, o Bacana, enfim, chegou ao seu gol de honra. Leandro Rezende bateu cruzado, e Victor Laruccia tentou interceptar com uma rasteira, mas a gorducha bateu em seu braço dentro da área. Pênalti! Yanes foi para a cobrança e colocou firme a bola no canto oposto de Ricardo.

Se Daniel continuava fechando o ângulo, defendendo de todas as formas e, assim, evitando mais gols de Leco, o atacante resolveu servir seu companheiro. Ele rolou a bola para Rogerinho fuzilar as redes. O meia gostou da brincadeira de ampliar o marcador e fez mais um depois de tabelar novamente com Gian, desde o campo de defesa.

Eram chutes à queima-roupa, rasteiros, no alto, bolas alçadas na área. Nada parecia desmotivar o MVG da rodada, Daniel, nem mesmo os seis gols sofridos. Mas, são nesses momentos em que a estrela e o oportunismo do artilheiro falam mais alto. Leandro Caetano ficou de frente para o gol, porém preferiu deixar para Leco, livre, fazer seu quarto tento e fechar o placar do embate. Só restou tempo para Ricardo vibrar muito ao defender com o pé o chute de longa distância de Caio Saggio.

O Bacana, então, continua com 2 pontos na penúltima colocação. Na próxima rodada, ele encara o vice-líder, Arouca Jrs., o qual não apresentou um bom futebol no empate em 2 x 2 com o lanterna MachuPichu. O Mulekes, por sua vez, enfrenta o Se Não Guenta, que conseguiu boa vitória em uma partida emocionante sobre o É Verdadeee.

XIV CHUTEIRA DE OURO: GRUPO A: 5ª RODADA

Arouca 1 x 1 Real Paulista

AROUCA CEDE EMPATE AO REAL PAULISTA


Atual líder do Grupo A ficou na frente até os 17 minutos da segunda etapa, quando Panella desencantou e decretou a igualdade

Por Eduardo Bernardi

O Real Paulista vinha com missão inglória após tomar o chocolate do Primatas por 8 x 1 na rodada anterior. Precisando sair da incomoda situação de estar na zona de degola, encarava o líder campeão 100% Arouca. Se esperavam nova derrota e crise na equipe de Panella, o que se viu em campo foi finalmente o campeão do XI Chuteira de Ouro mostrar bom futebol e parar a máquina tricolor com um empate no segundo tempo.

A partida começou com forte pressão do Arouca na saída de bola do Real. A primeira finalização veio logo no primeiro minuto, com Markinhos, que chutou da entrada da área nas mãos do goleiro Alemão. A correria das duas equipes impressionava, pareciam estar disputando um final de campeonato.

O estreantes Philip, oriundo do Mulekes, articulava as jogadas do Real, deslocando-se por todos os lados da quadra. O camisa 80 visava lançar Vini Costa, jogador de muita velocidade. Assim, o Real mandava no jogo aos 5 minutos, não deixava o Arouca sequer criar alguma jogada de ataque. A calma e experiência na hora de definir uma jogada ajudou o Arouca, que, em seu bom primeiro ataque no jogo, aos 7 minutos, abriu o placar com Marcos Bohn, que tabelou com Dih e tocou no canto direito de Alemão.

Após o gol, o Arouca começou a dominar a posse de bola. O Real, aparentemente nervoso, começou a errar muitos passes; as jogadas não davam certo, muitos erros bobos de passe e finalização. O Arouca voltou ao ataque aos 10 minutos, com Marcos Bohn, que arriscou de longe. A bola desviou e passou muito perto da trave esquerda de Alemão.

Aos 12 minutos, o Real teve sua maior chance no jogo: Vini Costa recebeu livre na área e tentou, de calcanhar, surpreender Maurício, mas o chute saiu torto. O jogo ficou alguns minutos sem lances de perigo; aos 17 minutos, Renanzinho arriscou da entrada da área, e a bola passou muito perto do ângulo direito.

O clima esquentou aos 18 minutos, com os jogadores do Real reclamando muito da arbitragem, só para variar. O Arouca, que já estava melhor no jogo, quase marcou o segundo com Renanzinho, que obrigou Alemão a fazer uma linda defesa à meia altura no canto esquerdo.

A marcação do Arouca estava implacável. O Real não conseguia passar pela sólida defesa do Arouca, que apostava em contra-ataques, mas também esbarrava na excelente marcação real. A primeira etapa terminou assim.

O Real voltou para o segundo tempo pressionando mais ainda do que no primeiro, mas a marcação do Arouca continuava firme. O jogo começou a ficar mais truncado, com divididas fortes. A entrada de Tili no Arouca deu uma movimentação maior à equipe, que conseguiu se desvencilhar da forte pressão exercida pelo Real.

Os primeiros 10 minutos da segunda etapa foram totalmente mornos, sem grandes chances de gol. O técnico do Arouca pedia raça aos jogadores, que pareciam satisfeitos com o placar arriscado de 1 x 0. Aos 12 minutos, Dih perdeu a melhor chance do Arouca de ampliar o placar ao chutar pra fora totalmente livre dentro da área.

O Real pecava na hora da assistência, de colocar alguém na cara do gol. A equipe tocava bem a bola, mas não obtinha a calma necessária para definir a jogada. O jogo ficou novamente morno aos 14 minutos, com uma leve superioridade do Real. Aos 16, o Real trocou praticamente toda a equipe; todos os jogadores subiram para o ataque, exercendo uma pressão muito forte no Arouca, que continuava marcando bem.

Panella, aos 17 minutos, fez jus à pressão do Real. O camisa 27 chutou forte da entrada da área, no canto esquerdo de Maurício, para empatar o jogo. Panella comemorou o gol fazendo o famoso gesto de “sai zica”. O jogo ficou quente, ambas as equipes se lançavam ao ataque com praticamente todos os jogadores. Aos 20 minutos, Markinhos perdeu uma chance incrível de colocar o Arouca novamente à frente do placar ao chutar para fora cara a cara com o goleiro. Dois minutos depois, o Real quase conseguiu a virada com Philip, que mandou por cima do gol a sua melhor chance no jogo.

Os minutos finais foram lá e cá, as equipes iam para o tudo ou nada; o nervosismo tomava conta da partida. O Arouca ia com todos seus jogadores para a área nas cobranças de escanteio, e o Real investia em contra-ataques, até o apito final, decretando a justa igualdade no placar.

O Arouca segue líder, com 13 pontos, e tem pela frente o My Balls. O Real Paulista soma seu segundo ponto e vê luz no fim do túnel. Põe à prova a expectativa de melhoras diante do Só Resenha, pela 6ª rodada.

XIV CHUTEIRA DE OURO: GRUPO B: 5ª RODADA

É Verdadeee 5 x 8 SNG

FELIPE AUGUSTO PROTAGONIZA VITÓRIA DO SNG COM TRÊS GOLS


É Verdadeee corre atrás do prejuízo, mas, após vira-vira durante o segundo tempo, o camisa 18 liquida de vez o embate

Por Heron Ledon

Se a partida é boa, equilibrada e tem viradas em seu decorrer, com certeza agrada a quem a acompanha. Se há uma chuva de gols, tornando o duelo mais emocionante, melhor ainda! Esse foi o panorama dos 50 minutos de bola rolando entre É Verdadeee e SNG. Por fim, triunfou aquele que soube aproveitar melhor as oportunidades – sobretudo contando com o talento de Felipe Augusto.

Foi o SNG quem começou com tudo. E, aos 3 minutos de jogo, já abriu o placar. Danilo Dantas recebeu a bola na direita e a mandou rasteira para o gol, sem chances de defesa para Reyna. Logo depois, Renê desperdiçou o gol ao chutar de bico, livre e da entrada da área, para fora. E ainda Felipe por pouco não balançou as redes após um chute rasteiro afastado em cima da linha pela zaga.

Um sufoco, não?! Que por sinal só se amenizou quando o time azul conseguiu colocar a bola no chão. Assim, Rodrigo teve boa oportunidade, mas seu chute foi defendido por Bruno Dantas. No lance seguinte, Fúria conseguiu o empate ao dominar a bola e mandá-la firme no alto, estufando-a no fundo do gol.

Mesmo com a igualdade o É Verdadeee tinha dificuldades na criação das jogadas. Até que ele ia bem com Rodrigo e Fúria, mas o time caiu de produção com a substituição da dupla. Sobrou, então, para Kika a responsabilidade de chegar com perigo ao gol, porém, com poucas opções, ficava difícil.

Do outro lado, o SNG retomou o ritmo de jogo e voltou à frente do marcador com Biro. Ronei cobrou escanteio; a zaga pouco subiu na bola, e o capitão a testou firme para dentro do gol aos 14 minutos. Felipe quase ampliou ao pegar rebote e explodir a gorducha no travessão. Ele, porém, lances depois, fez jogada de linha de fundo para a chegada de Fabinho, que não perdoou e assinou o terceiro da equipe.

O time de azul defendia-se como podia e continuava suas investidas principalmente com Kika pelas pontas e arriscando de longe. E foi assim que ele quase diminuiu para sua equipe, só que Danilo salvou em cima da linha. Então, o SNG não cessou os ataques e dominou pelo restante dos primeiros 25 minutos.

Prepare-se agora para a chuva de gols e viradas que marcaram a etapa final. Quando tudo caminhava para uma partida um pouco mais morna, Rodrigo cruzou forte para dentro da área e Master completou para o gol. Mas não houve tempo para comemoração, já que Ronei marcou mais um para o SNG.

Pode-se dizer que o camisa 13 foi de herói a vilão. Instantes após o gol, ele levou o cartão amarelo. Bom para É Verdadeee, que aproveitou a vantagem numérica para empatar a partida. Kika mandou mais um forte chute de longe e desta vez foi feliz. Em seguida, Rodrigo fez boa troca de passes com os companheiros e recebeu dentro da área para deixar tudo igual.

Os minutos se passaram e, aos 13, Nilmar enfim colocou sua equipe na frente, para delírio de seus colegas. Bola na área, e o 11 a mandou firme no alto, sem oportunidade de defesa para Bruno. O SNG, preocupado então, pediu tempo. O técnico do É Verdadeee aproveitou o momento para dizer aos seus jogadores: “Não está nada ganho!”. Ele profetizou.

O time de preto e laranja acordou após sofrer a virada, e Felipe decidiu o jogo nos minutos finais. Primeiro, ele empatou o placar após receber a bola na linha de fundo e mandá-la para dentro do gol. Em seguida, ele fez uma pequena pausa para Biro recolocar a equipe à frente do marcador. O capitão deu um chute cruzado – que iria para fora –, porém Master desviou, sozinho, contra sua meta. Erro de comunicação da defesa.

No minuto seguinte, aos 21, Felipe voltou a balançar as redes ao dominar a pelota na entrada da área e tocar na saída de Reyna – era o sétimo do SNG. O adversário pediu tempo para armar uma reação, mas o camisa 18 estava imperdoável. Depois de confusão na área, a gorducha sobrou para o atacante completá-la livre para o gol e fechar a conta.

Com a derrota, o É Verdadeee fica a dois pontos da zona da degola e, se perder para o lanterna MachuPichu – que empatou com o Arouca Jrs. em 2 a 2 – na próxima rodada, entrará no Z-2. O Se Não Guenta, por sua vez, chega a 10 pontos e fica na terceira colocação do Grupo B. Seu adversário é o time do Mulekes, que, apesar de ter apenas 6 tentos na tabela, goleou o Bacana pelo placar de 7 x 1.

XIV CHUTEIRA DE OURO: GRUPO A: 5ª RODADA

Primatas 5 x 3 Elefantes Indomáveis

PRIMATAS VENCE ELEFANTES EM JOGO ANIMAL


O duelo dos bichos consolida o bom momento do Primatas, que, com 10 pontos, está praticamente livre do rebaixamento, situação oposta à do Elefantes, agora lanterna do grupo

Por Eduardo Bernardi

Um time em ascensão e outro em queda livre. Eis como podemos chamar esse confronto animal entre os símios do Primatas e os indomáveis do Elefantes. Ao seu estilo e contando com o oportunismo de Tieppo, o Primatas marcou atrás e explorou o contra-ataque para derrotar os indomáveis, que ainda reagiram no fim mas sucumbiram diante de gol de Marcelo Gama, revelação primata na Ouro.

O jogo começou totalmente equilibrado. As duas equipes pareciam esperar uma atitude do adversário para começar a atacar. O Primatas resolveu criar sua primeira boa jogada na partida aos 2 minutos, com Tieppo, que roubou a bola da marcação e encheu o pé, de bico, no canto direito, para abrir o placar e desencantar de vez.

O Elefantes respondeu na jogada seguinte. Lucas chutou com perigo de fora da área, e a bola passou muito perto da trave esquerda de Rodrigo. A equipe parecia nervosa na criação das jogadas, errava muitos passes e se afobava nas saídas de bola. Aos 6 minutos, Tom acertou um voleio após cobrança de escanteio e ampliou o marcador para o Primatas, complicando mais ainda a situação do Elefantes.

O Primatas recuou, chamando o adversário para o campo de defesa; o Elefantes, mesmo com quase toda equipe no ataque, não conseguia passar pela boa defesa do Primatas, que apostava em contra-ataques rápidos pela direita, puxados por Marcelo Gama. Aos 10 minutos, o Elefantes conseguiu melhorar a eficiência de suas jogadas e começou a obrigar os jogadores do Primatas a pararem os lances com faltas. A grande chance da equipe veio aos 12 minutos, com Daniel, que chutou no canto direito de Rodrigo, que fez excelente defesa.

A melhora do Elefantes era evidente, a equipe atacava muito mais do que o Primatas. Assim, o time chegou novamente. Bruno limpou a marcação e tocou para Fábio apenas empurrar para o gol e diminuir o marcador. A moral da equipe subiu, mas o Primatas melhorou muito após o tento reverso. Aos 14 minutos, Marcelo Gama perdeu uma chance incrível ao furar cruzamento da direita, já sem goleiro. O time voltou a falhar com Rafinha, que tentou de calcanhar e errou a meta.

Os minutos finais da etapa inicial foram de total domínio do Elefantes, que avançava com boas jogadas de Daniel. Porém, no último minuto, a grande chance foi do Primatas, que, em boa cobrança de falta de Ricardo, obrigou Chacha a fazer grande defesa.

A segunda etapa começou com o Primatas mais frequente no campo de ataque. Rafinha, logo no primeiro lance, perdeu chance cara a cara com o goleiro, mandando para fora. A partida só ficou equilibrada novamente aos 3 minutos, quando Lucas começou a pedir a bola e comandar o meio de quadra do Elefantes. Mesmo assim, as chances de gol eram raras. O jogo estava muito morno.

O Elefantes se afobava demais na hora de criar as jogadas. Mesmo com espaços, a equipe errava lances bobos, passes de 2 metros. O Primatas voltou a assustar com Tieppo, que cabeceou muito perto da trave esquerda do goleiro. No minuto seguinte, Marcelo Gama fez linda jogada, chutou na trave e, no rebote, Tieppo só teve o trabalho de empurrar para marcar o terceiro do Primatas.

O gol despertou o Elefantes, que começou a atacar freneticamente. Entretanto, a marcação símia era muito firme e conseguia parar as jogadas com tranquilidade. Pelo Primatas, Gus foi substituído e não gostou muito. Saindo de quadra, Guz derrubou a garrafa de água da mão do treinador, seu irmão Gui. Conflito de irmão para a semana...

Em campo, o Primatas voltou a ser absoluto no jogo a partir dos 15 minutos. Tom quase marcou o quarto ao mandar a bola na trave esquerda de Chacha. O arqueiro estiloso nem se mexeu. Dois minutos depois, M. Junior abriu para a direita e chutou alto no canto esquerdo, marcando o quarto do Primatas.

Com 4 x 1, a equipe parecia estar satisfeita com o resultado. Do outro lado, o Elefantes começou a acertar as jogadas e os gols saíram. Aos 20 minutos, Richard pegou de primeira cobrança de escanteio e surpreendeu o goleiro para marcar o segundo do Elefantes. O terceiro veio logo após, em mais uma cobrança de escanteio, escorada por Bruno. A reação impressionante do Elefantes nos minutos finais colocou mais fogo ainda no jogo, mas, no último minuto, em contra-ataque pela direita, Ricardo cruzou para Marcelo Gama fazer o quinto e matar definitivamente a reação laranja.

O Elefantes, lanterna, tem pela frente o Di Primeira, e o Primatas enfrenta o CAV no duelo pela vice-liderança isolada, já que ambos somam 10 pontos.

XIV CHUTEIRA DE OURO: GRUPO B: 5ª RODADA

Jeremias 3 x 1 Rabeloska

MURILO TRALDI COMANDA TRIUNFO DO JEREMIAS SOBRE RABELOSKA


Apesar da boa movimentação de ambas as equipes, as conclusões das jogadas deixaram desejar. Ganhou aquele que foi mais eficiente

Por Heron Ledon

Oportunidades de gol não faltaram, mas sim boas conclusões das jogadas. Os dois times criaram ótimas chances de chegar às redes, porém os desperdícios e os lances truncados no meio-campo deixaram a partida sem o brilho esperado do futebol. Vasko era o que chegava com mais perigo à meta do Jeremias, no entanto foi Murilo Traldi e cia. que foram mais felizes.

O time de verde foi superior no início da primeira etapa ao manter mais a posse de bola e chegar com perigo com Murilo e Vini. Em lateral para dentro da área, o camisa 30 tocou a gorducha em direção ao gol, mas, no reflexo, o goleiro Tassio defendeu com a perna. Em seguida, Traldi chutou de longe pela direita, porém a pelota bateu na trave e foi pra fora.

Só aos 10 minutos o Rabeloska, que vinha muito desfalcado e sem Dick, suspenso, teve boas chances de abrir o placar. Primeiro, com o arremate de Cassinho pela direita, terminando na boa defesa de Hugo. Depois, um gol incrível perdido por Vasko após pegar o rebote da zaga em chute de Guiñazu. O camisa 11 ficou livre para fazer, porém bateu muito mal para fora, lamentando-se.

Bem que o Jeremias tentou mais uma com Murilo, que não marcou o gol por pouco. Ele mandou a bola à meia altura pela ponta esquerda, mas Tassio a defendeu, e ela ainda tocou no poste antes de sair. Porém, conforme o tempo passava, a equipe já não atacava como antes, e o Rabeloska aproveitava para subir com a bola. No entanto, faltava a troca de passes e a calma nas conclusões para ambas as equipes.

A volta para o segundo tempo não foi diferente de como o primeiro começou, só que, desta vez, o Jeremias conseguiu ser feliz. Aos 4 minutos, Camillinho recebeu a bola pela esquerda e bateu sem chances de defesa para Tassio. O goleiro ainda teve de espalmar para escanteio o arremate de Felipe no canto direito.

A partir daí, o time vermelho adiantou a marcação e pressionou seu oponente, porém, pecava nas finalizações. Em dividida de bola com DVD, dentro da área, Vasko acertou o travessão. O atacante ainda deu uma de cabeça; a pelota tinha endereço certo, mas Hugo foi buscar bonito no alto. Cassinho também perdeu ótima oportunidade. A gorducha espirrou na área e sobrou para o camisa 18, que, sem a tranquilidade do matador, mandou uma bomba para fora.

Os dois times só foram eficientes por volta dos 18 minutos. Roger Ramos, em cobrança de falta, bateu firme no canto direito de Tassio, que foi na bola, mas a aceitou entrar para o fundo do gol. Já para Barata seria mais fácil, porém quase que ele se complica. Falta de Thiago Bim em Cassinho dentro da área. Pênalti, né. O camisa 8 foi para a cobrança do pênalti e chutou mal. Hugo fez a defesa com a perna. Entretanto, no rebote, Barata, enfim, fez o gol.

O Rabeloska queria o empate de qualquer maneira, mas perdeu outra nítida oportunidade de gol. Vasko invadiu a área pelo lado esquerdo e bateu, porém o goleiro defendeu ao espalmar a bola para trás. Com a sobra, então, Cassinho, quase embaixo do gol, conseguiu chegar por baixo e mandar a gorducha no travessão.

O adversário, por sua vez, subia algumas vezes com perigo, mas dificilmente a bola chegava perto da meta de Tassio. No entanto, em um contra-ataque fulminante, Murilo decidiu sozinho. Em velocidade, ele carregou a gorducha pelo corredor esquerdo desde a defesa, passou pelos marcadores e deu um forte chute cruzado, sem chances de defesa para o arqueiro. Assim, o camisa 16 pôs um ponto final na partida.

Com a vitória, o Jeremias conquista seu sétimo ponto e ocupa a 5ª colocação na tabela. Seu próximo oponente é o Joga 13, o qual possui dois tentos a mais que o time de verde. Já o Rabeloska estaciona na 7ª posição com 5 pontos. Sua tarefa agora é enfrentar o Fiorella, líder invicto do Grupo B. Joga 13 e Fiorella ficaram no empate em 3 a 3 na última rodada.

XIV CHUTEIRA DE OURO: GRUPO A: 5ª RODADA

CAV 5 x 1 SPQSF

CAV DÁ SHOW E GOLEIA SPQSF


Caveiras não perdoam seu maior freguês e não dão chances ao adversário

Por Eduardo Bernardi

O CAV começou a partida pressionando o SPQSF, que tinha muita dificuldade de trocar passes e sair da defesa. O domínio tricolor permaneceu por muitos minutos, mas a boa primeira chance de gol veio só aos 4 minutos, com Diogo Moraes, que chutou da entrada da área, nas mãos de Serafa.

A superioridade caveira era impressionante. O time conseguia interromper as jogadas do SPQSF com muita facilidade. Aos 7 minutos, Cidrão recebeu na esquerda, girou e bateu fraco no canto esquerdo. O goleiro nem se mexeu e viu a bola entrar devagarzinho e mudar o placar para 1 x 0.

O gol só fez a pressão do CAV crescer mais ainda. O nervosismo do adversário era evidente, tanto que cometia erros bobos de passe e finalização. Nessa toada o CAV continuou a mandar no jogo e a perder gols. Aos 8 minutos, Caio Fleischmann mostrou por que o jejum de gols só aumenta. Ele perdeu uma chance incrível, cara a cara com o goleiro, ao chutar totalmente torto por cima da meta. Em contra-ataque, o mesmo camisa 10 desperdiçou mais uma boa oportunidade.

O SPQSF melhorou, mas por pouco tempo. Aos 14 minutos, o CAV voltou a pressionar. Cidrão obrigou Serafa a fazer uma grande defesa. No lance seguinte, Diogo Moraes cortou a marcação e chutou alto, no canto esquerdo, para marcar o segundo. O terceiro veio no minuto seguinte, com André Plec, que recebeu na área e chutou fraquinho no canto esquerdo. Fraco ou não, foi gol e o placar indicava já 3 x 0.

Diogo Moraes e Davi comandavam as jogadas do CAV. A criação ficava por conta de Davi, que tem uma visão de jogo espetacular, enquanto Diogo Moraes se deslocava pelas pontas e tabelava bem com os jogadores de ataque. Do outro lado, Jaja e cia. não conseguiam sair da defesa. Os minutos finais do primeiro tempo foram de uma leve melhora do SPQSF, mas a inteligência com que o CAV administrava o resultado fazia a diferença, tanto que, no último minuto da primeira etapa, André Plec recebeu linda assistência de Raphão, driblou o goleiro e fez um golaço. 4 x 0 e intervalo.

O segundo tempo começou com o CAV novamente no ataque, sem deixar o SPQSF sequer pegar na bola. Logo aos 4 minutos, Davi fez jogada espetacular, driblou dois marcadores e tocou para Cidrão apenas empurrar. 5 x 0 e só dava CAV.

O quinto gol esfriou totalmente a partida. Com o clima de já ganhou, o CAV praticamente andava em quadra, deixando o SPQSF ficar quase que inteiro no ataque. A grande chance do SPQSF veio aos 7 minutos, com Lê, que ficou na cara do gol e mandou para fora. No minuto seguinte, Darx chutou da entrada da área, no canto direito, e finalmente marcou o primeiro do SPQSF.

O gol pouco afetou o CAV, que resolveu voltar ao ataque. André Plec perdeu uma chance inacreditável de marcar o sexto, chutando em cima de Serafa, aos 12 minutos. O SPQSF tocava a bola, mas esbarrava na marcação firme tricolor. Caio Fleischmann apareceu de novo na cara de Serafa, mas perdeu de novo ao tentar encobrir o goleiro, facilitando sua intervenção.

Foi só a partir dos 17 minutos que o SPQSF criou suas melhores oportunidades de diminuir. Os jogadores de ataque recebiam bons passes, com muito espaço para poder finalizar, mas as finalizações tortas facilitavam as defesas de Diego Gallego, que estava muito seguro na partida, mostrando que as falhas na partida anterior foram mero acidente de trabalho.

No último lance do jogo, Cidrão ainda perdeu uma chance incrível ao chutar em cima do goleiro da entrada da área, totalmente livre. E ficou assim, 5 x 1, com excelente atuação do CAV e de Davi Ferreira, mais uma vez o maestro em campo. O SPQSF, irreconhecível, tomou outro baile do adversário e em nenhum momento ameaçou a superioridade caveira.

Na 6ª rodada, o CAV duela com o Primatas pela 2ª colocação do grupo, enquanto o SPQSF, na 4ª posição, tem o meteórico Fúria pela frente, que vem de duas vitórias consecutivas.

XIV CHUTEIRA DE OURO: GRUPO A: 5ª RODADA

Só Resenha 2 x 1 My Balls

SÓ RESENHA VIRA PARA CIMA DO MY BALLS


Equipe sofre boa parte do jogo, mas cresce no final e vira com um golaço de Valdir

Por Eduardo Bernardi

A má fase do Só Resenha teve fim com uma vitória marcada pela superação de seus jogadores em campo. De virada nos minutos finais, o time conseguiu superar o forte My Balls, que enfim acertou com um goleiro de ofício e promete brigar pela classificação na metade final da fase de classificação.

O primeiro lance da partida foi um susto para o Só Resenha, e o fogo amigo esteve presente: Cris quase fez contra de cabeça. O My Balls começou melhor e tomava conta do jogo, com maior posse de bola e imprimindo o ritmo que queria ao adversário. A partida só ficou mais equilibrada quando o Só Resenha resolveu adiantar a marcação. Aí as chances vieram: Éder arriscou de longe, mas Leandro, estreando pelo My Balls, fez ótima defesa no canto esquerdo.

Os minutos seguintes foram totalmente parados, sem nenhuma boa jogada e finalização precisa. O jogo só foi esquentar novamente aos 9 minutos, quando Sujinho recebeu passe na área e chutou. Papa Burguer fez uma defesa espetacular. O My Balls continuou a pressionar, e, aos 11 minutos, Fernando Souto recebeu bela assistência de Batata e só teve o trabalho de empurrar para o gol. Estava aberto o placar.

Vencendo, o My Balls recuou bastante. Consequentemente, o Resenha se lançou ao ataque. Darian chutou forte, da entrada da área, e Leandro fez uma linda defesa no alto, quase tocando o travessão. O My Balls revidou aos 16 minutos, com Batata, que recebeu na área totalmente livre e mandou para fora. Logo em seguida, Darian e Paulinho se desentenderam após falta dura do jogador do My Balls e ambos saíram amarelados.

Aos 17 minutos, o My Balls começou já a administrar o resultado, apenas rodando a bola de uma lateral a outra. Assim, os minutos finais do primeiro tempo foram sem emoções: apesar do Resenha atacar, o My Balls era mais eficiente se defendendo.

A segunda etapa começou com o My Balls atacando mais. Logo no primeiro lance, Pipi tentou surpreender Papa Burguer chutando de primeira, mas a bola foi por cima. A postura do Só Resenha mudou completamente, a equipe chamava o My Balls para seu campo e apostava no contra-ataque. Nessa toada, a primeira boa jogada do Só Resenha no segundo tempo veio com Valdir, que cortou a marcação e chutou no cantinho. Leandro segurou.

O clima esquentou completamente após falta dura de Cris, que levou cartão azul e despertou as reclamações em torno da arbitragem, só para variar. O jogo mudou de figura: os jogadores começaram a fazer mais faltas e dividir os lances com força desproporcional. O My Balls só foi favorecido pelo clima da partida, já que a equipe apenas administrava o resultado.

O Só Resenha, vendo um muro em sua frente, começou arriscar de longa distância, mas praticamente todos os chutes saíam sem direção e passavam sem assustar Leandro. Aos 11 minutos, uma pressão parecia surgir por parte do Só Resenha, que foi empurrando o My Balls cada vez mais para a defesa.

Os dois times erravam muitos passes que chegava a parecer displicência. A pressão resenheira arrefeceu e o jogo voltou ser lá e cá. Ambos atacavam, ambos defendiam. Fernando Souto desperdiçou chance incrível de ampliar o marcador ao chutar na trave da entrada da área. A partida ficou novamente violenta e faltosa aos 17 minutos, com o Resenha reclamando demais dos árbitros. Porém, aos 21 minutos, o zagueiro Sanny, pelo lado esquerdo, cortou o marcador e chutou de bico no canto direito de Leandro, que não conseguiu interceptar. Era o empate.

O gol deu outra cara ao jogo, que ficou muito mais corrido e emocionante. O My Balls respondeu no minuto seguinte, com Fernando de novo desperdiçando chance incrível de marcar. Papa Burguer fez linda defesa. Aos 23 minutos, o My Balls resolveu subir inteira ao ataque em cobrança de escanteio. A bola foi cortada e caiu nos pés de Valdir Jr., do Resenha, que deu uma arrancada espetacular por praticamente todo o campo até o gol de Leandro, tocando na saída do mesmo no canto direto e virando o jogo aos 24 minutos.

Com pouco tempo, o My Balls ensaiou uma pressão, mas nada que impedisse a derrota e a permanência dos 4 pontos na tabela, que deixa o time de Raphael na 8ª posição. O Só Resenha chega a 9 pontos e vem na 4ª colocação. O time dos irmãos Cerra enfrenta o Real Paulista pela 6ª rodada, enquanto o MB tem pela frente nada menos que o líder do grupo, o Arouca.

XIV CHUTEIRA DE OURO: GRUPO B: 5ª RODADA

Fiorella 3 x 3 Joga 13

JOGA 13 ARRANCA EMPATE COM FIORELLA


Com segundo tempo espetacular, equipes protagonizaram uma das melhores partidas do dia

Por Eduardo Bernardi

O líder do Grupo B entrou em campo disposto a aniquilar o Joga 13. De fato, foram 25 minutos em que só um time jogou, mas, por ironia, não conseguiu marcar. Entretanto, a etapa final foi mais equilibrada e recheada de emoções e reviravoltas, até que o artilheiro Lele marcasse duas vezes e estabelecesse a igualdade no marcador, que tira os 100% do Fiorella na competição.

A partida começou com o Fiorella atacando freneticamente em jogadas laterais e troca de passes espetaculares, envolvendo a marcação do Joga 13, que não deixava barato e barrava as jogadas antes de a bola chegar em Muralha. Assim, os primeiros minutos foram de domínio do Fiorella. O 13 estava totalmente acuado, tentando acertar um contra-ataque com Doce e Zóio. Aos 8 minutos, Maurício perdeu a primeira boa chance de colocar o Fiorella na frente do placar, ao errar uma cabeçada livre. O Joga 13 tentava de todas as maneiras frear a pressão do Fiorella, e conseguiu aos 9 minutos, equilibrando mais o meio de quadra, mas sem conseguir criar uma chance real de gol.

O Fiorella pecava no momento de concretizar uma assistência. A equipe conseguia construir as jogadas perfeitamente, mas falhava na hora de servir alguém em boas condições de finalizar. Aos 12 minutos, Maurício novamente chegou com perigo, mandando a bola no travessão; em seguida, Tigu recebeu livre na área e chutou forte, mas Muralha fez uma defesa incrível no canto direito.

Só dava Fiorella, que transformou as boas trocas de passe em chances de gol. Maurício perdeu mais um, cara a cara com Muralha, chutando de bico nas mãos do arqueiro. O Joga 13 começava a se irritar com a arbitragem, alegando que estavam sendo desfavorecidos na marcação das faltas. O Fiorella quase marcou novamente aos 19 minutos, com Rogério, que chutou no canto direito e viu Muralha fazer mais uma defesa impressionante.

Os minutos finais da primeira etapa foram, como todo o resto do tempo, somente de pressão do Fiorella. O Joga 13 estava totalmente omisso em quadra, mas conseguia neutralizar com eficiência os ataques do Fiorella. O início do segundo tempo foi surpreendente, com o 13 despertando e se lançando totalmente ao ataque. Logo no primeiro lance, Fino pegou rebote de Fá e abriu o placar de cabeça. Aos 4 minutos, a confusão tomou conta da quadra, após o árbitro marcar um pênalti a favor do Fiorella. Após cruzamento da direita, Rogério, de carrinho, interceptou o cruzamento com a mão apoiada no chão. Ele levou cartão azul e Luís bateu bem o pê nalti no alto, empatando a partida.

O empate do Fiorella fez o 13 recuar novamente, mas os contra-ataques começaram a surtir mais efeito. Afinal, de tanto pressionar no primeiro tempo o cansaço já batia no Fiorella. Os minutos seguintes foram mornos, até Tigu tentar a sorte arriscando de longe. A bola desviou na marcação do Joga 13 e entrou. Era a virada. No minuto seguinte, Rogério chutou da entrada da área e, no rebote, Maurício, com muito oportunismo, marcou o terceiro do Fiorella.

Com o placar confortável de 3 x 1, o Fiorella chamou o 13 pra cima. Aos 15 minutos, Lelê recebeu perto da área, girou e bateu de bico no canto esquerdo. Fá aceitou. 3 x 2. Foi o suficiente para o Joga 13 mudar totalmente sua postura no jogo, atacando com quase toda a equipe, apenas Muralha ficava na defesa.

A pressão trezera estava dando certo, já que o Fiorella não conseguia sair da defesa. Aos 19 minutos, falta para o Joga 13 pela direita, perto da área. A cobrança rasteira encontrou Lele no caminho, que desviou como um verdadeiro centroavante e empatou o jogo.

Nos minutos finais, apesar de ambas atacarem, o placar não foi modificado, ficando em 3 x 3. O Fiorella perde a campanha 100%, mas segue líder do Grupo B, com 13 pontos. Tenta manter a folga diante do combalido Rabeloska. O Joga 13 enfrenta o Jeremias em busca da reabilitação.

XIV CHUTEIRA DE OURO: GRUPO A: 5ª RODADA

Di Primeira 3 x 5 Fúria

FÚRIA VENCE SUA SEGUNDA CONSECUTIVA


Di Primeira bem que tentou e, apesar de reclamar de expulsão, se beneficiou com erro de arbitragem, mas não segurou trio ofensivo do adversário

Por Heron Ledon

Com certeza quem assistiu à partida não se decepcionou com o que viu. De um lado, a garra do Di Primeira e o talento individual de André, do outro, a alegria e leveza do Fúria, com o trio Thiago e Adriano Motta e Bruno Cicotelli. Porém, como infelizmente já é de costume, houve inúmeras reclamações contra os árbitros. Os atletas do Primeira revoltaram-se pela expulsão de Gui Cantuária, mas não levaram em conta que repuseram outro jogador após dois minutos. O resultado final foi a afirmação do Fúria em querer sair da péssima situação em que ficou nas primeiras rodadas.

Bastaram dois minutos para o placar rodar. Logo com 26 segundos de jogo, o goleiro Cuca desviou levemente um arremate, e a bola caiu nos pés de Adriano, que completou livre para o gol. Em seguida, o oponente não deixou barato e empatou. Em cobrança de lateral de Jocélio para a área, Guel não subiu, e a gorducha sobrou para Ethiene dominá-la e chutá-la. Sucão ainda a tocou antes de ela estufar as redes.

O embate seguia equilibrado, e o Primeira conseguiu a virada. Marcão trouxe a bola pelo meio e rolou para André, que bateu bonito, com curva, no lado direito do goleiro. O Fúria respondeu com um chute de longe de Fábio Caruso, mas Cuca foi buscar no alto e evitou o gol.

Mesmo com o controle maior da bola pelo Di Primeira – que ainda meteu uma bola na trave com Marcão –, foi o oponente quem chegou às redes. Bruno tabelou com Thiago Motta e recebeu livre na área para mandar para o gol sem chances de defesa para Cuca aos 16 minutos.

O jogo seguiu corrido e equilibrado, no melhor estilo “lá e cá”, até o final do primeiro tempo. A velocidade predominava nos avanços de ambos os times, mas foi a cobrança de falta de Sucão que surpreendeu a quem assistia ao duelo. Da intermediária, o goleiro fez uma bela cobrança de falta com curva, porém, por capricho, a bola passou rente ao travessão.

Mas como nem tudo é belo, a polêmica e o clima tenso vieram logo aos três minutos da segunda etapa. Gui Cantuária deu uma forte rasteira no jogador do Fúria, o qual só não se machucou feio porque pulou no lance. O árbitro não pensou duas vezes e sacou o cartão azul, para a surpresa de todos. “Azul???”, diziam os atletas inconformados. Porém, a atitude do árbitro se justifica com o intuito de evitar possíveis revides e faltas maldosas dos atletas.

No entanto, em meio ao tumulto que se formou ao redor dos homens do apito, a ira de Gui foi tão grande que o jogador não mediu palavras e queria ir para cima dele de qualquer maneira. Obviamente, foi expulso. Já se imagina, então, a revolta com que o time do Di Primeira ficou. Mas não para por aí. Após dois minutos de bola rolando, o pessoal do time vermelho pediu a recomposição de um atleta, a qual foi autorizada pelos juízes. A mesária, então, pediu a paralisação da partida para explicar às autoridades do jogo que era proibido a entrada de outro jogador, já que o vermelho saiu antes da bola voltar a rolar. O árbitro não voltou atrás em sua permissão dada – sorte dele que os atletas do Fúria não se deram conta do erro.

Com os ânimos nada acalmados, mais dois gols foram feitos. Thiago Motta estava bem posicionado na área e desviou para o fundo das redes após receber um cruzamento. Porém, o Di Primeira deixou tudo igual aos 12 minutos, com gol de pênalti de Jocélio.

E nada como uma pintura para abrilhantar uma boa partida. Na volta seguinte do ponteiro, a bola foi alçada na área em cobrança de lateral, e Adriano Motta chegou pulando e fez um golaço de letra no ar. Muita comemoração do time do Fúria e lamento por parte do marcador, que falhou na interceptação do lance.

A falta de calma passou a dominar o Di Primeira. E só piorou com o quinto gol do adversário. Bruno recebeu a bola próximo à área e fuzilou para as redes, sem chances para Cuca. Antes disso, Thiago ainda tinha metido a gorducha no poste em um chute cruzado, após recebê-la devido ao perigo mal afastado por Jonathan.

O time vermelho se jogou de vez ao ataque, mas pecava no último passe. No entanto, quando não o fazia, parava na defesa oponente. Já o Fúria vibrava em todas as jogadas como se fosse um gol. Assim sendo, o jogo continuou rápido e com boas chances às equipes, porém não teve jeito: 5 x 3 placar final.

O Di Primeira estaciona com seis pontos e ocupa a última colocação do G-6. Seu próximo oponente será o lanterna Elefantes Indomáveis. Já o Fúria sai da zona da degola e chega também aos seis pontos. Ele tem pela frente o SPQSF, que foi derrotado para o CAV pelo placar de 5 x 1.
Comentários (0)