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CHUTEIRA NEWS: XIV CHUTEIRA DE OURO: 1ª RODADA

XIV CHUTEIRA DE OURO: GRUPO A: 1ª RODADA

Elefantes Indomáveis 2 x 4 Só Resenha

PAPA BÚRGUER FECHA O GOL E GARANTE TRIUNFO DO SÓ RESENHA


Com expulsão de Sanny, time joga segundo tempo inteiro com um a menos, mas suporta pressão dos Elefantes Indomáveis

Por Heron Ledon

Uma partida bonita de se ver. Bolas na trave, golaços, expulsão, dúvidas de gol, boas defesas e pressão foram os temperos deste jogo. A tranquilidade para administrar o resultado e a vontade de empatar fizeram com que o ritmo do duelo não parasse um minuto. O Resenha soube aproveitar as oportunidades que teve, mas se prejudicou com a expulsão de Sanny no início da segunda etapa. O Elefantes foi pra cima, obrigando Papa Búrguer a salvar o time de um possível empate.

O início de partida foi truncado no meio-campo; os times estavam embolados, e os lances de ataques custavam a surgir. Mas, aos poucos, a emoção tomou conta. O atacante Darian recebeu passe e fez o pivô para Éder, carimbar da entrada da área, o poste esquerdo de Spiga. O Elefantes respondeu em grande estilo com uma cobrança de lateral de Fábio para Joca, que deu de peito no canto esquerdo do gol. A bola passou com perigo por cima do gol para grande lamento da equipe.

O Resenha tentava o ataque com Mirandinha, que vinha de trás pela esquerda, e com Éder pelo meio. André Plec era a figura de maior perigo da manada, que ainda teve boa oportunidade em cobrança de falta batida por Thomas. O jogador rolou para Lucas chutar no canto esquerdo de Papa, mas a bola foi afastada pela zaga.

A disputa seguia equilibrada. Aos 16 minutos, enfim o Resenha abriu o placar. Leozinho, perto do bico da área, tocou para Darian rolar para Éder, que chutou cruzado no ângulo esquerdo de Spiga. Um golaço, sem chances de defesa. Na comemoração, o famoso gesto de “fala muito” feito por Tite para Felipão na partida entre Corinthians e Palmeiras.

Após os gols, os indomáveis se abateram um pouco. Assim, abriu espaço para Darian prender a bola e driblar no campo de ataque, e ainda Theus chegar com bons chutes. Porém, foram os atacantes do Elefantes e o goleiro adversário que proporcionaram um lindo lance: em pequena confusão na área, Papa Búrguer defendeu um chute à queima-roupa e, na sequência, pegou mais dois rebotes, salvando sua equipe de levar o empate.

Passado o susto, o técnico do Resenha pediu tempo. Como consequência, ou não, a volta ao jogo se resumiu em dois minutos, três lançamentos e três gols. Theus recebeu chuveirinho da zaga, dominou, driblou o goleiro Spiga e completou para o gol. 2 x 0. Seu companheiro Arthur foi lançado por Fabrício na direita, ajeitou e chutou forte no alto entre o goleiro e a trave. Caixa. No minuto seguinte, aos 23, para fechar o primeiro tempo, foi a vez de Bruno, do Elefantes, tirar o goleiro e tocar de cabeça a bola para André testar livre e descontar o marcador. Não perca as contas: 3 x 1 para o Só Resenha.

Não houve muito tempo para baixar a adrenalina. Logo no primeiro minuto da etapa final, André Plec driblou Sanny, que fez falta na entrada da área. Joca foi para a cobrança e, num chute forte e certeiro, obrigou Mirandinha a defender em cima da linha. Após a pequena paralisação para o atleta se recuperar, no lance seguinte, Fábio, pelos Elefantes, tomou um cartão amarelo por reclamação.

Ele não foi o único. Aos 5 minutos, Sanny também levou o amarelo por reclamação. Não contente, xingou o árbitro de “trouxa” e sofreu o cartão azul. Como se não fosse o suficiente, reclamou mais e tomou o vermelho. O jogador foi contido por seu companheiro Vitinho, mas, fora de quadra, continuou descontrolado e com muita ira. Deve vir gancho razoável para ele.

A partir daí, foi só pressão dos indomáveis, e o Só Resenha jogava no contra-ataque e no erro do adversário. Lucas, pelos laranjas, roubou de Darian e chutou no canto direito, mas Papa espalmou para escanteio. Em seguida, houve pequena confusão na área dos verde e brancos: após bate e rebate, o Elefantes reclamou que a bola havia entrado. Lance confuso, mas o árbitro, em cima da linha, não deu o gol.

O Elefantes atacava com Bruno e André na frente e Joca e Lucas vindo de trás. E então só deu Papa Búrguer. Os inúmeros chutes de longa distância foram impossíveis de entrar. O tempo passava, e a equipe não conseguia diminuir o placar. As jogadas já não saiam mais; o time ficou nervoso, e o goleiro pegava tudo.

Porém, a vontade de correr atrás do placar era tamanha que nem o quarto gol sofrido aos 22 minutos por Vitinho, ao receber um rebote, fez o time desistir. Um gol “no momento errado”, como se diz no futebol, pois, no minuto seguinte, Libert recebeu a bola dentro da área e tocou fraco para o fundo do gol no canto esquerdo do goleiro. O jogo seguiu na mesma, com Leozinho segurando bem o jogo para esperar o apito final. E assim aconteceu: 4 x 2 para o Resenha, com atuação de gala de Papa.

Na próxima rodada, o Só Resenha terá o desfalque de Sanny e pegará o Di Primeira, que perdeu de virada por 5 a 4 para o atual campeão Arouca. O Elefantes Indomáveis, por sua vez, encara o CAV, que bateu o Real Paulista por 4 a 1.

XIV CHUTEIRA DE OURO: GRUPO B: 1ª RODADA

SNG 2 x 4 Joga 13

13 REESTREIA COM PÉ DIREITO NA OURO


Equipe fez bela partida contra tricampeão SNG e, de cara, quebrou o tabu de nunca ter vencido o rival

Por Tamires Paulino

A rodada de abertura do Chuteira de Ouro foi um pontapé inicial para o Joga 13. Em ótima atuação, a equipe venceu o SNG por 4 x 2 e, de quebra, desbancou o tabu de nunca terem vencido os tricampeões.

O 13 começou melhor e tocava mais a bola. Assim, em menos de 2 minutos, o time chegou ao gol. Thiago marcou após receber na área. O gol acordou o SNG, que, da ponta direita, chegou com Biro chutando forte para o gol, mas Muralha se atirou e mandou a bola por cima do travessão. Pelo 13, Sicchi respondeu. Ele correu sozinho pela lateral esquerda e mandou para dentro da área, porém ninguém chegou de trás para concluir. Baki repôs a bola direto ao campo de ataque, para Renê, que pegou belo chute para empatar.

Porém, o SNG, talvez por ser início de temporada, não tinha sua defesa como em outros tempos. A pegada era mais fraca e deixava o 13 tocar a bola com tranquilidade. Por vários minutos, o Joga 13 foi superior, criando boas oportunidades e chegando mais ao gol. Giba e Sicchi protagonizaram boa tabela pelo meio – com o camisa 55 dando um chapéu em um marcador. Giba chutou para o gol, e Baki defendeu com a perna.

Mesmo com tantos lances criativos, só aos 15 minutos o 13 conseguiu emplacar seu segundo gol. Eduardo saiu da lateral direita, carregou até o meio, ajeitou e bateu forte, fora do alcance do goleiro.

Após o gol adversário, o SNG apareceu mais. Em um de seus bons lances, Ronei saiu da lateral esquerda, caiu pelo meio e bateu para o gol, acertando o travessão. Em outra oportunidade, Biro, da entrada da área, chutou para boa defesa do goleiro. E em 2 x 1 o jogo foi para o intervalo. No segundo tempo, o SNG voltou melhor, com mais lances criativos e mais oportunidades de chegar à meta adversária.

A primeira boa chance veio com Tejeda, que ajeitou, tirou o marcador e bateu para o gol. O goleiro deu bela ponte para realizar a defesa. Poucos minutos depois, Alemão, da lateral direita, próximo à linha de fundo, tocou atrás para Birô. Pelo meio o camisa 7 do SNG mandou no cantinho, empatando a partida. Não houve tempo para comemorações. Pouco depois, Lele dominou um cruzamento no peito, livrou-se do marcador e bateu para o gol, colocando o Joga 13 novamente na frente.

Pelos próximos minutos, o SNG passou a correr atrás do empate, enquanto o Joga 13 tentava marcar mais um gol para seguir com tranquilidade até fim da partida. Ronei quase empatou com um chute do meio de campo. Muralha defendeu, mas a bola passou por ele e parou na trave esquerda.

Minutos antes do final, o Joga 13 conseguiu ampliar o placar com Rogério. O SNG ainda tentou, nos minutos finais, diminuir a vantagem adversária com Renê, que, da entrada da área, bateu para o gol e acertou o travessão.

Com a vitória, o Joga 13 começa bem e chega a 2 pontos, já que começou com um ponto negativo devido às confusões da final da Prata. Seu próximo adversário é o Mulekes, ainda sem pontuar. Já o SNG larga mal, com derrota, e tenta a recuperação contra o MachuPichu, lanterna do grupo.

XIV CHUTEIRA DE OURO: GRUPO A: 1ª RODADA

SPQSF 2 x 0 Primatas

EM JOGO DE PÉSSIMA PONTARIA, SPQSF DERROTA PRIMATAS


Errar menos foi o fator decisivo para a vitória do Que Se Foda. Após o término da partida, Primatas teve dois jogadores expulsos, o que causou revolta nos demais atletas

Por Heron Ledon

Se os atletas estivessem com a pontaria calibrada, sem dúvidas seria um jogo de muitos gols. O Primatas buscava a finalização com Rafinha e Marcelo Gama na frente e ainda ganhou ritmo de jogo com a entrada de M. Junior. Já Lê Rosa, Di Dicredo e Jajá eram responsáveis pelo ataque do SPQSF. A irritação atrapalhou o desempenho da equipe primata, que ainda teve dois jogadores expulsos após o apito final.

O primeiro bom lance da partida veio aos 4 minutos, em lateral cobrado pela direita por Nando, do Primatas, para Gus cabecear por cima. As boas jogadas do Que Se Foda vinham de Di Dicredo. E foi dos pés dele que Lê Rosa recebeu passe e chutou para fora. Minutos depois, novamente Di Dicredo entrou em cena. Dessa vez ele chapelou Giorgio dentro da área, mas finalizou muito fraco. A bola ainda bateu no goleiro e foi afastada pela defesa. Como resposta, Rafinha, livre de marcação, recebeu lançamento da zaga e deu um chute à queima-roupa que explodiu no rosto de Serafa.

O duelo seguia equilibrado. Giorgio roubou a bola no meio-campo e acertou um chute rasteiro na trave. Lê Rosa, por sua vez, deu passe rápido para Darx correr para a linha de fundo e também carimbar a trave, só que pelo alto.

A partir daí, começou o festival de chutes sem endereço e gols desperdiçados. As equipes tocavam bola, se movimentavam, mas pecavam na finalização. Depois de algumas tentativas, o SPQSF chegou perto do gol com Jajá, que obrigou o goleiro adversário a fazer boa defesa num chute cruzado pelo alto. Após a entrada de M. Junior pelo meio, que agilizou mais o ataque primata, o time conseguiu fazer boas triangulações e acabou o primeiro tempo buscando mais o ataque.

Na volta para a segunda etapa, os times continuaram criando, mas em nada melhoraram no momento da conclusão das jogadas. Então, a equipe de cinza decidiu arriscar de longe. Tentativa falha. O triunfo só veio aos 11 minutos, em uma bola sobrada na área. Ricardo, do Primatas, segurou Lê Rosa. Pênalti e cartão amarelo para ele. Jajá foi para a cobrança e... gol! Um chute forte no canto direito. O goleiro Rodrigo até foi na bola, mas não a alcançou.

Pouco depois, do banco de reservas, Feco, do Primatas, levou amarelo por reclamação de uma falta contra seu time. No mesmo lance, Giorgio também foi amarelado e ainda levou o azul por continuar com as discórdias. O Primatas se perdia em campo com reclamações. Analisando a situação, o técnico primata, Vitinho, pediu tempo e disse para seus atletas que tocassem mais a bola e tivessem calma nas jogadas.

De nada adiantou. O time continuou nervoso, mas ainda atacava com Rafinha e M. Junior. O SPQSF arriscava alguns chutes e ofensivas com Di Dicredo e Jajá. Para esquentar a partida, um gol anulado do Primatas. Em cobrança de lateral pela direita por M. Junior, Tieppo subiu e cabeceou para o fundo das redes, mas o árbitro deu falta de ataque ao dizer que o jogador se apoiou no zagueiro. É claro, houve muita reclamação por parte dos símios.

Assim, a partida prosseguiu até que, aos 22 minutos, Jajá roubou a bola e partiu em contra-ataque. Ele rolou para Darx, que devolveu para o companheiro, deixando-o livre para apenas concluir o gol. 2 x 0.

Assim que o árbitro soou o apito final, houve reclamações e, segundo a arbitragem, ofensas de Ricardo. O atleta foi expulso e, juntando-se a ele, Tieppo também ao fazer mais reclamações com o árbitro do lado de fora da quadra. Resultado: revolta dos atletas e do técnico do Primatas contra a arbitragem, alegando que foram prejudicados na partida.

Fato é que o Primatas terá esses dois desfalques para enfrentar o My Balls, que goleou a Fúria por 7 a 2. O Se Perder Que Se Foda, que nada tem a ver com essa confusão, pegará o Real Paulista, que vem de derrota para o CAV.

XIV CHUTEIRA DE OURO: GRUPO B: 1ª RODADA

Arouca Jrs. 2 x 0 É Verdadeee

AROUCA VENCE MAS É VERDADEEE É O DESTAQUE


Apesar de ter perdido, o estreante É Verdadeee provou que tem muito a mostrar na Ouro

Por Tamires Paulino

Em quesito de qualidade, foi um dos jogos mais equilibrados da tarde de sábado. O É Verdadeee, recém-chegado à Ouro, foi derrotado pelo Arouca Jrs. por 2 a 0. Porém, não se deixe enganar pelo placar. Foi um confronto pegado, com lances criativos e muita técnica de ambos os times.

A primeira boa oportunidade foi do Arouquinha. Noal chutou do meio de campo em direção ao gol, mas a bola bateu no peito do goleiro e saiu pela linha de fundo. Pouco depois, Noal cobrou falta em cima da barreira. O atacante pegou o rebote e tocou para Deh, que abriu o placar de cabeça.

Após o gol, o É Verdadeee passou a investir nas jogadas ofensivas. Fred quase marcou ao chutar da entrada da área – mas o goleiro por pouco não falhou. Em seguida, em uma cobrança de falta, Flávio tocou de lado para Girão, que mandou a bola por cima da meta de Gui.

Quando o É Verdadeee estava próximo de conseguir o empate, acabou tomando o segundo gol. Tom tocou de letra para Leozinho, que, da lateral direita, chutou no ângulo, fazendo um golaço.

O É Verdadeee não desanimou e, com muita qualidade, continuou tentando marcar o seu. King protagonizou um grande lance ao mandar de primeira do meio de campo em direção ao ângulo, mas o goleiro fez uma bela defesa. Naquele momento, a equipe estava melhor em campo e já possuía mais posse de bola. Porém, mesmo com o domínio do jogo, a equipe não conseguia marcar. Essa foi a tônica do segundo tempo.

O jogo aproximava-se do fim e, no último lance, o Arouca quase ampliou o placar. Deh, da ponta esquerda da área, mandou em diagonal para o gol. A bola ia entrando até que Girão se atirou de carrinho e evitou que a bola entrasse.

Pelo bom desempenho, fica a impressão de que o É Verdadeee não ficou assustado com a sua chegada na Série Ouro. Isso porque, mesmo derrotado, o time criou belos lances, manteve técnica, jogou de igual para igual e não teve dificuldades de se achar em campo. Agora, resta saber se a equipe irá manter a mesma postura ao enfrentar outros grandes times.

Com a vitória, o Arouca Jrs. assume a terceira colocação do Grupo B, acumulando três pontos. Na próxima rodada, a equipe enfrentará o Jeremias, atual líder graças ao excelente saldo de gols. Já o É Verdadeee enfrenta o Fiorella.

XIV CHUTEIRA DE OURO: GRUPO A: 1ª RODADA

Real Paulista 1 x 4 CAV

BARATA ANOTA DOIS E CAV PASSEIA DIANTE DO REAL


Sem poder de criação e pouca movimentação no ataque, time liderado por Panella assiste ao toque de bola e às jogadas individuais do atual campeão do festival

Por Heron Ledon

Parecia haver apenas uma equipe em quadra, o que não era nada de acordo com o esperado. De fora das quatro linhas, ouvia-se promessa de um “jogão” equilibrado, difícil de apontar um vencedor. Mas não foi o que aconteceu. Davi, com jogadas vindas de trás, e Barata, decidindo na frente, imobilizaram o Real Paulista desde o início, que não conseguia fazer ligação entre a defesa e o ataque.

Mas foi o próprio Real quem teve a primeira chance de abrir o marcador. Pedrinho roubou bola na intermediária e rolou para Panella chutar para fora no alto do lado esquerdo de Diego Gallego. Minutos mais tarde, Marcel deu troco após receber cobrança de escanteio de Vitinho. Um arremate de sem-pulo dentro da área. Seria um lindo gol se a zaga não tirasse de cabeça.

A equipe de preto já demonstrava a falta de ligação da defesa com o ataque. As jogadas partiam de Panella lá de trás, mas faltavam-lhe opções. Então, o Clube Atlético da Vila passou a dominar o jogo, com Vitinho e Cidrão trocando passes na frente, oriundos da armação de Davi. Este que, aos 9 minutos, livre de marcação no meio-campo, fez um golaço. Acertou o ângulo esquerdo de Alemão, que pulou, mas não pode evitar. 1 x 0.

Mesmo com dificuldades para criar boas jogadas, Cadu Felix e Renato, fazendo o pivô, tentavam alguns lances de gol. Panella começou a arriscar mais de fora da área, porém a bola ia para fora ou parava nas poucas defesas que Gallego precisou fazer.

Enquanto o Real parecia se cansar aos poucos, o CAV ganhava mais ritmo de jogo. Vitinho fazia as jogadas de ataque com muita velocidade e ainda tinha fôlego para ajudar na marcação. Assim a partida seguiu até que, aos 20 minutos, Barata limpou a jogada em diagonal e virou o jogo para Teté, dentro da área, completar livre de marcação para o gol.

Teve-se a impressão de uma reação do Real Paulista. Salva, em rápida jogada pela direita na linha de fundo, acertou um chute que, por pouco, não entrou. A equipe, então, subiu a marcação e passou a pressionar a saída de bola do adversário, mas se perdia na conclusão dos lances e possibilitava o contra-ataque ao CAV. E foi assim que saiu o terceiro gol no minuto final da etapa inicial. Barata roubou a bola no meio-campo, avançou, pedalou para cima de Marquinhos, limpou a jogada e concluiu forte tirando do goleiro. Mais um golaço.

Intervalo de jogo. Tempo para o Real ajustar os erros e tentar se encaixar na partida. Porém, logo no segundo minuto, Diogo Moraes carregou a bola pela direita e tocou para Barata dominar dentro da área já tirando do zagueiro e chutar rasteiro no lado direito de Alemão, que se esticou, sem sucesso. 4 x 0.

A vaca deitou. Panella, que se irritou com os companheiros por não haver opções de jogada, ainda viu belíssima triangulação do time de branco. Dentro da área, Davi tocou para Cidrão, que rolou para Marcel devolver para o companheiro, que fez o corta-luz, deixando Davi frente a frente com o goleiro. Mas, com tanta ânsia pelo gol, acabou isolando a bola por cima.

Feijão, pelo Real, conseguiu dar o troco após receber de Renatinho dentro da área de Gallego, que, por puro reflexo, defendeu o chute à queima-roupa. Mesmo com inúmeros passes errados e falta de movimentação, o Real diminuiu o placar aos 14 minutos, quando Pedrinho lançou Renato, que, livre de marcação na área, chutou forte, sem chances para o goleiro.

Parecia que ambas as equipes estavam satisfeitas com o resultado. O CAV esfriou no ataque, e a bola ficou mais com o Real, que não oferecia perigo algum à meta de Gallego. Panella continuava as tentativas de decisão com Feijão fazendo o pivô, mas o time estava morto. Os atletas da Vila seguiam com algumas boas jogadas de Marcel, Barata e Vitinho. No entanto, a partida terminou mesmo em 4 a 1.

O Real Paulista enfrenta agora o Se Perder Que Se Foda, que derrotou o Primatas por 2 a 0. Já o CAV encara o freguês Elefantes Indomáveis, que fez boa partida contra o Só Resenha, mas foi superado em 4 a 2.

XIV CHUTEIRA DE OURO: GRUPO B: 1ª RODADA

Rabeloska 3 x 1 Mulekes

RABELOSKA VENCE MULEKES COM SUPERIORIDADE


Taticamente superior, equipe faz jus à vitória em uma bela partida

Por Tamires Paulino

A atual edição do Chuteira de Ouro promete. Alguns times se destacaram já na primeira rodada, como é o caso do Rabeloska, que venceu o Mulekes por 3 x 1. Incrivelmente superior, a equipe foi soberana em campo e consolidou um placar que poderia ter sido maior.

A primeira chance de gol foi do Mulekes. Leco, da lateral direita, livrou-se do marcador ao disparar em direção à área. Ele cruzou para Rogerinho, que chutou em cima do goleiro Tassio, bem posicionado. Pouco depois, Gian, da lateral direita, aproximou-se da linha de fundo e bateu em diagonal. O goleiro – que teve boa atuação na partida – espalmou.

Pelo Rabeloska, Maradona bateu firme da entrada da área. Com muito custo, o goleiro Ricardo, de volta ao universo Chuteira, conseguiu mandar a bola por cima do gol. No lance seguinte, porém, Dick Vigarista não desperdiçou. Após cobrança de escanteio, ele subiu mais alto que os zagueiros adversários e, posicionado no segundo pau, cabeceou para o gol. Todavia, não houve muito tempo para comemoração. Giancarlo bateu do meio de campo para o gol e a bola acabou entrando após leve desvio. Foi o último lance do primeiro tempo.

Na volta do intervalo, o Rabeloska partiu com tudo para conseguir a vitória. Já no primeiro lance, Maradona quase colocou sua equipe novamente à frente. Ele bateu do meio de campo e o goleiro estava no canto oposto, e quase não conseguiu trocar de lado, mas alcançou a bola e colocou-a pela linha de fundo.

Mais uma vez, Dick Vigarista foi responsável por marcar o gol do Rabeloska. No lance seguinte, ele recebeu passe na entrada da área e mandou para o gol, fazendo 2 x 1. Por pouco, Rafinha não marcou e acabou com a comemoração do time rubro. O jogador mandou um chute da entrada da área e carimbou em cheio o travessão de Tassio.

Cabe mencionar que ambos os goleiros fizeram boa partida e ajudaram suas equipes a construir o placar. Foram cruciais em lances importantes – fizeram ligações rápidas na recolocação da bola. Também contaram com a sorte em outros momentos e mostraram estar com os reflexos apurados.

Ao longo da partida, o Mulekes teve dificuldade de passar pela marcação do Rabeloska, sem lances claros de conclusão. Assim, acabou levando o terceiro e derradeiro gol. Espaguete, pela lateral esquerda, carregou para a área e tocou para Catatau, que chutou e marcou. O Mulekes ainda teve a chance de diminuir em cobrança de falta da ponta direita com Gian. O goleiro espalmou por cima do gol.

Com a vitória, o Rabeloska inicia bem a Ouro após o baque da derrota na final. No feriado, enfrenta o Bacana, que vem de derrota. Já o Mulekes pegará o Joga 13.

XIV CHUTEIRA DE OURO: GRUPO A: 1ª RODADA

Di Primeira 4 x 5 Arouca

DE VIRADA, AROUCA TRIUNFA SOBRE DI PRIMEIRA


Equipe vermelha surpreende e abre dois gols de vantagem, mas o atual campeão da Ouro não se abate e emplaca boa virada para estrear com vitória

Por Heron Ledon

Quem estava de fora e não acompanhava a partida desde o seu início se surpreendeu ao saber que o Di Primeira fazia 2 a 0 no Arouca. O jogo foi corrido durante todo o tempo, com domínios de jogo para cada equipe por alguns minutos. Dri anotou dois pelo Di Primeira; já a equipe amarela correu atrás do resultado liderada por Renanzinho e Thiaguinho. Resultado: um duelo empolgante, bonito de se ver e que acabou com novo triunfo do Arouca, tal qual no semestre passado por duas vezes.

O atual campeão começou bem a partida, com Renanzinho e Markinhos, que fazia o pivô, trabalhando bem. Este cobrou escanteio para o companheiro chutar por cima do gol, oferecendo perigo a Cadu. O Di Primeira, por sua vez, tentava o arremate com André, rolando para quem vinha de trás, e com Cris, que armava as jogadas da defesa. E foi assim que, aos 10 minutos, saiu o primeiro gol. Cris carregou a bola e rolou para Dri recuar para Lê, que não desperdiçou e estufou as redes. Maurício apenas olhou.

Gol feito e pedido de tempo do Arouca também. O time já não conseguia mais criar como nos primeiros minutos. Mas de nada adiantou. No reinício, Vitão cometeu falta em André. Este rolou para Cris acertar um belo chute no ângulo direito do goleiro, que mais uma vez nem foi na bola.

Esse banho de água fria parece ter acordado o tricolor, que novamente passou a controlar a partida com jogadas rápidas de Renanzinho. O jogo, então, ficou pegado, com forte marcação. E o Di Primeira passou a jogar mais nas roubadas de bola e nos contra-ataques, porém sem claras chances de ampliar o placar.

De tanto insistir, mas pecando no último passe para a finalização, o Arouca desencantou e chegou ao empate nos dois minutos finais. O primeiro veio com ele, Renanzinho, que, após cobrança de escanteio e bola espirrada na área, completou para o gol no canto esquerdo do goleiro. Quem anotou o segundo foi Thiaguinho, que tocou livre para o gol depois de cobrança de lateral de Markinhos. Cadu nada pode fazer e deu lugar a Cuca na segunda etapa.

O Di Primeira sentiu o empate relâmpago. Mas o pior estava por vir. O árbitro autorizou o início do jogo e, logo aos trinta segundos, Dih recebeu lançamento da zaga, dominou sozinho, driblou o goleiro e mandou para o gol. A bola ainda bateu no travessão antes de entrar. Era a virada do Arouca.

Quando os vermelhos pareciam esboçar reação com Val puxando contra-ataque e André rolando para Marcão, que vinha de trás, Lê cometeu uma falta em Marquinhos e levou o amarelo. Com um a menos por dois minutos, não teve como segurar. Orley recebeu dentro da área e rolou para Mota chutar alto e cruzado. Era o quarto do Arouca.

Com um a mais após cartão amarelo para Markinhos, veio um golaço para o Di Primeira aos 9 minutos. Marcão cobrou lateral para Dri, dentro da área, dar um belíssimo voleio. Bola no canto esquerdo do goleiro Mauricio, que sequer teve chances de defendê-la.

A partir daí, a zaga do Arouca teve que trabalhar para suportar a pressão adversária. Eles até conseguiram boas jogadas com Renanzinho, Mota e Veloz, mas pecavam na conclusão do gol ou paravam em algumas boas defesas de Cuca.

E o Di Primeira falhou novamente no cartão. Dessa vez foi Gui quem saiu amarelado e, de fora, viu Thiaguinho fazer um gol polêmico. Após cobrança de lateral, a bola sobrou para ele, que chutou no travessão e saiu. O árbitro estava bem posicionado e deu o quinto gol para o Arouca aos 19 minutos, gerando inúmeras reclamações pelos oponentes.

A partida corria; a equipe vermelha se abateu de vez e já não conseguia mais trocar passes. Atacava na base de lançamentos desesperados para frente. Sem resultados. A não ser no minuto final, quando o zagueiro Ronald cometeu falta em Dri, no bico da área. Os atletas do Di Primeira pediram pênalti, mas diminuíram após Dri receber bola espirrada na cobrança da falta e empurrá-la para o gol. Fim de partida, 5 x 4, e muitas reclamações dos jogadores do Primeira contra o árbitro sobre lances, faltas e pênaltis não marcados.

O Arouca agora se prepara para encarar o Fúria, que tomou um chocolate do My Balls por 7 a 2. O Di Primeira tem dura tarefa contra o Só Resenha, que, com um a menos no segundo tempo, segurou o resultado contra o Elefantes Indomáveis.

XIV CHUTEIRA DE OURO: GRUPO B: 1ª RODADA

Jeremias 6 x 0 MachuPichu

JEREMIAS GOLEIA MACHUPICHU E É LÍDER DO GRUPO B


Equipe marcou, correu e, com o bom saldo de gols, dormirá na liderança

Por Tamires Paulino

Apesar da goleada, a partida entre Jeremias e MachuPichu não teve grandes momentos. O time de Tingão e Preto dominou o jogo e fez com que o resultado de 6 a 0 fosse justo. Porém, quem assistiu ao confronto se surpreendeu com tamanha vantagem adquirida, ainda mais considerando o ritmo morno nos dois tempos.

As equipes pouco criaram até a primeira metade da etapa inicial. A qualidade da partida, a habilidade dos jogadores e a técnica futebolística deixaram a desejar. Em clima frio, o Jeremias conseguiu abrir o placar com Vini, que aproveitou cruzamento da esquerda da área, dominou a bola e bateu para o gol.

Depois do lance, foram exatos sete minutos sem grandes acontecimentos. Presas no meio de campo, as equipes tinham muita dificuldade para chegar no campo de ataque. Com o objetivo de impedir a aproximação do MachuPichu, o Jeremias cometeu diversas faltas, chegando próximo ao limite de oito.

Voltando à partida, Seckler, próximo à linha de fundo, cruzou de primeira para o gol, mas a bola passou à direita. O jogo prosseguiu sem grandes novidades. Contudo, antes do fim do primeiro tempo, o Jeremias ampliou com Roger, em um chute certeiro no alvo.

No segundo tempo, o Jeremias criou mais oportunidades e consolidou sua goleada. A primeira com Felipe, que tocou para Roger na lateral direita bater para o gol, mas a bola saiu pela linha de fundo. Poucos minutos depois, Maurício livrou-se do marcador e cruzou para a área. Alexandre veio de trás e chutou a bola no travessão.

Com tantas tentativas, era possível perceber que o gol do Jeremias estava “maduro”. O terceiro saiu com Preto, que bateu da lateral esquerda para o gol, aumentando a conta para o seu time. Pouco depois, foi a vez de Dunder deixar o seu, o quarto da equipe.

O MachuPichu tentava reagir, mas não conseguia passar pela forte marcação adversária. E, nas poucas vezes que chegou, chutou para fora. Diante do cenário, o Jeremias, então, marcou o quinto. Dunder teve boa visão de jogo e deu passe açucarado para Vini, sozinho dentro da área. Ele driblou o goleiro e mandou a bola para as redes, um belo gol.

A partida já estava próxima do fim, mas ainda houve tempo para Roger fazer mais um, o sexto. O MachuPichu quase marcou o seu gol de honra, mas não conseguiu. Em uma cobrança de falta, Jaú tocou de lado para João, que bateu para o gol, mas o goleiro desviou para fora.

O Jeremias assume a liderança do Grupo B pelo saldo de gols e enfrenta o Arouca Jrs. no dia 7. Já o MachuPichu, lanterna do grupo, tem como próximo adversário o SNG.

XIV CHUTEIRA DE OURO: GRUPO A: 1ª RODADA

Fúria 2 x 7 My Balls

MY BALLS DOMINA FÚRIA E GOLEIA EM ESTREIA NA OURO


Tranquilidade e troca de passes foram fundamentais para a equipe dominar o adversário, que buscava o gol em tentativas desesperadas ao ataque

Por Heron Ledon

Foi um famoso chocolate. Desde os primeiros minutos, o Fúria assistiu ao toque de bola dos jogadores do My Balls. A calma e a coletividade ao jogar futebol foram os pontos-chave da equipe branca e azul. Apesar de uma partida pegada em marcação, o Fúria criou pouquíssimas chances de gol e não mostrou poder de reação ao ver o jogo dominado pelo adversário.

Bastaram dois minutos de bola rolando para que o My Balls abrisse o placar. E foi com um golaço. Nó, em cobrança de falta na intermediária, colocou a gorduchinha no ângulo esquerdo do goleiro Jé, que não se moveu embaixo da trave.

O Fúria dava impressão de que reagiria, pois Rodrigo Sapienza desperdiçou clara chance de gol após tabelar com Fábio e, cara a cara com o goleiro, bateu a bola por cima do travessão. A equipe seguia os ataques com ambos os jogadores e com Bruno Cicotelli.

Mas, como quem não faz toma, aos 10 minutos, em ataque pelo meio, a bola sobrou na área para Bruno Sobral chutar no alto na parte esquerda do gol. 2 x 0. O Fúria, então, se perdeu em quadra. Seus ataques pareciam não ter objetivo, e os atletas jogavam-se sem organização ao campo do oponente.

O My Balls, que avançava com Paulinho, Ale e Bruno, ainda teve uma bola na trave, após receber um passe dentro da meta adversária e carimbar o poste direito de Jé. A cada chance de gol ou bola tirada, os atletas vibravam e comemoravam como se ampliassem o marcador.

E ampliaram. Não só uma vez. Aos 17, Fernando Souto chutou do bico da área, obrigando Jé a fazer boa defesa. Porém, ele não pode evitar o rebote de Nó, que anotou seu segundo gol. O Fúria pediu tempo, mas, já na volta, Bruno também quis marcar novamente. Ale virou o jogo da ponta esquerda para a direita para o camisa 14 chutar rasteiro de primeira no contrapé do arqueiro. 4 x 0.

Quatro gols emplacados, e o Fúria sequer ameaçava sair do zero. Sem criatividade no ataque, as poucas jogadas que fazia paravam na zaga oponente. O goleiro Leandro, do My Balls, pouco defendeu, mas se destacou por seus lançamentos precisos aos atacantes.

A volta para o segundo tempo não teve novidades. O My Balls cadenciava o jogo e o time preto e vermelho seguia apático. Tanto é verdade que, aos 7 minutos, o goleiro Jé aceitou o quinto gol. Lucas Manzano roubou a bola, de fora da área, e bateu rasteiro com pouca força no canto direito do gol. Jé chegou a tocar na bola, mas não o suficiente.

O Fúria prosseguia com seus ataques sem criatividade, mas, já abalada, viu seu goleiro aceitar mais um. Paulinho recebeu passe na intermediária esquerda e bateu, a meia altura, no canto direito de Jé. A bola novamente tocou nas mãos do goleiro antes de entrar.

Aos 16 minutos, após uma bola raspada no travessão do My Balls, o Fúria, enfim, desenferrujou. Sucão, em cobrança de falta de frente para a meta, mandou a bola no canto esquerdo de Leandro, que não evitou o gol. Duas voltas no relógio e, depois do goleiro defender bola rebatida, Fábio completou e fez o segundo do Fúria.

O My Balls pediu parada técnica para esfriar o jogo, mas o Fúria se jogou de vez ao ataque. Até criava boas chances de gol com Bruno Cicotelli, Fábio e Adriano Motta, no entanto deixavam a desejar no momento da finalização.

O jogo prosseguiu nesse ritmo, com a equipe branca, já satisfeita com o resultado, segurando mais a bola. Houve, ainda, tempo para, aos 23, Paulinho receber bola dentro da área, livre de marcação, e tocar para Pipi – mais livre ainda –, completar de letra um gol em alto estilo. O goleiro sequer foi na bola.

O oitavo só não saiu porque Fernando Souto, cara a cara com o goleiro, dentro da meta, isolou a bola por cima do gol – e isolou literalmente, pois ela foi para fora da quadra. Fim de jogo, e o Fúria completamente abatido e pensando se não será dessa vez que a Prata chegará.

O próximo duelo do My Balls é contra o desfalcado Primatas, que perdeu Ricardo e Tieppo na derrota por 2 a 0 contra o Que Se Foda. Já o Fúria terá de reagir diante do Arouca, que venceu por 5 a 4 de virada a equipe do Di Primeira.

XIV CHUTEIRA DE OURO: GRUPO B: 1ª RODADA

Fiorella 2 x 0 Bacana

FIORELLA COMEÇA COM O PÉ DIREITO E VENCE O AZARADO BACANA


Time marcou dois gols e contou com a sorte para ver o adversário perder diversas oportunidades

Por Tamires Paulino

No último jogo da tarde da Ouro, Bacana e o Fiorella entraram em campo para mostrar as reais intenções das equipes para a atual disputa. Após temporada fraca no primeiro semestre, buscavam a vitória para encaixar uma boa sequencia que afaste a má fase. Mas quem contou com a sorte foi o time de Tavano, que venceu por 2 x 0 e somou seus três primeiros pontos na competição.

O Bacana foi quem teve a primeira boa oportunidade na partida. Rômulo tocou para João na entrada da área, que bateu para fora. No lance seguinte, o Fiorella tentou com Robson, que bateu de longe, da intermediária, mas a bola saiu à esquerda pela linha de fundo. Na sequência, Rogério não desperdiçou e abriu o placar para a sua equipe.

O Fiorella continuou com as jogadas ofensivas. Robson recebeu no campo de defesa, fez jogada individual e carregou a bola até o campo de ataque, mas acabou mandando-a por cima do gol. O Bacana também teve uma boa oportunidade com Leandro, em falta pela lateral direita tocada para Rômulo, que bateu firme para uma bela defesa do goleiro. Porém, quem marcou foi o Fiorella. Tigu bateu em diagonal pela direita e o goleiro Daniel falhou num lance que poderia ser defendido com facilidade.

Ambas as equipes criaram boas chances ainda no primeiro tempo. Pelo Bacana, Iuri bateu da lateral direita para o gol e quase acertou o ângulo esquerdo – a bola tirou tinta da trave. Pelo Fiorella, Maurício chegou no ataque mais rápido que a zaga adversária, mas cabeceou no canto direito, mas o goleiro se atirou para evitar o gol e mandou a bola pela linha de fundo.

No segundo tempo, o Fiorella praticamente não atacou. O Bacana aproveitou para crescer e buscar a vitória. Definitivamente, a equipe não estava com sorte. Mas foi o Fiorella quem chegou com perigo. Robson estava de frente para o goleiro, chutou e acertou o canto da trave direita. Depois, Tigu roubou a bola e correu em direção ao ataque, ficando contra o zagueiro do Bacana, que caiu à sua frente e travou a jogada. O árbitro marcou falta e João cobrou na barreira. Pouco depois, após um lateral cobrado por Robson, cabeçada à direita do gol.

A partir daí, o Bacana desperdiçou uma série de oportunidades. Primeiro com Felipe, que da ponta esquerda da área mandou por cima da meta. Em seguida, Iuri, posicionado no segundo pau, conseguiu espaço para cabecear, mas a bola saiu. João também tentou, mas mandou a redonda pelo lado de fora da rede. Sem explicações, simplesmente não entrava. Incrédulos, os jogadores do Bacana viram o árbitro apitar o fim da partida e acabar com suas esperanças de virada.

Com a vitória, o Fiorella assume a quarta colocação. Na próxima rodada enfrenta o É Verdadeee. Já o Bacana tenta melhor sorte contra o Rabeloska.
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