VIII CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: RODADA FINAL DE CLASSIFICAÇÃO
Cabeça Rachada 5 x 4 Allianza Sagrado
CABEÇA GARANTE VITÓRIA NO FINALZINHO E DERRUBA ALLIANZA
Luisinho dá show, faz 4 gols e garante equipe no mata mata, ao mesmo tempo que jovem time do Allianza volta à Bronze
Por Renato Malaguti
O jogo entre Cabeça Rachada e Allianza Sagrado era importante para os dois times. De um lado, o Allianza lutava para não retornar à Série Bronze. Do outro, a vitória por parte do Cabeça Rachada garantiria à equipe a presença para a 2ª fase. Tal fato propiciou uma partida extremamente disputada do começo ao fim. E, para variar, o Cabeça Rachada começou perdendo, mas correu atrás do resultado, conseguindo a virada no fim com 4 gols de Luisinho Fernando.
No começo, o Allianza saiu na frente, logo aos três minutos de jogo, com Alê. Ele recebeu dentro da área bom passe de Reyna e chutou rasteiro no canto para vencer Macaco. Entretanto, em seguida, Luisinho fez um golaço em cobrança de falta com excelência.
Após os dois gols relativamente rápidos, com apenas cinco minutos de bola rolando, a partida ficou mais cadenciada. Os dois times pareciam se estudar mais. O Allianza corria bastante em campo, mas não criava boas oportunidades. Somente aos 12 minutos, mais uma vez, a rede foi balançada. Após passe de falta próximo ao escanteio, Cadinho pegou muito bem de longe e acertou o cantinho direito, matando Macaco e deixando o placar em 2 x 1.
Com o segundo gol, o Cabeça foi para a cima afim de igualar o placar. Luisinho fez boa jogada individual, abriu para o meio e bateu forte, mas Gabriel fez boa defesa. Em seguida, em jogada de falta, ele rolou para a chegada de Fabinho, mas na hora crucial do bate o camisa 11 foi travado.
Aproveitando de forma mais eficiente as oportunidades, o Allianza conseguiu marcar mais um, aumentando a vantagem para dois gols. Mais uma vez o autor foi Alê, aproveitando bola espirrada após divida de Reyna.
Como de praxe, o Cabeça continuou indo para cima. Michelin recebeu dentro da área cara a cara com o arqueiro, mas na hora da finalização não pegou tão bem e mandou para fora, perdendo a oportunidade. Do outro lado, não deixando seu rival gostar do jogo, o Allianza levou perigo com Fernandinho em chute de longe ao lado do arco.
No final da etapa inicial, faltando menos de cinco para o término, as duas equipes criaram boas oportunidades. O Cabeça Rachada levou perigo com Peu, que recebeu boa ajeitada de Luisinho, mas na hora de bater mandou a bola para cima. Já Cesinha, do Allianza, também aproveitando boa ajeitada, mandou a bola ao lado.
No primeiro tempo o jogo foi bem disputado, digno de equipes que precisavam do resultado. Entretanto, o receio do Allianza do rebaixamento foi mais forte do que a luta do Cabeça para se garantir na próxima fase.
No segundo tempo, o Cabeça Rachada mudou seu modo de jogar e foi então que a experiência do time falou mais alto que a juventude do Allianza. Logo aos três minutos, em lance de falta, o Cabeça diminuiu novamente com Luisinho. Fabinho rolou para ele, que emendou a gol para vencer Mussolino. Em seguida, aproveitando o bom momento, o craque chutou muito bem de longe e marcou o gol mais bonito da partida, acertando o ângulo e igualando o placar em 3 gols.
O jogo tomou uma proporção totalmente diferente na segunda etapa.
O domínio era claro do Cabeça e, aproveitando isso, o time continuou atacando com o intuito de virar. Em chute de longe, Marcelo Arico acertou a trave e, no rebote, Luisinho perdeu boa oportunidade. Logo depois, Fabinho fez boa jogada individual, passou por dois, rolou para Dieguinho, que, sozinho, bateu na rede pelo lado de fora. Do outro lado, o Allianza assistia o adversário dominar o jogo minutos iniciais do segundo tempo e só levou perigo em chute de longe de Danilinho, mas Macaco fez bonita defesa.
Entretanto, mesmo com o Allianza lutando, era evidente a melhor fase do Cabeça Rachada em campo. Em jogada individual, Marcelo Arico driblou um puxando para a esquerda e bateu forte, mas Mussolino conseguiu fazer boa defesa. Com o relógio marcando 17 minutos, o Cabeça enfim conseguiu virar o jogo. Michelin recebeu lateral dentro da área, dominou e conseguiu chutar cruzado no canto, matando o goleiro. O arqueiro reclamou, pois ninguém conseguiu afastar a bola após o domínio de Michelin.
Porém, para deixar o jogo mais quente e emocionante, o Allianza arrancou o empate pouco depois com Cesinha. Mas o mar não estava para peixe, e com bonita tabela envolvendo Luisinho e Peu, o primeiro ficou dentro da área e bateu por debaixo da perna do arqueiro, marcando mais um e colocando novamente o Cabeça Rachada na frente.
Após tomar o quinto, faltando pouco tempo para o término do jogo, o Allianza pediu tempo técnico, mas a pausa não adiantou muito. O jogo retornou e logo ouviu-se o apito final, que decretava a queda do Allianza Sagrado e a classificação do Cabeça Rachada, na 5ª posição. O adversário nas oitavas será o Ras Time.
VIII CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: RODADA FINAL DE CLASSIFICAÇÃO
Elite 5 x 4 Bufalos
BUFALOS RESISTE E SÓ CEDE A ELITE NO SEGUNDO TEMPO
Jogando com um a menos o tempo todo, Kaike e Dinho bem que tentaram, mas se sobressaiu a qualidade de Sardinha – autor de 3 gols - e a vantagem numérica do Elite, que se classifica em 3º lugar do Grupo B
Por Renato Malaguti
Matematicamente o resultado da partida não importava para ambas as equipes. De um lado o Bufalos, com 9 pontos na tabela, ocupava a 9ª colocação na tabela, sem grandes chances de ir para o mata mata, já que dependia de derrota do Diabos e boa vitória sobre o Elite. Isso ficou comprovado pelo elenco reduzido que compareceu ao jogo – quase aplicando o WO. O Elite, melhor posicionado, visava melhores posições. Assim, num jogo de pouco interesse de público, o Elite fez a sua parte e garantiu a 3ª posição do grupo, ajudado pelo empate de Ras.
Desde o início do jogo o Elite teve vantagem numérica. No começo, apenas cinco atletas compunham o elenco do Bufalos. Entretanto, mesmo com dois a menos, o time jogou de igual para igual, surpreendendo a todos. Mal começou o jogo e Kaike obrigou Diego a fazer uma boa defesa em chute de longe que acertou o canto. Do outro lado, pouco tempo depois, Sardinha – destaque do Elite na partida – recebeu pela direita e chutou colocado próximo ao ângulo, mas para fora.
O jogo começava com ritmo acelerado, talvez por isso a partida teve tantos gols e foi tão pegada. Antes dos cinco minutos cada time marcou uma vez. Quem saiu na frente foi o Bufalos. Kaike recebeu bom lançamento, dominou e fez. Entretanto, o empate veio em seguida em forte chute no canto de Sardinha.
Aos 7 minutos, Dinho, camisa 10 do Bufalos, chegou. Logo que ele entrou criou boa oportunidade ao driblar um e chutar de longe, para boa defesa de Diego.
Do outro lado, agora só com um a mais, o Elite levou perigo em chute frontal de Alexandre, mas Rafa Tedesco, que jogava improvisado no gol, defendeu. Pouco tempo depois, em escanteio, Rafa Gomes cruzou para Thiago Pferfer pegar de prima, mas o arqueiro do Bufalos pegou bem com o pé.
Com mais eficiência, mesmo que atacando menos, o Bufalos conseguiu marcar o segundo com Kaike. Em chute cruzado de longe ele venceu Diego pela segunda vez.
Com o relógio marcando 15 minutos, o Bufalos pediu tempo técnico para a água. Era visível o cansaço dos atletas devido ao sol intenso e a correria por jogar com um a menos. Na volta, em lance polêmico, o Elite empatou com paulada de Thiago. Rafa Tedesco espalmou e, segundo interpretação do árbitro, a redonda bateu na trave de dentro, validando o gol.
Após o empate, o jogo ficou mais cadenciado, mas também mais pegado. No finalzinho da primeira etapa, Dinho conseguiu deixar seu time em vantagem em chute cruzado. No lance, o Elite reclamou de cotovelada do camisa 10, mas o árbitro nada viu e, portanto, nada marcou.
Mesmo em desvantagem numérica, o Bufalos jogava de igual para igual com o Elite no primeiro tempo. Destaque para Kaike e Dinho. Além disso, Rafa Tedesco, goleiro improvisado, conseguiu segurar bem as pontas. No segundo tempo, o Elite reformulou sua estratégia de jogo para aproveitar de fato a vantagem numérica, fato que não aconteceu no primeiro tempo.
Assim, o elenco elitista intensificou o ataque desde o começo. Na primeira oportunidade, Marcio arriscou de longe pegando bem na bola, mas Rafa Tedesco fez boa defesa. Pouco depois, Dinho tomou cartão amarelo por reclamar da arbitragem. Com dois a menos, o jogo ficou difícil para o Bufalos, tanto que o Elite conseguiu empatar aos oito minutos em jogada ensaiada de falta, que culminou na finalização certeira de Sardinha. Alguns minutos depois o time aplicou a virada novamente com ele, mas dessa vez aproveitando cruzamento de Marcio.
Após a virada o número de faltas aumentou, fato inversamente proporcional ao número de ataques, que diminuiu bem. O jogo foi pausado duas vezes: uma por reclamação ao cartão azul dado a Alexandre e outra pelo fato de Sardinha ter se machucado em falta. Vendo que o jogo estava um pouco mais agressivo e sabendo que a vantagem de um gol não garantia nada para o time, o Elite pediu tempo técnico.
Na volta, melhor estruturada, a equipe conseguiu marcar o quinto, novamente com Thiago Pferfer. Dessa vez ele recebeu pela esquerda e bateu cruzado para vencer Rafa Tedesco.
Não entregue, o Bufalos foi para cima. Kaike conseguiu roubar a bola de Rafa Marques no campo defensivo do Elite, mas rapidamente, antes de Kaike ter chance de bater, Diego saiu bem e afastou. Em seguida, em boa jogada individual de Dinho, o Bufalos levou perigo, mas Diego fez boa defesa com os pés.
No finalzinho, após pressionar, o Bufalos ainda conseguiu diminuir em lance de pênalti. Kaike bateu bem e descontou em 5 x 4, placar que permaneceu até o apito final. O Elite soma 18 pontos e garante a 3ª posição na tabela, tendo como adversário das oitavas o The Veras. Já o Bufalos está de férias e repensa o time para 2013.
VIII CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: RODADA FINAL DE CLASSIFICAÇÃO
Roleta Russa Olímpico 5 x 0 Bonde dos Abelhas
COM GOLEADA, ROLETA VOLTA À SÉRIE OURO
Bonde dos Abelhas, mesmo demonstrando muita vontade no primeiro tempo, não conseguiu segurar o ímpeto Roleta na etapa final e acaba rebaixado
Por Eduardo Bernardi
O empate garantia a acesso à Ouro na 1ª fase ao Roleta. Porém, para não deixar margem a dúvidas, a equipe entrou em campo contra o Bonde dos Abelhas e goleou para rartificar seu retorno à elite do Chuteira. O adversário, precisando vencer para ainda tentar escapar do rebaixamento, bem que tentou de todas as maneiras, mas não conseguiu encontrar uma forma de surpreender uma das melhores, se não a melhor, equipe dessa edição do Chuteira de Prata.
A partida começou muito corrida. O BDA ficava muitos mais com a bola do que o Roleta. O primeiro lance de perigo foi dos abelhas, com Flavie, que mandou no travessão após cobrança de escanteio. O Roleta respondeu logo em seguida, com Kuminha, que, após dividida com Coqueiro, mandou a bola na trave direita.
Aos 3 minutos, o Roleta começou a subir um pouco mais para o ataque. Ritolê encheu a bomba, da entrada da área, e Coqueiro fez uma defesa espetacular no ângulo direito. Logo em seguida, Catatau chutou alto, da ponta direita, e Coqueiro fez mais uma defesa incrível. O Roleta mandava completamente na partida, mas não conseguia ser oportunista, transformar o domínio em gols.
O BDA só voltou ao ataque aos 10 minutos, mas além de não conseguir criar boas jogadas, deixava muitos espaços na defesa, que eram bem aproveitados pelo Roleta. Gabriel Pina criava boas jogadas pelo meio. O camisa 100 serviu Brian Nunes, que perdeu cara a cara com Coqueiro. Aos 16 minutos, o B.D.A teve sua melhor chance no jogo com Felipe Pezzuti, que não conseguiu fazer debaixo da trave – o camisa 13 chutou em cima de Machado.
Os minutos finais da primeira etapa foram mais equilibrados. O Bonde chegou bem com Vi, que chutou em cima de Machado. Os abelhas demonstravam muita vontade. Todos os jogadores corriam demais, tanto para atacar, como para marcar, mas o fator predominante do empate sem gols até então era Coqueiro.
O Roleta voltou para a segunda etapa com a mesma postura, atacando com muita frequência. Ritolê mandou novamente no ângulo direito de Coqueiro, que fechou a meta com uma ponte incrível. Aos 5 minutos, Ritolê recebeu belo passe pelo meio, na cara do gol, e só teve o trabalho de empurrar para o gol. Estava aberto o placar.
O gol deixou o BDA mais nervoso, tanto que começou a errar mais ainda, inclusive passes bobos. Assim, o Roleta dominava e deixava o adversário completamente preso na defesa. Aos 10 minutos, Kuminha recebeu no meio e chutou firme, no canto direito. Coqueiro nem teve reação no lance. 2 x 0.
Foi o fim do BDA, que se perdeu em campo e abriu as portas para o Roleta passear. Mesmo assim, o Roleta diminuiu completamente o ritmo, deixando o BDA atacar. Aos 14 minutos, Vi, completamente livre, cabeceou no canto esquerdo, mas Machado se esticou inteiro e mandou a bola para escanteio. No minuto seguinte, Catatau aproveitou bola na trave e só tocou para o fundo das redes. 3 x 0.
Os espaços deixados pelo BDA estavam sendo muito bem aproveitados pelo Roleta. Ou quase. Aos 17 minutos, Pina perdeu um gol feito, de frente para o gol. Como não esboçava reação, a equipe dos abelhas parecia conformado com a derrota. Aos 19 minutos, Vi perdeu a cabeça. O camisa 9, após falta marcada pela arbitragem, insultou o árbitro e recebeu cartão vermelho direto.
A expulsão de Vi só deixou as coisas mais fáceis para o Roleta, que voltou a atacar. Brian arrancou, driblou todo mundo e, com muita categoria, tocou no canto direito, marcando um golaço. Depois foi a vez de Kuminha receber na área e tocar no canto esquerdo de Coqueiro, fechando a goleada do Roleta.
O Roleta espera o vencedor de Acidus x Diabos Negros para saber com quem joga nas quartas de final, já tendo comemorado o acesso à Ouro. O Bonde acabou rebaixado para o Chuteira de Bronze após um semestre a ser esquecido pelos jogadores.
VIII CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: RODADA FINAL DE CLASSIFICAÇÃO
Ras Time 2 x 2 Diabos Negros
RAS REAGE, MAS CEDE EMPATE AO DIABOS
Excelente atuação de Peter marca reação do Ras, que acabou cedendo o empate e caindo para a 4ª posição; Diabos ficou logo em seguida
Por Eduardo Bernardi
Uma partida equilibrada do começo ao fim, assim foi o confronto entre o quarto e o quinto colocado do Grupo B, Ras Time e Diabos Negros. A estratégia adotada pelo Diabos deu certo apenas na primeira etapa, pois o cansaço aparente acabou desencadeando em uma reação do Ras, que só não se consolidou por causa de uma falha da defesa em deixar Daniel completamente livre.
Quem começou no ataque foi o Ras, que tinha como principal investida o craque da equipe, Peter. A pressão exercida pelo Ras dificultava muito a saída de bola da equipe diabólica, que ficava preso em seu campo sem muito criar. Mesmo assim, o primeiro lance de perigo acabou sendo do Diabos, com Zuppo, que cobrou falta, no meio, e obrigou Cipó a defender com o pé.
O Diabos começou a adiantar a marcação a partir dos 7 minutos. A atitude da equipe surgiu efeito logo aos 8 minutos, quando qual Daniel fez bela jogada pela esquerda e chutou rasteiro, no canto direito de Cipó, para inaugurar o placar.
A estratégia do Diabos estava funcionando muito bem. O Ras estava totalmente envolvido pela marcação da equipe, que saía em contra-ataques com muita eficiência. Porém, a partir dos 10 minutos, o Ras melhorou bastante. Os inúmeros erros de passes que estavam ocorrendo até então desapareceram. A equipe começou a ser mais precisa nas jogadas. Aos 15 minutos, Peter fez linda jogada pela direita e serviu Macaulin, que só teve o trabalho de empurrar para empatar.
Mesmo com a aparente reação do Ras, o Diabos manteve a mesma postura, o que deixou o jogo muito morno. Aos 18 minutos, Zuppo, da entrada da área, totalmente livre, perdeu uma grande chance de colocar a equipe diabólica novamente na frente do placar, isolando completamente. O Ras respondeu com Peter, que, cara a cara com Marco, chutou em cima do arqueiro.
O sol muito forte aparentemente atrapalhava o rendimento dos jogadores, dando um ritmo lento aos minutos finais da primeira etapa. Aos 23 minutos, Daniel limpou a marcação pela direita e chutou no canto esquerdo. Cipó fez uma belíssima defesa. A primeira metade terminou com o Diabos mais consistente no jogo. A equipe pecou demais nas finalizações, e não soube aproveitar o domínio que exerceu durante boa parte do primeiro tempo.
A postura do Diabos foi levemente alterada para a segunda etapa. Se antes estava jogando no contra-ataque, agora estava mais ofensiva, buscando pressionar o Ras. Consequentemente, a equipe diabólica deixava muitos espaços na defesa, que eram muito bem aproveitados pelo Ras, que desperdiçava inúmeras chances de passar a frente do placar. Aos 4 minutos, Bruno Di Mauro ficou de frente para Marco, que conseguiu se esticar inteiro e evitar o segundo gol do Ras com uma linda defesa.
A partida seguia equilibrada, com ambas as equipes atacando e defendendo muito bem. Aos 10 minutos, o talento do camisa 420 do Ras fez novamente a diferença. Peter driblou o marcador pela esquerda e chutou firme no canto esquerdo, sem chances para Marco. 2 x 1.
O Diabos se lançou de vez ao ataque, mas pecava no momento de finalizar. Chagas era a principal investida da equipe, que não conseguia render como no primeiro tempo. Com isso, o Ras administrava o tempo se defendendo muito bem. Entretanto, aos 15 minutos, a defesa azul cometeu o único vacilo que não poderia cometer, deixar Daniel livre. O camisa 7 recebeu na esquerda e chutou forte no canto esquerdo de Cipó para empatar novamente.
Ambas as equipes pareciam satisfeitas com o resultado. Os dez minutos finais foram muito calmos, com quase nenhuma falta e nenhuma chance gol, até o apito final. O resultado não fez muita diferença na classificação final do torneio, no qual o Ras terminou em quarto, e o Diabos em quinto. O Ras encara o Cabeça Rachada, enquanto o Diabos Negros tem o Acidus pela frente.
VIII CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: RODADA FINAL DE CLASSIFICAÇÃO
Med Taubaté 7 x 3 TCM
MED TAUBATÉ APLICA GOLEADA NO TCM PARA SER 2º COLOCADO
Equipe de Taubaté joga tudo que sabe e não dá chances ao TCM
Por Eduardo Bernardi
O vice-líder do Grupo B ratificou sua posição mostrando ao TCM como se joga bola. O trio ofensivo da equipe, composto por João Humberto, Javier e Anibal, novamente funcionou bem e não deu chances para o adversário, que conseguiu fazer a marcação funcionar, mas não o suficiente para parar a excelente equipe de Taubaté.
O Med tomou a iniciativa e começou partindo pra cima. Logo aos 2 minutos, João Humberto recebeu de costas para a marcação, girou e bateu forte no ângulo direito para inaugurar o placar.
Só dava Med, o TCM parecia assustado, não tinha reação diante da forte pressão exercida pelo Med. Somente aos 10 minutos o TCM reagiu no jogo. Com o cansaço dos jogadores do Med, a equipe conseguia sair jogando com mais tranquilidade. Assim, aos 11 minutos, Carlinhos chutou da ponta esquerda, a bola passou por todo mundo dentro da área e enganou João, entrando no canto direito. 1 x 1.
O Med respondeu no lance seguinte, com Javier, que fez excelente jogada pela esquerda e chutou firme, mas Lucas conseguiu esticar a perna o suficiente para mandar para escanteio. Os doutores continuavam soberanos em quadra. A equipe se defendia com muita eficiência e levava muito perigo quando no ataque. Aos 14 minutos, Anibal arrancou pela direita e cruzou para João Humberto apenas completar, colocando o Med novamente na frente do placar.
O TCM começou subir um pouco mais para o ataque, mas esbarrava na forte marcação. Aos 18 minutos, Zé Roberto aproveitou falha da defesa e ficou de frente para João. O camisa 10 conseguiu tirar do goleiro, mas exagerou no preciosismo e a redonda acabou saindo à direita da meta. Dois minutos depois, Carlinhos, após cobrança de escanteio, acertou um voleio e fez um golaço no canto esquerdo, empatando novamente.
O segundo tempo começou um tanto quanto mole, as equipes voltaram completamente diferentes. O primeiro lance de perigo só veio aos 4 minutos, com João Humberto, que chutou alto, no canto direito, mas Lucas fez grande defesa, mandando para corner. O Med só acordou de vez após os 5 minutos, tornando o jogo similar ao que foi na primeira etapa – pleno domínio taubateano.
Aos 13 minutos, novamente João Humberto recebeu na entrada da área. Ele tocou com categoria no canto esquerdo para colocar o Med com vantagem de 3 x 2. No minuto seguinte, Javier, o craque uruguaio, recebeu passe do maestro Anibal, girou e bateu forte no canto esquerdo, abrindo espaço definitivo para a goleada.
Era incrível como o TCM não oferecia resistência. O Med era absoluto no jogo em todos os quesitos. No meio, no ataque e na defesa a equipe de Taubaté se saía melhor. Aos 15 minutos, Maurício lançou do outro lado da quadra, a bola pingou na frente de Lucas, que tomou um frango incrível, deixando a bola entrar. 5 x 2.
O TCM só resolveu partir pra cima nos cinco minutos finais, enquanto o Med apenas administrava o resultado. Aos 22 minutos, Dudu invadiu a área e chutou forte, João fez uma defesaça no canto esquerdo. No lance seguinte, Zé Roberto recebeu na área e tocou por baixo de João, diminuindo a diferença de três gols do Med. Foi o suficiente para chamar o Med novamente pra cima. Aos 23 minutos, Bizuza cabeceou no travessão. No lance seguinte, João Humberto recebeu de Javier, de frente para o gol, e tocou novamente no canto esquerdo. 6 x 3. No último minuto da partida, Anibal aproveitou bobeira da defesa do TCM e arriscou de prima, da ponta direita, e fez um golaço, decretando a goleada da equipe de Taubaté por 7 x 3.
O TCM fica na 6ª posição do grupo e passa às oitavas para enfrentar o Inflação. Quem vencer este jogo encara justamente o Med, que, com a 2ª colocação, garantiu vaga direta nas quartas.
VIII CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: RODADA FINAL DE CLASSIFICAÇÃO
Acidus 3 x 3 Império Celeste
ACIDUS ARRANCA EMPATE HEROICO DIANTE DO IMPÉRIO
Gol no finzinho coroa segundo tempo perfeito da equipe, que chegou a estar três gols atrás no placar
Por Eduardo Bernardi
O quarto colocado, Acidus, conseguiu um empate inacreditável, no último minuto de jogo, diante do sétimo colocado, o Império Celeste. A equipe celeste fez um primeiro tempo impecável, abrindo três gols de vantagem em apenas 12 minutos. O Acidus demorou para acordar, mas, quando acordou, fez um segundo tempo também impecável, com uma bela atuação da parte defensiva da equipe, que segurou os fortíssimos contra-ataques do Império.
O Acidus se lançou completamente ao ataque no início da partida, deixando inúmeros espaços na defesa, que foram bem aproveitados logo aos 2 minutos, por Eduardo, que recebeu cruzamento da esquerda e chutou forte no canto direito parar inaugurar o placar para o Império.
A equipe celeste demonstrava garra e vontade no momento das divididas, marcava como se fosse uma final – de fato para eles eram, pois tinham de vencer e torcer contra o Cabeça Rachada para se classificar. Assim, o Acidus estava completamente preso no setor defensivo e parecia não saber o que fazer com a bola quando a mesma estava em seu domínio.
O primeiro bom lance de ataque do Acidus só veio aos 6 minutos. Thomas cobrou falta na trave esquerda de Gamarra. Mas parou por aí, o Império era absoluto no jogo. Aos 10 minutos, novamente Eduardo, após toque de letra de Guedes, bateu no canto direito de Ullises, ampliando o marcador para 2 x 0.
O Império administrava o resultado com maestria. Dois minutos depois, Gui aproveitou bobeira da defesa e tocou no canto direito, abrindo uma vantagem considerável no placar para a equipe celeste. 3 x 0 e um Acidus sem reação.
O massacre estava em evidência, e com o Allianza vencendo na quadra ao lado as coisas pareciam bem encaminhadas pelo Império. Caballero e Jaka eram os que mais tentavam na parte ofensiva limão, mas estava difícil passar pela defesa imperial. A maior falha do Acidus estava na troca de passes, faltava mais concentração por parte dos jogadores de criação no momento de tocar rapidamente.
A partir dos 16 minutos, o Império parecia jogar para o gasto, não atacava mais como antes, o que deixou o Acidus um pouco menos enclausurado em quadra. No último minuto da primeira etapa, Gamarra cometeu pênalti e acabou levando cartão amarelo. A entrada de Paulinho na meta celeste recebeu grande apoio da equipe, mas não o suficiente para evitar a cobrança certeira de Caballero, no canto esquerdo, para diminuir a 3 x 1 e encerrar a etapa primeira.
O Acidus voltou outro para o segundo tempo. Agora quem estava preso na defesa era o Império. Os erros de passe por parte dos jogadores do Acidus continuavam, mas agora em uma proporção bem menor. Aos 2 minutos, Caballero ficou na cara de Paulinho, que fez uma defesa espetacular no canto direito, mandando para escanteio.
A partir dos 5 minutos, o Império conseguia encaixar melhor os contra-ataques e sair com mais eficiência ao ataque, mas pecava no momento de finalizar. A partida permaneceu morna por quase todo o segundo tempo. O Acidus não conseguia passar da barreira que o Império montou; o Império nitidamente segurava o resultado, encarava o jogo como ganho.
Aos 18 minutos, Louiz acertou um lindo voleio após receber passe do meio dentro da área e colocou o Acidus novamente no jogo. O Império respondeu com Guedes, que mandou no travessão. Foi o suficiente para a partida pegar fogo novamente. A correria parecia de início de jogo. O segundo tempo do Acidus era perfeito até então, conseguia segurar os fortes contra-ataques do Império e ainda manter a bola nos pés.
Os minutos finais do jogo foram de pura pressão acidiana, que acabava cedendo muitos espaços para os contra-ataques. Num deles, o Império quase matou o jogo com Rômulo, que mandou na trave esquerda de Ullises. Entretanto, aos 24 minutos, o inesperado. Jaka abriu espaço pelo meio e resolveu arriscar, a bola tocou na trave esquerda e entrou, sem chances para Paulinho, empatando heroicamente a partida para o Acidus, que mostrou um poder de reação incrível.
No mata mata, o Acidus enfrenta o Diabos Negros, velho conhecido da equipe de Barath. Já o Império entra de férias e inicia preparação para 2013.
VIII CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: RODADA FINAL DE CLASSIFICAÇÃO
Zenite 6 x 1 The Veras
ZENITE DÁ AULA E GOLEIA THE VERAS
Drama do Zenite durou até alguns minutos após o jogo, quando o empate do Mercenários manteve a equipe na 2ª posição e ainda na briga pela Ouro
Por Eduardo Bernardi
O Zenite, vice-líder do Grupo A, manteve as excelentes atuações dos jogos anteriores e deu uma aula de jogar bola contra o The Veras. O entrosamento entre Dutra e Fê Rampazo fez novamente a diferença na goleada fácil e tranquila. O drama foi após o apito final, quando ainda rolava a bola na quadra ao lado, no jogo entre Mercenários e Inflação. A esperança de ir para o Chuteira de Ouro ainda estava em pé, mas o empate do Mercenários decretou a ascensão da equipe mercenária.
Logo no primeiro minuto, o Veras mostrou que não vinha para perder. João girou bem e bateu firme no canto direito, mas Ballestero fez uma defesa incrível, mandando para lateral. O Zenite respondeu com Dutra, que tabelou com Fê Rampazo e acabou isolando, de frente para Benga.
O Zenite começou a ter mais controle do jogo a partir dos 5 minutos; o Veras foi aos poucos recuando. Aos 7 minutos, Fê Rampazo recebeu de Rodrigo Santana e tocou com categoria no canto esquerdo de Benga para inaugurar o placar. O gol só aumentou mais ainda a superioridade do Zenite, que deixava o Barcelona para trás no quesito posse de bola.
Aos 12 minutos, Dutra, após bate rebate com Benga, encheu o pé no canto direito e aumentou a vantagem para 2 x 0. Quanto mais o Veras tentava atacar, mais espaços deixava na defesa. O Zenite administrava o jogo de uma maneira perfeita. Ballestero quase não tinha que trabalhar.
A partida permaneceu morna por boa parte do primeiro tempo. O Zenite nitidamente diminuiu o ritmo. Somente aos 24 minutos a equipe celeste voltou a atacar com fervor. Murilo roubou a bola na ponta direita e chutou forte no canto esquerdo de Benga, que não teve chances de defesa. 3 x 0. No minuto final do primeiro tempo, Guga aproveitou sobra no meio e acertou um chute de trivela incrível no ângulo esquerdo para fazer o golaço do jogo e levar o jogo ao intervalo com folgados 4 x 0.
Na volta para o segundo tempo o Zenite manteve a mesma atitude ofensiva, deixando o Veras completamente recuado e sem reação. O primeiro bom lance do Veras veio dos pés de Ariel, que chutou de bico no canto direito. Ballestero fez mais uma excelente defesa, mandando para escanteio.
Com a derrota parcial do Mercenários, o Zenite ia se classificando para a Série Ouro. Em seu jogo, aos 15 minutos, Dutra arrancou do outro lado da quadra e chutou firme no canto esquerdo para aumentar mais ainda a vantagem do Zenite. Goleado, o Veras começou a subir mais para o ataque. Não tinha nada mais a perder. Assim, aos 20 minutos, Ariel acertou uma linda meia bicicleta e fez um golaço, o de honra de sua equipe. Porém, o Zenite respondeu logo em seguida para fechar o placar e o jogo. Fê Rampazo tabelou com Dutra e mandou para o fundo do gol. 6 x 1.
Após o apito final do árbitro, o Mercenários havia virado o jogo. Os jogadores do Zenite se aglomeraram no alambrado da quadra para acompanhar os minutos finais do jogo. O Inflação chegou a empatar no último minuto, dando alguma esperança, finda com o fim do jogo e a comemoração mercenária para o Chuteira de Ouro.
O Veras passou na 6ª posição e encara o Elite nas oitavas. O Zenite foi segundo e avançou diretamente para as quartas, quando enfrenta justamente o vencedor do confronto acima mencionado.
VIII CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: RODADA FINAL DE CLASSIFICAÇÃO
Mercenários 5 x 5 Inflação
MERCENÁRIOS EMPATA NO SEGUNDO TEMPO E SE GARANTE NA OURO
Em partida digna de primeiros colocados, caveiras sofreram no primeiro tempo mas se encontraram no segundo, chegando a virar o jogo mas vendo o empate no lance final soar dourado
Por Renato Malaguti
A partida entre Mercenários e o Inflação foi digna de primeiros colocados. Sem sombra de dúvidas, esse foi o jogo mais disputado do Mercenários nesse campeonato. E não era para menos: matematicamente a equipe precisava vencer ou empatar com o Inflação para se garantir na Ouro, já que o Zenite, segundo colocado, goleava o The Veras na quadra ao lado. O Inflação deu muitos problemas aos caveiras, saindo até com boa vantagem parcial no primeiro tempo. Entretanto, na segunda etapa, o Mercenários mostrou o motivo de estar invicto e 100% na competição, reconstituindo-se e aplicando a virada, que só não se concretizou porque, no último lance, um tiro de 9 metros instalou a igualdade final em 5 x 5 no placar.
Logo no começo, mostrando que a partida inteira seria pegada, Thiago, do Inflação, tomou cartão amarelo. Ambas as equipes marcavam de forma dura – mas sem deslealdade. Somente com o relógio marcando 7 minutos de bola rolando um bom ataque aconteceu – isso pode ser justificado exatamente graças a marcação realizada pelos dois times. Em bola interceptada, Henrique ficou próximo ao gol de Sandrinho e procurou vencer o arqueiro com chute no canto, mas o goleiro salvou o Inflação.
Do outro lado, em lance de falta que resultou em cartão amarelo para Tulio, Lú pegou na veia um chute no alto do gol, mas Allyson fez boa defesa. Aos dez minutos, mais uma vez Sandrinho apareceu bem. Ele fez uma sequência sensacional de defesas que deixou boquiaberta a boca de muitos do lado de fora. Na primeira, em forte chute de longe, ele deu uma ponte e mandou a bola para o lado. No rebote, Toretta chutou forte mas milagrosamente o arqueiro se levantou e defendeu.
A maioria dos primeiros ataques foram criados pelo Mercenários, mas mesmo assim quem saiu na frente foi o Inflação. Chide, destaque da equipe, recebeu pela direita e bateu de chapa no ângulo esquerdo de Allyson, impossibilitando a defesa do goleiro que nem pulou. Golaço e Inflação na frente.
Após marcar o primeiro, o Inflação se empolgou e partiu para cima do Mercenários com todas as forças. Com isso, em lance de escanteio, Rodella ficou sozinho e bateu bem para fazer o segundo. Na comemoração, o camisa 9 parou e cruzou os braços, olhando para os lados. Do lado de fora, a torcida parecia entender muito bem a brincadeira relacionada à musica “Parado na esquina”.
O Mercenários não se abalou e foi atrás do prejuízo. E conseguiu diminuir com bom chute rasteiro de Torreta que acertou o cantinho de Sandrinho. O tento foi a deixa para o Inflação parar o jogo com tempo técnico. Do lado de fora, notava-se o entusiasmo do torcedor Diego. “O pessoal está na pilha. Tem que botar a bola no chão e acalmar. Até hoje não perderam um jogo, é só ir na calma”, afirmou o torcedor mercenário.
Suas palavras caracterizaram muito bem o momento do Mercenários. Na volta, mostrando ter surtido efeito a pequena pausa, Lú marcou um golaço chutando do meio da rua. Ainda na primeira etapa, Dezinho ficou cara a cara com Sandrinho, mas o goleirão saiu bem e fez uma barreira na frente do jogador, que não soube o que fazer e acabou perdendo boa oportunidade.
No segundo tempo, o Inflação começou melhor. Entretanto, a postura da zaga do Mercenários estava diferente. Todas as tentativas do Inflação eram afastadas. Na frente, em chute de longe, Dezinho conseguiu desviar a bola e acabou matando Sandrinho, marcando o segundo do Mercenários.
O Mercenários, empolgado, foi para cima em busca do empate. Dezinho roubou de Chide no campo ofensivo mas chutou para fora. Em meados do segundo tempo, dois gols relâmpagos vieram para virar o jogo. Em lançamento de Allyson, Lodetti dominou na direita e chutou forte para vencer Sandrinho. Em seguida, com um belo chute no ângulo direito, Toretta consolidou a virada.
Para administrar o resultado que garantiria a presença antecipada no Chuteira de Ouro, o Mercenários pediu tempo técnico. Após a pausa de dois minutos, a equipe não ficou na defesa esperando o Inflação e partiu para o ataque. Por isso, em lance de escanteio, Kazu subiu e cabeceou, tirando de Sandrinho e marcando o quinto para seu time.
Com 5 x 3, o Mercenários tinha tudo nas mãos para assegurar a vitória. Mas, para botar fogo no jogo, pouco tempo depois o Inflação marcou mais um. Thiago aproveitou cruzamento de Chide e bateu de prima.
Nos minutos finais, torcedores lotando as grades ao redor da quadra, muita falação e tensão no ar, o jogo ficou muito pegado. Do lado de fora, a torcida rubro negra cantava antecipadamente a vitória com fogos de artifício e tudo mais. Antes do fim, Chide e Bollito ainda tomaram cartão amarelo, com o Mercenários atingindo o limite de 7 faltas. Em entrada na ponta da área mais forte, a 8ª falta foi anotada. Lú bateu com extrema categoria e empatou o confronto, mas não houve nem tempo de a bola voltar a rolar.
Com os gritos de “Aha, Uhu, o caveira é Ouro”, a equipe comemorou muito. O Inflação fez um grande jogo, enobrecendo e valorizando e muito o acesso do Mercenários à Ouro. Para a equipe, é a comprovação de que pode ir longe na atual edição da Prata, especialmente já nas oitavas de final, quando enfrenta o TCM. O Mercenários, na ressaca da conquista, folga nas oitavas e espera o vencedor de Ras Time e Cabeça Rachada para tentar o título.
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