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CHUTEIRA NEWS: XIV CHUTEIRA DE OURO: 2ª RODADA

XIV CHUTEIRA DE OURO: GRUPO B: 2ª RODADA

Mulekes 2 x 4 Joga 13

MURALHA FECHA GOL E 13 VENCE MAIS UMA


Goleiro e artilheiro Lele mostram que o time está afinado. Segunda vitória e liderança do grupo, ao mesmo tempo que Mulekes tem segunda derrota

Por Gustavo Scaldaferri

Os times entraram em campo com um histórico de conquistas. O Mulekes, que sempre faz uma ótima primeira fase, diante do tradicional Joga 13, atual campeão da Prata e com grande experiência na Ouro (acabou, por quatro vezes, em terceiro lugar). O alvinegro vinha de derrota para o Rabeloska na estreia e jogava pela recuperação na tabela. O time de amarelo e preto chegava embalado por uma vitória em cima do tricampeão SNG.

A equipe alvinegra começou pressionando. Com menos de um minuto, Vitor Laruccia chegou com perigo. Da esquerda, trouxe a bola para o meio e chutou forte para a primeira grande defesa de Muralha. Depois foi a vez do Joga 13. Giba ganhou disputa no meio, levou à frente e chutou para fora, à direita do goleiro.

Giancarlo, oriundo do Absolutos, mostrava muita habilidade com a camisa muleke. Fazia boas jogadas e levava perigo à zaga adversária. Aos 2 minutos, passou pelo zagueiro na esquerda e tentou um chute cruzado, mas saiu fraco e Muralha defendeu com segurança. O Mulekes tomava a iniciativa e numa bela troca de passes quase abriu o placar. Gian, na direita, tocou para Rogerinho no meio, que rolou na esquerda para Giancarlo chutar na diagonal com perigo, mas para fora.

Mais uma vez Rogerinho chegou bem. Aos 6 minutos driblou bonito, levou para o meio e chutou, porém Muralha novamente evitou o gol. Com 7 minutos, em uma bonita tabela, Leco deixou na esquerda para o Giancarlo, sem goleiro, só empurrar para as redes. Era o gol de abertura do placar.

Nesse momento, o 13 mostrava-se desorganizado, sem passes precisos e com poucas finalizações. Mesmo assim, a equipe se esforçava, tanto que Lele aproveitou saída errada do alvinegro e, sem marcação, avançou e chutou por cima do travessão. Um minuto depois, Alexandre Fanno falhou feio e deu o passe nos pés de Luan, que aproveitou e soltou o disparo. Ricardo defendeu e deu rebote. Cara a cara com o gol, Luan tentou novamente, mas chutou a bola para fora.

Essas chegadas ao ataque empolgaram o 13, que, em consequência, passou a jogar melhor e equilibrar as ações. Em cobrança de escanteio de Gago, Rodrigo Ribeiro recebeu na direita e bateu forte, mas a bola passou por cima. Aos 20, Gian acertou a trave em um chute cruzado. Lele queria marcar e, em escanteio, tentou de cabeça e a pelota passou muito perto. No final, Luan arriscou uma bomba de trás do meio de campo, Ricardo Andrade fez grande defesa e a bola ainda beijou a trave antes de sair. O primeiro tempo acabou com vantagem do Mulekes apesar da partida estar bem parelha.

O Mulekes iniciou a segunda etapa atacando novamente. Armando recebeu na direita e tentou colocado, mas passou longe. No entanto, quem marcou foi o Joga 13. Com pouco mais de um minuto, Luan, na direita, girou, levou para o centro e bateu na esquerda, empatando o jogo.

A resposta veio em dose tripla. Em linda jogada, Armando driblou o adversário na lateral direita e chutou, mas Muralha defendeu, dando rebote. A bola voltou para o atacante, que novamente tentou. A bola estourou na zaga e sobrou para ele de novo, mas desta vez ele bateu para fora. Ainda Armando: ele deixou para Phillip, que sofreu falta na entrada da área. Oportunidade perfeita para o Mulekes tentar o segundo gol. Rogerinho bateu e Muralha salvou.

Além do goleiro, o 13 via o atacante Luan começar a se destacar. Muito ágil e habilidoso, chutou no canto direito para boa defesa de Ricardo. Com 5 minutos, Muralha lançou na direita, Lele dominou, girou, bateu e desta vez o goleirão falhou feio. Era a virada do 13.

Porém, na saída de bola, a zaga do 13 abriu e Leco chutou do meio do campo no canto esquerdo e empatou o jogo novamente. Mesmo com o empate, o 13 já era melhor em campo. Aos 7 minutos, Giba recolheu na esquerda e arriscou com força. A pelota passou com perigo pelo travessão. Muralha fez duas defesas seguidas em chegadas aos 9 minutos. O goleiro honrava o apelido e fechava o gol. Com 13 minutos, a bola passou por praticamente todo o time do Mulekes em troca de passes até que Leco finalizasse pra fora.

O jogo ficou mais para o Mulekes, que, mais audacioso, chegava com mais frequência à frente principalmente com Leco, Phillip e Giancarlo. Entretanto, Muralha, além de ter muita sorte, também estava inspirado e evitava de todas as formas que o adversário virasse a partida. Aos 17 minutos, Giancarlo trouxe pela esquerda no contra-ataque e chutou. A bola bateu na trave, no travessão, na outra trave e saiu. Incrível!

Como artilheiros vivem de gols, Lele queria fazer mais um para ajudar seu time a levar os 3 pontos. E foi isso que ele fez. Aos 19, o camisa 9 puxou a bola para o meio, de costas para o gol, girou em cima do zagueiro e bateu no cantinho esquerdo colocando o 13 na frente mais uma vez.

O Mulekes foi com tudo pra frente e, aos 20 minutos, aconteceu um dos melhores lances do jogo. Phillip correu pela esquerda e invadiu a área. Muralha saiu pra cima dele para tentar evitar o gol. O atacante tocou, então, para Armando, que estava livre com a meta aberta e só precisava encostar na bola pra empatar, e assim ele fez. Eis que Muralha deu um salto e salvou em cima da linha um gol feito! Em seguida, foi abraçado pelos companheiros, que vibravam demais com o milagre.

No finalzinho da segunda etapa, em ataque do Joga 13, a pelota rebateu na zaga e Ricardo Andrade foi tentar tirar de carrinho, mas acabou chutando a bola em cima de Giba e entrou. O time de amarelo e preto abriu 4 a 2 pra cima do Mulekes. Na sequência, o árbitro apitou e encerrou o duelo.

Muralha saiu exaltado de campo e foi cumprimentado inclusive pelos adversários. O resultado foi importante para o Joga 13, que é o 3º colocado do Grupo B e se manteve na parte superior da tabela. Na próxima rodada, o time encara o Rabeloska. Já o Mulekes, penúltimo colocado, com duas derrotas, enfrenta o lanterna MachuPichu para sair de uma possível crise.

XIV CHUTEIRA DE OURO: GRUPO A: 2ª RODADA

Só Resenha 1 x 5 Di Primeira

DI PRIMEIRA GOLEIA SÓ RESENHA


Marcação implacável e o talento de André e Marcão garantem a vitória do Di Primeira

Por Eduardo Bernardi

Dois times cheio de jogadores. O feriadão não espantou nenhum deles para abrir a rodada da independência. Se se esperava um Resenha agressivo e goleador, o que se viu foi o oposto: um Di Primeira consciente em campo, que teve na dupla André e Marcão os pilares para a bela goleada.

A partida começou com Cris, do Di Primeira, arriscando chute logo na saída de bola. Para fora, mas o primeiro gol não tardaria a sair. Aos 50 segundos, Dri recebeu bom lançamento e, da entrada área, acertou um belo chute no canto direito. 1 x 0.

Omisso no jogo, o Só Resenha finalizou apenas aos 3 minutos com Darian, em chute que não levou perigo para o goleiro Cadu. O Di Primeira recuou e esperou o Só Resenha vir para cima. Aos 4 minutos, Val tomou cartão amarelo e desfalcou o time rubro. Era a oportunidade do Só Resenha crescer no confronto. Éder bateu bem uma falta de perto da área, mas a bola carimbou a trave esquerda. Foram diversas tentativas do Resenha, todas interrompidas na entrada da área pela marcação cerrada do adversário.

Aos 7 minutos, o Di Primeira voltou a atacar. André recebeu livre dentro da área, mas Papa Burguer mandou com os pés a bola para fora. No lance seguinte, o Resenha respondeu com Vitinho, que arriscou da lateral esquerda para boa defesa de Cadu.

O Di Primeira se destacava pela qualidade individual dos jogadores e pela eficiência na criação das jogadas. Fato comprovado aos 9 minutos, quando André encaixou uma bela bola para Marcão, que só empurrou para dentro do gol. O entrosamento entre os dois jogadores era o segredo para os grandes lances do Di Primeira, que vencia já por 2 x 0.

As tentativas do Resenha eram bem interceptadas pela defesa rubra, que definitivamente passou a apostar nos contra-ataques e na rapidez de seus jogadores. Em um desses lances, aos 12 minutos, André tirou o adversário da jogada e carimbou a trave de Papa Burguer.

Aos 14 minutos, em uma confusão dentro da área, Jocélio quase marcou o terceiro ao chutar novamente na trave. O Só Resenha tentava atacar por todos os lados, mas o Di Primeira mantinha a marcação eficiente – mesmo com a ausência momentânea de Cris, que levou cartão amarelo.

Depois de diversos lances de contra-ataque, a partida se concentrou no meio de campo, principalmente pelo visível cansaço dos jogadores perante o calor que já se formava. Aparentemente, André era o único bem disposto, tanto que, aos 24 minutos, conseguiu ficar cara-a-cara com Papa Burguer, mas mandou para fora.

No último lance do primeiro tempo, o Só Resenha arriscou de fora da área com Darian, e a bola raspou a trave esquerda de Cadu. No segundo tempo, Cuca assumiu o lugar de Cadu na meta do Di Primeira. Diferente da etapa inicial, o Só Resenha voltou com amplo domínio, porém erros clássicos no passe de bola comprometiam as boas jogadas da equipe. O Di Primeira continuava marcando bem. Gui era o grande destaque no setor de marcação.

Com o andamento da partida, os dois times começaram a adotar posturas similares às do primeiro tempo. O Resenha com finalizações de longa distância e o Di Primeira barrando o adversário com uma marcação eficiente. Aos 6 minutos, Guirra chutou no canto direito de Cuca, que fez sua primeira boa defesa.

Em meados do segundo tempo, Gui foi substituído, o que deixou o Di Primeira mais vulnerável. A equipe falhava no campo de defesa e, faltando 10 minutos para o apito final, já demonstrava instabilidade emocional. Pelo nervosismo excessivo, Val se tornou alvo do Só Resenha e passou a cometer muitas faltas.

Aos 17 minutos, a maturidade do Só Resenha surtiu efeito. Valdir dominou bem um rebote da trave e diminuiu o marcador. No lance seguinte, logo na saída de bola, André recebeu bom passe de Marcão e, diante de de Papa Burguer, marcando o terceiro do Di Primeira ao tocar à esquerda do arqueiro. Após o gol, André colocou o pé na frente do adversário. O camisa 7 levou cartão azul e esquentou o clima do jogo.

O quarto gol do Di Primeira veio aos 20 minutos. Lê bateu forte na bola em cobrança de falta rasteira, e Papa Burguer não conseguiu fazer a defesa. 4 x 2. O jogo ficou morno, e o Só Resenha conseguiu melhorar, mas ainda parava na marcação implacável do Di Primeira.

A goleada do Di Primeira terminou com um golaço de Jocélio, que cortou o goleiro e enfiou o pé para fechar em 5 a 1. O jogo ficou marcado pela excepcional atuação da defesa e pelo talento dos homens de frente do Di Primeira, fatores predominantes para o grande resultado.

Na terceira rodada do campeonato, o Resenha tenta a recuperação diante do líder Arouca, que vem de duas vitórias consecutivas, e o Di Primeira jogará contra o CAV.

XIV CHUTEIRA DE OURO: GRUPO A: 2ª RODADA

My Balls 6 x 6 Primatas

MY BALLS E PRIMATAS EMPATAM EM PARTIDA DE 12 GOLS


Perdendo por 4 gols de diferença, My Balls reage e consegue empate heroico

Por Rafael Ruiz

O confronto entre My Balls e Primatas prometia menos do que fato foi. E com tantos gols – 12 no total – o empate acabou sendo muito comemorado por um lado e muito lamentado do outro.

Com 5 segundos de jogo, após a saída de bola, Marcelo Gama marcou para o Primatas o gol mais rápido do ano. Mesmo já ganhando, o Primatas não deixava o My Balls dominar o jogo no ataque, tornando a partida muito disputada e com chances claras de gol para ambos os lados. A resposta branca e azul não demorou para vir. Aos 2 minutos, Robson desperdiçou boa chance de gol.

Em seguida, Magrão chutou forte para a boa defesa de Rodrigo Kampf. Mal tinha começado a partida e o time de azul e branco já tomou o segundo. Improvisado no gol, Lucas perdeu a bola para Marcelo Gama, que não desperdiçou e fez seu segundo.

O My Balls quase descontou com Gui, que, livre de marcação, cabeceou para fora após cobrança de lateral. Como quem não faz toma, o Primatas, em rápido contra-ataque, fez 3 X 0 com Giorgio, que recebeu pela esquerda e com muita tranquilidade empurrou para as redes.

O placar era do Primatas e o time se mostrava de fato mais perigoso em quadra, tanto que quase saiu o quarto após bonita tabela entre M. Junior, que tocou de calcanhar, e Marcelo Gama. Este se atrapalhou e acabou perdendo a bola. O My Balls não perderia e faria seu primeiro gol com Sujinho, que, da entrada da área, acertou um belo chute no alto, sem chances para o goleiro. Dois minutos mais tarde, o camisa 15 quase marcou em duas oportunidades: uma defendida por Rodrigo e a outra ao chutar por cima da meta após rebote.

Aos 14 minutos, o Primatas levou perigo com Litho, que cruzou uma bola interceptada por Lucas. Rapidamente, o time azul e branco respondeu. Sujinho recebeu passe de Ale e chutou por cima do gol de Rodrigo. Próximo do término do primeiro tempo, Gui fez uma boa jogada pela direita, cortada por Thomas. O lance gerou confusão, os jogadores do Primatas partiram para cima de Gui, alegando má índole do jogador ao pisar no peito do adversário. Gui e Giorgio receberam cartão amarelo. Era o prenúncio da confusão, e com 3 x 1 o jogo foi ao intervalo.

Já no início do segundo tempo, uma boa roubada de bola de Rafinha rendeu o quarto gol. O camisa 10 conduziu pela esquerda e com muita categoria colocou no canto direito de Lucas. O My Balls parecia perdido em quadra, enquanto os símios encontravam muita facilidade para explorar o ataque. Assim, os comandados de Gui Fenômeno chegaram mais duas vezes – a primeira com Rafinha, que após tabela com Marcelo Gama ficou livre, mas perdeu o domínio da bola. Na outra, o mesmo Marcelo recebeu pela esquerda e de primeira acertou o canto esquerdo do goleiro, marcando o seu terceiro gol na partida. No placar, 5 x 1 a favor do Primatas.

O Primatas sobrava em campo. Porém, Feco cometeu pênalti, cobrado por Robson no canto esquerdo de Rodrigo Kampf para diminuir. Eis que o My Balls passou a pressionar. Robson quase descontou novamente após bela triangulação, mas o chute parou na marcação. Porém, o Primatas ainda tinha forças e fez o sexto gol aos 14 minutos. Depois de passe errado na saída de bola, M. Junior empurrou para o gol.

Com 6 x 2 e pouco mais de 10 minutos, era favas contadas a vitória do Primatas, mas eis que o My Balls despertou. No minuto seguinte, Paulinho recebeu na entrada da área e, com muita categoria, tirou do goleiro para deixar o marcador em 6 x 3. Dois minutos depois, aos 17, Sujinho fez mais um. Aos 20, Alê marcou o quinto gol!

O Primatas se perdia em campo com reclamações com a arbitragem. Próximo ao final do jogo, aos 23, Robson sofreu falta após triangulação. Sujinho recebeu e, livre de marcação, empatou o jogo em 6 x 6! Revoltado, o técnico Gui foi expulso. No último lance, o Primatas quase marcou com uma bola chutada no travessão. A resposta foi imediata. Com uma boa jogada de Sujinho, Robson perdeu grande chance de virar o placar.

Com o apito final, o My Balls saiu comemorando, afinal empatou um jogo em que perdia de 6 x 2 até os 15 do segundo tempo. Soma agora um ponto. Já o Primatas, que também tem um, saiu revoltado com a arbitragem e com sua própria atuação, já que ceder o empate com a partida praticamente ganha é de tirar qualquer um do sério.

XIV CHUTEIRA DE OURO: GRUPO A: 2ª RODADA

CAV 4 x 4 Elefantes Indomáveis

CAV PERDE GOLS E ARRANCA EMPATE COM ELEFANTES


André Plec marca três vez, mas indomáveis cedem à pressão do CAV e sofrem empate nos acréscimos

Por Eduardo Bernardi

Para muitos, o Elefantes adora complicar para times considerados favoritos. Porém, não ao CAV, que tem um histórico só de vitórias – algumas por goleada – diante do adversário. E quem esperava um repeteco dos demais jogos, viu um Elefantes aguerrido, marcando muito atrás – marca registrada da equipe – e com André Plec fazendo a diferença no ataque. Graças a ele o time ficou na frente no placar durante quase 50 minutos, só sendo igualado depois de muito tentar pelo CAV aos 25 do segundo tempo.

O confronto começou com o Elefantes no ataque. A equipe criava boas jogadas, mas não conseguia consolidar um domínio. O CAV, quando no ataque, era mais perigoso. Tanto que a primeira boa chance veio com Vitinho, que chutou forte, mas a bola passou à direita de Chacha.

O gol não demorou para acontecer. Aos 3 minutos, Marcel recebeu na entrada da área e mandou no canto esquerdo do goleiro. O CAV recuou, chamando o Elefantes para o ataque. A equipe branca e laranja aproveitava-se da ofensividade adversária para tentar contra-ataques pela direita. Aos 5 minutos, Cidrão recebeu lançamento na direita e encheu o pé. A bola desviou na defesa e quase enganou Chacha.

O empate veio dois minutos depois. Joca acertou um chute seco no canto esquerdo de Diego, que não reagiu. O equilíbrio entre as duas equipes impressionava. Aos 14 minutos, quando o CAV ensaiava novo gol, André Plec, em contra-ataque, fez uma linda jogada dentro da área e colocou novamente o Elefantes na frente.

Depois do gol, o Elefantes tomou conta da partida. Assim, o terceiro não demorou para vir. Aos 16 minutos, André Plec tocou por cima do goleiro e marcou um golaço. O CAV começou a apostar na marcação na saída de bola do Elefantes. Vitinho e Raphão tentavam criar boas jogadas, mas paravam na defesa adversária. O primeiro tempo terminou com o CAV no ataque e o Elefantes na marcação individual, com muito sucesso.

O segundo tempo começou corrido. O CAV teve sua primeira chance com Davi, mas a defesa tirou de cabeça em cima da linha. Naquele momento, a equipe era superior e pressionava o Elefantes, que conseguia se esquivar marcando muito e levando perigo nos contra-ataques. Com 7 minutos, inspirado no atacante Deivid, Cidrão perdeu um gol inacreditável. O camisa 7 recebeu na pequena área um passe sem goleiro, mas, sem explicação, mandou por cima do gol.

Faltava sorte para o CAV nas finalizações, além do goleiro Chacha fazer uma grande partida. Aos 8 minutos, Vitinho recebeu belo passe de Raphão e obrigou Chacha a fazer excelente defesa. No minuto seguinte, em sequência extraordinária, Chacha defendeu um chute de Raphão no canto esquerdo e depois, no rebote, um chute de Vitinho no canto direito.

Aos 10 minutos, o Elefantes chegou com perigo. Joca cortou o adversário e mandou no canto direito de Diego, que fez uma grande defesa. Parou por aí. Só dava CAV, principalmente com Davi, que armava o time com excelência. Aos 13 minutos, Barata cruzou para Vitinho, que, livre de marcação, acertou o canto esquerdo de Chacha, marcando o segundo do CAV.

O domínio tricolor era absoluto. Davi e Vitinho fuzilavam a meta de Chacha, que foi obrigado a fazer mais uma sequência de defesas, mas não impediu o empate, que veio aos 16 minutos, quando Marcel colocou a bola na cabeça de Cidrão, que acertou o canto esquerdo do goleiro.

Após o empate, o CAV marcava sob pressão na saída de bola do Elefantes. Talvez por isso esqueceu que em sua defesa estava André Plec. Aos 20 minutos, o atacante deu um chapéu no marcador e de primeira chutou no canto direito de Diego, colocando o Elefantes novamente na frente.

O gol aumentou a correria do CAV, mas o Elefantes parecia jogar uma final, marcando com muita competência e raça. Mesmo assim, o CAV conseguia criar chances claras de gol, mas pecava nas finalizações. No desespero, Davi perdeu a cabeça e levou cartão amarelo aos 23 minutos para matar contra-ataque, ficando ausente praticamente o restante do jogo. mesmo assim, aos 25 minutos, após Chacha fazer um milagre com os pés, Marcel pegou o rebote e encheu o pé para empatar a partida. O Elefantes ainda teve uma chance, mas André tardou o arremate dentro da área praticamente sem goleiro, possibilitando a recuperação da defesa, que mandou para escanteio. E fim de jogo, num 4 x 4 sensacional.

Pela terceira rodada do campeonato, o CAV, 4 pontos, enfrenta o Di Primeira. Já o Elefantes, apenas um ponto, tenta a primeira vitória diante do SPQSF.

XIV CHUTEIRA DE OURO: GRUPO A: 2ª RODADA

Real Paulista 1 x 1 SPQSF

EM JOGO EQUILIBRADO, REAL PAULISTA E SPQSF EMPATAM


Com chances de gol para ambos os lados, o 1 a 1 foi um placar mais justo pelo que as equipes fizeram em campo

Por Rafael Ruiz

Equilíbrio é a palavra que define o confronto entre Real Paulista e SPQSF. Os dois times buscaram o ataque, porém faltou pontaria aos jogadores, o que resultou em um confronto de poucos gols.

O SPQSF começou atacando. O primeiro lance de perigo aconteceu aos 3 minutos, quando Portuga, de trás do meio de campo, dominou a bola e chutou para o gol, mas sem direção. O time de listrado estava mais à vontade em campo e tentava na base de tabelas fazer o seu primeiro gol. Di Dicredo cruzou pela direita e quase encontrou seu companheiro, porém a bola foi interceptada por Alemão. O SPQSF levou novamente perigo em tabela de Meneguelo com Di Dicredo, queacabou chutando por cima.

Era uma pressão do SPQSF que àquela altura já merecia o gol. Foi a vez de Darx desperdiçar boa oportunidade. Ele recebeu pela esquerda, mas chutou a bola muito embaixo, mandando-a para longe. O Real Paulista começou a aparecer somente com 11 minutos, quando Vini Costa roubou a bola pela direita e, sem pensar, chutou forte, porém o arremate desviou na defesa. No contra-ataque, Douglão recebeu pela esquerda e avançou sem marcação, mas quando foi apertado chutou forte para a defesa em dois tempos de Alemão.

No minuto seguinte, Renatinho obrigou Serafa a efetuar bonita defesa. O jogo ficou equilibrado, ambas as equipes chegavam com perigo. Foi a vez de Vini ameaçar. Ao receber a bola pela esquerda, aplicou uma bonita finta e mandou ao gol. A bola passou perto do canto direito da meta defendida por Serafa. Novamente, aos 16 minutos, Vini quase marcou. Ele recebeu a bola no meio e tentou surpreender com um chute de primeira. A bola passou muito perto, mas saiu. O camisa 8 ainda teve mais uma chance antes do fim do primeiro tempo. Ele tentou chapelar o seu marcador, porém Portuga se recuperou no lance e cortou a jogada, mandando a bola para longe.

Com o placar sem gols, as equipes foram para a segunda etapa devendo muito nas finalizações. O equilíbrio prevalecia e qualquer desatenção poderia ser crucial para o resultado do confronto. O Real Paulista logo mostrou uma postura diferente. Vini recebeu na entrada da área e chutou forte e no alto, sem chances de defesa para Serafa. Com o gol, a partida passou a ser mais aberta. O SPQSF respondeu com Meneguelo, porém o chute foi por cima do gol. Como o time listrado teve que sair para o ataque, o Real Paulista passou a atuar no contra-ataque. Em um desses lances, quase que Ricco, em uma bela jogada pela esquerda, conseguiu ampliar o placar. Contudo, parou na boa defesa de Serafa, que não segurou, mas no rebote Renato chutou em cima do goleiro.

Aos 4 minutos, o SPQSF enfim conseguiu o seu gol. Após cobrança de lateral, Meneguelo sozinho marcou de cabeça. Sem se abater, o Real quase estragou a festa do adversário com Vini, que dessa vez perdeu grande chance cara a cara com Serafa, ao tentar colocar no canto esquerdo.

E como o empate não importava, as equipes esqueceram a defesa e foram criando chances uma atrás da outra. A mais impressionante foi do SPQSF, que tentou três vezes chutes que pararam na forte marcação do time de preto. Os dois momentos de perigo do Real foi quando Pedrinho, ao perceber que não chegaria logo após um cruzamento, colocou a mão na bola propositadamente, recebendo assim amarelo.

Quando a partida caminhava para o final, ainda teve tempo para três lances perigosos. Primeiro com Di Dicredo, que avançou com a bola e chutou forte parando na difícil defesa de Alemão. Depois com Douglão, que tentou um chute colocado, mas o goleiro defendeu. O último aconteceu com Vini e parou na trave.

Com o fim do jogo, ambas as equipes saem frustradas, principalmente por desperdiçarem muitas chances de gol. Agora resta tentar caprichar na próxima rodada, quando o Real volta a campo contra o My Balls. O SPQSF tenta a vitória diante do Elefantes.

XIV CHUTEIRA DE OURO: GRUPO B: 2ª RODADA

Arouca Jrs. 4 x 2 Jeremias

AROUCA JRS ERRA MENOS E VENCE JEREMIAS


Com vitória por 4 a 2, Arouca Jrs conquista seu segundo triunfo na competição

Por Rafael Ruiz

A partida marcou o encontro de duas equipes que saíram vitoriosas na estreia da competição. O jogo começou com ambas as equipes estudando os respectivos esquemas táticos, principalmente no meio de campo. Aos 3 minutos, após uma boa arrancada de Noal pelo lado direito, o camisa 20, livre de marcação, não teve dificuldades para marcar com um bonito chute cruzado. No lance seguinte, o Arouquinha chegou perigosamente pelo lado esquerdo com Nelsinho, que abriu e chutou forte para a boa defesa de Preto.

O primeiro lance de perigo do Jeremias aconteceu com Camillinho, que dominou a bola, mas chutou longe do gol de Gui. Aos 7 minutos, o time de branco voltou a atacar com o capitão Deh, que avançou, se aproximou da intermediária e chutou alto sem direção. O Jeremias respondeu com Camillinho, que não desperdiçou. O camisa 10 recebeu pela esquerda e colocou com muita categoria no canto esquerdo do gol.

A partida caracterizava-se por chutes de longa distância. Tanto que o Arouca Jrs. só chegou novamente aos 12 minutos. Tom avançou pela esquerda com perigo, mas o chute saiu fraco, facilitando para o improvisado Preto. Aos 16 minutos, em cobrança de falta, Nelsinho se antecipou e chutou involuntariamente uma bola que acabou entrando no ângulo. 2 x 0.

O Jeremias respondeu quatro minutos mais tarde com Felipe, que, tentando surpreender o goleiro, pegou de primeira após uma disputa de bola, mas o arremate saiu por cima do gol. Aos 23 minutos, Felipe chegou pela direita, mas quando abriu para finalizar parou na marcação.

O segundo tempo começou similar ao primeiro, com os juniores levando perigo. Tom tentou primeiro, mas pegou muito embaixo da bola e chutou para fora, passando longe da meta. Thiago Bim buscou responder com um chute que saiu pelo lado direito do gol, sem muito perigo. O Jeremias voltou a assustar aos 5 minutos. Camillinho, depois de uma bela triangulação de sua equipe, acabou desperdiçando chance clara de gol.

Quatro minutos depois, Vini tentou avançar pela direita e finalizou próximo da área para defesa de Gui. Depois de tanto tentar, o Jeremias encontrou o seu gol aos 11 minutos. Thiago Bim avançou pela esquerda e chutou cruzado, marcando um bonito gol. Depois de algum tempo, Tom dominou e com muita categoria e colocou no canto esquerdo superior de Preto, mas a bola saiu sem muito perigo. Camillinho, o melhor em campo do Jeremias, cortou para o meio, armou o chute, mas foi prensado pela marcação. A bola saiu fraca pelo lado direito do gol.

Nelsinho criava boas jogadas, mas sem sucesso. Em um lance individual tentou ampliar com um chute de bico, mas Preto pegou tranquilo. Aos 22 minutos, após mais uma cobrança de escanteio, Noal se antecipou à marcação e marcou o seu segundo. No último lance, Felipe quase diminuiu o prejuízo após arranque da intermediária, mas o chute foi defendido por Gui.

O time do Arouca Jrs. sai satisfeito com a sua atuação, já que soube aproveitar melhor as chances criadas. Soma duas vitórias na série Ouro e segue na ponta, tendo o SNG pela frente. Por outro lado, o Jeremias espera bater o Fiorella para tentar recuperar o prejuízo.

XIV CHUTEIRA DE OURO: GRUPO B: 2ª RODADA

Bacana 1 x 1 Rabeloska

BACANA SEGURA EMPATE COM RABELOSKA


Goleiro Daniel faz partida incrível e garante a igualdade

Por Eduardo Bernardi

Com um início morno, o jogo se concentrou durante muito tempo no meio da quadra. A primeira boa jogada aconteceu aos 2 minutos, com Dick Vigarista, que ficou cara-a-cara com Daniel. O arqueiro saiu muito bem e cortou para a linha de fundo.

Ambos os times se defendiam e não tinham inspiração no setor de criação. Aos 4 minutos, o Rabeloska chegou novamente com perigo. Cássio tentou de letra e a defesa do Bacana afastou em cima da linha. No lance seguinte, o Bacana respondeu com João Victor, que recebeu na área e chutou para grande defesa de Gabriel.

Os jogadores do Bacana recuaram e o Rabeloska foi para cima. Aos 8 minutos, Caio acertou um lindo chute quase da linha de fundo, mas Daniel mandou para escanteio. Após o lance, o arqueiro do Bacana fez um milagre ao cortar o chute de Cássio na entrada da pequena área.

O Rabeloska dominava. Aos 10 minutos, Markão arriscou de fora da área, mas a bola passou raspando a trave direita. A equipe passava com facilidade pelo setor defensivo do Bacana. Porém, aos 14 minutos, o jogo ficou novamente morno. Com marcações cerradas, os dois times recuavam com o objetivo de jogar em contra-ataques. Ambas as equipes, quando criavam boas jogadas, pecavam nas finalizações.

Mesmo com o jogo equilibrado, o Rabeloska ainda tinha mais eficiência em suas jogadas de ataque. Aos 22 minutos, Dick Vigarista perdeu um gol cara-a-cara com Daniel de Oliveira, levando o jogo ao intervalo em de 0 a 0.

Aparentemente, o Bacana voltou mudado para a etapa final, com tentativas até do goleiro. Daniel buscou surpreender Gabriel, mas mandou longe da meta. Já o Rabeloska marcava presença nas jogadas de ataque com Dick Vigarista. Tanto que, aos 2 minutos, o camisa 9 por duas vezes deu trabalho ao goleiro. Também tomou cartão amarelo ao cometer uma falta dura em Caio Saggio.

O relógio marcava 5 minutos, e os jogadores do Rabeloska já estavam cansados. O Bacana passou a atacar mais. Primeiro com Caio Saggio, que mandou uma bomba de fora da área e quase abriu o placar. O Rabeloska respondeu com Markão, em um chute no canto direito de Daniel, que fez uma ponte espetacular para alcançar a bola.

A atitude do Rabeloska mudou a partir dos 7 minutos. Gabriel lançou colocado para Dick Vigarista, que cabeceou a bola na trave direita. A pressão durou pouco. Aos 10 minutos, o jogo se concentrou novamente no meio de quadra, sem lances de criação ou de finalização.

O placar só saiu do zero aos 11 minutos. Mesmo com o Rabeloska superior, o Bacana surpreendeu com Felipe Marcel, que pela direita recebeu livre dentro da área e marcou, de bico, no canto esquerdo de Gabriel.

O resultado não retratava a partida. O Rabeloska era mais eficiente tanto nas jogadas de ataque como na marcação. Após o gol sofrido, o time pediu tempo técnico, mas sem grandes mudanças. O Rabeloska atacava e o Bacana defendia.

O arqueiro do Rabeloska começou a atuar como goleiro de futsal, adiantando-se até o meio da quadra. A estratégia surtiu efeito aos 18 minutos, quando Dick Vigarista empatou com um golaço. O camisa 9 recebeu passe açucarado de Cássio e chutou com força no canto direito de Daniel.

Como no início da partida, as duas equipes permaneceram no meio da quadra nos minutos finais. As táticas similares e a atuação magistral de Daniel foram predominantes para o resultado de 1 x 1. Na próxima rodada, o Rabeloska enfrenta o Joga 13 e o Bacana encara o É Verdadeee.

XIV CHUTEIRA DE OURO: GRUPO A: 2ª RODADA

Arouca 10 x 5 Fúria

AROUCA ATROPELA FÚRIA EM JOGO DE 15 GOLS


Atual campeão não deu chance ao Fúria e assume a ponta do Grupo A

Por Eduardo Bernardi

Desde o início da partida, o Arouca adotou uma postura ofensiva. No primeiro lance, com 30 segundos, Marcos Bohn arriscou do outro lado da quadra e Jé aceitou. Era o prenúncio da goleada. No ataque seguinte, Markinhos recebeu na esquerda e fuzilou a meta de Jé para fazer o segundo gol do Arouca, e isso com apenas um minuto de jogo.

A equipe do Fúria não conseguia criar jogadas de ataque, coisa que se viu já na estreia quando o time foi goleado pelo My Balls. O Arouca tinha praticamente 100% de posse de bola. O domínio era tão absoluto que, aos 6 minutos, Markinhos recebeu um lindo lançamento de Mota e acertou uma pancada de primeira, marcando o terceiro do Arouca.

A equipe fazia uma partida espetacular. O técnico do Fúria foi obrigado a mexer no time e trocou os jogadores que faziam o meio de quadra. As alterações não surtiram efeito. Vitão recebeu bom passe na área e marcou o quarto do Arouca, aos 10 minutos.

Orley e Tili comandavam as jogadas do Arouca. Aos 11 minutos, só se via um time jogando. O Fúria melhorou apenas aos 13 minutos, mas ainda não chegava com perigo. Aos 14, Guel tentou a sorte do meio de quadra e abriu o marcador para o Fúria. No minuto seguinte, Thiago Motta aproveitou confusão dentro da área e tocou no canto direito do goleiro para marcar o segundo, colocando o Fúria novamente no jogo.

Após os dois gols, o Arouca reequilibrou a partida. As duas equipes marcavam com muita força. Aos 17 minutos, Gabriel Carnaval fez falta violenta e levou o primeiro cartão amarelo do jogo. O Arouca voltou ao ataque aos 18 minutos, Ronald bateu forte de esquerda no canto direito do goleiro e marcou o quinto.

Aos 20 minutos, Thiago Motta perdeu um gol cara-a-cara com Maurício. O goleiro fez a defesa mais difícil do jogo e evitou que o Fúria encostasse novamente. O confronto ficou novamente equilibrado nos minutos finais do primeiro tempo. A marcação falha do Fúria foi predominante para o resultado parcial de 5 x 2.

Logo no primeiro lance do segundo tempo, Marcos Bohn aproveitou um vacilo da defesa do Fúria e marcou o sexto. Aos 3 minutos, o camisa 8 do Arouca recebeu bom passe de Markinhos e tocou no canto esquerdo de Jé para marcar mais um. O placar de 7 x 2 era surpreendente, mas retratava o que era o jogo. O Fúria voltou para o segundo tempo da mesma maneira que começou o primeiro, totalmente desatento na marcação.

A pressão do Arouca tornava a criação das jogadas mais fáceis. Markinhos aproveitou mais uma falha da defesa do Fúria e fez o oitavo. Aos 6 minutos, Marcos Bohn arriscou de fora da área no canto esquerdo de Jé e fez um golaço, o nono do Arouca. O Fúria tentava criar jogadas pelas laterais, mas parava na marcação firme e confiante do Arouca. Aos 9 minutos, Mota mandou na trave e quase fez o décimo.

A atuação do Arouca era impecável. Um time muito aguerrido, que não deixava o adversário trocar passes. Aos 12 minutos, Orley recebeu de Mota na cara do gol e colocou no canto direito de Jé para marcar o décimo.

A partir dos 13 minutos, o Fúria parecia outro time. Começou a atacar desenfreadamente. Guel marcou o terceiro com um golaço no ângulo esquerdo de Maurício. No minuto seguinte, o camisa 17 do Fúria, depois de marcar mais um gol, na tentativa de reagir no jogo, acabou cometendo falta dura e tomando cartão amarelo. Aos 16 minutos, Fábio Caruzzo bateu falta, mas Maurício espalmou.

A mudança de postura do Fúria estava dando resultado. Aos 18 minutos, Bruno Eduardo recebeu lindo passe de Adriano Mota e chutou firme no canto esquerdo, marcando o quinto da equipe. A partir daí, o jogo ficou mais calmo. Faltando 7 minutos para o fim, o Fúria já não enxergava a possibilidade de empatar e apenas completou a partida. O clima só voltou a esquentar aos 23 minutos, quando Thiago Mota fez falta duríssima e levou cartão azul.

A partida terminou com muita reclamação em relação à arbitragem. O Arouca foi impecável em todos os lances do jogo e não deu chance para o adversário. O Fúria tentará a primeira vitória no confronto contra o Primatas, pela terceira rodada do torneio. O Arouca enfrentará o Só Resenha e irá buscar manter o 100% de aproveitamento.

XIV CHUTEIRA DE OURO: GRUPO B: 2ª RODADA

SNG 4 x 2 MachuPichu

NO SUFOCO, SE NÃO GUENTA VENCE MACHUPICHU


Valente, a equipe peruana segurou empate até os minutos finais, quando acabou cedendo à pressão e sofrendo dois gols

Por Gustavo Scaldaferri

O tricampeão SNG entrou em campo para sair vitorioso. Além da tradição e da história que carrega, havia perdido na primeira rodada para o rival Joga 13 e enfrentava uma equipe sem reservas. Para o MachuPichu, o empate era lucro, já que no último jogo foi goleado pelo Jeremias.

No início da partida, em um cruzamento de Fabinho, Biro chutou de coxa e Tebas salvou em cima da linha. Em seguida, Gui carregou a bola pela direita e bateu para defesa de Sampa. Aos 4 minutos, em cobrança de falta, Gui colocou na cabeça de Ricci, que abriu o placar.

Um minuto depois, Ricci tocou na diagonal rasteira para Seckler chutar na trave. O gol logo no começo serviu para acordar o SNG, que partiu para o ataque. Fernando Forte começou a se destacar, levando mais perigo a Pipo. Recebeu o passe de Fabinho, chutou forte e a bola passou por cima. Com 7 minutos, tentou o chute novamente. A bola bateu na zaga e voltou para ele, que chutou de novo para outra defesa de Pipo.

Foram mais 5 minutos sem chances de gol. Aos 12, Léo Mello perdeu a bola para Thiago Branco, que veio pela esquerda, chegou na área e tentou tirar Sampa do lance, mas a bola saiu pela linha de fundo. A oportunidade perdida custou caro. No minuto seguinte, Renê tentou o disparo, a zaga rechaçou, sobrou para Fernando Forte que chutou forte no canto esquerdo e empatou.

Na saída, Tebas tentou do meio de campo, mas a bola bateu no travessão. A pressão do SNG continuava. Aos 16, Renê carregou pelo meio, deixou na esquerda e Biro finalizou, fazendo o segundo do SNG.

Com 18 minutos, em linda tabela com Renê, Fernando Forte puxou para o meio e chutou de esquerda – a bola passou muito perto do gol. O time de preto e laranja tinha o domínio, mas não conseguia finalizar com eficiência. O MachuPichu jogava recuado enquanto esperava uma boa oportunidade. No final da primeira etapa, Tejeda tentou duas vezes e Pipo salvou. O árbitro apitou o fim com o SNG na frente.

O Se Não Guenta começou a segunda etapa no ataque. Em cobrança de falta, Léo Mello fingiu que ia bater para o gol, mas rolou para Tejeda encher o pé, mas o camisa 10 pegou muito embaixo da bola e mandou muito alto.

Mesmo perdendo, o MachuPichu postava-se na defesa. E o SNG tentava aumentar, mas a bola não entrava. O tricampeão desperdiçava um gol atrás do outro. Como quem não faz toma, o MachuPichu, que explorava muito bem as jogadas aéreas, conseguiu marcar mais um de cabeça. Tebas cobrou lateral e Thiago Branco subiu para igualar.

Aos 10 minutos, o SNG cobrou uma falta pela direita com Rafael Brozinga, mas a bola saiu por cima. Com apenas sete jogadores, a equipe vinho e branco vibrava muito mais e conseguia um empate heroico.

Aos 13, rolou uma sequência de escanteios para o tricampeão. Nenhum aproveitado. Fernando Forte também errou feio aos 15 minutos, quando pegou na esquerda e chutou pela linha de fundo. Aos 16, Renê, debaixo do gol, chutou mal e perdeu mais um. A bola não entrava e o técnico não sabia se xingava a arbitragem ou se orientava o seu time.

Na malandragem, o MachuPichu “fazia cera”. Ricci quase virou aos 19. Depois de roubar a bola de Biro, o jogador pôs no meio e chutou uma bomba com efeito do meio de campo, mas a bola passou raspando a trave direita.

O SNG voltou a pressionar. Aos 21 minutos, Fernando Forte acertou a trave. E aos 22, o capitão Birô tomou a atitude, passou pelo meio campo e chutou um rojão no ângulo esquerdo. Deu tempo de sair mais um. No contra-ataque, Renê recebeu no pivô e deu uma de garçom, servindo Fabinho na esquerda, que chutou no canto direito fechando o placar em 4 a 2.

Mesmo vencendo, o SNG não mostrou o bom futebol apresentado em edições passadas. Na próxima rodada, o time encara o Arouca Jrs., que venceu seus dois jogos e é líder do Grupo B. Já o MachuPichu, com duas derrotas, enfrenta o Mulekes, que também perdeu as duas partidas.

XIV CHUTEIRA DE OURO: GRUPO B: 2ª RODADA

Fiorella 2 x 1 É Verdadeee

FIORELLA VENCE É VERDADEEE E SEGUE 100%


Equipe consegue ser mais preciso nos arremates e já soma 6 pontos na atual edição da Ouro

Por Rafael Ruiz

Na última partida da Ouro, o Fiorella errou menos e conquistou importante vitória contra o É Verdadeee. Sonha agora com uma melhor participação na atual temporada do Chuteira. O confronto começou com a equipe oriunda da Prata levando perigo aos 48 segundos. Fúria fez boa jogada pela esquerda e obrigou Franklin a mostrar serviço. A resposta do Fiorella foi imediata. O capitão Maurício recebeu a bola pela direita, com poucos toques chegou na entrada da área, finalizou cruzado e abriu o placar.

Aos 3 minutos, Bruno, do EV, dominou a bola e finalizou bonito – passou perto, mas não entrou. A partida era bem disputada, com chances para ambos os lados. Foi a vez de Tião quase marcar. Ele recebeu no meio de campo e chutou escorregando, mas o bola explodiu na trave de Reyna.

Em mais uma boa oportunidade, Maurício fez pivô e no arremate acabou pegando errado e chutando sem direção. Aos 11 minutos, o time chegou novamente com Tigu, que chutou rasteiro e a bola foi para fora. Em mais uma resposta, Bruno fez boa jogada para boa defesa de Franklin.

Depois de tanto insistir, o EV conseguiu o empate. Após receber passe da lateral, Douglinhas se antecipou a Franklin e apenas empurrou para as redes. O Fiorella não se abalou e chegou com perigo depois de boa tabela entre o capitão Mauricio e Helio, que armou um chute que explodiu em Junior – evitando assim o segundo gol.

O segundo tempo começou com a equipe do É Verdadeee pressionando. Bruno recebeu pela direita e chutou forte, porém seu arremate parou nas mãos de Franklin, que segurou firme. No primeiro ataque do Fiorella, o capitão Maurício aproveitou a cobrança de escanteio e, mostrando muito oportunismo, conferiu o seu segundo gol.

Assim como no início da primeira etapa, o confronto era mais concentrado no meio de campo. Somente aos 9 minutos, Gavião recebeu a bola, avançou livre, mas chutou por cima do gol. Em mais uma chegada de perigo, o Fiorella quase marcou um bonito gol com João Paulo, que pegou de primeira, contudo o goleiro fez bela defesa. Aos 10 minutos, o time de azul levou perigo. Fúria recebeu pela direita, ganhou a dividida no corpo e conseguiu seguir com a bola, porém seu chute foi desviado.

Aos 14 minutos, Maurício quase marcou um golaço ao tentar colocar a bola no ângulo esquerdo do goleiro. Em contra-ataque, Junior recebeu pela direita, mas quando se preparava para chutar foi interceptado e acabou errando o alvo. No lance seguinte, Maurício mais uma vez não aproveitou e acabou chutando fraco, facilitando a defesa do goleiro.

Nos minutos finais, o time da ótica ainda ameaçou a meta adversária. Helio avançou e chutou forte, mas esbarrou vez na bela defesa do goleiro. E outra vez com Tigu, porém o atacante não aproveitou boa jogada coletiva, e quando armava para chutar se atrapalhou e acabou furando.

Com o apito final, o Fiorella registra sua segunda vitória em dois jogos. O É Verdadeee soma a sua segunda derrota, e, como pertence a um grupo equilibrado, preocupa-se com as suas chances de classificação.
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