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CHUTEIRA NEWS: XIII CHUTEIRA DE OURO: 2ª RODADA

XIII CHUTEIRA DE OURO: 2ª RODADA: GRUPO B

Bacana 4 x 4 Elefantes Indomáveis

BACANA E ELEFANTES EMPATAM E CONTINUAM SEM VENCER


Equipe grená chegou a ficar em vantagem de 4 x 2, mas o time de André Plec buscou e empatou no último minuto de jogo

Por Luiz Nascimento

Após estrear com derrota para o Bufalos por 3 x 0, o Bacana apenas empatou com o Elefantes Indomáveis, que também tentava se recuperar de um revés: a goleada de 6 x 3 para o Fiorella Brasil. A equipe grená esteve atrás no placar por duas vezes, conseguiu virar a partida para 4 x 2, porém, o time de laranja e branco foi buscar o empate no último minuto com André Plec, o destaque do plantel. Kiwi foi o grande responsável pela reação do Bacana, sendo que Daniel Teske e André se sobressaíram com a camisa do Elefantes.

A primeira chance do jogo saiu dos pés de Izique, do Bacana, que bateu cruzado e tirou tinta da trave esquerda do goleiro Spiga. O Elefantes reagiu no minuto seguinte, quando André Plec recebeu cruzamento da esquerda e cabeceou para segura defesa do arqueiro Guido. Apesar do equilíbrio, logo aos 4 minutos a rede já balançava. Dani cobrou escanteio pela esquerda e André Plec cabeceou forte no ângulo, sem chances para o goleiro, abrindo o placar para o Elefantes.

O Bacana tentou responder rápido e, aos 6 minutos, chegou com Napolitano que, da entrada da área, bateu cruzado, levando perigo à meta laranja e branca. No minuto seguinte foi a vez de André Plec tentar ampliar, exigindo boa defesa de Guido, após cabeçada aproveitando a confusão na zaga do Bacana. O Elefantes dominava a partida, tinha mais posse de bola e apostava em jogadas de velocidade com André.

O Bacana explorava os contragolpes e chegou por duas vezes. Kiwi arriscou do meio de campo e Spiga defendeu em dois tempos. Rafael subiu ao campo de ataque com velocidade, driblou dois defensores, mas parou na boa saída do goleiro. O empate grená só veio aos 11 minutos, quando Antonelli recebeu no bico direito da área e bateu cruzado à meia altura, sem chances para o goleiro Spiga.

No entanto, o jogo era muito movimentado, e mal houve tempo de comemoração para o Bacana. No minuto seguinte, André Plec foi à linha de fundo pela esquerda, bateu cruzado rasteiro, a bola passou por quase toda a extensão da linha do gol e Richard apareceu apenas para fuzilar ao fundo das redes. Após mais um gol sofrido, o Bacana adiantou sua marcação, tentando empurrar o Elefantes para seu campo de defesa, mas era a equipe de André que seguia melhor.

O Bacana voltou a aparecer aos 16 minutos, quando Antonelli arriscou um forte chute da esquerda, e Spiga espalmou para fora. A essa altura, poucas chances de gol eram criadas para ambos os lados. Eis que, aos 19 minutos, Kiwi recebeu boa bola pela direita e bateu cruzado, surpreendendo o goleiro, que nada pôde fazer. Um belo gol do Bacana. O primeiro tempo seguiu bem disputado até o intervalo, com boas chances de Fábio e Richard para o Elefantes, e de Lê Leme e Kiwi para o Bacana.

A equipe grená voltou com tudo para a segunda etapa. Tanto é que, logo aos 15 segundos de bola rolando, Antonelli perdeu um gol feito, perdendo a chance de empurrar a bola para o fundo do gol, após confusão na área do Elefantes. No minuto seguinte, Dehemur arriscou da esquerda e Spiga segurou firme. Aos 3 minutos foi a vez de Kiwi avançar pelo meio, limpar o defensor e bater forte, fazendo a bola explodir no travessão. O Elefantes Indomáveis não conseguia finalizar, e o Bacana era mais objetivo na partida.

A superioridade do Bacana só se converteu em gol aos 5 minutos, quando Thomas cometeu pênalti. Rômulo foi para a cobrança tranquilo: bola no meio do gol, goleiro para a esquerda. A partir do gol o jogo ficou mais truncado, preso no meio-de-campo, com poucas chances pra os dois lados. O Bacana apareceu bem em duas oportunidades com Lê Leme aos 17 minutos. Primeiro em uma bomba à queima roupa, que Spiga salvou. Depois, em um belo chute da intermediária, que tirou tinta do poste esquerdo da meta do Elefantes.

Com 10 minutos de segundo tempo a garoa começou a dar as caras - e com ela as chances de gol diminuíram. Aos 15 minutos, em um ataque do Elefantes, os jogadores de laranja e branco pediram pênalti, os árbitros nada marcaram. No contra-ataque, Antonelli desceu livre pela esquerda e fuzilou cruzado, marcando mais um gol para o Bacana. Logo após o gol o Elefantes tentou partir com tudo para frente, apostando no tudo ou nada.

Tanto é que, aos 19 minutos, Richard desceu rápido pelo meio, abriu para a esquerda e Diego só empurrou para o fundo do gol. Quando a partida já parecia terminada, Daniel Teske cobrou lateral pela esquerda e André Plec fuzilou para as redes, sem qualquer chance para o goleiro Guido, dando números finais à partida: 4 x 4. Na próxima rodada ambos os times entram em quadra atrás de sua primeira vitória. O Bacana enfrenta o CAV no primeiro jogo do sábado, e o Elefantes Indomáveis encara o The Veras, outro que não venceu ainda na competição.

XIII CHUTEIRA DE OURO: 2ª RODADA: GRUPO A

Real Paulista 1 x 0 Arouca Jrs.

REAL PAULISTA RETOMA CAMINHO DAS VITÓRIAS CONTRA AROUCA JRS.


Em jogo duro e de forte marcação, Real conseguiu marcar o único gol da peleja após falha da zaga arouquense

Por Bruno Viotti

No primeiro jogo do Grupo A, Arouquinha e Real Paulista entraram em quadra para realizar um confronto um tanto quanto defensivo. As marcações ditaram o ritmo, deixando o jogo com alguns bons minutos sem ataques efetivos. No entanto, sem grande poder ofensivo, qualquer falha ao longo do jogo poderia definir o resultado. Sorte do Real Paulista, que aproveitou e marcou um gol sofrido com Panela, garantindo os três pontos.

O Real Paulista entrou em campo com Marquinhos e Marcinho na zaga, Pedrinho recuado no meio, Thiaguinho aberto pela direita, Luizinho compondo o meio e Panela no ataque. Já o Arouca Jrs. contava com Noal e Leozinho no setor ofensivo. Galizé armava as jogadas no meio, Wellington atuava mais recuado, enquanto Deh e Gothardo cuidavam da retaguarda.

As equipes passaram alguns minutos no início trocando passes na defesa e estudando as movimentações dos adversários. A primeira boa chance aconteceu em cobrança de falta do Arouca Jrs. pela esquerda: Noal bateu com perigo e Luizinho afastou antes de chegar ao gol. Sem pestanejar, o Real logo deu a resposta com Cadú, que recebeu bom passe de Marquinhos e chutou forte por cima. Depois, Thiaguinho apareceu pelo meio, girou e passou pela marcação, mas pegou mal na bola e mandou para fora.

O grande empecilho para o sucesso das investidas ofensivas do Arouca Jrs. era, de fato, a dupla formada por Marquinhos e Marcinho. Os dois eram soberanos em todas as divididas com os atacantes adversários, diminuindo bastante o perigo ao gol de Alemão. Na metade da primeira etapa, as principais ações eram tomadas pelo Real Paulista. Em boa chance, Cadú recebeu passe na esquerda e, livre, bateu cruzado para defesa do goleiro. No rebote, Lê quase completou, mas não conseguiu alcançar. Todavia, o Arouca Jrs. também aprontava das suas no campo ofensivo, apesar de encontrar dificuldades para chegar até lá. A presença de Nelsinho no ataque era motivo de preocupação para a defesa adversária. Já em lance oportuno, Washington avançou pela esquerda e rolou para trás, o capitão Galizé dominou e bateu cruzado para fora.

Já no final da primeira etapa, as equipes continuavam a esbarrar na forte marcação. A última chance do Real Paulista aconteceu com Marquinhos, que chutou forte da direita para boa defesa do arqueiro; no rebote, Lê chutou no outro canto e o arqueiro fez outra grande defesa. Do lado do Arouca Jrs., Washington avançou pela direita e, na hora da finalização, acabou desarmado.

No segundo tempo, o Arouquinha começou indo para cima com Noal e Galizé. O primeiro arriscou de longe e mandou à esquerda da meta. Já o segundo aproveitou sobra no meio e encheu o pé para boa defesa de Alemão. Só que o ataque não contava com o que aconteceria em seguida. Após falha do zagueiro do Arouca Jrs. pela direita, Panela recuperou a posse, tentou driblar o goleiro e chutou rasteiro para abrir o placar aos 3 minutos.

O Arouca Jrs. tentou igualar o placar com Leozinho, que recebeu no meio, girou e chutou, mas Alemão caiu e defendeu. Sem opções, o Real manteve a mesma postura tática após o gol: uma defesa sólida. E até chegou mais ao gol do que o Arouca Jrs. Em uma das oportunidades, Panela tabelou com Lê e recebeu no meio, mas bateu à direita.

No final da peleja, Galizé destacou-se como a principal arma ofensiva arouquense. Ao armar boa jogada pela esquerda, o camisa 14 tocou para Gothardo na frente, que chutou rasteiro, mas Alemão caiu e espalmou. Depois, Nelsinho tentou criar jogada pelo meio, limpou o lance, mas mandou para fora. Por fim, o mesmo Gothardo caiu pela direita e chutou forte, mas errou o alvo. O ritmo do jogo continuou truncado até o apito final, comemorado pelo time do Real.

O Real Paulista consegue o primeiro resultado positivo da temporada e não deixa que os líderes se afastem na tabela. Na próxima rodada, o time encara o atual campeão Mulekes. Já o Arouca Jrs. deve ligar o sinal de alerta. Apesar de disputar dois jogos bem pegados, já são duas derrotas. Muito pouco para um time que fez boa campanha no torneio anterior. No próximo sábado, o adversário é o Roleta Russa Olímpico, naquele que já está sendo chamado de ‘jogo da morte’.

XIII CHUTEIRA DE OURO: 2ª RODADA: GRUPO B

Bufalos 1 x 6 CAV

CAV GOLEIA BUFALOS E SEGUE ARRASADOR


Com segundo tempo avassalador, equipe caveira goleou os azuis e brancos, com ótimas exibições de Caio Fleischmann e Fernando Cidrão

Por Luiz Nascimento

Após estrear com uma boa vitória sobre o Jeremias por 3 x 1, o CAV entrou em quadra disposto a conquistar seu segundo triunfo. Mais três pontos vieram em uma vitória maiúscula sobre o Bufalos por 6 x 1. Caio Fleischmann e Fernando Cidrão fizeram a diferença para o CAV, que construiu a goleada com um segundo tempo impecável. O Bufalos, por sua vez, mostrou que ainda sofre com a renovação do elenco e a falta de entrosamento, tendo que jogar na base da raça. A equipe azul e branca soma sua primeira derrota na competição, já que estreou com vitória sobre o Bacana.

A partida mal começou e o CAV já se atirava ao ataque, tentando botar pressão. E foi dessa forma que a equipe caveira abriu o placar, logo aos 3 minutos. Fernando Cidrão recebeu a bola no miolo da área, ajeitou e fuzilou para o fundo das redes, sem chances para o goleiro Cabinha. O Bufalos sentiu o gol sofrido, tentou apertar a marcação, mas encontrava muita dificuldade para sair jogando.

Aos 5 minutos, Cidrão tentou marcar seu segundo gol, arriscando da intermediária e a bola passando rente ao poste direito. A primeira finalização do Bufalos só aconteceu aos 6 minutos, quando Kaike arriscou do meio de campo e tirou tinta da trave esquerda do gol de Quinta. O Bufalos ia chegando aos poucos no campo de ataque. Porém, o CAV ainda dominava. Aos 10 minutos, mais uma excelente chance da equipe caveira: Fernando Cidrão domina na meia, gira, limpa dois defensores e finaliza com força, Quinta se esticou todo e salvou na ponta dos dedos.

Como o Bufalos passou a adiantar sua marcação, o CAV começou a encontrar dificuldades para chegar ao ataque. Com isso, a partida ficou muito congestionada no meio. Uma boa chance só voltou a aparecer aos 17 minutos. Victor, do Bufalos, roubou a bola no ataque, passou da intermediária e bateu rasteiro, na saída do goleiro Quinta, empatando a partida. O CAV tentou ser mais ofensivo, enquanto o Bufalos explorava os contragolpes, mas o jogo perdeu em velocidade.

A chuva começou a cair com força perto dos 19 minutos. E foi aos 24 da primeira etapa que Bettoni cobrou falta do meio, a bola desviou na barreira e matou o goleiro, indo morrer no canto esquerdo baixo da meta do Bufalos. Era o CAV novamente em vantagem na partida. O jogo foi para o intervalo e o CAV se animou com o tento. Tanto que, logo aos 2 do segundo tempo, saiu mais um: Caio aproveitou confusão na área e deixou o seu primeiro. Os jogadores do Bufalos ainda pediram falta sobre um de seus defensores, mas o árbitro apontou o centro da quadra.

O CAV entrou no segundo tempo com tudo, muito mais ofensivo, pressionando a defesa do Bufalos. Aos 8 minutos, um golaço da equipe caveira. Fernando Cidrão arriscou um belo chute do meio e a bola foi morrer no ângulo esquerdo do gol do Bufalos. A chuva não parava, assim como a pressão do CAV. Aos 11 minutos, Cidrão foi ao fundo, levantou no meio da área para Caio apenas empurrar para o fundo do barbante. O goleiro nada pôde fazer.

O Bufalos só foi equilibrar o jogo aos 16 minutos, quando começou a se lançar mais ao ataque e arriscar algumas finalizações. No entanto, o time mostrava muita dificuldade na troca de passes. A renovação do elenco para este ano deixa evidente a falta de entrosamento da equipe. O CAV ainda recuou um pouco, administrando o resultado, mas, mesmo assim, o Bufalos não soube aproveitar. A equipe caveira fechou o caixão aos 21 minutos, quando Diogo Moraes pegou rebote na área, aproveitou que o goleiro estava com a visão comprometida e mandou a bola para o fundo do gol, dando números finais à partida: 6 x 1.

Após a goleada, e a segunda vitória no campeonato, o CAV tem pela frente o Bacana, abrindo a terceira rodada. Por outro lado, o Bufalos tenta reencontrar o caminho das vitórias ao enfrentar o SPQSF, que ainda não perdeu, mas também não ganhou.

XIII CHUTEIRA DE OURO: 2ª RODADA: GRUPO A

SNG 2 x 1 MachuPichu

SNG VENCE MAIS UMA E CONSOLIDA-SE NO TOPO


Em duelo pegado e com muita raça, SNG abriu o placar logo no início; no entanto, o MachuPichu não se intimidou e deu trabalho para o time de Renê

Por Bruno Viotti

SNG e MachuPichu protagonizaram um daqueles “duelos de titãs”. Ambos venceram suas primeiras partidas e realizavam um confronto direto para ficar mais perto da liderança. Sem pestanejar, o SNG saiu na frente, mas encarou certa pressão de Seckler e seus companheiros durante a partida. Mesmo assim, o jogo foi equilibrado e contou com muita chuva – e gols no final, para testar qualquer cardíaco.

O SNG entrou em campo com Renê atuando na frente, Felipe Augusto e Biro apoiando pelos lados. Além disso, Léo ficava mais atrás, enquanto Ronei compunha o meio, e Allan fazia uma transição entre meio e defesa. Já o MachuPichu apareceu com Gui e João no ataque, Seckler avançando pelo meio, Tebas voltando para marcar e Raphael e PH no sistema defensivo.

A peleja começou e o SNG logo foi para cima. Primeiro com Biro, que arriscou de longe para boa defesa de Pipo. Em seguida, logo aos 2 minutos, Allan cobrou escanteio e Léo apareceu na segunda trave para cabecear com força e abrir o placar.

Depois do gol, o MachuPichu colocou a cabeça no lugar e passou a equilibrar as ações, mas sem esquecer o foco na defesa, que ofereceu bastante resistência às investidas ofensivas do SNG durante o jogo. Na primeira oportunidade perigosa, após cobrança de escanteio, Gui pegou de primeira e mandou à direita. Em seguida, Seckler armou contra-ataque e correu o campo inteiro, mas o arqueiro Bruno Dantas estava atento e saiu de carrinho para aliviar.

O SNG, no geral, mostrava-se um time bem ofensivo e sabia fazer bom uso de sua característica. Pressionava o MachuPichu como podia no ataque. No entanto, deixava espaços abertos para que Seckler, João e Tebas fizessem a festa para preocupar a defesa adversária.

Ao longo do primeiro tempo, o MachuPichu começou a tomar as principais ações no jogo, principalmente no meio-campo. Em boa oportunidade, Tebas cobrou lateral e João apareceu sozinho, mas errou o tempo de bola. Todavia, dominar as ações não significa dominar o jogo. Sabendo que a marcação do MachuPichu era dura pelo meio, o SNG começou a apostar no jogo aéreo. E quase marcou em escanteio cobrado por Tejeda, no qual Léo – ele, mais uma vez – subiu e cabeceou para fora.

Já na parte final da primeira etapa, o Machupichu voltou a ficar na defensiva, mas pressionava a saída de bola do SNG, que passou a atacar mais e voltou a equilibrar as ações no jogo. Assim, Allan recebeu bom passe na esquerda, ajeitou e chutou forte na rede, mas por fora. Em contrapartida, Seckler avançou pela direita e chutou forte à direita.

Na segunda etapa, com direito a uma chuva daquelas, Seckler continuou a ser a principal opção ofensiva do MachuPichu. Já o SNG começou com tudo. Na primeira oportunidade, Ronei caiu pela esquerda e chutou forte para boa defesa de Pipo. Em seguida, após escanteio, Léo subiu soberano na área e cabeceou para fora.

Sem desanimar, o MachuPichu corria atrás do resultado, não só com Seckler, mas também com Cirota. Tebas cobrou lateral e o camisa 11 raspou a cabeça na bola, mas Bruno Dantas se jogou e espalmou. Já na metade do segundo tempo, o SNG encontrava dificuldades para romper a barreira defensiva do Machupichu, que marcava desde o campo ofensivo. Mesmo assim, o time de Léo continuava a insistir nas bolas aéreas. Na primeira, Renê antecipou a zaga e mergulhou, mas mandou à esquerda. Depois, Tejeda cobrou escanteio e Allan pegou de primeira para mandar por cima.

Foi então que, nos minutos finais da peleja, o SNG finalmente conseguiu aliviar um pouco a pressão de vencer apenas por um gol de diferença. Após lançamento da defesa, zaga e goleiro do MachuPichu tentaram cortar a bola, mas Tejeda protegeu, girou e chutou para marcar o segundo tento. No entanto, a alegria durou pouco. Poucos momentos depois, após cobrança de escanteio, Ricci apareceu na segunda trave para cabecear, Bruno Dantas tentou defender, mas a bola acabou entrando, para deixar em 2 x 1.

Depois do gol, o clima ficou tenso. O MachuPichu tentava chegar, mas o SNG endureceu a marcação e levou assim até o apito final. Com a vitória, o SNG chega, mais uma vez, para brigar pela liderança do grupo. Entretanto, ocupa a segunda posição devido ao saldo de gols do Rabeloska. Na próxima rodada, o confronto é contra o Di Primeira. Já o Machupichu tentou, mas não deu. Jogou bem, e não deve baixar a cabeça para o jogo do próximo sábado, contra o Rabeloska.

XIII CHUTEIRA DE OURO: 2ª RODADA: GRUPO B

SPQSF 2 x 2 Jeremias

JEREMIAS ARRANCA EMPATE COM SPQSF NO ÚLTIMO MINUTO


Em jogo muito disputado – e debaixo de forte chuva –, Jeremias chegou a ficar atrás no placar por duas vezes, mas conseguiu empate no fim>

Por Luiz Nascimento

Depois de estrear no campeonato com derrota por 3 x 0 para o Bufalos, o Jeremias teve de suar a camisa para empatar com o SPQSF. A equipe alviverde, que empatou com o Só Resenha na rodada inaugural por 5 x 5, esteve à frente no placar por duas vezes, com gols de Mazonni e Di Dicredo. No entanto, o Jeremias não se deu por vencido até o último minuto de jogo, e conseguiu o empate por 2 x 2 com Maurício e Camillinho.

O SPQSF entrou com tudo na partida e, logo aos 36 segundos, já levou perigo com Marinho, que exigiu uma ótima defesa de Luiz Gustavo. O Jeremias marcava em cima, porém, a equipe alviverde apostava na velocidade. Aos 2 minutos, Portuga arriscou da direita e a bola passou raspando o travessão. A chuva não parava de cair, enquanto o jogo seguia muito movimentado, mas com poucas chances de gol para os dois lados. De um lado, o SPQSF apostava numa rápida troca de passes. Do outro, o Jeremias impunha uma marcação cerrada, homem a homem.

Outra boa chance de gol só foi aparecer aos 8 minutos, quando Guilherme arriscou da direita e Guto se atirou para a esquerda, fazendo uma excelente defesa, espalmando para fora. A jogada animou o Jeremias, que passou a atacar mais. Porém, em uma dessas descidas, o SPQSF aproveitou o contragolpe. Aos 13 minutos, Mazonni girou bonito na frente da área e fuzilou à esquerda do goleiro Luiz Gustavo, sem qualquer chance de defesa, abrindo o placar para o time alviverde.

Após o gol, o SPQSF retomou o domínio da partida, voltando a criar mais chances. Porém, o jogo perdeu em velocidade, mas seguia muito truncado, disputado palmo a palmo. O Jeremias voltou a finalizar só aos 16 minutos, quando João caiu pela direita e bateu cruzado, acertando o poste direito do goleiro Guto. Aos 21 minutos o goleiro Serafim, que havia acabado de entrar no time do SPQSF, fez milagre em uma boa descida de Maurício. Nos minutos finais da primeira etapa, o Jeremias adiantou sua marcação e tentou colocar pressão, mas não conseguiu finalizar.

Veio o segundo tempo e, logo aos 9 segundos, Camillinho já chutou rente à trave direita, dando indícios de que o Jeremias vinha mais ofensivo. Um minuto mais tarde o mesmo Camillinho fintou um defensor na intermediária e finalizou perto da trave esquerda. Aos 2 minutos foi a vez de Maurício roubar a bola pela direita e cruzar para Guilherme, que parou na boa saída do arqueiro Serafim. Não demorou muito para o Jeremias balançar as redes.

Aos 4 minutos, Camillinho cruzou pela esquerda e Maurício apareceu na área apenas para empurrar para o fundo do barbante, matando o goleiro Serafim. A chuva não dava trégua e o Jeremias seguia na pressão. Aos 7 minutos, Guilherme cobrou falta pela esquerda e Serafim foi buscar no ângulo direito. O SPQSF só foi responder aos 10 minutos, quando Portuga desceu com tudo pela direita, passou por dois marcadores e bateu cruzado, exigindo uma difícil defesa de Luiz Gustavo.

Aos 13 minutos, Mazoni girou na frente da área e bateu forte, exigindo outra excelente defesa do goleiro Luiz Gustavo, que teve de se esticar todo para espalmar no canto direito baixo. O jogo ficou equilibrado, mas um pouco lento. O SPQSF cresceu e tratou de se colocar à frente no placar novamente, aos 16 minutos. Di Dicredo aproveitou o vacilo da zaga adversária na entrada da área e fuzilou de primeira, no canto direito baixo do arqueiro Luiz Gustavo.

A chuva não parava de cair, e o Jeremias partiu para o tudo ou nada. Camillinho perdeu um gol feito aos 17 minutos. Danilo arriscou de longe aos 19 minutos, levando perigo. No entanto, o gol de empate só sairia no último minuto. Quando os reservas do SPQSF já pediam o final da partida, Roger recebeu pela direita, limpou o defensor à sua frente e mandou um balaço, marcando um belo gol - fechando o placar. Era o empate do Jeremias em dois tentos.

O Jeremias volta a quadra na segunda partida de sábado, quando busca sua primeira vitória na competição contra o Arouca. Já o SPQSF também tentará obter seu primeiro triunfo, desta vez contra o Bufalos.

XIII CHUTEIRA DE OURO: 2ª RODADA: GRUPO A

Di Primeira 3 x 2 Roleta Russa Olímpico

DI PRIMEIRA SUPERA ROLETINHA E CONQUISTA PRIMEIRA VITÓRIA


Com dois gols de Dri Ferreira e grande atuação de Ferrugem, time foi superior ao adversário

Por Bruno Viotti

A chuva realmente não dava trégua. Começou como uma garoa e ficou forte ao longo da tarde. Este era o cenário para o confronto entre Di Primeira e Roletinha. Ambos vinham de derrota e procuravam os três pontos na segunda rodada. Assim, em jogo equilibrado, quem se deu bem foi o Di Primeira, que contou com a presença do artilheiro Dri para marcar dois gols, além do arqueiro Ferrugem, que certamente deixou Folha com uma pulga atrás da orelha.

O Di Primeira entrou em campo com uma formação que pretendia dominar o meio-campo. Dri encontrava-se mais à frente, enquanto Simon, Dadinho e Cris compunham o meio e apoiavam o ataque. Já o Roleta apresentava esquema tático parecido – com apenas Folha na frente. No entanto, a mudança era no meio: Brian sempre apoiava o atacante. Já Ceron começou no meio e recuou. Por fim, Kuminha fazia uma dupla função ao subir nos ataques e voltar para marcar.

O Di Primeira começou com uma postura mais ofensiva. No primeiro ataque, Cris e Dadinho tabelaram, e o camisa 5 chutou no canto direito, mas Edu espalmou. Depois, Dadinho recebeu bom passe de Simon na frente, mas mandou à esquerda. Já o Roletinha, que ficava mais atrás e aguardava os contra-ataques, logo viu sua tática falhar, quando Lê aproveitou rebote e mandou um passe no meio de dois marcadores para encontrar Dri na esquerda, o camisa 2 bateu cruzado e abriu o placar.

Com o gol, o Di Primeira continuou a fazer volume no meio-campo. No entanto, o Roleta partiu para cima e logo criou boas oportunidades. Kuminha recebeu passe na esquerda, cortou para o meio e chutou, mas Ferrugem caiu e segurou. Depois, Brian interceptou passe no meio e arriscou, mas Lê desviou. Por fim, a redenção. Em jogada ofensiva, Kuba aproveitou sobra no meio-campo e arriscou de longe, a bola desviou no meio do caminho e morreu no canto esquerdo. Estava tudo empatado.

Se a chuva durou bastante, a alegria do Roletinha não seguiu o mesmo caminho. Logo na saída do meio-campo, Cris recebeu passe curto na esquerda e mandou um petardo no canto direito de Edu, que pareceu surpreso com o chute, mas nada pôde fazer. O Di Primeira retomava a dianteira no placar.

O Roletinha novamente voltou ao campo de ataque. Kuba desarmou o zagueiro e bateu de bico à direita. Dessa forma, prevendo as perigosas ações adversárias, o Di Primeira reforçou a marcação por pressão no campo defensivo do Roleta. No entanto, a estratégia não funcionou como deveria. Em novo ataque, Folha recebeu bom passe na frente, ajeitou para a esquerda e bateu no canto esquerdo de Ferrugem para empatar.

Apesar de tentar ter o domínio do meio, o Di Primeira enfrentava um grave problema na ligação entre o meio e o ataque. Dri estava bem isolado na frente, o que dificultava a criação de jogadas. O mesmo acontecia com o Roleta, mas Folha contava com apoio mais veloz do meio.

Para resolver o problema, André Luis entrou no Di Primeira e ficou ao lado de Dri na frente. Com isso, no fim do primeiro tempo, o Di Primeira ainda teve grande oportunidade com seus dois atacantes. Após tabela, André Luis quase fez, mas não conseguiu dominar e a zaga afastou.

No entanto, a dupla demonstrou que realmente funcionaria no segundo tempo. Com cinco minutos, a zaga do Olímpico afastou mal, André Luis recuperou a posse e tocou para Dri, que girou e bateu de perna esquerda no canto esquerdo, para colocar o Di Primeira na frente.

Foi então que o Di Primeira contou com outro grande nome: Ferrugem. O arqueiro, que já se destacava no jogo, passou a realizar grandes defesas constantemente, como na cabeçada de Pina no canto direito, onde caiu e espalmou, e no chute de Brian, que avançou pelo meio e chutou forte para outra rebatida de Ferrugem.

Mesmo com a vantagem, o Di Primeira não poderia se descuidar. O jogo estava equilibrado e qualquer descuido poderia causar o empate. O Roleta, que procurava desesperadamente um gol, foi para cima com Brian e Catatau. Em duas oportunidades, Brian avançou pela esquerda e recebeu boas bolas. No entanto, na primeira, Ferrugem defendeu; já na segunda, errou o alvo. Já Catatau tabelou com Kuminha e bateu cruzado, mas Ferrugem defendeu com o pé. Por fim, Folha dominou no meio e chutou, Ferrugem rebateu e a zaga afastou, colocando um ponto final no jogo.

Com a vitória, o Di Primeira mostrou que tem time para chegar ao caneco. No entanto, precisa vencer o SNG para crescer na competição. Já o Roletinha deve levantar a cabeça, pois nada está perdido, e trabalhar para ganhar do Arouca Jrs. no próximo sábado.

XIII CHUTEIRA DE OURO: 2ª RODADA: GRUPO B

Arouca 5 x 3 Só Resenha

DE NOVO NO SUFOCO, AROUCA VENCE A SEGUNDA


Sob forte chuva, Arouca domina a segunda etapa e vira pra cima do freguês Resenha

Por Luiz Nascimento

A exemplo da rodada de estreia, quando venceu o The Veras por 5 x 4, o Arouca conquistou sua segunda vitória na competição, desta vez de virada e com muita vibração. Em uma partida muito disputada, e de muita alternância no placar, a equipe amarela bateu o Só Resenha por 5 x 3. A equipe alviverde, que vinha de um empate por 5 x 5 com o SPQSF, ainda não encontrou o caminho das vitórias.

O jogo começou muito movimentado, com os dois times procurando o ataque. O Arouca, desde cedo, marcava em cima, sem dar muitos espaços. A primeira chance de gol aconteceu aos 3 minutos, quando Eder arriscou da meia-esquerda e o goleiro Kino apenas encaixou. Outra chance só apareceu aos 6 minutos, quando Fabrício chutou de fora da área, para mais uma boa defesa do goleiro. O Arouca só chegou aos 7 minutos, com Renanzinho, em um chute forte da intermediária, o qual Papa Burguer espalmou.

Com mais chances no jogo, o Resenha passou a adiantar seus jogadores de defesa. O Arouca tentava sair para o jogo com mais velocidade. O jogo era bem disputado. Aos 10 minutos, a primeira bola na rede: Darian cobrou falta pela esquerda, o goleiro Kino bateu roupa e Mirandinha só empurrou para o fundo do gol, abrindo o placar para o Só Resenha. No minuto seguinte, a equipe alviverde ampliou a vantagem. Fabrício desceu rápido pela esquerda, cruzou na boca do gol e Dhani completou de carrinho.

O Arouca só acordou após o segundo gol, quando pediu tempo técnico. Aos 13 minutos, Marcos Bohn arriscou do meio de campo, com força, e acertou o ângulo da meta de Papa Burguer. Um verdadeiro golaço. No entanto, mal houve tempo para comemorar. Aos 15 minutos, Mota vacilou na frente da área e Éder chegou batendo de primeira, sem chances para o goleiro Kino. A equipe alviverde se tranquilizou com o gol, já que o Arouca começava a apertar.

Foi assim que a equipe de amarelo se manteve até o final do primeiro tempo. Uma boa chance foi criada aos 18 minutos, quando Mota recebeu de fora da área pela esquerda e bateu cruzado, tirando tinta do poste direito. Aos 23 minutos o Resenha respondeu com Sanny, que arriscou da intermediária e exigiu uma excelente defesa de Kino, que tirou com a ponta dos dedos.

A última chance da primeira etapa saiu dos pés de Renanzinho, que disparou do meio com força, levando muito perigo. Vale lembrar que a chuva acompanhou a partida desde o início, sem qualquer pausa. Veio o segundo tempo e, perdendo de 3 x 1, o Arouca logo tentou colocar pressão. Sua linha de defesa se adiantou, o time passou a jogar em cima, sem dar espaços e trocando passes com mais velocidade.

Aos 3 minutos, a primeira chance. Renanzinho cobrou falta do meio e a bola passou rente ao ângulo direito da meta do Resenha. O jogo começou a ficar pegado, a marcação era muito cerrada, de ambos os lados. O clima esquentou na quadra. O Arouca tinha o domínio da partida, mas encontrava muitas dificuldades para a finalização. Aos 4 minutos, Mota e Veloz arriscam de fora da área; era o Arouca botando pressão.

A primeira chance do Resenha no segundo tempo só veio aos 7 minutos, quando Mirandinha cobrou falta do meio, a bola desviou na barreira e o goleiro Kino teve de defender em dois tempos. O panorama da partida não mudava: o Arouca tinha a posse de bola, tomava a iniciativa, enquanto o Resenha explorava os contra-ataques. Tanto que, aos 11 minutos, Orley recebeu na área, girou na frente do goleiro e fuzilou para o fundo do gol, convertendo em números a superioridade do Arouca. 3 x 2.

Quatro minutos mais tarde, Veloz pegou uma bola espirrada da zaga e, de primeira, mandou no ângulo o empate. Mais um golaço do Arouca na partida. E não ficou por aí, o tricolor queria a vitória qualquer lance mais duro era seguido de pedidos ostensivos de cartão. Além disso, a conhecida vibração aroucana de gritar e comemorar a caa lance passou a intimidar o adversário. Porém, o time também jogou bola, tanto que, aos 17 minutos, Marcos Bohn dominou outra bola espirrada da zaga na intermediária e, de sem-pulo, mandou um balaço no ângulo! Era a virada, e com um gol de placa! Delírio no banco do Arouca!

Com o empate o clima novamente esquentou em quadra. O Resenha não conseguia reagir, enquanto o Arouca seguia pressionando. O número de faltas aumentou e os cartões passaram a sair com mais frequência. Em um ataque resenhista, bola na área e cabeçada encontra um braço tricolor. Uns não viram mão na bola, outros viram fora da área, outros ainda viram dentro da área. O árbitro viu a mão e dentro da área e não titubeou em marcar. Porém, o Resenha não aproveitou e desperdiçou! A bola ainda resvalou no travessão antes de sair!

Abatido, o Resenha tomou o quinto gol para consolidar a vitória aroucana. De tanto pedir para jogarem a bola em Orley, Galizé teve seu desejo atendido. O jogador desceu pela direita e cruzou para o meio. Mota, vindo de trás, encheu o pé e mandou a bola para o fundo do barbante, fechando o placar. O Arouca conquistava sua segunda vitória na competição, novamente no sufoco e perto do fim: 5 x 3.

No sábado, o Arouca medirá forças com o Jeremias em busca de sua terceira vitória seguida. Já o Só Resenha terá uma parada dura pela frente: fechará a rodada frente ao Fiorella Brasil.

XIII CHUTEIRA DE OURO: 2ª RODADA: GRUPO A

Rabeloska 6 x 1 Estudiantes

RABELOSKA GOLEIA E MOSTRA POR QUE É CANDIDATO AO TÍTULO


Mackenzistas impõem seu ritmo de jogo desde o início e aplicam goleada em Estudiantes

Por Bruno Viotti

Atual vice-campeão da Série Prata, o Rabeloska deixou boa impressão ao estrear na Ouro com um placar elástico sobre o Fúria. Já o Estudiantes enfrentou o temido SNG e decepcionou – foi para a lanterna do grupo. Assim, na segunda rodada do campeonato, Rabeloska e Estudiantes confrontaram-se, e quem levou melhor foi a equipe dos mackenzistas, que fez três gols em cada etapa do jogo e faturou os três pontos.

O jogo começou e, após alguma troca de passes, o Rabeloska não deu tempo para que o Estudiantes se acomodasse. Em cobrança de lateral feita por Norton, Vasko subiu na segunda trave e cabeceou, Felipe tentou defender, mas entrou com bola e tudo. 1 x 0.

O Estudiantes tentava chegar ao ataque, principalmente com a boa movimentação de Ivan Pereira. No entanto, a pressão era do Rabeloska. Sem pestanejar, os mackenzistas ampliaram a vantagem: em jogada ofensiva, Barata avançou pela direita e tocou para o meio, Cassinho, em um lance, no mínimo, estranho, furou. No entanto, a bola pegou no atacante e acabou entrando, lentamente, no canto esquerdo.

As investidas do Rabeloska não paravam por aí. Em nova oportunidade, Cassinho dominou bom lançamento na direita e bateu forte por cima. Depois, Norton avançou pela esquerda e, marcado, arrumou espaço para chutar, mas Felipe conseguiu realizar boa defesa. O problema para o Estudiantes era o volume de jogo imposto pelo Rabeloska. Assim, encontravam dificuldade para sair jogando e chegar ao ataque. A arma encontrada foi tentar sair rapidamente aproveitando a velocidade dos jogadores.

Só que o Rabeloska marcava por zona, o que dificultava a troca de passes. Dessa forma, a primeira chance real de perigo do Estudiantes ocorreu em bola parada. Após cobrança de escanteio, Daniel subiu mais do que a zaga e cabeceou por cima. No entanto, ao tentar sair rapidamente, o time acabou se precipitando, e Perfetti, do Rabeloska, interceptou a troca de passes – ficando de frente para o goleiro para tocar e encontrar Barata, que chutou sem goleiro e marcou o terceiro.

Depois do gol, o Rabeloska passou a adotar uma postura mais cautelosa, deixando dois ou três jogadores na defesa. Isso fez com que o Estudiantes pudesse chegar mais no campo de ataque. Em uma dessas oportunidades, Ivan Pereira recebeu no meio, avançou e chutou à direita. Depois, em cobrança de falta, Julinho tocou na esquerda e Gilson recebeu para chutar quase sem ângulo, Tubarão defendeu, mas a bola bateu em sua perna e subiu para entrar. O Rabeloska voltou a pressionar no final do primeiro tempo, mas o placar continuou o mesmo.

Já na segunda etapa chuvosa, o cenário era o mesmo: pressão do Rabeloska. Os primeiros lances saíram dos pés de Norton. No primeiro, pegou sobra no ataque e chutou à direita. Depois, ficou de frente com o goleiro e tentou tirar do mesmo, mas Felipe caiu e afastou. Do lado do Estudiantes, o time chegava mais com Julinho e Gilson. O primeiro arriscou do meio-campo, mas o arqueiro segurou. Já Gilson também chutou de longe, mas a bola desviou e raspou a trave.

Mesmo com a melhora no jogo, a defesa do Estudiantes ainda demonstrava fragilidade quando era pressionada. Foi assim que os rubros aproveitaram para fazer a festa. Vasko recebeu bom passe na esquerda e, sem marcação, bateu cruzado para marcar o quarto. Sem pressa, o Rabeloska utilizou sua marcação para vencer o ímpeto do Estudiantes. Então, em um lançamento do estreante Tubarão, Barata recebeu na frente e tocou no meio para Vasko marcar seu segundo na peleja. Era o quinto.

Por fim, Daniel tentou marcar duas vezes, mas o arqueiro mackenzista impediu o segundo tento do Estudiantes. Gol mesmo só saiu no final. E foi mais um do Rabeloska. Chininha recebeu bom passe na esquerda, fez o giro e mandou no canto direito de Felipe, que nem se moveu.

Com a vitória, o Rabeloska ganha cada vez mais moral na Ouro e encara o MachuPichu na próxima rodada para consolidar a liderança. Já o Estudiantes segue mal na competição, e precisa trabalhar para se recuperar e vencer o Fúria.

XIII CHUTEIRA DE OURO: 2ª RODADA: GRUPO B

The Veras 4 x 5 Fiorella Brasil

EM NOITE DE EDSON CLARO, FIORELLA VENCE OUTRA


Contando novamente com ótima atuação do atacante, time vence The Veras e mantém campanha 100%

Por Luiz Nascimento

Depois de estrear com goleada de 6 x 3 sobre o Elefantes Indomáveis, o Fiorella Brasil conseguiu mais um importante triunfo na segunda rodada. A partida contra o The Veras foi muito mais disputada, e a vitória veio com mais dificuldade. Porém, contando com excelentes atuações de Serafim e Edson Claro, o Fiorella venceu por 5 x 4. O The Veras, que já havia estreado perdendo para o Arouca, conheceu sua segunda derrota na competição.

O Fiorella começou o jogo com tudo, tocando bem a bola e chegando ao gol com facilidade. O The Veras, por sua vez, errava muitos passes e não conseguia passar do meio de campo. No entanto, as chances de gol só foram aparecer aos 5 minutos. Serafim fez boa jogada pela direita e bateu cruzado, o goleiro Benga só encaixou. Não demorou muito para que saísse o primeiro gol. Aos 6 minutos, Victor Petreche recebeu na entrada da área, girou bonito e chutou com classe; um belo gol, abrindo o placar para o Veras.

O Fiorella tentou responder rápido e, aos 7 minutos, chegou com Van Van, que quase acertou o ângulo. No minuto seguinte, mais um ataque do Fiorella. Serafim fez boa jogada pela direita, chegou no bico da área e chutou, exigindo ótima defesa de Benga. Mesmo à frente no placar, o Veras não conseguia tomar o domínio. A equipe voltou a chegar ao ataque apenas aos 11 minutos, quando levou perigo em uma falta desviada na barreira.

O panorama da partida não mudou e, aos 14 minutos, o Fiorella chegou ao empate. Edson Claro caiu pela esquerda e fuzilou no ângulo, um golaço, sem chance para o arqueiro Benga. E, aos 18 minutos, o Fiorella ampliou. Rogério Silva desceu pela direita e bateu cruzado, Edson veio de trás e só empurrou para fundo do barbante. No mesmo minuto, mais um gol. Edson invadiu a área pela direita, a zaga do The Veras se atrapalhou e ele só cutucou para o fundo das redes.

O Veras encontrava sérias dificuldades para reagir, enquanto o Fiorella seguiu pressionando até o final da primeira etapa. Veio o segundo tempo, e o The Veras voltou com outra postura, bem mais ofensivo. A equipe azul passou a marcar mais em cima, sem dar tantos espaços. Logo aos 2 minutos o gol saiu. Marchi arriscou da intermediária, com força, a bola desviou na zaga e matou o goleiro Franklin.

Porém, mal houve tempo para comemorar. No minuto seguinte, José Roberto caiu pela direita, jogou na área e Tigues só colocou o pé para empurrar para o fundo das redes. O Fiorella voltou a se animar e equilibrou o jogo. A chuva já havia dado uma trégua e os dois times mostravam uma forte marcação. Aos 7 minutos, Victor Petreche cruzou pela direita, a bola bateu na zaga e entrou. O The Veras entra novamente no páreo.

Aos 8 minutos, Petreche aproveitou bola espirrada e, entrando na área, fuzilou para o gol. Mais um tento do The Veras, mais uma ótima jogada de Victor. O The Veras retomou o domínio, enquanto o Fiorella diminuía o ritmo. O jogo esfriou, poucas finalizações apareciam para ambos os lados. Porém, quando a partida parecia caminhar para um empate, eis que, aos 25 minutos, o Fiorella marcou. Após escanteio pela direita, Edson Claro mandou de direita para o fundo do gol, decretando o 5 x 4 e nova derrota verense no lance final.

Agora, o Fiorella Brasil corre em busca de sua terceira vitória contra o Só Resenha, no fechamento da rodada de sábado. Enquanto isso, o The Veras terá pela frente o Elefantes Indomáveis, em encontro de invictos – ambos ainda não ganharam.

XIII CHUTEIRA DE OURO: 2ª RODADA: GRUPO A

Mulekes 5 x 3 Fúria

MULEKES VIRA COM GOL DE COBERTURA E VENCE NOVAMENTE


Time de Gian começou perdendo, mas virou a peleja ainda no primeiro tempo com um golaço de cobertura feito por Vitinho

Por Bruno Viotti

À luz do luar, e com a chuva quase parando, Mulekes e Fúria entraram em quadra para disputar o último jogo do dia pelo Grupo A. Os atuais campeões vinham de boa vitória em cima do Arouca Jrs. Já o Fúria decepcionou, e não conseguiu fazer frente ao Rabeloska. A partida foi recheada de boas trocas de passes e jogadas rápidas e inteligentes. No fim, levou a melhor o Mulekes, que contou com dois golaços para conquistar os três pontos.

O jogo começou e o Mulekes tratou de mostrar o motivo pelo qual foi campeão no semestre anterior. Na primeira oportunidade, Phillip desarmou o zagueiro na esquerda, avançou e chutou, mas Jefferson caiu e espalmou. Depois, Xande avançou pelo meio e chutou forte, carimbando a trave esquerda. No entanto, o Fúria não aceitou o ritmo de jogo passivamente e foi para cima. Thiago Motta recebeu pela direita e ficou de frente com o goleiro, mas tocou para o lado e ninguém alcançou.

A marcação do Mulekes era por zona. No entanto, foi em um erro da zaga que saiu o primeiro gol do Fúria. O sistema defensivo deu bobeira e Adriano interceptou na frente da área, avançou e bateu no pé da trave esquerda para abrir o placar. Sem se abater, o Mulekes continuou a tocar a bola com calma. No entanto, errava o último passe antes da finalização. Dessa forma, abria espaço para alguns contra-ataques. O Fúria ainda realizava marcação por pressão e dificultava a troca de passes do Mulekes. Destaque para a marcação feita por Fagner em cima de Phillip pela esquerda.

O problema para o Fúria aconteceu na hora em que esse “último passe” funcionou. Rafinha recebeu belo passe entre os zagueiros pela esquerda e bateu cruzado para empatar a peleja. O gol mostra que, como o Fúria fazia volume no meio-campo, o Mulekes passou a explorar as laterais para chegar com mais facilidade.

Depois do gol, o Fúria quase marcou, após uma tabela entre Fábio Caruzo e Bruno. O camisa 17 dominou na esquerda e chutou, mas Diego espalmou. No entanto, mesmo sem estar no ataque, o Mulekes conseguiu virar o placar. A bola foi lançada para frente e o meio-campo do Fúria estava desatento. Foi então que Vitinho mandou por cobertura do meio-campo e pegou o goleiro Jefferson adiantado. Golaço!

A primeira etapa terminou com as duas equipes brigando para conquistar espaço. Já o segundo tempo voltou com o Mulekes partindo para cima com Rafinha, que arriscou de longe, mas Jefferson rebateu, e Gian, que interceptou troca de passes na esquerda, tocou para encontrar Leco no meio. O camisa 11 mandou de letra para o gol e ampliou a vantagem.

Só que a alegria não durou muito. Poucos momentos depois, Thiago Motta avançou pelo meio e rolou na esquerda, onde Thalles apareceu e bateu cruzado para marcar o segundo. O jogo estava disputado e o Fúria tentava chegar na bola aérea, mas o Mulekes realizava ótimas trocas de passes. Em uma delas, Phillip recebeu boa bola na esquerda e cruzou, a zaga interceptou e a bola voltou para Phillip, que cruzou e encontrou Leco para completar e fazer o quarto.

Para aliviar a tensão, rapidamente o Mulekes fez o quinto. Em jogada ofensiva, Phillip avançou pela direita e bateu cruzado para dar um banho de água fria no Fúria e comemorar com seus companheiros. Era o quinto. Com o jogo chegando ao seu final, os times aliviaram o ritmo e começaram a errar passes no ataque. No entanto, a bola aérea continuava forte. Em escanteio do Mulekes, Pipo subiu e cabeceou para defesa segura de Jefferson. Por fim, nos últimos minutos, Sucão arriscou de longe e a bola desviou, Diego conseguiu defender, mas Adriano pegou a sobra e mandou para marcar o terceiro do Fúria e definir o placar. Com a vitória, o Mulekes mantém a boa fase e segue invicto na competição. Na próxima rodada, parada dura: nada menos do que o Real Paulista, no duelo dos dois campeões de 2011. Já o Fúria busca a primeira vitória no embate dos lanternas, contra o Estudiantes.
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